Pensamento do dia 31 de agosto de
2015.
A ajuda está tão perto como o
próprio coração. Continue a ter esperança!
Paul Brunton.
Pois
bem, se analisarmos racionalmente o panorama mundial, sob todos os aspectos,
financeiro, político, social, cientifico, climático, veremos uma situação
caótica.
A
televisão não mostra isto, os governos escondem a realidade, somos sempre mal
informados e os meios de comunicação continuam amplamente manipulados para nos
apresentarem uma fantasiosa realidade que não condiz com a situação caótica do
nosso mundo.
A
mentira predomina e tem sido cada vez mais explicita e descarada.
Desta
forma, temos confiados somente nas nossas alternativas e possibilidades no
plano físico, o que, sinceramente, não mostra nenhuma saída.
A
esperança está exatamente nos aspectos imponderáveis, acima dos nossos limites,
do nosso alcance, pois o que vem regular e resolver o que é impossível sob
nossa ótica, será possível sob a ótica de quem encontra-se absolutamente alinhado
com as Leis Regentes Universais.
Os seres
humanos da Terra, esgotaram a alguns anos atrás, pequenas possibilidades de
reverter, às duras penas e sacríficos excepcionais, remotas possibilidades de
reversão da situação mundial, hoje não existe a menor chance disto acontecer e podemos
considerar que nenhuma vontade política e governamental existe, sequer tentar.
Desta
forma, a ajuda virá do imponderável, do oculto, dos níveis internos, da Graça,
dos povos extraterrestres que nos assistem desde o nascimento da Terra, enfim
será uma ajuda absolutamente desconhecida e incompreensível para os padrões que
conhecemos.
É tudo
uma questão de fé.
Para o inusitado,
somente a fé funciona, pois por ser desconhecido nossa mente racional não
funciona e nossa personalidade não aceita, portanto será nosso coração que acomodará
e aquietará nossa mente, nosso emocional e nosso físico.
Até que
ponto tenho efetivamente trabalhado com estes aspectos, chamados imponderáveis?
A
maioria sequer tem noção disto.
A
minoria luta para aceitar e recusar ao mesmo tempo, portanto, oscila que nem o
pendulo de um relógio de parede. Não vemos o pendulo parado, atemporal,
alinhado no seu centro e com absoluto equilíbrio.
Uns poucos
tem bastante consciência do que se passa, mas lutam continuamente com seus
medos e preconceitos a estes respeitos, pois ser diferente da maioria tem sido difícil,
por puro egoísmo e uma certa vaidade pessoal.
Portanto,
teremos grandes desafios pela frente. Desafios que jamais enfrentamos e não
temos noção de como serão.
A Graça
vem nos pedindo arduamente, que confiemos.
De certa
forma, fizemos muita coisa, como Grupo, que nos testou por diversas maneiras: persistência,
credibilidade, confiança, assiduidade, fé, disponibilidade, entrega, enfim,
fomos testados e participamos de situações das quais não tínhamos a menor noção
do que e para que.
Nossas
primeiras Vigílias aconteceram no plano mental, depois as próximas nos
remeteram para o plano astral, depois o plano dévico e finalmente as últimas ao
plano anímico (da alma). Portanto as primeiras Vigílias foram preparatórias
para as últimas e esta últimas estão sendo preparatórias para as seguintes.
É assim
que acontece, você entrega e depois saberá para que.
Estamos
literalmente nesta fase, da entrega, da confiança sem saber para que e porquê.
O
coração precisa assumir. A fase emocional, racional, lógica, cientifica terminou,
concluiu seu ciclo, não pertence mais à nova Terra.
Enfim a
fase da coragem, do desprendimento, da entrega serena e convicta na fé é a
etapa que já entramos.
Vamos
refletir, rever certos conceitos que nos remetem a esta fase, a este novo ciclo
que a Terra entrou a partir de 08 de agosto.
Hilton