quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Merla.

Pensamento do dia 09 de setembro de 2015.

Cada um de nós contribui com sua parte para a perfeição.
Dorothy Maclean

Pois bem, hoje iremos, resumidamente contar a estoria de um pequeno planeta chamado Merla.
Após a sua formação original, na grande poeira cósmica universal, Merla foi intensamente bombardeada com meteoros, meteoritos, asteroides, cometas, criando e reunindo as condições e os elementos essenciais para sua formação e evolução.
Quando se sentiu pronto, percebeu que tinha de ser útil, de servir, de atender os anseios de seu grande núcleo de magma.
Ofereceu-se para que as criaturas universais fizessem uso da sua superfície.
Merla se tornou um planeta belíssimo, agradava aos olhos mais exigentes em todas as linhas evolutivas, da divindade. Pequeno, mas poderoso, agradecia constantemente seu Regente, o Sol, da qual recebia a energia da vida.
Acolheu.
Acolheu seres que chamaremos de pulgas, não menosprezando sua importância, até porque vieram seres deuses, com almas individualizadas, para perpetuarem seu processo evolutivo, mas eram diminutos se comparados a Merla.
Merla optou por uma linhagem de pulgas que seria um verdadeiro desafio, pois o grau de liberdade dada às pulgas era imenso.
Elas vieram, foram se instalando e procriando.
Merla ofereceu o que tinha de melhor, sua vegetação, sua beleza, suas águas, suas rochas, seus minerais, inclusive os percussores da Luz divina como o ouro, a energia magnética, sua atmosfera pura e abundante, enfim cedeu o máximo da sua capacidade e da sua proteção, torcendo para que as pulgas tivessem todas as reais possibilidades de sucesso.
As pulgas foram se proliferando, usando e abusando, não paravam de procriar desenfreadamente, atingiram os limites, ultrapassaram estes limites e tornaram a vida planetária um inferno.
Destruíram, interferiram, cortaram, represaram as águas, a corrente sanguínea de Merla, destruíram suas rochas, cavaram buracos profundos, depositaram lixo químico, orgânico, nuclear, em todos os lugares que ocuparam, deixando um rastro imenso de destruição, não só na superfície, como na atmosfera e nas águas.
Mas, o pior de tudo é que não evoluíam. Só consumiam, cada vez mais e com uma ganancia absurda que levava ao profundo desperdício.
A finalidade principal, evoluir e se disciplinar, as pulgas não faziam, não evoluíam e não se disciplinavam.
Começaram, alem da destruição da superfície e dos demais reinos que vieram com a mesma finalidade, a se auto destruírem.
As pulgas tornaram-se essencialmente predadoras, pois consumiam, não repunham, não preservavam e alem de tudo mudavam o que foi constituído e criado pelo mesmo Pai que criou Merla, pois suas essências e tendencias negativas, não mudavam
Desastre total. Colapso eminente.
Merla se sentia ofendida, negligenciada, tinha dificuldades de girar em torno do próprio eixo, se sentia exaurida, com suas reservas naturais sendo consumidas vorazmente.
As dificuldades iam aumentando e a população das pulgas entraram em processos de sofrimento, pois degladiavam-se por terras, por ouro, por suas reservas naturais, retendo com poucos o que faltava para muitos.
Sua rotação ao redor da estrela, que lhe provia vida, também entrava em dificuldades.
Merla toma uma decisão e resolve livrar-se deste grande sacrifício, pois sentia que não estava tendo nenhum reflexo positivo, nem pra ela e nem pras pulgas e resolve agir.
Primeiro chacoalha-se violentamente, livrando-se das construções das pulgas, que não tinham o menor sentido pois apoiavam-se na energia do egoismo, da posse, da ganancia. Como o cachorro que sai do banho, chacoalha-se para se livrar do excesso.
Com esta ação percebe que agora precisa do grande banho e sabe que suas águas possuem os elementos químicos e minerais que poderão desinfetar suas grandes feridas abertas e assim o faz.
Em seguida sente a necessidade do bálsamo purificador, da pomada cicatrizante e purificadora que irá reconstituir sua superfície e torna-la novamente apta a servir aos designos para qual Merla foi constituída que é de abrigar as criaturas universais. Vem a lava, as cinzas e o fogo das suas entranhas, reconstituindo sua superfície de forma que esteja liberada de todos os resíduos e do lixo produzido pelas pulgas.
Não é a primeira vez, Merla sabe como agir e o faz assim que o Pai consentiu.
Merla adormece e deixa o tempo agir.
Ao acordar percebe que toda sua exuberância e beleza voltaram.
Oferece-se novamente e o Pai lhe garante que as novas pulgas viram para somar, para contribuir, para evoluírem em conjunto em sintonia, de acordo com a harmonia universal.
Merla torna-se sagrada e recebe em sua superfície a vida universal, todos a visitam, pois sua exuberância e beleza é de se admirar. A contribuição é universal e Merla torna-se, pela primeira vez parte do Grupo dos Sagrados.

Vejam que a perfeição não se atinge sozinho, mas é uma soma, uma contribuição que todos, imbuídos das mesmas intenções, agregam qualidades.
Se eu tenho certos qualidades, o outro tem outras qualidades e assim sucessivamente, todos, ao final tendem a ter todas as qualidades.
Não podemos nos distanciar ou nos dissociar do conjunto que vivemos.
Na superfície terrestre somos uma única coisa. Os reinos se somam, a vida se soma, as qualidades se agregam e todos se beneficiam.
A forma que temos nos conduzido com essa vida ilusória e irreal, nos separa, desagrega, nos torna irresponsáveis e omissos de coisas que todos tem a mesma responsabilidade.

Vamos refletir.


Obs. Conforme o que foi anunciado na reunião do Grupo, ontem, saimos da energia de Mirna Jad e de agora em diante estaremos sob a custodia da energia de Aurora.
Oportunamente seremos instruídos sobre as características que podem ser predominantes.
A próxima Vigília será dedicada ao Planeta Terra, que entra na sua delicada fase de transformações.
Sem medos e sem retrações, vamos continuar firmes em nosso propósito de contribuir, de acordo com nossos limites e nosso alcance.
Gratidão a Mirna Jad que nos acolheu por 3 anos e teve a paciência e tolerância para suportar nossos descompassos.
Gratidão a Aurora que nos recebe e nos acolhe com sua exuberância e seu potencial pela qual iremos reunir todos os nossos esforços possíveis e quem sabe impossíveis, num primeiro momento, para darmos a nossa colaboração.

Jamais desistam. Este ato de covardia não deve pertencer ao nosso vocabulário.
Não coloquem o medo na frente, mas coloque-o como o último da fila.
Confia, confia, confia! Esta palavra é mágica e revolucionaria.
A Ajuda sempre estará presente, basta somente permitir e Ela irá atuar.
Não discuta com Deus, Ele sabe o que faz.
Todos, sem exceção chegarão ao mesmo destino e será o grande reencontro.


Muita paz.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Experiência e não aprendizado.

Pensamento do dia 08 de setembro de 2015.

Quando reconhecerem a grande e silenciosa Fonte de vocês, que é a mesma de todos, então tudo vai se encaixar.
Dorothy Maclean.

Pois bem, de certa forma, ouvimos falar constantemente desta Fonte, ou do Pai, ou de Deus, ou de Adonai, ou de Emanuel, ou de Abba, enfim vários nomes são dadas para a mesma Fonte que nos criou.
Individualizamos, pela falta da capacidade de assimilar melhor, o inimaginável, criando a fantasia de um Deus, homem velho, cansado, sentado no trono, nos observando, dando a sensação que fomos entregue à própria sorte.
Esta figura está tão encruada em nossa mente que só conseguimos nos relacionar com a Fonte desta forma. Por isso que muitos mantem a imagem de um deus omisso, vingativo, punitivo, ofuscado pela responsabilidade, como se não pudesse dar conta da sua própria criação.
Pior que isso é que este deus ficou externo, nós aqui e ele lá em cima, muito alto, inalcançável.
Erros grosseiros desta natureza vem se confirmando por séculos e séculos, como se estivéssemos entregues à própria sorte, fazendo com que tenhamos de lutar, de competir, de dividir, de possuir, para sobrevivermos.
Jesus veio ao mundo para nos mostrar exatamente o contrário, um Deus amoroso, completo, onisciente, onipresente, onipotente, que nos deixou o grande legado, o sucesso de nossa ascenção, independente do que fizemos ou estamos fazendo.
Então o que nos falta para chegar Lá?

Experiência !

Muitos falam que viemos aqui para aprender, quando na realidade viemos aqui para experimentar.
O certo, o errado, o frio, o quente, o bom, o ruim, a morte, a vida, o medo, a paz, a luz, a escuridão, a dor, a tranquilidade, o esforço, a entrega, enfim os opostos precisam fazer parte da nossa bagagem, pois quando chegarmos Lá, seremos Seres Completos.
Mas uma coisa é certa, chegaremos Lá, e serão todos.
Por isso que vivemos fases temporais, onde o fator tempo precisa existir até para avaliarmos nossos sucessos e nossos fracassos nas experiências realizadas.
Ora, não precisamos fazer isto cegamente, basta acolhermos toda a Ajuda que encontra-se disponível para todos e daremos saltos incríveis nesta jornada de experiências, com sucesso.
As experiências não são “imaginadas” para sofrermos, mas é a nossa incapacidade de compreende-la que nos coloca em sofrimento. Quando as compreendemos, elas cessam imediatamente, por milagre ela se esvai, termina e irá parecer que nunca existiu.
O medo, sempre o medo nos retém, nos atormenta e nos corrói. Com medo não saímos de um ciclo vicioso de experiências continuas e confusas que circulam como um ar viciado, estonteante e nefasto, num ambiente fechado. Quanto mais medo maior será a separação.

Resumidamente, podemos dizer que o aprendizado já o possuímos.

Confia!

Palavra chave e absoluta nesta fase da Vida (ciclo atual no livre arbítrio) onde os ciclos de experiências são continuas e constantes e abordam todos os aspectos de superação que teremos de enfrentar e vencer, através desta palavrinha mágica que quase todos desprezam.

Amor!

Outra palavra que sem Ela não existiríamos, portanto se não amarmos incondicionalmente, o que fazemos não serve.
Incondicionalmente: sem recíproca, sem trocas, sem contrapartidas, sem, sem, sem, sem !

Tenho visto muitas pessoas tentarem viver ecologicamente corretas, praticando centenas de disciplinas na vida com a ideia de salvar os reinos, o ar, a terra, os mares, enfim o planeta, mas por dentro são amarguradas, angustiadas, insensíveis com muitas coisas, intolerantes, medrosas, confusas, descrentes das informações que elevam e que evoluem uma pessoa. O que fazem é inerte, incipiente, desnecessário, inútil, perda de tempo, inexpressivo, insignificante, pois sem amor, nada, absolutamente nada funciona.
Perdem tempo com o irrelevante, com o desprezível e não resolvem em nada o gravíssimo problema que já nos levou ao colapso final com a Mãe Natureza.
Transporte este conceito para o resto que fazemos, como a educação dos nosso filhos, com nossos relacionamentos, com nossas atitudes, com nossos empenhos, com nossas atividades, com nossa vida e verão que nada tem sido bem feito, ou corretamente como deveria ser.
Sem este amor incondicional, simplesmente não amamos.

Cuidar de si!

Talvez soe como algo incorreto, egoísta, mas será na evolução espiritual de cada um que somará para todos.
Todo ser humano deveria, primordialmente, cuidar da sua própria evolução, da sua ascenção, aprofundar o seu conhecimento, sua base espiritual, sair da ignorância fecunda que o cerca, para ampliar sua capacidade de compreender a Vida que Deus criou e não perder tempo com atitudes “ecologicamente” corretas, ou de “relacionamentos” aparentemente cordiais e pacatos,  que sem amor incondiconal, valem zero (000000000000000).

Reconhecer pelo menos que a Fonte existe é  abrir espaço para encaixar-se com o tempo, com a Vida, com a vida, com o ser interior, com a meta espiritual, com a evolução, com a natureza, com os desígnios do aprendizado, enfim, é ter FÉ.
Portanto, viver bem, em primeiro lugar é amar, em segundo lugar é amar, em terceiro lugar é amar e assim por diante, até o infinito.

Proponho que façamos algumas reflexões bem profundas a respeito deste tema, para tentarmos nos alinhar melhor na vida e com a Vida.
Claro, para os que tiverem tempo.

 Hilton

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.

Pensamento do dia, quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"Ainda que uma espécie de árvore em particular possa fazer surgir em você o amor, ela é incapaz de tomar esse afeto para si mesma."
Dorothy Maclean. 

Pois bem, mais uma lição importante no que toca aos seres do reino vegetal.
O amor que desprendemos para um ser deste reino, não é uma “posse” deste afeto a um único ser,  pois por princípio, o amor é uma energia universal, é a energia da vida, do pulsar da existência, da criação, de Deus.
Uma arvore irá compartilhar com todos os seres de seu reino (vegetal), este amor emanado de um ser superior (humano), que o manifestou. Serão os devas e a “alma coletiva” deste reino que espalhará este amor a todos.
Este é o princípio básico desta energia primordial. É assim que Deus ama suas criaturas.
Nós, pelo contrário, como somos conduzidos pela energia do egoísmo, particularizamos o amor. Inventamos regras, princípios, procedimentos, condições, ou seja, definimos exatamente quem irá receber o nosso amor, quanto aos demais ????
Vejam que desaprendemos o conceito do “amar”, pois quando pertencíamos ao reino vegetal, numa alma coletiva, sendo conduzidos pelos Devas, praticávamos o amor incondicional, o amor de Deus, o amor puro.
Evoluímos sob um aspecto e involuimos sobe outros aspectos.
Creio que esta involução tem sido preponderante sobre a evolução, pois ganhamos uma alma exclusiva, individual, autônoma, mas o que temos exercido de fato é o egoísmo, a separatividade, o individualismo egoísta e separatista, onde, dentro da minha classificação só consigo amar os que são próximos e atendam certos requisitos e certas regras que foram por mim decididos.

Este conceito, ou melhor dizendo preconceito, nos tornou sub humanos, em relação ao que prevalece como raça humana em outros mundos.

Pra piorar um pouco mais, viramos excepcionais predadores, pois com nossa inteligência (duvidosa), destruímos em massa, em bando, devastando eventuais obstáculos que a Natureza e o destino nos impingiu para superarmos e aprendermos com as barreiras impostas.
Não foi à toa que a raça humana da Terra diverge em opiniões, credos, línguas, cores, manias, conceitos, pois deveríamos aprender a conviver pacificamente com as divergências naturais desta aliança de povos, num mesmo lugar, a Terra.
Fracassamos em não conseguirmos tornar isto tudo produtivo e fértil para todos. Continuamos classificando, sendo classificados, racistas, escravagistas e destruidores da própria espécie e dos reinos que vieram nos servir.
Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.
É preciso refletir sobre este ensinamento, onde o amor recebido espalha-se ao todo, vira usufruto de todo um reino e dos reinos que compõem a Natureza como um todo.
Quando alguém ama um ser vegetal, uma arvore, por exemplo e da mesma forma eu também amo as arvores, no fundo estamos compartilhando um amor comum e estes se somam, ampliando as possibilidades e o alcance de um amor único para todos.

Esta nova forma de viver será o que alguns irão viver na nova Terra, na nova era, onde a humanidade e seus reinos irão compartilhar e não dividir.
Deveríamos amar toda esta estrutura visível e invisível que nos auxilia a vivermos, os seres de outros mundos que vem aqui nos auxiliar, nos confortar e nos socorrer mediante nossas incapacidades atuais.
Por isso de tantas instruções em tão pouco tempo.
Por isso que temos sido incitados a aprender e conhecer certos meandros da Vida, pois esta é a única forma de compartilharmos o que nossos olhos não veem, mas nosso coração sente.
É preciso sair da toca, tá na hora de desmamar, precisamos aprender a andar com as próprias pernas. As muletas que nos colocaram são falsas, ilusórias, pois são revestidas de um tecido pegajoso, mal cheiroso, ensebado, chamado MEDO. Assim que as soltarmos siaremos andando, poderemos correr e iremos ampliar infinitamente nossos horizontes.
Revejam seus estilos de vida. Atentem para o que é importante e com certeza não são nossos problemas.
Literalmente falando nossos problemas NÃO TEM MAIS SOLUÇÃO.


Vamos refletir.

Hilton

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Devas.

Pensamento do dia 01 de setembro de 2015.

Voltem-se sempre, com inocência, para o Amor, para o Amor que ama todas as coisas.
Dorothy Maclean.

Dorothy Maclean: escritora e educadora do Canadá em assuntos espirituais, sendo um dos três elementos fundadores da Findhorn Foundation, no norte da Escócia. Obteve um bacharelato, de três anos, em Artes na Universidade de Western Ontario.
Nascimento: 1920, Guelph, Canadá
Educação: University of Western Ontario
Obra: A comunicação com os anjos e os devas: uma forma mais profunda de comunicação com os princípios criadores da Natureza
Organização Fundada: Fundação Findhorn


Pois bem, temos um importante recado desta pessoa, que começou sua vida pública e profissional  no MI6 – serviço secreto britânico, derivando-se totalmente para atividades  pacificas e isentas de qualquer tipo de envolvimento, a não ser a pratica do amor.
Fez um trabalho riquíssimo, em função de inúmeros contatos com os Devas – Anjos da Natureza, aprendendo e nos transmitindo como a Mãe Natureza age na evolução dos reinos.

Pouco conhecemos sobre os Devas, pois não são humanos, possuem uma linha evolutiva própria, completamente distinta da nossa e seguem outros padrões.
Tem como objetivo a manipulação de substancias, não se influenciam com impulsos retrógrados, mas seguem os princípios das energias criadoras, construindo ou descontruindo imagens, formas e estruturas, plasmando os moldes etéricos, ou seja a base do que existe no mundo manifestado (mundo material).
Permitem assim que padrões arquétipos (formas originais na criação)  se exteriorizem.
São essencialmente espíritos construtores e transformadores dos níveis de consciência, podendo, para isso, destruir estruturas ultrapassadas.
Não possuem corpos físicos densos e contatos desta natureza exige um aprofundamento grande na pureza e no amor para contata-los.
Não tem mente como a humana, portanto seu processo criativo não se baseia e em pensamentos, raciocínios e inteligência como a conhecemos.
Não se submetem ao tempo que conhecemos, portanto, vivem um eterno presente e nele desempenham suas tarefas.
Um ser humano que se submete a desenvolver Tarefas Evolutivas, torna-se imprescindível que estabeleça ligações internas corretas com o reino dévico.
A Hierarquia dévica não foi atingida pela desordem externa que vivemos. Participam da transformação do planeta, para torna-se sagrado, podendo canalizar para isto, energias de polaridade positiva, negativa ou neutra.
Sua evolução é isenta do livre arbítrio e do envolvimento com as forças involutivas; são mensageiros, artífices, transformadores, construtores, destruidores, da manifestação da vida em todos os planos de consciência.
Estão sempre presente, quando um novo indivíduo, na procriação, seja vegetal, animal ou humana, se manifesta. Sem eles não haveria manifestação das formas. Sem eles não teríamos filhos.

São confundidos com Anjos, mas possuem funções distintas.
Infelizmente o que eles constroem, nos destruímos, desrespeitando o princípio básico da vida como um todo.
Referência para leitura: Glossário Esotérico – página 114 – DEVA.

É importante observar como vivemos alienados a inúmeras estruturas de reinos, de vidas, de seres, que não temos a menor ideia, ou quem sabe pouquíssimas informações a respeito. Usamos e abusamos do planeta, como se fossemos exclusivos, únicos, posseiros de uma superfície que pertence e interage universalmente.
Não temos o menor respeito com a universalidade da vida, dentro e fora da Terra, achando inclusive que somos “proprietários” de algo. Nem o próprio corpo físico temos como preserva-lo para sempre, imagine o restante.

O recado é explicito, direto, pois a base da vida é amor.
A inocência, como foi citado, é imprescindível para o Amor.
Quando nos tornamos adultos, temos nos tornados cristalizados, endurecidos, rígidos, como se isto fosse a postura que obrigatoriamente temos de ter para sermos adultos.
Esta ignorância nos corrói, pois ao perdermos a inocência, perdemos o senso da vida real, evolutiva, da base do amor e da misericórdia.
Nós, adultos, temos muito que reaprender com nossas crianças, mas não temos tempo. Somos por demais ocupados para prestar atenção na inocência, na liberdade e na sinceridade de uma criança. Por isso mentimos tanto e por isso desencaminhamos nossos filhos para terem os mesmo defeitos que apresentamos.
Infelizmente, somos um “espelho” embaçado, torto, distorcendo as imagens reais que deveríamos transparecer para nossos filhos. E estes, sem opção, seguem a mesma distorção.

O trabalho desta senhora com o reino vegetal, em especial, a levou para o reino dévico, pois ao ressaltar seu amor inocente, expôs-se ao Amor que ama todas as coisas.

Vamos refletir.
Hilton


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Esperança.

Pensamento do dia 31 de agosto de 2015.

A ajuda está tão perto como o próprio coração. Continue a ter esperança!
Paul Brunton.

Pois bem, se analisarmos racionalmente o panorama mundial, sob todos os aspectos, financeiro, político, social, cientifico, climático, veremos uma situação caótica.
A televisão não mostra isto, os governos escondem a realidade, somos sempre mal informados e os meios de comunicação continuam amplamente manipulados para nos apresentarem uma fantasiosa realidade que não condiz com a situação caótica do nosso mundo.
A mentira predomina e tem sido cada vez mais explicita e descarada.

Desta forma, temos confiados somente nas nossas alternativas e possibilidades no plano físico, o que, sinceramente, não mostra nenhuma saída.
A esperança está exatamente nos aspectos imponderáveis, acima dos nossos limites, do nosso alcance, pois o que vem regular e resolver o que é impossível sob nossa ótica, será possível sob a ótica de quem encontra-se absolutamente alinhado com as Leis Regentes Universais.
Os seres humanos da Terra, esgotaram a alguns anos atrás, pequenas possibilidades de reverter, às duras penas e sacríficos excepcionais, remotas possibilidades de reversão da situação mundial, hoje não existe a menor chance disto acontecer e podemos considerar que nenhuma vontade política e governamental existe, sequer tentar.

Desta forma, a ajuda virá do imponderável, do oculto, dos níveis internos, da Graça, dos povos extraterrestres que nos assistem desde o nascimento da Terra, enfim será uma ajuda absolutamente desconhecida e incompreensível para os padrões que conhecemos.
É tudo uma questão de fé.
Para o inusitado, somente a fé funciona, pois por ser desconhecido nossa mente racional não funciona e nossa personalidade não aceita, portanto será nosso coração que acomodará e aquietará nossa mente, nosso emocional e nosso físico.
Até que ponto tenho efetivamente trabalhado com estes aspectos, chamados imponderáveis?
A maioria sequer tem noção disto.
A minoria luta para aceitar e recusar ao mesmo tempo, portanto, oscila que nem o pendulo de um relógio de parede. Não vemos o pendulo parado, atemporal, alinhado no seu centro e com absoluto equilíbrio.
Uns poucos tem bastante consciência do que se passa, mas lutam continuamente com seus medos e preconceitos a estes respeitos, pois ser diferente da maioria tem sido difícil, por puro egoísmo e uma certa vaidade pessoal.
Portanto, teremos grandes desafios pela frente. Desafios que jamais enfrentamos e não temos noção de como serão.
A Graça vem nos pedindo arduamente, que confiemos.
De certa forma, fizemos muita coisa, como Grupo, que nos testou por diversas maneiras: persistência, credibilidade, confiança, assiduidade, fé, disponibilidade, entrega, enfim, fomos testados e participamos de situações das quais não tínhamos a menor noção do que e para que.
Nossas primeiras Vigílias aconteceram no plano mental, depois as próximas nos remeteram para o plano astral, depois o plano dévico e finalmente as últimas ao plano anímico (da alma). Portanto as primeiras Vigílias foram preparatórias para as últimas e esta últimas estão sendo preparatórias para as seguintes.
É assim que acontece, você entrega e depois saberá para que.

Estamos literalmente nesta fase, da entrega, da confiança sem saber para que e porquê.
O coração precisa assumir. A fase emocional, racional, lógica, cientifica terminou, concluiu seu ciclo, não pertence mais à nova Terra.

Enfim a fase da coragem, do desprendimento, da entrega serena e convicta na fé é a etapa que já entramos.
Vamos refletir, rever certos conceitos que nos remetem a esta fase, a este novo ciclo que a Terra entrou a partir de 08 de agosto.

Hilton


domingo, 30 de agosto de 2015

Nos tornamos prisioneiros.

Pensamento do dia 30 de agosto de 2015.

Onde o homem falha, a Graça tem êxito.
Paul Brunton.

Pois bem, não há dúvidas que falhamos constantemente, portanto, permitir que a Graça, possa interagir conosco é essencial.
Quanto mais despertos estivermos melhor será.
Quanto mais conhecermos os princípios básicos da Graça, mais iremos interagir, portanto, conhece-La ou sair da ignorância que nos assola e nos atropela é um fator básico da evolução.
Haverá momentos em que devemos nos entregar, de corpo e alma, para a Graça, pois como estamos atrasados, desorientados e  defasados com os aspectos evolutivos temporal destes momentos, somente Ela poderá nos indicar o que fazer.
Ela vem por intuição, por suposição, por premonição, por instinto, ou seja, irá usar para cada um, o veículo mais apropriado e o mais utilizado por ele, para indicar as eventuais saídas de uma situação.
Na maioria da vezes, antes de seguirmos algo intuído, previsto, instintivo, olhamos para o lado, para os outros, comparamos, analisamos, raciocinamos e quase sempre, perdemos o “timing”, a oportunidade e quem sabe a única saída para uma determinada situação.
Temos medo de fazer algo inusitado, não analisado, não raciocinado e com isto temos perdido sempre.
Este aspecto é fundamentalmente utilizado pelas forças involutivas, que nos torna emocionalmente presos, acorrentados a seguir aquilo que a maioria age e não pensa. Por isso que a sociedade impôs inúmeras regras, leis, fundamentos, associações, para nos tirar a atividade pensante e intuitiva, punindo todas as vezes que “nos desviamos” do que elas pretendem que façamos.
Nos tornamos prisioneiros, no mais baixo nível possível, de comparações e classificações perante as leis, regras e fundamentos que só interessa nos levar para estados emocionais desvirtuados do equilíbrio espiritual.
Isto vem acontecendo há muito tempo.
Na época de Jesus, seu sacrifício eliminou certos “nós”, certos “fluxos e correntes de energias” para que nos libertássemos destas forças negativas poderosas, mas hoje tudo voltou a ser como antes, e quem sabe pior.
Segue nos livros sagrados o conceito de que Ele veio para nos salvar, para tirar os pecados do mundo, quando na verdade, veio nos libertar destas correntes poderosas, para que pudéssemos seguir um novo caminho, mais livre, mais solto e mais evolutivo.
Como tem acontecido, regredimos, nos acorrentamos novamente, pois a PREGUIÇA tem sido dominante. É muito mais fácil seguirmos regras enlatadas do que sermos criativos.

Enfim, vamos refletir (quem tiver tempo), pois a liberdade, quando conhecida na sua plenitude, tornará impossível voltarmos atrás e com isto a Graça atuará em sintonia e em alinhamento com nossos anseios mais elevados.


Hilton

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Tudo está em você, dentro de você, com você e somente você poderá reverter esta situação.

Pensamento do dia 28 de agosto de 2015

Quando a aspiração se eleva a uma intensidade avassaladora, é sinal de que a Graça não está tão longe.
Paul Brunton.

Pois bem, aspirar, um novo estado de ser, dignidade, independência dos medos e temores, um novo eu. Respirar novos ares, mais elevados, mais puros e isentos.
Quando desejamos intensamente ser uma nova pessoa, sem os vícios, os medos, os ranços que temos carregado, esta aspiração intensa e avassaladora atrai a Graça para que suas energias curadoras produzam as forças necessárias para sermos curados.
Sim, uma cura acontece no indivíduo que tem, de forma clara e cristalina, esta aspiração. Poderemos ser curados daquilo que vem nos impedindo, que vem nos atormentando, quem sabe por vidas e vidas, mantendo-nos num estado quase irracional entre conflitos e medos.
Somos nosso pior inimigo.
Sim, pois sabemos o que somos, o que tememos e o que nos afronta, então neste estado doentio, tudo nos leva a estes conflitos internos, transformando nossa vida num verdadeiro “inferno astral”, como dizem por aí.
Tudo está em você, dentro de você, com você e somente você poderá reverter esta situação.
A busca, a elevação, a espiritualidade, a evolução, lhe trará as ferramentas essenciais para que você mesmo se desligue do que vem lhe atrapalhando.
Percebemos que a maioria foge, como se isto pudesse se resolver num passe de mágica. Quero acordar e não ter mais medos, temores, insegurança, etc.
Não é assim, mas enfrentando de “peito aberto”, com a “cara e a coragem”, de forma inteligente e se apoiando nas estruturas e pessoas que vem ao seu auxilio, isto será vencido.
Infelizmente a maioria renega e volta aos processos paliativos, incipientes, que lentamente produzem pequenas melhoras, mas pode se reverter num segundo.
Entopem-se de remédios e procuram espelhar-se em pessoas que possuem outros e diferentes conflitos e temores, virando uma espécie de associação da confusão.
A busca pela Graça, na aspiração real e verdadeira é o caminho da cura e o único possível de nos curarmos.
Na busca pela Graça, nunca estaremos sozinhos. Estruturas angelicais (que envolve diversas forças, energias e seres), se aproximam, pois você demos a permissão na aspiração,  e forças bem acima das nossas possibilidades começam a agir em benefício das nossas conquistas.
A aspiração, a oração, ou resumindo a fé, possibilita este estado de superação.

Poucos procuram ou fazem isto, pois exige grande perseverança, grande força de vontade, invocação da espiritualidade e um pouco de coragem.
Outros são verdadeiros indivíduos elásticos, vai e vem o tempo todo, pois não conseguem adotar uma linha de conduta continua e constante (insuficiência de fé?).

Os tempos são outros, os tempos atuais são tempos de cura, pois se temos alguma pretensão de continuarmos nosso processo evolutivo, temos de nos curar das doenças, ou melhor dizendo, da ausência da espiritualidade, de uma  inteligência mais ampla, que nos afastamos por séculos e séculos de reencarnações doentias.

Estes momentos, numa virada de ciclo planetário, tudo fica em “ebulição”, inclusive as oportunidades.
Agora, se não temos tempo, somos por demais ocupados, nos contentamos com tão pouco, quem sabe em um novo ciclo planetário, poderemos rever nossa conduta.

Mas, pode-se perguntar:
Quem me garante que é o momento?
Decida-se, correr ou não correr este risco.


Vamos refletir.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Estamos sempre um passo atrás.

Pensamento do dia 27 de agosto de 2015

A inefável paz e primorosa harmonia que tomam posse do coração são os primeiros resultados da Graça.
Paul Brunton.

Pois bem, a Graça se deixa notar para aqueles que já entenderam seu processo de atuação e presença.
Como diz o pensamento, momentos de paz e harmonia acontecem.
Creio que todos já sentiram em algum momento da vida, uma paz e uma alegria, a principio sem motivo. É muito, mas muito mais intenso daquele quando fazemos compras no Shopping.
Algumas vezes esta paz e alegria se faz notar no exato momento que inciamos um novo ciclo na vida encarnada. Poderá ser no período do novo ciclo de 7 anos. Outras vezes quando uma etapa, uma Tarefa, uma experiência tenha sido bem sucedida, pois no momento seguinte, a Graça nos envia energias para um novo padrão vibratório, ou do do novo ciclo, ou da nova etapa, ou da nova Tarefa ou para a nova experiência que iremos realizar.
Vejam como no espiritual, se formam as ações para o material.
Podemos dizer que o material está “atrasado temporalmente” em relação ao espiritual. O que já aconteceu no espiritual, será materializado.
Quando cuidamos somente do plano material, desprezando nosso lado oculto, singular, essencial, na realidade iremos participar sempre do “fato consumado”.
Isto é atroz e nos coloca em situações muito adversas da que gostaríamos que fosse.
A maioria não se convenceu desta verdade e luta desesperadamente pelo fato já consumado, ou como diz o ditado, chorar pelo leite derramado, não adianta.

O ser humano está sempre aquém da onde deveria estar e sofre muito com isto, pois poucos reflexos positivos podem ter suas ações pretendidas “à posteriori”.
De forma geral há muita curiosidade pelo futuro, ao passo que o futuro vem acontecendo sem a nossa participação mais efetiva e mais seletiva, pois limitamos nossas ações e providencias somente ao plano material.
Vejam, estamos desfocados, deslocados e descrentes, pois parece que nossa boa vontade fica sempre pra traz. Na verdade nós a temos deixado para trás.

É preciso repensar na vida como um todo, coligar-se ao seu lado espiritual, orar, ofertar-se, buscar, sair deste grande estado de ignorância que tem nos deixado estáticos, parados, numa espécie de catalepsia permanente.

catalepsia 
ca.ta.lep.si.a 
sf (gr katálepsis+ia1) Med Síndrome nervosa, de índole histérica, caracterizada pela suspensão total ou parcial da sensibilidade externa e dos movimentos voluntários e, principalmente, por extrema rigidez muscular.

Vamos refletir.

Hilton

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Deseducação, um dos grandes problemas da humanidade.

Pensamento do dia 26 de agosto de 2015

Quando a Graça desce ao coração, nenhuma paixão má ou emoção inferior pode resistir.
Paul Brunton.

Pois bem, a Graça é um fogo avassalador, dominante e supera nossas reações inferiores.
A Graça em você, age intensamente, mas discretamente e quando você a percebe Ela já agiu e atuou no que foi necessário.
Isto ocorre pelo fato de não termos o devido equilíbrio mental e emocional, para deixa-La agir corretamente.
Se participássemos, seriamos partidários, egoístas, mesquinhos e julgaríamos, o que não corresponde às suas Ações, mesmo porque nossas limitações ainda são imensas.

A Graça conduz, é soberana, compreende nosso destino, nosso ciclo de experiências, nosso nível de consciência, mas tem como meta nosso sucesso e nossa elevação.
Como ainda não confiamos em nada e em ninguém, ficamos sempre com um pé atrás e na maioria das vezes enxergamos somente derrotas.
A vida é dura, problemática, sou azarado, desprotegido, Deus é injusto, sou perseguido, ninguém gosta de mim e uma infinidade de outras bobagens do gênero, que obviamente só ressalta uma única coisa, nossa ignorância a respeito da Vida.

Quando você aceita a Graça, Ela age com mais intensidade, mais clareza, com mais brevidade, pois mesmo que você não possa ajuda-la, a interferência diminui e a energia da Graça circula com mais liberdade.
Nesta postura, temos melhor capacidade de compreender aquilo que estiver ao nosso alcance, nas ações da Graça, pois o principal, lutar contra, foi apaziguado. 

A entrega, o desinteresse, a neutralidade e a fé, nos aproxima da possibilidade de compreende-La melhor.
Um dos primeiros resultados que poderemos ter, será a extinção da sensação de solidão.
Quando sentirmos a Graça, a solidão se extingue, nos sentiremos protegidos e a vida será vista com “outros olhos”.
Esta sensação é muito comum nas crianças, principalmente as de tenra idade, pois a Graça, na vida delas é muito presente e sua percepção é muito clara, pois as crianças ainda não sofreram da “cristalização” que os adultos possuem.
Vejam como a tristeza é incomum nas crianças, independente das circunstâncias. Isto acontece pela percepção destas crianças com a Graça, através do seu anjo da guarda.
Pouquíssimos são os pais que incentivam esta percepção ou citam o anjo da guarda no diálogo com seus filhos.
Este tabu religioso, ou melhor dizendo esta ignorância conceitual, tornará estas crianças em adolescentes que verão os conflitos, as falsidades, as mentiras, o egoísmo, tornando-os exatamente os adultos que somos, complexos, extenuados, falsos e muito aquém do que deveríamos ser.
De certa forma, deseducamos nossos filhos daquela “educação natural de que foram providos no plano astral”, entre uma reencarnação e outra. É um desastre.
Pior é que, quase sempre, nenhuma atitude é tomada e fica como está.
A deseducação tem levado nossas gerações a colapso que estamos enfrentando.
Ser pai e mãe é uma senhora responsabilidade, mas é também um estado de Graça pelas oportunidades que poderemos ter no aprendizado, pela busca e na pratica, com nossos filhos, ou adotarmos o que a maioria tem feito, ser meros espectadores, mas deixá-los bonitinhos..


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Mas uma informação importante.

Pensamento do dia 25 de agosto de 2015

Quanto mais a Graça é negada, mais apreciada é quando finalmente concedida.
Paul Brunton.

Pois bem, negamos a Graça o tempo todo.
Pacientemente e harmonicamente, Ela nos aguarda para que possamos recebe-La.
Pouquíssimos se dão conta de que a Graça é essencial, sem ela não sobreviveríamos nos planos físicos da matéria e nem evoluíramos nos aspectos espirituais.
Mas, não temos tempo, somos por demais ocupados para algo tão essencial, pois desconhecemos sua atuação e sua real necessidade e pouco nos esforçamos para conhece-La.
Ora, isto é coisa de religioso, de carola, de espirita, de evangélico e tantos outros apelidos que se dá para quem não tem a menor percepção sobre o mundo oculto, aliás o verdadeiro e não o ilusório que vivemos no plano material. Aliás, este termo “oculto” se usa até o revelarmos, pois depois torna-se tão claro como todo o resto.
No entanto, nos casos imprescindíveis a Graça acontece sutilmente, não se deixa perceber, age discretamente e resolve situações complexas da nossa vida, que sem ela não teríamos solução e estaríamos impedidos de continuar os ciclos das experiências previstas e necessárias.
Respeita o livre arbítrio, mas por interferência da alma, que analisa fatores intrínsecos da nossa espiritualidade não manifestada, a Graça atende.
Somos beneficiados, aí, justificamos como sendo “a sorte”, “a coincidência”, “a competência”, “o acaso” e tantos outros apelidos e formatos de expressões muito pobres, que no fundo “justifica” o que não conseguimos entender.

Estudar a ação da Graça é permiti-La que sua atuação seja continua, constante, incida sempre que nossa atual capacidade, extrapole a condição de solução.
Precisamos expandir o que somos, o que compreendemos, o que pretendemos ser, o que aceitamos, mas voltados e focados nos aspectos evolutivos. A superação das dificuldades materiais, torna-se a seguir, consequências deste ajuste espiritual.
Quem acredita nisto?
Pouquíssimos. Os demais, a maioria da população acha por bem, continuar investindo somente nos aspectos materiais da vida, mesmo tendo sido avisados que isto é perecível, finito e num final de ciclo, se desmantelará.

Na Graça, encontramos o processo da procriação das raças, dos reinos, da criação de mundos, da transformação de mundos, da criação e extinção de universos (com “s” mesmo), enfim é algo tão abrangente que dificilmente iremos compreender todas as suas extensões.

A Graça age por intermédio de Seres, de Hierarquias, de Devas, de Anjos e mais um imenso contingente de indivíduos que se oferecem e estão à altura de aplica-La com absoluta isenção.
Um feto, no útero materno, se desenvolve através de Devas que ajudam o seu desenvolvimento, de acordo com as características do DNA e do destino definido.
Raras são as mães que tem possibilidades desta percepção e de colaborar de uma forma mais intensa com a formação do filho que está sendo gerado. A maioria o faz de forma passiva, assistindo somente o desenrolar desta formação. Em outros mundos isto é completamente diferente, a formação se dá através de uma sintonia participativa do casal, respeitando todas as Leis envolvidas.
Nossa alienação e ignorância nestes processos, tem nos impedido de acompanhar o “grande milagre da criação”.

Quando destruímos a fauna, a flora e o reino animal, nos separamos ainda mais destes momentos divinos. Na nossa concepção, parece que um filhote de um animal não precisa ter o mesmo valor que um filho nosso. Grande engano e perversa ignorância, pois são posturas como estas que tem nos impedido de compreender o verdadeiro sentido da vida.


Vamos refletir.

Hilton