Pensamento
do dia 28 de fevereiro de 2016
"Quanto
pode valer o mais caro aspecto da vida humana diante da Eternidade? "
Trigueirinho.
Pois
bem, nossa grande e incrível dificuldade é entendermos a eternidade.
De
forma geral, tudo que fazemos, pensamos, imaginamos, possui limites.
Imaginamos
a vida como sendo algo com duração limitada, baseado nos aspectos físicos e
materiais somente. Daí em diante caímos na obscuridade, no imponderável, no
desconhecido, quando na realidade somos nós mesmos que traçamos a sequência dos
fatos, dos acontecimentos, das vidas sucessivas.
Esta
falta de visão e de amplitude sobre a vida, nos tornou, de certa forma,
irresponsáveis, mas aos mesmo tempo, agoniados com prazos e com o tempo.
A
falta de informações que foram concentradas nas religiões, omite
compulsoriamente a sequência além da morte física.
Isto
tem sido assim ao longo dos tempos. Somente uma elite de pessoas e grupos,
apoderou-se destas informações e as tem mantido sob sigilo e domínio absoluto.
Diante
da eternidade, tudo fica passageiro, sequencial e continuo.
Diante
da eternidade nenhum aspecto da vida humana teria os valores que temos
atribuído ao que temos feito, bem como o que temos sido, pois iriamos perceber
que tudo segue Leis e Regras que dá uma sequência a todos os atos que
desencadeamos.
Hoje
temos vivido com muita irresponsabilidade, nos iludindo que o ato da morte irá
apagar nossas ações, nossos vestígios, nossos compromissos.
Outro
aspecto que o livre arbítrio teve de nos trazer foi o advento do esquecimento,
no plano mental, ao reencarnarmos, do que fomos nas vidas passadas.
Isto
aconteceu para nos proteger, pois ninguém teria possibilidade de suportar o que
já fomos e fizemos.
Por
outro lado, nos imputou este risco que muitos abraçaram, da ausência sequencial
das vidas.
Enfim,
é preciso raciocinarmos como seres eternos, como seres que troca de corpos, de
planetas, de níveis de consciência, de inteligências, pois ganhar sabedoria e
conhecimento é vivenciarmos diferentes situações em diferentes condições.
Elevar-se,
evoluir é realizar continuamente ciclos de experiências em diversas situações
por estes universos afora.
Temos
ficado preso neste marasmo, nesta vida pequena, limitada, de certa forma
improdutiva, pois poucos conseguem perceber a necessidade de extrapolar os
limites impostos pelo plano da matéria.
Vamos
refletir.
Hilton