Sois guardiães
do porvir; o futuro não vos pertence, mas tampouco podeis dele descuidar.
Trigueirinho
Faremos certa alternância
entre os pensamentos de Trigueirinho e de Sri Aurobindo, conforme nossos
Instrutores.
Pois
bem, o futuro não nos pertence, ou seja, não sabemos como, aonde e em que
condições iremos realiza-lo, mas temos de nos preparar da melhor forma que pudermos.
Entendo
como a “melhor forma” realizarmos tudo o que está ao nosso alcance, e entregar.
A
entrega é um ato de fé, de confiança, de um amor sublime e intenso a Quem nos
criou.
A
preparação sim, esta exige esforço, abnegação, dedicação em tudo aquilo que
nosso coração sente como necessário.
O
que tem atrapalhado são as nossas ilusões, que concentram nossos esforços
somente naquilo que é perecível, pequeno, finito e nunca consegue nos atender
em plenitude.
Estamos,
no que tem sido considerado pela maioria, como “fins dos tempos”.
Se
for assim, posso dizer por mim, graças a Deus, pois continuar neste mundo tão
caótico, patético e perturbador tem sido devastador para um futuro que posso
imaginar.
Somos
guardiões do porvir (por vir), portanto temos a obrigação de manter as
esperanças, a chama da fé, os portais que liberam energias de alta intensidade que
serão a base dos novos tempos, da nova civilização.
Assim
tem sido ao longo das eras. Grupos pequenos de pessoas tem sido os guardiões do
porvir. São estas, que por várias vezes na história do planeta, mantiveram a
chama acesa em momentos críticos, onde a raça humana da Terra correu o risco de
desaparecer, perder o seu continuísmo, dado as condições fracassadas da nossa existência
e das nossas inter-relações.
“Pessoas
como vocês que tem focado suas
mais elevadas intenções neste porvir, justificaram ações complexas de ajuda e
de acolhimento que envolveram muitas civilizações de outros mundos, outras
constelações para que um amplo plano de resgate pudesse ser elaborado e que já
está em ato.” ( de um Instrutor)
Sei
que ainda não sentimos como deveríamos sentir, pois ficamos tão enraizados nas
ilusões e na matéria densa, que perdemos as sensibilidades que nos mostraria
com clareza o que já está em ato.
Isto
será possível muito em breve, pois o embate das forças de luz com as forças das
trevas está próxima do seu ápice.
Muitos
de nós irão assistir, mas outros serão recolhidos, pois esta luta dantesca irá separar
o joio do trigo.
A
Terra ainda abriga os que são chamados “anjos caídos”. Oportunamente isto
poderá ser melhor esclarecido, pois exige noções e conhecimentos que a maioria ainda
não possui para compreender, por isso que a questão da fé é crucial, pois temos
de crer mesmo sem entender.
A
maioria das pessoas foram privadas de vários conhecimentos, que hoje poderiam
estar ajudando a compreender tantas coisas que estão ocorrendo no mundo
inteiro. Tais conhecimentos viraram segredos trancados e manipulados por doutrinas,
religiões, sistemas políticos, que impuseram seu domínio apoiando-se na ignorância
e na ausência dos conhecimentos (trazidos das estrelas) que deveriam estar
circulando entre todos.
Isto,
aliado à nossa preguiça e nossa capacidade de aceitação pelo comodismo, fomos
manipulados e adornados por deuses e deusas que nos conduziam segundo
interesses escusos e obscuros.
Ainda
é o que prevalece, por isso da necessidade de que movimentos mundiais aconteçam
para que alguns possam ter a chance de se redimirem das suas ilusões.
Enfim,
temos de dar ampla atenção ao porvir (por vir), pois a continuidade do plano
humano depende, neste momento, destas imensas ajudas que já nos rodeiam.
Muitos
estão desesperançosos, tristes, solitários, depressivos, pois na medida que nos
aproximamos dos momentos finais, o coração aperta ainda mais. Esta sensação é
relativamente comum, pois sempre fomos imediatistas e só confiamos no que
nossos olhos veem, ou melhor dizendo nas ilusões.
A
hora é da verdade e não da ilusão, portanto os véus da ilusão irão cair, as máscaras
irão se desfazer e isto já está em ato, pois as mentiras estão sendo desfeitas
e a verdade aparecerá.
As
nossas instituições, a nossa sociedade, as nossas políticas, os nossos sistemas
de governos, enfim os sistemas constituídos com base no egoísmo (ou lei da
oferta e procura, competitividade, concorrência, monarquia, socialismo,
democracia, imperialismo, ditadura, etc.), além da falta de ecumenismo, já estão revelando suas verdadeiras intenções
obscuras e nefastas.
Portanto,
nesta fase de transição, as sensações não serão boas, mas isto é passageiro e
tudo voltará para movimentos harmônicos, serenos, onde o respeito à vida irá
preponderar.
A
nova Terra será sagrada e em seu solo tudo que toca-lo irá se consagrar.
Por
isso desta importante mensagem, pois somos os guardiões deste “por vir”.
Hilton