Pensamento do
dia 07 de novembro de 2016.
Pensar fragmenta
a realidade, cortando-a em pequenos pedaços, em pequenos conceitos.
Eckhart Tolle.
Pois
bem, o tema do pensamento é bem objetivo: pensar fragmenta a realidade, cortando-a
em pequenos pedaços, em pequenos conceitos.
Esta
forma de compreender as coisas, de entender as verdades é a mais adequada neste
mundo da 3ª dimensão onde as realidades ainda são muito fragmentadas.
Não
alcançamos ainda a visão de conjunto sobre a Vida, sobre a forma de viver,
sobre o passado, o presente e o futuro.
Viver
em “pedacinhos” como temos feito, tem sido o limite da nossa percepção, mas não
deveríamos eternizar esta forma de viver.
Esforços,
estudos, buscas e muita reflexão podem expandir a consciência humana para que ela
adquira esta capacidade de conjunto, de um todo, das interligações que a vida usa
para expandir-se.
Mas,
a forma que vivemos, com tanta irresponsabilidade, tem mantido esta separativade
entre nós e entre nós e os reinos, face ao absoluto desrespeito à vida.
Não
respeitamos o mundo animal, o mundo vegetal e o mundo mineral, portanto não
temos como agregar e expandir o respeito à vida nestes reinos e isto nos impede
de crescermos e evoluirmos na cadencia dos movimentos universais.
Ao
nos posicionarmos corretamente e com respeito à vida, seja ela de quem for e do
que for, impulsos positivos vão se agregando ao nosso ser para expandirmos nossa
consciência.
Deveríamos
escolher um tema e sobre este tema realizar várias reflexões e estudos para assimilarmos
seus conceitos básicos. Assim estes vão se expandindo, agregando novas
informações, novos conteúdos aumentando consideravelmente nossa capacidade de
compreender. NO fundo, estaremos estudando sobre nós mesmos, pois tudo faz
parte de um todo.
Mas,
e sempre tem um mas, não temos tempo, somos muito ocupados, temos
de satisfazer a “vida pratica”, as necessidades, o lazer, o
ser mais e ter mais, nos preocupamos com coisas absurdamente burras e
infantis, quem sabe, depois, iremos ter tempo para descobrirmos o que somos, de
onde viemos e para aonde iremos.
Não
reencarnamos para ver o tempo passar, para nos distrairmos com a matéria, pois
a matéria é o veiculo do nosso aprendizado.
Estudar
o passado é uma forma de antever o futuro, pois tudo é cíclico e se repete
continuamente, de tempos em tempos. Acontece que em cada ciclo concluído,
espera-se que os envolvidos estejam preparados para o ciclo vindouro, mas como
tem acontecido, os ciclos tem se repetido aqui na Terra sem que alterações significativas
possam se desencadear.
Da
mesma forma ocorre com a sequência das vidas que temos reencarnado. Uma após a
outra, estas se repetem com pouquíssimas alterações, pois temos deixado de realizar
as expansões de consciência previstas para a reencarnação em ato. Fica assim
uma sucessão de vida repetidas, com os mesmos carmas, as mesmas relações, as mesmas
dificuldades.
Poucos
compreendem que somos nós mesmos que criamos as diferenças entre uma e outra
reencarnação.
Se
Noé estivesse entre nós neste momento, provavelmente, estaríamos nas mesmas
situações e com os mesmos problemas para que
o mesmo diluvio acontecesse.
Desta
vez o diluvio virá sob outros movimentos, mais intensos, mais poderosos, mais impactantes,
pois os mesmos problemas, hoje, alcançam toda superfície terrestre, onde o sofrimento
e a ignorância cresceu muito além da conta, comparativamente àquele ciclo
passado. Teremos de prestar contas das nossas atitudes.
E
da mesma forma, como na época de Noé, poucos percebem a gravidade dos fatos e da
premente necessidade de mudarmos nossa postura, nossos conceitos e nossa
ATENÇÃO.
Sri Aurobindo: O universo material é apenas a fachada de um
imenso edifício, que tem outras estruturas por trás.
Enquanto
não alcançarmos a profundidade desta informação, não estaremos maduros o
suficiente para vivermos sob o domínio das novas Leis que comandaram a Terra
por outros tantos milênios, a partir da conclusão da renovação cíclica em andamento.
Temos
de parar de olhar a “fachada” e entrar neste imenso edifico que regula a vida
de todos. Temos de descobrir este mundo novo, seus movimentos, seus habitantes,
o conhecimento que por ali circula, seus salões, sua riqueza, seu dinamismo, olhar
de dentro para fora e vislumbrar a gigantescas
paisagens que de baixo não tínhamos sequer noção da sua extensão.
Não
perca este momento, não perca esta encarnação, não se prende ao ridículo das
providencias que temos no envolvido para tecer o roto e o rasgado.
Desperte!
Creia,
isto só depende de você.