sexta-feira, 16 de março de 2018

Colaboradores - 8a Parte - Final.


As mulheres esquecidas; as mulheres fugitivas das zonas de guerra; as mulheres atordoadas; as mulheres submissas; as mulheres sacrificadas; as mulheres desprezadas; as mães; as mulheres que desviaram-se por forças das circunstancias; enfim para os indivíduos com a polaridade feminina que tem sofrido inúmeras privações e provações.

No final da Tarefa será realizada uma missa na Capela Sagrada Familia e Santa Paulina.
  • Endereço: Av. Nazaré, 470 - Vila São José, São Paulo - SP, 04262-000 ( em frente ao Museu de História Natural – Ipiranga)
  • Telefone: (11) 2271-0077

Estão todos convidados e estendam este convite a parentes e amigos.
A energia predominante será a “energia da misericórdia”
Obrigado.
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O vento é irmão  dos colaboradores e reforça as marcas por eles deixadas.

Nunca tantos degraus puderam ser vencidos pelos abnegados. As estrelas rirão com alegria e paz. Uma obra termina. Uma obra tem início.
Quando a consciência busca transcender o nível em que se encontra, o estado de conflito pode ser prenúncio da paz.
Por melindres afloram os lobos que cada um traz em si. Enquanto isso, as bases da vida se desmoronam. Benditos os que colhem o lixo sem sujar as mãos. Veem, calam e oram.
Irmãos olham-se nos olhos e já não percebem a distância que os separava. Anjos e deuses estendem as mãos, e os puros conseguem tocá-las.
Os colaboradores que amam transcenderam divisões. Sua voz soa mais alto que o retumbar de tambores chamando os homens à luta. Mas é uma voz silenciosa, a mesma que fala por intermédio dos simples.
Vários mundos convivem no mundo. Sua seleção transforma o pântano num lago cristalino, em que a luz do dia desenha as formas do futuro.
O novo é trazido pelas mãos suaves da Guardiã. Não tem pais. Nasceu do Desígnio, assim como nascerão todos os que estão por vir. Um corcel brilhante vem anunciar. Galga toda a Terra. A firmeza do seu trote é sentida como fúria. E há temor onde há pecado.
Os colaboradores se oferecerão para ajudar. Em si receberão as chagas para, com gotas de sangue, limpar a podridão. Não discutem. A tolerância e o silêncio são suas virtudes. O exemplo é sua palavra. Não se detêm. Sabem aonde chegar.
Figueira.

Pois bem, estamos vivendo um tempo completamente atípico, diferente e ousado. Nada mais do passado consegue se encaixar, pois os tempos atuais são tempos de renovação.
Estamos no final de uma intersecção de Leis: as Leis que vinham regendo um planeta de expiação, portanto, cármico, com as Leis que regerão um planeta de regeneração.
O livre arbítrio se vai, as condicionantes cármicas se equilibram, a evolução passa a ser um ato continuo e constante e a paz irá reinar.
Talvez seja difícil visualizarmos estas condições neste momento tão controverso, mas elas são reais, já existem e funcionam nos planos elevados da consciência, portanto bastará implantar-se assim que o meio ambiente estiver purificado e novamente equilibrado.
O grande perigo: indivíduos que não tem a devida fé para crer nesta nova condição, já em ato. Estes, ainda no livre arbítrio, podem abdicar deste “salto” e manterem-se no processo da expiação.
As novas Leis estão assumindo as novas funções e nada mais poderá impedir que isto aconteça.
Inevitavelmente a turbulência será extraordinária, pois há muita para ser refeito, reorganizado e reciclado  neste processo. Inevitavelmente será doloroso, mas a misericórdia e a compaixão divina manifestam-se e acolherá.

Estamos na fase da extrema atenção, da grande entrega, das grandes mudanças. Nada mais se encaixa.
Que assim seja.

“As palavras não devem ser muitas. O número de gotas do cálice está contado. Nenhuma delas se pode desperdiçar.”


Amigos: encerramos outra etapa das Instruções finais em curso, no tocante ao ato da colaboração.
Um colaborador, um ser-espelho, além da boa vontade em tornar-se útil, precisa instruir-se adequadamente para dar o apoio necessário aos impulsos que provem do Alto.
Nesta seara não há respostas retas e diretas, pois cada resposta proveniente das nossas perguntas e necessidades, respeita o nível de consciência do ser-espelho ou colaborador envolvido.
Portanto, quanto mais instruído e preparado o colaborador e ser-espelho estiver, maior será seu grau de abrangência e de utilidade no meio que se encontra. Maior também, será os níveis de “contatos” que terá, seja no plano material com os colaboradores externos ao planeta Terra, como nos planos internos da própria consciência, via Seres e Hierarquias.
Sendo assim, como nada mais se encaixa, ajuste seus esforços e seu tempo naquilo que poderá ser mais útil e mais produtivo, no ato de servir.
Gratidão.
Hilton



terça-feira, 13 de março de 2018

Colaboradores - 7a Parte.



As multidões não veem as setas.
Estas existem para os que realmente as querem.

Um pêndulo regula a incursão nos mundos sublimes até que o fio se rompa; então, já não haverá oscilações.
Persistência. Esse é o mastro que sustenta as velas do barco ao longo do oceano. A obra não está concluída, falta ainda uma parte. É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.
Os falsos profetas multiplicam-se, cumprem o papel de guardiães das trevas. Procuram afastar da realidade os puros. Mas o poder da necessidade é imenso e constrói o elo com a luz.
Quando o olho do discípulo permanece na luz, o sopro limpa-lhe os ouvidos e, como um cântico, a palavra lhe é revelada. Seus passos são então dados com plena aceitação da meta.
Lembra-te de que o verdadeiro vencedor não é o que se apossa. Brancas são as almas dos muitos que foram curvados pelo domínio. O que se diz senhor é escravo de forças perigosas. A matéria que se entregou ao mal não conheceu fidelidade. Também os que vigiavam descuidaram-se. Viram os homens colocar peso para afundar o barco e nada disseram. Na omissão e na complacência firmaram a traição. Mas agora retornam. Servem e ascendem.
De um resvalo, o segredo da pequena ilha é descoberto. As águas já não podem ser detidas. Pequenas causas não podem mudar grandes destinos. O silêncio dos vales o sabe, e tu podes com ele aprender.
Mas a plenitude do Sul só se revelará nos últimos instantes. Não são os seus homens que a farão majestosa. A realeza está em suas bases ocultas.
Figueira.

Pois bem, na fase atual, neste planeta de expiação, vivemos desequilibrados, ora oscilando para um lado ora para outro. Isto, evidentemente, tem a ver com nosso corpo emocional afetado, que não permite uma permanência no ponto de equilíbrio. Por isso somos tão inconstantes, voláteis e nos manifestamos de diversas formas em curtíssimos períodos de tempo.
Isto nos afeta terrivelmente, envolvendo a saúde mental e a física, nos tornando pessoas doentes.
Grande parte da energia gerada pelo nosso corpo, via alimentos e outras fontes, centraliza-se no sistema imunológico e com  intenso desperdício para as emoções.
Tais energias deveriam estar canalizadas para as atividades cerebrais, na mente, com predominância do lado direito do cérebro que coliga-se com os aspectos espirituais da vida, onde a intuição encontra campo vasto para sua manifestação.
Estes desvios energéticos, impede nosso crescimento como ser universal e nos mantem focados, pelo lado esquerdo do cérebro, nas atividades do plano material e no campo das emoções.
Nosso sistema imunológico é hiperativo pois vivemos num ambiente altamente infestado, “roubando” grande volume das energias geradas. Esta descompensação faz muita falta, em especial nestes tempos de grandes mudanças.

Esta situação terminará no processo da transformação, onde por bem, entregaremos o livre arbítrio uma vez que cessa a dualidade, cessa a necessidade da decisão por vários caminhos.
No entanto, temos possibilidades de minimizar esta situação na medida que nossa persistência se volte para as Tarefas necessárias. Como diz o texto, “É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.”
A colaboração exige não só a persistência, mas a audácia, o estudo, a busca, a união, o empenho, enfim quando começarmos a vencer os preconceitos e o desconhecimento sobre as coisas do espírito, as “ajudas” empenham-se no processo evolutivo.
O equilíbrio emocional, mesmos nas condições adversas que vivemos é importantíssimo, pois as energias geradas precisam se concentrar nas atividades cerebrais. É premente que esforços para isto sejam feitos.
Sabemos que ser emocional tem sido uma forma de nos manifestarmos, muitas vezes confundindo estas manifestações com amor. Este erro crasso precisa ser desmistificado para nos  ajustarmos ao nosso ponto de equilíbrio.

A mentira e a desinformação são as armas potencialmente destrutivas dos falsos profetas e estas tem se multiplicado exponencialmente. Na medida em que as orientações focam-se na melhora substancial dos meios e poderes no plano físico, os falsos profetas estão se pronunciando. Estamos numa  fase ampla da reciclagem de todo o meio ambiente, o que não condiz com estas falsidades.

“Pequenas causas não podem mudar grandes destinos”. Entramos na fase em que o carma coletivo suplanta o individual; os grandes movimentos como as forças telúricas não escolherão só quem deve, pois não há meios de retê-las no seu efeito regenerador.
Mas, a plenitude virá e a Luz surgirá. De uma pequena ilha, inicialmente, o grande continente se formará novamente.
Hilton

segunda-feira, 12 de março de 2018

Colaboradores - 6a Parte.


A busca do gozo estimula a inconstância.
O nada querer para si edifica a paz dos sentidos.

Trabalho encontra-se em qualquer lugar e pode ser feito de qualquer modo, o serviço,  porém, exige disposição para estar com braços estendidos, corpo nu, sem nada opor à Lei.
No vazio está a disponibilidade para o preenchimento. Na entrega às energias sublimes, a aproximação ao encontro.
Ora e serve.
Para a mente o tempo torna-se mais complexo. Mas a eternidade é simples.
A luz que te arrebatará jamais se deixa confundir com os raios da destruição. Permanece sereno. O que quer que suceda não atinge o teu âmago, que é intocável.
O sofrimento une pelo coração os puros. Transcendem-se rostos, ideias, hábitos e vícios. A disposição para servir impulsiona os compassivos. As dores do parto despertam uma face sublime do amor.
A curiosidade promete mais recompensas do que a obediência; os que buscam facilidades afogam-se nos seus mares enganosos.
Podam-se as árvores cujas raízes vão até veios profundos, mas ninguém as consegue derrubar.
Sim, as sementes! Nelas está a indicação para ti. Voam com o vento. Não projetam seu destino. Sabem que ele existe e confiam. Deixaram sua origem, mas trazem dela a essência no interior. Sua única bagagem é a promessa. Por essa promessa partem, por ela vivem, por ela morrem e por ela fazem surgir novas árvores.
Figueira.


Pois bem, o individuo que sente a necessidade de servir, de tornar-se útil, de suprir as necessidades do mundo, deve além da oferta, manifestar esta intenção e buscar o que considera apto a realizar.
A entrega é uma das etapas, talvez a mais importante, mas é o primeiro passo, os demais o levará na busca por algo que poderá preencher o grande vazio, em si próprio e nos outros.
Diferentemente das condicionantes cármicas que nos empurra continuamente para o confronto, pois dividas precisam ser sanadas, a oferta e a busca em realiza-la nos torna um dos braços de uma Hierarquia, que irá agir seguindo as Leis que regulam o destino e o livre arbítrio da humanidade.
A intenção é uma das etapas, as demais seguem determinados padrões como a vontade, a preparação, a informação e finalmente a ação.

Como cita o texto, “A luz que te arrebatará jamais se deixa confundir com os raios da destruição.  Permanece sereno. O que quer que suceda não atinge o teu âmago, que é intocável.” ; ou seja, teu Serviço, sincero e puro seguirá as orientações da Hierarquia. Neste momento teu ser-espelho refletirá esta Luz transformadora, transmutadora que ativará naqueles que a absorverem, as oportunidades permitidas.

“Transcendem-se rostos, ideias, hábitos e vícios. A disposição para servir impulsiona os compassivos.” Este trecho do texto esclarece com clareza as transformações que ocorrem nos que decidiram Servir, ser-espelho da Luz transcendente, iniciar-se nas atividades do Serviço. Como diz, “ a disposição para servir impulsiona os compassivos, ou, de outra forma, aflora a compaixão.

A curiosidade para o idealista ao Serviço, promete mais recompensas do que a obediência passiva e omissa, outra informação clara da necessidade de manifestar a iniciativa de algo que poderá ser feito.
A imaginação neste momento, no individuo decidido para o Serviço, atuará com vigor, podendo revelar atividades de serviço adormecidas por vidas a fio que não se manifestaram em oportunidades anteriores.
   
“Podam-se as árvores cujas raízes vão até veios profundos, mas ninguém as consegue derrubar.” O indivíduo que dá ênfase ao ato de servir, necessariamente passará por períodos de purificação, onde ajustes importantes serão feitos com o objetivo de torna-lo cada vez mais próximo das fontes de Luz em ato sobre a Terra.

“Sim, as sementes! Nelas está a indicação para ti. Voam com o vento. Não projetam seu destino. Sabem que ele existe e confiam. Deixaram sua origem, mas trazem dela a essência no interior. Sua única bagagem é a promessa. Por essa promessa partem, por ela vivem, por ela morrem e por ela fazem surgir novas árvores.” Esta frase explica que o Serviço é uma intenção disponibilizada para quem necessita. O livre arbítrio irá determinar se a oferta será ou não utilizada pelo individuo. No entanto, uma semente para eclodir precisa de campo fértil, mas não se perderá, e esta semente aguardará até que o individuo recluso possa tornar-se este campo fértil.
Certas vezes uma informação poderá ser utilizada após várias vidas, pois este individuo não a validou nas oportunidades que teve, por isso que a roda das reencarnações é tão longa e monótona. Isto se aplica ao servidor e ao servido.

Enfim, aquele que Serve justificará sua existência, sua importância, seu conteúdo, e com certeza estará retornando para o caminho da evolução, pois evoluir nada mais é que Servir.
Hilton

segunda-feira, 5 de março de 2018

Colaboradores - 5a Parte.


A limitação da consciência dissipa—se ante a clareza da eternidade.

Enquanto teus pés tocarem o solo, haverá luta e perigo. Deixa-te erguer aos ares.
Tudo passará. Depois de todo o movimento não se encontrarão mais nem o norte nem o sul, nem o leste nem o oeste. A consciência da unidade ditará novos padrões.
O véu de lágrimas que cobre a face da Mãe se romperá, e suas pérolas azuladas se revelarão a todos. Onde há ódio, Ela verá união. Onde há malícia, encontrará candura. Onde há avareza, deparará com doação. É a nova Terra!
Ditosos os que se deixam ser como crianças. As crianças sabem do caminho. De jardins invisíveis colhem as mais belas flores. Com sua pureza, buscam auxiliar os atordoados. Vão ao encontro da luz. Não temem dizer sim. Estão na eternidade. Permanecem acima do solo, mesmo que correntes tentem atá-las. Reconhecem sua origem.
Sempre brota fortaleza na consciência que confirma a Lei.
Ao entardecer, alguns saem à procura do silêncio da noite. Sobre eles paira o Anjo da Paz. Não deixam de ter o encontro, mas é-lhes pedido silêncio.
Ao lado da dor, certa mão sempre vem em auxílio. O desespero torna-se escola de esquecimento. As folhas mais frágeis secam e caem. E os frutos não são suficientes para todos os que deles necessitam, como já sabes.
Figueira.

Pois bem, o texto reporta a dimensão da transformação planetária. Todas as referências atuais se extinguem, pois novas, completamente novas, surgirão.
A consciência, animada pela alma, ditará os novos padrões. Hoje temos a personalidade ditando os antigos padrões e nos mantendo no passado, no ultrapassado, mesmo numa fase de transição. Por isso que homens e mulheres ainda não se deram conta das mudanças em curso.
A nova Terra será nova em todos os aspectos, dando ao novo ser humano, além de um novo código genético, condições de habitabilidade simples e adequada para esta nova consciência – a consciência anímica (alma).
Poucos compreendem, poucos aceitam e poucos agem como deveriam agir, recepcionando as novas diretrizes que a misericórdia divina permite que se manifestem.
As crianças. Um capítulo a parte da nossa história neste momento tão importante, são as porta vozes que trazem de forma clara as boas novas. Mas, condicionadas e completamente atarefas para o inicio de currículos (inúteis para o novo contexto), são “sufocadas” em suas expressões infantis, das quais damos pouca atenção.
“E os frutos não são suficientes para todos os que deles necessitam, como já sabes.”  Sim, poucos são os autoconvocados e poucos se preparam para a nova Terra. Ainda fortemente iludidos lutam pelo ter e pelo poder, sem ter consciência das manifestações em curso.
É tempo de grandes mudanças e devemos estar, no mínimo, despertos para as ajudas que vem se manifestando.
Hilton

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 4a parte.


Quando o silêncio emerge, é preciso ao silêncio consagrar—se. Quando o silêncio se afasta, é preciso em silêncio aguardar o Seu retorno.

Colaborador, firma tua fortaleza. Do poço ergue-te às proximidades do Sol. Não temas. Não temas. Não temas. A sombra traz a foice, mas nos puros não encontra o que ceifar.
Na quietude dos vales deslizam luzes silenciosas. Trabalham pelo porvir. Constroem o que não podes ver, mas que aí está. Com um estalar de dedos tudo pode nascer. Não temas.
A salinidade das lágrimas limpa feridas. O amor as cauteriza. A cura volta a ser simples; a prolixidade a havia tornado inacessível. Tu, age por meio do coração.
Mira o oceano. Contempla suas ondas. Deixa que a água te banhe os pés. Aguarda a hora de mergulhar nas profundezas, aguarda o silêncio da união que te arrebatará.
Na noite, um chamado desperta os que dormem. Não podem levar as sandálias. Pés nus devem pisar as pedras. O fogo há de tirar deles as camadas de impurezas incrustadas.
Uma criança nasce numa casa sem portas. Conhece a união, o amor e a liberdade. Seu riso é como asas que se movem trazendo frescor. Vem anunciar o novo tempo.
Há necessidade de silêncio. A vida tranquila ainda existe em recônditos isolados. Não cala a ânsia do espírito pela luz. E preciso penetrar a noite. O luar faz divisar a montanha. Sem palavras, muitos iniciam a escalada.
O chamado penetra silenciosamente a tua consciência. É tempo de partir para o serviço.
Figueira.

Pois bem, durante vidas e durante as últimas décadas, fomos instruídos para o momento que se aproxima velozmente. Como colaboradores devemos servir e ser úteis.
Para isto bastaria a fé, mas sabendo das nossas inseguranças, fomos instruídos.
Há uma incrível junção de forças oriundas dos mais diversos planos para nos ajudar, mas temos de permitir.
Poucos sabem deste segredo (permitir), pois iludidos não percebem a necessidade de atrairmos estas ajudas, mas muito trabalho e inúmeras providencias já aconteceram.
Está tudo pronto, nos aguardando para os momentos conturbados e confusos.
Nossos próprios desatinos farão parte do grande saneamento porque iremos passar. É preciso limpar toda a sujeira que acumulamos ao longo de muitas vidas, presos essencialmente nas ilusões.
“Uma criança nasce numa casa sem portas.” : a nova humanidade está nascendo e com ela a liberdade, a união e o amor. As ilusões caem pois não haverá mais espaço para suas mentiras.
Na descrição do texto de Figueira temos as diretrizes do processo em andamento. Como colaboradores chegou nossa vez de darmos, efetivamente, nossa contribuição. Mais do que nunca precisamos estar alinhados e atentos para as Tarefas anunciadas. Não são explicitas, pois estão numa vibração acima, portanto os  colaboradores bem intencionados tem de ir buscar.
É tempo de partir para o Serviço.
Hilton

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 3a Parte.


Uma vontade sábia pode criar os degraus do caminho. Seu poder revela—se por estar voltada para a luz.

A Lei se aproxima velozmente. As portas se abrem. O manto da noite é espesso. Só a força de corações imaculados pode rasgá-lo. Os inocentes estão marcados.
A radiação mortífera se espalha. Penetra o âmago das células, tudo degenera e degrada. A Voz brada dos céus e da terra. E nada pode esconder o sinal.
Terras e águas se movem. Há os que verão no seu movimento a radiância da vida que pulsa no interior do planeta. Dínamos de energia cósmica produzem a mudança. Na destruição, emerge a transparência e os limites se desfazem, ao menos por instantes.
A aproximação da Irmandade é um hino de glória, elo construído com o sumo da sublimidade dos seres. Todavia, é também mãos estendidas para sustentar o equilíbrio das esferas.
E, no final, o Senhor dos Dias tomará forma. Aos que devem reconhecê-lo, sua face indicará ter chegado o momento do regresso. Um ciclo se encerra.
Dos mundos vizinhos afluem correntes de auxílio. O poder de sua focalização vem reconstruir. Faz espargir as névoas que ofuscam a luz. Um cântico se faz ouvir. E o júbilo da vida que, antes prisioneira, foi por fim libertada.
Mas a obra ainda não está terminada. A fera foi expulsa, mas a porta permanece aberta. Tem-se de refazer a proteção.
Figueira.

Pois bem, as instruções são precisas, mas a indiferença e as ilusões nos mantem na obscuridade. É preciso forçar para assimilar o recado, pois estamos tão iludidos e focados no curtíssimo prazo que o dia de amanhã está muito distante.
É preciso certa inocência e pureza para decodificar estes recados. Muitos os tem, mas lutam arduamente para encobrirem pois a vergonha e o medo de sentirem-se diferentes, os fazem recuar.
Vivemos num mundo altamente preconceituoso e ritualista, onde a sociedade, não sei porque, obriga-se a cumprir o que lhe foi mandado. Perdemos muitas percepções e uma delas é saber a origem e a coerência físico-espiritual do que nos mandam fazer. Sem este mínimo de bom senso, perdeu-se a visão e a sensibilidade do futuro.
Sabe-se que o alimento, a água, o ar, enfim as condições básicas da sobrevivência humana já estão em alerta vermelho, mas para a maioria isto não vem ao caso.
Ater-se ao recado exige mudanças de postura e caminho, mas poucos estão dispostos e estes postergam o quanto podem, pois sair do lugar comum ainda tem sido algo impensável.
Estamos no limiar das ações pela Mãe Natureza, que não precisa da nossa concordância, expressará com toda a força condizente com as necessidades.

Temos, definitivamente, de ser uma nova pessoa e aprender a viver nos tempos de emergência.
Hilton

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 2a Parte.


E, junto com o que havia restado da noite, a raiz do sofrimento se esvaeceu.

Silêncio.

As trevas podem ter força, mas não suplantam o poder da Lei.
O fogo desce aos poucos. Até que penetre tudo, haverá quem coloque nos bolsos as dádivas recebidas. Mas, à medida que a pressão da sua luz aumenta, a honradez se aprofunda nos salváveis. A dignidade foi renegada, mas sem ela o olho não se abre.
As trevas perpetuam-se devido à opção pelo incorreto. Para dissipa-Ias, bastaria os homens dizerem não ao cultivo do erro.
Um vento abre a porta. Mostra o rio. Na outra margem veem-se o verdor e a trilha para o cume. Somente esse veio d'água separa os homens da vida liberta. Todavia, é preciso cruzar a correnteza.
Inescrutáveis são os desígnios internos. Não se sabe que rumo indicarão, pois o céu é mais do que uma esfera.
Os semeadores foram marcados. Subiram ao cume, não temeram. A força do impulso suplantou a inércia. Assim a nova Terra rompe crostas endurecidas.
A nova Terra aí está. Já não se esconde. E todos os que se voltam para o cume podem vê-la. Alcançam-na, porém, os que voam às alturas.
A espera é conivente com a lassidão. Os que olham para trás puxam o fio que os reterá. E preciso agir. Recebido um sinal, consumar o ato.

Pois bem, enigmático este texto, mas a comunicação que se dá nos planos mais elevados da vida, forçam os textos para esta condição. Isto ocorre para que não se debande informações precisas e necessárias, para aqueles que em Tarefa pretendem continuar.
De forma genérica e meio enigmática o texto menciona o processo de transição da Terra para a nova Terra.
“As trevas perpetuam-se devido à opção pelo incorreto. Para dissipa-Ias, bastaria os homens dizerem não ao cultivo do erro.” : a frase exalta os erros, a ignorância do conhecimento necessário para esta transição.
Muito se faz, mas pouco se aproveita. Assim tem sido o rumo da humanidade em termos evolutivos. Ficamos por demais envolvidos nas necessidades materiais, não dando  atenção ao que realmente importa e isto fará a diferença no continuísmo da vida reencarnatória de cada um.
“Todavia, é preciso cruzar a correnteza. “: esta frase destaca a necessidade de cruzarmos as fronteiras para o mundo espiritual, o mundo eterno. Com certeza será muito mais fácil que imaginamos, mas poucos tem esta iniciativa.
“Os semeadores foram marcados. Subiram ao cume, não temeram. A força do impulso suplantou a inércia. Assim a nova Terra rompe crostas endurecidas.”: A ajuda está presente, mas só se manifesta no momento que consentimos. Este é o principio do livre arbítrio, mas poucos dão este consentimento. A maioria sofre sozinho, pois desconhece esta necessidade primordial neste planeta, ainda de expiação.
“Recebido um sinal, consumar o ato.”: Os sinais manifestam-se continuamente em nossa vida, mas pouca atenção damos a eles, pois distraídos estamos com nossos afazeres, a maioria inúteis sob o ponto de vista evolutivo.

É preciso mudar se desejamos subir ao cume e visualizar a nova Terra.
Hilton

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 1a Parte.


Colaboradores.
Iniciaremos, nesta nova série, Instruções para aqueles que se auto nomearam – colaboradores.
Esta auto nomeação é um impulso interno, proveniente do teu eu mais profundo, cuja manifestação exigirá discernimento, muito esforço e o abandono do que não lhe serve mais.
Este opúsculo foi baseado no livro – Profecias aos que não temem dizer sim – Editora Irdin – Trigueirinho.
Mensagem: A pressão dos dias atuais prepara fases que virão. Tem-se de dar o máximo para que no éter planetário fiquem impressas as melhores possibilidades.”


Os profetas anunciam: "Antes que a luz mais brilhante envie seu raio ao alvorecer, muito ainda ocorrerá”.

Seria mais simples fugir, mas ao serviço não são chamados os que procuram facilidades. A necessidade é a bússola dos fortes. Nunca, nunca se pode deixar de dizer: "Sim, aceito prosseguir. Sim, vou sem condições. Sim, farei o que não posso. Sim, não me entregarei ao medo. Sim, não me renderei aos limites. Sim, Senhor, farei tudo por Vós".
A inércia não deve tomar o coração do colaborador do Plano Evolutivo. O sangue flui com vigor pelas veias dos decididos, reaviava-lhes o como. A meta tem um poder imenso. O olho a vê, a consciência a conhece, confia e vai em sua direção.
Mas é preciso disponibilidade para ir além, muito além do que se pode. O possível é obra de mãos entediadas. E preciso cultivar raízes, como as árvores sagradas que rompem as rochas para buscar a água que lhes dá vida.
A solidão deve ser redescoberta. Sua fala tem verdade, seu caminho requer decisão. Essa é a energia necessária para o novo tempo. E preciso ter isso claro. Haverá períodos turvos. Todo colaborador deve encontrar a luz das estrelas e por ela guiar-se. Nos cumes solitários ainda vivem os guardiães da tocha.
A Terra sofre. O universo vê sua dor e não está insensível a ela. Foi dito: "Urge que a socorras. Um Sol resplandecente deve instalar morada no seio agonizante".
Os que subsistiram não olham para trás.
Sem alarde, a luz já pulsa nas veias invisíveis. Os tumores serão extirpados para que a seiva nutra todo o corpo.
Figueira.

Pois bem, nova etapa de instruções iniciam-se para aqueles que estão dispostos.
Esta nova disposição acrescentará uma nova camada sobre as camadas anteriores, complementando algo que está sendo tecido para um futuro melhor, com mais plenitude e liberdade.
Rever o que já se leu, o que já se conversou, o que já se viu é uma forma de se complementar com mensagens mais amplas e impulsos mais sutis, o processo do eterno aprimoramento.

Como cita o texto, Servir não são para os que buscam facilidades. A bússola dos fortes é a inspiração, a vontade, o continuísmo, a persistência e a entrega.
A vida material nos leva sempre para as mesmas circunstancias, a inércia. Na busca espiritual é a mesma coisa, ou nos impulsionamos a continuar ou ficaremos parados, inertes, esperando sei lá o que.
A consciência será os novos olhos, como fazemos ao olhar para algo e deduzir suas possibilidades, pois nesta seara pouca coisa será visível a olho nu. A confiança do caminho certo virá sempre após o 1º passo, pois o primeiro será sempre um ato de fé.

É preciso disponibilidade para ir além. Mas além do que?
Além de tudo que já se sabe, de tudo que já se viu, de tudo que sentimos, de tudo que avaliamos, pois ir além é entrar plenamente no novo, no inusitado, no impossível. Para que esta possibilidade possa acontecer é preciso muita disposição e entrega, pois não temos como sobrepor o tempo, portanto teremos de abrir de mão de certos afazeres e distrações para aprender e empenhar-se nas Tarefas.

Sua fala tem verdade, seu caminho requer decisão”: de certa forma esta postura exige o mesmo que ser outra pessoa. Temos de deixar o que fomos para sermos uma nova pessoa, com novas características, novos valores, novos empenhos, novas vontades e com isto ganhar novas aptidões.
Não há como as novas aptidões instalarem-se no ser antigo, desatualizado, omisso e egoísta. Isto requer grande disposição e vontade.
"Urge que a socorras. Um Sol resplandecente deve instalar morada no seio agonizante". Este impulso confirma a nova Terra, a nova era, o novo ser humano terrestre e todas as ajudas que hoje se concentram para que assim seja. Não deve haver mais dúvidas.
“Sem alarde, a luz já pulsa nas veias invisíveis. Os tumores serão extirpados para que a seiva nutra todo o corpo.” Outra confirmação de que a Luz já pulsa, mas sua manifestação exigirá o saneamento necessário na Terra, seja na sua superfície, na sua Missão, como nas energias que para cá são emanadas.
Hilton

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Reinos - 9a Parte - Pássaros.


Pássaros

Na Natureza há espécies que, mais do que outras, apresentam características sutis e atuam como elos, tanto entre reinos quanto entre níveis de consciência .
Os pássaros têm o corpo composto de substância dos subníveis mais elevados da matéria física. As flores, igualmente, constituem-se de matéria tênue.
Os pássaros guardam estreita relação com o reino dévico e existem também nos mundos intraterrenos;  têm ligação direta com Mirna Jad (cidade intraterrena localizada nos planos sutis do subsolo da Terra) e colaboram no preparo de seu despontar na superfície.
Alguns transformam a vibração do ambiente por meio do som que emitem e do canto harmonioso;  desse modo plasmam nos éteres (elemento padrão no Universo) padrões sutis . Outros o fazem pelo movimento: as andorinhas, enquanto sobrevoam certos locais, percorrem vórtices de energias como se traçassem no espaço o que deve ser ali formado.
No reino dos pássaros há ordenação hierárquica, segundo a qual cada espécie manifesta e canaliza determinado potencial  de energia.
Alguns pássaros quando atingem grau de desenvolvimento avançado podem ser trasladados(deslocados fisicamente) com o seu corpo físico para mundos mais sutis, tendo para isso as energias e constituição corpóreas transmutadas (transferidas) .
Quando evoluídos, a proximidade dos pássaros traz à aura humana componentes "angelicais" que de outra maneira dificilmente seriam nela incorporados. Auxiliam a elevação do ser humano.
Sendo os reinos de certa forma interligados, à medida que a agressividade e a necessidade de auto afirmação forem sendo dissolvidas na humanidade, pássaros e flores poderão expressar-se de modo mais pleno e serem ajudados em suas tarefas.
Referencia para leitura: Mirna Jad – Editora Pensamento.
Glossário esotérico – pag. 399- Editora Irdin.

Pois bem, concluindo a série Reinos, dá-se destaque aos pássaros pela sua essencial importância na evolução humana. Além da sua beleza, a graça das suas formas e manifestações, os pássaros são essenciais para que o contato angelical com o reino humano aconteça.
Pouca importância tem se dado a esta espécie animal, além do destaque exagerado que se dá para o processo predatório no reino animal.
Este processo predatório ainda acontece, não mais como forma de manter o controle das espécies, mas devido a agressividade exercida pelos humanos em contato com si próprio e com os demais reinos. Há inúmeras outras maneiras para que a reprodução seja assistida e manifestada nos reinos, aliás, uma das funções dos Devas, que não tem como exerce-la até os seres humanos aprenderam a se comportar dentro do alinhamento evolutivo que nos cabe.
Por isso, que desenfreadamente, a reprodução em todos os reinos (inclusive o hominal) ainda seguem regras ultrapassadas e manifestações da vontade egoísta, face ao desconhecimento das Leis que regem este processo.

Os pássaros vivem de forma bem diferenciada das outras espécies. Sabem o que fazer, conhecem suas tarefas e as exercem com muita competência, regido por orientações dévicas.
É difícil encontrarmos pássaros mortos na natureza pois transmutam-se assim que encerram suas tarefas.
Seu voo é especifico e essencial, como diz o texto, emanando vibrações sutis para o meio ambiente, além de exercer com seus cantos, verdadeira higienização dos sons ambientes. Criam mini portais por onde emanações cósmicas  materializam-se no meio ambiente.
Muitos provem de outros mundos, trazidos por seres que se responsabilizaram pelo desenvolvimento da Terra, já prontos para atuarem no for necessário. Estes se desenvolveram fora da Terra.
Muitas espécies de pássaros estão sumindo face ao meio ambiente psíquico, extremamente agressivo, interferindo na cadeia evolutiva de todos os reinos. Além disto temos a degradação do meio ambiente que acelera e impede o desenvolvimento dos reinos em questão.

 
A nova Terra será abundante, assim como em mundo evoluídos, com várias espécies de pássaros que se aproximaram dos seres humanos face a cordialidade que será praticada.


Bem, concluímos esta série – Reinos. Esperamos que todos tenham compreendido e absorvido as informações, as energias, os impulsos e os contatos para que, os que se disponibilizarem a Servir, possam unir-se cada vez mais aos planos acima da matéria e exercerem suas tarefas com competência.

As dúvidas não devem permanecer ou ser esquecidas. Colocamo-nos à disposição para tentar sana-las.
Hilton

imagem:https://revoada.net/12-aves-exoticas-incriveis/

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os Reinos - 8a Parte - Reino Dévico.


O Reino Dévico
Seres, consciências e Hierarquias de elevado grau de pureza integram o Reino dévico, cuja tarefa é propiciar a manifestação da Vida. Vasto é seu campo de ação: vai desde a concepção dos padrões ideais para tudo o que é tangível, até a plasmação dos moldes que correspondem a tais modelos. Trabalha com vibrações e representa a consciência do corpo de energias da grande Entidade regente do planeta.
A circulação da energia em um universo é acompanhada pelos devas, que atuam nos sistemas de comunicação, interligação, controle e irradiação de energias do cosmos — sistemas chamados Espelhos do Cosmos.
Como os demais Reinos que vivem sob a Lei da Hierarquia, os devas organizam-se de forma escalonada, encarregando-se de tarefas distintas e complementares. Assim, captam e transmitem ideias arquetípicas, constroem moldes etéricos para a sua concretização, ajustam o padrão criado ao modelo original, destroem formas ultrapassadas, entre outras funções que vamos reconhecendo à medida que penetramos as realidades internas.
Os devas não têm mente concreta nem livre-arbítrio, e por isso evoluem de forma diferente da nossa. Desenvolvem-se pelo perfeito cumprimento do propósito que lhes é dado conhecer, e não pela experiência adquirida na sucessão das vivências. Essa característica permite que, ao interagirem conosco, nos estimulem e capacitem a perceber o universo como um todo. Mas nem sempre temos consciência dessa interação.
A verdadeira comunicação com os devas é, em princípio, interior, e seus reflexos na vida externa podem nem ser notados. Contudo, a humanidade inteira chegará a relacionar-se conscientemente com eles em tempos vindouros, e assim poderá colaborar de maneira mais profunda no Plano Evolutivo. Esse relacionamento se fará por meio de corações puros.
Os devas trabalham sem buscar resultados. São seres de grande pureza, cujo campo de consciência não inclui vínculos, apegos nem envolvimentos.

Entre os seres do Reino dévico, os anjos são dos mais próximos a nós. Recebemos sua ajuda e a de grandes arcanjos, luzes protetoras da humanidade. Ocupam-se de orientar os espíritos encarnados no Reino humano para o destino transcendente e imaterial que os aguarda.
Um dos serviços mais intensos que grupos de devas menores prestam nestes tempos é a revitalização do nível etérico-físico do planeta. Eles introduzem energias puras na matéria, ajudando desse modo na sua sutilização e na comunicação entre todos os Reinos.

O Reino dévico acolhe e irradia as energias de certo núcleo cósmico, a fonte que dá alento a diversos mundos. É um núcleo cristalino e radiante, que remodela os seres por meio do amor, sem imposições, mas com firmeza e decisão. Os devas são permeados por qualidades semelhantes às desse núcleo cósmico e, assim, para nós se afiguram perfeitos.
A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.
Figueira.

Pois bem, pouco compreendido, o Reino Dévico tem uma atuação na formação e evolução dos mundos, no Universo material, que o caracteriza como fiéis executores do Plano de Deus.
Trabalha com vibrações, outro aspecto que tem fugido das nossas observações e sensações pelo fato de termos nos tornados mais grosseiros e rudes ao lidarmos quase que essencialmente com a matéria.

Representam os Espelhos Cósmicos, refletindo as energias cósmicas para o progresso evolutivo do multiverso.
Atuam com grande amplitude na nossa formação, desde a procriação até o organização da nossa prole, ou seja, todo nascimento provem da interferência dévica.
Estamos perigosamente tentando manipular a concepção, sem levar em conta todos os aspectos que um Deva leva ao conceber uma encarnação. Isto ainda ocorre com certo controle e tem sido permitido, como forma de aprendermos, mas está se tornando uma condicionante cármica muito intensa que toda a humanidade terá de compensar em algum momento.
Estão nascendo crianças que não pertencem às ligações cármicas e evolutivas de seus progenitores.
Estamos brincando de Deus e ao mesmo tempo, assumindo as responsabilidades de tais manipulações.

O novo homem na nova Terra terá um formato diferenciado do atual, com outra dinâmica e outros padrões de energias para poder dar vazão aos novos anseios das almas que irão reencarnar, portanto mudanças no arquétipo atual já estão formatadas pelos Devas. O novo homem, fisicamente, será sadio e viverá 3 a 5 vezes mais que o atual, podendo, o mesmo corpo, receber duas ou três almas, numa sucessão continua. Cada alma assumirá uma etapa da vida, ou seja, uma irá nascer, a outra viverá a adolescência, a outra a fase adulta e a velhice, pois nem todas precisam reencarnar como se faz na etapa atual, da concepção até a desencarnação.

O texto cita os anjos como atuantes do Reino Dévico mais próximos de nós. Outro aspecto que tem sido muito bem trabalhado pelas forças involutivas para que sejam desacreditados. De certa forma muitos perderam a sensação angelical desta proteção, pois nos afastamos.
Para estas forças, quanto mais solidão sentimos, mais frágeis e submissos ficamos, originado uma situação onde a manipulação se torna quase total. Por isso da descrença nas religiões, na desagregação familiar, no aumento da competividade e do individualismo nocivo. A indefinição de gêneros, o fortalecimento de grupos menores, e a presença massiva dos meios de comunicação, acabam por imputar opiniões que contrariam determinadas bases da vida que aceleram esta desagregação para desunir o que estava unido, mesmo que precariamente. A ausência do amor entre nós, promove com muita facilidade estas concepções nocivas, deixando os indivíduos descrentes e confusos.
 A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.: Tais aspectos são importantes de observarmos, pois ao nos sentirmos mais fraternos, cooperativos, organizados e dispostos a evoluir, podemos nos sentir mais próximos do Reino Dévico. Poderemos atuar com mais segurança e não nos deixarmos influenciar por tantos elementos desagregadores. Teremos mais interesse na união, na reflexão, seguindo certas aspirações que elevam nosso  ser. Efetivamente seremos mais espiritualizados.

O ser humano precisa perceber que tudo é vida, que tudo está ao nosso alcance, que interagimos continuamente, que dependeremos sempre um dos outros, para que possa perceber a Lei do Amor e nela viver.
Hilton