segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Passos Atuais - 96a Parte. Um pouco das atividades das nossas reuniões semanais de terça.


Pois bem, hoje falaremos uma pouco sobre o que ocorre nas reuniões das terças, semanalmente.
Os fatos aqui descritos referem-se a uma pequena parcela, as mais perceptíveis, das atividades que ocorrem. Sabemos que isto deve representar uma fração pequena do que de fato acontece quando ela ocorre.
Mas é importante sabermos como ela se desdobra, mesmo que seja parcial, para acompanharmos o desenrolar das atividades com uma entrega maior e uma participação mais ativa e mais intensa.

A reunião começa quando um sino tibetano é tocado, pausadamente, por 3 vezes. Neste momento as pessoas começam a libertar-se das pressões externas do cotidiano, além do que tais vibrações sonoras alinham-se com padrões de cura. Em algumas pessoas, a aparência é de que pedaços de “pele” começam a soltar-se. Na realidade são formas-pensamento impregnadas que atrapalham padrões de contato.

A musculatura segue relaxando, naqueles que se deixam envolver pela vibração sonora. A aura se expande e fica mais acessível aos padrões energéticos que irão espalhar-se pelo ambiente, que varia conforme as  “visitas” que tivermos.

Neste momento, uma aura bem ampla (espécie de bolha protetora) envolve o circulo fechado com os integrantes da reunião, para que forças involutivas não venham  atrapalhar seu desenrolar, além de propiciarem que “aparições” aconteçam sem interferências.

Em seguida entoa-se mantras em Irdin, ou faz-se orações, onde coligações mentais entre todos começam a acontecer para que uma certa sintonia, mais elevada, possa ser estabelecida. Isso é muito importante para que um possa alavancar o outro na sintonização necessária com os Trabalhos que devem acontecer.
Neste momento começa-se a perceber a presença de “monges” (assim apelidamos estes seres que vem amorosamente trabalhar), alinhando-se em círculo na mesa onde objetos e fotos com a descrição feita pelos tutores, abordam as pessoas que necessitam de atividades de cura para doenças físicas e psíquicas.

Quando implantamos as atividade de cura, este ano, após um certo tempo, apareceu o 1º círculo de monges. Hoje são 3 círculos de monges, sendo um voltado para os humanos encarnados, outro para os desencarnados e um terceiro para o reino animal.
Fomos testados por algum tempo até que aparecessem, pois tínhamos de confirmar nossas reais intenções nesta atividade tão necessária.
Hoje, além do circulo de monges, temos um “círculo de fogo azul” pairando sobre a mesa, cuja finalidade é queimar atividades mentais desnecessárias e que vem impedindo que transformações possam ocorrer naqueles que permitiram que a energia de cura os envolvesse. A visão é muito bonita, diferente e precisa. O fogo azul e extremamente brilhante.

Na conclusão do mantra ou das orações, um silencio é mantido para aumento da sintonização, além do inicio das manifestação de Instrutores, ou para que as aparições possam acontecer e recados sejam dados. Em seguida orientações são dadas aos tutores que acompanham as pessoas em trabalho de cura.
De certa forma, se todo a reunião fosse no silencio, seria oportuno e provavelmente mais eficiente, mas como temos dificuldade em controlar a mente, o melhor foi a opção de utilizarmos este tempo na atualização das informações necessárias sobre os eventos da humanidade e da transição planetária, além de nos conhecermos um pouco mais. Temas diversos são abordados, em especial nossa relação mente- espírito.
Nesta etapa, temos a orientação de Instrutores que inspiram quais as informações possíveis de termos acesso.
A orientação básica é a de que cada um aproveitasse o tema e as informações passadas para um aprofundamento interior, consolidando assim complementos que poderiam dar uma visão mais ampla e precisa sobre os assuntos.

No passado, tínhamos nesta etapa, um Instrutor, agora temos Instrutores que alternam-se na medida que o tema se aprofunda ou se direciona para um novo assunto. Não necessariamente são homens ou mulheres desencarnadas, mas Seres que provem de outros mundos em outras constelações, em atividade na 3ª dimensão ao redor do nosso planeta. São discretos, colocam-se sempre por trás da gente e a comunicação é mental.  Sabem aguardar e posicionam-se de acordo com nossa disposição.
De forma geral, com os Instrutores tudo é feito de forma bem amorosa, com muita paciência e tolerância, pois sabem das nossas limitações.
Sempre dizem que o principal motivo na manutenção do nosso desconhecimento são os preconceitos. Que temos de aceitar que a vida pulsa em todo o Universo. Segundo eles, sem a quebra deste preconceito o homem da superíficie terrestre não consegue se transformar.
As aparições ocorrem em momentos oportunos, quando um determinado recado precisa ser dado ou assunto precisa ser reforçado. Tem conotação de nos alertar ou orientar para posturas e posicionamento. Podem ocorrer para solicitar um determinado trabalho grupal. A finalidade do trabalho normalmente é velada e com poucas instruções, pois entendem que o pedido é suficiente para que, simplesmente, o façamos. As ultimas manifestações tem se concentrado em Maria e Mahindra.
Nos trabalhos grupais as aparições são mais presentes e a presença de Jesus tem sido uma constante.  

Durante a palestra e troca de ideias que fazemos, as atividades de cura com os monges é bem intenso. O circulo de fogo aumenta ou diminui de proporção, com variações bem impressionantes, pois neste ínterim muita pessoas de vários níveis de consciência se coligam com estas atividades.  Entendo que temos muitas coisas inúteis tomando espaço importante em nossa mente.
Toda energia produzida pelos integrantes do grupo, pelos Instrutores, pelos Seres, é acumulada e utilizada em zonas de conflito, em áreas de sofrimento do reino humano e do reino animal. Determinadas estruturas negativas podem ser quebradas ou desmanchadas, gerando alivio nestes locais de sofrimento (físico e mental).
Não temos noção do alcance que tais atividades podem ter, basta saber que são imprescindíveis.
Atividades negativas são geradas a todo instante numa escala gigantesca e de altíssima produtividade. No entanto, ações desta natureza tem permitido ao homem manter-se com razoável equilíbrio no transcorrer desta intensa transição planetária.

No decorrer das informações, assim como vem ocorrendo nas reuniões de estudo, digamos que plateias se formam no plano astral para que pessoas possam acompanhar as instruções passadas.
Estas plateias são compostas não somente de pessoas desencarnadas, mas com pessoas encarnadas em fuso horário diferentes, que se encontram no sono alfa.
Nos encarnados passam a ser motivos de “inspirações” das informações recebidas e estudadas por nós, produzindo ações necessárias no ambiente que se encontram.
Nos desencarnados são instruções que irão prepara-los para reencarnações futuras ou até para atividades no próprio plano astral.

É gratificante saber essas coisas.
Não há intenções aqui de nos vangloriarmos,  mas de reforçar a imensa responsabilidade que temos com estes eventos e seus desdobramentos, pois quando não vemos ou sentimos de forma intensa, parece que não há importância.

Quem está distante e não pode comparecer, mas quer participar, é bem oportuno conservar a terça a partir das 21hs até as 22.30hs no horário de Brasilia, uma coligação conosco (grupo HeF) acompanhando segundo a descrição feita.
Em fusos horários bem diferentes, separe nas terças, um tempo que seja de 15 min, para elevar-se em oração e pensamentos positivos. A energia de cura, bem como a inspirativa chegará aonde for necessário. O importante é a entrega.
As dúvidas e perguntas precisam ser sanadas e respondidas e para isso o correio eletrônico pode ser utilizado.  

Tudo o que de fato fazemos, são nos “bastidores” que  ocorre sua extrema importância.
Se tenho um pensamento positivo, este se desdobra em energias positivas que não mais as acompanharei
Se tenho um pensamento negativo, este se desdobra em energias negativas que não mais as acompanharei.    

Os trabalhos ou a reunião das terças encerra-se com uma oração. Neste momento, agradecemos a oportunidade, bem como todos as “presenças”.

Assim é o que ocorre no plano das nossas percepções. Creio que as atividades mais intensas e mais importantes não teremos acesso pois nosso mental não está preparado para conhece-las.
Mas ao desencarnarmos creio que teremos oportunidade em saber um pouco mais do que participamos e da extensão destas nossas atividades.
É sempre reforçado pelos Instrutores: são essenciais. Temos de nos conhecer. Temos que nos integrar com a vida universal. Temos de seguir as ideias do Criador.
Gratidão.
Hilton

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Passos Atuais - 95a Parte. Exercício para a sintonização.


Olá amigos.

Com a finalidade de nos sintonizarmos com o que poderá vir, proponho um simples exercício de futurologia:
Imaginarmos como poderá ser a vida posterior à transição planetária.

Para ser mais prático, podemos separar por temas ou simplesmente escolher um tema e desenvolver ideias que entendemos serem adequadas para  a nova civilização.

Poder ser sobre:
Alimentação, moradia, família, sociedade, cidades, trabalho, relacionamentos, convivências, educação, saúde, religião, energias, diversão, enfim a sugestão será escolher um ou dois temas e discorrer o máximo que puder como sendo a forma ideal para o tema ou os temas escolhidos. Não necessariamente precisará ser um dos temas sugeridos, mas outros que vocês sintam a necessidade de criar algo a respeito.
Caso queira discorrer sobre todos, ok, siga em frente.

Procure evitar a pesquisa, seja no âmbito Trigueirinho, ou demais autores e procure colocar o que vem do seu coração como sendo o melhor para que, aquela função ou convivência, aconteça nos moldes de uma nova civilização que não carregará os vícios atuais .
Simplesmente relate o que seria mais adequado no seu modo de entender.

Dou algumas sugestões para a realização deste exercício:
  • Primeiro define um ou dois temas;
  • Aquiete-se ao máximo e escolha um horário que não será interrompido;
  • Relaxe, deixe a mente solta, medite um pouco sobre o tema escolhido e comece a anotar.
  • Ao retomar o tema, reveja o que foi escrito e ajuste o que tiver de ser ajustado, se necessário.
  • Sentindo-se cansado, pare e retome em outro momento.
  • Vá dormir com o tema no pensamento.
  • Mantenha-o ativo durante o dia e anote o que for relevante (hoje com o celular é fácil).
  • Analise o que foi escolhido e veja se algo desta natureza já foi tentado. Se deu certo ou deu errado.
  • Permita-se “voar”.
  • Peça ajuda aos nossos Instrutores, inspire-se em si mesmo e no que de melhor você tem.
  • Coloque-se no lugar da atividade e reflita se assim se sentiria bem para viver ou conviver
  • Não pressione, mas faça, seja determinado e mantenha o foco e a meta escolhida.
Sua alma sentirá o desafio e auxiliará sua mente.

Com as ideias reunidas poderemos fazer uma apostila e quem sabe, algumas das sugestões possam virar realidade no novo Planeta.
Com o intuito de ter um fim para o desafio, vamos estipular 24hs (ops!) melhor, duas semanas a partir deste sábado, dia 07 de setembro, conhecido como o dia a Independência do Brasil do reino de Portugal, concluindo este exercício no dia 22 de setembro, dia da primavera no hemisfério sul.
Peço que envie para reunirmos as informações e comentá-las.

O que importa não é o resultado, mas a tentativa em aceitar e realizar o desafio.
Tenham fé.
Hilton

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Passos Atuais - 94a Parte - Estágios evolutivos.


A vegetação rasteira equivale aos pensamentos e sentimentos humanos, sempre próximos à terra.
As plantas que se elevam verticalmente em busca da luz correspondem às aspirações nobres e aos sentimentos devotos.
A semente que é levada pelo vento sem saber em que solo irá pousar equivale ao ser em serviço.
Mas é a flor que se abre em silêncio, doando-se em sua pureza, que representa o desabrochar da essência interior do ser humano.
Figueira.

Pois bem, se levarmos em conta estas comparações, poderemos imaginar o nível de intenções nos encontramos.

Na vegetação rasteira, onde o nível das intenções se fixa nas ambições, desejos, contendas, competitividade, mantem metas e etapas que não condizem com a necessidade de se colocar a Serviço. A luta por espaço, pelas melhores condições, pela criação das oportunidades independente do preço a ser pago, é uma constante. É com certeza o nível da maioria, onde o foco concentra-se na manutenção das coisas materiais conquistadas, além da sua expansão.
Neste nível, o ”vale tudo” é amplamente praticado, é o campo onde as aparências são exibidas para serem admiradas e cobiçadas.
As satisfações são efêmeras, passageiras e normalmente tornam-se frustrantes.  
Sentimentos mesquinhos, egoístas, são dominantes e a competição é o que incentiva o indivíduo a viver.
  
Nas plantas que se elevam aos céus, que buscam e lutam pela luz solar, que buscam as grande alturas, desdobrando-se em diversas formas e superando obstáculos, podemos comparar com aqueles indivíduos que vivem um deslumbre maior, que perceberam que a vida, em si, aprofunda-se em diversas outras etapas, que se completa na medida do próprio crescimento, que o ambiente se amplia além da superfície conhecida. Este individuo encontrou muitas respostas, mas ao mesmo tempo estas desdobraram-se em novas perguntas.
Evidentemente é um buscador, mas luta por seu espaço e ainda compete ao se arremessar para as alturas. Esta crescendo mas continua focado mais em si próprio. Externa desejos mais nobres, alcança informações elevadas, mas ainda luta literalmente pelo seu espaço, pelo seu crescimento e compete com os demais pela sua verticalização.
Está no caminho, mas pode se perder se demorar mais que o necessário, ou resolver que a altura desejada foi alcançada e viver usufruindo de suas conquistas.
Boa parte da população terrestre, mais bondosa, mais caridosa encontra-se neste estágio.
Acomodam-se com certa facilidade e o que lhes tira do lugar são as necessidades. Quando sentem alguma necessidade voltam a ir buscar. Possuem assim uma evolução intermitente, onde pausas acontecem e não percebem que o tempo não para e o ontem não voltará mais.
Possuem aspirações nobres, sentiram e viram a Luz mas ainda não conseguiram o impulso necessário para engajar-se nas metas evolutivas e nos serviços essenciais.

As sementes ao vento são os desapegados, são os indivíduos com ampla consciência ao Serviço, focam-se em servir e ser uteis, sem definir local, etapa, tempo, forma de fazê-lo, enfim estão em constante entrega. Não sentem mais a necessidade de ver a luz, pois esta já se encontra em si, não escolhem o solo, o local, as condições, pois sabem que o Plano definirá o que será melhor para a Tarefa em curso.
Doam-se e sempre estão dispostos a enfrentarem os desafios,  pois a entrega é praticada com plenitude.
Poucos chegam a este estágio aqui na Terra. O livre arbítrio transforma-se numa grande barreira. No entanto, aqueles que conseguem focar-se nas atividades reais da caridade no plano da alma, não tem mais dúvidas dos estágios passageiros do corpo e sabem muito bem que o conhecimento é a única coisa necessária.
São portadores da Luz, dos estados elevados da consciência e tem como premissa básica compartilhar.
Oscilam como os demais nos estágios anteriores, face ao ambiente promiscuo do planeta, mas possuem ampla capacidade de restabelecerem-se.

No último estágio das possibilidades atuais, chega-se ao estado contemplativo, na bela flor que desabrocha e mostra a pureza e a beleza interior da vida. Nesta etapa nada mais há por fazer nos planos materiais. A beleza, a essência, o perfume, contém a síntese de todo o Universo e será esta síntese que deverá ser a conquistada por todos.
Não há terrestres neste estágio, mas candidatos a ele. Será uma conquista posterior se souberem enfrentar com dignidade a entrega e a compaixão.

A Terra vive uma miscigenação dos 3 estágios, onde um funil que se torna microscópico atua como elemento separador.
O processo evolutivo do planeta que deu oportunidades para os 4 estágios, após a transição será mais seletivo e na medida que for se desabrochando a 6ª e a 7ª raça humana, o estágio contemplativo estará mais próximo.

Tais informações devem servir de aprofundamentos, de reflexões de “como me enquadro” em relação aos estágios citados. O objetivo é não ficarmos atuando em dos estágios, mas aventurar-se pelos mais sutis.
Com certeza não temos ambiente para viver em sua plenitude os estágios mais sutis, mas podemos em muitos momentos manifestar os mais elevados.
Poderemos sentir um chamado interno ao pausarmos o dia a dia, as confusas obrigações, as responsabilidades e a complexa e emaranhada vida de superfície. Tais momentos podem ser decisivos para as próximas decisões e opções que teremos para o tempo que nos resta.

Faça sua reflexão e tenha a coragem de usar o que lhe foi indicado pela voz do coração.
Hilton

sábado, 31 de agosto de 2019

Passos Atuais - 93a Parte - Ser um reflexo da Luz.


O trabalho de um servidor cujo ser interno está engajado no serviço planetário, expressa-se na canalização, para a exata posição, de tudo o que lhe chega. Ele deve transformar-se numa superfície refletora totalmente polida: os fachos de Luz que nela incidem tomam a direção correta, com o mínimo de interferências resultantes de defeitos inerentes aos níveis materiais desta Terra.
Figueira.

Pois bem, a fase atual tem sido muito carente destes reflexos de luz que deveria ser espargido para todos.
A Hierarquia, os Seres divinos, os grandes mestres, precisam utilizar-se dos “trabalhadores” humanos para que energias potentes na sua origem, recalibrem-se para um nível possível e abrangente que a todos servirá.
Hoje temos um grande impasse, a falta de “trabalhadores” humanos dispostos a terem sua superfície polida o suficiente, para que estas energias possam refletir o acolhimento tão necessário e imprescindível que todos precisam.
Muitas pessoas tem tido acesso a conjuntos de informações, de assistência, de acompanhamento, mas destes, poucos são aqueles que verdadeiramente refletem o que precisa ser refletido. Percebe-se que a maioria se perde em inúmeros detalhes, vergonha, timidez, ausência de renuncia e superficialidade, desligando-se da sintonização com tais energias. Outra parte não abre mão do ego, da prepotência, da predominância, do domínio, perdendo-se nestas obscuridades que não faz sentido para quem deseja uma vida lucida e plena.

No final os fachos desta luz, perdem-se e não são absorvidos, dispensando-se carga preciosa e necessária para milhões de almas que lutam desesperadamente no mundo das conquistas materiais em radical processo de transformação.

O serviço planetário é vasto e precisa ser exercido em todo o planeta, em todos os reinos, portanto, aqueles que sentirem vocação, precisam incentivar-se, criar certas regras e disciplinas próprias que as fazem caminhar neste sentido.
No aprofundamento do serviço, a fé é colocada de forma pratica, pois de um lado você trabalha com forças inteligentes, com luz e vibrações elevadas, com pureza e sutilidade, e ao mesmo tempo aplica-as a quem necessita.
Quando se transforma a água em água curativa, quando se transforma um objeto pessoal em um objeto de apoio e centralização de luz, quando se toca numa roupa e esta mantem em suas fibras padrões transformadores, estamos refletindo luz  de nosso espelho em oportunidades de cura, transformação, salvação, elevação.
Quando vibra-se imagens de pessoas em fotos, impregna-se novos padrões que irão se transformar em novas oportunidades para  aquele que pretende mudar o que é.
Desta forma, seu espelho precisa estar limpo, polido, ter uma superfície perfeita e refletir com o máximo de fidelidade a luz que lhe foi dirigida. Esta luz atuará através de você com a potência mensurada para o nível humano.

Ora, de nada adianta ter um espelho embaçado pelo orgulho, ter furos pela vaidade e prepotência, riscos decorrentes do domínio sobre alguém, ou manter a nuvem do egoísmo sobre ele.  Por outro lado o pedestal que sustenta e recalibra a direção deste espelho para as fontes de luz, precisam conter a base do conhecimento, suprimindo diariamente o estado de ignorância que nos encontramos.

É uma vocação e esta vocação é uma conquista. Exige luta diária, persistência, desistência do que tem sido, mudanças continuas. Em contrapartida a paz se torna soberana, o desespero se afasta, o equilíbrio acontece e a transformação ocorre continuamente.

É uma oportunidade, mas profundamente transformadora, pois valores sobre as coisas materiais e a avaliação dos acontecimentos tomam caminhos diferentes daqueles que nos acostumamos.
Aquele que busca a paz, só a encontrará servindo e coligando-se. Não há outra possibilidade, todo o resto é pura ilusão.
Hilton 

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Passos Atuais -92a Parte. A insatisfação.

Pois bem, entramos numa etapa da vida planetária onde a insatisfação tem atingido níveis muito elevados.
Sentimo-nos incomodados com tudo. Parece que tudo está fora do lugar, que nada se ajusta, que tudo se distorce e por mais que nos dedicamos a consertar, ajustar, equilibrar, nada acontece.
O planeta, neste ciclo a partir de 8 de agosto, entra numa fase digamos “inconsertável”, ou seja por mais que nos dispomos a ajustar o que julgamos estar desajustado, nada acontece.
Esta sensação ocorre para todos os seres humanos, indistintamente, pois é uma conjuntura global.
Estamos incomodados, pois estamos sentindo que nossos ideais, nossa metas, nossas esperanças entram por caminhos distorcidos e diferentes dos esforços praticados.
A Terra está em transição e com isto os seres que aqui habitam, também.

A Terra já está sob a influência de novas Leis e estas serão predominantes num determinado momento da transição em curso.
Isto gera choques gigantescos entre dois conjuntos de Leis, o atual que vem atuando para as características de um planeta cármico e as novas que atuará quando a Terra se tornar um astro evolutivo.
Sendo assim, nada do que idealizamos e caracterizamos como metas e objetivos ocorrerá da forma como foram idealizados ou caracterizados, pois as mudanças que estão ocorrendo são para NOVOS CONCEITOS.
Mudará a forma de se viver, de conceber e de utilizar, pois nova conjuntura nestas novas Leis serão implantados na nova superficie terrestre.

Esta fase de transição culminara com inúmeras modificações em todos os aspectos da vida, da superficie terrestre e do destino do Planeta, que eleva-se da categoria de expiação para Planeta evolutivo.
Elementos do reino mineral que ajustarem-se a esta nova fase continuarão presentes e acessíveis a todos, os demais irão manter-se nas profundezas do planeta.
Elementos do reino vegetal (aliás único reino da superficie que colaborou efetivamente ) que preservaram os conceitos de ajuda e colaboração ao demais, manterão suas características, despontando novas qualidades, mais elevadas e sublimes para a manutenção dos reinos sucessivos, no entanto, determinadas plantas irão desparecer na transição.
Elementos do reino animal estão sendo selecionados e terão amplo resgate e redistribuição em outros mundos, para um novo processo de depuração evolutiva, pois aqui não conseguiram ambientar-se face ao comportamento do reino hominal que mantive a necessidade fútil de alimentar-se de quem deveria ajudar na escala evolutiva. Este reino irá diminuir num primeiro momento, crescendo novamente com a implantação de novos seres que serão trazidos para a nova superfície terrestre.
O reino hominal terá a mais ampla seleção de todos os eventos de transição que já ocorreram na Terra, pois a derrocada no uso do livre arbítrio foi excepcionalmente negativa. Será também o reino com maiores mudanças na sua estrutura corpórea, com a mudança do DNA para o GNA, onde inúmeras características serão eliminadas e outras incorporadas. O homem continuará perseguindo seu arquétipo, segundo a Ideia de Deus, mas desta vez sem o livre arbítrio e para isto um novo ambiente lhe será dado.

Muito bem revisto estes conceitos já abordados anteriormente, temos hoje uma situação a ser enfrentada de grande desconforto, que traz a insatisfação como foco.
Não há muito o que fazer a não ser compreendermos melhor nossa contraparte espiritual.
Ambientalmente, sociologicamente, politicamente, moralmente, tudo irá piorar e provavelmente entrará em colapso, pois as bases em que estas foram formadas estão em profundo processo de mudanças, alterações e impulsos face a transição.
A luta deve se concentrar na ideia de quem sou, de onde vim e para aonde eu vou. O resto não tem e não deve ter a menor importância, pois os montes de tralhas que acumulamos só nos atrasa e atrapalha.
Misturamos apegos, egoísmo, ganancia, sofrimento a bens materiais, esquecendo o que estamos fazendo aqui.

O momento é para tentar compreender o que estamos fazendo aqui.
Temos de administrar esta insatisfação e a forma de se fazer é nos conhecermos melhor.
Usar os canais lícitos, meios de comunicação, pessoas, informações que tem estes conceitos sobre a vida, sobre o ser humano no seu sentido mais amplo e profundo para buscar aquilo que toca o coração.
Não temos mais tempo a perder, conhecer-se e aprofundar-se é bem trabalhoso, bem intenso, pois nos levará para o nosso eu seu interno, para algo mais sutil e não sobrará tempo e espaço para os dilemas e contratempos da vida material.

A insatisfação já está atingindo e atingirá ápices de loucura, onde as reações dos seres humanos serão imprevisíveis. Será insuportável e a forma de extravasar atingirá atitudes inconcebíveis.
Chegaremos a um ponto em que o convívio social será muito perigoso. Isto é notório e o terrorismo são os sinais desta loucura.

É preciso compreender e aceitar, num exercício de fé, nossa origem divina, nosso ciclo de experiencias como encarnados ou desencarnados, a vida como um longo aprendizado, nossas responsabilidades perante nós mesmos e os demais reinos.
É preciso compreender que estamos aqui para aprender, para suprir e superar, que daqui nada levamos e nossa meta é a evolução da mente, da alma, do espirito. Sutilizar-se cada vez mais, desapegar-se sempre, aprender a abandonar nossa conquistas pois estas irão virar um peso enorme para carregar.
Ter metas espirituais e não materiais e usar as materiais como impulso para se conhecer melhor.
Livrar-se dos pesos, dos inúmeros compromissos, das obrigações financeiras que compromete nossa estabilidade e sempre será de curta duração. Viver mais livremente, com menos, mas com qualidade, não em conforto material mas com elevação espiritual.
Dedicar-se ao Serviço, ao Trabalho, aprender a ajudar, pois são as Tarefas que fortalece nosso conhecimento, nossa inteligência e confirma nossa meta.

Literalmente, temos de conceber um NOVO ESTILO DE VIDA, pois o estilo de vida atual está COMPLETAMENTE ULTRAPASSADO, está aquém das necessidades reais deste grande evento planetário,  dos próximos acontecimentos previstos com a humanidade e com o elevado nível de insatisfação dos seres humanos.
Quaisquer que sejam nossas atitudes contrarias a estes novos ideais será motivo de uma aceleração destes níveis já elevados da insatisfação.

Fique atento.
Hilton

sábado, 24 de agosto de 2019

Passos Atuais - 91a Parte. Coesão nas tarefas.


A verdadeira tarefa de um ser expande-se em muitos planos de consciência quando é abençoada pela Hierarquia. Não fosse essa bênção que permanentemente flui sobre o trabalho, certamente há muito sua atividade estaria cristalizada em algum ponto.
Uma tarefa, mesmo tendo sido indicada pela Hierarquia, é de responsabilidade de quem a assume. Quando se deixa de cumprir o que foi determinado, seguindo a lei da afinidade vibratória a Hierarquia retira as suas bênçãos (a energia de vida) e o trabalho toma-se limitado às próprias forças.
Figueira.

Pois bem, esta informação é crucial, não só para as tarefas grupais como para as tarefas individuais.
Em nosso ultimo encontro do grupo em BJ dos Perdões, tivemos a oportunidade de cumprir tarefas pré determinadas, com o intuito de aprender melhor o ato de compartilhar quando se faz em grupo.
Uma atividade grupal requer de todos intensa harmonia, muita colaboração e disposição ao que se faz em conjunto.
Mesmo que para alguns tais tarefas tenham sido simples, ou sem um sentido elevado (como deve ter sido a expectativa de alguns), o simples ato de colaborar ganha proporções elevadas quando se faz em conjunto e desimpedido de objetivos pessoais.
Pratica-se a humildade, a colaboração, a união, a entrega, a força conjunta, enfim, inúmeros movimentos com um único intuito soma energias que se dispersas não teriam o poder que deveria ser emanado.
Somos infantis, simplesmente pelo fato de não perceber tais aspectos.
Jesus em sua época junto ao terráqueos, provavelmente estava cumprindo a menor da menor das Tarefas definidas para um Ser da magnitude dele,  apto a receber um Cristo Cósmico, no entanto a necessidade destes terráqueos teve um significado que conseguiu tocar o Amor Universal. Desta forma, esforçou-se ao máximo, mostrando no sacrifício físico extremo a que ponto deu-se sua entrega por um dos infinitos povos que habitam o Universo Material.
Nós como grupo, quando aprimoramos tarefas menores, quando nos juntamos para aprendermos a ser coesos e quando nos esforçamos para deixar os conflitos e as criticas de lado, de certa forma, somos um Jesus em escala diminuta, mas em escala para Trabalhar os desígnios estabelecidos pelo Plano Maior. Caso contrario o grupo torna-se heterogêneo, as pessoas dispersam, os melindres ocorrem e a separação esforça-se para acontecer, ou o trabalho acontece com padrões individuais de energias que provavelmente não alcançarão a escala que precisa alcançar.
As tarefas menores ou as tarefas maiores, são tarefas e como tarefas precisam ser realizadas.
Quando julgo fazer algo abaixo do meu pretenso potencial e faço, na realidade minha visão ainda turva, deve ter percebido somente a ponta exposta de um iceberg.
Quando simplesmente faço o que tem de ser feito, provavelmente terei a chance de descobrir não só o que esta na linha d’água, mas o que está abaixo dela.
Na submissão de tarefas simples, dá-se o polimento para poder brilhar e daí, irradiar.
Hilton

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Passos Atuais - 90a Parte. Gratidão pela vida.


Não se pode incutir em um outro a abertura a um estado espiritual: mas, tendo-se agraciado com a visão, ainda que turva, do caminho mais correto a ser tomado, pode-se alertar a um irmão sobre pontos que, se ele quiser, poderá assumir e levar adiante.
Porém, aquele que não cultivou em si a gratidão pela vida não está apto a recolher tais indicações. Somente fundamentado na gratidão pode-se passar por certas provas e seguir  adiante. Sem esse esteio o ser não suportará as fortes investidas do gélido vento da traição.
Figueira.

Pois bem, estas frases são extremamente relevantes, em especial neste ciclo iniciado em 08 de agosto.
Podemos comentar dois aspectos, o 1º de quem recebe a visão e o 2º de quem recebe o conselho.
Quem recebe a visão precisa estar absolutamente neutro para processa-la e isto ocorre quando nos libertamos de tendências e julgamentos, simpatias e antipatias e em especial a necessidade de DOMINAR.
Desta forma, com este conjunto de disciplinas, a neutralidade aproxima-se de um determinado ponto de conveniência onde a alma poderá expressar-se para a outra alma.

Quem recebe a informação precisa estar aberto a escutar, e solicito a refletir sobre pontos que provavelmente nunca o chamaram a atenção. Após estas reflexões, deve-se colocar em pratica o que considerou relevante para que uma nova postura seja associada a passos mais profundos e mais intensos na busca pela evolução e pelo Serviço. Com esta atitude transformações iniciam-se e fogos internos passam a queimar conflitos existentes, liberando “espaço” para novos impulsos.

É interessante saber que certos conflitos perduram por inúmeras vidas, através de séculos do tempo terrestre, manifestando-se sempre que uma reencarnação acontece. O momento é super oportuno para nos livrarmos de tais conflitos, pois a Terra recebe padrões de energia da Hierarquia que em tempos normais (fora da transição planetária em curso) são mais lentos e menos intensos.
Um fato curioso pode ser comentado, por exemplo, com indivíduos que atuaram na idade média, onde o sacrifício humano e o assassinato não traziam reflexos morais aos indivíduos que o praticavam. No decorrer da evolução isto foi superado, mas gerou conflitos que hoje ou são dissolvidos ou são manifestados.
“aquele que não cultivou em si a gratidão pela vida não está apto a recolher tais indicações”: esta condição é imprescindível. Nos queixamos continuamente da vida que levamos, mas esta são os reflexos de comportamentos do passado. Ao assumir a gratidão, a oportunidade de superar conflitos coloca-se em alta. Nesta sequencia o individuo sente-se acolhido pela Hierarquia e passa a conjugar o mesmo verbo: amar.
Hilton

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Passos Atuais - 89a Parte. O que é necessário.


A pressão do psiquismo coletivo terrestre não mais pode ser suportada por muitas pessoas, que acabam por apresentar desequilíbrios nos níveis da personalidade: cada corda tem a sua tensão máxima. Muitos tem ainda o que doar de si até os momentos finais da transição planetária; outros já estão atingindo os próprios limites; e alguns, pela Graça, estão sendo ajudados a transcender a si mesmos.
É como se a Terra estivesse "segura por um fio". Enquanto os homens caminham sobre um solo aparentemente estável, línguas de fogo correm sob ele. Hoje, é imprescindível existir uma disponibilidade ao serviço; e para isso basta que o silêncio e a oração tenham lugar na consciência do ser.
Figueira.

Pois bem, creio que a maioria tem esta percepção. Estamos vivendo uma anarquia velada, onde os parâmetros e as referências existentes, não estão sendo válidas para as situações que vem ocorrendo.
Da mesma forma, a medicina que basicamente trabalha com estatísticas na administração de drogas e tipos de tratamento, tem percebido que cada ser humano possui características distintas e únicas entre si, mas não consegue diferenciar os tipos de tratamentos de acordo com as características individuais.
A política, a governança, a cidadania, a sociedade, enfim nosso sistema de vida, por ter se apoiado em bases contrarias às Leis de Deus, apresentam escancaradamente, colapsos, antes fragmentados, hoje consolidados em situações generalizadas por todo o mundo.
Poucos tem se entendido, verdadeiramente. Há embates sociais, religiosos, políticos, de gêneros, enfim estamos vivendo nos moldes da anarquia, muito bem descritos na narrativa da “Torre de Babel”, da Bíblia, que conceituou o processo da crise mundial.
Há o que se fazer? Não. Estamos na fase da irreversibilidade das situações em andamento.

A transição está em curso e o elemento fogo será o elemento transformador do que existe. O fogo é um elemento purificador, transformador, mas ao mesmo tempo dá a oportunidade para o surgimento da Fênix ( o pássaro que ressurge renovado, das cinzas).
É um fato em todos os meios científicos, o aumento descomunal do aquecimento planetário (o elemento fogo em ação). Isto comprova a transição em curso, pelo elemento fogo, assim como a agua foi o elemento de transformação e purificação do continente da Atlântida.
No entanto, não podemos esmorecer, pois uma nova fase, uma nova humanidade e um planeta renovado surgirão da transformação em curso.

Desta forma, em níveis globais, nada a o que fazer, mas nos aspectos individuais muitas tarefas são necessárias.
É preciso ter esta consciência e estar disposto a usar a contraparte espiritual, para que as tarefas se apresentem. As tarefas, neste momento, são atos de preparação para a nova etapa da humanidade e do planeta.
É um momento de exercitar a fé e a esperança, esforçar-se no que é estritamente necessário, abandonar o supérfluo, dedicar-se ao que une e reúne, diminuir as discórdias, aumentar a tolerância, focar-se no que pode ser transformador, pois a velocidade dos acontecimentos vem aumentando dia a dia.

O momento exige novos níveis de atenção e foco no que é necessário. O que é necessário diz respeito a cada um, portanto, devemos fazer uma reavaliação das nossas metas, necessidades e avaliar os esforços que devem ser empregados naquilo que cada um classificou como necessário.
Esteja sempre disposto a reavaliar o que considerou necessário e não tenha receio de mudar, pois à medida que tudo fique mais claro, o necessário poderá ser diferente do anterior.

É o momento.
Hilton




quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Passos Auais - 88a Parte. Ser um tutor.


Pois bem, o assunto em pauta tem o objetivo de lembrar nossa função ao nos pré dispormos a ajudar alguém.
Há diversos tipos de ajudas:
1ª opção: Ajudas restritas ao plano material, onde algo passa a ser suprido por um determinado tempo. Cessa imediatamente assim que a ajuda termina. Raramente transformações acontecem no paciente.
2ª opção: Ajudas no plano espiritual em que objetivo é a transformação do paciente. Estende-se por períodos longos, pois nos tornamos referencia para assuntos em que o plano material não atende.
Denominaremos, para a 2ª opção, a quem se dispor a fazer, o titulo de “tutor”.
Sendo assim, passaremos a discorrer um pouco mais sobre o que vem a ser um tutor para este aspecto da caridade:

Um tutor (do latim tutore,[1]" protetor ") consiste numa pessoa envolvida na gestão da informação e outras funções. Esta forma especial de informação é, também, chamada "tutoria", "tutoriat" ou "tutorial": nela, o tutor observa os problemas dos tutelados e ajuda, prestando assistência de forma mais célere, eficaz e imediata. O tutor pode ser, ele próprio, ainda um estudante. Este fato tem a vantagem de propiciar um contato menos formal junto ao tutorado de forma a que a mensagem transmitida seja mais rapidamente compreendida e assimilada o que facilita o acesso ao conhecimento, e que numa relação demasiado formal poderá ser dificultada ou mesmo impedida.

A aprendizagem tutorial exige estrutura predeterminada e predefinida. Este tipo de aprendizagem tem suas raízes no cognitivismo. O tutor guia o tutorado com auxílio de um fio condutor que atravessa uma grande parte das informações. O tutor conhece as necessidades e possíveis soluções, pelo fato de ter vivenciado semelhantes dificuldades e por conhecer formas de superá-las. Ele pode ser um grande amparo em todo o momento em que o tutorado estiver com muitas dúvidas, intervindo e auxiliando-o. Esta estratégia de condução da aprendizagem agrada, porque sentem-na pouco restritiva, pouco limitadora, simplesmente porque acabam por aprender a dominar uma informação de maneira muito eficiente.
Wikipédia

Pois bem, o papel de um tutor, na forma que o estamos concebendo nas atividades de cura, assume a tarefa de informar, acompanhar e recuperar as condições de estabilidade, equilíbrio e esperanças de quem atravessa determinados percalços no caminho da vida.
Não se trata de um papel omisso, eventual, burocrático no sentido de preencher determinado formulário para atividades consideradas internas.
O tutor assume com o tutelado o conjunto das novas possibilidades, das novas esperanças no processo que ele vem passando.
O tutor compartilha aspectos que não são considerados no rol de informações tradicionais para o tutelado, pois estas dependem de graus de conhecimento que a maioria ainda não teve acesso ou oportunidades para isso.
O tutor passa a ser um guia, um orientador, um ombro amigo, pois alavanca esperanças, lembra a fé e permite que impulsos ocorram no processo de desdobramento que o tutelado passa a receber.
O tutor não desiste, não se cansa, mantem a chama viva através da comunicação constante, enquanto houver receptividade. A receptividade também depende do grau de interesse que o tutor deverá despertar em seu tutelado, pois parte-se do principio que o mesmo está em ampla desvantagem ao informar e viver problemas que o desequilibre.
O tutor não pode fazer desta atividade uma rotina. Precisa apresentar sempre algo que ilumine e desperte o interesse do tutelado e para isto precisa estar afinado e alinhado com as informações que recebe. Não pode ser omisso, ter pressa, fazer por fazer ou ver esta atividade como mais um encargo da vida que leva. Se for este o caso, desista desta atividade.
O tutor, naquele momento, passa a ser um guia quando todo o resto não responde às necessidades do tutelado, pois nem sempre o paciente compreenderá que eliminar certos problemas ou encarar certas situações dependerá de mudanças profundas que precisam ocorrer.
O tutor não deve prometer cura, mas acompanhar o desenvolvimento da estabilidade do seu tutelado.

Vivemos num cenário de abandono, no âmbito mundial, pois tudo tem sido abandonado. É sempre uma questão de tempo para que o abandono seja sentido por todos.
O tutor não pode cometer o mesmo erro, mas não pode criar dependências em torno de si, desta forma, precisa educar seu tutelado que seguir em frente é uma narrativa necessária e pessoal, face ao destino de cada um.
O tutor não pode ser indiferente (talvez o maior erro que se comete), pois ao faze-lo irá despencar os esforços exercidos ao longo do tempo.
O tutor tem de manter elevado o interesse pelo aprofundamento do tutelado em informações que o faça seguir adiante na busca pela compreensão do ato de viver(aqui considera-se a desencarnação com um ato da vida).
O tutor pode receber confidencias do tutelado e isto desanuvia cargas pesadas, negativas que o mesmo não consegue se livrar. Precisa manter sigilo absoluto estas confidencias.

Ser tutor é uma experiencia magnifica pois qualifica o individuo a compartilhar o aprendizado da vida,  as questões sobre a vida e a forma de viver que poucas vezes acontecerá na sua vida isolada e restrita às suas experiencias pessoais. É um Serviço, pois precisará aprofundar-se para explicar o que não tem sido explicado.

É uma forma interessante de evolução, pois se for um tutor na sua expressão correta, estará em Tarefa pelo período em questão, com destaque para que as ajudas internas sejam processadas no seu meio e na sua mente. 
Finalmente, outro aspecto acontece, pois irá compartilhar dos impulsos que o tutelado irá receber no seu processo de transformação, portanto, podemos dizer sem erro que um estará ajudando o outro.

Hilton

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Passos Atuais - 87a Parte. O homem na Lua nos fez olhar para o céu.


Há indivíduos que se comportam como alguns desportistas que, tendo recebido medalhas e troféus, permanecem adorando tais objetos, presos aos lauréis das vitórias passadas, sem perceber que se cristalizaram no que, alimentado por suas próprias ambições, ofuscou-os com seu brilho.
Esses tomam suas experiências interiores como troféus; carregam-nas e revivem-nas como se  fossem as únicas e as maiores, deixando assim de viver aquilo que o Espírito lhes estaria reservando a  instante — a fresca água da Fonte que não deixa de jorrar e que sempre nova se apresenta.
Nessas recordações, que para a vida verdadeira não tem valor algum, percorrem anos e anos, senão vidas, até que uma Vontade Maior os arrebata dessa ilusão e os leva a finalmente despertar. Enquanto permanecerem cultivando as experiências interiores como prêmios conseguidos, estiveram, em verdade, amando o próprio ego em lugar de amarem Àquele que em Amor lhes doa vida.
Figueira.

Pois bem, o tema do texto tem sido o comportamento de muitas pessoas que se dão ao luxo de dizerem que sabem das coisas.
Na realidade estamos num nível, do aprendizado universal, extremamente infantil, grosseiro e de pouca repercussão nos níveis internos da Vida.
Nossas conquistas sequer rasparam o imenso cabedal de cada conhecimento.
É preciso estar consciente destes fatos, pois a mente humana perde-se com facilidade no pouco que conhece.
O que conhecemos nunca será suficiente, no entanto ao nos darmos conta de que sempre mais será necessário, alavancamos imensa ajuda para fazermos o CERTO no exato momento de fazer o que precisa ser feito.
Os grandes feitos da humanidade, aqueles que trouxeram qualidade de vida, que alavancaram impulsos no desenvolvimento da matéria, tiveram sempre interferências do Plano Maior. As ajudas que vieram das estrelas, apoios de inteligências extraterrestres, estalos espetaculares da ciência, beneficiou a humanidade como um todo em vários aspectos do seu desenvolvimento material e espiritual.
O homem na Lua nos fez olhar para o céu, para as estrelas, para as fronteiras além do horizonte terreno conhecido.
Era preciso que isto acontecesse pois a humanidade precisava ser preparada para o contingenciamento da transição planetária.
Nossas conquistas em todos os campos da ciência, da tecnologia, da mente, tem sempre como principio alavancar as possibilidades da evolução espiritual. A reencarnação funciona com este mesmo princípio, começa como a oportunidade de alavancar novos conhecimentos e princípios e termina quando estes ficam rodando sem novidades.
Claro que aproveita-se para sanar as falhas anteriores e corrigir os rumos equivocados, mas o princípio básico é a conquista de novos fatores evolutivos no campo da espiritualidade ou da eternidade.
Quem não compreende estas condições, não consegue compreender o motivo da sua existência. Com isto não poderá ajudar alguém, pois não ajuda a si próprio. Torna-se assim um elemento desnecessário ao todo.
O que temos conquistado não pode “empoeirar”, não pode servir como júbilo ou regalias. Os recordes serão sempre batidos, pois a humanidade encontra-se em evolução e evoluir é sempre uma nova conquista.

 — a fresca água da Fonte que não deixa de jorrar e que sempre nova se apresenta. Temos de estar sedentos desta água fresca. O que sabemos hoje serve para hoje, para amanhã precisamos aprender hoje o que será necessário.
É interessante como nos desinteressamos facilmente e como temos uma tendência muito forte em cair na rotina.
Ocupamos nosso tempo e espaço com as rotinas do dia a dia, enfaticamente trancadas no mundo material. Bastaria poucos minutos por dia, para que aspectos espirituais viessem à tona, quando nos dedicamos a busca-los.
Podemos começar algo com um bom entusiasmo, com muitas vontades, mas rapidamente colocamos na rotina, tornando-os mecânicos, repetindo, repetindo e em cada repetição anula-se a criatividade, ou seja, desprezamos a água fresca da Fonte para tomar a água parada e estagnada.
   
Precisamos compreender o significado da Vida. Não estamos aqui para passar o tempo, estamos aqui para aperfeiçoar o que aprendemos e para aprender novas possibilidades. Tudo que fazemos precisa ter um significado espiritual, pois sem este significado a atividade será uma perda de tempo, em uma vida tão curta e tão valiosa.
Hilton