sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Dê o passo seguinte.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2...

Não alimente culpa e ressentimento em si mesmo nem nos demais. Entre nós não há culpados, mas aprendizes; dispomo-nos a aprender quando nos dispomos à transformação.
Não tente justificar-se, nem perante si mesmo, nem perante os demais. Aprenda com o erro e com o acerto, e de imediato dê o passo seguinte.
Trigueirinho.

Pois bem, os tempos são tempos em que lamentações, culpas e ressentimentos impedem a presença de impulsos elevados.
Sem estes impulsos ou insights é o mesmo que nos encontrarmos no deserto sem bússola e proteção, ao sabor das dunas e dos ventos.
Grande parte da população terrena encontra-se nesta situação.
Justificam suas atividades, necessidades, ocupações, sem definir exatamente o que querem.
Buscam sem saber o que.
Vivem sem saber porque.
Caminham sem saber para aonde.
Vivem o momento sem conhecer-se, mas conhecem com relativa exatidão o que se passa ao seu redor.
Esta forma de se viver é o mesmo que caminhar no deserto escaldante, ao sabor dos ventos e das dunas se modificando o tempo todo.

Sem um rumo a seguir, um objetivo mais subjetivo, um pouco além do que mal conhecemos, perde-se o sentido da vida, da progressão da evolução.  
As lamentações entorpecem, nos torna morosos, adormecidos, deixamos de pensar e raciocinar com coerência.
Poucos perceberam a gravidade dos tempos e muitos poucos buscam algo que justifique estarmos aqui.

Portanto, adotar estes padrões de conduta, no mínimo deixa de piorar e assimilando certos impulsos, podemos melhorar.
Trabalha arduamente estas indicações e sensíveis melhoras irão acontecer. Dai em diante a alma sentirá que certas barreiras caíram e as possibilidades devem se ampliar.

Atenda e confia!
Hilton

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Entregue-se ao Eu Superior.


Resolva todos os assuntos da melhor maneira e, então, entregue o resultado ao destino e ao Eu Superior.
De qualquer modo, não há nada mais a fazer. Você pode modificar seu destino, porém certos acontecimentos são inevitáveis, porque o mundo não nos pertence, mas sim a Deus. 
Você não pode saber antecipadamente quais são esses acontecimentos, portanto precisa agir de forma inteligente e intuitiva; mais tarde, você poderá descobrir quais são esses acontecimentos e aceitá-los. 
Não importa o que possa ocorrer, o Eu Superior estará presente e o ajudará a passar pelas dificuldades. Tudo o que acontece no que diz respeito à vida material acontece ao seu corpo, não ao seu verdadeiro Eu.
O pior é quando outras pessoas dependem de você. Mesmo assim, você deve aprender a confiá-las aos cuidados amorosos do Eu Superior, em vez de tentar colocar toda a carga sobre seus próprios ombros. Se ele pode cuidar de você, pode cuidar deles também.
PB.

Pois bem, não temos entendido e tampouco atuado com estes aspectos.
Temos assumidos coisas e situações que extrapolam nossas possibilidades e com isto erramos muito.
Certas mudanças em nosso destino são permitidas como forma de atuarmos no livre arbítrio, mas as experiencias programadas irão, inexoravelmente, acontecer.

PB ressalta: agir de forma inteligente e intuitiva.
Isto representa um conjunto de possibilidades, em que atualizar-se continuamente torna-se imprescindível. Desta forma, vamos aos poucos incrementando nossa inteligência, diversificamos nossa compreensão e alargamos as possibilidades.
Intuitivamente os insights virão quando tivermos a necessidade de ultrapassar as possibilidades de solucionarmos um problema no âmbito do plano material, limitados pelo nível de consciência adquirido.
Nem sempre um problema poderá ser solucionado. Digamos que esta condição é uma das alternativas para que certos conhecimentos sejam duramente aprendidos, pois em vidas passadas não colaboramos neste sentido. Portanto, tudo faz parte de um aprendizado.

Estamos todos envolvidos.
A raça humana representa um Corpo chamado Corpo Humanidade, com seu carma, seu karma (destino) e a evolução da sua existência.
Esta ausência do conceito real e verdadeiro da irmandade, onde todos são irmãos perante Deus, envolveu este Corpo Humanidade, tornando-o um corpo doente e carente, e assim continuará até que estes conceitos sejam assimilados por todos.

A nova era, nova Terra, trará novas alternativa, desta forma, os que aqui ficarem ou retornarem, deverão assimilar conceitos e ensinamentos que atuará beneficamente a todo o Corpo Humanidade, e este por sua vez divide-se e reagrupa-se no futuro.
Hoje não podemos cuidar de muitos, mas em espírito a ascenção de um indivíduo promove a possibilidade de ascenção de todos.

Este conceito é bem visível se analisarmos a presença de Jesus e outras divindades que de uma forma ou de outra, vieram aqui para alargar nosso Caminho.

Hilton

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Um novo "sabor".

Somente quando os planos pessoais obtêm a aprovação do destino é que eles podem se concretizar.
PB.

Pois bem, este é o nosso limite.
Como não conhecemos nosso destino em cada reencarnação, reunir um conjunto de ideias e pensamentos nobres e tentar segui-las passa a ser uma boa opção.
Frustrações, desânimos, decepções sempre irão fazer parte deste ciclo de experiencias.
Na realidade isto são ajustes que o destino impõem da qual devemos rever alguns passos e nos preparar melhor para refaze-los. Superar sentimentos de perda são essenciais, senão iremos travar nos primeiros passos e dali não sairemos.
Viver exige constantes reformulações de ideias, pensamentos, atitudes, certa ousadia, incrível disposição, coragem e incrível renovação. Este é o aprendizado da vida.

O destino de cada um interliga-se ao destino da humanidade e ao destino do mundo, assim como o carma de cada um interliga-se ao carma da humanidade.
O maior sempre preponderante sobre o menor. Pode parecer uma certa desvantagem, a principio, mas Servindo aprenderemos e cumpriremos nossa finalidade maior, evoluir.

Encaixe-se nesta ousadia e a vida terá um novo “sabor”.
Hilton

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O duplo propósito da existência humana

O duplo propósito da existência humana
Há um propósito duplo para a existência humana. Devemos desenvolver nossa natureza humana e realizar nossa natureza divina.

Estamos aqui para aprender e amadurecermos como um ser humano completo. Nesse processo evolutivo entramos em harmonia com a Ideia-do-Mundo enquanto expressamos nossa singularidade individual. Cada uma das funções da vida deve ser levada ao pleno uso.

Ao mesmo tempo, o Eu Superior é nossa identidade verdadeira, e desenvolveu sua consciência como a pessoa. O Eu Superior é o que realmente somos, mas muitos de nós não o conhecem, ou não ousam nele acreditar. Essa identidade inconsciente e errônea de pensar que somos o ego é a causa de todos os nossos sofrimentos.

Paralelo ao nosso desenvolvimento humano e baseado em nossa maturidade humana, somos trazidos ao nosso propósito mais profundo – reconhecer nossa verdadeira natureza e transferir nossa identidade do ego para o Eu Superior. É a graça do Eu Superior que nos leva a reconhecê-lo. 
Paul Brunton

Obs.: Temos de refletir sobre este conceito de “duplo propósito da existência humana”.
Estamos cada vez mais próximos de uma “maturidade mínima” que definirá ou não um novo caminho.
A insatisfação é uma manifestação da alma. Através deste sentimento a alma no diz que nosso modelo atual de vida não mais corresponde às necessidades do Eu Superior. É bem simples e direto.
Toda comunicação espiritual é simples e direta. Complicamos quando não usamos a simplicidade.

Como cita o texto sublinhado, ressalta-se que  muitos de nós não ousam acreditar e se prendem taxativamente nas ilusões do mundo materializado. É uma prova.
Superar o ego é condição “sine qua non”. Podemos dizer que desta forma nos tornaremos mais “humanos” ou menos egoístas. Aplicar a cordialidade, a solidariedade, deixar de pensar sempre em si próprio ou nos interesses diretos é algo a ser praticado constantemente. O egoísmo está nos pequenos gestos, nas manifestações mais simples, naquilo que normalmente julgamos inoportuno ou pequeno demais para alguém reparar.
Abdicar, abrir mão, ceder, coisas desta natureza que temos grande dificuldade em fazer, precisa ser uma constante, pois só assim nos acostumaremos com estes procedimentos mais altruístas.
Nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, nos pequenos interesses, é assim que nos desapegaremos, pois as grandes acontecem compulsoriamente.

Estes ensinamentos deixam de ser conselhos na fase atual da vida na superfície da Terra, e passam a ser as condicionantes que classificara  se alcançamos ou não a maturidade mínima. É preciso muita atenção com isto se há algum anseio em mudar como se vive.
Hilton

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O mundo e a Mente-do-Mundo.

A seguir, algumas informações “chaves” para compreendermos melhor o sentido da vida.
É importante compreender estes novos conceitos da “realidade que vivemos” pois só assim poderemos expandir a consciência e a mente para entender o significado da vida material.
Vou assinalar alguns tópicos que acho importantes, de prestarmos atenção e refletirmos.

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O mundo e a Mente-do-Mundo (Paul Brunton)
Vimos que há uma realidade interior, uma mente maior, atrás da pessoa, a qual PB chama de o Eu Superior. Qual é então a realidade por trás do mundo?
Mentalismo é um termo que PB usa para explicar que o mundo é um vasto pensamento, não algo material. Quase todo mundo acredita que o mundo esteja lá fora e que a mente está aqui dentro, e que de alguma forma o mundo entra aqui para ser conhecido. O mentalismo assinala que o mundo não é independente do nosso conhecimento dele. Portanto, o mundo tem a sua existência como uma “aparência” na mente

Obs.: As doutrinas orientais chamam esta sensação de que o mundo tem a sua existência como uma aparência na mente, de o grande Maya, ou seja, a grande ilusão. Oportunamente iremos acordar e perceber esta grande ilusão.
Claro que será uma conquista de cada um e para tanto é preciso que se trabalhe com este aspecto.

O mentalismo não só mostra que o mundo é um pensamento, mas aponta para o poder criativo e a presença profunda da mente que tem pensamentos.

Agora mesmo você está lendo estas palavras. Você pode dizer com certeza que está ciente das palavras, de seu corpo, do ambiente onde você está sentado. Mas você não pode levar a consciência para fora e olhar para ela do jeito que você olha para as palavras, para o corpo e para o ambiente. A mente que conhece o mundo não pode ser conhecida da mesma forma que o mundo que ela conhece. Este é o mistério da consciência. O fato mais imediato e importante da experiência – consciência – é ignorado enquanto os conteúdos em contínua mudança obtém toda nossa atenção. 

Obs.: Vejam que neste tópico, ressalta-se que o objetivo é descobrirmos a consciência e não somente as aparências que a mente interpreta sobre a grande ilusão do mundo externo. O mundo externo é um meio, um veículo para esta descoberta e não um fim como assim temos julgado.

Podemos explorar o cérebro tanto quanto quisermos, como um objeto, mas isso não nos leva ao princípio imaterial pelo qual conhecemos ou vemos um cérebro. A consciência cognoscente não pode ser transformada num objeto. A Mente é aquilo que manifesta o mundo e conhece o mundo.

Obs.: Temos e teremos durante nossa existência no universo material, várias manifestações de mundos físicos, através do poder criativo da mente, com a intenção de aprendermos a buscar nossa verdadeira e real origem, que provem do universo imaterial.
Como foi dito na “Continuação (6) – Caminho Breve”, temos de reaprender a linguagem da alma, pois esta será a única forma de continuarmos no caminho ascendente.
Isto não depende de nada e de ninguém, mas dos próprios esforços de cada um.

Além disso, esta natureza da mente que é a realidade mais profunda por trás da pessoa e do mundo, através da qual todos nós conhecemos o mundo, não é local nem individual. É cósmica e infinita.

O nome que PB dá à inteligência criativa que manifesta o mundo é Mente-do-Mundo. Ele diz: "O ato de meditação criativa que traz o universo à existência é realizado pela Mente-do-Mundo. Nós, na medida em que experimentamos o mundo, estamos participando deste ato inconscientemente. É um mundo-pensamento e nós somos seres-pensamento.” Poderíamos simplesmente dizer que a Mente do Mundo "pensa" para que o universo exista.

A ideia da Mente-do-Mundo sobre o cosmos, é a Ideia-do-Mundo. É universal e eterna. A Mente-do-Mundo contempla suas ideias eternas e manifesta suas ideias como o cosmos. A ordem e a continuidade da manifestação é chamada de karma.

Obs.: Vejam que o carma (com c) como é citado nos conceitos esotéricos, é a chama que queima, a locomotiva que nos puxa para a continuidade da evolução. Isto faz o karma (com k) acontecer.
Sem o carma (com c), neste estágio da 3ª dimensão, simplesmente estacionaríamos. Ficaríamos estáticos, parados numa única posição. Por isso de tantas mudanças na ilusória vida material, pois sem este cutucão, nada aconteceria.

Cada um de nós compartilha da Ideia-do-Mundo por pensarmos junto com a Mente-do-Mundo. PB diz: "...A Mente-do-Mundo está escondida no fundo de nossas mentes individuais. A Ideia-do-Mundo gera todo o nosso conhecimento. Quem procura corretamente encontra o sagrado silêncio interior e a sagrada atividade no universo...”

A natureza suprema da Mente é imutável consciência inefável, vazia, espontânea e unificada. Quando a Mente está ativa ao manifestar e sustentar o mundo, é a Mente-do-Mundo. Quando presente e através de centros individuais de experiência, é o Eu Superior. 

PB.
Hilton

sábado, 9 de setembro de 2017

O ego e o Eu Superior.

O ego e o Eu Superior 

O que é o ego? O ego é a pessoa que consideramos ser. Na realidade, o ego é um conjunto de pensamentos, sentimentos, imagens, memórias, hábitos conscientes e inconscientes, incluindo a experiência física, emocional e mental, iluminado pela consciência.

Quando o ego se considera a pessoa real, temos então o problema que PB chama de egoísmo. O egoísmo é o pensamento firmemente mantido do eu pessoal como o ser real, e a resultante separação entre o ego e o Eu Superior. Esta confusão de identidade não é apenas um problema de pensamento, é um profundo hábito mental mantido emocionalmente.

Pensamentos e ações repetidos tornam-se tendências, tendências tornam-se hábitos e o hábito molda a nossa experiência do mundo. Durante um longo período de tempo, os hábitos e o resíduo emocional da atividade do ego se tornam muito fortes. As energias do hábito estão abaixo do pensamento, da vontade e do sentimento conscientes.

PB diz: "Podemos corrigir o erro intelectualmente, mas ainda temos de lidar com o hábito. Tão enraizado é ele, que só um esforço total pode alterá-lo com sucesso. Por isso, um esforço profundo é exigido do indivíduo, invocando o poder da graça para desfazer o hábito. Este esforço é chamado a Busca. "

O ego empresta sua existência a partir de uma fonte mais profunda que PB chama de o Eu Superior. O Eu Superior é a fonte da consciência, da vida e da individualidade do ego e mantém a continuidade da experiência essencial de vida em vida.

PB diz que não podemos descrever totalmente o Eu Superior tal qual é em sua própria natureza – infinita e inefável. Mas podemos descrever a sua presença e seus efeitos. O Eu Superior é o nosso ponto de contato com a realidade. O Eu Superior é consciência e vida. É Verdade, Beleza e Bondade. Ele nunca nasceu e nunca morrerá. O ego é impulsionado pelo Superior como um centro para experienciar o universo.

O Eu Superior está relacionado aos centros individuais de experiência e é também universal. É calmo e ativo, a nossa natureza divina imutável, como também a base da jornada evolutiva humana. É uma partícula da mente infinita, mas não toda a mente infinita: " um raio, não o sol".

A característica mais importante do Eu Superior é a sua presença imediata. O Superior já está e sempre está presente, dentro e por detrás de todos os nossos estados de consciência. Tudo o que precisamos é ter a consciência dele. Mas nem mesmo isso está bem certo – o Eu Superior é consciência, e nós somos isso. Você não pode conhecer o Eu Superior como uma coisa, nem através do pensamento. Você só pode conhecê-lo sendo-o.

A palavra de PB para a imediata, mas não permanente, experiencia de si como Eu Superior é o vislumbre. Ele diz que "o vislumbre pode ser mais bem comparado com um momento de vigília numa longa existência de sono." 

Paul Brunton


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O Caminho Breve - PB. (6)

Continuação (6)

O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.
Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.

(2) O Caminho Longo quer purificar e aperfeiçoar o ego, mas o Caminho Breve quer encontrar Deus…
PB.

Pois bem, podemos dizer que estamos no Caminho Longo.
Basicamente nos concentramos no Caminho Longo, onde  o ego é dominante, intenso, poderoso e vive sendo massageado. Temos feito de tudo para agradar o ego, o nosso e dos outros, pois esta tem sido a tônica e o objetivo da imensa maioria dos indivíduos aqui na Terra.
No Caminho Longo o ego é prepotente, senhor da razão, por isso que somos tão racionais, dedutivos, personalizados, pois ser diferençado nos aspectos físicos da vida material é o que importa, é o que nos destaca, é o que nos envaidece e, ilusoriamente, nos faz sentir bem.
O ego ilumina também, mas sua luz é sempre carregada de energias densas, impulsos destrutivos, sobreposição de valores ilusórios por cima dos valores reais.
O Caminho Longo é evolutivo e ascensional, mas caminha com intensos altos e baixos e isto nos confunde, nos ilude, nos torna questionáveis, pois os meios que podemos utilizar no livre arbítrio podem ser contrários às Leis Regentes do planeta e da humanidade em questão.
No Caminho Longo leva-se eras no tempo cronológico, inúmeras vidas nas reencarnações, habitabilidade em mundos diversos para percorrermos a rota traçada e definida pela alma no caminho da evolução, neste estágio universal da vida material.

O Caminho Breve é outra opção, mas tem como característica básica a superação dos estas ilusórios que vivemos, portanto, contrário ao que temos feito.
Para esta opção, tem de haver um rearranjo pleno, total, nos conceitos, tendências e movimentos que temos feito.
Muitos começam, poucos persistem e pouquíssimos se dispõem a continuar.
A principal dificuldade são as sensações ilusórias de "perdas" que teremos no Caminho Breve.
Abre-se mão de um tempo que consideramos imprescindível para a maioria daquilo que fazemos e que temos julgado como essencial. Isto ocorre porque simplesmente não sabemos administrar este tempo e o desperdiçamos com coisas inúteis, fúteis e relacionamentos sem apoio na Lei do Amor.
Quando se coloca a palavra relacionamentos, leia-se todos eles: pais, filhos, parentes, amigos, profissionais, conhecidos e desconhecidos, ou seja numa escala em que somos considerados seres humanos de uma mesma raça e seres humanos de raças e origens diferentes, sejam estas terrestres e extraterrestres.
Por esta dificuldade imensa de não sabermos nos relacionar, o Caminho Breve tem sido abandonado pela maioria. Ao passo que no Caminho Longo podemos massagear os egos ou termos nosso ego massageado, em vários graus e níveis de satisfações egocêntricas. Isto inicialmente seduz, depois derruba e decepciona.
Derruba e decepciona porque estamos numa outra fase, onde o novo objetivo não é mais egóico, mas sim anímico (da alma).
Estamos vivendo completamente defasados do tempo real.

(3)  Se o Caminho Longo busca a salvação principalmente através da construção do caráter e da concentração do pensamento, o Caminho Breve a busca principalmente através de meditação reverente diretamente sobre o Eu Superior.

Pois bem, havendo estrita disciplina e muita força de vontade, o Caminho Breve, como diz PB, através da meditação e da reverencia, contataremos o Eu Superior.
A reverencia não é submissão, como muitos caracterizam esta postura, mas respeito, obediência e aceitação do menor para com o maior. 
O ocidente, apoiado nos atropelos de governos e comandos alinhados com as forças involutivas, deturpou esta característica que foi sempre utilizada pelo oriente.
Percebe-se que atualmente há fortes tendências de ocidentalizar todo o planeta e com isto perde-se boa parte desta grande cultura que permitiu que Seres se manifestassem em momentos oportunos e instruíssem a humanidade.
O caos domina, é preponderante e tem como meta confundir, pois na confusão domina e exerce seu poder devastador.
Por outro lado nos tornamos fracos demais, fora do tempo (atrasados) e perdemos nossa capacidade de discernir com as coisas sutis, subjetivas e que procedem das esferas superiores. Ou seja, perdemos o "time" da capacidade de identificar o certo do errado.
Podemos dizer que o caos se instalou no planeta e sem a devida interferência divina, nos restaria a autodestruição.
Felizmente, com a intercessão de nosso Pai (Jesus de Nazaré) seremos uma humanidade que poderá se recuperar da situação que vive.
Cabe considerar que o Pai (Jesus de Nazaré), representa um grande conjunto de todo tipo de ajudas que necessitamos.
Precisamos, aos que sentem este chamado, doar-se incondicionalmente a estas forças do bem e oferecer-se.
O que a humanidade precisa virá de cima, via seres humanos dedicados, daqui. Isto anula eventual interferência no livre arbítrio.
Assim seja.

(4) No Caminho Longo a pessoa está preocupada com técnicas a serem praticadas e disciplinas a serem realizadas. No Caminho Breve ela está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos.

Pois bem, vivemos num tempo onde inúmeros "gurus" manifestam-se com o "dom da sabedoria" e através de muitas técnicas, estímulos, manifestações. Apresentam ou vendem a fórmula mágica do contato com o Eu Superior.
Como diz PB o Caminho Longo utiliza-se destas chamadas "técnicas" que prendem o indivíduo a formulas e procedimentos ditos milagrosos, quando nada mais são do que produtos artificiais voltados e focados para o ego do indivíduo, iludindo-o com algumas conquistas efêmeras e meramente transitórias.
O Caminho em si só pode ser realizado pelo próprio indivíduo, é algo absolutamente individual e ninguém poderá fazer por ele.
O Caminho é um processo de auto descobrimento, onde em cada etapa você vai descobrindo o potencial latente que existe em você.
O que precisamos já temos, portanto é questão de descobrir o que "precisamos".
Nunca se teve tantos livros de autoajuda como se tem no momento. Nada funciona sem a fé que o indivíduo precisa alicerçar em si próprio para descobrir o que precisa.
Tais livros são superficiais, focados e voltados para a personalidade ou estados mentais relativamente confusos, onde não se sabe o que se quer e porquê. Geralmente busca-se a paz, mas na medida que formos percebendo, a paz é um estado interno que independe de fatores externos, inclusive emocionais.
Disciplinar estados emocionais, dura pouco e não se mantem, portanto, temos de nos posicionar acima, elevar-nos acima dos estados emocionais e isto se faz na medida que nos aproximamos do Eu Superior.
Um indivíduo em estado elevado, mantem-se equilibrado em situações do seu meio ambiente, mesmo os mais adversos possíveis, pois simplesmente eleva-se acima  das ocorrências que pairam no plano físico. Este é um indivíduo apto a tomar decisões.
Segundo PB: No Caminho Breve ele está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos, ou seja, sublimou o que o rodeia, o que o cerca no plano físico, na matéria.
Desta forma, "elevar-se acima de", passa a ser a meta do indivíduo para que no Caminho Breve, alcance a harmonia e a paz.
Precisamos pensar muito bem sobre tais aspectos e diminuir a tendência de buscar técnicas e modelos milagrosos, enriquecendo quem faz uso da superficialidade, e na mera disciplina transitória da personalidade.

(5) Esta prática no Caminho Breve de se auto identificar com o Eu Superior deve ser feita tanto casualmente em momentos inesperados quanto deliberadamente nos contatos diários na meditação. É através deles – sempre que a identificação é efetiva – que a Graça obtém algumas de suas chances de operar sua transformação sobre ele.

Pois bem, PB nos ensina como algo tão essencial pode ser conquistado com certa paciência e tolerância.
Pensar no Eu Superior, desejar o Eu Superior, buscar o Eu Superior é algo disponível para todos os seres humanos encarnados e desencarnados da Terra.
Até há pouco tempo atrás os esforços para esta conquista eram maiores, mas com o passar do tempo e a veloz aproximação dos tempos finais nesta transição planetária, isto também se acentuou e hoje vivemos momentos atípicos, extremamente favoráveis para conquistas como esta.
Sem dúvida nenhuma estamos numa fase reencarnatória totalmente atípica, especial e essencial para profundos desdobramentos.

Sabemos que a maioria se queixa da vida, mas estas queixas se referem a perda de bens materiais e da dificuldade de manter o que está se desmanchando, desmoronando, sumindo.
O que está acontecendo não é mais controlável pelo ser humano, pois está sob a regência das Leis Maiores que estão assumindo o comando do Planeta face a sua nova diretriz como Planeta Sagrado.
Ou se vive com isto ou se desespera com isto.
O que foi não se recupera mais e o que está indo também, portanto é preciso extrema cautela para não aumentarmos substancialmente as condicionantes cármicas que já existem, burlando as regras da sociedade e de Deus.
A oportunidade que a raça humana ganhou nestes “últimos suspiros” é a perda material para voltar-se aos ganhos espirituais.
O Eu Superior, ou pelo menos insights com seu Eu serão surpreendentes e absolutamente necessários para vivermos o fim deste estágio da raça humana, na Lei do Carma aqui na Terra.
Quem não se coliga a isto, a estas informações, passará por grandes estágios de sofrimento, pois as perdas são inexoráveis. Como foi dito, perde-se para ganhar.
Eis o novo foco a ser assumido por aqueles que já perceberam estas situações. Os demais irão viver estágios mais estressantes e agressivos para se convencerem.
Desperte!

(6) Esta é a verdade que tem que ser proclamada à nossa geração, que a Alma está conosco aqui e agora – não em algum mundo remoto ou num tempo distante, não quando o corpo expira – e que encontrá-la é nossa alegria e força.
PB.

Pois bem, PB alerta para a realidade da Vida. A alma está conosco aqui e agora.
Esta é a verdade.
Temos de aprender a conhecer a linguagem da alma, a nos comunicar com ela, pois é através dela que existimos.
Hoje não somos o que somos, não fazemos o que deveríamos fazer e temos o que não é necessário.
Conhecer-se a si próprio é conhecer a própria alma.
Perdemos este contato a algum tempo. Adentramos no egoísmo pelo livre arbítrio e paramos de nos comunicar com a alma.
A alma, por sua vez, definiu uma outra forma de se comunicar conosco - pelo carma.
Não é à toa que nossa vida é tão cheia de altos e baixos, pois para cada resposta errada que damos, para o que a alma definiu, a vida nos leva a um caminho de queda, de contratempos, de contragostos, de sofrimentos.
Para cada resposta positiva e que atenda os anseios da alma sentimos a satisfação, a paz, a leveza, o sentimento de dever cumprido.
Temos tido mais contratempos do que alegrias, mais sofrimentos do que satisfações.
Não precisaria ser assim, mas é tendo em vista esta perda de sensibilidade, de bom senso espiritual e material, também, na medida que nos aprofundamos no egoísmo, na ganancia, no isolamento espiritual.
É preciso recuperar estes valores. É preciso reaprender a escutar, sentir e seguir os anseios da alma.

A nova humanidade, na nova, era irá atender novamente estes requisitos e seguirá incondicionalmente sua alma.
Será deslumbrante e a convivência será de grandes e maravilhosas satisfações.
Iremos recuperar esta comunicação que foi interrompida pela simples falta de uso.
Ao assumirmos completamente nossa contraparte material, desprezando a espiritual, na evolução dos corpos ao longo das eras, certas glândulas atrofiaram e hormônios pararam de ser produzidos.
Hoje estamos recebendo impulsos para esta retomada, por isso que este é um "tempo" especial.
Não devemos perder tempo, temos de reaprender a utilizar novamente este meio de comunicação e focar nas imensas possibilidades que tal mudança fará em nossa vida.

Mude, foque-se no que é imperativo, desapegue-se, desgrude-se das artimanhas do emocional e reaprenda a viver.
Hilton

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O Caminho Breve - PB. (5)

Continuação (5)

O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.
Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.

(2) O Caminho Longo quer purificar e aperfeiçoar o ego, mas o Caminho Breve quer encontrar Deus…
PB.

Pois bem, podemos dizer que estamos no Caminho Longo.
Basicamente nos concentramos no Caminho Longo, onde  o ego é dominante, intenso, poderoso e vive sendo massageado. Temos feito de tudo para agradar o ego, o nosso e dos outros, pois esta tem sido a tônica e o objetivo da imensa maioria dos indivíduos aqui na Terra.
No Caminho Longo o ego é prepotente, senhor da razão, por isso que somos tão racionais, dedutivos, personalizados, pois ser diferençado nos aspectos físicos da vida material é o que importa, é o que nos destaca, é o que nos envaidece e, ilusoriamente, nos faz sentir bem.
O ego ilumina também, mas sua luz é sempre carregada de energias densas, impulsos destrutivos, sobreposição de valores ilusórios por cima dos valores reais.
O Caminho Longo é evolutivo e ascensional, mas caminha com intensos altos e baixos e isto nos confunde, nos ilude, nos torna questionáveis, pois os meios que podemos utilizar no livre arbítrio podem ser contrários às Leis Regentes do planeta e da humanidade em questão.
No Caminho Longo leva-se eras no tempo cronológico, inúmeras vidas nas reencarnações, habitabilidade em mundos diversos para percorrermos a rota traçada e definida pela alma no caminho da evolução, neste estágio universal da vida material.

O Caminho Breve é outra opção, mas tem como característica básica a superação dos estas ilusórios que vivemos, portanto, contrário ao que temos feito.
Para esta opção, tem de haver um rearranjo pleno, total, nos conceitos, tendências e movimentos que temos feito.
Muitos começam, poucos persistem e pouquíssimos se dispõem a continuar.
A principal dificuldade são as sensações ilusórias de "perdas" que teremos no Caminho Breve.
Abre-se mão de um tempo que consideramos imprescindível para a maioria daquilo que fazemos e que temos julgado como essencial. Isto ocorre porque simplesmente não sabemos administrar este tempo e o desperdiçamos com coisas inúteis, fúteis e relacionamentos sem apoio na Lei do Amor.
Quando se coloca a palavra relacionamentos, leia-se todos eles: pais, filhos, parentes, amigos, profissionais, conhecidos e desconhecidos, ou seja numa escala em que somos considerados seres humanos de uma mesma raça e seres humanos de raças e origens diferentes, sejam estas terrestres e extraterrestres.
Por esta dificuldade imensa de não sabermos nos relacionar, o Caminho Breve tem sido abandonado pela maioria. Ao passo que no Caminho Longo podemos massagear os egos ou termos nosso ego massageado, em vários graus e níveis de satisfações egocêntricas. Isto inicialmente seduz, depois derruba e decepciona.
Derruba e decepciona porque estamos numa outra fase, onde o novo objetivo não é mais egóico, mas sim anímico (da alma).
Estamos vivendo completamente defasados do tempo real.

(3)  Se o Caminho Longo busca a salvação principalmente através da construção do caráter e da concentração do pensamento, o Caminho Breve a busca principalmente através de meditação reverente diretamente sobre o Eu Superior.

Pois bem, havendo estrita disciplina e muita força de vontade, o Caminho Breve, como diz PB, através da meditação e da reverencia, contataremos o Eu Superior.
A reverencia não é submissão, como muitos caracterizam esta postura, mas respeito, obediência e aceitação do menor para com o maior. 
O ocidente, apoiado nos atropelos de governos e comandos alinhados com as forças involutivas, deturpou esta característica que foi sempre utilizada pelo oriente.
Percebe-se que atualmente há fortes tendências de ocidentalizar todo o planeta e com isto perde-se boa parte desta grande cultura que permitiu que Seres se manifestassem em momentos oportunos e instruíssem a humanidade.
O caos domina, é preponderante e tem como meta confundir, pois na confusão domina e exerce seu poder devastador.
Por outro lado nos tornamos fracos demais, fora do tempo (atrasados) e perdemos nossa capacidade de discernir com as coisas sutis, subjetivas e que procedem das esferas superiores. Ou seja, perdemos o "time" da capacidade de identificar o certo do errado.
Podemos dizer que o caos se instalou no planeta e sem a devida interferência divina, nos restaria a autodestruição.
Felizmente, com a intercessão de nosso Pai (Jesus de Nazaré) seremos uma humanidade que poderá se recuperar da situação que vive.
Cabe considerar que o Pai (Jesus de Nazaré), representa um grande conjunto de todo tipo de ajudas que necessitamos.
Precisamos, aos que sentem este chamado, doar-se incondicionalmente a estas forças do bem e oferecer-se.
O que a humanidade precisa virá de cima, via seres humanos dedicados, daqui. Isto anula eventual interferência no livre arbítrio.
Assim seja.

(4) No Caminho Longo a pessoa está preocupada com técnicas a serem praticadas e disciplinas a serem realizadas. No Caminho Breve ela está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos.

Pois bem, vivemos num tempo onde inúmeros "gurus" manifestam-se com o "dom da sabedoria" e através de muitas técnicas, estímulos, manifestações. Apresentam ou vendem a fórmula mágica do contato com o Eu Superior.
Como diz PB o Caminho Longo utiliza-se destas chamadas "técnicas" que prendem o indivíduo a formulas e procedimentos ditos milagrosos, quando nada mais são do que produtos artificiais voltados e focados para o ego do indivíduo, iludindo-o com algumas conquistas efêmeras e meramente transitórias.
O Caminho em si só pode ser realizado pelo próprio indivíduo, é algo absolutamente individual e ninguém poderá fazer por ele.
O Caminho é um processo de auto descobrimento, onde em cada etapa você vai descobrindo o potencial latente que existe em você.
O que precisamos já temos, portanto é questão de descobrir o que "precisamos".
Nunca se teve tantos livros de autoajuda como se tem no momento. Nada funciona sem a fé que o indivíduo precisa alicerçar em si próprio para descobrir o que precisa.
Tais livros são superficiais, focados e voltados para a personalidade ou estados mentais relativamente confusos, onde não se sabe o que se quer e porquê. Geralmente busca-se a paz, mas na medida que formos percebendo, a paz é um estado interno que independe de fatores externos, inclusive emocionais.
Disciplinar estados emocionais, dura pouco e não se mantem, portanto, temos de nos posicionar acima, elevar-nos acima dos estados emocionais e isto se faz na medida que nos aproximamos do Eu Superior.
Um indivíduo em estado elevado, mantem-se equilibrado em situações do seu meio ambiente, mesmo os mais adversos possíveis, pois simplesmente eleva-se acima  das ocorrências que pairam no plano físico. Este é um indivíduo apto a tomar decisões.
Segundo PB: No Caminho Breve ele está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos, ou seja, sublimou o que o rodeia, o que o cerca no plano físico, na matéria.
Desta forma, "elevar-se acima de", passa a ser a meta do indivíduo para que no Caminho Breve, alcance a harmonia e a paz.
Precisamos pensar muito bem sobre tais aspectos e diminuir a tendência de buscar técnicas e modelos milagrosos, enriquecendo quem faz uso da superficialidade, e na mera disciplina transitória da personalidade.

(5) Esta prática no Caminho Breve de se auto identificar com o Eu Superior deve ser feita tanto casualmente em momentos inesperados quanto deliberadamente nos contatos diários na meditação. É através deles – sempre que a identificação é efetiva – que a Graça obtém algumas de suas chances de operar sua transformação sobre ele.

Pois bem, PB nos ensina como algo tão essencial pode ser conquistado com certa paciência e tolerância.
Pensar no Eu Superior, desejar o Eu Superior, buscar o Eu Superior é algo disponível para todos os seres humanos encarnados e desencarnados da Terra.
Até há pouco tempo atrás os esforços para esta conquista eram maiores, mas com o passar do tempo e a veloz aproximação dos tempos finais nesta transição planetária, isto também se acentuou e hoje vivemos momentos atípicos, extremamente favoráveis para conquistas como esta.
Sem dúvida nenhuma estamos numa fase reencarnatória totalmente atípica, especial e essencial para profundos desdobramentos.

Sabemos que a maioria se queixa da vida, mas estas queixas se referem a perda de bens materiais e da dificuldade de manter o que está se desmanchando, desmoronando, sumindo.
O que está acontecendo não é mais controlável pelo ser humano, pois está sob a regência das Leis Maiores que estão assumindo o comando do Planeta face a sua nova diretriz como Planeta Sagrado.
Ou se vive com isto ou se desespera com isto.
O que foi não se recupera mais e o que está indo também, portanto é preciso extrema cautela para não aumentarmos substancialmente as condicionantes cármicas que já existem, burlando as regras da sociedade e de Deus.
A oportunidade que a raça humana ganhou nestes “últimos suspiros” é a perda material para voltar-se aos ganhos espirituais.
O Eu Superior, ou pelo menos insights com seu Eu serão surpreendentes e absolutamente necessários para vivermos o fim deste estágio da raça humana, na Lei do Carma aqui na Terra.
Quem não se coliga a isto, a estas informações, passará por grandes estágios de sofrimento, pois as perdas são inexoráveis. Como foi dito, perde-se para ganhar.
Eis o novo foco a ser assumido por aqueles que já perceberam estas situações. Os demais irão viver estágios mais estressantes e agressivos para se convencerem.

Desperte!
Hilton 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O Caminho Breve - PB. (4)

Continuação (4)

O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.
Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.

(2) O Caminho Longo quer purificar e aperfeiçoar o ego, mas o Caminho Breve quer encontrar Deus…
PB.

Pois bem, podemos dizer que estamos no Caminho Longo.
Basicamente nos concentramos no Caminho Longo, onde  o ego é dominante, intenso, poderoso e vive sendo massageado. Temos feito de tudo para agradar o ego, o nosso e dos outros, pois esta tem sido a tônica e o objetivo da imensa maioria dos indivíduos aqui na Terra.
No Caminho Longo o ego é prepotente, senhor da razão, por isso que somos tão racionais, dedutivos, personalizados, pois ser diferençado nos aspectos físicos da vida material é o que importa, é o que nos destaca, é o que nos envaidece e, ilusoriamente, nos faz sentir bem.
O ego ilumina também, mas sua luz é sempre carregada de energias densas, impulsos destrutivos, sobreposição de valores ilusórios por cima dos valores reais.
O Caminho Longo é evolutivo e ascensional, mas caminha com intensos altos e baixos e isto nos confunde, nos ilude, nos torna questionáveis, pois os meios que podemos utilizar no livre arbítrio podem ser contrários às Leis Regentes do planeta e da humanidade em questão.
No Caminho Longo leva-se eras no tempo cronológico, inúmeras vidas nas reencarnações, habitabilidade em mundos diversos para percorrermos a rota traçada e definida pela alma no caminho da evolução, neste estágio universal da vida material.

O Caminho Breve é outra opção, mas tem como característica básica a superação dos estas ilusórios que vivemos, portanto, contrário ao que temos feito.
Para esta opção, tem de haver um rearranjo pleno, total, nos conceitos, tendências e movimentos que temos feito.
Muitos começam, poucos persistem e pouquíssimos se dispõem a continuar.
A principal dificuldade são as sensações ilusórias de "perdas" que teremos no Caminho Breve.
Abre-se mão de um tempo que consideramos imprescindível para a maioria daquilo que fazemos e que temos julgado como essencial. Isto ocorre porque simplesmente não sabemos administrar este tempo e o desperdiçamos com coisas inúteis, fúteis e relacionamentos sem apoio na Lei do Amor.
Quando se coloca a palavra relacionamentos, leia-se todos eles: pais, filhos, parentes, amigos, profissionais, conhecidos e desconhecidos, ou seja numa escala em que somos considerados seres humanos de uma mesma raça e seres humanos de raças e origens diferentes, sejam estas terrestres e extraterrestres.
Por esta dificuldade imensa de não sabermos nos relacionar, o Caminho Breve tem sido abandonado pela maioria. Ao passo que no Caminho Longo podemos massagear os egos ou termos nosso ego massageado, em vários graus e níveis de satisfações egocêntricas. Isto inicialmente seduz, depois derruba e decepciona.
Derruba e decepciona porque estamos numa outra fase, onde o novo objetivo não é mais egóico, mas sim anímico (da alma).
Estamos vivendo completamente defasados do tempo real.

(3)  Se o Caminho Longo busca a salvação principalmente através da construção do caráter e da concentração do pensamento, o Caminho Breve a busca principalmente através de meditação reverente diretamente sobre o Eu Superior.

Pois bem, havendo estrita disciplina e muita força de vontade, o Caminho Breve, como diz PB, através da meditação e da reverencia, contataremos o Eu Superior.
A reverencia não é submissão, como muitos caracterizam esta postura, mas respeito, obediência e aceitação do menor para com o maior. 
O ocidente, apoiado nos atropelos de governos e comandos alinhados com as forças involutivas, deturpou esta característica que foi sempre utilizada pelo oriente.
Percebe-se que atualmente há fortes tendências de ocidentalizar todo o planeta e com isto perde-se boa parte desta grande cultura que permitiu que Seres se manifestassem em momentos oportunos e instruíssem a humanidade.
O caos domina, é preponderante e tem como meta confundir, pois na confusão domina e exerce seu poder devastador.
Por outro lado nos tornamos fracos demais, fora do tempo (atrasados) e perdemos nossa capacidade de discernir com as coisas sutis, subjetivas e que procedem das esferas superiores. Ou seja, perdemos o "time" da capacidade de identificar o certo do errado.
Podemos dizer que o caos se instalou no planeta e sem a devida interferência divina, nos restaria a autodestruição.
Felizmente, com a intercessão de nosso Pai (Jesus de Nazaré) seremos uma humanidade que poderá se recuperar da situação que vive.
Cabe considerar que o Pai (Jesus de Nazaré), representa um grande conjunto de todo tipo de ajudas que necessitamos.
Precisamos, aos que sentem este chamado, doar-se incondicionalmente a estas forças do bem e oferecer-se.
O que a humanidade precisa virá de cima, via seres humanos dedicados, daqui. Isto anula eventual interferência no livre arbítrio.
Assim seja.

(4) No Caminho Longo a pessoa está preocupada com técnicas a serem praticadas e disciplinas a serem realizadas. No Caminho Breve ela está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos.

Pois bem, vivemos num tempo onde inúmeros "gurus" manifestam-se com o "dom da sabedoria" e através de muitas técnicas, estímulos, manifestações. Apresentam ou vendem a fórmula mágica do contato com o Eu Superior.
Como diz PB o Caminho Longo utiliza-se destas chamadas "técnicas" que prendem o indivíduo a formulas e procedimentos ditos milagrosos, quando nada mais são do que produtos artificiais voltados e focados para o ego do indivíduo, iludindo-o com algumas conquistas efêmeras e meramente transitórias.
O Caminho em si só pode ser realizado pelo próprio indivíduo, é algo absolutamente individual e ninguém poderá fazer por ele.
O Caminho é um processo de auto descobrimento, onde em cada etapa você vai descobrindo o potencial latente que existe em você.
O que precisamos já temos, portanto é questão de descobrir o que "precisamos".
Nunca se teve tantos livros de autoajuda como se tem no momento. Nada funciona sem a fé que o indivíduo precisa alicerçar em si próprio para descobrir o que precisa.
Tais livros são superficiais, focados e voltados para a personalidade ou estados mentais relativamente confusos, onde não se sabe o que se quer e porquê. Geralmente busca-se a paz, mas na medida que formos percebendo, a paz é um estado interno que independe de fatores externos, inclusive emocionais.
Disciplinar estados emocionais, dura pouco e não se mantem, portanto, temos de nos posicionar acima, elevar-nos acima dos estados emocionais e isto se faz na medida que nos aproximamos do Eu Superior.
Um indivíduo em estado elevado, mantem-se equilibrado em situações do seu meio ambiente, mesmo os mais adversos possíveis, pois simplesmente eleva-se acima  das ocorrências que pairam no plano físico. Este é um indivíduo apto a tomar decisões.
Segundo PB: No Caminho Breve ele está preocupada com o Eu Superior, com o estudo de seu significado, com a lembrança de sua presença, e com a reflexão sobre sua natureza e atributos, ou seja, sublimou o que o rodeia, o que o cerca no plano físico, na matéria.
Desta forma, "elevar-se acima de", passa a ser a meta do indivíduo para que no Caminho Breve, alcance a harmonia e a paz.

Precisamos pensar muito bem sobre tais aspectos e diminuir a tendência de buscar técnicas e modelos milagrosos, enriquecendo quem faz uso da superficialidade, e na mera disciplina transitória da personalidade. 

domingo, 3 de setembro de 2017

O Caminho Breve - PB. (3)

Continuação (3)


O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.
Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.

(2) O Caminho Longo quer purificar e aperfeiçoar o ego, mas o Caminho Breve quer encontrar Deus…
PB.

Pois bem, podemos dizer que estamos no Caminho Longo.
Basicamente nos concentramos no Caminho Longo, onde  o ego é dominante, intenso, poderoso e vive sendo massageado. Temos feito de tudo para agradar o ego, o nosso e dos outros, pois esta tem sido a tônica e o objetivo da imensa maioria dos indivíduos aqui na Terra.
No Caminho Longo o ego é prepotente, senhor da razão, por isso que somos tão racionais, dedutivos, personalizados, pois ser diferençado nos aspectos físicos da vida material é o que importa, é o que nos destaca, é o que nos envaidece e, ilusoriamente, nos faz sentir bem.
O ego ilumina também, mas sua luz é sempre carregada de energias densas, impulsos destrutivos, sobreposição de valores ilusórios por cima dos valores reais.
O Caminho Longo é evolutivo e ascensional, mas caminha com intensos altos e baixos e isto nos confunde, nos ilude, nos torna questionáveis, pois os meios que podemos utilizar no livre arbítrio podem ser contrários às Leis Regentes do planeta e da humanidade em questão.
No Caminho Longo leva-se eras no tempo cronológico, inúmeras vidas nas reencarnações, habitabilidade em mundos diversos para percorrermos a rota traçada e definida pela alma no caminho da evolução, neste estágio universal da vida material.

O Caminho Breve é outra opção, mas tem como característica básica a superação dos estas ilusórios que vivemos, portanto, contrario ao que temos feito.
Para esta opção, tem de haver um rearranjo pleno, total, nos conceitos, tendências e movimentos que temos feito.
Muitos começam, poucos persistem e pouquíssimos se dispõem a continuar.
A principal dificuldade são as sensações ilusórias de "perdas" que teremos no Caminho Breve.
Abre-se mão de um tempo que consideramos imprescindível para a maioria daquilo que fazemos e que temos julgado como essencial. Isto ocorre porque simplesmente não sabemos administrar este tempo e o desperdiçamos com coisas inúteis, fúteis e relacionamentos sem apoio na Lei do Amor.
Quando se coloca a palavra relacionamentos, leia-se todos eles: pais, filhos, parentes, amigos, profissionais, conhecidos e desconhecidos, ou seja numa escala em que somos considerados seres humanos de uma mesma raça e seres humanos de raças e origens diferentes, sejam estas terrestres e extraterrestres.
Por esta dificuldade imensa de não sabermos nos relacionar, o Caminho Breve tem sido abandonado pela maioria. Ao passo que no Caminho Longo podemos massagear os egos ou termos nosso ego massageado, em vários graus e níveis de satisfações egocêntricas. Isto inicialmente seduz, depois derruba e decepciona.
Derruba e decepciona porque estamos numa outra fase, onde o novo objetivo não é mais egóico, mas sim anímico (da alma).
Estamos vivendo completamente defasados do tempo real.

(3)  Se o Caminho Longo busca a salvação principalmente através da construção do caráter e da concentração do pensamento, o Caminho Breve a busca principalmente através de meditação reverente diretamente sobre o Eu Superior.

Pois bem, havendo estrita disciplina e muita força de vontade, o Caminho Breve, como diz PB, através da meditação e da reverencia, contataremos o Eu Superior.
A reverencia não é submissão, como muitos caracterizam esta postura, mas respeito, obediência e aceitação do menor para com o maior. 
O ocidente, apoiado nos atropelos de governos e comandos alinhados com as forças involutivas, deturpou esta característica que foi sempre utilizada pelo oriente.
Percebe-se que atualmente há fortes tendências de ocidentalizar todo o planeta e com isto perde-se boa parte desta grande cultura que permitiu que Seres se manifestassem em momentos oportunos e instruíssem a humanidade.
O caos domina, é preponderante e tem como meta confundir, pois na confusão domina e exerce seu poder devastador.
Por outro lado nos tornamos fracos demais, fora do tempo (atrasados) e perdemos nossa capacidade de discernir com as coisas sutis, subjetivas e que procedem das esferas superiores. Ou seja, perdemos o "time" da capacidade de identificar o certo do errado.
Podemos dizer que o caos se instalou no planeta e sem a devida interferência divina, nos restaria a autodestruição.
Felizmente, com a intercessão de nosso Pai (Jesus de Nazaré) seremos uma humanidade que poderá se recuperar da situação que vive.
Cabe considerar que o Pai (Jesus de Nazaré), representa um grande conjunto de todo tipo de ajudas que necessitamos.
Precisamos, aos que sentem este chamado, doar-se incondicionalmente a estas forças do bem e oferecer-se.
O que a humanidade precisa virá de cima, via seres humanos dedicados, daqui. Isto anula eventual interferência no livre arbítrio.

Assim seja.
Hilton