terça-feira, 26 de julho de 2022

Passos Atuais 360a Parte.. lei da Compaixão.

 

O texto a seguir foi extraído do *Glossário Esotérico – 9ª edição – página 232– Editora Irdin*. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

LEI DA COMPAIXÃO — Foi especialmente dinamizada na superfície da Terra por Gautama, o Buda. É uma das bases para a manifestação do amor-sabedoria.

Prepara o ser humano para contatar a vida divina, traz-lhe luz à mente e consagra-o ao serviço Impessoal. A ela se chega pela gratidão.

Manter a consciência focalizada em estados de pureza e harmonia favorece o contato com o espírito e atrai essa qualidade, que descobre a verdadeira necessidade evolutiva dos seres. Contudo, não se deve confundir compaixão com complacência: a primeira decorre de uma lei evolutiva, e a segunda, de uma lei involutiva, de estagnação.

Se o amor-sabedoria não se revelasse pela compaixão, ainda mais prolongada seria a jornada do homem nas fronteiras das leis naturais. Porém, quando o poder da transcendência, intrínseco à compaixão, se introduz e se instala em seu ser, ele já não evolui por si ou para si; a própria essência da vida é que se expande por seu intermédio.

Obs. É interessante perceber que todo ser humano que deixou um legado para a humanidade, faz parte de um Todo, assim, Jesus, Buda, Ghandi, Madre Tereza, São Francisco e tantos outros seres divinizados e adorados, trouxeram o legado das Leis e demonstraram como usá-las.

Buda, em especial, deixou o legado da Lei da Compaixão. Conhecer e instruir-se nos seus ensinamentos, colocando-os em prática na vida cotidiana, nos dá o acesso a esta Lei divina que provem da lei primeira, o amor-sabedoria.

A gratidão quando exercida pelo coração e não pela emoção manifesta a energia da compaixão e nesse hábito manifestamos o amor ao próximo.

Para tanto, o texto incita a manter a consciência focalizada em estados de pureza. Talvez, à primeira vista, manter estados de pureza tende a ser que precisamos nos santificar, ficar reclusos, manter uma vida privada de quase tudo e de todos. Esta postura é para poucos e para pessoas que suportam tais condições, mas para pessoas normais, manter a consciência em estados de pureza é ser corajoso, destemido, honesto, sincero, respeitoso, escutar o coração, retirar-se das mentiras, das falsidades, dos interesses mesquinhos, é viver o cotidiano isento de atitudes egoístas. Portanto, nada excepcional além de cumprir com as rotinas da boa educação e do respeito. Infelizmente, cumprir com as regras da boa educação e do respeito, tem sido exceção.

Transcender o que não condiz com estas boas práticas, tem sido um grande desafio, mas é preciso porque é o caminho para que a evolução aconteça.







sexta-feira, 22 de julho de 2022

Passos Atuais 359a Parte. Lei do Retorno.

 O texto a seguir foi extraído do *Glossário Esotérico – 9ª edição – página 244– Editora Irdin*. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DO RETORNO — Encontra-se no âmago de cada partícula, impelindo-a a avançar.

Em essência, todas as criaturas estão sob a regência dessa lei, apesar de externamente nem sempre estarem aptas a segui-la. Ao terminar um ciclo de experiência em determinado nível de consciência, passam a outro, e isso se dá em conformidade com essa lei.

A lei do retorno está no cosmos inteiro, em diferentes graus e de diferentes maneiras. O fato de um universo integrar-se na Confederação Intergaláctica, filiando-se assim ao Governo Celeste Central, decorre dessa lei. Também a Operação Resgate é regida pela lei do retomo. Ela é a raiz da doutrina dos Avatares; está no ir e vir das estações; está no vôo dos pássaros migradores, que voltam periodicamente aos lugares que deixaram, e na viagem dos peixes à cabeceira dos rios para a desova; encontra-se por trás da lei do equilíbrio e decorre do impulso primevo da Criação. Para o homem, a lei do retomo baseia-se na humildade. Sem essa Virtude não surgem nele as condições requeridas para ela atuar livremente. Em outras palavras, sem humildade ele se desvia, enveredando pelo caminho do egoísmo e da manipulação material.

A humildade prepara o ser humano para o Encontro, para responder ao chamado cósmico que nestes tempos o liberta e o leva a trajar vestes mais sutis. A lei do retomo é a base da integração do homem no trabalho das Hierarquias, assim como o é do despertar da força de vida de uma semente ou do refluxo da água ao oceano. Após longa trajetória, a origem revela-se como o portal de novo ciclo, depois do qual outros emergirão, aproximando a consciência do que não tem Início nem fim.

Desconhecido para o homem é o potencial dessa lei. Ela guarda o segredo da própria existência. Conduz a criatura ao Criador; o som, ao silêncio do Imutável.

 

Obs. A lei do retorno se aplica a tudo e a todos em todos os momentos, sendo primordial na sequência do processo evolutivo de cada criatura.

Após a transição planetária em curso, o planeta Terra deverá integrar a Confederação Intergaláctica, tornando-se assim porto seguro para o trânsito de indivíduos, em Tarefas, que percorrem a nossa galáxia. Sairemos, finalmente, da grande quarentena, necessária e que nos protegeu de eventos, além dos eventos cármicos necessários, para entrarmos no compartilhamento dos segredos da existência.

A humildade, aspecto que o ser humano da Terra ainda não conquistou, nos tornará aptos para uma imensidão de informações sobre como a vida se origina, como se comporta e como se expressa na imensidão das galáxias.

As transformações que estão ocorrendo na transição em curso, apesar de ainda não as percebermos com nitidez, nos colocará perante a profusão da vida, não só no reino hominal, como no mineral, vegetal e animal, aqui e fora daqui. Haverá tanto para se conhecer, para aprender, que qualquer sombra de conflito não fará o menor sentido.

Ser um autoconvocado é o primeiro passo, os demais virão por acréscimo.







segunda-feira, 18 de julho de 2022

Passos Atuais 358a Parte. Lei Interior.

 O texto a seguir foi extraído do *Glossário Esotérico – 9ª edição – página 246– Editora Irdin*. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI INTERIOR — Estabelece os parâmetros do relacionamento consciente do ser humano com o mundo interior .

De maneira geral, estando identificado com as forças da personalidade, o homem comum teme as transformações que o contato com energias superiores invariavelmente traz . Por isso, no princípio essas energias trabalham no profundo do seu ser, enviando ao exterior tão-somente reflexos de sua obra. Agem de forma oculta, já que forças contrárias prevalecem não apenas nele mesmo, mas na maior parte das atividades externas nos dias de hoje. À proporção que ele se vai preparando, a lei interior estimula a manifestação dessas energias ocultas, que sempre deixam marcas indeléveis e lhe sinalizam o rumo correto a tomar. Realizam mudanças importantes, dentro e fora do indivíduo.

Muitos conhecem as diferentes facetas da condução da lei interior: lembram-se de momentos em que foram levados com suavidade sem se dar conta da operação dela, como também de momentos em que foram colocados de modo brusco em situações inesperadas. O valor de ambas as atuações é reconhecido pelo crescimento advindo.

Percebe-se essa lei agindo em alguém quando a vida externa já não o satisfaz, quando seu anseio de servir se amplia, quando necessita estar unido a leis universais, mais próximas da realidade cósmica que as regentes da civilização atual. O termo lei interior é bastante genérico; pode aplicar-se às leis da vida da alma, mas, a depender do contexto, inclui as das esferas espirituais ou divinas.

 

Bem, o homem não existe sem que ocorra o contato da sua mente com seu eu interno. As manifestações que expressamos no mundo físico provem desta relação com o eu interno. Mas, o que ocorre é que na maioria das vezes não compreendemos, damos uma interpretação errônea e manifestamos atitudes negativas.

O livre arbítrio, manifestado através da personalidade, veio para aprimorarmos esta relação com o eu interno assim, na dor e no sofrimento vamos compreendo o que é certo e o que é errado, segundo as Leis de Deus. Na relação atual, podemos considerar que a mente obedece a critérios da personalidade (que se relaciona com o passado, com o que já foi vivido) quando deveria obedecer a critérios do eu interno, mas é o caminho e com certeza chegaremos lá.

O homem do futuro se deixará levar pelas circunstâncias da vida, conduzido pela Inteligência Divina, o que tornará desnecessário o livre arbítrio. Aprenderá a viver o eterno presente em harmonia com tudo que o cerca.

A insatisfação vem a contento, definindo que esta relação mente- personalidade é passado. A nova relação mente - eu interno irá satisfazer todos os anseios sem contrariar as Leis da vida, dando ao novo homem objetivos muito maiores, mais elevados e completos.

 








quinta-feira, 14 de julho de 2022

Passos Atuais 357a Parte. Lei dos Ciclos.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 246– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

LEI DOS CICLOS — Uma das leis que se apresentam à humanidade nesta etapa, trazendo-lhe especial oportunidade de avançar na jornada evolutiva. Para essa lei agir amplamente, o ser humano precisa superar a necessidade de fazer experiências e de usar o livre-arbítrio . Em outras palavras, precisa ser capaz de, integrado na Realidade, perceber a vida.

A lei dos ciclos já principia a influir no desenvolvimento de alguns; estes, sob sua regência, passam a seguir novos ritmos:

1º- o início de um ciclo evolutivo é reconhecido;

2º- a consciência adere ao Impulso que ele traz;

3º- a consciência aprofunda-se na energia em manifestação e prepara-se para o ciclo seguinte.

Portanto, sob essa lei é possível evolução contínua. No futuro, a lei dos ciclos e a lei evolutiva superior atuarão na Terra inteira e permitirão à humanidade avançar sem os embates do atrito com a matéria. Sob a regência delas, o ser humano não terá, ao caminhar, os retrocessos que marcaram seu passado, mas estará apto a responder aos Impulsos da energia de modo condizente com ritmos cósmicos .

A lei dos ciclos conduz o homem à consciência da eternidade, pois traz-lhe a compreensão da simultaneidade da vida. Sem que ele seja tocado pelo eterno, a sucessão dos ciclos não é apreendida de todo: só o ilimitado pode expandir o restrito.

 

Obs. Pois bem, estamos nesta etapa da humanidade sob o domínio da Lei do Carma, mas já sob a influencia da Lei dos Ciclos.

Podemos imaginar esta lei como sendo uma espiral ascendente, uma mola inclinada e voltada para cima, portanto percorre-la em seus alto e baixos, será sempre numa posição ascendente, em elevação.

Até agora, sob a lei do carma, presos na 3ª dimensão, podemos representar este processo como sendo uma roda gigante, onde subimos e descemos continuamente, mas sem sair do lugar.

Para esta ascenção à Lei dos Ciclos, faz-se necessário completar a transição planetária em curso. Decorrente desta transição, abre-se a oportunidade de cessar o livre arbítrio e assim não viver mais sob o manto da dualidade, do bem e do mal.

Abdicar do livre arbítrio torna-se necessário, mas pelo simples fato de que não será mais necessário, pois na Lei dos Ciclos as experiências continuam em processo de ascenção constante. Em outras palavras, percorre-se a mola(ciclo de experiências) inclinada para o alto


  Imaginando que nos situamos na ponta inferior da mola espiral, no seu inicio, percorre-la será sempre em ritmo ascensional. É evolução continua.


Na atual Lei do Carma, fazemos e refazemos, inúmeras vezes o mesmo caminho, sendo que na maioria das vezes falhamos pelo uso inadequado do livre arbítrio. Infelizmente isto propiciou ao homem sua adesão ao egoísmo, hoje exacerbado e praticamente sem controle, na maioria da população terrestre.
A lei dos ciclos conduz o homem à consciência da eternidade, pois traz-lhe a compreensão da simultaneidade da vida.












segunda-feira, 4 de julho de 2022

Passos atuais 356a Parte. Leis Naturais.

  O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 253– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

LEIS NATURAIS — Nessas leis baseiam-se a sabedoria e a abundância da Natureza. O conhecimento sobre elas será ampliado quando o ser humano, regido por novo código genético , deixar de interagir com o mundo movido pelo desejo de conquista e pela violência . Criam uma ordem precisa para os remos da Natureza chegarem à sua meta mais elevada. O homem, porém, transgrediu essa ordem e assim interferiu no curso estabelecido por elas. Tentou submeter a Natureza e, conforme a lei do carma, será levado a compensar as agressões feitas . É responsável por grande proporção do desequilíbrio global que se observa. A maioria elegeu como caminho o desrespeito pela vida e a desarmonia, e isso desencadeou a degradação da superfície da Terra. Porém, os padrões das leis naturais foram reconhecidos e valorizados por parte da humanidade. Houve casos em que foram até suplantados. Inúmeros exemplos positivos de transcendência das leis naturais já ocorreram no planeta. Um deles se deu quando Cristo, ao atuar por intermédio de Jesus, introduziu nos átomos daqueles corpos nova regência, o que os elevou energeticamente e os equiparou à matéria de mundos extraplanetários . Outro exemplo é o de corpos físicos que, mesmo depois de abandonados pela essência de vida, permanecem intactos.  Quando no mais íntimo do ser se firmam novos padrões de conduta e vibrações espirituais se irradiam pelas células dos seus corpos, o equilíbrio pode realizar-se do interior para o exterior . Assim se dão mudanças que permitem colaboração sábia com leis não só naturais, mas também supranaturais, as quais podem ser mais conhecidas e usadas criativamente, tendo-se em vista o propósito da evolução.

 

Obs. Há de se compreender que toda espécie de vida tem inteligência. Quando se fala de Natureza ou Mãe Natureza, fala-se de vida inteligente dentro das circunstâncias de existência e de desenvolvimento de cada espécie. Hoje, muito pouco ainda sabemos sobre a inteligência das vidas no reino mineral, vegetal, animal e inclusive o hominal. Estamos “passando de raspão” nas possibilidades e nas capacidades de cada ser em cada reino. Por sermos altamente destrutivos, vorazes e aniquiladores fomos limitados a conhecer, somente, determinadas características dos componentes de seus corpos físicos, sem ter acesso aos corpos sutis e à essência que rege tais corpos. No futuro, na nova era, iremos aprofundar este conhecimento, ampliando uma ligação bem mais sensível e profunda, sem a necessidade de autopsiar os seres em estudo.

Devido a este conhecimento parcial e superficial, os métodos de produção mineral, vegetal e animal, se limitam ao campo exploratório e da colheita. Por outro lado, como temos um código genético em mudança, as atuais conquistas neste campo serão totalmente desprezadas pela nova humanidade.

Outra citação importantíssima do texto, refere-se à presença de Jesus, que atuou nos átomos dos corpos (de todos os reinos) sob uma nova regência de manifestação e desenvolvimento, onde outras capacidades essenciais e primordiais manifestaram-se para que pudéssemos iniciar nossa jornada extraplanetária, prevendo-se que a quarentena terrestre irá terminar.

O texto cita a possibilidade de que manifestações internas, ou seja, de dentro do corpo, ou de cada célula, possam firmar novos padrões de conduta e vibrações espirituais para que o conjunto cresça e novas oportunidades aconteçam.

Vejam que a evolução só ocorre no conjunto corpo-mente, ou seja a mente se desenvolve se o corpo também se desenvolve. Um individuo que não administra bem seu corpo, sua qualidade de vida, seus critérios alimentares, sua conduta, suas manifestações sociais, profissionais, familiares etc., acaba por impedir que a mente se amplie. Uma mente viciada, corrompida, negativa, confusa, depressiva, impede que o corpo se mantenha sadio. Quando se fala em evolução fala-se do conjunto corpo-mente.

Outro aspecto importante é o fato de que acessar leis supranaturais exige critérios de equilíbrio e de evolução, no conceito corpo-mente, em desenvolvimento. Isto é importante pois estamos na fase das revelações e de manifestações de lei supranaturais, dada a transição planetária em curso.

É preciso ficar atento.






segunda-feira, 27 de junho de 2022

Passos Atuais 355a Parte. Lei do Saber.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 251– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEIS DO SABER — Regulam o acesso do homem ao conhecimento interior. Entre as mais importantes, estão:

  1. Lei do silêncio: o uso correto dos pensamentos e da palavra. Quando o indivíduo a observa, pode ter acesso a realidades que lhe permitem colaborar efetivamente no Plano Evolutivo.
  2. Lei da sintonia: afinidade de vibrações que propicia a interação do indivíduo com seres, planetas e universos. Ao estabelecer a sintonia adequada, ele desperta em si o pulsar do mundo subjetivo e o traz para o concreto.
  3. Lei da responsabilidade: deriva-se da lei do carma, segundo essa lei quanto mais se sabe, mais se ó responsável pelo que sucede. Para evoluir, o indivíduo tem de usar o conhecimento em benefício do Todo.
  4. Lei do amor: propicia a descoberta da igualdade essencial de todos os viventes. A fonte da sabedoria encontra-se disponível para quem transcende o egoísmo; para contatá-la o homem precisa abdicar dos conceitos que chama de seus, dos desejos que alimenta e dos atos que pratica sem levar em conta os demais.

 

Obs. Bem, conforme as Leis citadas, a 1ª se refere a um aspecto que talvez seja o mais difícil para muitos, o silencio. O silencio deve ser verbal e mental. Verbal é algo simples de ser feito com certa disciplina, mas o mental exige certas doses de elevada disciplina e concentração. Mas, no geral é uma questão de disciplina e equilíbrio. A isenção de críticas e elogios desnecessários (aqueles que ponderam outras intenções), com insistência nesta disciplina, pode se chegar a um bom nível de controle. Quem assim conseguir, sentirá grande alívio e agirá de forma mais neutra, autêntica e sábia, falando o necessário e colocando o que precisa no momento certo.

Percebe-se que pessoas, já com certo grau de desenvolvimento espiritual, tem grande dificuldade em comentar assuntos abstratos, que envolvem sentimentos, muitas vezes tornando-se omissas para ajudar alguém. Outras, no entanto, comentam, sem argumentos corretos, pela falta de estudo, informação e aprimoramento, palpites que geram muita confusão e pouca ajuda. É preciso aprimorar-se todos os dias, questionar, buscar e aprender para que o silencio possa ser quebrado diante de ajudas efetivas e necessárias.

A Lei do Silencio não significa emudecer-se, mas controlar com sabedoria e inteligência, o uso da mente e consequentemente o uso da palavra.

A Lei da Sintonia deve ter como principal premissa a quebra de preconceitos, de paradigmas, enfim de tudo aquilo que consideramos uma verdade absoluta. A verdade, para cada nível evolutivo conquistado, altera-se, portanto não existe a verdade absoluta, mas parâmetros que serão quebrados assim que um novo passo for dado e um novo conceito for atribuído.

A Lei da Responsabilidade é proporcional ao grau de conhecimento conquistado, por isso que, algumas vezes atingimos certo ápice de conhecimento e imediatamente retrocedemos pelo seu uso inadequado. Conhecer e saber aplicar são coisas bem distintas, mas implícitas.

Lei do Amor: esta lei estamos aprendendo como é e como funciona, no entanto, a prática de certas disciplinas como: abdicar dos conceitos que chama de seus, dos desejos que alimenta e dos atos que pratica sem levar em conta os demais, será a melhor alternativa para conhecê-La.










segunda-feira, 20 de junho de 2022

Passos Atuais 354a Parte. Lei do Submundo.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 246– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DOS SUBMUNDOS — Permitirá que forças retrógradas sejam direcionadas, após a purificação global da superfície da Terra, a regiões do espaço cósmico onde permanecerão em repouso, para depois encaminharem-se a universos em que poderão ser processadas e introduzidas em alguma linha evolutiva.

Por sua adesão à lei dos submundos, a Terra acolheu até hoje essas forças, esparsas pelo cosmos. Desde o início da existência, tem-nas entretecidas intimamente na substância material e, portanto, impregnadas também nos corpos dos seres humanos. Sendo assim, no âmbito terrestre não há ascensão à luz que não encontre resistências a vencer, nem elevação que não demande purificação, por isso, neste planeta, a senda da superação do sofrimento foi um dos caminhos para a libertação da consciência.

Ao desidentificar-se dos sofrimentos, o homem ergue-se acima dessa lei.

O expurgo das forças negativas da aura da Terra é imprescindível para a sua sutilização, pois a matéria, em sua qualidade essencial, é receptiva aos impulsos superiores. Esse expurgo, todavia, suplanta a capacidade humana. Na verdade, a regência interna do planeta alcançara domínio completo sobre as forças da matéria para, no Caminho do Retorno, elevar todo o universo planetário, retirando-o da influência da lei dos submundos.

 Obs.: Pois bem, não importa o que seja, o que aconteça, tudo está sob a regência das Leis. A Terra vem cumprindo seu destino e com ela os reinos aqui inseridos.

Para o reino hominal foram atraídos aqueles que fracassaram em seus mundos de origem. Alguns até já tinham suplantado a lei do carma mas tiveram de retroceder, em plano de consciência, para novos ciclos de experiência com a dor. No entanto, trouxeram na bagagem farto conhecimento evolutivo de seus mundos e assim contribuíram com o reino hominal em desenvolvimento.

Tais forças, mesmo que fiquem esparsas, são fundamentais para os estágios iniciais da evolução, como o nosso. O simples fato de alguns de nós reconhecer estes estágios iniciais, demonstra que a disposição em ascender, evoluir, é real e possível. Isto gera disposição para a libertação da mente, da superação da dor e para um novo plano de consciência.

Vivemos uma guerra declarada entre as forças retrogradas e um novo plano, uma nova era. Aparentemente, parece que estas forças retrogradas estão ganhando, mas de fato a Lei da Ascenção não permite. Digamos que estamos vivendo a última das ilusões.

A lei dos submundos para a nova raça, na nova era, da nova Terra, tem seus dias contados. Continuará forte e presente em mundos cármicos, mas não atua em mundos evoluídos.

Vivemos uma fase de escolha e por isso aprender e conhecer o máximo que pudermos é essencial para que as novas escolhas não recaiam sobre o que já vivemos, já passamos e até repetimos algumas vezes.

A regência interna do planeta já tem definido um novo destino para a Terra e seus reinos, mas no reino humano será uma questão de escolha.    





segunda-feira, 13 de junho de 2022

Passos atuais 353a Parte. Lei do Serviço.

 

O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 245– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DO SERVIÇO — Fundamento da ascese, é a nota que eleva a consciência individual, grupal, planetária e solar e a une a outras, mais amplas . Ao soar essa nota, avança-se no caminho das Iniciações . Para o ser humano, é o meio de Integração na Hierarquia. Seguir a lei do serviço redunda no desapego pelo eu externo, na entrega total e desinteressada ao eu interior, somados ao amor manifestado em cada ato e tarefa. Por essa lei, avança-se na fé; por ela, indivíduos e grupos vão além da simples ajuda mútua e tornam-se efetivamente aptos a suprir necessidades autênticas, em consonância com o propósito da evolução. Ao aderirem a essa lei, da mera disposição de fazer o bem emerge uma cooperação harmoniosa, extensiva a todos os reinos da Natureza e essencial nesta época de transição.

 Obs. O texto cita os padrões da consciência e sua abrangência, tais como :  

A consciência individual, exercida diariamente e em consonância com o destino definido para cada um e em cada reencarnação.

A consciência grupal, definida pela consciência predominante do ambiente em que o individuo se encontra, por exemplo, em um país, em um estado, ou em um local específico, sendo que a de maior abrangência predomina.

A consciência planetária, aquela em que as questões planetárias são as referências, tais como as ambientais, as climáticas, a relação com os demais planetas do sistema solar; atualmente temos como a principal, a transição planetária em curso.

A consciência solar, a mais abrangente, define o destino traçado para o sistema solar, desde sua origem até sua extinção, onde patamares de evolução devem acontecer no micro e no macrocosmo do sistema em pauta.

Todos estão submetidos à lei do serviço, mas nem todos a exerce pelo fato de distraírem-se com as ilusões da vida encarnada. O que não se faz em uma encarnação acumula-se para a seguinte.

Não é à toa que nos sentimos pressionados, atarefados demais, sem tempo, sufocados pelo tempo e pelas obrigações. Esta sensação é um dos efeitos provenientes do que se precisava fazer, do que deveria ser feito e não foi. No geral a humanidade está em débito com sua própria escala evolutiva; estamos aquém de onde deveríamos estar, do que deveríamos ser e estar fazendo.

Este atraso, acumulado ao longo de vidas perdidas com as ilusões e a falta de atenção aos impulsos da lei do serviço, está cobrando ações efetivas do que não fez e não aprendeu. É tão perceptível que basta analisarmos o grau de apego que sentimos por coisas e pessoas. Deveríamos ter conquistado um grau de desapego e autonomia que seria sustentado pela própria Hierarquia, sem que efeitos colaterais como a agonia, a saudades, a frustração agisse contra princípios básicos da vida.

A adesão à lei do serviço nos coloca em sintonia com o destino traçado, seja no campo individual como coletivo, tornando a vida mais simples, mais objetiva e mais harmoniosa. Uma parcela pequena da humanidade alcançou este staff e vem sustentando o que muitos continuam atrapalhando.

A transição planetária cobrará seu preço a cada um que não permeia este alinhamento com a Lei do Serviço. Não há como mudar de fase, de escala, de sair do mundo cármico, sem que se pratique a lei do serviço.

Fique atento e tente perceber o que é prioritário, segundo as indicações de teu coração.

 







 

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Passos Auais 352a Parte. Lei do Sacrificio.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 245– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DO SACRIFÍCIO — E Imprescindível à evolução na Terra. Sempre foi seguida pelas Grandes Entidades que até hoje animaram e sustentaram este planeta, impedindo sua desintegração.

O homem que se abre para servir ao mundo é permeado por nova energia à medida que a lei do sacrifício o rege. Vai deixando de restringir sua ação benéfica ao ambiente imediato e passa a influir também a distância. A aura desse indivíduo, formada pela emanação dos átomos de seus corpos, vai sendo potencializada. Ele se toma criativo, e o sentido de sagrado se esparge dos atos que pratica. Esse é o verdadeiro significado do sacrifício, pelo qual o espírito pode permear o mundo concreto; é caminho para a cura e para a redenção da matéria; é senda em que a essência pode vir a aflorar.

Seguindo essa lei, o indivíduo converte-se em canal cristalino para a atuação de energias sublimes do próprio ser e da Hierarquia, sobretudo nos momentos agudos de emergência e caos que se aproximam. Chega-se à lei do sacrifício pela reverência.

 Obs. Bem, o texto define o conceito básico do sacrifício que temos, erroneamente, atribuído a sofrimentos, dor física, dor moral e prostração.

O conceito estabelecido do sacrifício é, na realidade, a doação do potencial adquirido na própria evolução.

O espírito do indivíduo em evolução permeia o meio concreto, o ambiente que ele frequenta, as pessoas com quem se relaciona, ou simplesmente com quem dele se aproxima, na qual sua aura possa “tocar”. O maior exemplo conhecido foi de Jesus no Cristo Cósmico, cuja aura envolveu o planeta inteiro, abrangendo todos os reinos e todas as estruturas constituídas no plano material, astral, etérico e espiritual. Portanto, trabalhar a própria evolução, sair da ignorância, elevar-se, subir aos céus, interiorizar-se, tocar o coração, caracteriza-se como sendo a verdadeira doação nesta definição do sacrifício.

Todos os demais atos considerados como doações, entre eles, serviços comunitários, colaborações, serventias, acolhimentos etc., não passam de meros deleites do nosso emocional na tentativa de amenizar o sofrimento físico-emocional constituído pelo desleixo e pelas frustrações de permanecer alheio à necessidade natural e essencial de evoluir. 

Não evoluindo nos dedicamos a estas tarefas pobres, ridículas, infames, que no mínimo  deveriam ser parte integrante de um ser inteligente, do próprio ato de existir e usufruir de um mundo que nos foi emprestado para a tarefa primordial em evoluir.

Se não evoluirmos, como vem ocorrendo com a maioria, ao longo das eras, o resultado é este, um planeta poluído, uma sociedade em contínuo estado de sofrimento físico e moral, decepções constantes, estados de guerras, manifestações infantis sobre qualidade de vida, classes sociais disformes, ganância, soberba, destruição e morte.

O individuo em evolução, ou seja, aquele que busca, aquele que se motiva, aquele que definiu como meta ater-se sempre a novos conhecimentos, informações e oportunidades, será moldado de acordo com a vontade da alma e esta, por sua vez, pelas Hierarquias que estenderão suas ações em prol de toda a vida, da evolução planetária aos reinos. Assim será a nova Terra a partir da conclusão da transição em curso. O homem que para cá for designado cede o livre arbítrio e se focará na própria evolução, consequentemente, de todo o sistema planetário.

Ele será sagrado e dele advinde-a ações em sintonia com as Leis em curso. Não haverá desvios, expandirá suas fronteiras para novos mundos e para oportunidades cósmicas. Irá cada vez mais receber as Luzes de Deus.



terça-feira, 7 de junho de 2022

Passos Atuais 351a Parte. Lei do Nascimento.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 245– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DO NASCIMENTO — O modo como a reprodução se processa em uma civilização depende da lei evolutiva sob a qual ela se encontra. Nos mundos intraterrenos e nos extraterrestres avançados não há reprodução sexual . Na humanidade da superfície da Terra, todavia, esse foi o meio proporcionado pela Natureza a partir de certa fase. Contudo, não foi compreendido nem usado corretamente pelo ser humano. Mesmo entre os que procuravam guiar-se por preceitos elevados, muitos interpretaram de forma errônea uma expressão bíblica que, segundo traduções duvidosas, afirma que deveriam crescer e multiplicar-se. Nisso encontraram justificativa para deixarem-se governar pelo desejo. Tal conceito, no entanto, referia-se a ampliações de consciência e não ao crescimento descontrolado da espécie.

O crescimento populacional mais quantitativo que qualitativo é dos principais motivos do caos hoje observado na Terra. Embora já tenha acontecido de seres virem à encarnação conscientes das obras que lhes cabia realizar em benefício do mundo, isso é muito raro. Em casos como esses, a alma usa a vontade espiritual e cria uma forma-pensamento forte o suficiente para contatar os que lhe servirão de pais no plano físico . Entretanto, mesmo nessas situações, utiliza-se o que Sri Aurobindo chamou de "meios normais de procriação e métodos grosseiros da natureza física" para trazê-los à vida concreta. No próximo ciclo, a reprodução na Terra não envolverá forças sexuais e cópula, mas tão-somente a vontade espiritual e as energias que a completam. A lei do nascimento continuará a existir para alguns, porém a vinda de um ser humano ao plano material se tomará possível por uma interação interna, em níveis suprafísicos. Ainda nesses níveis abstratos, o próprio ser encarnante reunirá a substância para seus corpos terrestres, A energia etérica dos pais auxiliará a materialização deles, que virão à luz pelo plexo cósmico da mãe, e não mais pelo útero . O processo de gestação vigente na presente etapa, semelhante ao do reino animal, será transcendido.

 

Obs. Bem, vamos para um aspecto que gera muitas dúvidas antes da análise do texto. Perderemos esta fonte de prazer no futuro?

Esta fonte de prazer intensa, dominante e rápida, alcançada essencialmente no pico de uma paixão e não do amor, será transmutada para outras fontes de prazeres mais intensos e duradouros. Envolverá os seres ligados por afinidades procriativas como um todo (matéria e espírito), na geração de um encarnante. A explosão selvagem dará lugar a sensações que hoje sequer imaginemos que possam existir. Terminam os sentimentos de culpa, frustrações, ausência de controle, pois deixa de apoiar-se na paixão. O amor trará limpidez para este novo formato.

Novas sensações ocorrerão na vida de todos os indivíduos, após a transição em curso, que irá caracterizar outras fontes de prazer, além da procriativa, ao serem compartilhadas no plano da alma. Extrairá sentimentos ainda desconhecidos pelo cidadão terreno.

 O atual sistema de procriação provem do reino animal e como somos, ainda, próximos deste reino, praticamos muito dos seus atos territorialistas, competitivos, egoístas com nossas proles, ao longo do tempo e das reencarnações. Não desenvolvemos estados evolutivos para que a procriação evoluísse para métodos mais elevados, mais satisfatórios e controlados, dando ao meio ambiente terreno o tempo necessário para sua recuperação.   

Nos tornamos quantitativos e não qualitativos, atraindo do espaço cósmico almas reencarnantes de baixo nível evolutivo, muitas guerreiras em suas origens, de variados níveis de consciência, tornando a Terra um lugar de encarnações sem outros critérios, além dos cármicos.

Hoje vivemos numa população totalmente alheia a “estados de espíritos” que pudessem organizar minimamente um local adequado para que a evolução espiritual e material pudesse ocorrer com mais conforto, tecnologia e bem-estar social.     

É interessante o texto citar a singularidade de que certos indivíduos evoluídos, atrelados a Tarefas essenciais ao planeta, possam gerar pais através de formas-pensamentos (dissolvessem no final das suas atividades), dado o baixo nível dos pais constituídos, fisicamente, que possam procriar este Tarefeiro.

Outro aspecto interessante será a participação dos pais e filhos, em conjunto, nas decisões das suas encarnações. O encarnante irá gerar parte da própria substância que abrigará aquela alma, baseado nas tarefas comunitárias que ele próprio escolheu para cumprir. A gestação não sendo uterina, mas digamos, paralela aos pais, irá abranger as auras envolvidas diretamente até o nascimento, que se dará pela materialização no plexo cósmico da mãe, ou seja, os átomos da nova criança passam a vibrar de forma distinta para que ela se materialize.

Este formato de procriar evitará o que hoje tem sido relativamente comum, onde o sexo e a paixão prevalecem sobre as decisões de ter ou não ter um filho. Tais decisões em cima do prazer sexual e da paixão podem gerar filhos ilegítimos, descompromissados com a linha do destino do casal. É fácil imaginar o porquê de tantas controversas entre pais e filhos, no contexto atual, decorrentes da falta de sintonia, afinidades, níveis evolutivos, paixões e tantos outros sentimentos desalinhados entre si.

Complicamos demais a necessidade de sobreviver, perdemos a harmonia, continuamos falando línguas diferentes, religiões distintas, classes sociais antagônicas, desejos egoístas, paixões desenfreadas, consequentemente o núcleo familiar vem se esfacelando.

No futuro a harmonia será plena, as afinidades e as tarefas ajustadas entre si, onde um ajudará o outro, reinando o equilíbrio familiar e consequentemente o equilíbrio social.

O planeta será respeitado e assim nutrirá a todos com abundância e fartura. A tecnologia se colocará a serviço da evolução da consciência e não somente do conforto físico. A harmonia será perfeita, não só entre os cidadãos da superficie, mas com todos os demais que para cá forem convidados a vir.