Transcende teus limites, pois já és esperado no Infinito.
Figueira.
Podemos dizer que estamos sendo aguardados para estágios de vida
muito acima dos padrões atuais.
Poucos acreditam nesta possibilidade e resolvem, assim, seguir o
caminho das pedras, das dificuldades, num ritmo muito lento, doloroso e
precário.
O panorama do momento resume-se num mar sem esperanças, onde tudo
parece se complicar, a vida tornando-se difícil, a mentira dominando a
comunicação e as civilizações em decadência.
Isto é absolutamente normal, foi profetizado e realiza-se conforme
anunciado.
Todo final de ciclo converge para uma espécie de retrocesso do que
já foi alcançado, conquistado e usufruído. Tornou-se velho, fragmentou-se e
será dissolvido. Das cinzas surgirá o novo, as novidades e um outro estilo de
vida que desconhecemos.
Este processo tem sido continuo e constante no planeta. Passamos
pela era dos dinossauros, pela era do gelo, pela vida nas cavernas e agora pela
falência da era moderna, ou seja, a história do planeta, da civilização humana
e dos demais reinos tem começo, meio e fim.
Hoje nos encontramos na fase final, no esgotamento dos recursos
naturais, na fragilidade dos relacionamentos, no colapso das instituições, desanimo e no
confronto com desafios cada vez maiores e mais complexos.
Um fim de ciclo é assim. O velho precisa terminar para o novo
nascer.
Isto é transcender limites.
Os limites atuais apoiam-se em raciocínios e deduções lógicas
baseadas no que já ocorreu, no que é passado e ultrapassado. A referencia foi a
personalidade e esta encobre os impulsos da alma.
É preciso transcender estes limites e para isto a mente precisa
ficar amplamente aberta, sem preconceitos, disposta a considerar o que pode ser
classificado como impossível.
O que existe não serve mais, esgotou-se por ter terminado seu
ciclo de vida.

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