quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Instintos, para que os quero?

Pensamento do dia, terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"O caminho da consciência é o caminho da fé e da entrega, o caminho do serviço desinteressado."
Trigueirinho

Pois bem, o caminho da consciência é bem diferente do caminho do raciocínio e da intelectualidade.
A consciência expressa o nosso lado mais elevado, o nosso lado melhor, nossa espiritualidade, nossa neutralidade em relação às ações que devemos deflagrar.
A consciência é contata, intuída, dirigida quando necessário, neutra e pode abarcar informações que alcançam a sabedoria universal.
De certa forma, podemos dividir nosso estado mental em 3 tópicos:
·         O instinto;
·         A consciência;
·         A super consciência.

Os instintos são os primórdios da consciência e aconteciam em nós quando pertencíamos ao reino animal. O instinto nos preservou e nos condicionou para proliferarmos a espécie.
A consciência deveria ser utilizada, quando em sua plenitude, sem os instintos. É o momento presente, a situação atual, a forma e as condições que deveríamos agir perante as várias situações da vida.
A superconsciência é a parte mais elevada que podemos manifestar, o vir a ser e nela podemos ter acesso à sabedoria universal.

Hoje somos instintivos conscientes, ou seja, nem uma coisa e nem outra, perdemos a identificação. Somos instintivos pois ainda lutamos para sobreviver e conscientes pois temos uma alma individualizada.
Misturamos instintos guerreiros, lutadores, predadores com consciência que de certa forma tenta nos colocar no mundo espiritual. Nesta miscelânea perdemos a real identificação e hora agimos como animais predadores, ora como seres humanos que deveríamos ser.
Uma das condições que manteve esta estrutura dentro de nós é o atual DNA que englobou a hereditariedade.
Nosso DNA ainda contém muitas estruturas instintivas do reino jurássico, por isso que agimos dentro das condicionantes jurássicas numa época que não tem nada mais a ver. Precisamos matar (em sua várias formas, não necessariamente na exclusão da vida), precisamos destruir, precisamos invadir, precisamos ter, ser e poder e fomos tão rigorosos com estas tendências que estas são as predominantes na maioria dos seres humanos. O sexo como o praticamos e como o fantasiamos, foi outra condicionante que nos levou a esta perda de controle do processo evolutivo que deveríamos ter percorrido.

Portanto, temos uma consciência deturpada e influenciada por instintos animalescos da fase jurássica da vida terrena. Vejam como estamos atrasados e defasados na fase atual da vida, pois ainda nos reportamos em nossa conduta, há coisas de milênios atrás.

A superconsciência tem sido reservada a uns poucos que se destacam por ações corretas, humanitárias, evolutivas, espirituais e que de tempos em tempos apareceram aqui na Terra, para tentar tirar o homem comum da imensa escuridão em que vive.
Na superconsciência o homem conduz, não só a si próprio como a todos os reinos da natureza. Não dependerá de fatores externos mas somente dos internos para sobreviver.
Como um dos exemplos podemos citar a figura do homem Jesus, cujas ações se davam em decorrência do seu acesso à sua superconsciência. Muitos outros seres em várias religiões e em vários momentos da Terra puderam deixar sua contribuição, através da sua conduta na superconsciência.

Pois bem, quando nos apoiamos na fé, em primeiro lugar, no Trabalho, na contribuição, no auto esquecimento, podemos dizer que nossa consciência apoia-se na nossa superconsciência e nesta etapa os instintos ali se mantem sem manifestações, mas simplesmente cuidando das funções primordiais da vida naquele corpo (mantem o coração batendo, os pulmões inflando, os rins filtrando, etc.), pois somente estas são as suas funções. E a mente apoia-se na consciência que detém insights da superconsciência. Desta forma, temos o mundo espiritual manifestando-se no mundo material.

Isto é possível, factível, todos podem alcançar, mas primeiro precisam abortar da vida instintiva e grosseira que vivem, onde a ganancia e o egoísmo tem sido preponderantes.

Enfim, como sempre, todos os recados que nos são colocados, assim o são, pois já alcançamos a possibilidade de realiza-los, de efetivá-los em nossa vida cotidiana, mas para isso precisaremos abrir mão dos instintos e da postura que estes nos levam a ter.


Hilton

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

É necessário muita lucidez para vivermos o presente.

Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

"Nada haverá de ficar como está."
Trigueirinho.

Pois bem, o recado é claríssimo.
Vejam que o recado é explicito e totalmente abrangente.
Nada é nada mesmo.

Vejam que o recado não se refere exclusivamente aos aspectos externos da vida, que sempre tomamos como referência.
Externamente o planeta fará uma reviravolta, onde o que é seco ficará submerso e parte do que é molhado ficará seco. Isto é bem abrangente e resume os aspectos da nova era, da nova Terra e da nova superfície terrestre.
Basicamente a Terra terá duas estações no ano, primavera e outono, suficientes para controlar o que for necessário para a continuidade da nova vida que se fará presente no mais novo planeta sagrado do nosso sistema solar. Portanto não só sua geografia mudará, mas o clima, a fauna, o ar (com mais éter), além do magnetismo mais intenso e que regulará as energias incidentes sobre esta nova superfície.

Nesta transformação várias espécies de animais, de vegetais irão desaparecer para darem espaço para outras espécies ainda desconhecidas entre nós. Alguns minerais ficarão no subsolo e não irão mais aflorar na superfície.
As mudanças serão intensas, inclusive na rotação do planeta, tornando-o mais fácil e menos pesado no conceito gravitacional.
A nova raça humana, oriunda da atual, será aquela que terá o devido merecimento e evoluído o suficiente para habitar um planeta sagrado, pois irá se submeter a novas regras de conduta, de vivencia, de sobrevivência e de acesso aos segredos universais.
Será uma raça contatada, provida de acessos e informações que chegaram ao seu conhecimento, oriundos de vários outros mundos sagrados. A Terra, finalmente sairá da sua quarentena e poderá ver e abraçar a imensa quantidade de vida que existem em todos os mundos.
Será uma raça cordial, sem agressividade, onde a recepção a outros habitantes de outras esferas não serão mais bombas e sim flores.
A Terra terá uma raça humana invadida por amor, inteligência, conhecimento, compaixão e compartilhará sabedoria e conquistas de outros mundos.
Enfim, o novo panorama será incrivelmente melhor e infinitamente mais agradável que o atual. Temer isto é incoerente.

Nosso cinema adora retratar a Terra como terra arrasada, nas suas cenas de transformação planetária. Isto é bem conveniente e adequado para o sistema egoísta e cruel que estamos vivendo, onde as forças negras precisam alimentar o tempo todo, nossos medos e nossa retração às informações reais e corretas que irão suceder no planeta.
Fazem isto pois não querem que desejemos a realidade do que virá!
Retratam a transformação da raça humana, como zumbis à procura de sangue. Hora, fazemos isto hoje, pois necessitamos de sangue (apelidado de proteína) matando animais, além de roubarmos o leite dos bezerros, dos cabritinhos e os ovos na reprodução das galinhas, entre outros, portanto, hoje somos os zumbis que o cinema retrata no “amanhã planetário”.

Muito bem, voltando para o “agora” o recado do pensamento aponta para as transformações internas que estão ocorrendo em todos os seres humanos.
Estamos INSATISFEITOS e isto é ótimo sob este ponto de vista, pois esta insatisfação é a locomotiva para que novos padrões possam nos acessar e se dermos o consentimento, eclodir e frutificar para que certas transformações mínimas e necessárias ocorram naqueles que se autoconvocaram para a nova era.
Seremos classificados e escolhidos e sabem por quem, pela nossa alma que irá definir se seremos ou não, os componentes da continuidade evolutiva da nossa raça.
Portanto, estamos num momento muito delicado, de decisões, onde temos de ter um forte poder de convencimento para que a nossa alma possa nos classificar como autoconvocados.
Vejam, que mais uma vez, somos, no conjunto corpo-alma que tomamos as decisões sobre o caminho que iremos percorrer.
Deus nos dá a plena e absoluta liberdade, mas com responsabilidade, pois através dos nossos corpos (material – espiritual), um com menos, outro com mais lucidez espiritual, podemos crescer mudando de fase ou estacionar na fase que estamos.
Por isso que falamos tanto em equilíbrio, onde insistentemente, precisamos avançar não somente na vida material, mas na espiritual também, para termos uma visão clara e absoluta das oportunidades que o Pai oferece.

Aliás é bom sabermos que os planos de cada um na vida material, mais arrojados e considerados menos oportunos, segundo os critérios da nossa alma, irão literalmente “dar água”, “não darão certo” e “não irão acontecer”. Isto é importante, pois senão corremos o risco de continuarmos na “doce” (mas amarguíssima) ilusão de que ainda temos futuro no plano da vida material terrena, nas condições que esta se encontra. Estas decepções podem fazer a diferença entre continuarmos focados na vida material ou termos a oportunidade de nos voltarmos para a vida espiritual e a devida lucidez para os tempos das transformações.
Isto pode ser duro por um lado, mas analisado sob a ótica das mudanças, é mais uma benção divina, pois para Estes que nos protegem somos considerados seres eternos e evolutivos.

Muita gente não liga para isto. Estão tão preocupados com suas tranqueiras que se desgastam e acabam tão rapidamente, que distraídos, não se voltam para o outro lado da vida, a espiritual, perdendo a lucidez do tempo e do espaço no continuísmo da vida como um todo.

Portanto, devemos prestar muita atenção a estes recados.
Refletir bastante e decidir se devemos ou não atuar fortemente e presentemente junto à nossa alma, para que esta delibere no nosso conjunto corpo-alma, como sendo indivíduos autoconvocados nesta nova oportunidade divina.
Excepcionalmente, estamos sendo agraciados (na graça divina, por Deus) com seu Filho, com Maria e tantas “Outros e Outras” que vem Trabalhando arduamente para que possamos compreender o importante momento que estamos vivendo.
Estamos sendo exaustivamente acompanhados nestes tempos de profundas mudanças para que possamos ter, no livre arbítrio, a devida lucidez para tais decisões.

Nossa imensa GRATIDÃO a estes “Outros e Outras” que tem amorosamente nos assistidos e orientados.

Hilton


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ser impassível. Uma meta a ser alcançada.

Pensamento do dia, domingo, 15 de fevereiro de 2015

"É somente através do desapego que a impassibilidade, qualidade sublime, poderá emergir e impregnar cada plano."
Trigueirinho.

Pois bem, a impassibilidade é uma posição neutra, sem tendências nem para um lado, nem para o outro.
Esta postura nos deixa muito confortáveis para recebermos as informações e processa-las sem pender para as cargas emocionais que dominam nossa vida.
Na realidade o cidadão comum é ultra tendencioso e aceita somente as informações que de certa forma, já foram processadas pela sua personalidade em tempos anteriores, por isso que fica tão ligado ao passado e uma série infindáveis de preconceitos, rejeitando quase tudo que não fez parte das vivencias nas vidas anteriores.

É rígido nesta postura e com isto acaba rejeitando seu próprio processo evolutivo, ficando na maioria das vezes vivendo a roda das reencarnações com as mesmas coisas de sempre, confundindo estados emocionais fragilizados com amor.
Deixa o tempo passar, não aceita mudanças, torna-se retrogrado e assume infinitas desculpas para postergar aquilo que já vem borbulhando em seu coração.
São a maioria das pessoas e acabam ficando estagnadas, paradas, inertes, vendo a vida passar e as coisas não mudarem.
A maioria culpa os outros, a sociedade, a política, o sistema, a família, seus relacionamentos e não percebe que os erros estão em si próprio, em cima das vidas passadas e ultrapassadas que continua alimentando o seu coração, a sua mente, definindo uma personalidade doentia e medrosa.

Somos ultraconservadores nestes aspectos e vivemos em função das únicas e exclusivas necessidades para si próprio ou quanto muito e com muito esforço para o âmbito familiar ou da "comunidade", do partido político, do time de futebol, da religião especifica, do mundinho aristocrático ou favelado que habitamos. O egoísmo é intenso, mesmo que mascarado por pseudas ações humanitárias e de doação, do tipo "desencargo de consciência", que evolutivamente não representam nada.

Não percebem o momento presente, pois vivem do passado, do saudosismo, dos bons tempos, daquilo que pode ter sido bom e útil para uma época, mas agora não representa absolutamente nada.
Tais pessoas não percebe a necessidade do continuísmo na evolução e não na estagnação, dos movimentos temporais, das mudanças que ocorrem independente da nossa vontade, do novo, do vir a ser, da evolução em todos os universos, dimensões, tempos, mundos e estruturas espirituais.
De certa forma vivem como se fossem verdadeiros museus ambulantes, perambulando com forças ultrapassadas, retrogradas, cujo potencial se esvaiu a muito tempo.
Estes retém e são retidos. Não somam nada para a humanidade e desalinham o pouco que tenta se alinhar.
Pensam em si próprio. Possuem um egoísmo enérgico e rígido, disfarçado de saudosistas e conservadores.

É preciso ater-se ao importante recado deste pensamento.
O desapego é básico. Não só de objetos, posições, posturas, cargos, mas de pessoas, de relacionamentos, de manias, de ORGULHOS.
Quando você se desapega, você torna-se acessível, cordato, não destrói mas procura construir, respeita, não se desalinha, não se desequilibra, pois compreende melhor, aceita e aguarda a solução dos problemas, pois inevitavelmente estas soluções viram.  
Torna-se um indivíduo de fé, pois sabe que as mudanças são frutos do conhecimento e não da ignorância. Portanto, saberá aguardar e ajudar na instrução, pois esta é uma forma sadia de amar alguém.

Tornar-nos-emos assim, impassíveis, não indiferentes, mas respeitosos das dificuldades dos outros e oportunamente seremos intuídos para ajudarmos.

Hilton



O "peregrino" não vê necessidade de nenhuma contrapartida, pois este sabe que o Universo o proverá sempre das suas reais necessidades.

Pensamento do dia, terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

"Cultivai o que de melhor houver em vós."
Trigueirinho.

Pois bem, eis algo que temos nos esquecido de fazer.
Ficamos tanto tempo tensos e em guarda, que esquecemos que temos coisas muito boas dentro de nós.
No geral, estas exposições positivas que poderíamos demonstrar não acontecem, pois podem para alguns demonstrar fraqueza.

Estamos tão acostumados a inibir nossos mais puros e elevados sentimentos que estes acabam ficando adormecidos e esquecidos, em algum canto da mente e não são utilizados.
No entanto, é disto que a humanidade mais necessita, da pureza de intenções, da troca de sentimentos puros, honestos e elevados, da verdade, da boa intenção, da entrega, do contato real e verdadeiro, da forma honesta de se comunicar, mesmo que certas imperfeições não possam ser separadas a boa intenção supera e pode acolher certas deficiências de quem as tem.
Este passo poderia superar milhares de problemas que enfrentamos, além de promover a verdadeira desburocratização do sistema arcaico e corrompido que vivemos.

Coletivamente não há mais esperanças. As sociedades estão completamente consolidadas na ausência da verdade e da intensa burocracia, onde nivela-se o cidadão sempre na pior hipótese, pois é exatamente assim que ela tem agido com todos.

No entanto, individualmente, podemos agir assim. Podemos expressar o que de melhor existe em mim e veremos que haverá contrapartidas muito positivas.
O termo cultivar significa cuidar, crescer, florescer, elevar, ou seja aspectos positivos tendem a ser melhores e mais positivos se os colocamos em uso no dia a dia.
Quando algo positivo e elevado é compartilhado, imediatamente uma sensação de paz, alegria e de satisfação acontece, proveniente do seu coração para todo o seu ser.
Quanto menos contrapartidas necessitarmos, melhores serão estas agradáveis sensações.

O "peregrino" não vê necessidade de nenhuma contrapartida, pois este sabe que o Universo o proverá sempre das suas reais necessidades.
Precisamos ter esta tendência, de ceder o que de melhor provem do nosso coração, pois o universo se incumbirá de suprir o que foi cedido e o mais interessante é que, o que virá será sempre mais elevado e mais sutil do que foi cedido, portanto temos nesta postura uma reposição incrivelmente mais rica e mais completa do que foi cedido.

O conceito de irmandade nos traz inúmeros atributos e esta sucessão de ajudas acontece de forma continua e permanentemente constante. O irmão maior, mais culto, mais elevado, mais evoluído cedendo ao irmão menor, numa fase mais inicial do seu aprendizado.
Na realidade o que tem nos impedidos de receber sempre é o fato de que não queremos ceder quase nada.
Estamos tão convencidos (iludidos) de que temos alguma coisa (propriedades, veículos, objetos, riquezas, vida, etc.) que "lotamos" nossas possibilidades de armazenamento, deixando empoeirado o que foi útil mas tornou-se inútil.
A reposição vem sempre na sucessão de "espaços vazios".

Vivemos na terra dos segredos, sejam eles comerciais, medicinais, tecnológicos, culturais, onde o mais evoluído (materialmente) não cede ao menos evoluído (materialmente) explorando estas "riquezas" como se fossem suas e não do planeta, criando uma vida irregular, descontinua e absurdamente sofrível.

Reveja sua posição em relação a isto.
Creio que muitos de nós tem feito isto dentro de casa, na convivência familiar, inclusive.
Se desapegue.
Não tenha medo de ceder.
Contribua sempre que for possível.
Separe sempre o que julgar mais importante a fazer do menos importante.
Pense coletivamente.
Seja abrangente e estenda suas qualidades a todos.
Não classifique ninguém e acolha sempre for possível.

Sua vida poderá sofrer grandes transformações positivas, muitas vezes através de um simples reposicionamento de sua parte.

Hilton


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Uma nova consciência.

Pensamento

"A entrega ensina à consciência que o mais importante é servir."
Trigueirinho

A entrega em si é uma postura essencialmente altruísta, onde os interesses e a contrapartida não são considerados como normalmente costumamos exigir nas ações da nossa vida cotidiana.

Isto cria uma disciplina na personalidade, na mente e na consciência do indivíduo que o projeta para níveis muito mais elevados do que podemos alcançar pelas vias normais da vida que temos levado.
Só se evolui pelo serviço, consequentemente pela entrega e finalmente pelo contato com os Planos Maiores.

Nossa consciência tem se limitado aos pensamentos que geramos pelas atividades eminentemente materiais. Sendo assim a competitividade, a disputa, a conquista, o assédio, a destruição são os parâmetros que temos adotado para viver. Poucos são aqueles que adotam ações humanitárias e verdadeiras no ato de servir ao outro.
Desta forma, não estamos acostumados a compartilhar, a entregar, a doar, a servir. Tudo tem um preço. Não necessariamente financeiro, mas tem um preço que estipulamos porque também somos cobrados.

Esta forma de se viver é completamente ultrapassada, arcaica e deveria ter se encerrado há séculos atrás.
Não foi, continua presente, atuante e cada vez mais se exige mais para se ter menos.
Obvio que o modelo financeiro atual está corrompido, torto, rasgado, deturpado e acentua a corrupção, pois não consegue satisfazer ninguém.
Quem tem muito, pouco ou muito pouco está insatisfeito e jamais irá se satisfazer, pois este sistema já deveria ter desaparecido da nossa forma de viver há tempos.

O sistema atual é completamente falido, não tem conserto e por uma questão de tempo, aliás muito pouco, entrará em colapso total, sem nenhuma chance de recuperação.
Como sempre, aprenderemos as lições forma mais dolorosa.
Desta forma, o ser humano, irá viver outra fase surpreendentemente cruel, aos seus olhos, pois a falência financeira global já aconteceu nos planos sutis e está agora se materializando.
Se você estiver completamente preso e amarrado ao nível de consciência do plano atual, a dor será grande, no entanto, se você  permite que sua consciência acesse planos mais elevados, verá que o destino segue o curso traçado e definido.

Será na entrega que iremos descobrir uma nova consciência e esta estará acima dos desejos egoístas que temos hoje.
Na entrega descobriremos apoios que sequer imaginávamos que existissem e talvez estes apoios possam se transformar nos pilares de sustentação na fase crítica planetária.
Hilton





terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Ambiente.

Pensamento do dia, terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

"Um ambiente de silêncio, harmonia, pureza e equilíbrio é especialmente importante."
Trigueirinho.

Pois bem, na busca pela evolução, pelo conhecimento, pelo progresso, tanto interno como externo, teremos sempre de harmonizar o ambiente que nos encontramos.
Tenho visto pessoas muito bem intencionadas, dispostas a seguirem seu caminho de luz, sem se ater às condições externas de seus ambientes.
Eles são tão importantes quanto os internos, pois na harmonia e no equilíbrio de ambos os ambientes, interno e externo, poderemos entrar na sintonia que pretendemos alcançar.

O luxo ou a simplicidade do ambiente não traz nenhuma alteração, mas sua organização é imprescindível.
Como somos pessoas materialistas, quando nos organizamos e criamos a devida harmonia externa, de certa forma estaremos também organizando a harmonia interna. A soma das duas, aliada a um estado emocional tranquilo, gera o devido equilíbrio para o contato.

Em certos locais, onde pessoas bem intencionadas ali se encontram, mas o ambiente encontra-se desorganizado, poluído, confuso, as energias circulam desordenadamente também, fazendo com que aproveitemos parcialmente o que está sendo divinamente enviado. O ambiente externo interage com o ambiente interno do ser e pode ajudar ou atrapalhar os caminhos que deveriam estar com ordem, organização e sadios.
A simplicidade ou a riqueza do ambiente não o qualifica, mas a ordem e a organização fazem a grande diferença.

Outro aspecto importante que tenho observado é a forma com que as pessoas se manifestam.

Por exemplo, em nossas reuniões de terças, vemos o seguinte:
1.      Flores: são compradas muito provavelmente na data ou no momento em questão. Deveriam estar no ambiente em que elas voltarão para suprirem as reais necessidades do que precisa ser alterado e harmonizado. Portanto, compra-las, colhe-las, um ou dois dias antes seria o ideal.
2.      Flores: deveriam vir com o tamanho e a forma adequada para não encobrirem a imagem de Maria que homenageamos, pois as flores são oferendas e não o foco principal.
3.      Flores: deveriam vir sem a intenção de serem objetos de enfeites pelo seu porte ou beleza, mas como seres que também serão homenageados, pois naquele momento representam o reino vegetal.
4.      Harmonia: todos deveriam estar harmonizados, portanto, momentos antes da reunião é preciso evitar certas conversas que possam gerar algum sentimento negativo. A alegria em certo tom de equilíbrio é essencial.
5.      Harmonia: Havendo alguém com desarmonia, identifique-se se achar conveniente, e peça aos demais que o ajude a restabelecer a harmonia. Não há necessidade de identificar o(s) problema(s) que o tenham levado a isto, mas ajuda-lo a harmonizar-se pode ser feito com o empenho de todos.
6.      Tristeza: não condiz com o ambiente da reunião, portanto é necessário certo esforço pessoal para que as ajudas que ali irão circular possa encontrar a abertura para este maravilhoso processo de transformação.
7.      Posicionamento: atente para seu posicionamento na roda criada. Veja se condiz com a postura que você sente que seria a ideal. A postura ideal é aquela que você se sinta bem sem prejuízo dos demais.
8.      Silencio: o silencio externo é muito bom, mas o interno exige a mesma postura. Esqueça os problemas, as dificuldades, os compromissos. Neste momento isto não faz parte de você. Esta postura poderá te dar o equilíbrio necessário para no dia seguinte, novas ideias e novos impulsos possam ser a solução das dificuldades, dos compromissos ou a forma de conduzi-los melhor.
9.      Participação: participar é essencial. Quando colocamos as dúvidas, a dificuldade de entender certa questão, certo conceito, nos abrimos para acelerar esta compreensão. Manter-se calado, alheio, por vergonha o medo de ser classificado gera uma omissão que pode persistir por muito tempo, impedindo-o de ganhar alguns passos em muitos conhecimentos.
10. Participação: um ensinamento novo sempre dependerá de um anterior, portanto, quando temos algo incompreendido, podemos estancar no anterior e ali permanecer perdendo um tempo precioso demais para uma vida. A reunião é uma joia raríssima neste aspecto pois nos dá esta oportunidade, na presença de Instrutores que estão a anos luz de conhecimento em relação a nós.
11. Oferendas: temos a necessidade de exercer de forma material a gratidão. Isto é salutar e positivo pois temos uma contraparte material muito atuante e muito presente. Ninguém deve se inibir se sentir esta necessidade, portanto, caso queira, será oportuno que algo seja feito e ofertado a todos.
12. Oferendas: não mandar fazer, mas faça. Se necessário comprar, compre e prepare de alguma forma o que será oferecido. Isto pode ser o start de sentimentos de gratidão que estejam faltando na tua relação com a vida. Este desabrochar tem sido fundamental e tem sido incentivado desde os primórdios do início da civilização. A oferenda corretamente exercida e praticada, desperta a relação com a compaixão, com o amor ao próximo, com a fé, com as boas intenções, com a doação, com a entrega, enfim pode ter vários significados importantíssimos.
13. Ceder: a reunião é uma simbiose de amor, ou seja, devemos trocar amor, fé, amizade, compaixão, luz, inteligência, conhecimentos, experiências, enfim cada um deve ceder ao outro o que tem de melhor.
14. Ceder: ceder é também receber, pois aquilo que cedemos libera o espaço para receber, portanto, ceder acaba sendo uma troca positiva de diversas energias que podem fazer a grande diferença que falta para nos tornarmos os seres completos que somos.
Nossa reunião sempre foi atuante no plano astral, onde pessoas desencarnadas e preparadas para os temas abordados, comparecem e assistem. Na saída manifestam a gratidão e deixam no ambiente ondas de luz coloridas que nos envolve e harmonizam nossa aura. Em temas específicos onde a reunião passa a ser transmitida para muitas pessoas desencarnadas, se estivermos cientes da nossa importância e daquilo que estamos representando para todas elas, podemos dar nossa imensa colaboração, aliada aos grandes impulsos dos Instrutores que ali comparecem. Isto é compaixão.

Portanto, vamos nos atentar para isto e fazer destas informações regras de conduta para cada vez mais nos entrosarmos com aquilo que é necessário.

Hilton   






terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Intuição, aspiração e fé. Sua interelação.

Pensamento do dia, terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

"Na entrega e na aspiração está a Luz do equilíbrio, e somente na retidão da lei pode-se prosseguir com segurança."
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que a entrega antecede a aspiração.
A aspiração é um pouco diferente da intuição.
A aspiração é um insight, digamos, de aprimoramento sobre aquilo que se conhece, ou sobre aquilo que necessitamos compreender melhor.
Supondo que você receba uma informação e esta informação lhe tocou, mexeu com você. Neste momento seu coração ao receber a energia desta informação, sente-se atraído e o incentivará para que sua mente interprete corretamente a informação recebida. Outro impulso energético é gerado do coração para a mente.
A mente, não sendo dominada pela personalidade, desperta para interpretar a informação.
Na necessidade de certos requisitos que a mente não dispõem pode vir a aspiração.
Desta forma a aspiração, outro impulso energético, completa estes requisitos que a mente não possui, para que esta informação possa ser corretamente interpretada. O coração aguarda e no momento que se completa a devida compreensão pela mente, este assimila e espalha para o corpo físico e os demais corpos sutis, aquilo que foi conquistado.
Na necessidade de complementos do que já se conhece, isto acontece da mesma forma.

A aspiração normalmente vem dos nossos Mestres e Instrutores espirituais, cuja vivencia e conhecimento são amplos e podem nos ajudar.
Todo o desenvolvimento tecnológico, cientifico, médico, técnico, astronômico e físico, que conhecemos e aperfeiçoamos, foram provenientes de pessoas inspiradas na aspiração de informações que estes estavam se dedicando.
Por isso que o descobrimento da penicilina, do avião, da luz elétrica, de certa forma, pode ter tido vários autores, pois vários estudiosos nestes campos receberam a "mesma aspiração" dos Mestres incumbidos de aprimorar nossa vida material. Obviamente, o mais inspirado, o mais dedicado e o mais inteligente, acaba resolvendo as questões pendentes de tais descobertas, mas sucessivamente podemos ter vários colaboradores e descobridores da mesma invenção.

No plano espiritual, a coisa muda, pois aí depende do nível evolutivo daquela pessoa, onde são levadas em conta, as vivencias anteriores, as experiências anteriores, a origem, a procedência(de que mundo é proveniente), enfim há uma série de fatores que são independentes entre nós. Por isso que temos pessoas que se destacam no uso da fé, da tolerância, do amor, da entrega, da religiosidade, pois estes tiveram vivencias anteriores mais organizadas e metódicas no exercício destes impulsos e sentimentos.  
Por isso que somos incentivados a adotar certas posturas destes homens e mulheres que se destacaram na vida religiosa/espiritual.
Quando pegamos o exemplo de Jesus, podemos ver, admirar e seguir um homem cístico completo e perfeito para os padrões da Terra.

Tanto a aspiração como a intuição acontece no indivíduo desprendido das coisas materiais, onde limita-se a viver e usufruir daquilo que a vida o proveu, seja muito ou seja muito pouco, com dignidade e no bom uso do que lhe foi entregue, segundo seu destino. Podemos dizer que a riqueza e a pobreza são provas semelhantes que cada um de nós alterna constantemente nas vidas do plano material.

As Leis temos de conhece-las e aplica-las em nossa vida material e espiritual. Falo das Leis divinas, das Leis universais e para isto a Busca contínua e incessante é primordial.
Podemos ser inspirados a conhecer uma Lei e podemos receber a aspiração para compreende-la no limite da nossa capacidade.
No uso deste conhecimento sobre a Lei, seremos intuídos a aplica-la aonde for necessário para ajudar quem necessita.
Como um "berço" ideal para tudo isto, está a fé, a energia primordial da vida espiritual.

Pareceu complicado?
Não, é simples, mas caso ainda se sinta confuso, use e abuse da energia da fé, que seu próprio coração o conduzirá com suavidade, com leveza, na pureza das intenções e na vitória das conquistas espirituais, bem como no alinhamento correto da vida material.

Hilton

Obs.: Para a redação deste texto, primeiramente foi intuído a realiza-lo.
Recebi o impulso intuído durante a noite e dei vazão, pela minha vontade no meu livre arbítrio, ao escrevê-lo.
Pela manhã, ao acordar, fui inspirado a promover o texto em questão.
Durante sua redação recebi por diversas vezes a aspiração dos nossos Instrutores para conclui-lo da melhor forma possível.
Nestes momentos concentrei toda a minha na realização do texto em questão.
Em 20 min, tudo ficou pronto. Senti-me em paz e com uma sensação de dever cumprido.

Obs.: Vocês ao lerem este texto, inicialmente o façam desprovidos das críticas que normalmente usamos. Leiam desprovidos das defesas e da retração que a vida cotidiana e competitiva que levamos, nos imputa a fazer.
Leiam vagarosamente e por mais de uma vez.
Atentem para as palavras ou os parágrafos que mais lhes tocam. Façam nestas palavras e nestes parágrafos, pausas mais demoradas para absorverem a forte energia ali contida, pois com certeza estas serão transformadoras.
Procurem ler sozinhos e em locais que não serão perturbados.
Reflitam sobre o texto, ou certas palavras, ou certos parágrafos para incorporarem seus impulsos.
Ao deitar, de olhos fechados, relembrem o texto e verão que certos trechos se destacam. Neste momento você está ordenando para que teu ser, em especial tua alma desenvolva os impulsos, que pra você foram mais relevantes no texto em questão. Durante a noite isto será arduamente trabalhado e incorporado na tua mente e no teu corpo espiritual. Nestes momentos sublimes os teus “mestres ascencionados” estarão ao teu lado ajudando-o neste processo de compreensão.
Ao acordar você será uma “outra pessoa”.
Nesta sucessão está a sua ascensão e na pratica do que foi aprendido a tua evolução.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Pensamento do dia, domingo, 1 de fevereiro de 2015

"A cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento."
Trigueirinho.

Pois bem, o conhecimento, fruto essencial da nossa evolução, acontece sempre quando estamos prontos.
Evoluir é ganhar conhecimento.
Quando estamos inseguros, com dúvidas, com medo, estamos na eminencia de ganharmos conhecimento.
A insegurança, os medos, as dúvidas são os sintomas de que algo maior, mais conciso, mas importante, está prestes a aflorar em nossa vida e que nos envolverá. Se me encontro próximo de um novo nível de consciência significa que estou às portas do desconhecido, pois é algo novo e com certeza desconhecido para mim.
No entanto, a falta de fé acentua exageradamente estes sintomas. Isto acontece pelo fato de que estou tão acostumado a reter, a guardar, a ter e a ser, que qualquer perda para mim é uma perda inaceitável.
Ora, tenho de perder o conhecido e utilizado para ganhar o desconhecido, o novo, aquilo que ainda não tive acesso.

Muitos param nesta "porta" e não ingressam. Estancam, ficam paralisados, o medo exalta e a personalidade assume o comando. Pronto, você parou e parou às portas do seu novo nível de consciência, de novos conhecimentos, de novo grau de libertação.
Assim tem sido ao longo da história da humanidade, onde temos recuado quase sempre em relação aos conhecimentos da alma, do espirito, sob o ineficaz comando da personalidade. No entanto, sem o novo conhecimento, continuamos a viver incorretamente.

Exemplo, hoje poluímos nossa atmosfera e nossas águas com extrema eficiência, produzindo todos os tipos de venenos possíveis, não só para nós como para os demais reinos. Tivemos acesso a energia nuclear e não podemos usá-la, pois desconhecemos seus métodos de controle e domínio. Isto acontece porque progredimos na matéria, mas não progredimos na consciência.
Para utilizarmos corretamente o que a matéria hoje nos proporciona, teríamos de ter conhecimento num nível que não alcançamos, porque recuamos às portas de conquista-los, com o distanciamento da nossa contraparte espiritual.
Desta forma, usamos de forma errada o avanço tecnológico conquistado e seu uso inadequado nos tem trazido consequências horríveis que afetam totalmente nossa sobrevivência e a dos reinos.

Temos sido assim ao longo dos tempos. Nos distanciamos tanto das metas espirituais, do conhecimento sobre a vida e a Vida, que estamos perdidos, confusos, medrosos e completamente inseguros.
Temos feito as coisas quase que automaticamente, sem domínio, sem pensar, sem refletir, sem ponderar se o que fazemos é certo ou errado. 

Outro exemplo interessante são aquelas pessoas que acabam deflagrando uma rígida disciplina alimentar (vegetariana, macrobiótica, etc.) de postura, de conduta, todas zen, arrumadinhas e decididas na prática de yoga, meditação e outros exercícios, mas retém-se e acabam parando nos níveis materiais da vida, ou especificamente do corpo e da mente.
Ora, continuam fazendo a metade. Fazem a contraparte material e não buscam a espiritual.
Não resolvem o que deveriam resolver. No íntimo continuam iludindo-se com atitudes e comportamentos paliativos.
Desencarnam e continuam frustrados.

O pensamento cita: “cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento”. Em que etapa estamos?
Talvez a gente não tenha mais como identificar, mas com certeza está muito aquém da etapa que deveríamos estar, pelo simples fato de estarmos vivendo em desarmonia com a vida e com os reinos.

Possibilidades de compatibilizarmos integralmente a matéria com o espirito, na etapa atual da vida é impossível. Este problemão agora é de Deus. Não temos mais como vencermos estas imensas diferenças.
Mas, nos resta aderir, nos engajarmos neste gigantesco processo de recuperação da vida completa (alinhamento da vida material com a espiritual).
O que teremos de passar tornou-se inevitável, mas poderemos passar nos mesmo moldes que temos vivido, ou seja, lutando contra, ou aderindo a estas incríveis mudanças que vão ocorrer.

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Fiquem atentos!
Hilton


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Pensamento do dia, sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"Se quisermos conhecer a estabilidade da alma, que abracemos o silêncio e a humildade."
Frei Luciano.

Pois bem, podemos dizer que não conhecemos a estabilidade.
Somos pessoas muito instáveis, pois mudamos de humor em segundos e dezenas de vezes durante o dia. Somente pelo fato de nos “aborrecermos”, prova nossa instabilidade.
A maioria das pessoas são contidas, ou administram de forma razoável suas “instabilidades” diárias.
Se imaginássemos um pêndulo exatamente no centro do nosso corpo, ou seja dividindo o rosto e o resto em duas partes iguais, que podemos chamar de meridianos, este pêndulo oscilaria loucamente o dia inteiro. Ora para o lado esquerdo, ora para a direito.
Se definíssemos que o lado direito seria para aspectos positivos e o lado esquerdo para aspectos negativos, esta oscilação definira bem o nosso mau humor ou o nosso bom humor em cada momento.
Vivemos nesta constante oscilação durante o dia e durante a noite, pois nossos sonhos também não são tranquilos.
A definição de uma pessoa equilibrada é quando este pêndulo se encontra exatamente no alinhamento dois meridianos, estabilizado, parado ou com pequenas oscilações.
Na realidade, temos nossos momentos de equilíbrio, mas são mínimos.
No equilíbrio, somos intuídos, somos incentivados pelo nosso anjo da guarda, pelos nossos Instrutores, nossa alma se comunica e nesta condição sempre tomamos as melhores decisões.
Portanto, vejam que são poucas e raras as decisões acertadas que tomamos.
Uma decisão acertada não gera carma e não implica em envolvimentos com ninguém.
O respeito, a compreensão e a lucidez atinge o máximo que podemos alcançar.
No geral temos tomado as decisões quando nosso pêndulo está oscilando disparadamente. Muitas vezes nos extremos, onde com certeza as decisões poderão ter fortes implicações carmáticas, além do que, com certeza, induziremos outros a erros ou graves erros.

Esta oscilação continua do pendulo do equilíbrio, desgasta, envelhece e corrói nosso metabolismo físico, acionando os alertas do corpo (dor e sofrimento).
Nossas doenças são provenientes do desequilíbrio, das oscilações ininterruptas deste pêndulo, que ao acionar continuamente as defesas do organismo, estas se esgotam e ficamos à mercê de vírus, bactérias e desgastes enormes dos órgãos que regulam nossa vida física.
Todas as doenças tem fundo emocional, desta forma quem tem procurado viver o máximo possível, dentro do equilíbrio ou das poucas oscilações, normalmente é sadio.
O carma em aberto aparece de outra forma, através de barreiras a serem superadas, mas mantem o corpo e a mente sadios.
No geral as pessoas são desequilibradas e doentes. Administram seus desequilíbrios e suas doenças, mas com o passar dos anos, podem entrar em colapso. Um AVC, um enfarto, uma anemia, a falência de órgãos, doenças pulmonares, coluna, etc., tudo isto é proveniente dos nossos desequilíbrios  que acentuaram as condicionantes cármicas para serem sanadas junto com a dor e o sofrimento.

Um câncer se manifesta em condições de absoluto desequilíbrio, ou seja, quando o desequilíbrio atingiu certa irreversibilidade e os controles foram perdidos.
Digamos que o extremo aconteceu. Não podemos generalizar, mas a maioria dos casos, certas pendencias cármicas poderiam ser resolvidas sem o câncer.
Pessoas também se curam do câncer. Neste caso, o equilíbrio voltou e demais compensações ocorreram, onde a alma se convenceu de que aquele corpo poderia seguir seu curso sem esta doença.
Neste caso a recuperação do equilíbrio foi fortalecida por uma sequência de atitudes coerentes e dignas da Busca continua e constante, acentuada pela fé do indivíduo.
No geral, desconsideramos estes parâmetros, pois nos julgamos sempre equilibrados. Nosso orgulho e prepotência não permite que nos curemos, na busca pelo equilíbrio.
O equilíbrio não é um simples exercício, mas um aprimoramento da sua consciência, da sua forma de viver, da sua espiritualidade, da tua fé, da tua entrega e da realização das Tarefas que lhes chega às mãos.
Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Hoje é comum pessoas fazerem exercícios, inúmeras dietas (da maça, da berinjela, da abobrinha, do não sei o que), mas isto é irrelevante se o todo o conjunto não foi trabalhado.
Fazer yoga, ficar zen, acupuntura, massagens, cremes, cremes e mais cremes, pilates, isolamento, trocentos chás de trocentas ervas e mais uma infinidade de coisas, objetos, enfeites, defumadores e coisas do gênero, simplesmente não funcionam isoladamente.
Aliás, estes paliativos (ilusórios, se isoladamente) podem ser úteis se a Busca pelo equilíbrio levar em consideração todos os aspectos citados, senão, muito dinheiro e muita perda de tempo acontece.  

A fé e a oração, dão um “show de bola” em todos estes paliativos. Na oração que pode ser, com ou sem estes paliativos, estes podem se tornar apoios que podem nos ajudar na concentração necessária, mas teoricamente não precisamos de nada disto, pois somos completos e únicos por natureza.

Caros amigos, não tenham dúvidas que passaremos momentos em que tudo faltará e neste momento alguns irão redescobrir o imenso potencial que tem e a enorme capacidade que Deus colocou no momento em que fomos criados.
Acredito que não precisaríamos a chegar nestes extremos, mas parece que outras formas de comunicações empregadas teve efeito nulo.

Enfim, atentem para esta questão do equilíbrio, da calma, da persistência, da não interferência desnecessária. Usem e abusem da oração, da reflexão, da entrega.
Fiquem disponíveis, pois para cada Tarefa realizada com sucesso, damos passos gigantes em nossa evolução.
Aceitem estas ajudas sutis. Comuniquem-se. Sejam contatados e deem vazão às suas intuições. Isto é inerente ao nosso ser, todos tem.

Fiquem atentos!
Hilton


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Enquanto não resolvermos este problema, a vida não tem solução.

Pensamento do dia, quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"Ao persistirmos na fé, seremos ajudados a encontrar o verdadeiro sentido na vida."
Frei Luciano.

Pois bem, a fé é uma força que provem da nossa parte mais elevada, mais sutil e mais verdadeira.
Não há barreiras intransponíveis para o poder de um ato de fé.

Então porque achamos que ela não funciona ou não funciona quando queremos, ou quando achamos que precisamos dela?
Infelizmente não temos ainda o devido discernimento para usa-la no seu potencial e de forma adequada.
No geral, utilizamos a fé para conquistas eminentemente materiais, ou seja, para conquistas amorosas, profissionais, pessoais, etc., sendo que na maioria das vezes leva-se em conta uma visão muito distorcida e muito explicita no egoísmo do ser, do ter e do poder.
Digamos que se pudéssemos mensurar a fé, numa escala de 0 a 1000, nestes aspectos que temos procurado utiliza-la, não passaria de 0,5, então vejam o potencial que deixamos de utilizar.
Este limite tem sido imposto pela alma e pela mônada, pois no geral comprometeríamos ainda mais nossas já imensas condicionantes cármicas, se utilizássemos esta força tão poderosa sem a devida integridade física e espiritual.

É comum apelarmos para a fé na cura de uma doença ou de um incomodo no corpo físico. Isto é licito e verdadeiro, mas a fé leva em conta a possibilidade daquela doença ou incomodo estar anulando um carma em aberto, então seu poder de interferência passa a ser relativo e equilibrado.
Compreendemos isto? A maioria não e ainda acha que sofre injustamente.
Este poder relativo torna-se fundamental, na medida em que neste exercício de fé for alargando nossa mente para compreendermos o porquê e para que esta doença ou este incomodo deve acontecer. Ora, este passo é fundamental para que o tempo da doença possa ser abreviado ou cesse, assim como o incomodo diminua ou passe, ou simplesmente, a desencarnação aconteça.

No exercício da fé, mesmo que seja no grau de 0,5 (segundo nossa escala-exemplo), expandimos a consciência, a inteligência e o poder de compreensão.
Vejam, a doença ou o incomodo existem para fazermos exatamente esta expansão de consciência, então na fé podemos evitar estes sinais de alerta (dor e sofrimento) e fazermos esta expansão de forma tranquila, ponderada e crescente.
Quanto a sociedade, o poder público, as nações economizariam e poderiam tornar nossa vida mais confortável se vivêssemos na fé?
Mas temos vivido exatamente na falta de fé, onde quase tudo se transforma em entraves, dificuldades, doenças, barreiras, pois na medida que vamos vivendo fora das Leis e fora das nossas metas evolutivas, estas barreiras vão aumentando.
Desta forma, podemos assim mensurar o nosso grau de desalinhamento com as metas evolutivas, na medida em que o grau de dificuldade para viver for aumentando.
Vejam, isto se aplica para uma pessoa, para uma comunidade, para um país, para um planeta.

Hoje nosso nível tecnológico e de desenvolvimento, em relação ao passado, tem crescido substancialmente.
Podemos avaliar que vivemos muito melhor do que no passado?
Creio que não, pois as dificuldades ainda não muito grandes, os caminhos incertos, as expectativas se mantem e os medos estão muito acentuados.
Digamos que temos repetido os mesmos erros com incrível aprimoramento tecnológico.
Desta forma, a fé continua pairando no lado "esquecido" da mente, ao passo que o consumo e a materialidade tem ocupado o restante.
Enquanto não resolvermos este problema, a vida não tem solução.

O Brasil tem vivido com a falta de recursos hídricos, por uma série de motivos, além das mudanças climáticas, mas a falta de fé, no aspecto social da vida em comum, da economia, na forma adequada da sua utilização e na forma adequada para aonde deveria ser empregada, contribuiu para que alertas (dor e sofrimento) fossem acionados "automaticamente", segundo as Leis vigentes, com o intuito de nos disciplinar e de nos unir em tornos de objetivos comuns, onde a distribuição correta e equilibrada, além do seu uso correto poderá ser praticado, digamos, na “marra”.
Será que precisaríamos chegar a isto? Claro que não, mas nossa forma inadequada de  viver, em especial distante da fé e de seus aspectos evolutivos, tornaram nossa vida um "poço de problemas".

O pensamento nos indica o verdadeiro caminho, pois o indivíduo na fé é guiado, intuído, disciplinado, coerente, com incrível bom senso e ele rapidamente percebe que nada deve faltar na vida vivida em consonância com as Leis.

Reflitam sobre isto, pois a atitude de cada um, independente da atitude dos demais, tem um poder alavancador muito poderoso e muito abrangente.
Ainda não implodimos o mundo, face a fé e as atitudes de uns poucos seres humanos, que aliados às grandes estruturas internas e externas de ajuda ao planeta, tem sustentado no limite, a nossa precária manutenção.

Quem teve tempo e assistiu a palestra de Trigueirinho nesta segunda deve se lembrar que a oração dos 3 pastores para N. Sra. de Fátima, aliada a esta grande estrutura espiritual de ajuda ao planeta, acabou por cessar a 1a guerra mundial. Infelizmente a lição não foi aprendida.

Faça a tua parte, independente dos demais, pois tua evolução, tua fé e teu alinhamento poderá dar a grande contribuição que muitos precisam.

Hilton