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"É a flor que se abre em
silêncio, doando-se em sua pureza, que representa o desabrochar da essência
interior do ser humano."
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Trigueirinho
Pois bem, vejam que o pensamento nos dá dicas importantes de como devemos nos comportar para sermos os veículos das forças evolutivas. A essência interna, preservada e protegida, contém nossa origem e a nossa divindade constituída no momento em que, como centelha divina, fomos constituídos à imagem e semelhança de Deus. Imagem e semelhança de Deus não tem nada a ver com aparências, mas em cada vida teremos uma determinada aparência e um determinado sexo, masculino ou feminino, que será uma atribuição do destino que escolhemos para aquela vida em questão. Nossa imagem e semelhança com Deus refere-se aos atributos divinos que possuímos, enquanto que a aparência é constituída para facilitar a aplicação de tais atributos divinos. Quando uma aparência agrada a maioria, o que chamamos de beleza, pode significar que esta pessoa poderá se conectar com muitos e colocar-se a Serviço do Plano Maior, de forma mais aberta, mais ampla e mais abrangente. Portanto, a sua beleza exterior pode tornar-se um veículo perfeito de contato, sintonia e acolhimento do seu Trabalho Maior, com muitos. Quando uma pessoa nasce com uma aparencia que pode desagradar, pode ser que seu Trabalho e sua Sintonia deva ser algo mais pessoal, interno, isolado, pois deixará de ser mais assediado e consultado. Portanto, nossos critérios de beleza ou feiura pode ser um critério de disposição e de referência para um Trabalho mais coletivo ou mais individual. A responsabilidade de pessoas bonitas, pode ser mais para o aspecto coletivo, ao passo que a responsabilidade de pessoas feias, pode ser mais para o aspecto individual. No geral, reencarnamos ora bonitos, ora feios, segundo nossos critérios de beleza, face aos Trabalhos que escolhemos antes de nascer. A beleza vem com grandes tentações, pois a vaidade é um dos seus problemas. A feiura vem com outras tentações, onde uma delas pode ser a revolta e odio com si próprio ou com os outros. No geral as duas situações também são situações de provas e de evolução, em aproveitar a aparência escolhida no ato da pré encarnação. Qualquer das duas situações, a beleza ou a feiura, em indivíduos pobres de espíritos ou ignorantes da suas responsabilidades, pode gerar intensos processo de queda e da necessidade de recomeçar. Quando conseguimos desabrochar a essência interna, os dons divinos a capacidade espiritual, nao seremos mais notados pelas aparências, a beleza ou a feiura, mas por estas outras capacidades que não precisam ser vistas, pois podem ser sentidas. No famoso quadro de Leonardo da Vinci, que retrata a Gioconda ou Monalisa, praticamente sentimos a beleza interna e não a externa, pois ali está retratado Maria - Mainhdra, ou seja a divindade crística na polaridade feminina. É uma beleza incomparável, pois é interna, divina e espiritual. Digamos que Leonardo conseguiu retratar a exuberância espiritual de um Ser perfeito para nossa atual capacidade de ser. Não foi só Leonardo, mas Michelangelo e tantos outros artistas excepcionais que colocaram em suas obras o seu coração, a sua fé e a contraparte sutil mais elevada que poderiam alcançar. Tais obras provém de modelos do arquétipo do ser humano no seu estado mais elevado e mais puro que poderia ser retratado. Nos mundos sagrados as obras de arte transmitem não só a beleza, mas energizam aqueles que as admiram, pois tornam-se fontes de energias elevadas, puras e sagradas. Em nosso mundo alguns conseguem alcançar relances destas energias contidas nestas obras exuberantes, mas no futuro iremos nos envolver nas obras constituídas por indivíduos especiais, como sendo uma das fontes de acesso a dimensões muito elevadas. Enfim de uma forma ou de outra, todos nós temos grande capacidade de Trabalho, de Serviço, independente da nossa aparencia, que precisa ser colocado à disposição. Fechar-se a isto é fechar-se a Deus. Reflitam sobre isto é olhem - se como devemos ser olhados: seres completos. Hilton |
Informações que se desdobram para conhecimento mais amplo sobre a existencia.
segunda-feira, 9 de março de 2015
A aparência.
A avenida da Vida.
Pensamento do dia, sexta-feira, 6 de março de 2015
"O ser semente, enquanto germina, deve saber que
não tem flores a doar e, portanto, não perfuma os ares."
Trigueirinho.
Pois bem, o pensamento em questão pode ser extremamente
esclarecedor quanto a fase evolutiva que nos encontramos.
Somos um ser semente, nos aspectos espirituais da Vida.
Estamos engatinhando numa longa e incrível "avenida", ainda sem muita
noção por onde estamos passando e aonde ela nos levará.
No entanto, esta avenida é única para todos. Olhando para
o chão, engatinhando, não temos noções das paisagens que ela descortina, do seu
incrível tamanho, largura e beleza, nem tampouco das incríveis paisagens às
suas margens.
Digamos que neste ritmo, andamos numa velocidade
desprezível e nossa visão tem sido do duro asfalto da qual ela é composta, no
apoio para a percorremos.
Falando em outras palavras, não temos noção do incrível
caminho que estamos percorrendo.
Com certa dificuldade, alguns de nós, percebe por
informações, esta magnifica estrutura espiritual da qual pertencemos.
Nossa inteligência ainda é muito infantil, limitada e
restrita a impressões dos 5 sentidos, ou seja, extremamente pobres para
perceber a grandiosidade da vida como um todo.
No entanto, alguns, sentem e acabam por imaginar,
mediante tais informações, que a vida não se resume a este duro asfalto e a
esta limitada visão que temos hoje.
Estes começam a levantar a cabeça e perceber que há algo
mais, além da dureza deste piso e dos limites que é engatinhar na avenida da
Vida Universal.
Desta forma, como diz o pensamento, não podemos ainda,
expressar as incríveis maravilhas que veremos e poderemos ser algum dia, ao
ficarmos de pé, ganharmos velocidade e apreciarmos as belezas da vida infinita.
As paradas desta grande viagem, serão riquíssimas,
incríveis e inimagináveis para a concepção que temos hoje, mas devemos desejar,
aspirar, pois será uma questão de tempo e de esforços pessoais para que
possamos perceber a magnitude desta grande viagem que iniciamos.
Esta informação de que não temos flores a doar,
compreende os aspectos extremamente limitados da nossa atual capacidade, por
isso que temos sido arduamente solicitados a nos apoiarmos Naqueles que já vem
percorrendo esta estrada da Vida a longos tempos e já conquistaram muitas das
coisas que nos esperam.
A oração, a fé, enfim atos religiosos praticados com o coração
e a mente, abertos, nos aproxima Daqueles que irão nos conduzir neste processo
de ascensão.
Quando vemos pessoas orgulhosas, senhoras de si, do seu
egoísmo, das suas merrequinhas e tranqueiras, se sentindo poderosas e
proprietárias daquilo que não lhes pertencem, pois pertencem ao planeta,
podemos dizer que estas não engatinham, mas se arrastam como cobras, consumidas
pelo asfalto, duro e quente, com uma visão de poucos centímetros de uma avenida
em fim.
Isto é triste e isto entristece nossos Observadores e
Acolhedores, que não podem se manifestar enquanto não os chamamos.
Vamos nos levantar, olhar para frente, nos tornarmos
leves, desprovidos daquilo que nos acorrenta, em especial os nossos medos e
preconceitos e pedir, orar, implorar para cairmos nas graças e no acolhimento
Daqueles que estão aqui para isto, pois com certeza Eles irão compartilhar
conosco o que já conquistaram ao longo da grande jornada que todos estão
fazendo.
"Mesmo por uma mínima abertura, a Luz pode
penetrar."
Trigueirinho.
Pois bem, o pensamento em questão aborda outro aspecto
importante.
A Luz, o vislumbre da vida imaterial, da vida eterna, da
grande avenida que acima citamos, pode nos penetrar.
Precisamos tirar estas capas grosseiras, rasgadas,
imundas que fomos colocando por cima do nosso coração, ao longo das vidas
vividas de forma errada no livre arbítrio.
Colocamos a capa do egoísmo, da ganancia, da luxuria, do
medo, da incompreensão, do ódio, da disputa, da inveja, enfim são inúmeras
capas que encobriram a beleza interior e a capacidade de acolher a Luz da Vida.
Nos deixamos ser levados por forças involutivas, que como
alfaiates, teceram todas estas capas que adquirimos ao longo das vidas.
Nos deixarmos levar no livre arbítrio por todos os erros e pelas
conquistas efêmeras e imediatas, onde pelas quais pagamos um alto preço, a
nossa liberdade.
Hoje não somos livres, somos conduzidos e controlados por
inúmeros interesses, leis e situações, que nos acuam o tempo todo.
Dependemos do dinheiro e de inúmeras pseudo necessidades,
pois a maioria delas é completamente supérfluas e inúteis.
Somos regulados pela estomago e pelos prazeres, achando
isto o máximo que a vida pode oferecer.
Muita pobreza e ignorância.
Isto nos desarticulou de tal forma, que deixamos de
enxergar os verdadeiros valores da Vida Real.
Muito bem, numa pequena abertura a Luz pode penetrar.
Precisamos dar esta abertura, romper estas capas, pois a
Luz tem um efeito progressivo fantástico e assim que Ela tocar o nosso coração,
se espalha e nos ajudará nesta grande luta para nos livrarmos de tudo aquilo
que nos prende.
Temos de fazer este esforço inicial, pois a Luz tem
forças incríveis para remover o que de inútil, levamos séculos para desconstruir.
Hilton
terça-feira, 3 de março de 2015
Milagres, para que os quero?
Pensamento do dia, terça-feira, 3 de março de 2015
"Se a fé amainou o mar bravio para que sobre ele
Jesus caminhasse, não poderia curar o homem?"
Trigueirinho
Pois bem, o texto em questão fala da superação do
"impossível", na fé.
Temos sido muito céticos e descrentes de muitas coisas,
entre elas, das possiblidades divinas.
No geral as pessoas acabam por fechar os olhos para os
milagres diários da vida. Da semente brotando e se transformando numa arvore
imensa, da concepção humana e de uma criança nascendo, da nossa atmosfera que
nos permite viver, enfim, ficamos tão acostumados a estes milagres diários, que
os desprezamos ao longo da nossa vida.
Este tem sido um erro cruel, pois limita completamente
nossas possibilidades de solucionarmos inúmeras situações que vão acontecendo
na nossa vida, pela forte descrença em não aceitar aquilo que é sobrenatural,
impalpável e tecnicamente impossível.
Bastaria olharmos para nosso corpo, que serve a nossa
alma, para vermos um milagre acontecendo, na complexa engenharia química,
física, quântica, espiritual, que coloca nosso organismo funcionando através de
um metabolismo fisco- espiritual que homem nenhum tem possibilidade de recriar.
Desprezamos este e inúmeros outros milagres da vida
cotidiana, exatamente pela falta de fé e pela falsa confiança que tudo se
resume ao plano material.
É preciso ser muito tacanha e muito fraco de cabeça para
aceitar somente a materialidade da vida, no entanto, para a maioria é assim que
funciona. Você paga e pago caro para ter, quando tudo que conhecemos,
proveniente da Natureza, vem por merecimento e em grande abundancia.
A fé é o elo de ligação, a interface, o link que nos une
ao Universo e a Deus, mas tem sido desprezada, mesmo que em nós os milagres
venham acontecendo a todo segundo da vida material.
Ficamos tão iludidos e confusos de que dependemos somente
daquilo que é material, palpável, visível, pois perdemos a noção dos mundos e
das dimensões que nos rodeiam nas 24 horas do dia.
Esta ilusão, este adormecimento do "resto", nos
colocou que nem carneirinhos nas mãos das forças involutivas, do consumismo
exacerbado, da destruição da superfície planetária para ser e para ter.
Nos tornamos dependentes de remédios, de procedimentos,
de comportamentos que muitas vezes não tem nada a ver com a sintonia dos
milagres diários que acontecem, mas satisfazem o egoísmo e a ganancia daqueles
que se aliaram a estas forças retrogradas.
É preciso sair desta ilusão para participarmos mais dos
milagres diários da vida cotidiana e confirmarmos o elo de ligação espiritual
que todos têm, pois sem este elo não existiríamos.
Tem sido difícil largar certas manias, certas rotinas,
certas vergonhas, certos vínculos, certas aparências, certos grilhões, certas
confusões mentais, pois este "embaçamento" mental nos deixa confusos
e assim facilmente manipuláveis.
Sem nosso consentimento nada acontece. No livre arbítrio,
temos de permitir que mudanças aconteçam, além do que no plano espiritual não
há ilusão para nos confundir, por isso temos de optar de forma lícita e
espontânea para que possamos nos coligar aos milagres da vida real. Isto por si
só exige profundas mudanças internas e algumas externas.
O pensamento entra fundo no milagre de Jesus, descrito na
Bíblia, ao caminhar sobre as águas. Não foram as águas que endureceram, mas sua
fé O tornou leve o suficiente para se sustentar na película da água.
Para muitos isto é impossível, ou somente para Jesus,
quando na realidade é algo para todos nós, pois somos feitos à Sua imagem e
semelhança.
Ontem citamos as doenças e hoje falamos nas suas curas.
Nenhuma doença tem o poder de resistir a um milagre, mas
a transformação necessária para que o milagre aconteça, depende de nós.
Mudanças deste tipo são simples, são fáceis, mas demandam
alterações profundas de conceitos e preconceitos que durante vidas e mais vidas
foram se incrustrando como a "craca que gruda no casco dos navios",
onde para retira-las provavelmente sentiremos dores. A covardia não aceita tais
dores, no entanto, temos aceitado as dores do sofrimento físico, mental e
emocional. Creio que são bem piores.
Enfim reflitam sobre isto e se sim, iremos nos
redescobrir de uma forma que jamais imaginaríamos que somos. O milagre sempre
acontece.
Hilton
segunda-feira, 2 de março de 2015
Porque adoecemos?
Pensamento do dia, domingo, 1 de março de 2015
"O silêncio conduz à verdade, deixando que ela
simplesmente ilumine e dê vida ao que deve nascer."
Trigueirinho
Pois bem, sobre o silencio já destacamos várias informações,
desta forma abordaremos um tema que tem sido vivido por todos nós, em vários
estágios da nossa vida, as doenças.
No entanto, o tema do pensamento poderá nos ajudar, no
silencio, a que façamos amplas reflexões sobre tudo o que tem sido informado ao
longo do tempo.
Todas as doenças e deficiências são reparadoras.
Quando adoecemos entramos num processo de amplas
possibilidades de reparações e de mudanças de atitudes, pensamentos,
tendências, incompreensões, na forma e no jeito que estamos vivendo.
As doenças são cármicas, pois podem sanear por certo
período, ou as vezes pela vida toda, no caso de certas deficiências físicas,
das faltas cometidas e em aberto, que provavelmente esteja afetando nosso
equilíbrio pelo fato de sermos seres divinos e perfeitos.
Quando adoecemos deveríamos refletir sobre o porquê dela
ter aparecido em nosso corpo.
Como sabemos, não existe o acaso ou a coincidência,
portanto para tudo sempre há um bom motivo.
Não importa se foi um vírus, uma bactéria, ou outro
bichinho qualquer, pois naquele exato momento estávamos deficientes em nossas
defesas naturais para dar conta do recado.
Mesmo no caso de uma epidemia ou pandemia, sempre haverá
pessoas imunes ao processo de contaminação, pois nem todos estão com o
desequilíbrio que precisará ser ajustado, neste caso, em muitos.
Podemos dizer que numa epidemia ou pandemia muitos
morrem, ou seja, muitos precisavam ser ajustados ou sanearem carmas
compulsórios semelhantes, para continuarem o processo evolutivo que acontecerá
nas vidas sucessivas.
O que fazemos em relação a estes conceitos? A maioria
nada.
A maioria preocupa-se arduamente na cura pelo tratamento
do corpo físico, somente, mesmo que as verdadeiras causas sejam as
espirituais, que, por não serem ajustadas ou corrigidas no decorrer da
vida, tornaram o corpo físico mais frágil e mais suscetível às doenças.
Então as doenças vão e voltam, vão e voltam e não fazemos
nada para mudar o que precisa ser mudado, para nos tornarmos pessoas sadias,
integras e plenas no seu potencial que é a nossa constituição original, para
resistirmos a todas as mudanças que ocorrem, naturalmente, na superfície
terrestre.
Doenças acontecem, vão e voltam e a cada vez vem com mais
força, com mais energia controversa ao bem estar, testando a que ponto nos
preparamos para vence-las.
Independente da forma que nos preparamos física e
quimicamente, através de antibióticos, anti-inflamatórios, enfim remédios bem
sofisticados e agressivos, elas surgem e ressurgem sempre poderosas,
manifestando-se em indivíduos que desalinhados e emocionalmente comprometidos, encontram-se enfraquecidos, mas aptos a terem a oportunidade de corrigirem o
rumo das suas vidas.
Para piorar nos alimentamos mal, da forma errada, com
comida contaminada e desprovida dos nutrientes que precisamos.
Para piorar vivemos com doenças desenvolvidas em
laboratório, para serem aparentemente curadas com remédios criados nos mesmos
laboratórios que as propagou. Isto tem um efeito comercial que gera lucros
astronômicos, independente do sofrimento causado.
As doenças são uma benção, um alerta, ou no mínimo nos
tiram de situações da vida que se continuássemos criaríamos carmas impagáveis.
Adoecer não faz parte das regras da vida, mas teve de acontecer
como mais um sinal de alerta para ajustarmos nosso equilíbrio, nossas ações,
nossos pensamentos, nossos comportamentos, nossas reações a situações que
ocorrem no processo evolutivo.
De certa forma, funciona como um sinal sonoro e
estridente sobre as faltas ou o desalinhamento que estamos cometendo no nosso
processo evolutivo.
Uma doença não tem nada a ver com a disposição ou a
indisposição física do indivíduo. Não tem nada a ver com a alta ou baixa
performance física do indivíduo, mas sim com as suas reais necessidades de
corrigir o que ele vem fazendo de errado, nos aspectos evolutivos da vida
material e espiritual.
O câncer é bem típico a isto, pois pode surgir em pessoas
perfeitas, doentes, crianças, velhos, enfim pode aparecer em pessoas sadias ou
não sadias, sem aviso prévio. Isto decorre do fato de que oportunidades da
correção do rumo sobre a vida não foram atendidas, então algo mais violento e
mais contundente aparece para sanear o que está errado.
Algumas vezes estes cânceres são curados, outras vezes
não, outras vezes desenvolvem lentamente, outras vezes são extremamente
rápidos. Isto vai depender das necessidades espirituais e de alinhamentos de
cada um.
Em certas situações o câncer começa no corpo material e
se finda e conclui seu ajuste no corpo astral (após a desencarnação), mas
claramente é uma doença de ajuste, de alinhamento, de recuperação para o
caminho correto.
A forma que temos nos comportado para administrarmos uma
doença, faz com que poucas mudanças aconteçam, ou nenhuma, nos incapacitando
para sobrevivermos a novas crises, ou surtos, ou situações que poderiam não
mais se repetir.
Continuamos com a mesma postura e paulatinamente
adoecermos e repetimos inúmeras doenças, sejam estas leves, medias ou
violentas, pois temos nos recusado quase sempre a mudarmos atitudes, posturas,
procedimentos, ações, pensamentos, etc..
Uma doença dolorosa ajuda muito no processo de
saneamentos cármicos, pois as dores sentidas devem ter sido as mesmas que já
provocamos em alguém, portanto, estas dores, no fundo, podem ser uma graça
divina nos atingindo num processo de exclusão de carmas incrustrados desde
muitas vidas passadas.
Devemos sempre agradecer e orar, pois um processo, mesmo
que doloroso, que está ocorrendo, ajuda a liberar e libertar para ficarmos
aptos a dar passos muito grandes na próxima escalada evolutiva.
Assim como a dor veio, poderá ir embora, pois terminada a
fase crítica de superação, tudo se atenua.
Quando mudanças começam a acontecer na vida de um
indivíduo, mudanças positivas e alinhadas com seu destino evolutivo, ele se
fortalece, ele se torna mais impenetrável, pois o equilíbrio acentua
substancialmente as defesas naturais do seu organismo, na mesma proporção que
as mudanças na superfície do planeta vem acontecendo.
Os pais são responsáveis pela manutenção do equilíbrio
natural de seus filhos, portanto, no momento em que doenças começam acontecer
ou se repetem, algo vai mal neste alinhamento e nesta relação entre pais e
filhos. Mudanças devem acontecer e muita reflexão os pais devem fazer para que
tais mudanças aconteçam.
No saneamento cármico por certas deficiências de nascença
ou adquiridas ao longo da vida, nos filhos, os pais devem acolher com amor,
carinho, tolerância e compreensão, pois da mesma forma, elos e vínculos do
passado precisam ser rompidos e esta com certeza será a melhor forma encontrada
pelas almas dos envolvidos, para sanarem estes vínculos existentes.
Tudo tem sempre um excelente motivo para acontecer.
Se formos pessoas positivas, cheias de fé, convictas das
necessidades evolutivas, tudo pode ser mudado, alterado e substituído por
situações menos intensas, menos conflituosas, menos dolorosas, pois quando o
indivíduo encontra o caminho certo do seu destino, ser atrapalhado não é
adequado e oportuno, mas pelo contrário, o indivíduo passa a ser conduzido numa
grande e ampla avenida de 1º mundo (como temos dito para coisas boas).
Portanto, vamos repetir, todas as doenças e deficiências
são reparadoras e todas exigem mudanças.
Reflitam sobre isto e ajudem quem está vivendo estas
reparações.
Hilton
Tudo que começo, inexoravelmente, sempre irei terminar. Não existe outra possibilidade.
Pensamento do dia, sábado, 28 de fevereiro de 2015
"Infinito é o caminho que, a cada etapa, mais
belo se revela."
Trigueirinho.
Pois bem, sempre temos deixado coisas para trás,
situações mal resolvidas, descaminhos, oportunidades perdidas, conflitos, etc.,
mantendo a ilusão de que o tempo tudo resolve.
Neste aspecto temporal, do tempo, tudo se resolverá, mas
dependerá sempre de concluirmos o que começamos.
Quando reencarno, adquiro um corpo físico, mental e
emocional. Daí em diante, tenho cum compromisso temporal, no tempo, com aqueles
corpos. Quanto melhor cuidar deles, menos compromissos compulsórios terei com
eles.
Se sou desregrado, se coloco-o em constantes riscos, se
não cuido da sanidade mental, do equilíbrio emocional, ao longo do tempo e de
outras vidas responderei por todas as atitudes que quebraram o alinhamento que
deveria ter ido com aquele corpo.
Se opto por me unir com alguém, procriar e não consigo
manter a estabilidade desta união e desta procriação, ao longo do tempo e de
outras vidas responderei por todas as atitudes que quebraram o alinhamento que
deveria ter tido nestas minhas opções.
Portanto, tudo que começo, inexoravelmente, sempre
irei terminar. Não existe outra possibilidade.
Pelo fato de muitos não considerarem a reencarnação,
acham que podem quebrar uma sequência de acontecimentos, desviando-se, anulando
no papel, ou nas leis da sociedade, compromissos que foram consolidados nos
níveis profundos do nosso ser.
Infinito é o caminho, como também infinito será a solução
das crises e conflitos se não tomarmos a dianteira em solucioná-los.
Não tem como escapar.
O que fazemos somos responsáveis, sejam seus aspectos
positivos ou negativos.
Por isso que cada vez mais preciso discernir o certo do
errado, o divino do caído, o fiel do infiel, o libertador do prisioneiro, a luz
da escuridão, a inteligência da ignorância, pois cada vez mais precisarei ter
no livre arbítrio o bom senso e a sensatez de alinhar minhas ações e meus
pensamentos com os anseios da minha alma.
Muitas pessoas se iludem de que as leis da sociedade as
protege ou as encobre das faltas cometidas, de colocar a sujeira sob o tapete.
Isto não funciona e na sequência das suas vidas, tudo será revelado.
No entanto, o indivíduo convicto das suas obrigações e
das suas responsabilidades sabe que seu caminhar pelas estradas da vida, poderá
ser belo pois será orientado, conduzido, carregado quando necessário, sem
opor-se a estas ajudas primordiais que vem do céu.
Se todos fossemos mais espiritualizados, teríamos na
intuição, a forma correta de se viver, inclusive num mundo cármico como tem
sido a Terra até agora, mas optamos por nos conduzirmos em cima das emoções e
da grande ilusão da vida material, confiando em orientações falsas, corrompidas
e cheias de interesses escusos e mesquinhos.
Abandonei meus filhos mas a lei me protege.
Roubei, mas a lei me protege.
Me separei, mas a lei me protege.
Tornei-me inútil, mas a lei me protege.
Sou corrupto, mas a lei me protege.
Matei, mas a lei me protege.
Ainda nos iludimos com esta falsa proteção, mas quando
formos prestar contas dos nossos atos com nossa alma e com Quem nos conduz,
veremos que tudo estará em aberto e tudo se repetira até agirmos como manda as
Leis Divinas.
Aí, entramos novamente na roda das reencarnações, gerando
destinos difíceis, com acentuadas dores e sofrimentos que repetem-se, face a
ignorância de não ter compreendido que seremos sempre responsabilizados pelos
nossos atos.
Portanto, torna-se mais fácil, mais prudente e mais
inteligente aprender como fazer da forma certa e como alinhar-se com as regras
espirituais da vida.
O indivíduo alinhado poderá passar por vários reveses na
vida, por várias dificuldades, mas sua ampla visão de conjunto o fará perceber
sempre, que o Plano estará presente, o ajudará e o conduzirá quando necessário.
Se alinhará com as Leis Divinas, sem desrespeitar as leis
menores, mas saberá que estas serão as Leis que verdadeiramente irá se
submeter. Torna-se inabalável, centrado, convicto, fervoroso na sua fé, pois
sabe que contém toda a energia de que precisa para concluir sua vida nos planos
físico e material.
Vislumbra com isto, uma visão em cada etapa da beleza da
Vida e do Viver.
Hilton
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Preparados? Nunca estaremos.
Pensamento do dia, sexta-feira, 27 de fevereiro de
2015
"Ouvir a voz que fala em vosso interior."
Trigueirinho.
Pois bem, raramente demos ouvidos a esta voz interior.
Ficamos tão externos e tão comprometidos com o mundo
material, com o preto no branco, que esta voz interior que sempre existiu,
raramente teve chances de ser ouvida.
Mais do que nunca, esta voz se tornará imprescindível,
pois entramos num tempo que nunca foi vivido por nenhum de nós. Não temos
parâmetros, não temos escalas, não temos experiências, não temos capacidade de
mensurar o que virá.
No entanto, esta voz interna, sutil, ousada, poderá nos
dar certas direções e certos rumos para as diversas situações que iremos
enfrentar.
Incrivelmente, ela sempre fez isto, mas sempre foi
desprezada e ignorada, pois de certa forma indicava um rumo e uma direção
contraria a que nossa personalidade e nossos conselheiros (outras pessoas)
indicavam.
Porque indicava rumos diferentes destes aconselhamentos?
Pelo fato de que sempre vivemos na contramão das Leis
Divinas e do bom senso evolutivo.
Esta voz sempre seguiu o rumo dos acontecimentos,
atrelados ao nosso destino (inexorável) e as Leis Divinas que deveríamos seguir
e não contrariá-las, mas com o livre arbítrio "borbulhando" em nossas
veias, não a escutávamos pois nosso egoísmo e nosso orgulho exigia que
seguíssemos a trilogia do "ser" do "ter" e do
"poder".
Pois bem, estamos em "outros tempos", tempos
que sem esta voz não veremos saída de certas situações.
A maioria não acha isto, a maioria confia no que conhece,
no que existe, no que já aconteceu, mas iremos nos deparar com o desconhecido.
Para ouvir esta voz, temos de estar equilibrados,
centrados, confiantes e usarmos do máximo potencial da fé que conhecemos,
porque ela poderá nos indicar caminhos "aparentemente" incoerentes.
A voz indica: Vem a grande onda, nade ao seu encontro!
Esta frase pode simbolizar certas atitudes e certo
posicionamento que teremos de ter em certas situações, onde, no exemplo desta
frase, com certeza a maioria iria fugir da grande onda.
Por isso que quando se fala em equilíbrio, confiança e
fé, falamos de um posicionamento extremo e radical em seguir a voz.
Partindo do princípio que esta voz se origina do Criador,
em última instancia, quem nos criou sabe exatamente o que nos indicar.
Enfim, tempos distintos, de coragem, de fé e de grande
confiança interna se aproximam e precisamos estar apoiados nestas forças, pois
preparados nunca estaremos.
Hilton
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Escutamos nossa Mãe?
PENSAMENTO DO DIA
Lavai vossos corpos com as puras águas que a Mãe vos oferece.
Trigueirinho.
Pois bem, a princípio podemos entender que estamos
distantes desta colocação.
Muito sutil, muito subjetiva, mas pensando com mais calma
e fazendo algumas reflexões, podemos compreender o recado que foi dado e sua
razoável praticidade.
Podemos entender que a Mãe nos quer muito próximo de Si,
pois como mãe, sempre quer seus filhos ao seu lado.
Estar ao seu lado, supera em muito o caráter de mãe que
conhecemos, no sentido da superproteção, do aninhamento (ninho) e de certo
egoísmo que uma mãe tem para com seus filhos, quando os classifica de “meus”,
pois somos indivíduos que viemos ao mundo para evoluímos e ela como mãe deve
nos ajudar e não nos tornar sua “propriedade”.
Teremos com Ela, o grau de liberdade que cada indivíduo
tem necessidade de ter, sem no entanto perder sua proteção.
Hoje vemos mães cuidando dos seus filhos como
proprietárias, sob domínio intenso, manifestando nestes, frustrações,
carências, manias e tantas outras coisas que acabam por desviar o caráter e a
personalidade que a criança deveria adquirir de forma livre e arbitraria,
condicionada somente ao seu verdadeiro destino, deixando de influencia-la, em
certos momentos, da insanidade e do intenso egoísmo que algumas tem
manifestado.
É exatamente isto que a Mãe, aqui referida, não irá
fazer, mas fará exatamente o que toda mãe deveria fazer, orientar, aconselhar e
se necessário, impor regras de conduta alinhadas com o equilíbrio universal.
Lavar os corpos nas aguas puras é uma purificação dos
inúmeros desvios, erros, julgamentos e uma infinidade de faltas que temos
cometido no egoísmo.
Quando prestarmos atenção a Ela, estaremos prestando
atenção a quem “verdadeiramente” nos ama.
Esta palavra “verdadeiramente” foi colocada, no sentido
de confirmar a forma correta e ideal do amor que temos de receber.
Um amor puro, livre, altruísta, isento de contrapartidas,
de negociações e principalmente evolutivo, ou seja, um amor que nos arremessa,
que nos remete para o Alto, para a convivência universal, para a sabedoria,
para o aprofundamento do conhecimento, onde com certeza iremos nos alinhar com
os anseios da nossa alma e da nossa mônada, corpos (alma e mônada) com a maior
lucidez que poderemos ter nesta fase do universo material.
A maioria não presta atenção a Ela.
A maioria subjuga Sua capacidade de amar, de acolher, de
orientar, de aconselhar, de intuir, pois Dela não há cobranças.
Ficamos tão comprometidos em sermos cobrados, que quando
isto não acontece parece que não funciona.
Estamos por demais desacostumados a viver livres.
O mundo material, cobra, pune (injustamente muitas
vezes), exige sacrifícios (alguns da própria vida), domina, realiza o que quer,
conduz a seu bel prazer, elimina quando incomodado, enfim pratica estes atos de
tal forma que fomos iludidos que é só assim que funciona.
Precisamos voltar às origens, reconquistar a liberdade, o
ir e vir na vida de forma simples, pura, honesta e sincera.
Vamos prestar atenção a Ela, conversar com Ela,
escuta-La, seguir Suas diretrizes, Seus conselhos, pois assim estaremos na
convivência correta com a Mãe Verdadeira, a Mãe de todos.
No começo termos de limpar os ouvidos (se envolver mais
intensamente na fé), mas em seguida os recados serão claros e totalmente
oportunos, onde neste alinhamento, deixaremos de nos meter em tantas encrencas
que temos nos metido, pois seremos corretamente aconselhados por Ela.
Hilton
Nada haverá de ficar como está.
Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
"Nada haverá de ficar como está."
Trigueirinho.
Pois bem, o recado é claríssimo.
Vejam que o recado é explicito e totalmente abrangente.
Nada é nada mesmo.
Vejam que o recado não se refere exclusivamente aos aspectos
externos da vida, que sempre tomamos como referência.
Externamente o planeta fará uma reviravolta, onde o que é
seco ficará submerso e parte do que é molhado ficará seco. Isto é bem
abrangente e resume os aspectos da nova era, da nova Terra e da nova superfície
terrestre.
Basicamente a Terra terá duas estações no ano, primavera e
outono, suficientes para controlar o que for necessário para a continuidade da
nova vida que se fará presente no mais novo planeta sagrado do nosso sistema
solar. Portanto não só sua geografia mudará, mas o clima, a fauna, o ar (com
mais éter), além do magnetismo mais intenso e que regulará as energias
incidentes sobre esta nova superfície.
Nesta transformação várias espécies de animais, de vegetais
irão desaparecer para darem espaço para outras espécies ainda desconhecidas
entre nós. Alguns minerais ficarão no subsolo e não irão mais aflorar na
superfície.
As mudanças serão intensas, inclusive na rotação do planeta,
tornando-o mais fácil e menos pesado no conceito gravitacional.
A nova raça humana, oriunda da atual, será aquela que terá o
devido merecimento e evoluído o suficiente para habitar um planeta sagrado,
pois irá se submeter a novas regras de conduta, de vivencia, de sobrevivência e
de acesso aos segredos universais.
Será uma raça contatada, provida de acessos e informações
que chegaram ao seu conhecimento, oriundos de vários outros mundos sagrados. A
Terra, finalmente sairá da sua quarentena e poderá ver e abraçar a imensa
quantidade de vida que existem em todos os mundos.
Será uma raça cordial, sem agressividade, onde a recepção a
outros habitantes de outras esferas não serão mais bombas e sim flores.
A Terra terá uma raça humana invadida por amor,
inteligência, conhecimento, compaixão e compartilhará sabedoria e conquistas de
outros mundos.
Enfim, o novo panorama será incrivelmente melhor e
infinitamente mais agradável que o atual. Temer isto é incoerente.
Nosso cinema adora retratar a Terra como terra arrasada, nas
suas cenas de transformação planetária. Isto é bem conveniente e adequado para
o sistema egoísta e cruel que estamos vivendo, onde as forças negras precisam
alimentar o tempo todo, nossos medos e nossa retração às informações reais e
corretas que irão suceder no planeta.
Fazem isto pois não querem que desejemos a realidade do que
virá!
Retratam a transformação da raça humana, como zumbis à
procura de sangue. Hora, fazemos isto hoje, pois necessitamos de sangue
(apelidado de proteína) matando animais, além de roubarmos o leite dos
bezerros, dos cabritinhos e os ovos na reprodução das galinhas, entre outros,
portanto, hoje somos os zumbis que o cinema retrata no “amanhã planetário”.
Muito bem, voltando para o “agora” o recado do pensamento
aponta para as transformações internas que estão ocorrendo em todos os seres
humanos.
Estamos INSATISFEITOS e isto é ótimo sob este ponto de
vista, pois esta insatisfação é a locomotiva para que novos padrões possam nos
acessar e se dermos o consentimento, eclodir e frutificar para que certas
transformações mínimas e necessárias ocorram naqueles que se autoconvocaram
para a nova era.
Seremos classificados e escolhidos e sabem por quem, pela
nossa alma que irá definir se seremos ou não, os componentes da continuidade evolutiva
da nossa raça.
Portanto, estamos num momento muito delicado, de decisões,
onde temos de ter um forte poder de convencimento para que a nossa alma possa
nos classificar como autoconvocados.
Vejam, que mais uma vez, somos, no conjunto corpo-alma que
tomamos as decisões sobre o caminho que iremos percorrer.
Deus nos dá a plena e absoluta liberdade, mas com
responsabilidade, pois através dos nossos corpos (material – espiritual), um
com menos, outro com mais lucidez espiritual, podemos crescer mudando de fase
ou estacionar na fase que estamos.
Por isso que falamos tanto em equilíbrio, onde
insistentemente, precisamos avançar não somente na vida material, mas na
espiritual também, para termos uma visão clara e absoluta das oportunidades que
o Pai oferece.
Aliás é bom sabermos que os planos de cada um na
vida material, mais arrojados e considerados menos oportunos, segundo os
critérios da nossa alma, irão literalmente “dar água”, “não darão certo” e “não
irão acontecer”. Isto é importante, pois senão corremos o risco de continuarmos
na “doce” (mas amarguíssima) ilusão de que ainda temos futuro no plano da vida
material terrena, nas condições que esta se encontra. Estas decepções podem
fazer a diferença entre continuarmos focados na vida material ou termos a
oportunidade de nos voltarmos para a vida espiritual e a devida lucidez para os
tempos das transformações.
Isto pode ser duro por um lado, mas analisado sob a
ótica das mudanças, é mais uma benção divina, pois para Estes que nos protegem
somos considerados seres eternos e evolutivos.
Muita gente não liga para isto. Estão tão preocupados com
suas tranqueiras que se desgastam e acabam tão rapidamente, que distraídos, não
se voltam para o outro lado da vida, a espiritual, perdendo a lucidez do tempo
e do espaço no continuísmo da vida como um todo.
Portanto, devemos prestar muita atenção a estes recados.
Refletir bastante e decidir se devemos ou não atuar
fortemente e presentemente junto à nossa alma, para que esta delibere no nosso
conjunto corpo-alma, como sendo indivíduos autoconvocados nesta nova
oportunidade divina.
Excepcionalmente, estamos sendo agraciados (na graça divina,
por Deus) com seu Filho, com Maria e tantas “Outros e Outras” que vem
Trabalhando arduamente para que possamos compreender o importante momento que
estamos vivendo.
Estamos sendo exaustivamente acompanhados nestes tempos de
profundas mudanças para que possamos ter, no livre arbítrio, a devida lucidez
para tais decisões.
Nossa imensa GRATIDÃO a estes “Outros e Outras” que tem
amorosamente nos assistidos e orientados.
Hilton
Instintos, para que os quero?
Pensamento do dia, terça-feira, 24 de fevereiro de
2015
"O caminho da consciência é o caminho da fé e da
entrega, o caminho do serviço desinteressado."
Trigueirinho
Pois bem, o caminho da consciência é bem diferente do
caminho do raciocínio e da intelectualidade.
A consciência expressa o nosso lado mais elevado, o nosso
lado melhor, nossa espiritualidade, nossa neutralidade em relação às ações que
devemos deflagrar.
A consciência é contata, intuída, dirigida quando
necessário, neutra e pode abarcar informações que alcançam a sabedoria
universal.
De certa forma, podemos dividir nosso estado mental em 3
tópicos:
·
O instinto;
·
A consciência;
·
A super consciência.
Os instintos são os primórdios da consciência e
aconteciam em nós quando pertencíamos ao reino animal. O instinto nos preservou
e nos condicionou para proliferarmos a espécie.
A consciência deveria ser utilizada, quando em sua
plenitude, sem os instintos. É o momento presente, a situação atual, a forma e
as condições que deveríamos agir perante as várias situações da vida.
A superconsciência é a parte mais elevada que podemos
manifestar, o vir a ser e nela podemos ter acesso à sabedoria universal.
Hoje somos instintivos conscientes, ou seja, nem uma
coisa e nem outra, perdemos a identificação. Somos instintivos pois ainda
lutamos para sobreviver e conscientes pois temos uma alma individualizada.
Misturamos instintos guerreiros, lutadores, predadores
com consciência que de certa forma tenta nos colocar no mundo espiritual. Nesta
miscelânea perdemos a real identificação e hora agimos como animais predadores,
ora como seres humanos que deveríamos ser.
Uma das condições que manteve esta estrutura dentro de
nós é o atual DNA que englobou a hereditariedade.
Nosso DNA ainda contém muitas estruturas instintivas do
reino jurássico, por isso que agimos dentro das condicionantes jurássicas numa
época que não tem nada mais a ver. Precisamos matar (em sua várias formas, não
necessariamente na exclusão da vida), precisamos destruir, precisamos invadir,
precisamos ter, ser e poder e fomos tão rigorosos com estas tendências que
estas são as predominantes na maioria dos seres humanos. O sexo como o
praticamos e como o fantasiamos, foi outra condicionante que nos levou a esta
perda de controle do processo evolutivo que deveríamos ter percorrido.
Portanto, temos uma consciência deturpada e influenciada
por instintos animalescos da fase jurássica da vida terrena. Vejam como estamos
atrasados e defasados na fase atual da vida, pois ainda nos reportamos em nossa
conduta, há coisas de milênios atrás.
A superconsciência tem sido reservada a uns poucos que se
destacam por ações corretas, humanitárias, evolutivas, espirituais e que de
tempos em tempos apareceram aqui na Terra, para tentar tirar o homem comum da
imensa escuridão em que vive.
Na superconsciência o homem conduz, não só a si próprio
como a todos os reinos da natureza. Não dependerá de fatores externos mas
somente dos internos para sobreviver.
Como um dos exemplos podemos citar a figura do homem
Jesus, cujas ações se davam em decorrência do seu acesso à sua
superconsciência. Muitos outros seres em várias religiões e em vários momentos
da Terra puderam deixar sua contribuição, através da sua conduta na
superconsciência.
Pois bem, quando nos apoiamos na fé, em primeiro lugar,
no Trabalho, na contribuição, no auto esquecimento, podemos dizer que nossa
consciência apoia-se na nossa superconsciência e nesta etapa os instintos ali
se mantem sem manifestações, mas simplesmente cuidando das funções primordiais
da vida naquele corpo (mantem o coração batendo, os pulmões inflando, os rins
filtrando, etc.), pois somente estas são as suas funções. E a mente apoia-se na
consciência que detém insights da superconsciência. Desta forma, temos o mundo
espiritual manifestando-se no mundo material.
Isto é possível, factível, todos podem alcançar, mas
primeiro precisam abortar da vida instintiva e grosseira que vivem, onde a
ganancia e o egoísmo tem sido preponderantes.
Enfim, como sempre, todos os recados que nos são
colocados, assim o são, pois já alcançamos a possibilidade de realiza-los, de
efetivá-los em nossa vida cotidiana, mas para isso precisaremos abrir mão dos
instintos e da postura que estes nos levam a ter.
Hilton
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
É necessário muita lucidez para vivermos o presente.
Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
"Nada haverá de ficar como está."
Trigueirinho.
Pois bem, o recado é claríssimo.
Vejam que o recado é explicito e totalmente abrangente.
Nada é nada mesmo.
Vejam que o recado não se refere exclusivamente aos aspectos
externos da vida, que sempre tomamos como referência.
Externamente o planeta fará uma reviravolta, onde o que é
seco ficará submerso e parte do que é molhado ficará seco. Isto é bem
abrangente e resume os aspectos da nova era, da nova Terra e da nova superfície
terrestre.
Basicamente a Terra terá duas estações no ano, primavera e
outono, suficientes para controlar o que for necessário para a continuidade da
nova vida que se fará presente no mais novo planeta sagrado do nosso sistema
solar. Portanto não só sua geografia mudará, mas o clima, a fauna, o ar (com
mais éter), além do magnetismo mais intenso e que regulará as energias
incidentes sobre esta nova superfície.
Nesta transformação várias espécies de animais, de vegetais
irão desaparecer para darem espaço para outras espécies ainda desconhecidas
entre nós. Alguns minerais ficarão no subsolo e não irão mais aflorar na
superfície.
As mudanças serão intensas, inclusive na rotação do planeta,
tornando-o mais fácil e menos pesado no conceito gravitacional.
A nova raça humana, oriunda da atual, será aquela que terá o
devido merecimento e evoluído o suficiente para habitar um planeta sagrado,
pois irá se submeter a novas regras de conduta, de vivencia, de sobrevivência e
de acesso aos segredos universais.
Será uma raça contatada, provida de acessos e informações
que chegaram ao seu conhecimento, oriundos de vários outros mundos sagrados. A
Terra, finalmente sairá da sua quarentena e poderá ver e abraçar a imensa
quantidade de vida que existem em todos os mundos.
Será uma raça cordial, sem agressividade, onde a recepção a
outros habitantes de outras esferas não serão mais bombas e sim flores.
A Terra terá uma raça humana invadida por amor,
inteligência, conhecimento, compaixão e compartilhará sabedoria e conquistas de
outros mundos.
Enfim, o novo panorama será incrivelmente melhor e
infinitamente mais agradável que o atual. Temer isto é incoerente.
Nosso cinema adora retratar a Terra como terra arrasada, nas
suas cenas de transformação planetária. Isto é bem conveniente e adequado para
o sistema egoísta e cruel que estamos vivendo, onde as forças negras precisam
alimentar o tempo todo, nossos medos e nossa retração às informações reais e
corretas que irão suceder no planeta.
Fazem isto pois não querem que desejemos a realidade do que
virá!
Retratam a transformação da raça humana, como zumbis à
procura de sangue. Hora, fazemos isto hoje, pois necessitamos de sangue
(apelidado de proteína) matando animais, além de roubarmos o leite dos
bezerros, dos cabritinhos e os ovos na reprodução das galinhas, entre outros,
portanto, hoje somos os zumbis que o cinema retrata no “amanhã planetário”.
Muito bem, voltando para o “agora” o recado do pensamento
aponta para as transformações internas que estão ocorrendo em todos os seres
humanos.
Estamos INSATISFEITOS e isto é ótimo sob este ponto de
vista, pois esta insatisfação é a locomotiva para que novos padrões possam nos
acessar e se dermos o consentimento, eclodir e frutificar para que certas
transformações mínimas e necessárias ocorram naqueles que se autoconvocaram
para a nova era.
Seremos classificados e escolhidos e sabem por quem, pela
nossa alma que irá definir se seremos ou não, os componentes da continuidade evolutiva
da nossa raça.
Portanto, estamos num momento muito delicado, de decisões,
onde temos de ter um forte poder de convencimento para que a nossa alma possa
nos classificar como autoconvocados.
Vejam, que mais uma vez, somos, no conjunto corpo-alma que
tomamos as decisões sobre o caminho que iremos percorrer.
Deus nos dá a plena e absoluta liberdade, mas com
responsabilidade, pois através dos nossos corpos (material – espiritual), um
com menos, outro com mais lucidez espiritual, podemos crescer mudando de fase
ou estacionar na fase que estamos.
Por isso que falamos tanto em equilíbrio, onde
insistentemente, precisamos avançar não somente na vida material, mas na
espiritual também, para termos uma visão clara e absoluta das oportunidades que
o Pai oferece.
Aliás é bom sabermos que os planos de cada um na
vida material, mais arrojados e considerados menos oportunos, segundo os
critérios da nossa alma, irão literalmente “dar água”, “não darão certo” e “não
irão acontecer”. Isto é importante, pois senão corremos o risco de continuarmos
na “doce” (mas amarguíssima) ilusão de que ainda temos futuro no plano da vida
material terrena, nas condições que esta se encontra. Estas decepções podem
fazer a diferença entre continuarmos focados na vida material ou termos a
oportunidade de nos voltarmos para a vida espiritual e a devida lucidez para os
tempos das transformações.
Isto pode ser duro por um lado, mas analisado sob a
ótica das mudanças, é mais uma benção divina, pois para Estes que nos protegem
somos considerados seres eternos e evolutivos.
Muita gente não liga para isto. Estão tão preocupados com
suas tranqueiras que se desgastam e acabam tão rapidamente, que distraídos, não
se voltam para o outro lado da vida, a espiritual, perdendo a lucidez do tempo
e do espaço no continuísmo da vida como um todo.
Portanto, devemos prestar muita atenção a estes recados.
Refletir bastante e decidir se devemos ou não atuar
fortemente e presentemente junto à nossa alma, para que esta delibere no nosso
conjunto corpo-alma, como sendo indivíduos autoconvocados nesta nova
oportunidade divina.
Excepcionalmente, estamos sendo agraciados (na graça divina,
por Deus) com seu Filho, com Maria e tantas “Outros e Outras” que vem
Trabalhando arduamente para que possamos compreender o importante momento que
estamos vivendo.
Estamos sendo exaustivamente acompanhados nestes tempos de
profundas mudanças para que possamos ter, no livre arbítrio, a devida lucidez
para tais decisões.
Nossa imensa GRATIDÃO a estes “Outros e Outras” que tem
amorosamente nos assistidos e orientados.
Hilton
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