quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A verdadeira beleza se sente.

Pensamento do dia 01 de outubro de 2015.

Se quiseres apreciar a beleza de uma flor, deverás colocar-te diante dela com reverência.
Trigueirinho.

Pois bem, a beleza não se vê, se sente.
Temos nos reportado sempre para analisar a beleza externa, cujos parâmetros são muito variáveis, de épocas, de momentos, de cargas emocionais.
A verdadeira beleza se sente.
Imaginem um ser externo ao nosso planeta, nos vendo. Assim como nós, provavelmente veria modelos físicos grotescos, dado que a aparência material, no mundo das formas, podem ser bem diferentes e distintas.
Para cada mundo seus habitantes adquirem formas que são as melhores para seu desenvolvimento.
Por exemplo, os animais marinhos possuem forma e dinâmica que melhor se adapta à sobrevivência e deslocamento num meio líquido.

Se pudéssemos sentir a beleza, dificilmente  destruiríamos as formas materiais que a contem.
Por não sentirmos esta beleza destruímos, nos destruímos e continuamos predadores, mas, mais sutis, mais perversos, porque destruímos por prazer, por competição, por interesses que não sejam o da defesa da prole ou da sobrevivência.
De certa forma rebaixamos nosso nível em relação aos demais reinos, pois usamos artifícios mesquinhos para destruirmos.

É preciso mudar esta concepção.
Temos inteligência, individualidade, livre arbítrio e podemos decidir.
Precisamos começar a sentir a beleza.
Isto nos ajudaria muito a mudarmos pensamentos e atitudes, para sermos mais construtivos do que destrutivos.
Muitos emocionam-se ao admirar uma flor, talvez pela sua passividade e pelo momento, conseguem por, lapsos de consciência desperta, sentir a beleza que ela expõem ao nosso coração.
A beleza está no coração. Não na mente, no raciocínio, na lógica, no pessoal, mas é sentida no coração, pois toda criatura de Deus tem, intrinsicamente, a beleza de seu Criador.
Assim acontece porque toda criatura traz o amor universal, o único que existe, portanto, ao sentirmos a beleza, sentiremos o amor universal.

A beleza é amor.
Amor altruísta que acontece sem exigências, sem condições, sem formas, sem comparações.
É comum pais sentirem a beleza em seus filhos, independente das aparências, de eventuais defeitos físicos, ou ausências da forma ideal, pelo fato de os amarem.

Como não conseguimos amar a todos não sentimos a beleza, mas vemos defeitos, ausências, carências, oportunidades, nas formas e na constituição daquele indivíduo, muitas vezes aproveitando-se para tirar certas vantagens ou para oprimi-lo.

Vamos repensar sobre a beleza, vamos tentar senti-la.
Não precisamos dos olhos para isso, mas dos sentimentos elevados e da neutralidade.

Isto pode mudar completamente sua maneira de ser, de agir e de sentir.
É desta forma que somos recebidos e admirados por Seres que nos amam e que vem nos acolhendo, pois se olhassem o que estamos fazendo, somente, veriam os horrores que nos envolvemos no mundo material.
Recebe-los dentro das mesmas características, mudaria completamente as oportunidades que estamos tendo neste final de ciclo.
A maioria tem rechaçado esta imensa Ajuda que nos disponibilizaram, pelo simples de sermos diferentes.
Registrou-se que um “anjo da guarda” é uma criança com as nossas características, com asas, quando na realidade suas formas são completamente diferentes desta idealização infantil da nossa parte. Talvez se pudéssemos ver sua forma real, os rejeitaríamos.

Revejam sua forma de conceber a beleza, parando de discriminar pelas aparências.
Vamos tentar sentir a beleza ao nos aproximarmos de alguém. Com certeza teremos a chance de reavaliarmos muitos preconceitos que hoje estão estigmatizados.

O conceito de raças distintas, credos, crenças, cores da pele, níveis de consciência, não estão à toa entre nós, mas existem para aprendermos a conviver pacificamente com todos, pois no futuro estaremos ajudando civilizações semelhantes à Terra, nos tempos atuais, somente pela sua beleza e não pela seus preconceitos.

Vamos refletir.
Vamos “achar” tempo para rever e atualizar conceitos tão ridiculamente ultrapassados, que temos insistidos em mantê-los

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Podemos interferir?

Pensamento do dia 30 de setembro de 2015.

Podemos aprender do silêncio de uma árvore a nos conectar com o nosso próprio silêncio, que é uma força viva e criativa.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy nos auxilia com este pensamento a adotar uma postura mais silenciosa e mais pacifica.
Uma árvore, por ser estática no local que nasceu, permanece ao sabor das intempéries da natureza.
Brota, desenvolve, cresce, expande-se e se mantem impassível.
Torna-se subserviente ao meio em que vive.
Refresca com sua sombra, produz alimentos para várias espécies de outros reinos, acolhe a quem dela se aproxima, serve de apoio e de “casa” para outras espécies e tem como meta sua evolução e sua expansão para o “alto”.
Submete-se ao que Mãe natureza determina, de forma pacifica e acolhedora.
Se tiver de ser reciclada, acolhe os raios que produzira o fogo da renovação.

Deveríamos ser assim quanto ao nosso destino.
Subserviente, colocar-se em Serviço, ter a evolução como meta prioritária e exclusiva e acolher.
Acolher o que nos chega de forma prazerosa ou revolucionaria, radical, modificadora.
Acolher quem nos procura, sem as mentiras, sem a falsidade que normalmente empregamos nas diversas máscaras que colocamos em face de cada situação, visando atender inúmeros interesses mesquinhos.
Somos muito diferentes de uma árvore, é claro, mas deixamos de preservar o lado bom que este ser vegetal, infinitamente inferior às nossas condições, preserva.

Ao nos aproximarmos de uma árvore, nos sentimos bem, pois sentimos seu acolhimento, seu silencio, sua imparcialidade, sua neutralidade  e independente do que somos ou demonstramos ela procura nos servir.
Mesmo que a cortemos, na maioria das vezes desnecessariamente, ou usamos nossa fúria para destruí-la, ela nos acolhe.
Quando a transformamos em um abrigo, em algo útil para nossa sobrevivência e nosso conforto (não o luxo e o inútil), somos agraciados com a beleza das suas formas, da sua força, da sua resistência.

Será que fazemos coisas semelhantes entre nós?
Dificilmente.
Entre nós vigora a interferência, a mentira, o interesse, a rivalidade, onde podemos ceder ou interromper algum tipo de benefício sem contrapartida, ou em face de mudanças de postura que temos com estes corpos mental e emocional em completo desequilibrio.
Adoramos interferir.

Muitas vezes, ao ajudarmos alguém a se levantar, interrompemos um ciclo negativo que a vida de forma inteligente criou para aquele indivíduo aprender a se levantar sozinho. Ao fazermos isto, o ciclo terá de ser recomeçado para o mesmo indivíduo. Com isto nos ligamos carmicamente a ele, também.
Hoje não se estende mais a mão para alguém, isto é passado.
Hoje temos de ajudar na transformação, pois transformado este indivíduo ele se levantará e concluirá as condicionantes cármicas definidas pelo seu destino.

A sociedade, o estado, as pessoas, com a ignorância, sustenta o que não deveria ser sustentado, interrompendo ciclos de ajustes que o destino de cada um traçou.
Esta interferência mesquinha, pois os interesses por trás disto são mesquinhos, tem levado a uma repetição de fatos ruins ao longo dos tempos, das vidas, dos ciclos,  consolidando uma queda acentuada da qualidade de vida da humanidade como um todo.
Interferimos demais!

Isto se espalhou como um vírus incontrolável e hoje participamos da convivência com indivíduos repetindo ciclos negativos que não conseguem ser superados, por esta forma errada de se ajudar.
Criou-se um envolvimento global com uma tendência exponencial de crescimento, modificando as estruturas das vidas constituídas no plano astral, alterando o que foi planejado por Deus.
Julgamos e analisamos alguém ou uma situação, somente no momento presente, pois não temos capacidade de avaliar o que está em jogo, das vidas passadas, mas mesmo assim nos colocamos como senhores da sabedoria e com isto, erramos sempre.

As Leis são imparciais, rigorosas e agem de acordo com nosso livre arbítrio, portanto, desconhece-las ou não exerce-las, sem dúvida nos submeterá à contrapartida.
Poucos creem nisto, poucos seguem as regras do coração, mas adoram seguir as regras da razão, da personalidade, da imposição e com isto nossa vida na superfície terrestre entrou definitivamente na era do caos.

Ser imparcial, ter atitudes desinteressadas de qualquer contrapartida, amar altruisticamente, ajudar na transformação e não na manutenção da pobreza espiritual de alguém, deixar alguns ciclos se concluírem, ser acolhedor, saber olhar com os olhos do coração, intuir antes de se movimentar, refletir antes de se movimentar, coligar-se antes de se movimentar, orar antes de se movimentar, poderá nos tornar pessoas melhores e com ações mais alinhadas com nosso destino, com o destino da humanidade.

Vamos seguir o exemplo das árvores, com sua imparcialidade, mas servindo aquilo que estiver ao nosso alcance, com inteligência e sem contrapartidas.
Lembrando das instruções de ontem, somos um cilindro com capacidade limitada de tolerar as energias poderosas que hoje dirigem–se para a Terra, no seu momento de transformação. Ou usamos elas para fazer algo útil, ou cada vez mais nos sentiremos inúteis, frustrados e cansados.

Vamos refletir, com tempo (obvio, para quem tem tempo) e pausadamente com  tantas informações chegando diariamente ao nosso alcance.


Gratidão.

Hilton

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nos sentimos cansados.

Pensamento do dia 29 de setembro de 2015.

A aridez do deserto ou do ártico faz o homem se ater ao que é essencial, e o espírito é o essencial de todas as coisas.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy hoje nos remeta para dois locais planetários, onde tudo é escasso se comparado a outras regiões do planeta.
Se observarmos, ciclicamente, passamos durante a vida por vários momentos de escassez e aridez. Podemos falar de um indivíduo ou de uma coletividade inteira, mas todos passm.
Então normalmente enfrentamos nosso deserto, onde a falta, as dificuldades ficam muito acentuados e presentes e os apoios externos limitados ou inexistentes.
Jesus, antes de iniciar sua peregrinação, enfrentou o deserto também, onde passou por situações cujo objetivo foi a confirmação da sua atenção ao caminho escolhido por Abba.
Dizer que passou por provas, é uma inverdade, pois um ser crístico não passa mais por provas, mas consolida o caminho escolhido.

O mundo caminha para a aridez.
Aridez de tudo e de todos os aspectos.
No plano material, a falta e o excesso brutal serão contundentes e ilimitados.
No plano emocional o descontrole e a loucura virá com tudo.
No plano espiritual os limite que nos imputamos ao longo das vidas, serão os preciosos apoios que não teremos.
Isto é necessário, pois nada mais consegue chamar a atenção dos homens para o que ele, em verdade, precisa.

No entanto, independentemente do tempo que nos resta, é preciso voltar-se para a introspecção interior, para a coligação, para a intuição, para esta via de comunicação que devido aos tempos atuais, está mais do que nunca fortalecido e disponível para quem acredita.
A maioria não tem tempo.
A maioria, julga-se inteligente e sabedor dos fatos e acontecimentos, mas não consegue deduzir que já entramos na mais profunda crise mundial que nenhum de nós em momentos anteriores enfrentou.
O caminhar da carruagem, como foi dito ontem, não depende mais da nossa vontade, pois os fatos que criamos são contundentes e levarão a uma sequência incontrolável pela vontade humana.

No entanto, o final será feliz.
Não para todos, mas para aqueles que conseguem acompanhar de forma consciente, que seus erros e seus descaminhos, finalmente, terão possibilidades de se reverterem.
Estamos num tempo muito especial, tão diferente que determinadas situações cármicas que criamos por ações descontroladas na vida, estão sendo sanadas de imediato, ou seja, o carma me acompanha no dia a dia, não se espera mais novas reencarnações para acontecerem.
Por isso da vida ter ficado tão difícil de ser vivida, pois uma ação errada tem contrapartida de imediato.

Precisamos muita disciplina, muita lucidez e convicção para vivermos no acompanhamento dos fatos e nos ajustarmos rapidamente aos processos que estão acontecendo.
Precisamos reconhecer, saber apelar e saber reconhecer as ajudas que, em abundancia, vem até nós.
A maioria tem renegado tudo isto e insiste em viver tipicamente em tempos atípicos. A dor será muito forte.

Nos sentimos cansados. 
Este cansaço crônico não tem nada a ver com dormir, descansar, distrair-se, espairecer.
Tem a ver com a falta de doação, da ajuda, do Serviço que temos deixado de realizar face nossa doentia necessidade de ser, de ter, de acumular e de se distrair com as brincadeiras da vida ilusória, perante a vida real.
Você pode dormir, descansar, se distrair o tempo que quiser e sempre se sentirá cansado(a) se não mudar de atitude.

Quando já despertamos certas sensibilidades e isto está acontecendo com muitos, esta energia que vem em nosso auxilio, ou seja, aquela que acontece nesta fase do final deste ciclo terreno, não pode ser retida em nós.
Ela tem fluir.
A maioria a retém, como tem feito ao longo das suas vidas com quase tudo.
No entanto, esta energia é singular, diferente, incrivelmente poderosa, pois essencialmente é transformadora e curadora.
Ao recebermos, inicia seu processo de expansão dentro de nós.
Como um gás que vai sendo injetado dentro de um cilindro, vai se acumulando, se expandindo, até a ruptura do invólucro que o retém, quando este atinge o limite da sua capacidade.
Estamos assim.
Somos o cilindro que ao invés de soltarmos esta energia, temos retido, mesmo sabendo que nossa capacidade de retenção é limitada.
Este cansaço é um sintoma claro desta retenção, desta postura que temos adotado com tudo que nos cerca (tudo mesmo).
Nossos medos são frutos desta retenção, pois sabemos interiormente, que não conseguiremos reter por muito tempo.

Como temos dito, os tempos são outros, as energias também, consequentemente nossa postura precisa ser outra. Não dá mais para pensarmos como pensávamos a poucos anos atrás, pois logo teremos outra dinâmica de vida completamente diferente da de hoje.
Já estamos no deserto, enfrentando sua aridez e sua escassez. Como poderemos permanecer como sempre fomos?

Quando nos deparamos com um problema, temos de enfrenta-lo.
A melhor forma é conhece-lo em todas as suas nuances, pois poderemos enfrenta-lo de igual para igual, quem sabe anulando certos efeitos que podem ser anulados.

Tais informações são verdadeiras pérolas, pois nos ajudam a compreender, pelo menos, o que estamos enfrentando e passando.

Minha eterna gratidão a tantos Instrutores que pacientemente, tem tolerado meus erros, minhas incompreensões em certos momentos, minhas ausências, inclusive minha intolerância, mas tenho procurado dar o melhor que posso, apesar de ficar sempre inconformado por não ser o suficiente.
Aprendi que ficar inconformado pode ajudar a melhorar, pois não cesso minhas buscas.
Aprendi que reter estas energias, estas informações poderia ser um mal maior. Tem sido mais fácil viver com a incompreensão de alguns, com o rótulo de anormal, esquisito, estranho, na melhor das hipóteses, diferente, mas deixar que esta energia expansiva siga seu curso, pois assim como tem sido para mim, em algum momento será muito útil a outros.

Deixe a consciência do seu coração agir. 
A lógica, o raciocínio, não estão mais à altura de algo tão singular, diferente, especial. Estes são da personalidade, seu coração pertence a sua alma.

Gratidão.

 Hiton

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

É preciso aquietar-se.

Pensamento do dia 28 de setembro de 2015

Abram-se às possibilidades e ajam como suas almas indicarem; não cubram a Terra com preocupação.
Dorothy Maclean

Pois bem, o momento atual, por mais preocupados que estejamos, já tem um rumo e uma direção definida.
A Terra e a humanidade caminham para uma solução de todos os problemas.
A Terra tem um destino, assim como todos nós e o destino está sendo rigorosamente cumprido.
O destino terreno poderia ser percorrido com mais ou com menos problemas, com mais ou com menos dores, segundo nosso ponto de vista.
Como desacompanhamos a evolução sistemática dos reinos, inclusive do nosso reino, ficou tudo mais difícil.
A incompreensão é um dos principais fatores que geram os aspectos negativos desta virada cíclica, pelo fato da humanidade considerar que sua vida é a única que importa, num ambiente polvilhado de vidas.
Ficamos por demais “senhores e donos” da Natureza e a moldamos segundo nossos princípios, nossas ideias, nossos objetivos, desrespeitando que existe uma regência divina que a tudo e a todos conduz.
Hoje vemos que os ajustes no processo da virada cíclica vem acompanhado de inúmeras modificações radicais.

Nos mundos adiantados, o destino planetário segue seu curso sem interferências, transcorrendo muitas vezes com leves percepções dos seus habitantes, pois estes encontram-se em grande sintonia com as mudanças cíclicas que ocorrem durante uma vida planetária.
Estamos tão confusos e tão desconcertados destes processos, que muitos terão de trocar de planeta para continuarem suas experiências cármicas, pois não conseguem diminui-las, mas pelo contrário, aumenta-las em todos os aspectos.

Muitos duvidam deste processo e desta rotina da vida, sim rotina, pois bastaria analisarmos o próprio processo da humanidade, que veríamos a imensa quantidade de transformações que já ocorreram. Se tais transformações foram traumáticas, com sucessivas guerras, disputas, corridas, concorrências e competitividade entre pessoas e países é porque temos vivido fora dos padrões das Leis Regentes, mas pelo livre arbítrio tivemos a liberdade de assim fazer.

As grandes preocupações do momento, quanto à sobrevivência, não dependem mais das nossas ações e dos nossos falsos compromissos que nunca foram cumpridos. Criou-se vários organizações internacionais, das quais ninguém respeita ou respeitou, por vir cercadas de interesses próprios de algumas nações e povos que, monetariamente, conduzem tais decisões, como se fosse possível adiar o inadiável.

Parte da população anda preocupada com o “caminhar da carruagem”. Acontece que não somos mais seus condutores e seus cavalos seguem um caminho que foi previamente traçado e definido. Nos resta, portanto, aproveitar este finalzinho de viagem para nos alinharmos com as coisas espirituais.
Somos agora meros passageiros nesta carruagem que percorre um caminho que desconhecemos, sem possibilidade de novas paradas e sem possibilidade de descermos.
Nos concentrarmos na única coisa que podemos fazer, é o máximo que teremos e não será pouca coisa, pois para aquele que já percebeu que o caminho é imutável, poderá dedicar-se à única coisa necessária, sua introspecção interior.
Por séculos, dirigimos esta carruagem e escolhemos os piores caminhos, os mais difíceis, os mais penosos e dolorosos, sacrificando todos, passageiros e condutores, cavalos e a própria carruagem, com a responsabilidade de conduzi-la ao lugar reservado pelo Pai.
Perdemos as rédeas e hoje somos guiados por um destino inexorável que cumprirá a rota traçada. Teremos de sair dos terrenos íngremes, alagadiços, que queimam pela chama do egoísmo incontrolável e pelos fortes ventos da profunda ignorância que vivemos.

É preciso aquietar-se, é preciso concentrar-se no que é importante, no que é eterno, pois todo o resto será mutável.

Quem vê nestas informações algo negativo, está distorcido do processo para qual vem sendo chamado, pois negativo seria continuarmos nesta carruagem correndo loucamente por caminhos perigosos e distorcidos da realidade da Vida.


Vamos refletir.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Servir é evoluir.

Pensamento do dia 25 de setembro de 2015.

Na totalidade da Criação, os seres servem uns aos outros e se complementam.
Dorothy Maclean.

Pois bem, o pensamento é claro e nos indica uma sequencia, ou cadeia de serviços que tem por objetivo a evolução.
Como seres humanos, somos servidos pelo reino mineral, vegetal e animal. Não existiríamos sem esta doação incondicional destes reinos inferiores para nos sustentarmos.
Estes reinos, por outro lado, entendem que o reino humano, superior deve ser servido e assim o faz, mas poucos do reino humano se deram conta da necessidade de servirmos os reino superiores, como o espiritual, angelical, hierárquico, enfim a divindade que nos assiste.
Parece que não temos este compromisso e pior, não percebemos que esta cadeia se desenvolve por todo o universo.
De certa forma, sentamos na “no trono real” da vida e entendemos que devemos, somente, ser servidos.
Está errado e ao agirmos desta forma, nos distanciamos das atualizações evolutivas, por isso que vivemos com mais requinte, as mesmas coisas que temos vivido nos séculos anteriores, com os mesmos costumes, manias, superioridades, ganancia, destruições e vai por aí afora.

Sequer conseguimos exercer a gratidão no sacrifício dos reinos inferiores, pelo que deles recebemos.

Isto vem nos tornando rígidos, cristalizados, espessos a energias como da gratidão, da misericórdia, do acolhimento e consequentemente do amor.
Recebemos a Terra, nos sentimos donos e temos destruído o que chega às mãos, sem ao menos refletir sobre sua origem, sobre sua beleza, sobre sua doação e colaboração para nossa sobrevivência.
Alguns poucos acabam realizando atos, digamos, ecológicos, mas puramente práticos, sem a devida doação e amor que deveria ser. A praticidade pode ser definida como nível 1 ao passo que amar e servir, nível 1000

Mas, os demais seres humanos, não da Terra, tem nos acolhido e nos ajudado em momentos cruciais, discretamente, ocultamente, pois seriam bombardeados como “invasores” e a sua simples defesa poderia nos prejudicar e acidentalmente matar seres humanos da Terra, o que para eles é inconcebível.
Tais atitudes nos reteve no tempo e no espaço, podando estados evolutivos que exigem certo crescimento interior e abertura para padrões mais elevados de energias que não conseguem penetrar nas duras cascas que criamos no nosso entorno. Ficamos assim, impermeáveis ao crescimento interior.

Hoje vivemos mais, temos um relativo conforto e é só.
É muito pouco.
É miserável.
É critico pelo que poderíamos ser e ter.

O pensamento nos indica algo incrível e maravilhoso: os seres servem uns aos outros e se complementam
Vejam que Servir, não é ser subserviente, inferior, omisso, dar, somente, mas ao Servimos nos completamos, pois no Serviço é necessário Ajudas e Energias que processam as necessidades de todos, por isso que evoluir é servir.
Uma mãe serve ao seu bebê e o acompanha, na maioria das vezes, em quase toda as suas etapas na vida. Só que para os demais, somos omissos, somos egoístas, assim como para com o planeta, seus reinos e toda esta estrutura extraterrestre que vem nos ajudando desde nossa materialização aqui na Terra.
Certos conceitos e informações, dada a elevada ignorância e desconhecimento, são tabus, continuaram tabus e continuaremos omissos sobre as nossa reais possibilidades.  

É preciso mudar, ter a coragem de escutar a voz do coração e não mais da razão, pois os tempos atuais são excepcionalmente especiais.
O universo vem nos olhando, pois a transição planetária da Terra, que a tornará sagrada, é um evento magnifico e espetacular.
Estamos no palco universal e com certeza com muitos mais olhares do que o “Rock In Rio”, pois este modelo de ascenção, de evolução é o que ocorrerá em muitos outros mundos semelhantes à Terra atual, de baixo nível evolutivo e cármico.

Revejam seu posicionamento, suas ações.
Estão em Serviço ou preferem ser servidos?


Enfim, para quem tiver tempo, reflita.
Hilton

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A grande diferença entre você viver melhor ou pior.

Pensamento do dia 24 de setembro de 2015

"Equilíbrio é uma grande soltura, é fluir com cada momento, sem resistência, é uma atitude de dar e receber e de ajustar-se. "
Dorothy Maclean.

Pois bem, nos consideramos equilibrados quando estamos calmos.
Ora, a calma é um simples aquietamento do corpo emocional.
O equilíbrio, quando existe se dá no alinhamento de todos os corpos, emocional, mental, físico e espiritual. Quando isto acontece, significa que o corpo espiritual vem alimentando os demais corpos, no processo evolutivo este processo vai modificando todos estes corpos com novos conceitos e novas informações.
Digamos que ficaremos mais abrangentes, mais tolerantes, pacientes e compreensíveis, pois a energia evolutiva emana paz, além de satisfazer nossas mais intrincadas necessidades.
Como temos sido informados, entramos primeiro em harmonia e depois em sintonia.
Nesta etapa, o mundo externo, material, perde seu elevadíssimo grau de importância e da extrema relevância, pois o conjunto passa a dirigir nossas ações e pensamentos.
Como vivemos na ilusão e do passado, no equilíbrio a paz entra em cena e no mínimo iremos raciocinar muito melhor. Digamos que poderemos viver um presente melhor, sem projeções do futuro e remorsos do passado.

Dá para imaginar a quantidade imensa de doenças que poderíamos evitar?

A intuição começa a aflorar, a coligação poderá acontecer, enfim entraremos em sintonia com as coisas de Deus.
A ilusão diminui, deixaremos de nos preocupar com o futuro, a entrega fica mais fácil de acontecer, a confiança se eleva e nos doaremos muito mais.
A doação, a entrega ao Serviço passa a ser o grande objetivo, além da sobrevivência.

Todos tem estas qualidades.
É uma questão de disciplina, de credibilidade, de fé, para você se ver em um ambiente infinitamente maior do que nos vemos hoje, que não passa de alguns metros do nosso nariz.
O indivíduo equilibrado irá perceber mais do que ver mais.
A visão continua sendo muito limitada, ao passo que a percepção poderá ser muito abrangente.
Ele sentirá em todo o seu ser os acontecimentos, não só físicos como os sutis, invisíveis aos olhos humanos.
O céu se modificará, verá movimentos, fogos, luzes, incrivelmente belas, que não serão das estrelas.
O que vemos hoje no céu é passado. As luzes das estrelas manifestaram-se a anos-luz de distância, ou seja, poderemos ver estrelas que não existem mais, mundos que já se evaporaram, enfim hoje vemos coisas que não existem mais.

Aqui na Terra somos absolutamente estáticos em relação ao Universo.
Portanto, para aqueles que tiverem a possibilidade de arrumar tempo para evoluírem, reflitam sobre tais convergências, pois mudanças na postura atual, poderá ser a grande diferença entre você viver melhor ou pior.


Hilton

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Opiniões!

Pensamento do dia 23 de setembro de 2015.

O amor é uma realidade firme, que cria uma ponte sobre a qual um pode passar.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy vai nos preenchendo de informações valiosas.
Indica que a ponte é estreita mas o requisito para passa-la está ao alcance de todos.

Ainda não sabemos amar verdadeiramente, mas quando começarmos a gostar de alguém, incondicionalmente, ou seja, sem trocas, exigências, condicionantes, discriminações, entramos neste processo chamado amor.
Para muitos vai ser um bicho de 7 cabeças, mas é possível, viável e simples. Basta uma simples mudança de conceitos e posturas desatualizadas.
O amor tolera a ignorância, a incompreensão, o desalinhamento e principalmente nossas opiniões.
Muitas vezes deixamos de gostar de alguém pelo fato deste alguém divergir das opiniões que acreditamos.
Ora, acreditamos nestas opiniões agora, pois ao evoluirmos um pouquinho mais, com certeza iremos mudar nossas próprias opiniões.
Como temos sido informados a verdade altera-se para cada nível de consciência e para cada estágio evolutivo, portanto ao radicalizarmos opiniões e com isso deixarmos de gostar de alguém, estamos cometendo um erro extremamente grosseiro.
Gostar de alguém, seja de que reino for, não só o humano, entramos no caminho para compreender melhor. No entanto este gostar precisa ser isento do que citamos, as divergências.
Somos todos diferentes. Não há um único ser humano no universo igual a outro, portanto, a tolerância é algo fundamental neste processo de aprendizado do amor.
Notem como irmãos dos mesmos pais, tem grandes diferenças, no entanto, um pai e uma mãe tem ampla facilidade em gostar de todos os seus filhos.
Deveríamos ser assim com todos e não só com nossos filhos, gostar de todos apesar das diferenças.
Como vivemos numa sociedade absurdamente discriminatória, ao ponto de classificar cidadãos em classes sociais, em riqueza material, em escolaridade, em raças, em países, nos acostumamos muito mais a odiar do que gostar.
Hoje estamos odiando crianças que pela absolta falta de oportunidades e da imensa incompetência do estado e da sociedade, marginalizam-se para sobreviverem no mundo caótico que criamos.

Deus nos entregou um planeta lindo, com abundancia, com tudo o que precisamos, rico em tudo aquilo que necessitamos, além das belezas da sua constituição.
Arrasamos, destruímos, poluímos, cerceamos, inibimos seu desenvolvimento sadio e confortável, em troca da ganancia e do poder.
Deu no que deu.
Vivemos hoje na sujeira, na poluição, na radiação, na discriminação, continuando a destruir o que resta deste presente incrível que veio do Céu.
Não satisfeitos, continuamos a arrasar os demais reinos, como se fossem perpétuos, sem levar em consideração as gerações, que em tempos normais, poderia nos suceder.
Profunda ignorância e desamor nos levou a estes estados caóticos de sobrevivência.

Muito bem, vamos nos concentrar em nossa relação somente, pois o coletivo já ultrapassou nossa pífia capacidade de solução.
Se cada um desse esta pequena contribuição, cada um criará sua própria ponte para uma realidade firme, apoiada na Lei do Amor.
Este estado amoroso que podemos ter, individualmente, com certeza atrairá pessoas que podem ter como referência esta nova postura de ser e de agir.
Então mudanças de comportamento podem trazer novos reflexos a todos.
Um ser orante entra nesta sintonia e sua forma silenciosa e oculta de fazer, tem sustentado o pouquíssimo tempo que nos resta nesta situação caótica.

Para refletirmos.


terça-feira, 22 de setembro de 2015

A Terra tem o suficiente para prover a todos, mas pelo livre arbítrio, deixou a nosso critério esta distribuição.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2015.

O padrão e a manifestação de um lilás são lindos; o padrão e a manifestação de um ser humano, mais ainda.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy nos conta a verdade, a realidade do que somos, no conjunto dos corpos dos quais somos compostos.
Esta é a visão de um Ser evoluído (extraplanetário) que nos olha, onde os defeitos atuais ele compreende que são passageiros, superáveis.
Ao passo que nos olhamos como seres imperfeitos, onde os defeitos atuais parecem incrustados e não querem sair.
Desta forma, medimos e avaliamos nossos semelhantes, desprezando a origem divina e sacra da qual procedemos.
Com isto, discriminamos indivíduos da nossa pequena comunidade chamada Terra. Esta discriminação sempre existiu e ao invés de diminuir com o tempo dado que a capacidade de compreender e evoluir deveria acontecer, ao contrário, vem piorando, vem se aprofundando, onde temos  julgado crianças que vivem numa condição estarrecedora, cuja luta pela sobrevivência é cruel.
Da mesma forma, julgamos e discriminamos pessoas de sexo diferentes, onde em países as mulheres são meros objetos, sem direitos e presença humana, assim como diferenças religiosas tornam-se motivos de guerras e conversões compulsórias.
A ignorância, que tem sido o instrumento de controle das forças involutivas, tem agido eficazmente, dando amplo domínio e soberania a interesses financeiros, monetaristas e políticos para as sociedades em geral.

Mesmo os que tem tido acesso a tantas informações, tornam-se duros e rígidos em admitir estas condições, relutando muitas vezes em abandonar o status que consideram ideal, mesmo que as discriminações continuem dominando.
Enquanto um ser humano não conseguir enxergar a manifestação do “lilás” no seu semelhante, jamais poderemos viver em condições humanitárias e físicas iguais para todos.
A Terra tem o suficiente para prover a todos, mas pelo livre arbítrio, deixou a nosso critério esta distribuição.
Fracassamos completamente neste aspecto.
A ganancia e o egoísmo dominou os povos que tiveram as responsabilidades de distribuir o que é de todos, retendo o que deveria circular.
Podemos considerar isto em grande escala e em pequena escala, pois o indivíduo isoladamente, também retém o que poderia circular.
Ora, quando acumulamos, estagnamos e o que fica estagnado impede o que virá, o novo, a novidade, o evolutivo.
Hoje podemos dizer que não existe mais nenhuma solução para este problema, que remonta às nossa origens.

No entanto, esta retenção indevida, assim como a extração desigual, mudou o clima planetário e hoje temos locais com acumulo de calor, de frio, de tempestades, de secas, enfim a Natureza responde com igual intensidade a forma que a manipulamos.
Extraímos vorazmente o que deveria ser preservado. Poluímos as aguas, fonte da vida. Poluímos o ar, fonte da manutenção da vida.
Agora nos resta arcar com as consequências e estas estão vindo com uma intensidade sem igual.

Mesmo às portas dos monumentais movimentos, pouca gente se toca com estas possibilidades e mantem-se no seu ritmo, como se isto não fizesse parte do seu mundo.
Estamos no mesmo mundo que vai mudar radicalmente sua estrutura e geografia superficial.

É tempo de nos enxergamos como seres humanos num mesmo planeta e num mesmo momento. Este conceito de povo europeu, povo asiático, povo africano, povo brasileiro, povo indígena é algo que sempre foi incoerente, mas agora mais do que nunca tornou-se uma aberração no conceito da vida humana terrestre.
Grandes movimentos migratórios irão acontecer por todo o planeta, por uma simples questão que a vida ficará inviável em muitas regiões, até seu ápice final, onde ficará inviável em todo o solo planetário.
Muito bem, e o que acontecerá conosco.
Critérios já existem para esta situação, pois um povo de um planeta não some simplesmente.

Não vamos mudar esta situação global final, mas temos como mudar nossa situação pessoal.
Temos como dar a chance de nos alinharmos com os critérios evolutivos definidos pelo Criador para a humanidade da Terra, recado este trazido pelo filho Homem de Deus.
Temos falado muito aqui de posições,  posturas, realinhamentos, novos conceitos, quebra de preconceitos, universalidade da vida e tantas outras informações, mas de nada adianta se não nos convencermos.
Parece que os acontecimentos extraordinários que vem se alterando em questão de meses ainda não foram suficientes para que certas mudanças internas em cada um possam acontecer.
Enfim é preciso dar uma parada em tudo que se esta fazendo e repensar sobre a vida e o que esperamos dela.
Creio que muita coisa importante poderemos começar a enxergar.
Os que não tiverem tempo, não percam tempo com isto.


Hilton

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Como uma panela com água no fogão.

Pensamento do dia 21 de setembro de 2015.

Podemos amar juntos e ser livres juntos, pois, embora sejamos árvore e ser humano, somos muito mais.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy no seu pensamento junta os reinos.
O amor não tem rótulos, é universal e não depende de estados evolutivos.
Cada ser vivo ama de acordo com seu nivel evolutivo.
Uma arvore ama?
Com certeza, mas não tem consciencia, individualidade, mente pensante, então sua manifestação se dá na oferta de si mesmo aos reinos, ao planeta, enfim a tudo que a cerca.
Nós deverímaos ser muito mais que isto, ao ofertarmo-nos, pois temos mente pensante, individualidade, alma definida, mas poquissimos se ofertam e muitos, pelo contrário, usufruem o que não lhes pertencem, tirando de muitos o pouco que lhes resta.
Nosso planeta vive o caos da corrupção, da usurpação, da insensibilidade, da ganancia, enfim a energia do egoismo supera em muito a energia do amor.
Isto vem minando, corrompendo, destruindo a qualidade da vida planetaria, envolvendo todos os seus reinos, deixando nossa futuras gerações num campo minado e no conceito de “terra arrasada”, como se diz no jargão da ignorancia militar.
Graças a Deus, estamos num final de ciclo, num repasse de conceitos, de procedimentos, de caminhos, de metas, pois o sofrimento das nossas crianças e de todas as proles dos demais reinos, serão intensos.

Uma simples projeção da situação atual com as tendências de hoje, já dá para imaginar o que nos espera.
Transformações bruscas vem ocorrendo nestes últimos anos e porque não falar em meses.
A Europa não será mais a mesma e graves conflitos devem começar face a transição migratória dos países em guerra. Guerras estas alimentadas pelas próprias superpotências, que vem gerando para si, carmas imensos.

O restante do mundo, assiste. Chegamos a perder a sensibilidade e já não nos tocamos mais com tanto sofrimento. Está a quilômetros de distância, como se a distância física nos separasse de algo.
Estamos todos envolvidos, independente do lugar que nos encontramos.

É preciso pensar mais coletivamente, nos envolvermos em pensamentos, em orações, em fraternidade.
O Brasil será alvo de grandes processos migratórios, também. Estamos completamente despreparados e mal sabemos administrar nosso próprios recursos.
Nenhum preparo tem sido feito e não será feito, no entanto, estando ou não preparados, seremos envolvidos.
O mundo que conhecemos hoje, será completamente transformado e isto será crescente, como uma panela com agua, no fogão, que vai aquecendo até entrar em ebulição. Entraremos em ebulição na superfície terrestre e bolhas e mais bolhas virão à tona, mudando aquela superfície lisa e tranquila, como da agua fria na panela.

Propriedades, riquezas, luxos, status, isto só trará mais sofrimento, neste processo de “aquecimento”.
O homem útil, será desprendido, largado de suas posses, pois saberá valorizar a vida, a dele e do semelhante. Este será contatado, dirigido, guiado, conduzido, acolhido, pois este sabe que não haverá parâmetros que poderão lhe definir o que fazer.
A intuição, a coligação, o desprendimento e a fé, serão a únicas “ferramentas disponíveis”, ao alcance destes.

Milhares de avisos semelhantes tem sido dado, desde os tempos bíblicos, assim como nas últimas aparições da Virgem.
Soa distante para muitos, ou nem soa, como se não quisessem enxergar o simples panorama mundial comentado todos os dias nas televisões.

Temos sido assim, na lei do egoísmo, mas não precisamos permanecer assim.
Tenho certeza que não coloquei aqui nenhuma novidade, mas simples lembretes do que estamos vivendo e do que iremos viver.
Preparar-se espiritualmente é a bola da vez.
Ontem foi dia da rodada de muitos jogos de futebol. Creio que hoje intensos comentários, críticas e elogios levarão horas de amplas discussões, mas o caminhar da humanidade provavelmente passará desapercebido, talvez por não ter as emoções de uma partida de futebol. Quem sabe, vivendo algo bem mais intenso possamos despertar.

Vamos refletir, amadurecer, adotarmos a postura de um ser universal, inteligente, visionário, solícito, pois temos amplas informações a respeito do caminhar da vida e de seus estágios, portanto, pensar nestes aspectos não é um apêndice, mas uma forma de nos elevarmos e nos anteciparmos na oferta, na entrega e na vida crística de quem se sacrificou par nos mostrar o único caminho de sairmos daqui.


domingo, 20 de setembro de 2015

Coligação, é necessário?

Pensamento do dia, domingo, 20 de setembro de 2015

"Onde quer que exista alguma coisa, Deus está – não parte de Deus, mas Deus, indivisível. "
Dorothy Maclean

Comentários:
Nesta segunda-feira, 21 de setembro, às 20h (horário de Brasília), haverá a palestra mensal de Trigueirinho, tendo a atualidade como foco central.
A palestra será transmitida pela internet, através da seguinte página: www.comunidadefigueira.org.br/aovivo

Pensamento:
Pois bem, hoje estava refletindo sobre alguns temas e um deles foi a respeito da transição planetária.
Creio que pouquíssimos de nós, inclusive as pessoas que tem recebido estas informações, tem parado para coligar-se.
Hoje, de certa forma, estamos sob certas pressões relativamente tranquilas, suportáveis ou toleráveis, onde a coligação poderia ser feita de forma até programada em certos momentos da nossa vida diurna.
Este processo deveria ser colocado à prova em diversas situações:
- por exemplo em momentos que estamos sozinhos, isolados, tranquilos, serenos e com tempo (coisa difícil de se conseguir para muitos!)
- em momentos que estamos sob pressão, como numa reunião de negocios, numa roda de discussões, ou seja, num ambiente hostil para esta finalidade;
- em momentos que estamos sob distração, como numa roda de amigos, numa festa, numa celebração, etc.;
- num local tranquilo, em paz, como num bosque ou jardim, à sombra de uma árvore, num templo, numa igreja, etc.;
- num transporte coletivo, como um ônibus, metrô, avião, ou em filas, enfim locais cuja convivência se dá com muitos.;
- num local tumultuado, onde certas confusões começam a acontecer.

Enfim deveríamos nos colocar em testes contínuos e constantes deste processo de coligação.
Tudo exige treinos, estudos, aperfeiçoamentos, desprendimentos, concentração. Vejam que na escalada profissional, sem dedicação, sem concentração, sem estudos, dificilmente alcançamos metas definidas.
O processo da coligação não é diferente, pois na transição planetária, poderemos estar sob inúmeras situações, longe do ideal que, conceitualmente, todos devem imaginar como sendo o Jardim do Éden para coligar-se a Deus.

Nos coligamos diariamente, quando entramos em sono profundo. Nem todos, pois alguns entendem que podem ficar despertos ou terem intervalos curtos de sono, que é o suficiente, como se o sono devesse acontecer somente para o descanso do corpo físico.
A coligação acontece com todos, mas a maioria sequer a percebe ou intui sobre certas informações ou processos que vem acontecendo com cada um. Sem esta coligação que acontece ao longo da vida, não sobreviveríamos, ou teríamos um tempo muito curto de vida física, ou até um tempo longo, mas inútil, inerte e perdido, se considerarmos nossa escala de tempo.

O pensamento de Dorothy faz sentido para quem ousa coligar-se, sendo necessário instruir-se, estudar, desprender-se, mesclar situações, senão Deus continua sendo o velhinho no trono, monotonamente, observando.
Este deus é distante, rigoroso, pune, protege uns e outros não, ou seja, rotulamos este deus como sendo parcial nas suas ações.
Esta situação define bem a aura de ignorância que reina aqui na Terra, onde doutrinas, monetariamente fortalecidas, “vendem” os milagres divinos.

Um transição planetária é desconhecida pela maioria, portanto, nada que conhecemos tem como ser aplicado, até porque tudo que acontecerá, será fora das escalas que existem.
A coligação é crucial nos momentos atuais e será muito mais nos momentos atípicos, desconhecidos, fabulosos, onde sem uma orientação superior não saberemos o que fazer e nem por onde começar.
O treinamento sugerido abrange possibilidades que fazem parte do dia a dia, portanto sua pratica não interfere nas nossas atividades e não toma tempo dos que estão sempre ocupados, sem tempo a perder.

Enfim fica a sugestão.
Se ousarem fazer, como sempre, Ajudas se manifestarão e ajustarão nossos padrões energéticos para que a coligação aconteça.
Como dissemos, treinamento, persistência, convicção e fé, sem estes requisitos, não perca tempo e continue sua vida como é.


Vamos pensar a respeito?
Hilton