quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A vida material foi criada para vivermos a vida espiritual e não o contrário.

Pensamento do dia 12.11.15

O sagrado está em todos, ainda que oculto.
Trigueirinho.

Pois bem, esta posição meio enigmática de ocultar o sagrado tem suas razões.
O que é sagrado deve ser conquistado.
Não pode ser cedido e para alcançarmos temos de ter o respectivo padrão vibratório da informação sagrada, em questão.
Forças involutivas não alcançam o sagrado, mas conseguem desvirtuá-lo através de nós, que cedemos de forma muito fácil e pouco inteligente a esta forças negativas.
O sagrado segue regras, Leis e energias bem singulares, digamos que especiais, pois não se retém sob nenhuma hipótese ou barreira, portanto quando não alcançamos o sagrado é porque ainda não vibramos no padrão energético necessário.
Somos muito distraídos.
Lemos mal, assimilamos mal, misturamos coisas elevadas com coisas supérfluas, interpretamos segundo nossas conveniências, não damos a devida atenção, ou seja, somos muito fracos para levar adiante aquilo que é imprescindível para nossa continuidade como seres espirituais.
Estes defeitos, que foram se acumulando ao longo de vidas e vidas vividas, indevidamente, no livre arbítrio, criaram estigmas que são difíceis de serem superados.
Hoje temos de nos esforçar continuamente, constantemente e a menor distração rompe-se horas, dias ou quem sabe anos de trabalhos na tentativa do equilíbrio.
O conceito de “prioridade” é primordial, fundamental, para concentrarmos nossa atenção na única coisa necessária – a vida espiritual.
A vida material foi criada para vivermos a vida espiritual e não o contrário.
Sem compreender isto, nada evolui dentro de mim.

O sofrimento é um importante “instrumento” que deveria nos levar a compreender estes aspectos, mas temos dado nomes como sorte, azar, bem, mal, que nos confunde ao interpretamos estes sinais de alerta.
Quando sofremos, uma sirene toca, internamente, para voltarmos a nos focar no que é essencial. Para alguns este essencial é dinheiro, para outros posição social, para outros alimentos, para outros família, para outros política e poder, para outros guerras, para outros futebol, enfim, nossas distrações são tantas que nos perdemos neste mar de ignorância.

A vida espiritualmente equilibrada não sente estes argumentos que citamos acima, pois caíram numa escala superior de prioridades, desta forma podemos estar passando por um revés sem perceber e sem sentir.
Raríssimas são as pessoas nesta condição. Digamos que uma mão as contaria no meio de toda a população terrestre.
Portanto, temos de trabalhar intensamente para nos reequilibrarmos toda vez que nos sentimos fora do “eixo”.
É um luta árdua, continua, constante e não se pode vacilar. Se um dia você não está bem, o outro lute para estar bem. A compensação acaba funcionando, ainda que precariamente, mas funciona.
Aprimorar-se nas informações, na busca, na reflexão, no conhecimento, é um Trabalho primordial para ajustarmos o que se desajusta.
Portanto, nesta escala a prioridade sobre o que nos condicionamos a conquistar é fundamental.
Nesta constante, você se acostuma e acaba compensando certas quedas que forem ocorrendo e na medida que você se sente mais positivo que negativo, você cresce.
O sagrado é oculto até o descobrirmos, portanto a luta é para descobrirmos.


Vamos refletir sobre isto.
Hilton

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Aprender e progredir no mundo espiritual, obviamente o prepara para o curso da vida no plano material.

Pensamento do dia 11.11.2015

O ser humano começa a crescer conscientemente quando aceita que está aqui para aprender a progredir.
Trigueirinho.

Comentários:

Criaremos um grupo especifico para aqueles que se manifestaram.

Pensamento:

Pois bem, o progresso a que se refere o pensamento é o espiritual.
Mas e o material como fica?
Podemos dizer que uma coisa leva a outra. O material não existe sem o espiritual.
Mesmo que uma pessoa se considera ateu e absolutamente distante das religiões, ela precisa sobreviver no plano material para cumprir as metas evolutivas, entre elas a cármica,  portanto terá ao longo da sua vida oportunidades de sobreviver e de aprender coisas sobre o espirito. Caberá a ela, no seu livre arbítrio, decidir sobre as oportunidades que irão se apresentando no curso do seu destino.
A meta sempre será a meta espiritual, pois se eterniza ao longo das vidas vividas.
As circunstancias que se desdobram no plano material, em oportunidades, em falta de oportunidades, em experiências positivas ou negativas, na realidade são instrumentos, ferramentas, que o plano espiritual, ou melhor dizendo, nossa alma se utiliza para evoluirmos.
Por isso que há tanta disparidade entre nós, das circunstancias na vida.
Uns vem com muito pouco, outros vem com muito. Uns seguem um ritmo de ascenção, outros descem a níveis bem difíceis.

Mas o problema maior tem sido a falta de foco da maioria em perceber o que realmente importa no curso da vida.
Aqueles que se prendem somente aos aspectos materiais, em vários momentos sentem “o grande vazio” que suas vidas representam. Este “vazio” é perigoso pois pode nos levar a deflagrar sintomas que transformam-se em processos degenerativos que rapidamente atingem o corpo emocional, depois o mental e em seguida o físico.

Aprender e progredir no mundo espiritual, obviamente o prepara para o curso da vida no plano material.
O inverso não acontece, ou seja, eu não tenho como me preparar materialmente para seguir o espiritual.

A rotina da vida segue sempre este curso: o espiritual se materializa em função das circunstâncias.
Quando entro na seara da evolução espiritual me preparo para todas as circunstancias do plano material, além do que acabo permitindo que todas as ajudas necessárias se manifestem naquilo que ainda não ficou claro ou compreensível.

Poucos se convencem disto e a fase atual tem restringido ainda mais  as imensas oportunidades que vem, assiduamente, se manifestando.
Como temos colocado, as gerações futuras, nossas crianças, estão sendo desprovidas da base espiritual para evoluírem. Em contrapartida ganham força nos aspectos materiais fazendo-as esquecerem-se das nossas origens divinas.
Quem sabe é a “falta de tempo” destes pais tão ocupados em tantas futilidades.

As 3 perguntinhas clássicas, “quem somos”, de “onde viemos” e para “aonde vamos”, precisam de respostas pois ocultamente, ou implicitamente, ficam martelando em nossa cabeça.

Crescer conscientemente nada mais é do que começar a perceber as bases espirituais da vida. Onde ela se forma, como ela se forma, quem nos assiste, porque, o que somos, onde estamos, enfim inúmeras perguntas podem começar a ser respondidas e estas na medida que forem sendo compreendidas começam a trazer o verdadeiro sentido da nossa existência.
Sem isto, somos uma mera massa muscular, eletricamente comandada por forças das circunstância, ou seja, somos nada.

Vencer os medos, os preconceitos, os paradigmas que nos “entulharam goela abaixo” como sendo verdadeiros, são os primeiros passos. Portanto o desprendimento inicia-se numa luta interna relativamente feroz,  Em seguida vem certa calmaria e na sequencia as verdadeiras Instruções .

Faça uma auto analise para um auto avaliação de como você se encontra.
Como estão sendo dominados os seus medos?
A que ponto você está travado em relação aos apoios que conhece?
Você é uma pessoa receptiva ao novo , às novidades?
Você se abate constantemente, depende de remédios e apoios psicológicos para sobreviver?

Estas perguntas podem dar lhe dar algumas ideias das mudanças que precisam acontecer.
Não se preocupe quanto a isto, pois somente a sua boa vontade e receptividade lhe abrirá portas para que certas barreiras possam ser vencidas. Pessoas, movimentos, ajudas, acontecimentos irão lhe cercar para que mudanças ocorram. Temos um anjo da guarda que está sempre presente e assim que consentirmos Eles se manifestarão da forma mais inusitada.

A Fé é este instrumento que manifesta nosso consentimento nas “ajudas” que virão.


Hilton

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O medo (quem sabe um sinônimo de preguiça e marasmo) é a ausência da pratica de atos preparatórios e da fé.

Pensamento do dia 10.11.2015

A aspiração ajuda a construir o novo tempo e a entrever as chispas de luz do mundo vindouro.
Trigueirinho.

Pois bem, nestes momentos de confusão, insegurança e dos medos que temos de encarar no dia a dia, uma forma de se manter um certo equilíbrio é a aspiração do “novo tempo”, da “nova era”.
A Terra não será para sempre um mundo obscuro, isolado, negativo, onde dor e sofrimento tem nos acompanhado na maioria das nossas vidas.
A falsidade, a mentira, a corrupção, sem dúvida, terá um fim.
Estamos mais próximos deste fim do que imaginamos.
Se analisarmos a situação atual, a sensação é de que ela perdure para sempre, mas não é assim.
As mudanças que virão aconteceram de uma vez só e será cirúrgica, ou seja, atingirá todos os que estão envolvidos nestes desequilíbrios e comungados com as forças negativas. Os demais precisarão acompanhar as indicações intuitivas, para se posicionarem sobre os acontecimentos.
Para isto é necessário desprendimento, muita fé e coragem, pois poderemos ter de seguir “caminhos contrários” daqueles que muitos irão seguir.
Como temos dito, não se trata de punição, vingança, ou qualquer outra dedução da nossa mente limitada e de raciocínio tosco e fatalista na sua forma de pensar, mas de simples ajustes de níveis de consciências.
Quem não atingiu o nível necessário para viver num planeta sagrado, não poderá ficar. Quem alcançou poderá optar por ficar.
Isto é cíclico, contumaz, acontece em todo o universo, pois é absolutamente normal.
Temos visto, na 3ª dimensão, nossa Lua, Marte, Júpiter e outros planetas do nosso sistema solar, desabitados, com sua superfície sem vida, ou no máximo microscópica, onde a aridez é plena.
Foram planetas que tiveram seus ciclos e findaram suas atividades nesta 3ª dimensão, mas na 4ª ou quem sabe na 5ª mantem plenamente o processo evolutivo, da qual ainda não podemos compartilhar.
Portanto, o que está previsto para a Terra são ciclos contínuos como aconteceram nos demais.
No próximo ciclo terrestre, a Lua, Marte e Júpiter serão vistos em sua abundancia.
Não adianta ter medo, pois com ou sem viveremos situações que são inexoráveis.
O medo (quem sabe um sinônimo de preguiça e marasmo) é a ausência da pratica de atos preparatórios  e da fé.

No entanto, numa simples mudança de raciocínio e postura nos trará a chance de viver os momentos atuais com a grande esperança do novo, das novidades, de uma nova fase, de uma vida brilhante e saudável como temos no íntimo, desejado tanto.

Esta esperança alavanca pensamentos e procedimentos de preparação muito importantes para o que virá.
Temos ressaltado sempre a palavrinha mágica – CONFIA – pois mais do que nunca será a única coisa que poderemos nos apoiar.
Os demais valores, as demais premissas, as demais referencias, terminam. Esgotaram suas possibilidades neste ciclo, de produzirem alguma coisa que mude os rumos que a humanidade vem caminhando, ou melhor dizendo, afundando.
Vamos focar no que virá.
Vamos conhecer um pouco mais sobre as novidades que nos aguarda.
Vamos nos unir em cima destes temas, pois são os únicos temas que trazem a esperança e a alegria de uma forma bem melhor para se viver.

No geral, a maioria fica com o “pé atrás”.
Acha impossível mudanças tão radicais, tão profundas e tão rápidas.
Pura falta de conhecimento, pois tais “segredos” tem sido até agora guardados a 7 chaves, por sistemas religiosos, congregações secretas, pois temem que possamos perceber estas possibilidades como reais.
A luta de tais congregações e sistemas religiosos tem sido rigorosos para que a mídia e a ciência não aborde estes temas e possa suscitar duvidas a respeito de tudo aquilo que temos nos apoiado.
A ciência verdadeira, se revelada, segundo eles, iria produzir o caos, mas não há forma de se esconder o inevitável.
Atlântida afundou em um dia – 24 horas.
Lemúria, um continente imenso, desintegrou seu solo em semanas.
No entanto, muitos lemurianos, como muitos atlantes, pois somos seus descendentes, seguiram seus instintos e suas intuições e souberam se posicionar adequadamente. Isto na época provocou grandes migrações, anos antes, que se espalharam para os demais continentes da Terra.
Enorme assistência angelical, das Hierarquias e dos extraterrestres conduziram várias partes daquelas populações, nos seus processos migratórios, anos antes, para locais seguros e para locais em que novas civilizações fossem surgindo e continuasse a procriação do reino hominal por toda superfície terrestre.
Os lemurianos, assim como os atlantes e agora nossa raça ariana, fracassaram nos seus intentos de se conduzirem de acordo com as Leis Superiores, no livre arbítrio.

Na Bíblia, temos a história de Moisés conduzindo seu povo por 40 anos na travessia de várias regiões para fugir do jugo e do mando dos faraós.
Isto é cíclico, pequena escala ou em grande escala.

Na fase atual, o processo migratório será outro, pois toda superfície planetária estará em processo de transformação.
Transformações profundas, internas, em todos os seres resgatáveis, para voltarmos ao arquétipo original, estão sendo revistas para que os erros do passado não se repitam mais uma vez.

Aspirar as chispas de luz do mundo vindouro” – este é o grande argumento do momento.


Obs. Havendo manifestação de interesses, poderemos nos aprofundar um pouco mais sobre o tema migratório da população atual da Terra.


Hilton

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

É preciso muita atenção no que se está fazendo.

Pensamento do dia, segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"Quando se vive para o mundo formal, coisas efêmeras ganham importância e são ambicionadas."
Trigueirinho.

Pois bem, este alerta é importante, pois assim temos feito muitas vezes, sem perceber.
É muito comum nossa tentativa de se viver acima das nossas reais possibilidades.
De certa forma o estágio social e financeiro que cada um se encontra nunca é suficiente e por isso nos esforçamos tanto para dar um passo maior.
Nem sempre estamos preparados para este passo maior e quase sempre as consequências tem sido ruins.

Da mesma forma se aplica para as coisas do espírito. É preciso uma certa base, uma certa convicção, para arriscar voos mais elevados.
Não há possibilidade de ascendermos um nível seguinte, sem ter cumprido as metas estabelecidas no nível anterior. No plano material é idêntico, não podemos ter o que nos consume além do que podemos disponibilizar.
Este clássico erro tem sido cometido por quase todos, durante quase todas as vidas. Em ambos os planos, no material e no espiritual, a ambição pode nos levar à ruina de tantas conquistas e lutas realizadas.
O equilíbrio, sob todos os aspectos é a base do bom senso,  da prudência e da normalidade. Isto se dá em cada nível de consciência que nos encontramos.
A ascenção deveria ser algo natural, cadenciada, continua, sem os atropelos e sem a ganancia que muitas vezes se sobrepõem a tudo isto e nos “quebra”.
No plano material ela tem sido cruel, pois nos incentiva a verdadeiras loucuras num contra senso descomunal.
No plano espiritual ela aumenta o grau de ilusão e acaba transformando obras elevadas em buracos imensos cuja queda tem sido muito dolorosa.

No mundo formal, a ambição e as aparências ganham muita importância e tem nos transformados em pessoas falsas, que procuram refletir o que não tem e o que não são. Uma questão de tempo é o que acontece para a queda.
No mundo espiritual, a vaidade e o orgulho assolam as ideias e os pensamentos de que dominamos aquilo que indominável por sua própria Natureza, levando a quedas profundas e muitas vezes à loucura.

Estes processos ilusórios no mundo das formas e no mundo oculto, tem levado pessoas boas, de bom caráter, de grande potencial a perderem-se na vida material e espiritual, num grande processo de retração que poderá levar várias vidas para voltarem ao estágio em que começaram a se desvirtuar.
Isto tira o foco, embaça processos de Luz, distancia as “ajudas” e nos mantem nas ilusões.

O momento exige muita coragem, muita força, grande discernimento, muito equilíbrio e uma visão muito profunda da realidade do momento, para não cairmos nas grandes armadilhas da ambição.    

Vou retratar um texto do livro, Encontros com a Paz - Editora Irdin – Trigueirinho – pg. 61, que pode ser oportuno:

“ Indivíduos de todos os povos e culturas, se conscientes de sua existência real, estão passando por etapas de conflitos, pois os avanços internos estão-se dando com velocidade maior do que a suportável pelos seus corpos e consciências materiais.
O processo de superação e de transcendência do envolvimento com as forças humanas, forças de inercia e de atrito, tem esse caráter de aparente desarmonia enquanto o ser não abdica de responder aos estímulos que delas provem. Uma chave para isto é a imparcialidade e também não se deixar abater pelas chamadas desilusões. Que bem maior pode haver para o que busca a verdade do que ter dissolvidas as suas ilusões?
Se há períodos que parecem ser mais difíceis que os vividos anteriormente, é preciso lembrar que quanto mais avança o peregrino, mais apto se torna para superar obstáculos. O aperfeiçoamento de sua destreza advém de cruzar trilhas acidentadas”

Palavras sublinhadas: Hilton


domingo, 8 de novembro de 2015

Pensamento do dia, sábado, 7 de novembro de 2015 ,

"És parte de um corpo de luz e nele hás de ocupar tua posição."
Trigueirinho.

Comentários:
Hoje não falaremos sobre o pensamento, mas a forma que escreveram no exercício que alguns fizeram para expressar-se no seguinte tema:

“”Caminha rumo à estrela que te guia.
Trigueirinho.

Pois bem, ...........................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................””

Todos os textos foram lidos e aos poucos irei repassando, sem identificação.
O que se escreve sempre tem muita sinergia com o que se está sentindo naquele momento.
Todos vez que escrevemos algo com esta natureza mais elevada, mais sincera e mais profunda, precisamos estar em equilíbrio, com certa ausência de desejos e manifestações do corpo emocional, manifestações estas que sabemos avaliar muito bem se são tendenciosas ou equilibradas.
O que importa é a energia que o texto emana, pois somos o espelho do que expressamos.

Para radicalizar, imagine tentarmos escrever um texto com esta configuração, num estádio de futebol assistindo uma partida de futebol entre dois “times rivais”. Nas competições as energias predominantes são as mesmas que conduzem as guerras: o ódio e o medo.
Com certeza este texto será fortalecido e apoiado nestas duas energias – ódio e medo.

Imagine estarmos assistindo um filme onde as emoções vão aos extremos vivendo seus personagens, pois sabemos que um sucesso de bilheteria apoia-se na “adrenalina” que consegue gerar, ou seja, puro desequilíbrio. Com certeza será um texto extremamente alegre, ou extremamente triste, ou com muita ansiedade, aflição, angustia, raivas, etc. Portanto desequilibrado.

No geral tem sido assim que temos nos expressado na maioria das vezes, face a um processo continuo e constante de desequilíbrio.
Ora, como somos o espelho do que expressamos, temos mantido energias conflitantes sob a forma que temos nos expressado.

Percebe-se que alguns refletiram bastante sobre o texto escrito. Outros muito pouco, mais com a ânsia de uma “lição de casa”, outros colocaram o coração acima da razão, outros a razão acima do coração, outros telegrafaram, ou seja encurtaram o que poderia ser expressões bem legais e muitos não se manifestaram. Talvez pela falta de tempo ou com algum tipo de medo de uma auto avaliação.

Sim, sempre será uma auto avaliação, pois é assim que a vida nos conduz e assim que refletimos o que somos, como estamos e como temos nos conduzido.

Um texto precisa ser sempre a expressão da sua verdade, por isso que jamais será um texto autentico e verdadeiro no conceito do âmbito universal, pois cada um se encontra num certo nível de consciência, da verdade e da evolução. No entanto pode ser uma excelente referência, desde que a expressão da verdade e a energia do amor esteja presente no texto redigido.
As palavras precisam sempre expressar a energia de quem as escreve.
Como sabemos somos primeiro energia para depois ser matéria, então tudo se forma na energia e é autentica, depois se materializa e sofre as devidas interferências.
Escrever um texto ou pronunciar palavras deveria ser uma manifestação do coração e não da razão, mas tem sido da razão influenciada pelas aparências e pelo desejo de ser o que não é. Isto tem transformado um texto e as palavras que pronunciamos em algo não autentico.
Isto ficou tão forte e poderoso, que os tempos atuais exigem protocolos, autenticações, testemunhas, contratos, etc., e ficou tão poderoso que as entrelinhas são propositalmente redigidas para darem a dúbia interpretação, ou seja, sacramentamos a mentira em todos os seus aspectos nefastos, assassinos e destruidores.

Não se faz um texto autentico sem reflexões, sem equilíbrio, de forma telegráfica, pois o que importa são as energias ali contidas e partindo do princípio que devem ser elevadas, temos que usar a expressão máxima da verdade e do nosso nível evolutivo mais autêntico.
Um texto pode assumir um caráter pessoal, onde apontamos certos objetivos a serem perseguidos. Este apelo chama energias do alto, pois de certa forma damos permissão para que “ajudas” aconteçam.
Um texto pode expressar algo que eu quero fazer pela coletividade. Neste aspecto apelo para que Seres, estruturas, energias se voltem para me ajudar nos objetivos ali propostos. Se foram condizentes com as reais necessidades do meio, estes acontecem.
Um texto pode conter ódio, raiva, vinganças. Energias negras se coligam para saciarem-se e aprofundarem-se no coração de quem as está expressando, aprisionando o indivíduo.

Como é preciso expressar-se por textos e palavras, pois temos absoluta necessidade desta forma de comunicação nesta 3ª dimensão, aprimorar-se faz parte do processo evolutivo.

Como recomendação de nossos Instrutores, reavaliem o que escreveram, tentem identificar como enquadra-lo nestes contextos.
Se descobrirem falhas, estudem para sana-las.
Se ficarem contentes, aprimorem-se ainda mais para que a energia do amor, manifeste-se de forma mais presente.
Se não escreveram, reavaliem-se de que forma seus compromissos condizem com os apelos do seu coração.

Hilton

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pai, Filho e Espírito Santo

Pensamento do dia  06/11/2015.

Teu único bem é a vida do espírito, infinita, eterna e imutável.
Trigueirinho.

Pois bem, que maravilha se todos pensassem assim.
Teríamos longevidade em todos os aspectos da vida espiritual e da material também, pois nossas ações iriam prever a sequência da eternidade dos movimentos.

No entanto, aceitamos a vida finita, muito curta por sinal e com isto veio a irresponsabilidade.
Primeiro consigo mesmo, ou seja, realizamos ações, pensamentos, movimentos que sabidamente sabemos que são errados e prejudiciais. Como levamos em conta o tempo de existência física, parece que morrendo tudo termina.
Segundo, mantenho a irresponsabilidade em quase todos os aspectos da vida, com os semelhantes, com os reinos da natureza, com o planeta, apoderando-se, devorando e consumindo freneticamente o que me foi divinamente emprestado para usar com sabedoria, consciência e responsabilidade.
Levando a vida como temos levado, infringimos continuamente Leis Universais e imutáveis, assumindo grandes responsabilidades que, obviamente, não irão cessar na desencarnação.
De certa forma, somos protegidos pela ignorância, de certas responsabilidades, mas ao mesmo tempo deixamos de progredir no nível da consciência, o que pode ser uma perda incomensurável.
Tem um fato curioso que pode esclarecer: a Terra já pertenceu a várias civilizações antes da atual, ocupando grandes continentes que naquela época tinha uma formação geológica bem diferente da atual. Em várias destas civilizações remotas, não existia a dor do parto. Esta começa a acontecer quando a humanidade começa a usar o sexo desenfreadamente para satisfações pessoais e onde a energia do amor começou a ficar mais distante.
Nestas épocas antiguíssimas, a necessidade da procriação para povoar a Terra e a base do amor nos ensinamentos sobre a procriação, prevaleciam, inclusive sem nenhum problema na consanguinidade, casamento entre pessoas muito próximas no grau de parentesco, inclusive não existia a hereditariedade nos nascimentos.
Isto começa a mudar quando desalinhamos os ensinamentos iniciais quanto ao conhecimento destas Leis Universais. Nesta sequência, perdemos estes ensinamentos que foram trocados por adorações a deuses criados pela fantasia alucinada de pessoas que assumiam certas lideranças. No entanto, o livre arbítrio sempre prevaleceu.

Da mesma forma, após a início da era cristã, assumimos novas e maiores responsabilidades pelos ensinamentos que Jesus o Cristo, nos deixou e nos libertou, se assim podemos dizer, do julgo da ignorância sobre os verdadeiros conceitos da criação e de seu Criador, da qual Ele chamava de Pai, revelando as 3 primeiras Leis básicas:
·         Amor Sabedoria  (Pai)
·         Poder e Vontade  (Filho)
·         Inteligência Criativa (Espírito Santo)
ou
·         Pai, Filho e Espírito Santo.

Da mesma forma, ao lermos e assimilarmos estas informações, guardadas as devidas proporções, aumentamos ainda mais nossas responsabilidades na medida que formos superando estados de ignorância que permaneciam em nossa consciência.

Da mesma forma, podemos dizer que quando eu, que venho me submetendo a tantas descobertas, insisto em errar, meu erro será maior do que o erro de quem não tem esta oportunidade.

Quando pensarmos efetivamente, realmente, sinceramente, honestamente de que somos um espírito com vida eterna, realizando ciclos de experiências  e de aprendizado na vida material, conquistando conhecimento, descobrindo o próprio potencial interior e que habitamos este lugar imenso chamado universo, com certeza nossa consciência e nossas ações serão dignas da nossa origem. A visão será tão ampla e intensa que a vida por si só se encaixará na forma correta de se viver momento a momento.

Quando temos um único bem a preservar, “a vida do espírito, infinita, eterna e imutável”, podemos dizer que o restante acontecerá alinhadamente com este conceito e esta origem. Não há esforços a serem feitos.

Vamos refletir com muita firmeza e dedicação sobre este importante conceito, real e verdadeiro, em nosso mundo tão ilusório.

 Hilton

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ave Maria.

Comentários:

Na reunião de terça passada, optamos por realiza-la dedicando 1 hora de oração intensa e continua.
Foram aproximadamente 220 “Ave Maria”, numa sintonia muito boa.
De certa forma colaboramos com uma sintonia mundial de vários Grupos que dedicaram-se a 3000 orações continuas, nesta terça.
Tivemos uma experiência marcante nestes momentos que vou retratar a todos:

Marcamos um horário de início e fim, totalizando exatamente uma hora de orações continuas – Ave Maria – que foi a oração praticada por todos os Grupos,  conforme orientação de Maria e seu Filho. Alguns Grupos optaram por faze-la em latim e outros nas suas línguas de origem.
Após os primeiros 10 minutos conseguimos igualar uma certa sintonia entre todos, pegando inclusive uma cadencia na oração, uma vez que foram feitas em voz alta.
Destes momentos em diante, fios de luz começaram a brotar do coração de cada um dirigindo-se ao centro do círculo que temos formado em todas reuniões. Estes fios de luz, concentrados num semi círculo cristalino, começaram a fluir para o alto.
Inicialmente de forma desordenada, mas na medida que íamos progredindo nas orações formou-se um vórtice de fios de luz entrelaçados, como se fosse um tornado, girando rapidamente, mas com efeito contrário do tornado, ou seja de baixo para cima e assim permaneceu até os últimos 5 min finais, desfazendo alguns segundos antes do término das orações.
Esta maratona orante, no âmbito mundial, tem como premissa o “armazenamento” destas energias orantes para os momentos difíceis que se aproximam.
Após a conclusão e com a garganta seca, a sensação de paz e de alegria ficou no coração de todos.



Pensamento do dia 04 de novembro de 2015.

A vigilância é necessária em tempos de transição como estes.
Trigueirinho.

Pois bem, mais do nunca, o proverbio “orai e vigiai” é fundamental.
A vigilância, na fase atual da transição planetária, que já é critica, é fundamental.
Hoje lidamos com forças ocultas, sábias, muito ardilosas e sutis.
A raça humana, por outro lado, se fragilizou demais, se afastou dos verdadeiros conceitos sobre a vida e a forma de se viver, além de distanciar-se dos conceitos básicos da nossa composição física – espiritual.
Isto por si só nos tornou pessoas muito manipuláveis, onde cada vez mais temos aceitado as infames mentiras sobre a melhor forma de se viver.
O foco de se “viver bem” se fundamentou no “ter” e no “poder”.
Quanto mais tenho e quanto mais domino, mais, ilusoriamente, entendo que vivo melhor.
Face a esta grande distorção da realidade, iremos sofrer uma grave e poderosa decepção, quando a superfície do planeta estiver sob a pressão de imensos movimentos telúricos.
Estes movimentos já definidos para a preparação da superfície terrestre na sua nova concepção como solo sagrado, não tem caráter punitivo para os humanos, mas terá ajustes cármicos e outra coisa muito importante, a decepção, para sentirmos a fragilidade de nossos atuais “apoios” e a real necessidade de nos voltarmos para as atitudes espirituais da vida.
Precisamos conhecer nossa origem e esta é imaterial.
Ora, quando nos focamos e nos voltamos somente para os aspectos materiais, não há outra solução a não ser o colapso de tudo aquilo que temos nos apoiado no plano material. Talvez a inexistência destes apoios materiais faça com que nos voltemos para nossa origem, nosso verdadeiro e real caminho que é a evolução do espirito.
De certa forma, seremos lembrados da nossa origem e teremos a última chance, nesta fase planetária, para estes aspectos.
Poucos se dão conta desta situação extrema que estamos vivendo, pois alimentam-se de esperanças ilusórias ou tem medo de admitir o fracasso dos nossos conceitos atuais.

A vigilância é necessária, pois sem ela somos alvos fáceis de mentiras e mais mentiras de uma sociedade doente, em seus últimos suspiros, que ainda retem a grande parte da iludida população do planeta (leia-se física e astral).
Talvez lendo isto muitos achem um exagero, uma precipitação, como se tivéssemos um longo percurso ainda a percorrer.
Não é verdade.
Estamos na eminencia de fatos significativos e poderosos que desalinhará o muito pouco que ainda tenta sobreviver nesta fase caótica do planeta.

Pela simples leitura de artigos de jornal, comentários científicos, pesquisas realizadas por pessoas ou grupos idôneos, temos um panorama absolutamente comprometido com mudanças climáticas, com a energia monetária, com a credibilidade do que hoje é manifestado por poderosos grupos econômicos, por toda a indústria farmacêutica, energética, financeira, politica e vai por aí afora.

Orai e vigiai. São temas que foram amplamente abordados em nossas Instruções diárias, das quais estão também na sua fase terminal, pois o que precisava ser explicado dos conceitos básicos para estes tempos também já foram.

Podemos dizer que ainda resta muito a fazer, mas entramos agora num direcionamento muito pessoal, onde cada um irá escolher o que é melhor para si e seguir adiante.
A fase da coletividade terminou.
A escolha é individual, única, exclusiva e cada um tomará suas decisões. Aqueles impossibilitados, por algum motivo, se apoiaram no seu anjo da guarda que manifestará as vontades do seu coração.
Ninguem será esquecido ou deixado para trás, como dizem os americanos para seus soldados que morrem lutando por nada, mas a diferença está na manifestação da alma e não da mente e da ilusão.

Tais energias orantes “armazenadas”, nestes momentos difíceis, serão os verdadeiros apoios para muitos que resolverem despertar para sua realidade interior.


Hilton

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A oração - esclarecimentos.

Pensamento do dia 03.11.2015

A todo instante podes estar orando silenciosamente.
Trigueirinho.

Pois bem, a oração é um Instrumento de apoio sem igual.
A maioria não usa, ou usa nos momentos em que não vê saída nas diversas situações em que se vê envolvida.
A oração deveria ser algo continuo na vida de todos, pois nos coliga com a nossa contraparte espiritual.
Ao contrário do que imaginamos a oração é um estado de se viver, corretamente.
Em mundos adiantados a oração faz parte de todas as ações e movimentos que um indivíduo realiza, como parte integrante das energias que irão fluir no que se está fazendo.
Aqui, geralmente, usamos nos momentos de aflição, quando usamos, pois estamos condicionados a resolver nossos problemas somente pelos aspectos materiais, desprezando que as origens de qualquer coisa, de qualquer movimento, ocorre primeiro nos planos espirituais para depois materializar-se.
A oração tem se tornado um jogo de palavras repetitivas, muitas vezes vazias, pois nossos pensamentos estão longe, focados em coisas e situações mais “práticas” e “eminentes”, pois desconhecemos este poder imenso que uma oração bem feita, concentra.
A oração estimula vórtices de energias incríveis, muito poderosas que podem atuar sobre qualquer coisa ou situação.

Muito bem, então porque muitas situações que não gosto ou preciso me livrar, nada acontece quando oro?
Pelo fato de que situações cármicas devem ser cumpridas à risca e em todos os seus aspectos. Portanto, no momento em que você atualizou-se espiritualmente, estas energias voltam-se a você.

Então a oração, neste caso não pode me ajudar?
Pelo contrário, ajuda e muito, pois orando irei compreender melhor certas circunstancias e concluir mais rapidamente as experiências cármicas em curso.

Tenho tentado orar e nada acontece, porque?
A oração deve vir acompanhada de mudanças na postura, nos pensamentos, na eliminação de manias, de preconceitos, na firmeza de propósito e de intenções, na sabedoria existente e desatualizada, na busca incansável do aperfeiçoamento, na quietude, na calma, na superação dos medos, na credibilidade do que se está fazendo, na compreensão da sua composição física espiritual, enfim resumindo, na fé.

Me canso ao orar, porque? Tenho sono?
Pelo fato de que você não consegue assimilar as energias provenientes da força da oração, pelo fato de você estar muito densa, muito pesada, acumula muito, se alimenta de forma inadequada, continua com práticas desalinhadas para um ser orante, enfim, você encontra-se fechada para tais energias. Sendo assim torna-se necessário mudanças, várias mudanças para que a oração possa manifestar-se fisicamente, com efeitos positivos.

Vejo orações sendo repetidas continuamente, porque?
Devido ao corpo emocional que possuímos, nossa concentração é extremamente limitada e sempre atrapalha. A repetição irá fazer com que em alguns momentos irei orar corretamente, sendo produtiva nestes pequenos momentos.

Preciso orar somente a ave maria e o pai nosso?
Não, a oração pode ser uma conversa com Deus. As orações conhecidas, em especial estas duas, por serem repetidas a muitos séculos, contém uma sinergia  do plano material com o espiritual, impar, especial, poderosíssima, sendo portanto, orações que catalisam forças e estruturas já dominadas por todos, facilitando a aproximação e a coligação. Desta forma devem ser feitas, também.

Quando oro desconcentrado perco a oração?
Não, no entanto a oração não te ajudará como deveria, mas irá para um “depósito”, se assim podemos dizer, que irá gerar atributos a serem utilizados em momento ruins para muitos.

As crianças deveriam orar?
Sempre. A ausência de oração com as crianças tem sido uma crueldade, pois elas tem condições de orar de forma muito mais cristalina e pura do que os adultos, tendem em vista que ainda não se cristalizaram com os medos.

Posso dirigir minhas orações para os outros reinos? Animal, vegetal, mineral.
Sim e deveríamos reservar uma parte das orações para estes reinos, pois isto os ajudará na evolução na elevação e no desenvolvimento, além do que estamos muito, mas muito comprometidos com todos eles pela forma com que temos usado, abusado e desrespeitado suas vidas.

Porque oramos para Jesus , para Maria, para Deus, entre outros? Eles precisam destas orações?
Ainda não sabemos ser imparcial, portanto oramos para quem gostamos e esquecemos de quem não gostamos, ou seja, temos nossas preferencias não usando o conceito da irmandade. Ao orarmos para Jesus, Maria, Deus, entre tantos outros Seres elevados,  Estes, distribuem as energias orantes para todos, na medida do suportável para cada um, usando a imparcialidade, a irmandade e a imensa sabedoria que possuem para usar adequadamente as energias da oração.

Podemos viver sem oração?
Não, morreríamos no corpo, na alma e no espirito.

E quem não ora?
Existem muitos indivíduos na Terra, no plano astral, nas hostes angelicais, que oram por todos e isto tem mantido vivos os indivíduos não orantes.

Até pelas pessoas bem cruéis?
Sim, por todos, pois as pessoas cruéis tem sua missão de despertar a bondade em muitos que se compadecem das crueldades. Com o passar das reencarnações, se tornarão pessoas boas também.

Devo orar somente quando estou em dificuldades?
Não, a oração deveria ser um ato continuo como alimentar-se, vestir-se, lavar-se, ou seja, deveria fazer parte de todos os dias e de todos os momentos da nossa vida.

Um animal ora?
Do seu jeito sim, pois ao iniciar-se na aproximação com os humanos, aprende a manifestar-se na energia da compaixão e da misericórdia, além do que sofrem sem odiar e sem revidar, preservando-se com seus instintos. As várias espécies definem movimentos de orações que são auxiliados pelos Devas, pois começam a compor-se para a mudança de reino.

Posso orar por alguém, especificamente?
Sim, mas preciso estar ciente de que se desejo mudanças, estas acontecerão se estiverem no destino e no desenvolvimento evolutivo espiritual desta pessoa. Caso contrário tais orações serão armazenadas e utilizadas em momentos oportunos e permitidos no processo evolutivo deste alguém.

Posso orar por mim?
Sim, devo orar por mim e uma das principais atribuições deste tipo de oração será aclararmos as ideias e a capacidade de compreender melhor o que se passa na nossa vida e como superar certas dificuldades. A oração nos coliga com fontes fidedignas de origens divinas, expandindo nossa consciência e nossa capacidade de compreender melhor, acelerando aspectos intuitivos no processo evolutivo.

E se orar pelo mau de alguém?
Esta oração também tem muita força. Poderá prejudicar este alguém, se este alguém estiver necessitando de passar por experiências negativas ou bem difíceis. Cria-se um vínculo cármico negativo que irá fazer com que experiências semelhantes aconteçam com você, na mesma vida ou na seguinte. A contrapartida existe em todas as circunstâncias, sejam as boas ou ruins. Na fase atual da transição planetária, a probabilidade de tudo acontecer na vida atual tem sido muito mais intenso.

Gratidão.

Caros amigos, podemos esclarecer outras dúvidas, se estas ocorrerem. Peço que escrevam e enviem as perguntas. Temos tido muita ajuda de nossos Instrutores e o momento é muito importante para sanarmos estas dúvidas.
Obrigado.
Hilton


sábado, 31 de outubro de 2015

"Espelhos"

Pensamento do dia 31 de outubro de 2015.

A vida percorre, de Espelho em Espelho, os recônditos da Criação, conduzindo em fios de luz a essência da Vontade Suprema.
Trigueirinho.

Pois bem, este conceito de “espelhos” se aplica muito bem, para nos dar uma ideia melhor de como as energias circulam no(s) universo(s).
Um espelho maior, é um espelho que passa a refletir as energias , o poder e a vontade divina. Em termos gerais, podemos dizer a onisciência e a onipresença de Deus.
Se recebêssemos estas energias diretamente da Fonte, não aguentaríamos seu poder e morreríamos. De certa forma, seria o mesmo se ligássemos um aparelho elétrico comum na saída de uma turbina de uma usina hidroelétrica, por exemplo, não sobraria nem o pó.
Então os espelhos vão transmitindo e retransmitindo a Seres, Hierarquias, Divindades, Arcanjos, Anjos, etc., vão diminuindo a intensidade das energias oriundas da Fonte e calibrando-as para, numa escala descendente, todos possuam usufruir da Fonte, mas na medida do suportável.
Desta forma, cada um, seja um Ser, uma Hierarquia, um Arcanjo, um Anjo, etc., funcionam como espelhos refletores, diminuindo a intensidade e o poder das energias oriundas da Fonte.
O que recebemos destes espelhos, hoje, é uma ínfima parte de algo extremamente maior, incomensurável para nossa capacidade de compreensão.
As cidades intraterrenas aqui da Terra, que não são físicas, estão em outras dimensões, são Espelhos que refletem a Luz e as energias do que nós e os demais reinos precisam para viver e sobreviver. Inclui-se o plano astral e todos os demais planos da Terra.
Portanto, em menor escala, cada um de nós, desde que esteja em processo evolutivo, é um espelho menor que ajuda os demais neste mesmo processo de evolução.
Por isso que nossa responsabilidade, a partir do momento que possamos refletir algo, torna-se maior, mas presente e mais significativa.
É disto que depende a evolução de um ser humano, de uma raça, de um reino, de um planeta, de uma galáxia de uma constelação, de um universo.

Se cada um de nós acolher no coração as  Instruções que temos recebido, de certa forma, poderemos refletir para muitos estas energias evolutivas, desde que a seriedade, a responsabilidade e a neutralidade façam parte deste conjunto de intenções sinceras e reais, no processo evolutivo.
Um pai e uma mãe irão refletir para seus filhos diversas energias, sendo a principal a energia criadora na Lei do Amor, para em seguida retransmitir todas as demais energias que os transformará no que serão no futuro. Vejam a importância deste Trabalho preparatório para sermos pai e uma mãe.

Da mesma forma, na contrapartida, no livre arbítrio, as energias negativas, oriundas das bases mais densas e negativas, refletem-se nos seres espelhos, que pode ser qualquer um, retransmitindo o ódio, a vingança, o egoísmo, a competição, a luxuria, enfim a desarmonizarão do ambiente.
Podemos, de certa forma, mensurar estas possibilidades.
Os seres do reino vegetal são muito sensíveis. Uma casa em desarmonia, uma pessoa em desarmonia, uma cidade em desarmonia, ao olharmos para os seres  vegetais destes ambientes, veremos que tonaram-se “endurecidos”, escuros, sem brilho, necessitando intensamente de artifícios químicos para manterem-se vivos ou em pé.
Da mesma forma, uma pessoa mais sensível, não suportará por muito tempo um ambiente assim, desarmonizado. Muitas doenças são oriundas destas desarmonias doméstica, pois podem ser tão intensas que descontrolam o metabolismo do corpo físico de alguns. O câncer lidera o ranking destas doenças, na desarmonia.
Os animais domésticos, talvez não se manifestem, mas sofrem muito num ambiente conturbado, desconcertado, fútil.
Uma criança, recém nascida, em desenvolvimento, também vive estados de conturbação intensos quando se deparam com ambientes rígidos, essencialmente materiais e despreparados para recebe-las, onde as coisas do espírito ainda estão muito intensas em seus pequenos corações.

Enfim todos nós temos as mesmas possibilidades. Basta querermos para alcançarmos.
Reflitam sobre estas informações, reavaliam sua postura, suas ideias, suas concepções sobre isto e se perceberem que algo deve ser mudado, simplesmente mude.
Não percam tempo, não há mais tempo.

Hilton  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Somos reféns dos nosso próprios medos.

Pensamento do dia 28 de outubro de 2015

Para veres horizontes mais amplos, sobe às altas montanhas.
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que somos nós que nos posicionamos para obter o que desejamos.
De certa forma, a maioria se contenta como está. Seja bom ou ruim, mantem-se numa situação e numa posição que exige menos esforços e ilusoriamente, menos sacrifícios. Termina uma encarnação com resultados, na melhor das hipóteses neutros, na pior das hipóteses com grande acumulo cármico.
O nível evolutivo estagnado, como agua parada, acaba por proporcionar a repetição das inúmeras situações vividas várias vezes, mantendo-nos na roda das reencarnações.
Horizontes mais amplos significa rompermos as barreiras que hoje nos aprisionam na mesmice das coisas.
Ousadia, coragem, rompimentos, fé, são inevitáveis para alcançarmos as “montanhas” da consciência e vislumbrarmos estes novos horizontes.
A humanidade pouco mudou nestes últimos 10 000 anos. Digamos que sofisticamos atitudes e nos fechamos em facilidades do plano material, mas na síntese, na integra não houve mudanças.
Mantemos ritmos e comportamentos dos nossos antepassados e ainda chamamos aqueles tempos de “tempos das cavernas”.
Portanto, quem se interessa por estes novos horizontes, precisa romper estas barreiras, ter ousadia, humildade, reconhecer a própria ignorância e buscar continuamente, constantemente, pois os tempos atuais possuem oportunidades raras para vislumbrarmos horizontes até então considerados inacessíveis.

Ontem nossa reunião foi muito enriquecida com a palestra do Trigueirinho, seguido por amplos debates sobre os temas ali abordados.
Um que se destacou foi sobre nossos medos.
Somos reféns dos nosso próprios medos. Estes por sua vez são alimentados, fartamente, por inúmeros preconceitos e prepotências que em certas situações, nos orgulhamos de ter.
Este sinal claro da nossa ignorância, tem nos impedido de contatarmos e de sermos contatados, enfim, de nos abrirmos mais diretamente como nossos “irmãos maiores” (em termos de evolução), que vivem em outros mundos, em outras constelações.
Com esta postura temos nos privados do farto conhecimento que poderíamos ter acesso, melhorando substancialmente nossa qualidade de vida, sob todos os aspectos, do físico ao espiritual. Mas, nos encontramos ainda de quarentena e nenhum esforço é feito para este rompimento.

Outro tema importante, foi algo que sempre mexeu muito comigo: as crianças desta época.
Foi explicado que as crianças desta época, estão nascendo com a energia da transformação, pois o planeta já se encontra em processo de transformação. Nascem com uma inteligência mais sofisticada, são mais seguras e ávidas para aplicarem o que trazem (a nova era).
O que encontram aqui?
Um ambiente péssimo, negativo, completamente contrário às suas tendências espirituais, além de se verem cercadas por pais e familiares completamente alheios a isto.
Elas vem nesta condição pois isto já tinha sido determinado pelo destino coletivo da humanidade e do planeta, que são inexoráveis.
Encontram aqui um ambiente desatualizado a tal ponto de que nossas estruturas mentais são semelhantes às das “cavernas”.
Aos poucos estas crianças vão perdendo aquele brilho intenso, maravilhoso, transformando suas auras numa cor opaca, sem vida. O pior começa a acontecer na adolescência com as desilusões provenientes de seu ser interno, dando assim chances para que desvios significativos  possam acontecer (drogas, doenças emocionais, desequilíbrios contínuos, violências, etc..).
Raros são os pais atuais que atentam para isto, que estudam como educar seus filhos (no âmbito material e espiritual), além de recusarem-se a dar aspectos religiosos que poderiam explicar muitas dúvidas destas nossas crianças, criando um apoio em que elas poderiam buscar sozinhas, no futuro.
Desnecessário falarmos das condições precárias que a sociedade tem imposto a esta futuras gerações, o mau exemplo das nossas autoridades, dos países em guerra, das atrocidades e barbaridades que muitas sofrem, enfim como falamos ainda continuamos nas “cavernas”.
Portanto, no âmbito coletivo não há o que fazer, mas no âmbito familiar e pessoal, há muito por fazer. Basta deixarmos os preconceitos e a preguiça de lado.


Os temas foram vários e na oportunidade, voltaremos para outros.