Pensamento
do dia 15.02.2016
Nada
haveis de temer, pois tudo está escrito no livro da vida.
Trigueirinho.
Pois
bem, fomos ensinados nas escolas que, essencialmente, dependemos das nossas
atividades e providencias para vivermos e vencermos na vida.
Na
realidade, nossos esforços se concentram única e exclusivamente para vencermos
as experiências cármicas, dos carmas contraídos nas vidas passadas e na atual.
Todo
processo evolutivo se dá através de oportunidades que a vida, sutilmente,
repito, sutilmente cria em nosso caminho.
Tais
oportunidades aparecem sob a forma de incentivos, situações e sugestões que
podemos o não aceitar, incluir ou não incluir e realizar ou não realizar.
Muitas
vezes recebo um convite diferente para conhecer algo novo, algo que talvez até
tenha tido a curiosidade algum dia, mas como me encontro “ocupado”, “sem
tempo”, ou “disperso”, ou “alienado” com tantas outras “atividades cármicas”
que, ou isto passa desapercebido, ou recuso.
Na
maioria das vezes é isto que tem acontecido com as pessoas que restringem-se a
realizar ou atender somente suas “obrigações”.
Um
dos aspectos principais que nos tira as oportundiades, são nossas falsas
sensações de medo, cansaço, desanimo e a preocupação de assumir “novas
obrigações”, quando na realidade não são “obrigações” mas oportundiades de
aprendermos algo novo e quem sabe inusitado.
Porque
sinto esta preguiça ou este cansaço?
São
novas energias que começam a circular em torno de você e como são “novas”,
preciso interagir com elas para que possa me acostumar com estas “novidades”.
Tenho
conversado com tanta gente sob “assuntos espirituais”, a princípio
movidos por certo interesse, mas vejo que imediatamente isto “esfria”, pois as
preocupações quanto a metas e objetivos da vida material podem ser
“atrapalhados” quando “desviamos” o foco, sem saber que muitas vezes precisamos
adquirir certa maturidade espiritual para assumirmos novas responsabilidades
(dentro das novas metas e dos novos objetivos desejados) que poderão envolver
pessoas e situações que precisam evoluir com a minha direção no cargo atual ou
em um novo cargo, ou em um novo emprego, ou com um novo filho, enfim com
quaisquer situações que sejam novas.
Esta
grosseira confusão, limita, pois impõe certas condições cuja maturidade de
conceitos e pensamentos serão exigidos nas novas situações que desejo alcançar,
pois por princípio universal Trabalhamos e devemos Servir sempre para a
comunidade, para os filhos, para a população, para os reinos, para o planeta a
qual pertenço.
Isto
estória de que luto por mim, trabalho pra mim, realizo pra mim, não existe, é
ficção, é pura ilusão.
O
que faço e sempre farei será para todos.
Se
erro, erro com todos, se acerto, acerto com todos.
Uma
empresa, um escritório, uma oficina, uma multinacional, em que trabalho,
representa minha forma de Servir a todos. Fica mais claro quando trabalho numa
empresa pública, numa prefeitura, num estado, na federação, mas no geral, seja
no setor público ou privado, estarei sempre Servindo, ou melhor dizendo,
aprendendo a Servir.
Quando
acho que trabalho pra mim, para meu sustento, para minha família, estou
cometendo erros grosseiros e tais erros me impede de evoluir e de aprender
novos e fundamentais instrumentos para Servir a todos, Servir meu planeta,
Servir a raça humana e os reinos.
Não
existe este individualismo que tantos apregoam. Isto é pura ilusão e este
aspecto foi habilmente conduzido pelas forças involutivas que doutrinaram
nossas escolas e criaram estes preconceitos, imputando este isolamento, este
individualismo, esta separação de algo que por princípio é absolutamente unido
e universal.
Porque
tanta ajuda externa, extraterrestre, interna, pois somos Um e por princípio
qualquer coisa que afeta um afeta a todos.
Mas,
isto está longe de ser compreendido e sem dúvida continuaremos a Trabalhar de
forma isolada, improdutiva e nefasta a todos, até que o ciclo terreno termine,
pois nesta etapa é impossível expandirmos estes conceitos.
Esta
divisão a qual fomos submetidos, de raças, credos, cores, situações
geográficas, ideologias, deveriam ser superadas se tivéssemos feito
corretamente as “lições de casa”, compreendido o caráter comunitario evolutivo
que a vida nos imputou, mas nos distraímos tanto com tantas quinquilharias e
sentimentos mesquinhos que hoje não rola mais.
Nós
que estamos tendo acesso a tais informações, precisamos agir diferente, não
podemos, simplesmente, desconhecer estes assuntos e tocar nossa vida da forma
que temos feito.
Por
isso, quem não se sente confortável com tais informações ou com as
responsabilidades que dela derivam, afastam-se, saiam deste contexto,
pois a ignorância sobre certos assuntos e certos esclarecimentos lhe protege
nos tempos do armagedon.
Por
outro lado, aqueles que resolverem continuar, não podem mais ter a pretensão de
viverem uma vida “normal”, dentro da “normalidade” que nossa sociedade
concebe, pois quando aprendemos algo é para ser usado e não tornar-se mais uma
tralha para guardar.
Os
tempos atuais e o que está sendo pedido para aqueles que querem se esclarecer e
acompanha-lo, não é para fracos, para temerosos, para medrosos, para
preconceituosos, para vacilantes, mas para indivíduos que sabem que no máximo
irão perder a vida, mas com certeza irão ganhar o conhecimento.
A
vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.
Hilton