segunda-feira, 20 de junho de 2016

Não há mais tempo para reflexões.

Pensamento do dia, sexta-feira, 17 de junho de 2016
"No início do processo de purificação, o homem não percebe que ainda é apegado."
Trigueirinho

 Pensamento do dia, sábado, 18 de junho de 2016
"Apenas interiormente é que se pode distinguir a realidade."
Trigueirinho.

Pensamento do dia, domingo, 19 de junho de 2016
"A aparência externa de um fato ou de um ser é mera roupagem."
Trigueirinho.  

Pois bem, não comentaremos os pensamentos acima, mas colocarei algumas observações que fiz ao longo de uma viagem para Foz do Iguaçu – Iguazu (Grande Rio) que foram bem oportunas e muito convenientes:
Num local onde se encontra três fronteiras – Brasil – Paraguai – Argentina – temos as cataratas que se formam no trajeto do rio Paraná.
O local não foi escolhido à toa. Impulsos vinham acontecendo para que este lugar fizesse parte de certa necessidade.
Quem sabe uma viagem dedicada às compras, às mordomias, aos monumentos humanos, geraria satisfações mais imediatas, além de prazeres mais intensos, onde a necessidade de pensar, buscar, alinhar-se, se basearia nas mordomias, no conforto, na organização, na infraestrutura e nas referências daqueles que buscam só isto na vida.
Iniciamos na expectativa de algo diferente, pois o turismo em si, felizmente já superei. Claro que busco apreciar as maravilhas do lugar, mas procuro continuamente me manter focado nos objetivos que venho perseguindo ao longo de muitos anos, tais como o aprendizado, o conhecimento, as oportunidades de interagir nos níveis mais elevados que consigo.
A integração com o local é fundamental, pois cada lugar lhe oferece uma energia diferente, sensações distintas, oportunidades, visões e deslumbres que são únicas para aquele ambiente especifico.
A despreocupação com detalhes como conforto, mordomias, organização, aglomerações, comportamentos, infraestrutura, precisam ser esquecidos, senão você se focará em objetivos que irá distrai-lo e  alimentar suas ilusões, tornando-o crítico para coisas sem o menor sentido neste momento da vida planetária.
Em geral, tudo já está numa profunda reviravolta, pois os colapsos já estão acontecendo.
Desta forma, focado naquilo que o local pode lhe oferecer, em termos de padrões elevados e espirituais, prossegue-se numa busca intensa, mas com calma, com sustentação, observando tudo ao seu redor, sem quaisquer tipos de críticas.
Observa-se os detalhes, os pequenos movimentos, os grandes movimentos, as sensações sobre cada passo em cada lugar que se percorre.
O cansaço, a dor, as dificuldades, que são comuns em locais naturais, precisam ser deixados de lado, senão este poderá ser o único foco que você prestará sua atenção.

A energia das águas, de certa forma, relativamente preservadas, ainda conseguem gerar energias vitais, energia da vida, mesmo que carreguem inúmeros venenos que o homem vem colocando para manter as plantações ativas no seu ambiente de egoísmo e ganancia.
O ambiente te envolve, te acolhe, te molha num banho de gotículas de água que decompõem-se num lindíssimo arco íris, onde você se sente abraçado pela energia da vida – água – e pela energia do amor – sol.

A união da vida vegetal, com a vida animal e a agua (Fonte da Vida), aqui na Terra, forma uma unidade trina, forma a trindade da vida espiritual que reina sem as interferências do livre arbítrio.
Isto nos foi dado de graça, isto por si só manteria nossa integridade, nossa lucidez, quebraria nossas ilusões, nos remeteria para as coisas importantes da vida e do viver, mas não nos sensibilizamos com isto, preferimos explorá-lo comercialmente, destruí-lo em parte, ajeitá-lo segundo nossos critérios gananciosos. Mesmo assim a natureza manteve sua exuberância, nos mostrando que ela por si só, ajusta-se ao “deus homem” em todas as suas necessidades.
A vida animal, com destaque para os pássaros que se aproximam com a inocência que lhes é peculiar, ao voarem distribuem a energia da lucidez, da beleza, nos remetendo para os mundos ocultos que se mesclam com o mundo físico, que se interagíssemos isto seria o suficiente para nos sentirmos feliz.
Fiquei feliz e notei que muitos se tocaram com esta exuberância, pois a força ali existente é tão intensa que nossos principais medos e indiferenças não conseguem suplantar a magnitude das forças e da beleza natural ali predominantes.

Cada lugar tem suas energias e sua energia predominante.
Locais que são mais naturais a energia predominante se aproxima um pouco mais da energia da “vida primordial”. Locais que foram transformados pelo homem, pode ter como energia predominante o egoísmo, o consumo e a transformação para o anti-natural, portanto, nociva a todos nós.
Sim a todos nós, pois esta energia se espalha sobre a Terra, mudando toda sua dinâmica.
Isto colocou nosso planeta em quarentena, pois poderia espalhar-se pelo universo, desvirtuando os objetivos da Criação e do seu Continuísmo.

É interessante como em locais naturais seu cansaço físico é maior, mas seu bem estar é muito melhor, ao passo que em locais transformados, consumistas, seu cansaço físico é menor mas seu mal estar se acentua e as frustrações se intensificam.

Poia bem, uma das lições que recebemos foi com relação à fase atual da vida planetária.
Entendi que hoje nos deparamos, basicamente e de forma bem sucinta, com duas possibilidades, dois caminhos, que chamarei de “caminho curto” e “caminho longo”.
Caminho curto: é o caminho natural, o que te leva a um processo de transformação intenso, pois tem como objetivo a superação do livre arbítrio e o continuísmo da vida num mundo sagrado.
É um caminho estreito, onde a intolerância e a rigidez das regras, das Leis são intensos, determinantes, não permite desvios medos e fracassos.
É o caminho dos autoconvocados, daqueles que se escolheram, que estão determinados a seguir e a acolher o desconhecido, o imponderável, pois o que se sabe, sequer arranha o que será determinante num mundo novo, num solo sagrado.
Um pulo na escuridão total, onde a fé e a confiança no Criador tem de ser absoluta e total.
É um caminho estreito e que continuará se estreitando, na medida que o tempo cíclico planetário se aproxima do seu momento derradeiro.
Não permite incoerências.
Não permite vacilações.
Não permite retrocessos.
Não permite desvios.
Não permite distrações.
Exige muita firmeza de propósitos.
Não tem nenhuma violência. Não nos agride, não nos machuca, pois é percorrido internamente, no nível do coração e não da mente.
A mente teme, o emocional se arrepia, pois tanto um como o outro não tolera o ineditismo, a novidade, o desconhecido. Então será isto que teremos de superar, nossos medos ocultos, nossas ilusões, a irrealidade que conquistamos ao longo de tantas vidas desperdiçadas.
Aquele que tem a ousadia de percorre-lo se acostumará com ele e num determinado momento da jornada se alinhará com ele, confiará nele, se entregará a ele e parecerá que outra opção nunca existiu.
Irá esquecer deste passado ilusório, tenebroso, ardiloso, manhoso e que nos levou a tantas frustrações, medos e agonias.
No entanto, é optativo, precisa ser desejado, precisa ser manifestado em palavras, em atos e pensamentos.
Cada um será seu próprio juiz e cada um se julgará no nível da alma, portanto, na realidade autentica da vida, deverá manifestar o desejo de percorre-lo.

Caminho longo: é o caminho atual, largo, cheios de desvios, curvas, paradas, onde as regras, as Leis, podem ser quebradas (gerando carmas).
Permite retrocessos, vacilações, incoerências, indecisões, distrações.
Neste caminho podemos parar. Podemos apreciar e mudar o que quisermos, mas estas interferências tem um preço alto, pois cada vez que assim o fizermos, nos aprofundamos para os desvios lamacentos e de difícil continuidade e evolução.
Este caminho, ao contrário do caminho curto, não tem hora para acabar.
O caminho curto se encerra no final de um ciclo planetário e o caminho longo o faz mudar de mundo, dando continuidade na etapa que você resolveu “estacionar”.
É o caminho dos indecisos, do medrosos, daqueles que se acovardam perante o ineditismo.
É o caminho dos iludidos em ter mais, poder mais, pois focaram-se nas migalhas da vida material egoísta, quase sempre lutando arduamente para equiparar-se a um conjunto de parâmetros em que o emocional e o racional são preponderantes.
Estes são aqueles de “pé no chão”.
Não querem alçar voo, não querem se incomodar. O que tem tá bom, porque mudar?
No fundo frustram-se continuamente.
Lutam sem saber porque, pois mudam continuamente de posição. Uma ora acham isto, outra ora não acham nada.
São pessimistas e veem o desastre em tudo que lhes é apresentado.
Queixam-se continuamente da vida e iludem-se que podem mudar o que está em andamento, seja na política, nas finanças, na natureza, no clima, na sociedade, nas pessoas.
Competem, porque assim foram instruídos e continuam a ter isto como o dogma das chamadas “oportunidades”
Adoram o network externo, pois aparece, enquanto o network interno, que não aparece, fica relegado a um plano desprezível.
Podemos dizer que são insensíveis ao seus inimigos, mas sensibilizam-se para com os amigos, como se pudéssemos fazer este tipo de separação, considerando parte dos seres humanos como amigos e parte como inimigos.

Estamos diante destes dois caminhos, para que um deles seja escolhido.
A falta de escolha, nos levará, naturalmente, ao caminho longo. Este é um alerta extremamente importante. Não devemos desprezá-lo.

Até agora vínhamos falando na necessidade de refletirmos.
Terminávamos os textos com a frase: para refletirmos.
Isto também terminou.
Não há mais tempo para reflexões, para longos processos decisórios.
O tempo atual é tempo de ação, de movimentos contínuos, de coragens especificas aos temas tratados.
É preciso agora intensa dinâmica, intensas transformações, intensos alinhamentos com o que se aprendeu, com que se conheceu e com aquilo que se considera uma verdade.

Confia!

Pensamento do dia, segunda-feira, 20 de junho de 2016
"Urge desapegar-se de tudo o que é perceptível para cooperar com a purificação. "

Trigueirinho.

Uma longa jornada.

Pensamento do dia 16  de junho de 2016.

Ao homem só é possível conhecer o mundo espiritual se ele busca realmente vive-lo.
Trigueirinho.

Pois bem, a maioria ainda não se convenceu deste caminho, mesmo que ele seja o único possível. 
O mundo material, imperfeito, esquisito, irreal, destruidor é  o que tem seduzido a maioria.
Quando percorremos um caminho, como numa viagem, passaremos por diversas paisagens, relevos, movimentos,  temperaturas, onde se alternam entre coisas que admiramos e coisas que detestamos.
Na viagem, somos observadores e com isto podemos aprender coisas novas. As vezes paramos, nos envolvemos e na sequência prosseguimos.
Assim deveríamos viver a vida material, observando-a  com um mínimo de interferências, realizando sempre paradas curtas.
Mas as vezes nos seduzimos  achando que encontramos o "canto ideal" para ali permanecer e viver eternamente.
Isto é  impossível,  pois a Vida tem uma dinâmica que não  permite que permanecemos eternamente em algum lugar.
Quando nos  excedemos  num determinado lugar, numa destas paradas, estas começam a se tornar incômodas,  depois agressivas e passam para a fase final onde se tornam violentas nos expulsando, compulsoriamente,  pois a dor tem sido o único argumento plausível que atendemos.
Isto se aplica num tempo determinado como numa vida ou indeterminado como numa sequência de vidas.
Estamos, agora, vivendo uma fase final do ciclo terrestre, ou seja, queiramos ou não, continuaremos no caminho a ser percorrido ao longo das vidas e das eras.
Mas, muita gente se encantou com o plano material, com o livre arbítrio e resolveu permanecer mais algumas eras na mesma situação que hoje vivemos.
Pois bem, gosto não se discute, como diz um ditado popular, e para estes, um mundo semelhante ao atual já está disponibilizado para que o contínuismo  aconteça. Óbvio que tudo tem um prazo determinado neste longo caminho que todos, inexoravelmente,  irão percorrer, mas Deus considerou que somos nós que devemos decidir sobre a sequência deste caminho inevitável e assim será. 
Pois bem, alguns se autoconvocaram para continuarem no caminho e outros a permanecer nesta parada.
Cada um  está decidindo o que quer para si.
Estamos à porta  das  grandes mudanças e o tempo urge na expectativa desta resposta.
Ao vivermos no mundo material nuances  do mundo espiritual e isto é plenamente possível,  iremos perceber que a  ilusão do plano material pode ser encantadora, a princípio,  mas se tornará perversa e violenta se nos fixamos numa única parada.

Enfim, informações existem com grande abundância.  Cabe agora a cada um decidir o que quer da sua Vida, e realizar.
De qualquer forma sempre haverá o aprendizado.

Vamos refletir.
Hilton


União.

Pensamento do dia 15 de junho de 2016.

A união torna-se mais abrangente ao ascender na escala  evolutiva. 
Trigueirinho. 

Pois bem,  eis uma meta que nunca termina.
A cada passo na evolução,  mais unidos  ficaremos.
Esta união abrange sistemas, energias, seres, consciências,  dimensões,  enfim engloba o todo.
Hoje o que podemos conceber que se aproxima desta definição, com exatidao, são as Hierarquias. 
Conjunto de inúmeras consciências de várias procedências que conduzem, sistemas solares, mundos, galáxias e universos de acordo com os critérios de evolução que  Deus concebeu.
Inimaginável a inteligência  alcançada,  o conhecimento adquirido,  a sensibilidade existente, onde o amor torna-se  a roda motriz deste conjunto maravilhoso. 
Como Grupo, numa escala infinitamente reduzida, nos espelhamos numa hierarquia.
Meio atrapalhados,  confusos, indisciplinados, vamos nos mantendo com elevado grau de esforço o Grupo.
Tem sido um trabalho de grande dedicação e uma força de vontade enorme, pois para nos manter em Grupo temos de esforçar e muito.
Mas, temos conseguido. Com uma organizacao ainda confusa, atrapalhada e insegura,  a fé tem nos motivado o suficiente para nos mantermos como grupo.
Somos, numa escala muito grande, os primórdios de uma hierarquia.
Creio que foi um bom começo e considero um grande sucesso, pois ao longo dos últimos 30 anos, esforços foram feitos, muita boa vontade, dedicação,  empenho e persistência  tem nos levado a contatar inúmeros Seres e estruturas energéticas que supriram nossas necessidade básicas de nos manter unidos  e alinhados em objetivos comuns.
Creio que só nos resta seguir o que temos feito, pois de agora em diante seremos efetivamente conduzidos, pois tudo o que virá  foge da escala que podemos compreender.
Fomos amplamente assistidos,  orientados, caminhos nos foram mostrados e ao longo desta jornada, mais acertamos do que erramos.  O que erramos foi por falta de nos prepararmos melhor, por distração,  por certa vaidade, mas sempre fomos pessoas bem intencionadas e sempre  tivemos em nosso coração a energia do amor que move estruturas,  mundos, movimentos que alinham-se  com os designeos  de Deus.

Hoje estamos mais seguros,  um pouco mais bem preparados para o que virá. 
Sabemos que será algo que jamais foi vivido por alguém na face da Terra, mas o caminho que percorremos até agora nos deu a devida fé para o confiarmos.

É  exatamente o que todos precisariam ter, confiança nos designeos de Deus.
Estranhamente vivemos uma sociedade que é  oposta à isto tudo, onde tudo se desconfia, ninguém é  inocente e nos armamos de tanta burocracia e burrices que nos afundamos num mundo desordenado, desconfiado e infiel a tudo.
"Teus dias, insana sociedade, estao contados, pois a Luz está por trás destas nuvens densas e escuras e após a grande tempestade tudo irá se aclarar."

Vamos refletir.


Hilton

sexta-feira, 10 de junho de 2016

O momento é de se reposicionar.

"A nova Terra será conscientemente um planeta Sagrado, a serviço do Plano Divino."
Trigueirinho.

Pois bem, esta afirmação vem de encontro com todos os demais assuntos que temos, reiteradas vezes, sinalizadas nas informações.
O ser humano autoconvocado, terá após a transição planetária a oportunidade de "consertar"  o que desconcertou quando escolhemos o caminho do egoísmo no livre arbítrio.
A nova Terra abrigará parte destes autoconvocados para que preparem as condições da nova superfície terrestre para o advento da 6a raça.
Como já dissemos, a Terra abrigará antes da sua total renovação, 7 raças humanas e 7 reinos que compõem o desenvolvimento evolutivo definido para esta sequência.
Cada raça (estamos na 5ª), tem vários sub níveis. Neste momento nos encontramos num do sub níveis da 5a raça e após a transformação, seremos um sub nível seguinte da mesma 5a raça.
Os autoconvocados, após o advento da transformação, já estarão enquadrados em Leis e Energias com níveis e padrões completamente diferentes dos atuais.
Simplesmente tudo que conhecemos hoje, irá mudar.
É importante ressaltar que autoconvocados não são "escolhidos", mas sim indivíduos que optaram, no livre arbítrio, por este critério de evolução, do continuísmo evolutivo e não da mesmice existente.
Estamos no limiar deste período de escolha, estamos esgotando o tempo para esta opção e parece que a sonolência e a preguiça continua intensa e predominante em muitos indivíduos que possuem características para seguir adiante nos planos de Deus.
É impressionante como a ilusão é poderosa e nos tolhe completamente a possibilidade tomarmos as iniciativas necessárias para mudarmos.
A maioria continua patinando, iludida, lutando por ideais que jamais serão atingidos. Vivem uma vida focada e voltada somente para arrecadar e guardar o que, inexoravelmente, será destruído para ser reconstruído.
Mesmo acompanhando as histórias recentes das civilizações que nos antecederam, não percebem que esta condição é cíclica. A grande diferença é que agora será no âmbito global. Temos inúmeras referências a respeito e não as consideramos, pois somos por demais orgulhosos para admitir que fracassamos.

Ser sagrado significa estar submetido a Leis que não irão mais interferir ou punir como hoje acontece, pois estaremos alinhados com as diretrizes evolutivas. O máximo que ocorrerá será uma correção de rumo face a nossa inexperiência neste novo caminho.

Desta forma é preciso repensar sobre nossas atuais prioridades, ambições, desejos, lutas, para nos alinharmos com esta nova direção.
Sabemos que os tempos serão muito tumultuados, mas sob a guarida do Plano Maior, seremos acolhidos e amparados neste caminhar difícil e intenso que todos serão submetidos.
O desapego, a fé, a confiança nestes amparos, serão essências para este final de jornada.

Vamos refletir.

Obs. Amigos na semana que vem estarei viajando, portanto tais observações, nos pensamentos, serão mais esporádicos

Agradeço a todos.

Hilton

quinta-feira, 9 de junho de 2016

É preciso foco e muita atenção para aonde e para o que temos de nos esforçar.

Pensamentos dos dias 7 e  8 de junho de 2016

"No Amor-Sabedoria, cada ser e cada energia tem direito à sua morada."
Trigueirinho.

"Os seres ora resgatáveis atingiram o atual estado de luz durante a rota que percorreram. Imitemo-los."
Trigueirinho.

Pois bem, o que são seres resgatáveis?
"São aqueles indivíduos que tem possibilidade de ingressar nos padrões vibratórios da Terra futura e podem passar pelo processo de elevação denominado resgate.
Continuando, os seres resgatáveis não terão seus núcleos de consciência internos afetados pelo caos mais agudo que se difundirá por todos os cantos do planeta.(ou seja, tais núcleos irão preservar todos os aspecto evolutivos conquistados).
Serão retirados pelas naves intraterrenas e extraterrestres, com ou sem seus corpos materiais, e erguidos para níveis de existência isentos do assédio das forças involutivas, antes de a purificação planetária ocorrer globalmente.
O resgate é regido pela lei da atração magnética: os seres nele incluídos serão reconhecidos pela vibração da totalidade da sua consciência.
A própria condição energética de cada indivíduo determina seu destino.
Até o momento do resgate, a vida apresenta-lhe provas especificas, dando-lhe oportunidade de confirmar sua meta evolutiva e de aperfeiçoar a expressão do seu ser, de aproximá-la da essência."
Esta definição encontra-se no Glossário Esotérico – Editora Irdin - pagina 431

Portanto, de forma clara e explicita, temos uma definição para atribuir a um indivíduo a denominação de ser “resgatável” ou “autoconvocado”.
Vejam que são decisões pessoais, de cunho evidentemente interno, que foi e continuará aflorando na medida que nos aproximamos dos  momentos caóticos.

Para alguns isto deve parecer mais dos filmes de ficção cientifica, evidentemente são indivíduos hipnotizados pelo mundo das ilusões e completamente desarticulado e desinformado das condições caóticas que nosso planeta vem enfrentando nas últimas décadas.
Por outro lado para aqueles que acreditam, o momento atual é de quebrar conceitos, preconceitos, paradigmas, referencias, pois entramos na fase das novidades. Os próximos momentos nenhum de nós já viveu, portanto nossa mente física, racional, não tem parâmetros para nos aconselhar.
Evidentemente o ser resgatável veio vivendo suas últimas reencarnações neste contexto, mas agora é o momento de ser mais arrojados, mais explícito, mais atuante com toda bagagem sutil e espiritual que veio conquistando ao longo das vidas.

É triste ver e perceber como pessoas que se dedicaram vidas para este momento, para esta situação, afastam-se exatamente quando mais centrado e focado precisariam estar.
O mundo das formas, das ilusões continua extremamente poderoso, ativo, manipulador e hipnótico, pois vem conseguindo manter e continua requisitando indivíduos que fraquejam, que temem saber o que lhes espera.
Podemos ter inúmeras referencias de pessoas (seres resgatáveis) que perceberam que a atividade explicita e total para o mundo das formas não consegue mais lhes trazer paz, benefícios e segurança, pois tudo está desmoronando pelo simples fato de que a renovação é inexorável.

O Amor- Sabedoria rege os universos. É neste raio que precisamos estabelecer nossa relação com a vida espiritual, com a vida material e com as coisas do mundo das formas, pois sem isto, simplesmente jogamos nossas reencarnações no vazio, no nada.
O equilíbrio planetário acontecerá e dará à Terra a condição necessária de sair do “mundo expiação” para o “mundo sagrado”. Abrigará, assim, reinos que alinham-se diretamente, sem esforços, para a única meta necessária, evoluir.

É agora que temos de adotar estas diretrizes, engajar-se nestes esforços, abraçar este acolhimento, aceitar a energia da misericórdia e da compaixão, aplicar todos os ensinamentos dos diversos homens santos e mulheres santas, que reencarnaram para nos mostrar o amor e a sabedoria.
A dor e o sofrimento precisa ser para a evolução e não somente para as condicionantes cármicas como tem sido para a maioria.
Não é tempo de descanso, de preguiça, de distrações, de focos em coisas inúteis, supérfluas, não evolutivas.
A fase é de absoluta concentração nas coisas do espirito e do amor sabedoria.

Vamos refletir.
Cabe ressaltar um parágrafo do texto: Até o momento do resgate, a vida apresenta-lhe provas especificas, dando-lhe oportunidade de confirmar sua meta evolutiva e de aperfeiçoar a expressão do seu ser, de aproximá-la da essência."


Hilton

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Posicione-se perante a vida.

Pensamento do dia, segunda-feira, 6 de junho de 2016

"É somente diante da prova que o ser pode manifestar a sua posição real diante da Vida. "
Trigueirinho.

Pois bem, prova, sofrimento, dor, neste caso, são sinônimos de uma mesma ação.
São as provas que determinam o impulso necessário para evoluirmos.
Sabemos e Eles sabem que de livre e espontânea vontade o ser humano não se mexe. Raros são aqueles que tem iniciativa própria para dar os passos necessários, ou melhor dizendo, assumir espontaneamente as provas, as dores, os sofrimentos.
Se não vierem compulsoriamente ficaríamos estagnados num mesmo estágio ( nível de consciência), eternamente.
Desta forma, o livre arbítrio e o carma são imprescindíveis, pois nos movimentam uma vez que situações vão acontecendo de acordo com as decisões tomadas pela alma e configuradas no destino escolhido.
Tudo que nos acontece, escolhemos.
Esta frase, a princípio, parece ser incoerente para muitos, mas cabe salientar que esta escolha leva em consideração a necessidade da dor e do sofrimento nos aspectos evolutivos, além dos aspectos carmáticos.
As provas acontecem e por elas temos de decidir.
A princípio, compulsoriamente e na medida que formos evoluindo estas decisões passam a ser espontâneas.
Assim tem sido com os seres humanos inteligentes, pois a inteligência está na escolha pela evolução e não pelo ostracismo.
A maioria ainda não compreendeu e limita-se a viver a vida como ela vai se apresentando no dia a dia, ou seja, ficam ao sabor das decisões compulsórias somente, perdendo tempos preciosos, num planeta em transformação, que poderia dar uma super alavancagem neste final do ciclo terreno.

Vamos aguardar os acontecimentos. Assim tem sido a “espontaneidade” da maioria.

Esta burra posição, impõe, de cara, inúmeros limites de movimentos e acontecimentos  que poderiam ser iluminados, elevados, saudáveis do ponto de vista anímico (da alma), limitando o indivíduo para aquilo que é somente compulsório.
Em determinado momento da sua vida, gaba-se das suas conquistas materiais, da sua brilhante aposentadoria, dos seus lastros financeiros, ou pelo contrário vira o muro das lamentações da sua pobreza, dos seus limites, das suas inconsequências, culpando a vida, as circunstancias e pondo a culpa no azar.
Aliás, azar, deve ter sido uma palavra criada para substituir nossos fracassos evolutivos.  

Assim tem caminhado a humanidade, onde de fracasso em fracasso, vai reencarnando na “roda gigante” das reencarnações, levando vida após vida sem evoluir.
Talvez cumprir carma seja bom, não sei, mas com certeza é algo absolutamente monótono e repetitivo.

No entanto, outros preferem correr os riscos de encarar a dor, o sofrimento, as provas, para as conquistas evolutivas. Refaz suas prioridades, esquece-se de si, entrega-se aos Trabalhos, busca continuamente, dá graças pela insatisfação que vive, exerce a compaixão com o próximo, se preocupa com os reinos.
Este percebeu que sua vida encarnada tem objetivos claros e seguros, pois percebeu que cada minuto aqui na Terra é valioso demais para ser perdido ou perturbado pelo egoísmo.
Sabe que tem de sobreviver, luta por isto, valoriza o que a vida lhe dá, limita-se nas reclamações pois aprendeu a agradecer e doa-se continuamente no que entender como necessário.
Não desperdiça seu tempo, torna-se focado, aprende a orar e mais que isto percebe sua importância, desapega-se mas não vive mendigando, pois sabe que tem a necessidade de ter um corpo sadio e uma mente sã.
Enfim torna-se um pessoa mais descompromissada com a vida material e muito compromissada com a vida espiritual.
Não convoca ou doutrina ninguém, mas sabe que seu exemplo pode fazer a diferença e assim procede.
Luta por ser uma referência libertadora, mas não se preocupa com a libertação pois aprendeu que a liberdade vem da alma, do seu ser interior, da sua evolução.
Não se queixa, pois conhece as dores do mundo, o sofrimento libertador e encara as dificuldades com sabedoria e inteligência.
Não estanca nas barreiras, pois entendeu que as mesmas existem para serem ultrapassadas.
Não se esconde, como a maioria faz, mostrando seus medos e seus tormentos, pois aprendeu a supera-los na medida das suas conquistas.
Crê piamente na possibilidade de ser conduzido, pois aprendeu que ainda não sabe nada, que tem tudo para aprender e com humildade respeita.
Vê símbolos, vê sinais onde ninguém percebe, pois usa os olhos e os ouvidos do coração.
Percebe que é contatado e abre-se continuamente para receber, pois aprendeu que a vida é pulsante em todos os lugares, em todos os tempos, em todas as dimensões e a diversidade é infinita.

Seus maiores desejos afunilam-se no “ato de servir”, pois aprendeu que a sabedoria só pode ser conquistada desta forma. Quanto mais sábio se torna, mais aprimora seu ato de servir, pois percebeu que esta forma de amar é legítima.

Assim, diante da prova assume uma posição real diante da Vida e funde-se aos desígnios de Deus, pois percebeu que este objetivo é o primordial.


Hilton

domingo, 5 de junho de 2016

Reavalie seus desejos.

Pensamento do dia, domingo, 5 de junho de 2016

"Chegou a hora da humanidade despertar do seu sonho concreto para entrar em níveis menos densos."
Trigueirinho.

Pois bem, nossos sonhos são concretos.
O tema “concreto” tem várias intepretações, mas uma delas é de que se trata de uma substancia utilizada por eras na construção civil.
Concreto: massa que torna-se rígida, resistente à compressão, tem elevado poder de dureza e mantem nossas estruturas arquitetônicas de pé, até o momento em que alguém o destrói ou um grande evento da Natureza o derruba.
Devido a sua rigidez não permite, quando seca, alterações e se manterá na mesma forma e no mesmo local por eras, se algo inusitado não acontecer.
De certa forma, assim tem sido nossos sonhos “concretos”, que se estanca, se consolida e permanece numa única posição e ali fica.

Isto é passado a muito tempo.
Há milênios que deveríamos ter abandonado nossos sonhos “concretos”.
Isto nos fez parar no tempo, no espaço, nos níveis alcançados, mantendo nossa inteligência estagnada numa determinada posição e  esta não evoluiu.
Da mesma forma ocorreu com nossa espiritualidade.
Assim como em nossos sonhos “concretos”, que nos faz estagnar num determinado nível de consciência, deixamos de  acompanhar os movimentos de expansão que ocorrem, sem cessar, por todo o Universo.

Tudo pulsa e em cada pulso tudo muda no plano material.
O Universo, nosso sistema solar, o Sol, a Terra, também pulsa, mas a raça humana continuou vibrando nos pulsos anteriores, atrasando-se, consideravelmente, em relação aos pulsos atuais.
Decorrentes desta estagnação, impedimos em termos evolutivos, que os reinos inferiores como o reino vegetal, animal e mineral, também deixassem de se atualizar.
Criamos assim uma cadeia, não de ascenção, mas de estagnação, que no efeito cascata, impediu que todos os seres vivos da superfície terrestre fossem se atualizando no tempo.
Isto impediu e vem nos impedindo de acompanharmos os níveis da expansão universal, consequentemente, tivemos de ser deixados para trás e com isto nos isolamos das demais estruturas da vida cósmica.

Mesmo assim, a “ficha não caiu” e continuamos sonhando alto com as coisas concretas e materiais da vida física, como se só isto existisse ou tivesse importância.
Isto, ao longo do tempo, foi criando inúmeras ilusões e fantasias, detendo amplo domínio da população terrestre, que por consequência, impediu o restante do planeta de evoluir.

Hoje ainda mantemos nossos sonhos ridículos de: termos mais, sermos mais e podermos mais, no plano material da vida.  
Obs.: falar que tais são sonhos infantis seria uma ofensa às nossas crianças, pois os sonhos destes pequenos seres humanos possuem muito mais liberdade que os adultos, cristalizados e corrompidos por desejos egoístas e gananciosos.

O pensamento de forma clara nos conclama a sermos menos densos, a sonharmos com coisas mais sutis, subjetivas, impalpáveis num primeiro momento, pois entramos numa fase de mudanças cíclicas monumentais, onde uma ampla seleção será feita e cada um se auto classificará, para habilitar-se a uma nova raça na nova Terra, que será habitada novamente, por indivíduos que tiveram a coragem de abandonar suas ilusões e fantasias.

O rumo e a direção de todos os planetas, estrelas, luas, etc., em todas as galáxias, de todos os universos, é a sutilização.
A expansão da vida é a sua própria sutilização. É tornar-se menos densa, mais entrosada a cada dimensão, a cada nível de consciência alcançado.
Isto é, verdadeiramente, ganhar maturidade.
Somos absurdamente imaturos, ignorantes para a época que estamos vivendo, pois nos densificamos de tal forma que até hoje continuamos mais matéria do que espirito, quando deveríamos estar exatamente na inversão desta posição, ou seja, sermos mais espirito do que matéria.

É dever de cada um, aliviar-se desta densidade, desta materialização.
Temos de sonhar não concretamente, mas subjetivamente, pois assim quebraremos as ilusões.
A maioria ainda não acredita nas forças divinas, entende que somente o palpável, o concreto, o ter e o poder que pode alavancar, quando na verdade esta posição finca cada vez mais fundo nossos pés num solo denso, ilusório e completamente fragilizado pelas novas circunstâncias.
Com isto perde-se tempo, muito tempo e um tempo que não volta mais.

Estamos no limiar das grandes desestruturações.
Tudo ao nosso redor, literalmente, irá mudar. Conceitos, preconceitos, paradigmas, suposições, medidas, parâmetros, além da solidez da vida que levamos, pois a reconstrução, assim como ocorreu ao longo das eras aqui na Terra ciclicamente, já está em andamento e na velocidade que sequer podemos imaginar.

Reveja sua postura.
Reavalie seus conceitos.
Reformule suas prioridades.
Foque-se aonde teu coração indica.
Não perca mais tempo, pois não há mais tempo.
Reveja suas intenções.
Não se densifique, mas pelo contrário, se sutilize.
Escolha pelo coração e não pela mente, suas prioridades.
Lembre-se da imensa responsabilidade que carregamos com nossos filhos e com os demais reinos deste planeta.
Não pense mais em si próprio, isto é contagioso e cruel.

Enfim reflita e não tenha medo de mudar, pois o caminho que iremos percorrer no ápice dos movimentos será solitário.


Hilton

sábado, 4 de junho de 2016

Sofrimento: seja bem vindo!

Pensamento do dia, sábado, 4 de junho de 2016

"Caberá ao homem consciente dissolver a heterogeneidade atual existente entre os povos."
Trigueirinho.

Pois bem, a raça humana da Terra, sim porque existe inúmeras outras raças humanas em outros planetas, foi constituída em sua maioria dos viajantes siderais, ou seja, de indivíduos que optaram por realizarem experiências num mundo cármico, no livre arbítrio.
Podemos dizer que, em sua maioria, tais indivíduos fracassaram em seus mundos de origem e foram para cá conduzidos para viverem experiências diferentes.
Muitos trouxeram em sua “bagagem”, inúmeros artifícios e soluções criativas que usamos hoje.
Da mesma forma, certos animais, insetos, répteis e muitos vegetais também originários de mundos diversos, foram, propositalmente, trazidos para auxiliar nosso desenvolvimento e crescimento evolutivo. Para estes reinos (mineral, vegetal e animal), somos seus deuses.
A maioria dos seres humanos não conseguiu evoluir e não conseguiu ultrapassar certas barreiras que os libertaria do mundo cármico e do livre arbítrio.
Hoje vemos uma população desenfreada no consumo, na liberdade inconsequente e na desestruturação moral.

Os seres humanos não conseguiram enxergar e nem admitir que o sofrimento é evolutivo.
Parece um contra senso, falar desta forma, mas o sofrimento, que só acontece no nível de consciência que nos encontramos, é libertador.
Podemos dizer que temos dois estados de sofrimento bem distintos:

1.   Sofrimento compulsório: Acontece compulsoriamente, ou seja, é exercido no âmbito cármico.
Este sofrimento não escolhemos, pois somos obrigados a aturá-los e depurá-los em cada encarnação, face a ações praticadas que foram contrariais às Leis Divinas que regulam nossas vidas. Por isso que temos intensidades diferentes em cada indivíduo, onde uns sofrem mais e outros sofrem menos. A dor do sofrimento é libertadora e pode ser física, moral, mental, intelectual, emocional, enfim acontece sob diversas circunstancias em todos os corpos que possuímos e que são próximos ao corpo físico. Este sofrimento e estas dores todos tem e só terminará quando sairmos do estado de consciência atual para outro mais elevado.
Aqui na Terra, isto acontecerá após seu ciclo de transição, onde o planeta se tornará sagrado. A nova humanidade da Terra se libertará das dores e dos sofrimentos compulsórios, pois não terá o livre arbítrio e seu nível de consciência será bem mais elevado que o atual.

2.   Sofrimento evolutivo: Acontece por opção de cada um.
Este sofrimento pode ou não ser acompanhado de dores (nos mesmos moldes da anterior), pois irá depender dos corpos envolvidos e do alcance do estado evolutivo que resolvemos aderir.
Este é evolutivo, pois acontece quando prestamos um serviço ao Plano Maior, onde nos doamos de diversas formas, sem contrapartidas, de forma altruísta, espontânea, pois deixamos de exigir alguma contrapartida qualquer.
Irá requerer sacrifícios, espontaneidade, voluntariado, onde devermos abrir mão de diversas “oportunidades” (quem sabe de muitas ilusões da vida física) em troca de serviços intuídos ou dirigidos por impulsos espontâneos ou criteriosos no círculo de pessoas que me encontro.
Por ser opcional, poucos exercem esta opção, pois consideram que o sofrimento cármico (não evolutivo), é o suficiente. Com isto, realizam inúmeras vidas em diversas épocas,  sem qualquer aspecto evolutivo conquistado, estagnando no tempo e no espaço, por eras sequencias. A esta situação apelidamos de roda gigante, pois roda, roda, passa por altos e baixos e não sai do lugar.

Mas, como saber se isto procede?
É simples, pois tivemos a 2000 anos atrás, um exemplo que caracterizou isto de forma vibrante, autentica, nos limites que conhecemos, para nos mostrar que é assim que acontece aqui na Terra.
O advento de Jesus Cristo, onde de cara, nos informou que Ele é o “caminho”, a “verdade” e a “vida”, exemplificou de forma intensa e  explicita que ninguém chega ao Pai a não ser por Ele, ou seja, evoluir é sofrimento e dor (para a fase atual que nos encontramos).
Tal recado continuou sendo dado por homens santos e mulheres santas ao longo do tempo, mostrando a necessidade real do sacrifício.
Jesus com seu porte atlético, um homem quase perfeito no arquétipo da raça humana da Terra, viveu intensamente, de forma literal, explicita e real, estados de dor e sofrimento atrozes como forma de mostrar a verdadeira necessidade da evolução na sua forma possível para evoluir num planeta cármico. Claro, usou os limites das nossas possibilidades físicas, que provavelmente pouquíssimos de nós suportaria o que Ele suportou, mas mostrou o que foi preciso mostrar.

Não temos de ser crucificados, na forma literal como Ele foi, pois o conceito de sofrimento e de dor varia de indivíduo para indivíduo e o que importa é  exatamente a forma que cada um encara seu sofrimento e sua dor.
Aliás, somos nós que potencializamos nosso sofrimento e nossa dor, pois poucos compreenderam este estado de evolução no mundo cármico, material.
Temos visto indivíduos que conseguem encarar suas provas compulsórias e seu sofrimento evolutivo, numa boa, num estado de alegria, de liberdade, sentindo o bálsamo que a alma emana quando nos encontramos no caminho correto.

É preciso repensar sobre isto, abraçar certos estados de sofrimento e certas dores, na gratidão, no amor em tê-las, pois isto as tornará insignificantes perante as portas que irão se abrir.
O indivíduo precisa vislumbrar e desejar este grau de liberdade. Pode ser que tenha de viver oprimido fisicamente, mas interiormente poderá viver na plenitude da liberdade.
Tudo dependerá da forma como ele adota estas referências, se são os objetivos externos ou os internos que deverá prevalecer.
Talvez uma simples mudança de postura, de ideias e de ideais, possa transformar o sofrimento em esperança, em liberdade, em evolução.

Vamos refletir.
Vamos compreender e amar o que precisa ser amado.
Às vezes abraçar o que sempre rejeitamos pode ser o caminho desta libertação.

 Hilton

sexta-feira, 3 de junho de 2016

A esperança.

Pensamento do dia 03 de junho de 2016.

Aguardai vigilantes.
Trigueirinho.

Pois bem, o recado em questão é sábio, pois nos encontramos sob situações completamente fora do nosso controle.
O planeta já está seguindo seu curso de transformações, independente das ações ou reações dos reinos que abriga.
Podemos dizer, em linha gerais, que a alma planetária (Logos planetário) foca a evolução da Terra e nada mais além disto.

A raça humana transformou estes momentos num pesadelo incrível, ao nos desviarmos da forma que o fizéssemos ao longo das eras da nossa existência.
O pior é que estamos imputando aos demais reinos, vegetal, mineral e animal, sofrimentos atrozes não só pela sua existência como pelas manifestações telúricas que assolaram o planeta, pois todos estarão envolvidos neste processo de alinhamento da Terra com o Sol central da galáxia, transformando-a em planeta sagrado.
As mudanças planetária, as mudanças solares, são sempre explosivas. Basta acompanharmos as explicações dos nossos astrônomos que tem conseguido mensurar tais mudanças, analisando os resquícios das explosões incríveis que repercutem por todo o nosso universo.

Aqui na Terra, encaramos que isto nunca acontecerá.
Parece que somos isentos das regras universais, nas mudanças planetárias.
Somos um apêndice das Leis Divinas, segundo o estilo de vida que resolvemos adotar na raça humana, como se todas as demais vidas existissem para nos servir.
Erro fatal.
Desprezo que aponta um despreparo e uma ignorância cabalística de tão grande que se tornou.
O pior é que não é por falta de informações, alertas, avisos, precedentes, mas por pura vaidade e ganancia.
Uma prepotência incrivelmente desproporcional para qualquer mente pensante fora da Terra.

Enfim, cabe salientar tudo que tem sido colocado a respeito dos nossos erros não tem um caráter reeducativo, pois o que se estragou não se pode mais consertar.
Já ultrapassamos a “curva de retorno”, o “payback” ,estamos agora num caminho sem volta, de mão única, descendo sem freios ou possibilidade de parada.

Daí vem a sábia informação: “aguardai vigilantes”.
Não devemos aguardar passivamente, apreciando estes momentos, mas ativamente na busca pelo crescimento espiritual, pela coligação, pelo contato, pelo crescimento interior, pela introspecção, nos elevando ao máximo em torno das coisas subjetivas, imateriais, efetivamente eternas.
Ser orante é uma necessidade imprescindível para os tempos atuais.
Focar-se no essencial também.
O supérfluo, a superficialidade da vida, o inútil, os sentimentos que desagregam como os ciúmes, a ganancia, o poder, a luxuria, o egoísmo, de forma geral, nos colocam em situações piores das quais já nos encontramos, pois tira nosso foco da grande decisão.

Ter e poder, nas regras materiais, acabou.
Ser, espiritualmente ativo, é a única coisa necessária para este e para os momentos que se aproximam.

Enfim recados desta natureza tem sido uma constante entre nós, que de certa forma, alguns, no mínimo, tem lido estas informações.
A maioria ainda tem dúvidas, não aceita muito bem a veracidade de tais informações e duvida de que iremos passar por situações desta natureza.
O tempo dirá, mas cabe ressaltar que independente de aonde estivermos, encarnados ou desencarnados, iremos passar pelas mesmas situações, portanto, preparar-se aqui ou acolá, tanto faz, o necessário é preparar-se (esta preparação não se refere a nenhum aspecto físico).

Recentemente, em nossos Trabalhos na Serra de Ibitipoca, sul de Minas Gerais, para aonde nosso Grupo se deslocou nestes feriados, procedendo uma Vigília em Oração, fomos acompanhados de diversos mentores e coordenadores do plano astral, numa clara demonstração de que, nestes momentos da Terra, tudo se envolve com os mesmos objetivos, pois as mudanças pegará o mundo físico e não físico do planeta.
Portanto, todos os setores, reinos, níveis de consciência, dimensões que envolvem a Terra, está sob  os mesmos critérios de transformação.


Reflita.
Hilton

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Prioridades?


Pensamento do dia 02 de junho de 2016.

A clareza emergirá do interior de cada um, pois lá está o núcleo que corresponde à Fonte de Luz do universo inteiro.
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos momentos de muitas dúvidas, dúvidas excepcionais, pois tudo está em transição.
Não tem sido fácil para ninguém e não será.
Estamos perdendo nossos parâmetros, paradigmas e nossas referencias e dá para dizer que muitas são as que usamos em várias reencarnações, ou seja, nos acostumamos tanto com elas que podemos nos sentir “sem chão”, quando todas não servirem mais.
No entanto, dizem que o homem e muito criativo, mas nossa criatividade provem sempre de experiências passadas, ou seja, em algum momento vivemos situações semelhantes.
Neste final de ciclo, isto não acontece, ou seja viveremos situações inusitadas, onde nossa larga criatividade dificilmente será exercida pela falta de vivencias anteriores.
Isto, por um lado pode ser desesperador, mas por outro lado, pode ser alentador para os que permitirem serem conduzidos.
Em situações inusitadas, onde a mente não consegue raciocinar alternativas, é preciso usar corretamente a fé, onde a entrega, a humildade e a misericórdia, serão as energias que predominaram sobre os indivíduos conscientes da sua incapacidade em conduzir-se.
Estamos nas vias de fato destes argumentos, pois forças telúricas incríveis estão sendo liberados pela Mãe Natureza, na contrapartida de muito que fizemos e do que não fizemos para os reinos envolvidos, além de estarmos vivendo um ciclo de transformação do Planeta que trata-se do seu próprio processo evolutivo, independente dos reinos que abriga.

Desta forma, temos um sucessão de fatos e procedimentos dos quais o ser humano não tem e nem poderia ter controle sobre isto.
Mesmo assim, vê-se pessoas vivendo como se nada disso tivesse algum significado, fizesse algum sentido, pois deixaram de analisar o contexto, a universalidade do nosso planeta em troca das suas ilusórias necessidades imediatas.
É interessante como o contexto planetário não tem interessado a maioria, onde significativos alertas são transmitidos por cientistas, pela própria Mãe Natureza e pessoas coligadas a estes consideradas “estranhas” informações.

Na medida que o tempo passa e este tem se acelerado continuamente, vemos inúmeras transformações nos céus, nos oceanos, no processo climático, batendo recordes sobre as medidas existentes, como uma coisa corriqueira, sem importância, que não merece maiores atenções.
Nas aparições de Maria, de Jesus e em eventos desta natureza, os alertas são contínuos, exaustivos, tentando nos sensibilizar para que reformulemos nosso critérios de prioridades na vida, exercendo maior atividade espiritual do que as físicas.

Deveríamos estar vivendo de outra forma, completamente diferente da atual, nos preparando para as mudanças e para as imensas oportunidades que já estão entre nós. O que temos visto é pura apatia, insensibilidade, imensa capacidade de distração, foco somente nos aspectos físicos e ilusórios da vida material, intensas disputas de toda ordem, intensas competições, indisciplina, desequilíbrio, tentando inutilmente, administrar o agravamento das doenças, o agravamento das contaminações, impurezas de toda ordem, guerras nos lares, nas empresas, nas instituições, nos países, enfim estamos vivendo o apocalipse que nos mesmos construímos, que se somará ao apocalipse de reforma da superfície terrestre.

Temos de escutar a voz do coração, temos de contatar o nosso ser interno, temos de ter acesso a esta clareza interior que provem da Fonte de Luz.
Não temos mais como mensurarmos o que existe, imagina o que virá?
O homem tem de voltar-se para seu lado interno, para suas aspirações elevadas, para sua estrutura de fé.
Precisa reformular suas prioridades.
Precisa mudar seu estilo de vida.
Precisa ocupar-se com o intangível, num primeiro momento, pois este será tangível assim que sua clareza interior aflorar.

Enfim é preciso refletir, agir, reformular, buscar novas prioridades, pois as que temos buscado estão em quede livre.
 
Hilton