A
atitude de abertura ao Supremo, mesmo partindo de um pequenino ser, tem mais
valor do que a arrogância daquele voltado si próprio. Ainda que de forma
restrita, mesmo por uma mínima abertura a Luz pode penetrar.
A
meta atual é estar entregue e aberto ao que pode descer dos níveis sublimes até
a humanidade. Não são palavras vazias de Vida que constroem a Terra futura; é
necessário que o servidor evite o falar desnecessário, sem uma verdadeira coligação com a Lei, para
que o Supremo possa falar por intermédio dele.
Figueira.
Pois bem, terminada a fase de silencio em respeito e em memória a José Trigueirinho, voltamos a comentar
seus incríveis e maravilhosos ensinamentos.
Como sabemos não estamos aqui comentado suas palavras, e sim a
energia transformadora que provem desta imensa abertura por que passa o planeta
Terra e seus reinos.
Falamos algumas vezes dos “espelhos”,
onde certos elementos refletem uma poderosa energia transformadora,
mensurando-a e redimensionando-a para a absorção de muitos, da sua intensa capacidade
de transformação.
Da mesma forma que não podemos absorver diretamente a energia
solar e para isto a atmosfera terrestre nos protege, estes espelhos regulam a
intensidade da energia transformadora que vinda da Fonte, se irradiada
diretamente, de tão intensa, nos
prejudicaria, mas devidamente mensurada na capacidade da qual temos capacidade
de suportar, evoluímos.
De certa forma, cada um que optou no seu livre arbítrio ao serviço,
ao ato de servir um propósito maior, transforma-se num espelho que reflete de
forma mensurada a energia que recebe. Somos portanto, desde que abnegados ao Serviço,
espelhos que refletem.
Há, portanto, grande responsabilidade nesta atitude simples, mas
de alto poder transformador.
A estrutura familiar que conhecemos, procede da mesma forma, onde
a matriarca e o patriarca assumem o ato de administrar a energia da transformação
naquele pequeno ser que surgiu no milagre da vida.
Portanto, Seres de elevada magnitude espiritual e divina, refletem
a energia da Vida proveniente da Fonte que as cria.
Sendo assim, nos compete como ser-espelho sermos cada vez mais
eficientes e completos, onde a informação, os estudos, a busca pela Verdade,
irá “polindo” e dando maior poder de reflexão à Luz que recebemos.
Sim, para refletir Luz temo de receber Luz, portanto este é o
maior mérito da adesão ao Serviço incondicional de refletir o que vem da Fonte.
É preciso muita vontade, mas mais do que isto, o equilíbrio e a
neutralidade são essenciais, pois ainda nos falta a capacidade de conduzir. O equilíbrio
e a neutralidade associada à entrega nos torna reflexos da Luz.
O equilíbrio, a neutralidade e a entrega é por origem um ato de
fé, onde o amor sintetiza todo este processo da reflexão da Luz.
Ser-espelho exige silencio, silencio de palpites, de opiniões, de
preferencias e desejos. É preciso sentir no coração quando deve ou não se
manifestar e a condição essencial é a absoluta, absoluta isenção de interesses,
sejam eles quais forem.
A neutralidade é algo que precisa ser praticado, pois a vida
material se baseia na troca e na competitividade, atitudes incoerentes
neste processo de ser-espelho.
Como cita o texto “A meta
atual é estar entregue e aberto ao que pode descer dos níveis sublimes até a
humanidade. Não são palavras vazias de Vida que constroem a Terra futura; é
necessário que o servidor evite o falar desnecessário, sem uma verdadeira coligação com a Lei, para
que o Supremo possa falar por intermédio dele.”
Iremos sentir quando o Supremo necessita falar. Manter o silencio
é algo intrínseco para que certos ‘impulsos”, aflorem.
Fiquem atentos.
Hilton