sexta-feira, 5 de julho de 2019

Passos Atuais - 78a Parte. Energia vital.


Relembrando um texto conveniente para a época atual.

Pensamento do dia 27 de outubro de 2016.

Ninguém, a não ser o indivíduo, ele mesmo, pode colher a exata energia que lhe é necessária.
Trigueirinho.

Pois bem, como tudo no universo somos movidos a energia.
A maioria imagina que as energias que precisamos provem dos alimentos e dos líquidos que ingerimos.
Provem, mas é uma parte bem pequena e não essencial se compararmos com a energia que provem da Fonte da Vida ou Primordial.

Sem esta energia primordial não existiríamos, mas tem sido dela que temos esquecido de focar nossa atenção. Parece que os alimentos são as únicas e essenciais fontes de energia.
Podemos viver algumas semanas sem alimentos, mas sem a energia primordial nem um segundo.

A energia primordial cessa no momento que desencarnamos, pois ela que dá vida ao corpo físico.
Se prestássemos mais atenção em nossas carências, poderíamos identificar se estamos ou não permitindo que esta energia primordial circule convenientemente e na intensidade que necessitamos.
Indivíduos desalinhados, desequilibrados, que sentem muita carência, com certeza estão impedindo que esta energia circule em seu ser, convenientemente.
De certa forma quando estamos focados na vida material, sem tempo para a contraparte espiritual, estaremos repelindo parte desta energia, acumulando carências e nos desvitalizando.
Esta desvitalização produz alterações metabólicas que nos enfraquece, nos expondo a uma série de doenças comandadas por vírus e bactérias soltas no ar, na água e nas demais pessoas.

Quando nos sentimos fracos, desanimados, carentes, são sinais claros desta desvitalização. Acresce-se a isto os medos e a preguiça e temos uma combinação de fatores muito negativos, onde poderemos colher situações muito indesejáveis.
O indivíduo vitalizado está preparado para administrar seus carmas e seguir sua evolução, pois se ele estiver vitalizado, estará atendendo os anseios da alma.

Muitas vezes mudanças muito simples de atitudes e de foco no que e aonde se concentrar, nos alinhará para receber o fluxo da energia vital necessária.
A depressão, por exemplo, é uma doença da mente proveniente da falta da energia vital, pois a alma encontra-se insatisfeita com nossos procedimentos. Podemos dizer que a alma inibe a emanação desta energia vital. Assim como a depressão, outras doenças da mente podem ser curadas com mudanças simples de atitudes.

Outro aspecto muito comum, também envolve indivíduos dedicados ao Serviço e as Tarefas, onde trocam o uso das energias provenientes da Fonte Divina pela própria energia vital. Com isto se desvitalizam, mesmo prestando Tarefas essenciais.
É preciso adquirir conhecimento, estudar, pôr-se ao par, preparar-se antes de expor-se, pois esta exposição poderá ser indevida.
A intuição é algo que precisa ser adquirido. Está sempre disponível, mas poucos são aqueles que estão aptos a usá-la corretamente.


Enfim a vida é um eterno aprendizado que exige de todos nós muito foco, atenção, dedicação, concentração e busca. O que mais se ouve por aí tem sido a velha desculpa de que não há tempo, não sobra tempo, ora se não temos para o que irá dar o continuísmo da nossa vida eterna, precisamos de tempo para que.
Hilton

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Passos Atuais - 77a Parte. O que vos é pedido.


A areia desliza velozmente no relógio dos ciclos, indicando que os tempos se aproximam. Tempos de júbilo e de revelação; tempos de glória e esplendor para os que puderam permanecer fiéis ao legado que do cosmos receberam. Mas serão também tempos de duras lutas nos planos materiais; tempos de tribulações, dor e sofrimento para os que se deixaram iludir pelo apego e pela identificação com a vida externa e os seus bens.
Não há um momento a perder. Quanto mais firme e ampla for a base do vosso trabalho, mais estável ela permanecerá em meio à turbulência dos níveis coletivos. Não vos pedimos a realização de uma obra-prima, pois isso não é possível na atual conjuntura planetária. O que vos é pedido é a consecução de uma base de trabalho que, no plano etérico, ancore a nossa energia nos momentos de traslado. Bem sabeis que esse trabalho não se vincula somente a situações geográficas, mas é basicamente interior; ocorre na consciência dos seres, e tem coligações já estabelecidas com muitos outros pontos da aura planetária.
Figueira.

Pois bem, o texto é claro indiciando que os tempos se aproximam.
Engana-se aquele que imagina desencarnar antes e, portanto, não participar deste evento que mudará a rota da Terra para sua ascenção espiritual.
Não importa em que plano estivermos, seja no plano etérico (dos mortos) ou no plano físico. A raça humana é um conjunto de todos indivíduos do reino humano, sendo assim, todos, independente das suas condições, disposição e local estão envolvidos na transição planetária.
É muito comum pessoas pensarem que o que vai acontecer levará mais uma década, mais um século, quando na realidade os atos preparatórios, independente de onde estivermos em que tempo e sob quaisquer que sejam as circunstâncias, seremos todos envolvidos.
O suicídio tem sido uma forma ilusória das pessoas pensarem que podem livrar-se de problemas que as perturbava, quando na realidade é uma simples mudança de lugar. O problema continuará até ser solucionado, pois evidentemente ele é cármico. Vou pra lá e ele virá.
Ao evoluirmos no plano mental, ao aprimorarmos nossa inteligência, iremos perceber que precisamos crescer no conhecimento dos planos material e espiritual, portanto a busca é uma ferramenta imprescindível.
A transição planetária em curso, tem nos mostrado inúmeros fatores sobre as mudanças em ato. Isto deveria ser um estimulo da nossa aliança, na busca pelo alinhamento com as ajudas que vem se manifestando no planeta.
Estas ajudas são plenas, explicitas, mas não lhes cabe usar os mesmos artifícios que são empregados pelas forças involutivas que trabalham basicamente com as mentiras para fortalecer as ilusões.
Por isso da necessidade primordial do interessado nas suas conquistas reais e verdadeiras. Ir buscar.

Quando indivíduos no curso da sua vida dão a devida atenção a estas ajudas, estes acabam por irradiar padrões de energias que, como ondas concêntricas (como as de uma pedra num lago parado), espalham-se. Isto estimulará novos indivíduos, que no livre arbítrio, poderão optar por aceitar as ajudas manifestadas.
Para cada pessoa aliada a estas ajudas, diversos estímulos poderão ocorrer, respeitando seus limites e sua dedicação.
Tais estímulos precisam ser mantidos 24hs por dia, e deles dependem para que mantenha-se uma chama viva no coração.
Critérios de responsabilidade passam a ser assumidos por quem assim optou, mas em contrapartida a vida terá um novo sentido, as lutas diárias não serão em vão e o desapego começa a ser estimulado.
Encontraremos respostas para coisas sem sentido, veremos uma nova linha no horizonte, a vida valerá a pena ser vivida, a autocomiseração (sentimento de compaixão por si mesmo) não será um ato de depressão, o futuro será promissor e daremos para a nossa prole as chances de viver com dignidade.

Adeque-se ao que precisa ser feito mesmo que não tenha tudo com clareza, pois atos de fé são necessários face ao pouco conhecimento que temos a respeito.
Hilton

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Passos Atuais - 76a Parte. Baile de máscaras.


Pelo perfume conhece-se o quanto vale uma flor; pelas palavras e atos dos homens, sabe-se o que eles são.
Figueira.

Pois bem, ditado simples, conhecido e sempre oportuno.
O homem consegue mascarar suas verdadeiras intenções perante os homens.
Esta afirmação levou a humanidade a estados críticos quanto à sua sobrevivência.

O momento atual é um pouco diferente, pois o processo da transição cíclica planetária tem exposto de forma mais clara e real as verdadeiras intenções das pessoas.
Também, de forma mais clara, vem revelando o status real de cada um, ou seja, como cada pessoa tem conseguido lidar com suas fraquezas e suas fortalezas.
Portanto, estamos mais expostos a uma realidade dos fatos da personalidade de cada um.
Mas porque isto está acontecendo?
No geral, estamos na fase da “prestação de contas”. Débitos e créditos cármicos, fatores positivos ou negativos da personalidade, tendências positivas ou negativas das nossas ações, posturas perante os embates da vida, desafios que o destino impõem, anseios, devaneios, realidades e ilusões, enfim estamos no final do baile de máscaras onde todos irão revelar o rosto verdadeiro.
É algo inevitável, pois há uma divisão clara dos 2 caminhos que se apresentam :  ajustar e evoluir ou retroceder para consertar.

Em todos os aspectos, em todos os reinos, o “divisor de águas” está em curso.
O reino animal passará por uma etapa de transição muito significativa, pois animais com forte tendência às condições mantidas na época dos dinossauros continuarão sua evolução em planetas com agressividade semelhante à Terra na fase atual, assim como animais com tendência à neutralidade e de características pacificas continuarão o processo evolutivo na nova Terra.
No reino vegetal algo semelhante ocorrerá, onde plantas que colaboraram no desvio de parte da humanidade, como os ópios, também seguirão seu curso em outros planetas.
A nova Terra abrigará os elementos dos reinos que tendem ao processo de uma evolução contínua e constante, colaborando de forma positiva com as novas Leis que atuarão no planeta, pós transição.

Podemos e devemos colaborar com isto.
Precisamos anular certas tendências agressivas, certos comportamentos incoerentes com nossos anseios mais elevados, tornando-nos mais neutros, mais produtivos, mais colaborativos nesta etapa da transição.
A personalidade precisa se aquietar, o perdão precisa ser amplamente praticado, a colaboração útil precisa manifestar-se, precisamos ser menos tendenciosos, mais transparentes e dominar melhor as explosões de agressividade que fazemos constantemente. Desta forma a consciência assume a realidade e a ilusão começa a se desanuviar.

Sabemos que a transição em curso não irá preservar aquilo que contraria o bom senso elevado sobre a vida e a energia da fé, portanto, desapegar-se e deixar ir o que não serve é essencial, fundamental, prioritário, para que uma certa paz nos alcance e nos deixe mais perceptivos para o que realmente tem valor e significado.

A natureza segue seu curso e nada a impedirá de fazer o que tem de ser feito, portanto, alinhar-se a esta transformação, no mínimo aumentará nossa capacidade de compreender melhor e nos trará a devida auto confiança tão necessária para as próximas decisões.
Hilton

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Passos Atuais - 75a Parte . Um sonho e suas revelações.


Pois bem, gostaria de compartilhar um sonho com vocês.
O texto é meio longo mas traz conceitos importantes para relembramos.
 interessante é que ele se repetiu 3 vezes na noite de ontem, exatamente iguais.

O sonho:
Estava num grande caminhão, sentado no banco da frente e ao meu lado, dirigindo este caminhão, um cão grande, da raça shar pei, extremamente alegre e feliz, como o da foto abaixo.
 Senti-me estranho, mas continuamos.
O caminhão possuía uma enorme caçamba, com muita gente aglomerada nesta caçamba. Tinha um visor aberto na cabine e dava para ver as pessoas e um grande barulho em face das muitas conversas que aconteciam lá dentro.
 O caminhão começou a bater na laterais de uma estrada de terra cercada de pequenos montes de terra com uma vegetação rala, num local semi árido.
Senti-me muito incomodado e com jeito peguei a direção do caminhão, acertando seu trajeto na estrada. O cão ao meu lado, alegre, ficou com a cabeça de fora sentindo o vento fresco na sua cara.

Em dado momento entramos num local onde havia uma cúpula, uma meia circunferência, fechando um ambiente inteiro. Continuamos lentamente, no caminhão,  e víamos pessoas muito bem vestidas, mulheres com roupas incrivelmente sofisticadas, muitas joias, segurando taças de espumantes. O local era todo artificial, com fontes de agua plastificada, mobílias de design bem fora do padrão, luzes que mudavam por onde passávamos. Havia uma total indiferença à nossa presença, mesmo sendo notada.
A cúpula que “protegia” aquele ambiente, era pintada, aparentava um “céu de brigadeiro”  e nas partes baixas um pôr do sol avermelhado.
As pessoas circulavam sem se tocar , sem se falar e sem se olhar, mostrando uma indiferença com tudo aquilo.
Ao nos aproximarmos da borda, pois cruzamos o ambiente, havia um pântano por toda extensão desta cúpula cheio de cobras, sapos, lagartos, crocodilos e muito insetos. As cobras estavam em posição de ataque, olhando fixamente para as pessoas que circulavam a uma certa distância.

Saímos  da cúpula sem ser notado, com o cão sempre alegre ao meu lado, e entramos numa cidade aparentemente vazia. O caminhão dava muitos solavancos pois passava por pedaços de concreto caídos, buracos nas ruas, arvores caídas, estilhaços de vidros. No céu, apesar de estar claro, uma chuva de raios atingia muito lugares ao mesmo tempo. O barulho era ensurdecedor. A caçamba do caminhão balançava demais nestas ruas cheias de obstáculos, mas as pessoas, lá dentro, não paravam de conversar entre si, meio que anestesiadas sobre o que acontecia.
Diminui a velocidade e pude notar moradores dentro das casas, olhando pelas janelas e apavoradas com toda aquela confusão, barulho, raios caindo, destruição. No começo meu coração apertou, mas depois senti-me mais leve e consciente de que deveria continuar.

Saímos novamente daquela cena e entramos num campo. Havia muitas plantações, creio que trigo, soja, mas continuávamos na estrada. O local a princípio parecia bem agradável. Desenhos muito variados apareciam nas plantações, do tipo crop circles, mas eram diferentes, mesclava figuras geométricas com figuras humanas e extraterrestre. Vários desenhos de pássaros que se moviam quando o vento batia nas plantações. Não era um cenário da vegetação natural, mas modificado pelo homem pois só tinha plantações.
À medida que percorríamos as plantações, eu com o shar pei sempre alegre, notava-se que o céu estava ficando negro. Estava assustador, pois uma rápida formação de nuvens pretas, anunciava uma tempestade imensa. Muitos clarões acontecendo no céu, com as nuvens rodopiando em furacões a muitos metros de altura.
Na frente via-se um grande canyon, uma formação rochosa enorme, com paredes de pedras escarpadas, formando um corredor. A estrada seguia para o caminho do canyon.
Ao entrarmos no canyon, parei o caminhão e todos desceram. Estava muito irritado, pois as conversas não paravam e poucos perceberam o dilema que nos encontrávamos.
Aos poucos foram todos descendo.
Do nosso lado esquerdo vimos uma grande caverna incrustrada na rocha e do lado direito um caminho estreito entre as pedras que levava para o topo do canyon.
As conversas foram diminuindo e as pessoas começaram a perceber a gigantesca tempestade que vinha velozmente e  começaram a ficar assustadas.
Ficamos quietos por alguns momentos, mas logo em seguida, sem conversarmos sobre o que fazer, muitos começaram a correr em direção à caverna.
Permaneci quieto e senti que nosso caminho seria para o topo. Obvio que aquela grande tempestade iria alagar e transformar o canyon numa grande corredeira, portanto era premente sair dali.
Resolvemos subir para o topo. Começamos, mas o grupo era pequeno, pois a maioria resolveu abrigar-se na caverna. Iriamos ficar expostos por todo o caminho e no topo ficaríamos ao sabor dos ventos e dos raios que caiam continuamente.
A subida foi intensa, difícil. Incrivelmente nosso shar pei demonstrava um eterno bom humor e muita alegria. Pulava pra lá e pra cá e nos esperava. Latia forte em certos momentos e foram aqueles em que o medo se aproximava de todos nós.
Chegamos ao topo. O vento era terrível, a chuva intensa e a sensação de estarmos desprotegidos chegou no seu limite.
Em dado momento sentimos um calor intenso, uma luz muito forte e tudo desapareceu.
Acordei.
Acordei.
Acordei.
Por 3 vezes acordei no mesmo final.

O sonho é simbólico. Nunca se deve levar ao “pé da letra”, pois como somos muito emocionados, é preciso criar-se uma situação intensa para recebermos o “recado”.
No entanto, dá para se tirar informações importantes e aqui vai algumas das minhas interpretações.
Voce poderão visualizar outras interpretações, símbolos ou recados, podendo ir até certas particularidades mais intimas ou internas.
Vou dar a minha interpretação:

Creio que o caminhão simbolizava um transporte para o aspecto mais espiritualizado da vida, com um destino definido, tendo em vista o final da transição planetária em curso.
As condições por que passamos e o tempo do relógio nada significa neste sonho, pois somos uma raça com um destino definido e etapas cíclicas que terminam e começam, mas indica, invariavelmente, um ciclo se findando.

O shar pei, inicialmente conduzindo o caminhão, mostra nossa etapa inicial como raça humana da terra, onde a consciência não era muito bem definida e a vida sendo conduzida sem muitas responsabilidades.
Ao assumir o caminhão, representei uma consciência mais plena, mas clara e com poder de decisão, que é a fase atual que nos encontramos, onde decisões essenciais e fundamentais precisarão ser tomadas para o continuísmo do caráter evolutivo dos que assim optaram.
Como o shar pei, fui um indivíduo simbólico no desenrolar deste sonho, até por ter sido o protagonista dele, mas, no geral representei a nossa parte consciente e decisória daquilo que nos cabe decidir e fazer.

A caçamba com várias pessoas, creio que representa os que estão despertos para a virada cíclica, conscientes da sua importância, desejosos de um novo futuro sem o livre arbítrio, sem o carma, com disposição para evoluírem de forma mais light, menos radical do que tem sido, mas ainda muito desatentos e dispersos com os procedimentos essenciais para alcançarem este grau de libertação.

Assumir a direção do caminhão representa um ato de despertamento, onde devemos e podemos conduzir nossa vida segundo critérios que igualam nossa parte material com nossa contraparte espiritual. Muitos ainda deixam o seu shar pei conduzir sua vida. São pessoas boas, religiosas, participativas, caridosas, mas que não assumiram definitivamente a direção que lhes cabe. A vida então se reveste de incidentes, muitas vezes desnecessários.

Ao entramos na cúpula, vê-se um mundo artificial, um mundo construído segundo as ambições, a ganancia, a indiferença, a ostentação, onde os fatores básicos da vida compartilhada não significam nada. Literalmente vivem uma vida artificial, onde a luta e as conquistas só tem sentido no ambiente material. As pessoas convivem socialmente, mas se desconhecem, são oportunistas e almejam poder, riqueza e soberania. Irá desmoronar e ao acontecer as cobras (que representa os pecados da ignorância) assumirão o controle, como dizem os livros sagrados.

A cidade em processo de destruição pelas forças da natureza representa as construções humanas, no geral, não só físicas mas as mentais também, em processo de renovação.
Na história da civilização é comum encontrarmos construções em cima de outras construções do passado. Jerusalém, por exemplo, foi reconstruída diversas vezes. Acumula-se alicerces de várias religiões e culturas conquistadoras. Desta forma o que foi alicerçado até hoje será a base do que será alicerçado no futuro, portanto, nada se perde e tudo procede. Na transição cíclica tudo que  for base do crescimento espiritual continuará.
As pessoas nas janelas são aquelas que, distraídas demais com as coisas atuais, esqueceram-se de perceber que a vida é um eterno “vir a ser”, que estamos em um processo continuo e constante de transformação e que tudo o que foi conquistado, deverá ser abandonado. Estes estão no “limiar do final da curva”, pois está próximo um tempo em que a decisão tomada será irreversível.

Ao entramos no campo, via-se quilômetros de plantações. Vê-se portanto um panorama anormal, modificado pelo homem, sem preservar estruturas de apoio em que poderia se mesclar a natureza natural com a plantada. Por ignorância e ganancia desrespeitamos o processo de recuperação do planeta, onde poderíamos ter um convívio harmônico e continuo de preservação. O desequilíbrio que implantamos torna-se irrecuperável em condições normais, portanto, condições anormais que nos afetará, terá de ser executada para que o planeta volte ao seu “status quo” definido no ato da sua criação.
No entanto, a presença alienígena , com desenhos nas plantações, mostra que não estamos sozinhos, abandonados, mas estruturas evoluídas e conscientes da nossa ignorância já se encontra em plena atividade de auxilio e acolhimento.
No entanto, para a maioria não tem significado e enquadra-se no folclore. Este desconhecimento e esta falta de percepção mostra o quanto estamos encruados na ilusão da matéria e como a visão só alcança o bico do sapato, em termos de dinâmica universal.

O canyon. Sim, o caminho inevitavelmente se afunilará para todos. É um aspecto importante, pois todos aqueles que estão teoricamente despertos, precisam passar por um desafio final. Será o grande desprendimento, onde a preservação natural e os instintos serão definitivamente colocados à prova para sabermos se somos mais intuitivos do que instintivos.
Na verdade esta qualificação entre instintivo e intuitivo, de certa forma, também é uma decisão pessoal. Ainda temos um certo tempo para sabermos o que queremos ser, pois a partir daí a prova virá para todos, inexoravelmente.

A caverna do lado esquerdo e a subida apertada do lado direito. Isto tem uma alusão especifica ao desenvolvimento do lado esquerdo ou do lado direito, do cérebro. O lado esquerdo define-se pelas regras do plano material e o direito pelas regras do plano espiritual. O equilíbrio é quando as duas partes do cérebro estão em sintonia.
No geral, existem diversas possibilidades de nos auto avaliarmos, mas uma característica pode ser muito útil através da seguinte pergunta: Como está o meu desapego?
É oportuno nos perguntamos sobre o desapego em todos os aspectos: coisas materiais, posses, propriedades, aparências, relacionamentos, vaidades, individualidade, etc. Não raramente confunde-se desapego com rejeição ou indiferença.
Desapego é uma forma de vermos o que nos cerca sem interferir.
Geralmente quem precisa de atenção, vem requerer esta atenção, mas impor a atenção que julgamos necessário a alguém chama-se interferência. O nível de desapego pode dar uma sinalização se estamos trabalhando mais com o lado direito ou esquerdo do cérebro. Ai é só corrigir.
A decisão para a caverna, tomada por alguns, demonstra que o medo e certa irracionalidade ainda comandam as decisões e estas são comandados pelo lado esquerdo do cérebro, onde o apego,  e os instintos de preservação do próprio corpo inibe o ato da fé, a entrega e escurece a intuição. A caverna com certeza seria inundada com o fluxo das aguas da tempestade, no canyon.

A subida ao topo do canyon mostra um ato de fé, uma partida para o desconhecido onde a exposição é plena e a autoconfiança precisa ir ao limite. É uma decisão difícil pois troca-se um pseudo abrigo imediato por algo desconhecido e sem previsão para algum tipo de sucesso. É uma entrega para algo que não sabemos, em absoluto, o que vai acontecer.
O shar pei nos acompanhando, muda um pouco sua definição e mostra que um “ser” nos assiste e nos acompanha. Na realidade é nosso Eu Interno que  manifesta-se sobre outro ângulo, mais eficiente, mais dinâmico e mais decisivo  e nos impele a continuarmos apesar das grandes dificuldades.  Digamos que é um shar pei evoluído.

Em momentos cruciais, late, despertando-nos dos nossos medos e aflições.
A vida inteira teremos um “shar pei” ou Eu Interno nos acompanhando, mas na maioria das vezes estamos tão pessimistas e ausentes da fé, que seus “latidos” serão em vão. Prolongamos estados de sofrimento desnecessários pelo simples fato de desacreditar que somos assistidos.
A chegada ao topo prenuncia o fim do desafio, dos esforços e neste momento a “Providencia Divina” se manifesta e acolhe.
Perceberemos então que nunca estaremos sozinhos, nunca seremos abandonados, nunca ficaremos para trás, mas as provas que definem nossa maturidade precisam ser vencidas.

Deus é um “cara” despreocupado, ao contrario do que muita gente pensa, pois nos criou, definiu uma meta a ser atingida e nos deu a vida infinita para alcança-La, portanto dependerá de nós mesmos para atingi-La. Deu o tempo que quisermos e colocou certas facilidades um pouco acima das nossas mãos erguidas, esperando que “saltemos” para ter acesso.
De forma simples e objetiva é o que temos de fazer.
Gratidão.

Hilton

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Passos Atuais - 74a Parte. O egoísmo é o grande mal da humanidade.


Tudo o que o homem faz por gosto, um dia chegará a ser sua prisão. Um ser a serviço não tem planos próprios, afinidades ou buscas prazerosas. Tudo o que vem do homem apenas alimenta nele a parte  humana e enfraquece sua ligação com o Espírito. O bom e o belo existem no que é superior e somente convertendo-se no que é em essência  o homem pode manifestar a verdadeira bondade e beleza.

— Senhor aqui está Teu servo; que devo fazer?
—Estar imbuído de um amor supremo e transparente, e irradiá-lo.
Figueira.

Pois bem, sabemos que somos muito apegados.
O apego é que nos trava e impede que que as coisas venham e sigam.
Não sabemos soltá-las e com isto perdemos a dinâmica da vida universal, onde por conceito da Lei da Evolução, nada se eterniza.
O que gostamos geralmente procuramos eternizar, manter, acorrentar, sem percebemos que tudo deve ser livre, tudo deve ser solto, pois tudo tem caminhos definidos pelo destino evolutivo de cada ser.
Um semelhante, um reino, um planeta, um sistema solar, uma galáxia, todas as coisas seguem ritmos distintos, pulsantes, e estão determinados a transformarem-se.
Temos um agravante, no caso da raça humana, que é o egoísmo.
O egoísmo nos impede de continuar, de caminhar e trabalha sempre retendo o que for. Isto impacta, estaciona. Perde-se o ritmo da renovação.
O egoísmo é o grande mal da humanidade. É a doença que se retém e corrói o ser humano.
No egoísmo as emoções se manifestam e o ser humano, na fase atual, nunca esteve tão emocionado como agora. Portanto, estamos numa fase muito poderosa do egocentrismo.

Quando julgamos que algo é bom, fazemos de tudo para retê-lo, sem perceber que liberando, algo melhor irá substitui-lo.
Outro aspecto fundamental destes conceitos é a falta de interiorização do ser humano, a falta da percepção em saber que o que se materializa sempre será passageiro.
Nossas descrenças, nossos descaminhos, nossas faltas, nosso desanimo está na falta da percepção da nossa contraparte espiritual. Estamos tão arraigados ao que se materializa que chegamos a acreditar que é o que importa.
O que é espiritual tem por base a transformação, ao passo que o que é material tem por base a destruição.
Quando nos convencermos destes aspectos, provavelmente daremos a devida importância ao que realmente nos transforma no caminho ascensional.
Hilton

terça-feira, 4 de junho de 2019

Passos Atuais - 73a Parte. Porque somos incomodados.


Às vezes, a consciência superior retira-se, deixando o corpos materiais aparentemente sozinhos. Se por um lado isso acontece para que ela possa contemplar planos mais profundos, também ocorre porque esses corpos não podem ainda receber um impulso ininterrupto.
Em certos momentos eles necessitam absorver e incorporar o que lhes foi  transmitido, para novamente estarem aptos a prosseguir sob nova estimulação. À medida que eles vão sendo purificados e transmutados esse processo toma-se  quase contínuo,  sem necessitar mais de longos intervalos.  
O aparente afastamento da energia interior, entretanto, possibilita que forças retrógradas que haviam sido desalojadas da aura do ser retornem, tentando recuperar o terreno perdido. Isso é uma prova para os corpos, que devem se manter fiéis ao impulso superior que os tocou e não se deixarem dominar por essas forças.
Figueira.

Pois bem, vejam que temos intervalos no acolhimento da consciência superior.
Digamos que desta forma, a humanidade de nível evolutivo baixo, a grande maioria, vive os seus momentos de “agonia”.
A cada intervalo em que isto ocorre, caso as conquistas anteriores no plano da consciência tenham sido cumpridas, ou seja, concluímos de forma positiva as experiencias, as forças involutivas que tentam nos influencias virão com um pouco mais de força, mas em compensação estes intervalos serão relativamente curtos.
Caso tenha fracassado no aprendizado anterior e não concluído as experiencias com sucesso, as forças negativas voltam com a mesma força anterior, mas o intervalo em que elas permanecem ao nosso lado aumenta.
As forças involutivas possuem, basicamente, uma única missão, nos incomodar para sairmos da situação ou do nível que nos encontramos. Não temos força própria para tomar as iniciativas necessárias para fazer isto sozinho.
O ser humano tem uma afinidade com a preguiça que é quase incontrolável, desta forma precisamos deste “incomodo” incentivo para sair do lugar atual.
Quando despertamos para a fé, na realidade despertamos para que iniciativas próprias sejam tomadas continuamente, mantendo um processo de crescimento.
Assim será com a nova humanidade que não precisará mais ser incentivada pelo incomodo para evoluir.

Com esta informação podemos tomar esta iniciativa. Os problemas irão diminuir não pela quantidade mas sim pelo grau de importância que iremos dar a eles.
Hilton

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Passos Atuais - 72a Parte. A arte da cura.


No atual momento planetário, o uso de grandes quantidades de medicamentos acarreta um desgaste acentuado, pois o relacionamento puro, como teria sido necessário, não pôde estabelecer-se entre curador e paciente; na realidade, é preciso uma interação interna, acima de fatores materiais, entre a consciência do curador e o ser interno do paciente. De fato, quando esse relacionamento não é observado, os medicamentos podem causar desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Todo um grupo de futuros curadores já está sendo preparado pela Hierarquia, para que o correto Serviço se instale na próxima etapa da vida de superfície terrestre.
Figueira.

Pois bem, é notório como somos fãs de medicamentos.
Quanto maiores forem as reações, temos a ilusão de que melhores são.
Na realidade as reações estão causando, com ampla possibilidade, os desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Também de nada adianta não tomar remédios e achar que a natureza por si só irá nos curar. É preciso que movimentos internos, que a luz interna, produzam os efeitos necessários para que o corpo volte-se para sua harmonia.
O mental e o emocional, altamente influenciáveis pelas circunstancias do nosso meio ambiente deplorável, não tem conseguido organizar-se para que esta luz interna, também chamada de fogo interno, manifeste-se, reagindo contra os fatores do desequilíbrio em nosso corpo físico.
O curador no futuro terá amplas facilidades para exercer o ato de curar, mas a situação atual é critica e desfavorável, pois o paciente recebe o tempo todo informações contraditórias.

A doença é a manifestação física do desequilíbrio. Um carma em exercício, manifestado por uma doença, realiza as compensações necessárias, no processo da purificação. Nem sempre poderá ser compensado ou curado, na fase atual que vivemos, pois não há tempo para que a encarnação em andamento possa realizar novas compensações, desta forma, a doença precisa prosseguir e concluir.
A cura exercida pelo curador, nem sempre visa a doença em desenvolvimento no paciente, mas visa seu equilíbrio interno, via manifestações de luz que irão ocorrer no processo de saneamento que a doença vem exercendo.
O curador não cura, mas acende a centelha, gera a faísca que irá acender o fogo interno de cada paciente para que o que foi previsto pelo destino se realize da melhor forma possível.
De certa forma e em linhas gerais, o paciente precisa buscar a harmonia e a paz interna, possivelmente através do curador. Este por sua vez tenta canalizar ações que possam amenizar, aliviar ou quem sabe sanear de vez a desarmonia em evidencia.
É uma luta titânica, pois nos encontramos num planeta cármico, onde a desarmonia é o objetivo básico das forças involutivas.

Nossas deficiências físicas, mentais e espirituais, estão sendo colocadas em evidencia. Não exsite o conceito do castigo ou da punição, mas estas manifestações nada mais são do que uma forma de percebermos nossas deficiências para que possamos ter a chance de supri-las.
Nada nos acontece sem nosso consentimento, concordância e sem que a mereçamos, portanto extrair aspectos positivos do que se está passando é importantíssimo. O curador tem esta função,  no intuito de ajudar para que esta percepção ocorra.
No grupo desenvolvemos a figura do tutor, ou seja, aquele que tutela alguém que consentiu seu “tratamento”, a um grupo de cura.
O tutor é a presença física do curador e das energias curativas que poderá envolver o paciente em questão. Sua função é essencial e primordial, pois ajudara duplamente: as energias manifestadas, bem como deverá acentuar a capacidade de compreensão do paciente que se submete ao “tratamento”.
Curador e tutor em vários momentos tornam-se um só, tornam-se o canal que conduz à “Fonte” para que a fogo interno se manifeste e atue sobre o paciente.
A responsabilidade do curador e do tutor são grandes. Ambos precisam ter muita compreensão, conhecer os assuntos sobre cura e a arte de curar, além manterem-se em constante equilíbrio.

Enfim este assunto é bem extenso. Aos poucos iremos conhece-lo para melhor “trabalharmos”.
Caso tenham perguntas especificas, estamos à disposição.
Hilton

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Passos Atuais- 71a Parte. Posicione-se sobre o ato de curar.


Na sua fase atual, a humanidade já deveria ter reconhecido as linhagens hierárquicas e ter sua vida externa estruturada segundo padrões  por elas emanados.
Os curadores, por exemplo, constituem hoje uma linhagem fundamental no processo de elevação do ser humano. A cura na superfície da Terra não deveria ter-se transformado num trabalho comercializado e, na maioria das vezes, realizado com pouco critério.
Cada grupo, cada ser, cada nuance da expressão de um indivíduo, é manifestação de uma energia específica; como tal, o ser humano deveria ser tratado por aqueles que pretendem dedicar-se à cura.
Figueira.

Pois bem, há pouco obediência da humanidade em geral para com a voz da sua consciência.
De forma geral, os ouvidos e as ilusões que determinam as tomadas de decisões que temos feito. Sendo assim temos errado, temos errado feio e continuadamente.
Queremos coisas que sequer sabemos para que, e temos feito coisas sem avaliar as consequências,
Pelos erros cometidos percebe-se que a voz interna, a voz das Hierarquias, tem sido desprezada. A consciência vive uma fase de total apatia e com isto, a personalidade carregada de seus artifícios escusos e tendenciosos manifesta-se numa total regressão ao que se praticou no passado.
O homem está carente de curas.
Estamos vivendo uma fase doentia, pois temos experimentado todas as práticas da distorção moral, social, humanitária e mesmo assim estas praticas continuam dominando as ações da maioria.
Tanto as grandes ações como as pequenas ações praticadas, distorcidas e contrarias às Leis hierárquicas, prejudicam e atrasam a evolução das espécies. De forma geral o pecado é o mesmo e o carma gerado entra na soma.
Precisamos de cura.
Cura física, cura moral, cura emocional, cura religiosa, cura social, cura cultural, cura da ignorância, precisamos de doses concentradas da energia curativa para manter o pouquíssimo equilíbrio que nos resta.
A cura em si é um conjunto de ações e providencias que trabalham vários aspectos do ser humano.
O paciente precisa desejar a cura, compreender o que precisa ser curado, mudar seu comportamento, seu entendimento sobre a vida, sobre as coisas, disciplinar-se, agir, movimentar-se, sair da ociosidade que tem permanecido por vidas sem alterar o que está apodrecido e fedendo dentro de si.

Como tem sido dito, temos de irradiar energia, luz, impulsos, vibrações, mas como fazemos se estamos doentes?
Não podemos irradiar uma energia distorcida, contaminada, por isso da grande ajuda externa, nesta fase da transição planetária, para que possamos ter uma condição saudável que possa expressar uma certa luz, uma certa irradiação, um certo impulso, sem comprometer mais ainda o que já está comprometido.

As pessoas não tem vontade, não tem paciência, não tem educação, reclamam de tudo, vivem se lamentando.
Estamos num planeta cármico. Tudo que fazemos terá algo contra. Tudo nosso esforço positivo irá gerar um esforço negativo e contrario com a mesma intensidade, por isso desta luta intensa de sobrevivência. Isto só termina quando sairmos desta submissão à lei Cármica.
Quem não aguentar esta etapa final e muitos não irão, irá permanecer em planetas cármicos espalhados pelo universo, por mais um ciclo. É assim que funciona, temos de superar, temos de vencer, temos de mostrar que aprendemos e estamos aptos a prosseguir.
Deus não dá moleza pois Ele não tem pressa. Cabe a nós mostrarmos nossa capacidade de superação a Ele.

O Grupo na fase atual foi incentivado para atuar com as atividades da cura.
Não temos nenhuma pretensão de sermos curandeiros, mágicos ou sarar ferimentos, simplesmente, mas temos a pretensão de transformar pessoas, de atualiza-las perante o ciclo que se percorre nesta fase final da transição planetária.
Uma transformação decorre somente de motivações internas que cada um terá de ir buscar. Podemos, como curadores, ser a faísca mas não o fogo da transformação. Isto é interno.
No entanto a faísca está escassa pois a maioria dos curadores perdeu-se ao longo do tempo com energias contrárias e outros interesses.
A faísca alicerça as bases do amor, da vida interior, do continuísmo e da superação.
Cada indivíduo que se coloca como parte do Grupo tem de refletir sobre isto, se posicionar, submeter-se ao que for necessário para dar a contribuição, caso contrario será um peso morto para o Grupo carregar.
Hilton

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Passos Atuais - 70a Parte. A felicidade.


A felicidade é conseguida quando cada qual se torna administrador da própria existência, podendo estabelecer métodos de conduta saudáveis e segui-los.

Administrar a própria existência com sabedoria, envolve fatores sociais, políticos, econômicos, artístico, cientifico e cultural. Saber administra-los é saber conviver com suas oscilações, além das circunstancias existenciais que se alteram a cada momento.
As circunstancias existenciais são decorrentes do destino, que por consequência envolve as condicionantes cármicas.

O conceito de felicidade estática é um equívoco, pois deve-se considerar as variações do amadurecimento psicológico em face das experiencias armazenadas no transcurso da existência.
Em cada etapa da evolução biológica de um ser, os anos se passam e o desenvolvimento orgânico e intelectual alteram-se. Um momento de felicidade muda no segundo momento, pois as exigências e as necessidades passam a ser outras, então em função da faixa etária do individuo e as conquistas morais, espirituais, a felicidade passa a adquirir significados diferentes.

A felicidade é um sentimento que deve ser trabalhado em padrões de harmonia emocional, de vitória sobre os conflitos, de interiorização espiritual, a fim de saber-se o que realmente tem sentido, em relação àquilo que é de natureza secundária, e momentaneamente desfruta de especial significado.

O indivíduo com objetivos estabelecidos, empenhando-se em nunca desistir de seus sonhos (claro que de ideais nobres), mesmo que incompreendido, perseguido ou desprezado, experiencia a felicidade durante todo o período em que se demora na luta pela sua realização. Portanto, nem sempre a felicidade estará no término do objetivo perseguido, mas estará no transcurso da sua realização.

Vivemos nas grandes populações, encontros rápidos, superficiais, amizades fracas, muita falsidade, grandes ilusões, porque parece haver uma necessidade emocional de todos estarem vigilantes nesta relação pessoal com os demais. A felicidade passa desapercebida. É preciso favorecer o bem estar possível, mesmo vivendo nas grandes populações.

Quando uma pessoa  sente-se desamparada, ignorada, sem possibilidade de encontrar entendimento, logo se apresenta a inquietação, provavelmente a revolta intima, quando não resvala para a depressão.
Torna-se necessário o sentimento de solidariedade e a contribuição da amizade para que o grupo social seja mais ativo em relação aos seu membros. Um amparo espiritual e de ideias  pode gerar segurança e proteção. A solidariedade precisa ser cultivada. Proporciona ampliação da capacidade de conviver com diferentes condutas sem prejuízo da harmonia de um grupo. É um dos caminhos para a claridade da alegria de viver e da esperança de ser feliz.

A infelicidade está na ausência de controle sobre o próprio destino, a incerteza do futuro e na irregularidade do próprio comportamento.  
Uma conduta religiosa, destituída de fanatismos e de exclusivismo, é fator de segurança para o encontro com a felicidade, mesmo sob interferências difíceis que se tornam suportáveis com resignação dinâmica e coragem para suportá-las.

O espirito elabora o destino, sendo ao mesmo tempo semeador e o colhedor de tudo quanto se realize. É a base da evolução, portanto não materializar-se completamente, como a maioria faz, liberta a única coisa que permanece na eternidade.

Uma vida ativa, assinalada pela produção equilibrada de “serviços” (ao próximo), produz pensamentos favoráveis ao bem estar, por expressar autorrealização, utilidade existencial.

O homem lastrou-se em conceitos equivocados sobre o destino da Terra, tida, por muito tempo, como vale de lágrimas, lugar desagradável, paraíso perdido, criando assim arquétipos de infelicidade para ser feliz, num comportamento masoquista e doentio, sem nenhum sentido ético.
A Terra é escola de renovação espiritual e de dignificação moral, onde aprendemos a descobrir os valores adormecidos no íntimo, o Deus em nós, o Arquétipo Primordial.

As preocupações desordenadas e excessivas com a aparência como fator de autorrealização vem desviando as pessoas da sua realidade, da beleza interior que se reflete no exterior. Exigências descabidas nos padrões de beleza trazem efeitos devastadores na conduta psicológica, gerando atitudes infelizes que  não se justificam racionalmente. Tais pacientes, sem dúvida, encontram-se dominados por conflitos de inferioridade, procurando realizações externas ante a autodesconsideração em que apoiam, realizando projeções  do que gostariam de ser ou de como estar, impondo-se aflições punitivas.

A felicidade apresenta-se com simplicidade, destituída de complexidades que somente a enfeitariam, sem produzi-la em realidade, tal qual um mecanismo de fuga em relação à sua verdadeira conquista. Assim é possível desfrutar da felicidade em qualquer situação, desde que se estabeleça que esta não precise ter permanência duradoura, incessante, sem desafios emocionais e físicos, de trabalho e de renovação interior.

A vida física é de efêmera duração, sendo uma escolaridade para ser alcançada a plenitude espiritual em definitivo após o transito carnal.

O texto de Santa Joana de Angelis por Divaldo Pereira Franco, foi adaptado para os integrantes do Grupo H&F.
Hilton

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Passos Atuais - 69a Parte. Manifestação de uma Hierarquia.


Pouco sabeis da vida dévica e das hostes angelicais que, em sua Luz, permeiam o planeta. Mas aproxima-se o tempo em que sua presença será perceptível aos olhos humanos, e mesmo aqueles que ignoram essas sublimes existências, mas que acolheram na fé a pureza em seus corações, estarão diante dessas realidades e serão por elas elevados a patamares onde o resgate de suas consciências poderá ocorrer suavemente.
O trabalho dos seres angélicos possibilitará ao homem desanuviar-se da arraigada identificação com os planos materiais. Como em um sonho (porém muito mais real que toda a sua vida terrestre), ele estará diante de vibrações que, em uma redoma de luz, o trasladarão a espaços interdimensionais, onde o processo do resgate se consumará.

Portanto,  as cenas externas que se mostrarão na intensa perturbação planetária pouco refletirão o que realmente estará acontecendo na consciência dos seres resgatáveis.
Figueira.

Pois bem, o texto em si é claro e sem necessidades de maiores comentários.
Precisamos estar preparados, pois tudo muda.


Hilton