quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Passos Atuais - 130a Parte - A paz em si mesmo.


O que em verdade um homem busca enxergar quando olha o céu estrelado é sua própria imensidão; busca ver as infinitas luzes que guarda em seu interior. Ali reencontra seu destino e sua origem, pois o que é infinito não pode permanecer circunscrito à forma que o acolhe.
O que em verdade o homem busca quando bate à porta de um lugar de paz é encontrar a paz em si mesmo. 
Aquele que necessita de apoios poderá um dia caminhar sozinho; portanto, a ajuda a eles é ensiná-los a caminhar.
Figueira

Pois bem, o texto revela que na realidade o que buscamos já está em nosso interior. Então por que não temos acesso direto?
Pela simples razão de que, naquele momento, não estamos preparados para receber o que precisa ser recebido.
A mente é complexa, mas de certa forma lerda para processar. Então o que num momento anterior é indescritível, no momento seguinte passa a ser óbvio.
Desta forma, temos de processar um conjunto de Informações que passam a estimular o que é indescritível naquele momento.
O que recebemos como informação, precisa ser assimilada, processada e experimentada, para ser compreendida. Em seguida passa a ser óbvio.
Digamos que foi uma forma interessante de compreendermos os mistérios da alma, do universo, da vida.

Poderíamos fazer isto sozinho?
Nesta fase da nossa evolução, na 3ª dimensão, num planeta cármico, cremos que não. Cremos que precisamos de mestres, tutores e instrutores que possam adequar o conhecimento necessário para este ser adquirido e processado pela mente.
Da mesma forma ocorre a evolução no plano material, onde aos poucos vamos conquistando passos importantes: voamos, pisamos na Lua, desenvolvemos veículos com velocidade, dominamos o fogo, enfim o que temos ou fazemos hoje, a 100 anos atrás era impensável.
Desta forma, mediante certas capacidades mentais conquistadas, nossos Instrutores lançam ideias para a humanidade onde alguns humanos conseguem captá-las, desenvolvê-las e torná-las viáveis.
Claro que predomina o livre arbítrio, ou seja, o bom uso ou o mau uso que fazemos sobre as ideias lançadas, mas aí é uma questão de conquistas e responsabilidades.

No plano espiritual procede-se da mesma forma, ou seja, informações são captadas, inseridas para a humanidade e são processadas conforme o nível mental e espiritual de cada um. Mas no “frigir dos ovos” a informação tende a ser processada, experimentada e depois conhecida, tornando-se objeto de várias experiencias a respeito, até virar um conhecimento definitivo.

A paz em si mesmo é uma busca pelo conhecimento. Ela não está em nenhum lugar externo, em nenhuma posição externa, em nenhuma condição externa,  pois é uma sensação, um sentimento de "la´de dentro".
A paz não pode ser constante, ou seja, não há paz eterna, pois não seríamos estimulados a procurá-la. Se bem que há pessoas que convivem com a intranquilidade, a indiferença e a dor com incrível elasticidade – tipo homem borracha.
Com sabedoria, podemos viver bem no mar da intranquilidade. Funciona como “combustível” para irmos buscar a meta básica da vida: a paz.

Temos grandes responsabilidades, pois ao tomarmos conhecimento de uma informação passada, ao ser assimilada esta precisa ser compartilhada, por isso da frase final do texto: a ajuda a eles é ensiná-los a caminhar.
 

Passos Atuais 129a Parte . Um encontro com Alberto. Desdobramentos.


Assunto: Um encontro com Alberto.

Pois bem, transmito a todos um encontro que tive com nosso grande amigo Alberto.
Se houver dúvidas, tentarei esclarecer.
Hilton

Desdobramentos:

Pois bem, após este retrato sobre o Lorde, podemos nos aprofundar um pouco mais neste assunto sobre o que acontece após a morte. Para isso, precisamos saber um pouco mais sobre os motivos da nossa existência terrena.

Já morremos inúmeras vezes, mas a morte continua sendo um tabu pois achamos que a vida é só aqui e não lá.
Este é um engano comum, pois fomos educados, erroneamente, a acreditar que esta hipótese é verdadeira.
No aspecto político-comercial, só interessa para a sociedade um indivíduo vivo, pois o morto não consume e não produz. Obviamente, sob um ponto de vista egoísta está correto, mas percebe-se que este ponto de vista tem nos mantido sob um estado emocional depressivo e aterrorizante ao imaginarmos passar do lado de cá para o de lá. Este estado de ignorância é útil para esta sociedade consumista, competitiva e dominadora, pois na medida que ressalta nossos medos, nos aprisiona a pensar numa única chance.
Porém, considerando que a vida é infinita, contínua e evolutiva, os parâmetros precisam ser outros.
Com certeza em algum momento todos irão despertar para este estado de continuidade, e assim sermos pessoas mais ponderadas e conscientes dos atos que praticamos.

Podemos dividir, de forma bem sintética, bem resumida, bem por cima, para nosso nível de compreensão, 4 estágios sobre a morte:

2º estágio: aquele estágio em que o indivíduo desencarna, passa por um período de recuperação e após, começa a tomar conhecimento da sua nova condição em outro plano.  Finalmente aceita esta nova condição, colabora e entra novamente em estado de preparação para uma nova reencarnação. Podemos dizer que este foi um indivíduo que conseguiu cumprir com boa parte do seu destino na vida material e que contrariou poucas Leis que regem a Vida na fase atual da 3ª dimensão.

3º estágio: Este estágio, podemos chamar do estágio do arrependimento, ou seja, trata-se de indivíduos que devem frequentar o que na literatura espírita é conceituado como umbral. Neste estágio tais indivíduos cumpriram uma parte menor do destino a eles reservados e contrariam várias Leis da Vida. Viverão estados de arrependimento sobre as ações praticadas em vários graus de intensidade. Com certeza não será uma posição confortável, mas importante para que fique impregnado no seu arquivo, o conceito sobre as regras das Leis em curso. Terminada esta etapa, volta-se para o 2º estágio para sua recuperação e preparo da reencarnação.

4º estágio: Este estágio é para aqueles indivíduos que transgrediram a maioria das Leis em curso. Extremados em todos os sentimentos negativos, usaram e abusaram do livre arbítrio extrapolando os limites máximos. Contrariam seu destino e foram considerados, segundo critérios divinos, irrecuperáveis. Tais indivíduos terão de renascer, constituindo uma nova alma, pois a atual não suportará novas agressões. Estes irão para mundos, estrelas, ou corpos celestes em colapso. Ou sejam estarão à mercê das super explosões, onde suas almas serão desfeitas. No entanto, a sua centelha divina criará condições para que uma nova alma possa ser constituída e todo o caminho possa ser refeito.

Os 2º e 3º estágios são estados de consciência do plano material, portanto, vive-se estados de consciência que produzem estes efeitos importantes.

Nos conceitos abordados para estes estágios o tempo precisa ser desconsiderado, assim como o tempo que ocorre no plano astral em relação ao tempo no plano da matéria. Um não tem relação com o outro, os tempos são diferentes e seguem leis distintas.
Um dia, um ano, um século são diferentes em planos distintos.

O que nos faz mudar de um estágio para o outro?
Informação, a prática da informação, conhecimento, esforços, boa vontade, determinação, convicção e fé. Enfim quando decidirmos utilizar o potencial que temos para fins evolutivos, vamos mudando de estágios na desencarnação.
Cada estágio aqui sintetizado divide-se em inúmeros sub-estagios e estes são progressivos, ou seja, provavelmente o limite do 2º estagio seja para um indivíduo que controla o próprio ato da sua desencarnação, realizou seu destino, produziu e colaborou intensamente com a  Vida Criativa, enfim foi um emérito colaborador com os níveis de evolução destinados à população do plano ou do planeta a que pertence. Este com certeza conseguiu viver dentro de um processo de auto esquecimento louvável e não se limitou a fazer que a maioria faz, buscar intensamente os prazeres e as delícias da vida material. A desencarnação deste indivíduo ocorre num ato rápido de passagem do plano material para o astral, tendo consciência e lucidez de todo o processo. Em seguida passa imediatamente a produzir e colaborar com as forças evolutivas do plano que se encontra, agora no astral.

O 4º estágio e o 3º estágio encerram suas atividades na Nova Terra, após o período da transição em curso, pois não haverá indivíduos malignos (ignorância profunda) e arrependidos.

O 2º estágio mantem-se, mas nos subníveis mais elevados, uma vez que os novos terráqueos estarão libertos do livre arbítrio e entraram em processos de evolução contínua e constante.

O 1º estágio é bem diferenciado, pois trata-se de indivíduos bem evoluídos, muito conscientes da sua condição e plenamente afetos ao Serviço para a Vida Criativa. São indivíduos que, não necessariamente, precisariam estar em mundos de expiação. Estes abriram mão do seu livre arbítrio, mas ainda o possui pelo fato de que todos precisam se submeter às Leis em curso. De tempos em tempos a Terra recebeu indivíduos desta natureza que abriram mão da sua condição para sacrificarem-se nos mundos que necessitam dos ensinamentos sobre a Vida Eterna. São “indivíduos” iluminados que lutam para que a ignorância possa ser superada por todos que assim desejarem. Poucos os compreendem e a maioria só os considera pelos milagres na preservação da vida material, deixando de lado o verdadeiro objetivo que é a transmissão do conhecimento universal e sua criação.
Tais indivíduos serão compreendidos na Nova Terra, pois será descoberto os verdadeiros valores da vida material e da espiritual.
Atualmente tem sido bem raro tais indivíduos aparecerem a público, pois recolheram-se e prestam um Serviço silencioso, oculto, pois as manifestações que tinham de acontecer, já aconteceram.
Da mesma forma, estamos numa fase da transição em que líderes verdadeiros tem se se recolhido, pois a fase atual exige que decisões sejam tomadas sem grandes influências externas.
Os ditos, líderes atuais, são pessoas muito bem enfronhadas com forças involutivas que não tem compromisso com a verdade e com a libertação. O objetivo básico é a confusão.

A Terra tem sido um planeta muito assistido por forças divinas. Sua população foi muito explorada em diversas fases por seres de outros mundos que ajudaram a constituir o caos atual, mas a maioria continua fervorosamente focada na busca pelos prazeres e delícias da vida material. Poucos conseguem perceber a necessidade primeira da sua própria existência e assim mantem-se em estados intermediários, vivendo sempre em troca de algo. É um toma lá dá cá que tem se mantido pelo fato de que até agora não temos nos observado corretamente.

Esta condição, a pressão negativa extraterrestre, deu à Terra a oportunidade para que sua população não tivesse se autodestruído. Chegamos bem perto. Tivemos assim, uma segunda chance de sairmos de um estado de ignorância profunda, mediante a presença de indivíduos muito especiais.
Um em especial tem uma história incrível – Jesus de Nazaré.

Estamos numa fase crítica, pois entramos no final do ciclo planetário e com isto todos os seres humanos terão de tomar a sua principal decisão, neste momento da vida: continuar ou não com o livre arbítrio.
Se considerarmos a população da Terra em algo próximo de 30 bilhões de pessoas, podemos estimar que 23 bilhões estão no plano astral e 7 bilhões encarnados.
Prevê-se que 10% de toda a população (30 bi), se encontra mais consciente para tomar esta decisão sobre o livre arbítrio. Temos, portanto, em ordem de grandeza, 3 bilhões de indivíduos que possuem alguma possibilidade de optar. Os demais estão muito ocupados em sobreviver uma vida miserável, independente das condições financeiras ótimas ou ruins, considerando o universo de cosas que a vida plena nos proporciona.
Número pequeno para uma população de um planeta inteiro.
Como visto, considera-se a população total da Terra, os encarnados e desencarnados.

Pois bem, o que falta então para que a população que pode optar, desperte?
Diminuir as ilusões e conscientizar-se de que não estamos encarnados para ver a vida passar ou só para buscar os prazeres e as delícias da vida material.
Instruir-se, motivar-se, perceber que existimos para várias finalidades, perceber a grandiosidade da vida sobre a Terra, fora da Terra, dentro da Terra. Questionar nossa origem, nossa finalidade existencial, nosso destino, enfim temos de focar em outros objetivos além da sobrevivência.
A sobrevivência no plano material, aliás, que conta um tempo muito curto e de certa forma efêmero se comparado com os tempos universais, é incrivelmente útil em termos revelatórios, portanto ao expressarmos esta necessidade de conhecimento e de questionamentos sobre a vida, muitas ajudas se reúnem e se  manifestam para atender as verdadeiras necessidades da nossa existência.

Portanto, uma mera mudança de foco e de esforços, pode-se ter diante de si, um novo horizonte, bem mais amplo, bem mais consistente e que justificará porque existimos, porque estamos aqui, para aonde temos de ir e o que realmente buscar.

Nunca é tarde, mas estamos sob pressão e temos um tempo limite, nos termos da transição planetária,  que só Deus sabe.
Hilton

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Um diálogo com um desencarnado.


Um diálogo com um desencarnado:


Hoje sonhei com o Alberto.

Ficamos um bom tempo, conversando e andando pelas ruas de uma cidade que nos encontrávamos.
Ele me viu, sabia que me conhecia, mas não sabia de onde. Encontrei um Alberto alegre, feliz, curioso ao ver tantas novidades e eufórico em me contar o que estava acontecendo.
Estávamos numa cidade com construções bem diferentes, cores suaves, sem adensamento, muito horizontal. As ruas e calçadas se confundiam, era uma coisa só. Não vi nenhum veículo ou qualquer meio de transporte.
Super arborizada, havia muitos pássaros, flores e pequenos animais silvestres que circulavam soltos. A água corria por todos os lados em canais ora largos, ora estreitos. Límpida, cristalina, exalava um perfume discreto.
Interessante é que eu não via ninguém, mas o Alberto via todas as outras pessoas, conforme me descrevia.
Caminhávamos numa rua, tranquilamente. Eu com a sensação de que éramos só nos dois e ele como se tudo estivesse bem movimentado.
Ele vestia uma calça escura e uma camisa azul marinho, pra fora da calça com as mangas levantadas. Bem elegante, de óculos, careca, sorria sempre.
Ele procurava me descrever o lugar, pois também estava conhecendo. Segundo ele, estava há pouco tempo ali.
Falava que o local era muito agradável, as pessoas muito carinhosas e ele tinha uma sensação de paz e conforto como há muito não sentia.
Todos se ajudavam e ele tinha muita confiança naquelas pessoas. Falou que antes não era assim, que sentia medos e desconfiava de todos, mas não lembrava aonde foi.

Perguntou de onde eu era, mas sabia que já nos conhecíamos a muito tempo.
Falou: - você é um amigo que me ajudou bastante, mas não sei aonde estávamos.
Falei: que não me recordava, também, mas que no momento oportuno saberíamos.
Perguntou se eu estava ali também. Disse que ainda não, só estava de passagem, mas que algum dia estaríamos juntos.
Falou: estou vivendo novos momentos na minha vida, tenho poucas recordações, você sabe se eu sofri algum acidente e perdi a memória?
Falei: Alberto, creio que sim, mas pode crer que tudo é passageiro e daqui a algum tempo você se recordará de momentos do passado, agora o importante é você interagir com este local, estas pessoas, esta situação, pois como você disse é muito agradável.
Falou: é verdade, sei que estou me adaptando a uma nova situação. Não sei bem o que é, mas me sinto bem e aqui recebo muita atenção e carinho. Estão me colocando em um novo projeto de ampliação da cidade. Percebo que algumas coisas, do nada, vem na minha cabeça e vou orientando a decoração das novas construções. São materiais incríveis, de grande versatilidade, de fácil manuseio e até converso com estes materiais. Tenho a sensação de que estes materiais respondem e aceitam minhas ideias. É incrível. Me sinto útil e feliz.

Falou: Por que você me chama de Alberto?
Falei: creio que quando nos conhecemos você era o Alberto. Por que, aqui não te chamam assim?
Falou: Aqui não se usa nomes, todos se conhecem e se identificam, não sei como, mas a gente simplesmente sente quando é chamado ou necessário. Eu sei sempre para aonde preciso ir, quando devo voltar, quando sou chamado e quando preciso de alguém esta pessoa aparece.
Falei: eu ainda não tenho esta sensação, posso continuar chamá-lo de Alberto?
Falou: Pode sim, este nome não é estranho, mas parece que faz parte de algo que passou. Até gosto dele.

Falou: recentemente senti uma nova ligação dentro de mim. Procurei esta pessoa, mas não a encontrei. É estranho, pois aqui sempre sabemos quem é.
Falei: quem sabe esta pessoa está em outro lugar, mas já tem uma forte ligação com você. Não se preocupe, pois, no momento oportuno você a encontrará.
Falou: depois desse dia, vieram outras sensações. Apertou o coração.
Falei: Alberto temos muitas ligações em muitos outros lugares que já estivemos, também, fazendo amizades com muita gente. Veja eu estou aqui com você mas não sou daqui por enquanto, então tivemos ligações em outro lugar. O bom disto tudo é que sempre, em algum momento, iremos nos encontrar.
Falou: É verdade, é uma sensação muito boa, mas às vezes vem um certo aperto no coração. Tenho escutado muitas palestras a este respeito. Há pessoas muito sábias aqui que estão sempre nos ensinando. Quando nos reunimos para estas palestras posso dizer que o momento é mágico, somos envolvidos por estes ensinamentos de uma forma que nunca havia sentido. Enquanto vão falando, parece que já sabia de tudo o que estava sendo dito.
Falei: É verdade, parece que a gente só precisa se recordar.
Falou: você tem ligações com estas pessoas que conheci em outros lugares?
Falei: creio que sim, pois devem ser muitas, mas as que conheço estão bem e sentem grande carinho por você. Este mundo de Deus é muito grande. O bom é que a gente não se esquece e quando nos encontramos ficamos muito felizes.
Falou: é verdade, aqui já encontrei pessoas que me conheciam. Não me recordei delas, acho que foi este acidente, mexeu com minha memória.
Falei: sim tudo ao seu tempo, às vezes precisamos estar preparados para saber o que aconteceu. Tenho certeza  que você irá se lembrar de tudo no momento oportuno.
Falou: aqui as pessoas são muito simples e sinceras. É tão fácil lidar com elas. Isto me parece algo novo, pois não lembro de ter tido esta sensação.
Falei: que ótimo, aproveite bem estes momentos, pois como estamos sempre aprendendo, entendo que este é um bom momento para você ver a vida de um outro ângulo.

Falei: Alberto tenho de ir. Preciso voltar para meu lugar, pois cada um precisa seguir o seu caminho.
Falou: claro, temos de ir sempre em frente, aliás estou com vários compromissos e logo mais teremos uma palestra com uma pessoa muito importante que vem de um lugar magnifico. É uma senhora que todos a admiram. Desta vez vou conhecê-la.
Nos abraçamos e ele desejou bom retorno.
Falei que iria levar este abraço a todos que tenho contato. Sim, acenou com a cabeça e pôs as duas mão no coração.
Fiquei parado vendo-o se afastar, ou eu estava me afastando daquele lugar.

Então, fica aqui, em nome do Alberto, um abraço apertado a todos.
Hilton



sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Passos Atuais 128a Parte. Desta vez vai?


Quereis saber o que significa ser guardião? Pois lembrai-vos de que numa das vezes em que Cristo Jesus se pôs a orar, ele pediu a Pedro que, vigiando, guardasse o local em que estavam. E Pedro adormeceu...
É o cumprimento fiel da tarefa indicada que possibilita o exercício e expressão plenos da Energia. Tocai o vosso interior, pois ali tendes a fortaleza para cumprir o que vos é indicado.
Figueira

Pois bem, me parece que somos o Pedro, adormecemos quando deveríamos estar atentos, vigilantes, dinâmicos pois isto é uma forma de guardar e preservar o que temos recebido.
Talvez o grupo deveria ser chamado, não de HeF mas de Pedro Dorminhoco.

Quando devemos guardar e preservar algo, no sentido dado por este texto, significa reconhece-lo primeiramente e em seguida desenvolve-lo para que a Energia se expanda, e ao mesmo tempo seja assimilada em todas as suas nuances para que, no momento oportuno, possa ser utilizado em benefícios de todos.
Percebe-se que nosso grupo dorme. Assimila e perde. Assimila e perde, pois não explora e desenvolve as aptidões cedidas por cada informação passada.
Temos sido omissos e dorminhocos, assediados por uma preguiça enorme.
Ligamos a chave do motor de arranque na coleta das informações e desligamos a chave do motor rodando após a coleta das informações.
Como Pedro, temos anulado o que deveria ser desenvolvido, aprofundado e preservado.

Quem sabe não temos assimilado direito?
Não creio, pois as oportunidades de diálogos e aprofundamentos são constantes e considerados em cada exposição.
O que falta são os esforços pessoais necessários, posteriores, onde a pratica nos levará à correta compreensão do ensinamento cedido.
A perfeição é uma conquista, mas até chegarmos a ela, deverá haver muita luta, persistência, abnegação, entrega, esforços.
Deveríamos estar vivendo num de mar de dúvidas, como temos vivido na vida material, mas parece que as questões complexas, evolutivas e dinâmicas que procedem das informações recebidas representam o mesmo estarmos deitados na beira de uma lagoa pequena e restrita a uma área minúscula, embutida num pequeno vale, sem movimentos, sem ondas, sem nada.
Esta falta de dinamismo tem nos perseguido faz tempo.
Até então, onde o processo de aprendizado foi intenso, era tolerável esta ausência de manifestações, mas estamos numa outra dinâmica, em outro tempo, com outros movimentos e outras perspectivas.
Há uma onda gigantesca de movimentos, vórtices, indivíduos, seres internos e externos, impulsos, mas a sensação é a de que, ou estamos encantados com isto, ou ainda não nos tocamos deste amplo movimento que nos cerca e nos envolve.

Temos desejado e lutado pelo bem estar, mas um bem estar restrito a prazeres e delícias materiais.
Não estamos na lagoa imaginária, sentindo a brisa do vento leve, o perfume das flores, os pássaros cantando, mas estamos à beira de um mar revolto, com a aproximação das piores tempestades, as inimagináveis, em que surfar numa onda talvez seja a melhor chance de iniciarmos um caminho que nos leve a algum lugar que possamos ser retirados.
Surfar exige grande equilíbrio, força de vontade, certo talento e escolhas. A onda certa, o momento certo de pega-la, o impulso correto para iniciar, o posicionamento que nos equilibra na prancha, os movimentos com as pernas e os braços para seguir o melhor trajeto, enfim tem uma dinâmica intensa, muito ativa, bem como raciocínio rápido para decisões iminentes.
É preciso treinar. Sujeitar-se a quedas, desafetos, escoriações, alguns goles de agua salgada. É preciso treinar e aprender nas ondas leves e pequenas, num mar tranquilo, aperfeiçoando o equilíbrio e o raciocínio rápido no que se pretende.

Mas estamos dorminhocos, preguiçosos, apreciando a vida, sonhando com a lagoa, mas de fato, à beira mar em frente às gigantescas tempestades que já surgem no horizonte, onde inexoravelmente a praia será invadida por gigantescos tsunamis .

Pedro teve sua grande responsabilidade. Dele surgiu um gigantesco movimento religioso que agregou milhões e milhões de pessoas por séculos e que persiste até hoje.
Nós também temos nossa grande responsabilidade e por opção individual, escolhemos manter uma relação física – espiritual intensa com a dinâmica da Criação.
Não somos nem mais e nem menos que os outros, mas somos especiais no sentido de que tivemos a coragem de tentar conhecer e compreender o desconhecido. Poxa, é uma grande passo, pois percebe-se que a maioria limita-se à busca dos prazeres e delicias da vida.
Seremos conduzidos, mas conduziremos, eis outro fato inexorável que nos submeteremos, pois as revelações ocorrem para serem retransmitidas e assim um conjunto de indivíduos tem acesso a esta dinâmica da Criação.
Ser conduzido é algo novo em nosso currículo, pois normalmente temos sido empurrados pelo destino que traçou no início de cada encarnação, a sucessão das experiencias programadas. Isto ocorre pois temos nos limitado a sobreviver, o mesmo que os dinossauros faziam na sua época.
Sendo algo novo, temos de aprender a seguir assim como aprender a intuir o que deve ser seguido. Portanto, na analogia, aprender a surfar é aprender a intuir.
Conduziremos?
Sim iremos conduzir e para isto temos a obrigação de aprender e seguir “Quem” nos conduz.
Vejam que é uma sucessão, da qual poderemos ser um elo de ligação essencial para muitos. Assim como foi Pedro ao conduzir um grande movimento religioso e necessário para o despertamento da nossa contraparte espiritual.

Sendo assim, espero que todos estejam prontos para este novo ano, 2020, pois como sempre, este também promete.
Aguardo a reavaliação de todos sobre uma nova postura mais dinâmica, ativa, participativa, integrada com ciclos de experiencias pessoais para que tenhamos um grupo dinâmico, ativo, interagindo entre todos, os daqui e os “dali”.
Que tragam assuntos, experiencias, duvidas para explorarmos, sermos orientados. Que praticam e explorem todas as orientações.
Enfim que despertemos deste marasmo que foram os anos anteriores, em termos de participações pessoais.

Aguardo uma posição a respeito.
Hilton


sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Passos Atuais 127a Parte . Ir além de ti mesmo.


Decide de uma vezes por todas, ir além de ti mesmo.
Figueira.

Pois bem, é comum impormos limites a nós mesmos.
Como vivemos sobre diversas formas de controle, procedimentos, vigilância, nos aprisionamos espiritualmente, também.
Quanto aos aspectos da vida material, a sociedade exige certos carimbos que não podemos evitar. Somos controlados, vigiados, pesquisados, acompanhados, pois a sociedade não tolera mudanças comportamentais e para isto impôs leis que dominam o que temos de fazer.
Percebe-se que há pessoas que ficam  presas e dependentes de certas  regras, no trabalho, na vida profissional, familiar e pessoal. Podemos dizer que foram rebeldes em vidas anteriores e nesta estão resgatando certas disciplinas no convívio social.
Outras vivem de forma mais liberal, mais soltas e o destino não lhes cobra tanto. Foram pessoas que mantiveram certo alinhamento no convívio social.
Mas o importante é o nosso estado de libertação interior.
Este estado de liberdade interior é uma conquista. Esta não retrocede, pois após conquistarmos certos valores espirituais, não retroagiremos mais.
No entanto, vê-se que a maioria das pessoas não reconhece e não aceita este estado de liberdade espiritual, pois não consegue acreditar no próprio potencial. Veem-se sempre presas, imaginam que estão impossibilitadas deste ou daquele procedimento que as libertaria de grandes amarras. Temem este estado de liberdade porque ainda são seduzidas pela preguiça, pelos preconceitos, por certos dogmas religiosos completamente desatualizados para a época que nos encontramos. São preconceituosas, ritualistas e não se arriscam. Preferem que alguém faça por elas.
Este medo do despertamento é muito mais comum do que se imagina.
Geralmente são pessoas acomodadas, que criaram certos status de vida pessoal e não conseguem abandonar, achando sempre que é o suficiente.
São pessoas conformadas com o que são, com o que tem (no plano mental e espiritual) e fazem somente os esforços necessários para manterem-se vivas no plano físico.
Não sei se viver assim é “viver”, mas estas pessoas, por  incrível que pareça,  se sentem vivas.
Quando no conformamos com o que somos e com que vivemos, já morremos.
A morte, neste aspecto, confirma nossa desistência pelos principais fatores evolutivos pelos quais reencarnamos. Podemos dizer que o mundo está cheio de mortos-vivos, pois tais pessoas não conseguem mais buscar ou motivar-se pela evolução, mas mantem-se pela simples manutenção do que são.

A maioria tem vivido num marasmo profundo, uma vida frustrante, uma continua e monótona repetição de momentos.
É preciso ir além. É preciso correr riscos, acreditar, refazer a vida em todos os seus momentos. Conquistar e abandonar logo em seguida.
Observar, colaborar, contribuir.
Não precisamos nos distrair. Isto é uma lenda, uma desculpa para que a ociosidade e a preguiça dominem nossos principais sentimentos e os obscureçam.
Não temos que ir ao Shopping nos distrair, só fazer compras ou curtir certas satisfações. Podemos “trabalhar”, seja num templo, seja na natureza, seja num Shopping. Podemos nos coligar todo o tempo, em todos os momentos, em todas as situações e através da simples observação Servir.
É preciso coligar-se o tempo todo. Ficar ligado. Participar de tudo num tom mais elevado.
Não precisamos interferir, mas a simples observação, sem críticas, sem qualificações, nos coloca como seres irradiadores de Luz.
Pode se fazer muito com pouco, mas percebe-se que este pouco para muitos pode, ilusoriamente, parecer gigantesco.

“Decide de uma vezes por todas, ir além de ti mesmo.”
Hilton

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Passos Atuais - 126a Parte. Flexibilidade.


Crescerás em consciência e capacidade à medida que te tornares flexível.
Figueira.

Pois bem, mesmo que não pareça, somos muito inflexíveis.
Podemos até aceitar determinadas situações que nos contrariam, mas mesmo assim continuaremos contrariados, portanto a inflexibilidade manteve-se.
Estamos caminhando para situações inusitadas em toda a face da Terra.
Teremos de nos adaptar rapidamente. Pensar rápido, agir rápido e flexibilizar constantemente.

O inaceitável, o intolerável, o indesculpável, serão argumentos que não terão nenhuma chance perante os fatos inusitados que iremos enfrentar.
Agora é o momento de reavaliarmos certas posturas, certas posições e flexibilizar.
Viveremos momentos em que sequer, teremos tempo de pensar. A ação precisará ser intuitiva, imediata e não poderá levar em conta a lerdeza que hoje levamos até que uma ação se torne efetiva.

É conveniente ser ágil, desconsiderar perdas materiais, não pensar, como sempre fazemos, na reposição de objetos e bens perdidos.
Hoje é fato, a vida seja, humana, animal ou vegetal, tem sido desconsiderada pela manutenção de posses e de bens.

Entramos na fase da repaginação de conceitos, parâmetros, paradigmas. Tudo será alterado, mudado, reformulado, pois as novas Leis já se sobrepõem as atuais Leis cármicas.
O ser humano entra numa fase de uma nova dinâmica vibracional, principalmente considerando que o Sol estará proativo na emanação de energias solares que vem se alterando a cada dia.
O ser humano tem ficado mais intolerante aos raios solares e a cada momento isto será mais intenso, pois seremos readaptados com uma nova constituição genética devido às mudanças na superficie terrestre.

Flexibilidade: uma palavra importante e oportuna para os tempos atuais.


Hilton

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 125 a Parte. O despertador já tocou várias vezes. Logo ele cessará de nos chamar.


Quando um ser está acordado, sua consciência está desperta nos níveis materiais e neles focalizada. Se, estando acordado, ele passa a ter consciência de outro nível, diz-se que ele despertou naquele plano, ou que está sonhando acordado.
Com os olhos internos, um estudante percebeu uma estrada asfaltada e reta, cujo final não era visível. Via-se apenas o trecho imediato a ser percorrido. Embora a estrada tivesse uma faixa central separando as duas pistas, era um caminho estreito e sabia-se que seguia em uma única direção: só para a frente. Havia um grande buraco no meio da pista, com troncos em seu interior e circundado de cavaletes, de modo a ficar bem sinalizado.
A indicação que a imagem trazia, como impressão interna, era a de não se parar para consertar a pista. Não haveria tempo para isso. A ordem interna era seguir, sem se ocupar mais de reparos pois estes não  seriam mais prioritários. Importante era seguir.
Figueira.

Pois bem, percebem que o texto, de forma clara, manifesta a etapa atual da vida?
Não há mais tempo e nem possibilidade de se consertar o que está errado.
Vivemos uma fase da etapa final deste ciclo planetário que consertar o que precisa de conserto é uma perda de um tempo preciosíssimo, que não pode e não deve ser desperdiçado.
Atingimos uma conjuntura global que os problemas criados são inconsertáveis, mesmo com toda a boa vontade do mundo, se esta existisse.
Literalmente cabe e compete a Deus arrumar o que foi desarrumado pelo livre arbítrio humano, da qual falhamos de forma espetacular e magnificamente desastrosa.
Não se reverte mais o que se inverteu.
Valores, tradições, conjunturas, comportamentos, conceitos, parâmetros, conseguimos distorcer ao longo dos milênios tudo o que foi paulatinamente e exaustivamente ensinado, transmitido e orientado por Seres ao longo da nossa jornada terrena.
Não fizemos tudo sozinhos, mas permitimos que forças involutivas agissem estimulados pelo desamor, pelo egoísmo, pela ganancia e pelos medos que manifestávamos em cada atitude praticada.

O sonho do estudante nos traz uma visão clara de que parar para consertar, na etapa atual,  não é o que se deve fazer.
Devemos seguir adiante, continuar no caminho, balizarmo-nos pelas guias da estrada e mantermo-nos alinhados na esperança de que para algum lugar estamos sendo direcionados pela compaixão divina.
Vamos seguir o caminho, orientarmo-nos pelos princípios mais elevados do eu interno. Manifestarmo-nos no amor, no altruísmo  e para isso precisamos superar nossos medos.
Esta postura é essencial para as decisões que teremos de tomar. Outra postura, além desta, será perda de um tempo preciso demais para se perder.

A Terra será recuperada, pois seu destino é nobre e a fará pertencer aos mundos evoluídos.
Teremos de anular este carma planetário, claro, mas esta oportunidade também virá da compaixão divina no ato da transição em curso.

É preciso saber o que se deve fazer no curso atual da vida. Não devemos viver aleatoriamente, jogar com a sorte, passar o tempo, deixar-se levar, pois este tem sido nosso comportamento ao longo das vidas vividas e o resultado é este que conhecemos, onde a insatisfação, o medo, a insegurança jogam-se frequentemente no nosso “colo”.
Somos donos do nosso tempo, do nosso destino e das nossas metas, portanto estas devem ser traçadas e perseguidas, por uma questão evolutiva.

Temos visto tanta gente preocupada com tantos problemas que esqueceu-se. Esqueceu de si próprio, das próprias metas, do caminho que precisa percorrer, pois distraído demais traiu a própria alma que, desesperadamente, o vem buscando para um despertar que nunca acontece.

O despertador já tocou várias vezes. Logo ele cessará de nos chamar.
Hilton

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 124a Parte. Mamonas Assassinas


Mamonas Assassinas, anteriormente chamada de Utopia,[1][2] foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990. Seu som consistia numa mistura de pop rock com influências de gêneros populares, tais como sertanejobregaheavy metalpagode romântico,[1] forrómúsica mexicana e vira. O único álbum de estúdio gravado pela banda, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil,[3][4] sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD.[5] Com um sucesso "meteórico", a carreira da banda (sob o nome Mamonas Assassinas) durou um ano e meio, de outubro de 1994 a 2 de março de 1996, quando o grupo foi vítima de um acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira, o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes, causando grande comoção nacional.[1][2][4][6] A banda continuou influenciando a cena musical nacional e sendo celebrada mesmo décadas após seu fim.
Wikipédia.



Tive na noite passada uma experiencia interessante.
Fui levado ao show dos Mamonas Assassinas no Plano Astral.
Foi um show interessante, dado as circunstancias, mas creio que as experiências durante o show foram o que se destacou.
Esta banda, na sua época no plano material, foi descontraída, fora do contexto e da sequencia das demais. Teve uma ascenção vertical muito rápida. Atendia todos os públicos, desde as crianças, adolescentes, adultos até os velhos. Não seguia as regras dos demais e foram muito criativos. Tiveram uma ascenção muito rápida em vários países da América do Sul, finalizando após um acidente aéreo em que todos morreram.
Misturava ritmos musicais de várias origens com rimas engraçadas e infantis.

No show, aparentemente, via-me numa espécie de palco, mas depois vi que não era especificamente um palco. O cenário moldava-se de acordo com o ritmo da música, uma mistura de gêneros musicais e letra intransigente.
Havia muita gente alegre e feliz. O som espelhava-se em ondas coloridas, entre curtas e compridas, variando segundo os graves e agudos, creio eu.
Vi-me assistindo a tudo isso.
Tudo à minha volta se mexia, pessoas, palco, a banda, sem fronteiras e barreiras de separação. Senti que poderia estar no palco ao lado deles, mas também na plateia vibrando com intensidade, ou mais distante, simplesmente apreciando. Deslocava-me segundo minha vontade.
No espaço do evento tudo acontecia diferentemente do que eu conhecia. Tudo cabia num único lugar com todos, assim como todos cabiam em todos os lugares. O tempo parecia sem função, como se tudo estivesse suspenso.
As pessoas à minha volta, mortos por sinal, segundo nossa concepção atual, vibravam alegremente. Não se tratava de dançar intensamente, mas  vibrar com intensidade. O som, o ambiente e a alegria misturavam-se e cada um vibrava com mais ou com menos intensidade. Não era dançar, era viver, creio que incorporar o momento que ali acontecia
As ondas sonoras moviam-se gradualmente, mesclando cores incríveis com vibrações intensas. Absorvia-se estas cores e estas vibrações com o corpo todo e isto causava sensações incríveis.
Com certeza as drogas e álcool que, aparentemente funcionam em nosso meio, não teria efeito, pois as sensações ocorriam segundo a vontade e o local que se desejava estar.
A intensidade sonora acontecia segundo minha vontade, ou seja, vibrava mais ou menos dependendo de como queria absorver as ondas sonoras luminosas enviadas pelo conjunto.
Os garotos da banda tocavam e cantavam com muita alegria. Parecia que eles estavam tocando para mim, tipo uma oferta, uma musica especial, uma melodia que fazia todo o sentido para o meu eu interior. A musica e o ritmo atendia a todos, mas ao mesmo tempo particularizava para cada um.
Não eram as musicas tocadas por eles aqui na Terra, eram outras.
Não havia tumulto, aglomeração. As pessoas estavam juntos e ao mesmo tempo curtiam juntas e isoladamente.

Foi intenso.
Quis saber porque foram para o plano astral tão rápido e no auge da fama.
As explicações são várias, mas as que me chamaram a atenção foi o fato de que a Terra já tinha entrado na fase da ausência de lideres em todos os aspectos da vida humana.
Outro aspecto interessante foi o fato de que esta banda se destacava pela inocência que despertava nas pessoas e que não agradava forças poderosas que não compartilhavam dividir a atenção da população com isto. Já tínhamos entrado na era do negativismo, da negação total das Leis, do contraditório, da confusão mental que já estava sendo acentuada e deveria se espalhar por todo o planeta, devendo prevalecer até o final dos tempos deste ciclo planetário.
Infelizmente isto tem sido levado adiante com ferro e fogo.

Tais garotos tiveram uma oportunidade incrível, mas nosso ambiente já estava por demais deteriorado para mantê-los.
Perdemos como temos perdido inúmeros indivíduos com grandes virtudes. Os poucos que restam estão sendo “afogados” pela desconsideração, o desamor da humanidade que deixa-se influenciar pela negação das Leis, pela preguiça, pela ociosidade e omissão em fazer o que precisa ser feito.

No entanto, os Mamonas Assassinas permanecem no plano astral, cumprindo o que aqui não puderam fazer: destacar a inocência, a descontração, a alegria em coisas simples e descomplicadas.

Foi uma experiencia bem diferente.
Quis compartilhar com todos, como tenho procurado fazer. É muito difícil descrever estas sensações, pois certas coisas não tem tradução, mas creio que deu para se ter uma ideia.
Por outro lado, é bom saber que o Plano Astral mantem a vida de quem para lá se move,  segundo os critérios que cada um adotou na última reencarnação.
Da alegria pessoal provem a alegria geral, do amor pessoal provem o amor universal, da compaixão pessoal provem a compaixão do Plano Maior.
É como somos aqui, como aqui nos manifestamos, que estaremos no Plano Astral.


Hilton

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Passos Atuais 123a Parte. Nascemos para isto.


Misericordiosa é a presença da Lei.
Ela vos chama, mas não pela compulsão, nem pelo temor, pela promessa de dadivosos prêmios celestiais. Sois chamados porque vosso Espírito respondeu ao Comando Maior, e inexorável será vosso encontro com a verdadeira vida. Portanto, não desperdiceis a preciosa energia que poderia estar sendo canalizada para a manifestação da suprema Vontade-Poder nos éteres da Terra, regando com ela plantas que já feneceram.
Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar. Esta é a vossa tarefa, este deve ser o vosso labor.
Figueira.

Pois bem, o texto chama nossa atenção para o verdadeiro Trabalho: “Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar .”
Poucos se atentam ou percebem.
Qual o motivo real da nossa existência?
Servir para evoluir.
Ainda há muita confusão a esse respeito, pois sempre fomos “explorados” em todas as circunstancias para com a vida, que nos obriga sempre a fazer.
Estas obrigações, nada mais são que os frutos verdadeiros dos desejos da alma.
Servir não é ceder sempre, não é ser submisso, não é escravizar-se; é algo extremamente relevante no caminho espiritual, no caminho evolutivo.
Esta grande confusão nos tornou arredios a certos compromissos que a mente racional julga ser uma atitude de submissão.
Jesus veio e nos Serviu. Seu Serviço foi relativamente simples, considerando seu único objetivo, nos tirar da escuridão, nos tirar da ignorância.

Podemos fazer o mesmo?
Sim, podemos fazer na medida que nos preparamos e nos sintamos preparados para faze-lo.
Não posso fazer o que não acredito mas posso fazer muito, mesmo que não tenha total firmeza, quando exerço esta disposição com absoluta sinceridade, honestidade,  convicção e fé.
Inexplicavelmente forças, energias, impulsos, ajudas, se manifestam quando exerço o ato de Servir nestas condições.
Todos nós temos um tutor, ou um anjo da guarda, ou um protetor, enfim seja o nome que se queria dar; a assistência se manifesta quando elevo-me no ato do Serviço.
O Serviço, o ato de Servir, segue rigorosamente as mesmas condições que Jesus e tantos outros Seres iluminados, manifestaram-se para o reino humano.

Nascemos para isto.
Nascemos para Servir e no Serviço aprenderemos coisas incríveis sobre a vida, sobre a existência, sobre o destino, sobre o universo.  
Tolo é aquele que deseja ser servido, pois dele será retirado a oportunidade do conhecimento.

Em seu último livro, Stephen Hawking diz que não há possibilidade de Deus existir em nosso universo. Certíssimo, não há possibilidade Dele existir em nosso universo, pois Ele é, simplesmente, o universo.
Da mesma forma, não adianta procurarmos um encontro com Deus, pois Ele está em nós e nós estamos Nele.
Mas, precisamos descobri-Lo dentro de nós e este é o grande motivo da nossa existência.
Sair da ignorância, tornar-se neutro e equilibrado. Só assim iremos concebe-Lo em nós.

“Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar. Esta é a vossa tarefa, este deve ser o vosso labor.”


Hilton