sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Passos atuais 214a Parte. Exerça a pureza que lhe é peculiar.

 Tuas mãos devem ser puras, bem como teu olhar.

Figueira.

 Pois bem, o individuo voltado para metas evolutivas precisa ajustar-se internamente e externamente.

Internamente deve manifestar aspirações elevadas, optar por caminhos desconhecidos , sem prévio conhecimento para aonde o levará. É um exercício pleno da fé.

 Não será um caminho fácil, mas também não será de sacrifícios, podemos dizer que será de ajustes constantes, quebra de conceitos, paradigmas e referencias. Talvez o mais difícil na jornada evolutiva, possa ser a quebra das referências. Literalmente será entrar num mundo novo, onde tudo será diferente, inusitado, estranho por assim se dizer e exigirá uma boa dose de paciência para acostumarmos, na medida que formos nos ajustando a “viver sem prever”.

No entanto, o mundo externo continuará pressionando o individuo com base nos preconceitos, nas ideias ultrapassadas e na ilusão, fortalecendo os desejos e as mentiras que tem sido o forte argumento que o plano material manifesta nesta fase final do ciclo em curso.

 O conceito de mãos puras é um novo posicionamento em relação às regras da sobrevivência impostos pelas sociedades dos homens. A sobrevivência tem sido por demais ardilosa e cruel, onde basicamente nos prostituimos para alcançar o que necessitamos. O toma lá dá cá nunca esteve tão intenso e tão fortalecido por mentes insanas e completamente entrelaçadas com as forças involutivas.

Portanto, há um grande desafio em manter as mãos puras, mas assim deve ser, mesmo que inúmeras limitações tenham de ser assumidas pelo indivíduo.

 O olhar puro observará a pureza dos demais.

Somos rodeados por pessoas que cederam suas aspirações elevadas em troca de coisas superficiais e perecíveis. Algumas foram induzidas a erros desta natureza, outras o fazem com a consciência plena e se contentam na ilusão imediata.

O olhar puro deve acolher aquele que errou, aquele que não percebeu, mas que mantem em si a chama da esperança. O olhar puro não deve acolher o que errou intencionalmente, pois corre o risco de ser seduzido pelos mesmos argumentos.

Esta postura exige grande dose de equilíbrio, paciência, aspirações elevadas e muita convicção para o caminho escolhido. Viver num ambiente cármico, por si só é exaustivo e doloroso, mas compensa-se com as sensações colhidas no plano espiritual. O acolhimento, a ausência da solidão, um estado de compreensão e carinho dirigem-se para nosso coração e dali flui para todo o corpo. É uma sensação gratificante e ao mesmo tempo uma confirmação de que o que se faz, faz sentido.

 Podemos dizer que vivemos em dois mundo completamente antagônicos, mas o real irá compensar o ilusório.

 Adote, pratique e confia. Assim que acostumar a ter as mãos e o olhar puros, sentirás o lado bom, útil e positivo da vida sob quaisquer circunstancias.


 









segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Passos Atuais 213a Parte. Compreenda como viver.

 

Precisas aprender a dizer não ao que te afasta do verdadeiro caminho.

Figueira.

 Pois bem, temos sido pessoas muito preocupadas com as aparências. Não só física mas moral, intelectual e sobretudo as de cunho mais reservadas que são as espirituais.

 A aparência física tem uma relação direta com a auto estima, por isso da autoestima ser tão volúvel e mudar constantemente. Deveríamos ter uma autoestima permanente, constante e bem retilínea, sem variações com a aparência física. Fisicamente mudamos constantemente, todos os dias, pois logo ao nascer iniciamos o processo do envelhecimento.

Ver-se por dentro não tem a variação do que ocorre quando nos vemos por fora. Isto por si só daria muito mais equilíbrio na autoestima.

Amar-se é um aspecto essencial da autoestima. Devo amor o meu corpo, é ele que está me servido no processo evolutivo além de suportar as condicionantes cármicas existentes. Devo suportar seus limites, seu envelhecimento e ao mesmo tempo admirar suas qualidades, sua longevidade e sua incrível tolerância com meu outro corpo, o emocional.

O físico emocional podem fazer uma dobradinha maravilhosa de resistência, amplitude de consciência e tolerância, como também pode motivar o fracasso de toda uma encarnação. Se eu, centelha divina, aprender a amar o que sou e como sou, os dois corpos podem tornar-se um veículo deste meu amor com os meus semelhantes, com meu par, com minha integridade.

No final, quando eles partirem, irei me despedir destes dois corpos o físico-emocional com alegria e a sensação de realização.

 A moral reveste-se de processos transformadores importantes ao longo da vida. O carma é o combustível desta transformação moral. Colocará inúmeras experiências com diversas barreiras que atestará os limites da moralidade em cada ação que eu manifestar para cada obstáculo que vier.

Posso sair vitorioso ou fracassado e deste resultado será traçada a próxima vida reencarnatória. A moral ajuda a melhorar ou piorar o caráter e dele também será composto a próxima reencarnação.

 A intelectual segue as anteriores e conforme a tendência, aperfeiçoa os pensamentos. 

O individuo que não se ama, moralmente fracassa, afasta-se dos bons costumes e entrega-se para forças involutivas que o tornam marionetes de tendências obscuras e involutivas. Pode até aparentar certo sucesso, mas corrói-se por dentro e acaba por dever a si e ao meio que atuou, dividas que podem ser muito altas, fazendo com que seu novo caminho o coloque a pisar novamente tudo o que detestava.

Outro resultado de não amar-se é a suposição de que fatos e acontecimentos da vida são sempre ruins, tornando a experiência da vida muito negativa. Este processo se complica quando não se aceita as "ajudas" e cria-se a falsa ideia de perseguição ou do esquecimento de Deus para si. É preciso que este individuo esforce-se no limite, mas dando certas respostas será impulsionado de volta para situações muito mais confortáveis que as que interpretou.

 Todo processo transformador tem de partir de dentro para fora. Esta incrível e espetacular ilusão de que mudando fora muda o que está dentro, tem feito com que muitos fracassem na tentativa de recuperar o que acham que perdeu.

Toda mudança e toda transformação só pode ser interior. A partir das transformações interiores é que um novo meio ambiente pode se formar. Isto é inexorável, é uma Lei de Deus. A vida é ilusória exatamente por ela se transformar continuamente dada as mudanças internas que ocorrem. Se assim não fosse pararíamos no tempo e no espaço e seríamos indivíduos do acaso, do sabor de influências externas, o que é absolutamente impossível.

Compreender este aspecto é compreender a vida, como ela funciona, como ela muda e porque muda.

 As espirituais são de outro contexto e necessitam, essencialmente, da organização correta da moralidade e da intelectualidade, além de certo equilíbrio físico. Isto acontecendo, alinhamentos ocorrem e muita informação lhe chega para que o novo e as novidades implantam-se em todo teu ser, num alinhamento fisco-mental-espiritual. Isto feito a evolução segue seu caminho, pois evoluir só ocorre no conjunto dos corpos.

 Para cada passo evolutivo a ser conquistado, novas adaptações e novos alinhamentos acontecem e assim sucessivamente pela eternidade. 

Com o passar das etapas evolutivas, podemos deixar de necessitar o uso de certos corpos. Por exemplo, num mundo evoluído o corpo emocional deixa de ser necessário, a moral fica integrada a uma lógica mais universal, o amor começa a ser praticado, a intelectualidade é substituída por impulsos intuitivos e a espiritualidade sutiliza-se para níveis mais elevados.

 O pensamento de hoje é um alerta para darmos atenção ao que tem de ser praticado. Ninguém descobre por nós o que cabe a nos descobrirmos. Alinhe-se.

 Dais antes a ti, o que queres dar a quem ama, pois só assim compreendereis o que podes dar. (mensagem da Mãe Divina para este texto)











sábado, 26 de setembro de 2020

Passos Atuais 212 a Parte. É preciso expandir os conceitos.

 A vida que te anima está muito além deste mundo.

Figueira.

 Pois bem, é preciso raciocinar dentro deste contexto.

A vida gerada para o corpo físico se dá pela alma. Esta por sua vez a recebe de outros corpos cada vez mais sutis até , resumidamente, chegarmos a um conceito de que somos, em origem, uma centelha divina.

A separação e a identificação de todos estes corpos, e são muitos, são absolutamente independentes e seguem, irrestritamente, a ideia do Criador.

A centelha divina saiu Dele e para Ele retornará. Esta longuíssima jornada irá abrir, em detalhes, o que precisa se conhecer. Será primeiro no Universo físico e em seguida no Universo não físico.

Na medida que formos utilizando estes corpos iremos aprender a discernir em cada um deles e em todos os ciclos de experiências que cada um irá proporcionar.

Cada um destes corpos possuem um destino primordial e vários sub destinos, se assim podemos chamar, que ajustam-se no ciclo das experiências eternas.

Falando especificamente do corpo físico, este possui um destino primordial que será percorrido por milênios, até que se conclua e se realize tudo o que for necessário experimentar.

Resumidamente, conheceremos o mal extremo até a santificação. Uma ascenção necessária para que esgote-se a função primordial do corpo físico e adote-se um corpo mais sutil para seguir adiante. Quando isto acontece o arquétipo do corpo físico se recolhe e permanecerá eternamente no arquivo akashico, arquivo que ficará eternamente na centelha divina.

O corpo físico é o mais grosseiro, o mais infantil, a partir da individualização da alma, mas mesmo assim seu caminho é cheio de etapas ou ciclos. Atualmente vivemos o ciclo cármico, com a predominância do livre arbítrio, o próximo passo será a ausência do carma e do livre arbítrio, onde os atuais estados de sofrimento terminam e não mais se manifestarão.

Isto acontece até partimos para um corpo sutil, por exemplo o corpo anímico, da alma. Há mundos em que as manifestações são só de almas, onde a vida ainda é inimaginável para nós.

O sol, por exemplo, é habitado por seres solares, seres que regulam os ciclos de experiências de todos do seu sistema solar, em todos os reinos. 

A vida como a maioria tem concebido sequer raspa no ambiente grandioso da Vida Universal. Este estado de ignorância é o que tem nos levado a inúmeros fracassos, pois temos sido impedidos de conceber esta incrível sucessão que ocorre não só nas reencarnações, mas muito além delas.

O que plantamos hoje será colhido amanhã. Esta Lei preponderante tem sido desprezado pela maioria, tem sido manipulada por forças involutivas desde nossa decisão pelo livre arbítrio. Não falamos aqui só de coisas negativas, o pior é a ausência de conhecimento. Isto realmente tem feito a diferença entre a ascenção e a queda.

O indivíduo deveria viver na busca incessante pelo conhecimento, pois só assim conseguirá compreender os ciclos, as experiências, as Leis e as regras da evolução, mas ocupa-se com coisas pequenas, passageiras, fúteis e perecíveis.

Estamos numa fase excepcional, uma fase decorrente da transição planetária em curso, onde as oportunidades são incríveis e maravilhosas. Deixar isto passar será o mesmo que reviver minuto a minuto esta árdua luta da sobrevivência.

Não fomos concebidos para sobreviver, fomos concebidos para evoluir, conhecer, aprender, viver coisa novas, mundos novos, ciclos novos, usar novos corpos, sutilizar-se, e lá na frente entrar no Universo imaterial.

Pode até ser assustador, mas é necessário e inexorável. O novo, a novidade sempre assusta, mas definitivamente é e sempre foi a única opção que temos como centelha divina. No entanto, temos a possibilidade de permanecer o tempo que quisermos em cada ciclo a realizar.

 Expandir os conceitos, alargar os critérios, livrar-se do conhecido o tornará senhor da tua vida e dos caminhos a percorrer. Faça-os pela tua vontade e conhecerás a liberdade. (mensagem de Yurutuitui para este texto)











segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Passos Atuais 211a Parte. Sonhos: esquisitos, reveladores, essenciais.

 

Sonhos: esquisitos, reveladores e essenciais

 Nossos sonhos revelam inúmeras situações, as próprias, as de terceiros, além da previsão de eventuais fatos pessoais ou comunitários que exigem reflexão.

Os sonhos podem ser bem específicos e distintos para o próprio sonhador. Pode, eventualmente e sob certas condições bem específicas, alertar aqueles das quais o sonhador tem relacionamento.

Podem ser proféticos, revelando possibilidades futuras, bem como relativos ao passado quando determinados traumas vividos precisam ser resolvidos ou deletados.

 Os sonhos são considerados ruins, quando envolve o que não gostamos. O não gostar ocorre de forma simplista, ou seja, uma determinada experiência irá se repetir porque fracassei na 1ª vez. Pode vir como um aviso de que sua realização está próxima e para isto é melhor preparar-se, ou pode vir para anunciar que novas informações e conceitos precisam ser assimilados e caberá ao sonhador procura-los. O que não gostamos de fato são os esforços que precisam ser gerados para que algo pendente possa ser resolvido.

 Os sonhos atem-se aos avisos de transformações que precisam acontecer para despertar mais atenção e foco no que será necessário .

Temos por princípio considerar que o que irá mudar é ruim, mesmo se o que o está acontecendo é ruim. No geral somos avesso a mudanças pois impinge movimentos, esforços, raciocínios, enfim tira a comodidade de continuar como está (boa ou ruim, tanto faz).

 Todo sonho é visionário, ou seja, relaciona-se com algo a ser transformado ou em fase de transformação.

O sonho é uma das formas de comunicação da alma e também do intelecto. Quando da alma, prevê mudanças em todo o contexto da vida. Quando do intelecto, pode referir-se a alterações especificas, pontuais, que necessitam de atenção ou mudanças. Esta diferença entre algo pontual ou genérico é importante para distinguirmos qual será o teor de ajudas que devemos buscar.

 O sonho é um ato de comunicação. Não é claro como gostaríamos, mas bem ilustrativo para preservar o livre arbítrio. Geralmente mostra uma situação, uma paisagem, e pode ser do que aconteceu, do que está acontecendo ou do que poderá acontecer. A classificação será da interpretação do sonhador para que possa refletir, mudar ou não deixar que aconteça.

Os sonhos originam-se em níveis de existência não lógicos, por isso sua forma esquisita de  manifestar-se.

 O sonho pode mostrar relacionamentos entre pessoas. Neste caso para ajustes, consolidação ou cisão. Poderá abordar formatos inequívocos que precisam de ajustes, rompimentos cármicos ou indicar a necessidade de consolidar o que ainda é frívolo e muito frágil.

 O sonho se mescla com estados emocionais do momento. É necessário refletir sobre ele com imparcialidade, com calma e com equilíbrio para que formas explosivas deste sonho não sejam interpretadas ao “pé da letra”. Aliás, todos os sonhos tem esta característica de criar um cenário que envolve emoções recorrentes.

 As vezes sonhamos por alguém. Há pessoas que ao sentirem-se muito perturbadas não conseguem assimilar estes importantes recados, interpretar esta fonte de comunicação, podendo assim certos sonhos ser delegados a 3os que podem auxiliar em certos aspectos.

Meu sonho só serve para mim, mas como exposto, pode ser um ato de serviço a 3os, desde que uma série de condicionantes sejam atendidas, em especial as lastreadas em amor.

 Um sonho premonitório, profético, pode vir com a finalidade de que os avisados não se envolvam na eventual situação crítica provável, ou se preparem para enfrenta-la ou mudem ações e comportamentos para que ela não se realize. 

Um sonho profético tende a ser comunitário, mas eventualmente poderá envolver uma única pessoa. Tudo dependerá do grau de envolvimento desta pessoa no meio em que vive. Por exemplo, um presidente, um papa, uma pessoa em destaque pode sonhar com algo profético sobre ela que poderá envolver todo o círculo que pertence.

 Sonhar é uma atividade cotidiana. Ocorre sempre e sempre leva em consideração o “estado de espirito” daquele momento. Quanto mais calmo, mais equilibrado, mais informações irei reconhecer no sonho, ao passo que nervoso, desequilibrado, com medo, o sonho será nebuloso, confuso e provavelmente irreconhecível. Neste caso a alma e o intelecto tem dificuldades de acessar a mente pensante.

 Nem todos tem inclinação para lembrarem-se dos sonhos, mas no geral a ausência da sua prática pode inibir ainda mais algo tão necessário

Sonhar e compreender o sonho exige uma constante de exercícios, atenção, dedicação e preparações necessárias. É uma forma de comunicação trivial, constante e reveladora, mas da mesma forma que hoje dominamos um celular, exige esforços e dedicação no seu aprendizado.

 Um sonho marcante precisa ser revisto. Uma prática usual é não sair da cama antes de revê-lo. Manter-se absolutamente quieto, sem se mexer e tentar identificar o passo a passo que foi ilustrado no sonho, é uma forma de guardá-lo  na mente desperta. Para isso regras de disciplina precisam ser atendidas, como o não uso de despertadores, pensamentos imediatos nas tarefas diárias e não ter pressa para levantar. Reter-se por 5 a 10 min talvez seja o suficiente, portanto não se depende de horas para tais revelações.

Anotar logo em seguida ajudará a memória a revelar detalhes que não ficaram claro na revisão mental ao despertar.

É interessante como pessoas dizem que não tem tempo para isto, levantam-se apressadas e sentem que tem muita coisa para fazer. Iludem-se em se tornarem mais úteis neste contexto, quando poderiam abreviar esforços desnecessários se pequenas indicações fossem assimiladas no sonho que teve. Não ter tempo para comunicar-se com a alma é algo bem irracional.

 A maioria despreza seus sonhos, ou seja, a maioria não atende as comunicações da alma com o intuito de reforçar e preparar as várias etapas do destino em curso. Este dom todos tem, mas perdermos a habilidade pela absoluta falta de prática ao longo de séculos de reencarnações voltadas para  aspectos emocionais e materiais imediatos que são determinadas pela vida racional que a superfície terrestre proporciona.

 Não há como viver sem nos comunicarmos. Reforçamos as comunicações no plano material e abandonamos as comunicações com os planos sutis, ou seja, estamos sendo informados pela metade e nossas chances de acertar as ações diminuíram para 50%.

Em mundos adiantados este percentual eleva-se para 100%,  torna-se harmônico, sensível e equilibrado naturalmente, sem quaisquer exposições a disputas ou competitividades. A vida alinha-se em todos os seus habitantes, as Leis são compreendidas e a evolução ocorre com total serenidade.

 Nunca é tarde para voltar a praticar o que deveria ser parte das rotinas da vida. Não há como viver e sobreviver sem este importante elo de comunicação com nossa contraparte sutil.

O smartphone tornou-se indispensável e assim é com os sonhos se estes fossem usuais.

 Esta noite, um sonho: Encontrava-me numa cidade muito estranha. Tudo estava retorcido. Andava por um prédio e tentava entregar uma informação escrita para alguém, mas os caminhos eram muito difíceis. As escadas não tinham sequência, os corredores terminavam em paredes abertas com saídas para o vazio, haviam túneis para serem percorridos cheios de ferros retorcidos. Uma maratona andar por ali. Tudo mostrava-se agressivo e pontiagudo onde qualquer distração machucaria. Cheguei num local que estava tendo uma festa e a entrada tinha uma placa que indicava “relaxamento”. O local escuro, musica muito alta, tipo “pancadão” ou “funk”, mostrava pessoas dançando freneticamente e vários caça níqueis que indicavam caminhos a serem seguidos no próprio prédio, na medida que a as figurinhas moviam-se. Sai dali e segui adiante, apoiando-me onde podia, subindo e tropeçando. Parei em outro local que também indicava “relaxamento”. Era um corredor externo ao prédio, num andar muito alto e no fim, uma plataforma como os estacionamentos de helicópteros, mas tudo com ferros retorcidos e as pontas expostas. Pessoas tomavam sol, comendo alguma coisa e curtindo a “paisagem” cinzenta e confinada pela altura e pelos ferros retorcidos. Quando olhei para o horizonte, vi toda a cidade exatamente nas mesmas condições com construções exatamente iguais por todos os lugares. Foi horrível. Em um momento senti que estava subindo e via a superfície terrestre exatamente igual, um mundo controverso, cinza e perigoso.

 Resumidamente o meu sonho mostra um ambiente inóspito, um ambiente difícil de se locomover, de se comunicar, onde as pessoas estão separadas por dificuldades construídas por elas mesmas, cheias de perigos, caminhos pontiagudos e corredores que terminam em quedas bruscas. As distrações obedecem dois padrões de indivíduos, aqueles que curtem o confinamento e jogam a roleta da sorte para percorrer a vida e aqueles que iludem-se com um ambiente aberto mas confinado e arriscado.

No meu sonho os parâmetros limitaram-se aos 5 sentidos, a visão, olfato, a audição, o tato e o paladar, esquecendo o 6º sentido, aquele que provem dos mundos sutis. Um mundo sem saída, pois limita-se no que foi construído por nossa meia parte, a material, tornando-se difícil, perigoso, incompleto e controverso.

As salas de “relaxamento” mostram aspectos do ambiente fechado, confinado e conduzido na roleta, bem como do aparentemente natural, aberto e silencioso mas perigoso e limitante em pequenas ilhas suspensas, que aprisiona com ferros retorcidos e cortantes  

O meu sonho mostra um formato de vida que não serve mais, tornou-se limitante, superficial, incoerente, confuso e perigoso.

O meu sonho pode ser somente meu? Talvez sim, talvez não. Com certeza mostra que a contraparte material está ruim, mas identifica coletividade.

 Um sonho não mostra um beco sem saída, isto seria inútil. Mostra que o errado pode ser consertado, pode mudar. Vivemos literalmente nos reconstruindo. Cada momento, cada vida , cada ação é uma reconstrução do que foi e precisa mudar. Não importa se a vida, a ação, o movimento anterior foi bom, porem tornou-se passado e precisa imediatamente ser inovado.

 Ajustar-se é necessário.










 

domingo, 20 de setembro de 2020

Passos Atuais 210a Parte. Descubra quem és.

 

A expressão oral, os gestos, o olhar e o caminhar compõem o ritual de cada um.

Figueira.

 Pois bem, temos de reparar como somos.

Reparamos demais nos outros. Julgamos, criticamos, formamos ideias, opiniões, ressalvas, obviamente segundo nossos parâmetros, pelo fato de considera-los absolutamente corretos.

Esta prepotência de supormos que temos parâmetros absolutamente corretos, tem nos levado, constantemente, à falência moral.

Assim tem sido na sociedade do mundo inteiro, que ousam classificar-se como países ricos, países pobres, terceiro mundo, povos inteligentes, soberanos, mediadores, indígenas, ocidentais, orientais, entre tantas outras classificações absolutamente separatistas.

Somos uma única raça, portanto responsáveis pelo sucesso ou insucesso de um país, de uma nação, de um vilarejo, de uma única pessoa. Somos um corpo único fragmentado em diversos corpos que vieram à Terra para aprender a conviver, compartilhar, distribuir, agregar e juntos seguir padrões evolutivos que foram estipulados pelas Leis de Deus em curso.

 Como uma pessoa pode classificar a outra segundo seus desejos, seus critérios e seu escasso conhecimento?

Esta diretriz tem levado a humanidade para um buraco cada vez mais profundo e mais difícil de sair. A classificação com separações está atingindo limites máximos do bom senso, até para uma civilização em expiação num mundo cármico.

Estamos no limite em que o extermínio poderá ser uma alternativa baseada na incoerência do egoísmo e da ganancia.

Infelizmente o que mais cresce na civilização é o desconhecimento sobre as Leis da Vida, consequentemente sobre nós mesmos.

 Temos de nos ver sem prepotências, temos de enxergar o que somos, como somos e porque somos.

Observar a si próprio é uma forma racional e simples de aprender como somos. Agregar na observação a humildade, a honestidade e a simplicidade mostrará nossa verdadeira face. Com certeza ficaremos surpresos e iremos compreender melhor esta máxima, de que temos a “imagem e a semelhança de Deus”, ou seja, indivíduos com qualidades incríveis e maravilhosas, bastando, simplesmente, reconhece-las.

O homem precisa aprender a classificar-se como é através da sua constituição interna, pois a externa está sob intensa pressão, num mundo onde o aprendizado é compulsório e doloroso.

 Olhar com olhos neutros, caminhar com simplicidade e humildade, expressar-se com amor, suavidade e ternura e qualificar com altruísmo, revelará nossa semelhança com Deus.

 Amar-se aprende-se a amar, unir-se consagra o único, ajudar revelará o eu interno.

 Aplique seus mais elevados conceitos a todos e descobrirás que sois capazes de muito mais do que imaginas. (Mensagem de Jesus para este texto)


 










segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Passos Atuais 209a Parte. Intuição - pontos a serem considerados.

 Como a intuição é delicada e tênue, nem sempre a percebes. Permanece, pois atento.

Figueira.

 Pois bem, a delicadeza da intuição em relação aos demais pensamentos que formulamos durante um dia, quase a torna imperceptível. Ocorre num átimo de tempo, quando menos se espera e normalmente se refere a uma situação que não estamos pensando naquele momento. Esta sutileza que a torna perceptível é a única possibilidade de a identificarmos e decidirmos se levaremos em conta ou não.

Na maioria da vezes desprezamos.

Na maioria das vezes consideramos um lapso do pensamento que interrompe algo que estávamos dando a atenção.

Geralmente não consideramos prioritário e muitas vezes um incomodo, pelo fato de quebrar um raciocínio que estava sendo formulado.

 Na realidade somos compelidos a raciocinar e racionalizar o tempo todo. Esta sequência de atividades exige da mente, estudos, atenção, dedicação, excelente memória, juventude para atividades elétricas completas, enfim vigor físico. Normalmente o ápice ocorre da juventude para a fase adulta. Em seguida começa a decair e com o tempo perde-se velocidade de raciocínio, capacidade dedutiva e de racionalizar. Portanto, a intuição tem funcionado melhor na 2ª fase da fase adulta, onde certas capacidades físicas do cérebro já tornam mais lentas.

A intuição não usa nossa capacidade cerebral, somente, considera uma série de fatores, entre elas o nível de consciência, equilíbrio, didática das vidas anteriores, tendências da personalidade nesta vida, assiduidade e convicção em mudar. A fé é um argumento que no fundo engloba todas estas capacidades que se sustentam no ato de amar.

 O raciocínio, a racionalização de ideias e pensamentos, para ser melhor, exige além do vigor físico da mente, experiencia. Algo que ainda não ocorreu na idade em que se atinge a plenitude de velocidade e movimentos mentais. Portanto, temos aspectos negativos muito sérios quanto a estes conceitos de raciocínio e lógica, pois a inexperiência pode por tudo a perder.

Outro aspecto é a intelectualidade. O adulto jovem, logico e racional, precisa lidar com uma diversidade de informações imensas e poucos conseguem assimilar tanto em pouco tempo. A maioria acaba mantendo falhas em seus processos dedutivos, levando inúmeras experiencias ao fracasso e se tornam assim prisioneiros de ideias novas incompletas ou ideias antigas ultrapassadas.  

 A intuição começa a atuar quando estamos na fase embrionária do nascimento, na barriguinha da mamãe, gerando impulsos que os bebes seguem conforme a necessidade de seu desenvolvimento uterino. Ao nascer inicia-se outras fases intuitivas que nos acompanham até o final da vida material.

As crianças são altamente intuitivas. São guiadas e acompanhadas pelos anjos da guarda, aqui representado por impulsos cerebrais que geram movimentos de proteção devido a este importante processo de adaptação à vida material, além dos milagres.

Nesta fase começam as interferências dos pais. A maioria interfere negativamente sobre este desenvolvimento, face a insegurança, medos, desvios de conduta, falta de equilíbrio, torpor de iniciativas, enfim resume-se tudo na falta de confiança, liberdade e fé

Muitos ainda creem que podem conduzir a vida de alguém. Com isto, bloqueiam oportunidades, contatos, alinhamentos, condutas e reequilíbrios a serem conquistados por estas crianças, de forma natural se fossem mais livres e soltas no seu meio ambiente.

Este quadro vem piorando a cada dia e o aprisionamento da liberdade e do ciclo natural de experiencias que todas estas crianças deveriam ter, hoje se dão pelas redes sociais que descobriram a melhor mercadoria do mundo para comercializar, o próprio ser humano.

Desta forma estamos formando indivíduos com características bem fortes no alinhamento de incapacidades antinaturais, pois naturalmente, se tivessem chance, conquistariam.

 A intuição ocorre para ambos os lados. Posso ser intuído para o bem como para o mal. O livre arbítrio assim funciona e permite que forças negativas ou positivas aticem o necessário para que um novo desenvolvimento ocorra ou processo cármicos aconteçam para o individuo e para o meio em que vive. As guerras mundiais, para sermos mais amplos, foram conduzidos por indivíduos de alta capacidade intutiva para os dois aspectos. Nos dois lados das guerras indivíduos se destacaram com estas capacidade intuitivas que produziram grande sofrimentos e também libertações.

Nunca houve e nunca haverá sofrimento de inocentes e puros, um amplo contingenciamento cármico foram ali exauridos.

 Para ser intuitivo o indivíduo precisa ser atento, observador, equilibrado e disposto a mudar o que precisa mudar, sem que qualquer apego possa interferir.

Ser intuitivo é andar na contramão da maioria, é não seguir tendências, é ser livre e solto para fazer o que for necessário e de forma imediata. A intuição racionalizada deixa de ser um insight, torna-se mais uma ideia na vala comum e provavelmente enfrentará barreiras que não serão vencidas.

 A intuição jamais irá atender algo pessoal. A intuição vem para ser útil a todos. É um ato de serviço ao bem comum.

Mesmo que a intuição ocorra para te preservar, te alavancar, te sustentar, esta preservação ocorre porque você está sendo útil ao bem comum, portanto é preciso disposição e muita doação para intuir e colocar em pratica uma intuição.

 A intuição é um impulso dinâmico e muitas vezes vem fracionado. Uma ação ordenada pela intuição terá sequências e se realizadas corretamente atenderá o objetivo final.

A intuição provem de seres de diversas procedências, mundos, planos, dimensões, experiencias. Provem de níveis de consciência bem elevados com características muito além da personalidade e do ego.

A intuição não contradiz, ou altera, ou interfere no destino do intuído, simplesmente completa o que de melhor e mais elevado este destino possui.

A intuição atende o corpo, a mente, a alma e o espirito e não gera atritos. Segue um caminho de cima para baixo, mas obedece os limites de cada fase, nesta descida.

 Todos são intuídos mas poucos percebem sua intuição. Muitos seres humanos podem ser considerados acéfalos para a intuição por usarem uma mínima parte, aquela que simplesmente os mantem vivos para os compromissos cármicos, somente.

 Não há evolução sem intuição. A intuição ocorre constantemente e independe do indivíduo absorve-la ou não. É um insight que segue padrões da evolução cósmica, mas compete a cada um conquista-la.

 A intuição faz parte do desenvolvimento do ser humano. Começou na raça humana com os instintos. Adaptou-se na intelectualidade e hoje deveríamos ser muito mais intuitivos do que racionais Na nova era trocaremos a condução atual da vida pela personalidade, para a intuição.

Imaginem a Terra contendo uma população que utilize a intuição para viver, para crescer, para se relacionar, para conhecer, para evoluir. Creio que hoje é inimaginável, pois nossas referencias não tem nada a ver com o conceito da vida intuitiva. Assim será o novo destino da Terra como mundo em evolução e não mais de expiação. Prevê reinos que se adaptarão plenamente e este novo conceito de viver e não mais de sobreviver. O livre arbítrio será desnecessário.

 Enfim pincelamos alguns conceitos básicos da intuição. Aflorar novos conceitos pode ser feito individualmente, intuitivamente, na medida que nos convencemos desta capacidade inerente da vida e a coloquemos em prática. Não há limites para isto, mesmo que as condições ambientes sejam adversas, mas cabe lembrar que para intuir é preciso doar-se ao Serviço.

 Não há de se esperar para que tudo ocorra. Adapta-se a estes novos conceitos, antecipe-se a estes procedimentos e serás intuído, conquistando assim uma capacidade de Trabalho e Amor que podeis ter acesso e acompanhamento no processo da vida atual. (mensagem de Emmanuel para este texto)  












  

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Passos Atuais 208a Parte. Imparcialidade.

 

Só depois de conquistares a imparcialidade, serás capaz de viver com amor as situações em que te encontrares.

Figueira.

 Pois bem, ser imparcial é uma condição do equilíbrio.

O equilíbrio exige inúmeros esforços de controle e entre eles encontra-se a imparcialidade.

 É comum ao observarmos ou nos envolvermos com situações de terceiros, quebrarmos a imparcialidade e tomar partido para um dos lados ou, eventualmente, contra os dois. Neste aspecto é importante refletir que nada ocorre por acaso, sendo assim quando um atrito ou uma disputa acontece, está em ato condicionantes cármicas dos envolvidos.

Da mesma forma quando somos pressionados por alguma situação, imediatamente levantamos as defesas sem tecer a devida analise ou reflexão sobre a possibilidade de estarmos errados.

É interessante que, na maioria das vezes, estamos errados e a vida, na tentativa de corrigir, gera confrontos. Sem reflexões e humildade, provavelmente continuaremos na direção errada.

 Toda e qualquer disputa, desafio, confronto, deveria ser evitado para que um estado de equilíbrio mantenha-se estável. Na possibilidade de ocorrerem voltar-se para o silencio, para a quietude, nos alinhará pra que decisões possam ser tomadas no equilíbrio e na imparcialidade.

É importante manter sempre, disposição em corrigir o caminho assim que notarmos que algo não se encaixa. A vida usa vários artifícios para nos chamar a atenção quando uma situação não condiz com nossas metas espirituais. Respeitá-las é uma necessidade.

 O orgulho tem sido um sentimento que nos leva a um intenso processo de queda. O orgulho mantem o indivíduo preso a convicções ultrapassadas, o mantem submisso aos conflitos da personalidade e quase sempre leva a ações danosas ou erradas.

O orgulho varia de pessoa para pessoa. Pode ser muito intenso em alguns e suave em outros, mas é um sentimento que todos tem. É um sentimento que leva o indivíduo a perder grandes esforços para manter o equilíbrio; acentua atos de competitividade e mantem estados de ignorância na medida que se intensifica.

O orgulho desencadeia inúmeros outros sentimentos como a ganancia, a raiva, o ódio, os medos e isto leva a pessoa ao colapso do equilíbrio. Pode ser irrecuperável numa encarnação, pode levar várias reencarnações para estabilizar-se e sempre exigirá acentuado esforço de humildade para voltar-se ao equilíbrio.

 Sem imparcialidade o indivíduo não vive as Leis.

Sem imparcialidade o individuo fica confuso, analisa e raciocina da forma errada, aquém dos estímulos da alma, torna-se impermeável a novas conquistas e transforma-se num gerador de carmas por onde passa.

Outro aspecto importante na imparcialidade é a capacidade de compreender o que se passa, segundo a lógica da Vida. Torna-se ponderado, não culpa e não sai em busca de culpados, atravessa as “tormentas da vida” como observador e assim aprende e compreende com tudo que acontece.

 No inverso, na parcialidade, passa a considerar a sorte, o azar, o acaso, o jogo das probabilidades, enfim o individuo torna-se permeável a fatores que ele considera inconclusivos. Culpa Deus e torna-se refém de desejos que o desvia das metas traçadas. Passará a vida lutando, inutilmente, contra a correnteza do rio da Vida. Corre assim o risco de viver algumas vezes as mesmas situações.

Observar, ponderar, extrair aspectos positivos de todos os acontecimentos, nos alinha com a imparcialidade. Observar a vida se tornará mais interessante do que vive-la, pois vive-se na ilusão. Esta ilusão nos aprisionou e nos tornou reféns dos costumes.

Confia. Este sentimento “mágico” pode mudar vários acontecimentos.






terça-feira, 8 de setembro de 2020

Passos Atuais 207a Parte. Iluminar o mundo.


Faz das dificuldades um estímulo para dissipar sombras e iluminar o mundo.
Figueira.

Pois bem, não viveríamos sem dificuldades.
Estas foram constituídas para estimular o avanço necessário no caminho evolutivo. As dificuldades são uma benção para não recuarmos e para continuarmos no caminho escolhido.
Há pensamentos contrários a esta condição. Muitos acham que as dificuldades só atrapalham e que poderíamos percorrer o caminho da vida com segurança e tranquilidade.
Não é verdade. O ser humano tem uma tendência fortíssima para a inercia, para o recuo, para o ostracismo.

Sem estímulos, em especial os dolorosos, não seguiríamos um milímetro adiante, e pior recursaríamos km percorridos. Mesmo com vários estímulos dolorosos exercemos uma força descomunal para pararmos em um pto qualquer. A parada ou a inercia contraria atividades evolutivas produz dor, produz muito dor ou dores insuportáveis. Qualificar uma dor dependerá do quanto me distanciei do caminho. Esta tem sido a única alternativa viável para a humanidade desta 3ª dimensão.

Digamos que a dor tem sido nossa melhor amiga em todos os tempos, por isso que a história da humanidade tem sido escrita e traçada pela dor.
Mas, precisaria ser assim?
Claro que não face ao livre arbítrio e as possibilidades de escolhas que podemos fazer, no entanto a grande maioria tem optado pela inercia ou pela involução através da degradação pelos sentimentos negativos, pelo egoísmo, pela ignorância.
Se fossemos mais perspicazes, no bom sentido, perceberíamos que adotar critérios evolutivos e seguir as Leis de Deus, tornaria a vida confortável e prazerosa, mas a opção da inercia sempre tem pulado à frente de impulsos positivos que ocorrem.
Sim, todos tem impulsos positivos, evolutivos, mas acabam preferindo a inercia e a auto piedade. O ritmo divino não condiz com estas 2 possibilidades, por isso que a dor se faz presente para incomodar uma posição que não condiz com os critérios da Vida.

É mais inteligente aderir a estes impulsos do que manter-se por meses, por anos, por vidas, vivendo com sentimentos ruins, depressivos e inexpressivos ao ato de viver.
É preciso mudar.
Mudar é inexorável, ou seja, não é uma opção, é obrigatório e a vida irá compelir para que as mudanças instruídas pela alma ocorram. O que poderá ser dilatado ou abreviado é a única opção que temos: o tempo. Posso viver mais tempo ou menos tempo numa situação ruim.

Quando o buraco está fundo, as mudanças não poderão ser significativas, mas podem ser paulatinas, constantes, pouco a pouco, e para que isto ocorra muito ajuda se agrega ao individuo neste estado. Quando determinadas conquistam ocorrem, novos incentivos começam a chegar e o entusiasmo muda. O meio em que vive começa a fortalecer este processo, novas ideias, novos incentivos se juntam e a pessoa emerge das cinzas como a “fênix”. Neste caso uma Lei entre em curso: “a quem mais tem mais lhe será dado”.

Aquele que renega este contexto, as ajudas, dá as costas aos que manifestaram solidariedade e insiste em manter-se no fundo, acabará por ter de percorrer um longo caminho de volta e nada será aliviado neste retorno, portanto será uma má escolha. Inexorável também, este processo se dará de forma lenta e gradual, mas inevitável será, portanto mais inteligente é agarrar-se nas ajudas e apoiar-se no que lhe será abundantemente fornecido. Quando manifestar esta disposição, vencerá o que lhe retinha.

Afundar ou desafundar dá o mesmo trabalho e exige o mesmo empenho, portanto é a opção de uma coisa ou outra.
As circunstancias que nos levam a uma queda leva em conta o quanto estamos desguarnecidos da fé. Acentua-la é preciso e forças desconhecidas virão para superar o inicialmente considerado insuperável. Tudo são provas  e estas provas definem os próximos caminhos a percorrer.

Quando dissipamos sombras iluminamos o mundo. Este caráter de ajuda é um Trabalho que todos podem fazer. Muitas vezes ficamos tão preocupados em servir ao próximo com quirelas materiais, com alimentos contaminados, com confortos desarticulados das decisões da alma do cidadão e esquecemos de dissipar as sombras do mundo. São estas sombras que exercem influencias consideráveis que levam pessoas a caírem nas armadilhas das emoções e da ilusões, contrariando o caminho evolutivo traçado.

Pense grande, seja ativo no contexto maior que possa conceber, não se retenha com traços e laços individuais. Corres o grande perigo de afundar-se de braços dados com aquilo que não dominas. (mensagem de um Instrutor para este texto)