sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ajudar alguém não é realizar por este alguém

Pensamento do dia 05.02.2016

Uma vida interior  consciente só é  possível mediante a entrega e a devoção. 
Trigueirinho.

Pois bem,  temos nos entregado e de certa forma temos devocionado os interesses materiais.
Intensa dedicação,  muito esforço,  forte grau de concentração, obtendo resultados.
Porque não fazer o mesmo com nossa contraparte espiritual?
Pelo simples fato de que não damos a devida importância para esta outra metade.
Mas,  os tempos atuais estão ficando cada vez mais atribulados, confusos, incoerentes e extremamente desconfortável.
Vejam como as pessoas estão confusas, sem um rumo definido, mesmo que procuram ser positivas ou utilizar expressões do tipo "isto é  passageiro, sempre foi assim, vai passar, o mundo se conserta" , hoje estamos muito inseguros com o caminhar da humanidade.
Final dos tempos é  uma frase ultrapassada e em nada expressa a verdade.
Estamos, sim, num final de ciclo é um ciclo é atemporal. 
No entanto,  poucos se dão conta desta urgência e da premente necessidade de nos focarmos no que terá sequência nos próximos ciclos.

Uma vida interior consciente é  uma vida onde as coisas eternas são consideradas, trabalhadas e ampliadas.
Você não eterniza objetos materiais, mas sentimentos e evolução  sim.
Temos nos focado nos objetos, na vida essencialmente material e na sobra de tempo, diversões, nos iludindo que é o suficiente. 
A devoção pode ser a locomotiva de uma reviravolta na nossa vida, ao nos concentrarmos na vida espiritual.
Não passe esta  encarnação em branco, na ausência,  no vazio, no perecível somente, pois o arrependimento será enorme.

Não podemos ceder nossa vida para os outros, para atender  interesses, sejam de filhos, parentes,  amigos, empresas, cargos, posições,  pois está troca além de ser cármica é  negativa sob os aspectos evolutivos. Infelizmente isto tem sido muito mais comum do que parece e raríssimas são as pessoas que não fazem isto.
Nos iludimos com isto é cegamente executamos inúmeras interferências desnecessárias,  contraproducente, retrogradas, esquecendo que cada um tem um destino definido.
Ajudar alguém não é  realizar por este alguém.

Enfim, estamos no limiar de um novo estado de consciência e para isto temos de ir nos adaptando a estas novas circunstâncias.


Vamos refletir.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Meu GPS!

Pensamento do dia 04.02.2016.

"Os caminhos de Deus são os caminhos dos homens, quando trilhados na retidão da Lei Universal. "
Trigueirinho.

Pois bem, a princípio podemos dizer que Deus tem sido um “GPS” estranho, que indica para alguns um caminho reto, com poucas paradas e relativamente agradável, enquanto para outros, indica um caminho tortuoso, estranho, cheio de dificuldades.
Ahh, mas tem os carmas envolvidos!
Outro engano, pois os carmas ocorrem nas duas situações, independente do caminho indicado pelo GPS – Deus.
O que interfere de fato no caminho que percorremos é a nossa opção principal, evoluir ou estacionar.
Nas opções apontadas pelo GPS-Deus, temos de optar por uma das hipóteses e normalmente a opção tem sido o caminho tortuoso.

Mas porque a maioria escolhe o tortuoso?
Por absoluta ignorância e pelo desprezo da nossa contraparte espiritual.
Tudo tem sido matéria, material, palpável, visível, explicito, mesmo que eu seja enganado, desviado, assediado, obsedado, continuo firme e determinado a seguir somente as rotas conhecidas e por serem conhecidas, apontam de cara, os obstáculos comuns que estas rotas contem.
Sigo pelo ódio, pela inveja, pela ganancia, pela mesquinhez, pelo poder, pela riqueza material, pelo destaque, sabendo de antemão que as dificuldades irão acontecer. É somente questão de tempo.
Mas, é ilógico, se sei de antemão que as dificuldades serão grandes. No entanto sigo, pois, a maioria faz o mesmo.

No momento em que decido e determino que o caminho será reto e usarei com absoluta convicção as indicações do GPS- Deus, caminharei com outros olhos, outra consciência, outras prioridades, outras regras, independente dos carmas que me acompanharam, inexoravelmente.
Poucos pensam assim e muito poucos agem assim. Ainda confiam nos seus instintos, imagine, desprezando a intuição.

Poxa, mas conhecer a Lei Universal, deve ser algo incrivelmente complexo.
Realmente é uma Lei muito complexa, mas tem um item que regula tudo, o amor.
Basta somente amar?
Sim, mas amar é entregar, viver em harmonia, exercer a fé, confiar, ser pacifico, buscar continuamente, superar os preconceito, os medos, manter-se em equilíbrio, Trabalhar, Servir, estudar continuamente, aflorar sua espiritualidade, seguir as leis da vida e da morte, não recusar o que acredita, superar sempre os acontecimentos, enfim exige um conjunto de disciplinas que a maioria cumpre uma pequena parte, recusa-se ao restante, além de tentar mudar certos ritmos segundo interesses próprios.
Aí fica muito difícil.

Esta relação com Deus é algo muito simples. Nos que a complicamos quando sobrepomos interesses escusos acima da regra básica desta Leis – o amor.
Todos nascem com este GPS-Deus, mas somos “ensinados” a despreza-Lo e seguir os outros caminhos, escolhendo os tortuosos, nebulosos, escuros, pegajosos.
As religiões foram criadas para este contexto. Desvirtuaram-se para os caminhos obscuros da ganancia e do poder.

Hoje a regra tem sido quase individual, onde tua busca e tua aspiração abrirá as portas para esta reaproximação com este GPS-Deus.

Vamos refletir e adotar o caminho reto. Talvez tenhamos que retornar por certo tempo neste caminho tortuoso, mas valerá a pena. A paisagem irá mudar aos poucos. O que era escuro, ficará mais claro, desviarei melhor dos buracos e enxergarei as placas indicando melhores opções e quando percebo estarei na autoestrada alinhado e em velocidades mais compatíveis.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São José.

Pensamento do dia 03 de fevereiro de 2016.

A verdade não pode exprimir-se em meias medidas.
Trigueirinho.

Comentários:

Reunião do Grupo do dia 02.02.16
Nesta reunião, após os mantras, fomos agraciados com a presença de S. José. Creio ser nosso tutor nesta fase.
Pediu que o acompanhasse e fui.
Nos encontramos na beira de um lago, pequeno, mas de aguas cristalinas, um espelho, com sua superfície bem lisa e intensa vida marinha.
S. José pega uma pequena pedra e atira no centro do lago. Ao cair na água começa formar pequenos círculos concêntricos que vão se afastando e crescendo no seu diâmetro. Após alguns momentos atinge as margens fazendo com que a vegetação ondule suavemente.
Em seguida surge uma nuvem muito escura e estaciona sobre nós.  Na sequência cai algumas pedrinhas de gelo no lago e formam novas ondas que ao chocarem-se criam pequena marolas desalinhando as demais ondas das outras pedras. Cai a seguir uma forte chuva de granizo por todo o lago. Suas aguas ficam encapeladas, com grossas marolas e toda a nitidez das aguas cristalinas desaparece, pois as pedras de gelo ao tocar o fundo levantam os sedimentos e turva toda a agua. A vegetação que margeia o lago oscila disformemente e várias plantas se soltam, flutuando sem rumo e direção. Os peixes se escondem em tocas, assustados. O lago fica caótico e em nada se parece com o lago original.
A desarmonia prepondera no que era um lugar pacifico, quieto e perfeito.
S. José me olha e amorosamente me explica.

O lago, incialmente cristalino, é um mundo com seus reinos definidos. A pedra incialmente jogada representa a humanidade no conceito de corpo único, onde todos vibram de forma igual, com as intenções e os estados evolutivos seguindo uma trajetória definida. As ondas concêntricas, daquela única pedra (corpo humanidade) são a vibrações deste corpo humanidade que vibram em harmonia, seguindo uma trajetória perfeita e definida. A harmonia integra então, todos os reinos e o corpo humanidade (uma única pedra) define as regras de novos estados evolutivos para todos, planeta(lago) e reinos.

Na situação posterior, a tempestade com muitas pedras caindo ao mesmo tempo, representa a forma que hoje nos encontramos, cada um vibrando de uma forma diferente, com níveis de consciência bem diversos, com vontades, desejos, sentimentos, manifestações, completamente distintas e desarmônicas, nos tornando um corpo humanidade despedaçado em várias partes, seguindo várias direções com várias velocidades. O mundo (lago), encapela, fica sombrio, perde a cristalinidade, revolve o fundo e desarmoniza todos os reinos.
O eco sistema perfeito, incialmente, fica caótico.
Continuamos por demais ocupados em causa própria e como nossas preocupações tem sido 90% material e 10% espiritual, o que tem prevalecido é um forte desequilíbrio de intenções.

Em seguida S. José nos pede que no Grupo, sejamos um corpo único, com vontades alinhadas, conceitos bem definidos(mas não estanques), amplo entrosamento nas intenções e nos desejos, seguindo as diretrizes que do alto vem até nós.
De nada adiantará um Grupo de serviço que despedaça as intenções em fragmentos em oportunismos e que ainda busca certos benefícios pessoais.
De nada adiantará um Grupo que luta individualmente, dando sempre prioridade para suas necessidades, seus carmas pessoais, suas intenções, criando algo disforme e segmentado, no conceito de Grupo.
Obvio que cada um tem de se virar com seus problemas e seus carmas, pois isto é inexorável, mas podemos, se assim quisermos, definir prioridades que atenderá a todos.
Toda vez que alcançarmos uma certa excelência de comportamento grupal, mais nos será pedido, pois no candidatamos a novas etapas de Tarefas mais elevadas e mais sutilizadas.
Podemos ter a sensação de que atinjamos um estado excelência, cumprindo corretamente e com muita dedicação o que vem sendo determinado, mas como nossos Instrutores estão muito mais adiantados, contendo muita sabedoria, nos pedem para galgarmos um novo degrau como Grupo e como pessoas.

Não tenho dúvidas que estamos sendo preparados para novas Tarefas, pois as ferramentas que foram apresentadas por S. José na penúltima aparição, serão aos poucos reveladas.
Ontem foi pedido novo realinhamento Grupal, de forma lúdica e fácil de entender, indicou que temos de ser mais colaborativos, mais próximos,  mais alinhados, mais atuantes, menos centralizadores, menos preocupados com aquilo que está em evidente transformação.

Enfim se conseguirmos galgar este novo degrau, a assistência atual com certeza se ampliará e novas fontes de energia e de amor serão disponibilizados. Somos senhores do nosso tempo e das nossas vontades, daí a necessidade da nossa adesão.

Vamos refletir.   


Pensamento.

Pois bem, o que foi descrito acima tem muito a ver com este pensamento, pois não podemos ficar com um pé lá e outro cá. Os tempos atuais são tempos de decisão, são tempos que definirá se quero ou não percorrer um novo caminho.
Manter-me atento aos 90% - matéria e 10% - espírito é algo que não condiz com os tempos atuais, com este final de ciclo e com estas inexoráveis mudanças.
Sempre irá prevalecer o que escolhi e neste momento a maioria está bem envolvida com a matéria, deixando seu lado eterno, oculto como muitos falam, à mercê de forças involutivas que, com certeza, não nos darão a menor chance de mudarmos se não exprimirmos esta vontade.

A sociedade e nossa leis se apoiam e continuaram apoiando-se nas meias verdades, ou porque não dizer mentiras, pois assim fica alinhado com os interesses de uns ou de outros, facilitando a desonestidade, a corrupção e o descaminho. Isto não muda mais.
As decisões precisam ser internas, do coração e para isto grande força de vontade precisa se manifestar, pois ficamos muitas vidas inertes, paralisados, observando nossa própria queda.
Vivemos num mar revolto, insalubre, poluído, destruindo a organização dos demais reinos. Cada um acha por bem vibrar do seu jeito, com suas próprias intenções e muitas vezes totalmente ilícitas. Temos medo de manifestar o que realmente somos, pois a sociedade pode nos classificar e morremos de medo de sermos diferentes.
Repense sobre sua vida, sobre suas responsabilidades, sobre as pessoas que estão sob sua guarda, sobre seu papel no corpo humanidade, sobres seus desejos mais puros e elevados.
Desapegue-se do está em ato de transformação, pois nada poderemos fazer para isto mudar.


Então, mude você!

Sou cíclico e não temporal.

Pensamento do dia 01 de fevereiro de 2016

Quanto maior a visão que o homem tem dos ciclos, mais vasto pode ser o seu serviço.
Trigueirinho.

Pois bem, como se sabe, tudo é uma questão de como vemos e sentimos o que acontece.
O mal não é eterno se você enxerga o bem, a guerra só termina quando você enxerga a paz, o ódio desaparece quando você vê o amor.

Um ciclo se forma e no inicio vem as novidades. Isto vai crescendo e os envolvidos vão descobrindo inúmeras coisas, situações, oportunidades. Ao longo do tempo este ciclo se consolida, amadurece e inicia novamente seu declínio. Neste declínio se os envolvidos amadureceram e souberam utilizar suas conquistas, que o próprio ciclo trouxe consigo, acaba por consolidar definitivamente, para todos os envolvidos, o que deveria ser conquistado. Daí retoma-se novamente um novo ciclo e novas oportunidades.
Estes ciclos envolvem tudo e todos, universos, galáxias, planetas, reinos, desta forma, ciclos desenvolvem-se em cima de ciclos. Por exemplo um ciclo da Terra envolve inúmeros ciclos dos reinos que a habitam.
Um ciclo galáctico envolve inúmeros sistemas solares que este abarca.
Um ciclo familiar permite o desenvolvimento dos membros da família em diversos estágios, ou diversos ciclos.
Um único indivíduo tem seus próprios ciclos, que por sua vez se envolve nos ciclos da humanidade.
É complexo, mas tudo isto tem uma engenharia perfeita, absoluta e infalível.
Nosso livre arbítrio, no que se refere ao ciclo da humanidade da Terra, determina a forma e as condições que iremos nos desenvolver(ou não), num ciclo terrestre.

Temos condições de perceber os ciclos e nos adaptarmos a sua real e verdadeira conjuntura, somando, colaborando, para que os aspectos positivos de um ciclo sejam incorporados em nossa escalada evolutiva, portanto, saber e acompanhar um ciclo é necessário.
Nossos antepassados, incas, maias, os egípcios, os gregos, os atlantes, os lemurianos, os essênios e outras civilizações que tiveram suas oportunidades na Terra, montavam seus calendários e suas atividades em cima do conhecimento que tinham sobre os ciclos e não sobre  datas como fazemos hoje, pois sabiam da fortes influencias dos ciclos maiores sobre os menores.

Hoje nos encontramos como se diz num ditado popular, “mais por fora do que cabo de panela”, pois pouco sabemos, pouco relacionamos, pouco nos posicionamos sobre os ciclos.
Isto nos foi tirado pelas forças involutivas, pois assim o permitimos. Ficamos neste estado de ignorância quase absoluto sobre esta importante relação cíclica.
Continuamos num calendário temporal, restrito aos movimentos do planeta, inócuo em termos de previsibilidade, que omite estágios significativos dos movimentos estelares e sistêmicos da  nossa galáxia e ainda por cima acreditando que a distância que nos separa dos outros corpos celestes, em seus ciclos, nos protege.

Mal e porcamente seguimos os ciclos de nossos filhos, quanto mais um ciclo solar ou galáctico.

É preciso se aproximar desta visão cíclica, estuda-la, aprofundar-se neste tema, pois nossa vida é regida pelos ciclos e não pela forma que medimos o tempo. Nossa vida tem começo, meio e fim através de ciclos bem definidos.
O tempo e a forma que o medimos se restringe ao nosso planeta. Além de estar completamente errado em sua base, tem uma limitação tão intensa que é surreal.
Por isso que nossos profetas “estão errados”, não “acertaram”, mas claro, referiam-se a ciclos e não ao tempo.

Enfim uma visão mais cíclica nos aproxima das fases universais, dos movimentos e energias que são regidos pelo sol central da galáxia, pela forma com que nossos irmãos extraterrestres e intraterrenos se relacionam. Do jeito que estamos vivendo, mensurando o tempo e não os ciclos, nos afastamos de tudo e de todos.


Vamos estudar mais sobre os ciclos e teremos uma visão mais ampla sobre a vida (claro, se tivermos tempo).

Hilton

domingo, 31 de janeiro de 2016

Quando bater o desespero lembre-se de se desapegar.

PENSAMENTO DO DIA 31.01.16

É momento de orar, de vigiar e de nos entregarmos.
Trigueirinho.

Pois bem, na última aparição de Maria, fomos informados do “silencio” de Deus nos momentos atuais da nossa vida planetária.
Este silencio enigmático poder ser inúmeras coisas, mas com certeza inclui a fase transitória da Terra.
Ora, vigiar e entregar é o conselho que vem sendo dado de forma constante e continua, pois a humanidade não consegue equilibrar e melhorar seu intenso desequilíbrio.
Quanto mais o tempo passa, mais nos afundamos no mar de lama que criamos ao longo das eras, com atitudes e posturas sempre incompatíveis com as Leis Regentes do planeta.
Parece que adquirir carma virou uma conquista, uma disputa. Sou carmicamente “maior” que você!

Estamos num momento muito delicado, onde impulsos muito negativos e também muito positivos estão incidindo sobre todos nós, aflorando as tendências que temos no coração.
Temos de nos controlar e nos vigiar, continuamente, para que nossas manifestações negativas não superem as positivas, pois será com estas tendências que nos selecionaremos para as próximas etapas da nossa evolução, ou quem sabe da nossa estagnação.

Orar, uma postura de orações é uma postura de acesso e permissão para sermos acolhidos.
Vigiar, nossas tendências e nossas vontades para que não sejamos parciais, partidários, juízes de situações que já estão em processo de mudanças, portanto, a não interferência é a melhor postura.
Entregar, tem de ser tudo, pois poucos sabemos sobre os novos caminhos, portanto nos entregarmos às novas diretrizes que Deus está escolhendo para cada um é um processo de submissão inteligente e absolutamente coerente com quem chamamos de Pai.

Para isto é preciso ampla neutralidade, quietude, harmonia, silencio e principalmente fé.
Estamos diante de coisas que não temos a menor possibilidade de interferir e muito menos dominar, portanto, acompanhar com fé e submissão é o caminho.
Temos de confiar.
Nenhum de nós será esquecido, desprezado ou desassistido. Podemos até ter esta sensação e ela acontece como um um reflexo do nosso próprio esquecimento e ausência daquilo que tínhamos de fazer e não fizemos.

O conceito que temos sobre o materialismo da vida física tem seus dias contados, pois está em transição e quanto mais nos apoiarmos nisto maior será o desespero.  
Portanto, quando bater o desespero lembre-se de se desapegar. E seja do que for.


Rever posturas, conceitos, informações, é o lance do momento.

Harmonia.

Pensamento do dia 29.01.16

Ao harmonizar a personalidade com a Vida Maior, a essência interior, a cura é processada.
Trigueirinho.

Pois bem, harmonia, o grande lance do momento.
Se nos harmonizarmos, independente das circunstancias, das situações, seremos lúcidos o bastante para, intuitivamente, tomarmos decisões.

Não temos harmonia.
A Terra está envolta em um negativismo psíquico que é terrível e totalmente desfavorável a decisões adequadas sob a ótica de um final de ciclo.
Culpamos, nos culpamos, ficamos revoltados, temos reações muito negativas acumulamos desespero, sentimentos negativos, medos, pelo simples fato de não querer entender que estamos numa fase de transição onde tudo, simplesmente tudo será transformado.

A personalidade está doidinha com tudo isto, pois não consegue compreender e nem assimilar algo que não viveu.
Alguns dos seres humanos são lemurianos ou atlantes. Alguns destes indivíduos possuem certa lembrança, ainda que muito distante de passagens relativamente próximas do que estamos e iremos passar, mesmo assim são vagas lembranças. No entanto, nenhuma destas lembranças se aproxima do volume de modificações que a Terra e seus reinos estão passando.
Por isso de tanta confusão, insegurança e medo.
O pior é que muitos se apoiam no que não funciona mais, como os bens materiais, as posses, as sociedades e as falsas proteções de governos e governantes que insistem em manter “aparências” de um “quase controle”.

É preciso um despertar, visualizar os novos horizontes e aceitar com harmonia e tranquilidade o que vem mudando.

O Brasil não é mais o mesmo Brasil de um ano atrás. Os culpados são os políticos, a Dilma e o Lula.
Não são os culpados destas mudanças, são somente culpados de se utilizarem da situação em causa própria, mas o país está se ajustando ao que não lhe caberá mais para os momentos vindouros.
Difícil aceitar este argumento, mas ele ficará mais claro na medida em que formos nos aproximando das situações mais envolventes.


Reavaliem posturas, objetivos e harmonizem-se.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O que é ser inteligente?


Pensamento do dia 26.01.2016

Ainda que não saibamos o que isto representa, já aprendemos que tudo está dentro de nos.
Trigueirinho.

Pois bem, aprendemos que somos um microuniverso contendo tudo o que um universo inteiro possui.
Então porque não podemos aplicar tudo que temos.?
Por absoluta falta de conhecimento de como se usa.

A maioria das pessoas, ao abrirem um novo produto, raramente irá ler o manual. Vai por tentativa e erro correndo o risco de montar ou usar de forma inadequada.
Somos assim, no livre arbítrio, temos procurado usar somente o pouco conhecemos, sem a base necessária.

Achamos que sabemos amar porque gostamos de alguém; que somos cientistas com base em dados estatísticos; que podemos dominar certas energias de alto poder destrutivo e incrivelmente poluente; vivemos em guerra, em disputas, na posse e no domínio, achando que somos sociáveis; praticamos a distribuição do que a Mãe Natureza nos dá gratuitamente, mediante interesses, ganancia e mesquinharia; enfim não temos a base do amor para vivermos como um microuniverso.
Desta forma, escolhemos o caminho longo, e a “tentativa e erro” tem sido a forma de aprender e se aperfeiçoar no caminho da evolução.

Precisamos ser inteligentes!!!
Mas o que é ser inteligente?

Inteligência é seguir as Leis, o Plano Maior, submeter-se ao que temos aprendido, acolher o que nos chega à mão e à mente, com amor, com gratidão, com acolhimento.
Aceitar, inicialmente, nos leva ao aprofundamento das informações assimiladas. Isto é fé.

Não temos sido inteligentes, pois a soberba e a ganancia tem até escondido o que chega para todos, aquilo que é de todos.
Imaginem se eu estivesse guardando para mim todas estas informações que nos veem à mão todos os dias.
Obviamente já teria enfartado, pois meu coração não foi projetado, no seu arquétipo, para ACUMULAR, mas para ceder, doar, distribuir aquilo que a todos pertence.

Agora, vejam que nem todos se interessam por isto.
Este interesse e esta curiosidade que alguns manifestam, é a energia da evolução palpitando dentro do indivíduo que decidiu que sua encarnação fará sentido, será útil, não será somente cármica e que ele topa continuar a vida que o Criador lhe atribuiu.
Outros irão viver somente na observação, na contemplação, para então lentamente, decidirem se irão evoluir ou não.
Outros estão tão distraídos e tão preocupados com a matéria, a vida, com aquilo que os outros fazem, que ainda não encontraram tempo para evoluírem. São prisioneiros do tempo e do espaço, num átimo do tempo universal.
Outros tem verdadeira rejeição por isto, são materialistas ao extremo e para eles é preciso ver para crer. Vivem essencialmente os carmas, constituindo novos, sem cessar.

Então temos neste mundo cármico, categorias de indivíduos que pensam completamente diferentes, tornando nosso mundo uma parafernália de conceitos, direitos, objetivos, necessidades, caminhos, formando uma massa confusa que não se entende e que trabalha um contra os outros.
Então vem a forças involutivas e colocam a última carga explosiva para detonar de vez as possibilidades, os MEDOS.

Ai, virou o “samba do crioulo doido” (pegou bem, época de carnaval), onde ninguém mais se entende e a humanidade vai se afundando dia a dia, num mar de angustias, medos, fracassos, sem objetivos, entregues e inertes a estados de sofrimentos contínuos e constantes.

Vejam que o princípio, a ignorância, tem nos levado a estes estados de sofrimento sem fim, onde temos dependido de nós mesmos para, mal e porcamente, sobreviver, quando deveríamos depender das Leis e do Plano Maior para continuarmos.
Eis o problema do livre arbítrio para humanidades ignorantes (rebeldes e arredias a uma submissão de amor e plenitude), que confundem evolução com soberania e escravidão.

Tudo está dentro de nós e são as informações elevadas, que ao serem assimiladas acionam mecanismos de Luz que ativa no centro nervoso e no córtex cerebral as explosões de sabedoria que estão muito bem guardadas em nosso ser, pois somos seres perfeitos e absolutamente divinos.
Hilton

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Nosso "achômetro" tem estado muito descalibrado.


Pensamento do dia 25.01.16

Pode uma fogueira arder por outra? Cada qual tem de cumprir a própria tarefa.
Trigueirinho.

Pois bem, cada um é um ser exclusivo.
Cada um tem seu próprio destino.
Cada um tem seu próprio caminho evolutivo.
Cada um é um único universo em si próprio.
Vivemos em comunidade, em sociedade e habitamos a Terra.

Estamos aprendendo a nos socializar, a compreender a vida comum, a nos relacionarmos com as outras formas de vida que existem por todo o universo, a compreender as particularidades de cada um, a miscigenar o meio físico, a nos ajudar e com tudo isto, a nos amarmos.
Desta forma, viver é uma grande experiência que se desdobra em inúmeras fases, situações, condições, continuísmos, estágios, para que possamos aprender sobre tudo aquilo que foi concebido e criado por Deus.

O processo evolutivo é continuo e infinito.

Estamos num dos estágios do universo material e desde que vencidos todos estes estágios com sucesso, iniciaremos novas etapas de aprendizado no universo imaterial. “Tem muita água pra rolar.”
Mas porque falar nestas dimensões no continuísmo da vida?
Pelo simples fato de que a humanidade terrestre tem enorme dificuldade em compreender que tudo continua, tudo se desdobra, se multiplica, se torna mais abrangente, portanto, nada cessa e nunca cessa.
Um indivíduo que tenta se sobrepor ao outro, estará na contramão da organização universal, portanto, fatalmente irá sofrer energias contrarias que o deixaram desnorteado e terá de empreender imensos esforços para retornar e dar continuidade de onde parou.

Por exemplo, tente nadar contra as correntes marítimas de um oceano. Talvez você consiga por alguns metros, mas fatalmente a correnteza o levará.
Assim tem sido a maioria da população que não vem seguindo as regras básicas das Leis Universais.
“Socializar-se” é estar por cima.
“Compreender” é quando somos atendidos em nossas loucuras.
“Relacionar-se” é quando somos atendidos em nossa criteriosa seleção de indivíduos prestigiados.
“Amamos”, somente quando algum interesse possa ser despertado. Por exemplo, uma mãe ama ardentemente seu filho, mas e as outras crianças?

Não é à toa que nesta vida, neste planeta, somos obrigados a trabalhar para sobreviver. Isto só ocorre em planetas cármicos, os demais a abundancia, sem desperdício, é uma constante.

Ficamos tão interessados no que os outros estão fazendo que esquecemos que temos nossas próprias tarefas para cumprir.

Ninguém queimará tua fogueira. Ela é tua e com ela você superará o frio, queimará o desnecessário, irá gerar a luz, iluminará a escuridão, enfim cada um tem de cumprir as tarefas que lhe foi designada para o processo do aprendizado.

É preciso muito foco em si próprio e não nos outros.
Temos de ser mais observadores da vida.

Temos de deixar os outros viverem sem nossos palpites, criticas, observações, fofocas, preocupações, pois cada um tem EXATAMENTE A VIDA QUE PRECISA VIVER.

A caridade é uma das atitudes que considero uma das mais difíceis de se praticar, pois ajudar alguém sem interferir exige muita intuição e muito equilíbrio.

Quando queremos ajudar, não toleramos os erros e a “ingratidão”, que neste caso está mais para posse e domínio do que outra coisa.

Errar é absolutamente necessário para o aprendizado e na maioria da vezes o erro só existe quando a própria pessoa percebe que está errando. Até então, ela continuará fazendo o que tem sido feito até a vida dar uma guinada.
Isto tipo de respeito é raro.
Queremos interferir sempre e muitas vezes mudamos radicalmente as condições de uma pessoa, sem que a mesma tenha se dado conta e compreendido esta necessidade de mudar, mas como o destino é implacável, circunstancias semelhantes retornam até que ela aprenda.

Observar estados de sofrimentos não é fácil, mas faz parte do nosso aprendizado, para aprendermos a tolerar e ser passivo perante certas situações que não devemos mudar.

Por isso que Deus é “injusto”. Ele sabe que estou sofrendo e não faz nada! nfelizmente este raciocínio é muito mais comum do que imaginamos.

Queremos mudar sempre, sem levar em conta se pode ou não ser mudado.
Nosso “achômetro” nos leva a erros imensos, retroagindo situações de forma continuada (própria e de outros) em cima das mesmas vivencias.

Cada tem sua própria fogueira, seu próprio destino e a sua própria tarefa. Se me encanto com o fogo do outro, fico hipnotizado e não vivo a minha própria fogueira. Se me decepciono com a fogueira do outro, fico preocupado, distraído e não percebo que a minha também precisa ser alimentada.

Vivermos em função dos outros é uma armadilha fatal, que tem levado milhões e milhões de pessoas a uma ampliação cármica sem igual.

Vamos nos reposicionar e tudo que tivermos de fazer, que seja feito sem quadros emocionais distorcidos, com equilíbrio, de forma respeitosa, sem INTERFERENCIAS, pois a vida é muito mais inteligente e muito mais capaz do que imaginamos.
Não contar com as “ajudas” silenciosas é um dos piores erros que temos cometido.

Aceitar e depois compreender são as verdadeiras atitudes que nos leva a ser um indivíduo útil a nós mesmos e ao meio que vivemos.
Hilton
 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Estar bem.

Pensamento do dia 23/01/16

Uma das funções do sofrimento espiritual é despertar a fé.
Trigueirinho.

Porque sofremos tanto?
Como temos sido informados, somos metade espiritual e metade material. Somos todos assim.
Nos distanciamos demais da nossa contraparte espiritual. Deixamos esta contraparte ao relento, à obscuridade, a um lugar tão distante em nossa mente, que esquecemos que esta contraparte é a que completa todo nosso ser.
Muitos não têm fé, pelo simples fato de a desprezar completamente.
Mas, é somente uma questão de tempo em nossa vida tão curta, para que o sofrimento espiritual aflore.
São os sentimentos negativos que acabam se manifestando em nosso ser. É uma forma de apelo da contraparte espiritual para que não a esqueçamos.
Uma pessoa com desequilíbrios, e podem ser diversos, onde a angustia, os medos, o pânico, as dores internas, as saudades, o arrependimento, acabam por expressar sintomas claros de que nossa contraparte espiritual reclama da sua ausência em nossa vida.
Muitos vão à procura dos paliativos, dos medicamentos hipnóticos, da rebeldia ou empreitam uma fuga descontrolada sem saber do que e porquê.
Outros, bem poucos por sinal, começam a buscar o alimento da alma, pois sentem que esta contraparte espiritual está desnutrida, enfraquecida, carente e pressentem que o pior está por vir.

O sofrimento espiritual, através dos desequilíbrios emocionais, manifesta-se como forma de preservar nossa integridade .
Mas a maioria não consegue entender, culpando o ambiente, as pessoas (inclusive as que a amam), a família, a si próprio, as circunstancias que a vida lhe oferece e continuam vivendo com intensos picos de sofrimento, até desencarnarem.

O sofrimento espiritual é real e ao primeiro sintoma, pare o que está fazendo. Dedique-se e acentue tua busca para o que realmente lhe falta.
Com certeza não será nenhuma quinquilharia material e não tem nos outlet´s ou nos shoppings.
Outros empreendem fugas espetaculares, consumindo avilmente, viajando continuamente, distraindo-se com tudo que é supérfluo, estudando e trabalhando à exaustão, pois morrem de medo de enfrentarem a realidade que seu coração clama.
Estes não têm tempo para “nada mais”. São pessoas extremamente ocupadas. Ao desencarnarem irão sentir a dura e triste realidade das coisas inúteis e involutivas que fizeram.

Outro aspecto são aquelas pessoas que nasceram com certos “dons e “ferramentas” tão necessárias a todos, que por não terem percebido que ao encarnar optaram por realizar Tarefas necessárias para a humanidade, fogem continuamente da própria contraparte espiritual como se isto as isentasse das responsabilidades assumidas.

No mínimo, cada um deveria pesquisar sobre estes aspectos e assim poderiam equilibrar-se, deixando de ser um “peso morto” para a humanidade.

Precisamos cumprir nosso papel e para isto temos que, inicialmente, conhece-lo.
Dispor-se a isto poderá ser o suficiente, pois nos planos Divinos, nosso consentimento abrirá todas as portas necessárias, cada uma no seu devido tempo, para cumprirmos nossas experiências e nossa metas evolutivas.  

Hilton


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A escolha do Caminho.

Pensamento do dia, quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

"É necessário extremo cuidado com palavras e pensamentos. "
Trigueirinho.

Comentários:
Na nossa reunião semanal do Grupo, tivemos nesta terça, uma informação muito peculiar.
Holograficamente, nos foi mostrado as inclusões do novo código genético – GNA.

1ª cena: Seres muito altos de corpo quase transparente, manipulando a espiral do código genético. Flutuando ao redor, inúmeras esferas de Luz, ficavam disponíveis para serem colhidas e adicionadas na espiral sendo trabalhada.

2ª cena: a Família Sagrada cedendo estas esferas iluminadas que saiam de seus corpos e flutuavam até a 1ª cena.

Bom, entendi que a Família Sagrada, portadores do arquétipo perfeito e original do ser humano da Terra, cediam estas esferas de Luz para serem implantadas e ajustadas no atual código genético – DNA – para que este se transforme no novo código genético – GNA - que será o novo código da nova raça humana, após os ajustes finais do ciclo planetário em sua fase final, evidentemente, no solo sagrado da qual a Terra se transformará.
Tais esferas são “códigos de Luz” que nos livrará de vários processos penosos e complicados para uma evolução mais retilínea e natural, pois fatores como a hereditariedade deixará de nos influenciar.

Estes Seres são chamados de Jardineiros Siderais e trabalham ativamente em mundos na sua fase transitória, como a da Terra.

Desta forma, entendi que a 2000 anos atrás, na presença da Família Sagrada, portadores da energia crística, fomos agraciados com a nova possibilidade de renascermos com um novo código que nos libertará das presenças incomodas no código atual, aliás que vem sendo manipulado, indevidamente, pelos nossos  cientistas sem o conhecimento necessário e premente da Vida Universal.
De lá para cá, indivíduos, em especial os Índigos e Cristal, foram nascendo com dois códigos, o DNA no corpo físico e o GNA no corpo de Luz, para os devidos ajustes para esta nova implantação que se dará em todos os corpos que possuímos. Muitas destas pessoas se tornaram pessoas ilustres, colaboradoras das necessidades do planeta e de seus reinos, vivenciando situações para estes ajustes necessários, manipulados pelos Jardineiros Siderais.
Assim como, muitos Índigos e Cristal, também se desviaram de seus objetivos e suas características elevadas e deturparam o ambiente terreno produzindo guerras, discórdias, corrupção e destruição.
Um Índigo famoso que desviou-se dos objetivos básicos, foi Hitler. Poderoso, inteligente, com um discurso encantador e hipnótico, deu origem para que as forças involutivas produzissem as atrocidades que conhecemos, levando o mundo ao advento da guerra. Podemos dizer que Hitler ao nascer, encontrou um ambiente preparado para a 1ª guerra mundial, fértil nos desajustes humanos e na ignorância espiritual.  

Hoje temos inúmeras crianças, aliás tem nascido uma quantidade muito considerável, com o novo código genético - GNA, alinda no corpo de Luz, na qualidade de Índigo ou Cristal, onde o novo código atua significativamente nos órgãos principais como os produtores de enzimas, circulatórios e o cérebro, com impulsos elétricos mais intensos e mais coordenados que numa criança normal, tornando-os percussores da nova raça humana.
Tais crianças exigem certos cuidados especiais, em especial na alimentação, onde a ingestão de carnes acentuará, consideravelmente, os medos e a insegurança. A educação com base na evolução espiritual precisa ser acentuada, pois tais crianças vem com as duas partes, material e espiritual muito bem definidas e precisam do alimento (material e espiritual) para que as duas partes se desenvolvam de forma ajustada,  alinhada e concomitante.

As palavras e os pensamentos que a elas são dirigidas precisam ser sempre portadoras da boa vontade, do positivismo, da inteligência, do altruísmo, para que sua formação possa se dar num ambiente favorável e elevado, pois normalmente estas crianças, que serão adultos, vem com Tarefas muito elevadas e necessárias para a raça humana atual. Uma educação bem elevada as tornará uma ponte do Plano Maior com nosso plano terrestre, na 3ª dimensão, onde ao redor delas, circula e irá circular Seres de elevada eficiência e sintonia com o Criador.

Pensamento:
Pois bem, palavras e pensamentos circulam em nossa atmosfera e definem os caminhos dos seres humanos.
Nossas vontades, desejos e manifestações, são extremamente influenciadas por estas palavras e pensamentos que formam a ordem psíquica do ambiente planetário.
Vou tentar dar um exemplo bem caseiro. Espero ter sido feliz no exemplo.

Digamos que a Rose me peça para ir comprar frutas no mercado da esquina.
O percurso a pé, em linha reta, levará 5 min no máximo, pois fica na próxima esquina.

1.   Caminho curto: saio de casa, caminho 5min, compro as frutas e retorno.
2.   Caminho médio: saio de casa, resolvo ir pelo Ibirapuera, levo 8 horas neste trajeto, compro as frutas e volto.
3.   Caminho longo: saio de casa, vou até o Jardim Angela (bairro violento de SP), fico encantado com o as drogas e a violência, passo 20 anos, retorno, compro as frutas e volto. 

Assim tem sido nossa vida.
O destino, inexorável, definiu que as frutas (evolução) terei de trazer de qualquer jeito. A forma e o caminho será da minha livre escolha, no livre arbítrio, onde poderei optar pelo caminho curto, o médio ou o longo.
Entra nesta equação as condicionantes cármicas que exigirá que eu tenho mais força de vontade ou ceda, mais facilmente, às tentações.
Por exemplo, posso resolver percorrer o caminho médio, indo pelo Parque do Ibirapuera. Fico encantado e resolvo conhecer a Disney. Amplio ainda mais meu desvio. Cedo um pouco mais às ilusões e vou finalmente conhecer as megas ilusões plastificadas do Mundo Disney. Me encantam, me faz sonhar e por dias, semanas, meses, anos, vidas, curto as ilusões sem cumprir o meu objetivo definido pelo destino, as frutas (a evolução), que é inexorável.
Transformei o caminho médio no caminho longo, mas não o preenchi de novas condicionantes cármicas, mas com certeza irei aguardar um novo ciclo, quem sabe num mundo novo, mas cármico também.

Posso seguir o caminho curto, mas ao percorre-lo, piso no coco do cachorro e paro ou retorno para limpar os pés. Tropeço na calçada e paro para chorar as dores do tropeção. Fico distraído com o zelador do prédio que limpa com vigor a calçada. Paro para observar o transito, aliás pequeno, admirando os carros, as cores e sonhando com o modelo de carro que quero comprar. Fico com medo de ser assaltado, pois o mundo tá violento. Enfim mesmo no caminho curto posso, continuamente, me distrair com muitas coisas adiando meu objetivo ( a evolução) e transformando-o no caminho médio.
Creio que esta situação abrange boa parte dos indivíduos de boa vontade.

O caminho longo é, efetivamente, para pessoas muito fracas, muito assediadas pelas forças involutivas que cedem na menor pressão que estas exercem sobre elas. O índigo famoso, Hitler, escolheu o caminho muito longo e quem sabe terá de voltar ao nível da criação de uma nova alma.

Não podemos mais nos distrair com as ilusões da vida, no mundo da fantasia. Não tenho nada contra a Disney, mas podem ter certeza que este Mundo foi ardilosamente criado como símbolo das nossas ilusões, da nossa perda de tempo, das nossas paradas opcionais que demandarão anos, vidas de recuperação penosa.
Claro que preciso me distrair, descontrair, conhecer a Disney se possível, mas jamais devo perder meu foco, meu objetivo, minha evolução.

Os tempos atuais são tempos das grandes tribulações, são tempos difíceis, são tempos onde a perda de tempo poderá nos trazer grande arrependimento.
Hoje é preciso muito foco, pouca distração, muito equilíbrio e muita confiança, enfim fé.

Hilton