quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Como enfrentar nossos medos.

Pensamento do dia 04 de outubro de 2...

Aspiração à busca espiritual e ao serviço altruísta anula o medo

O medo é, entre outras coisas, o resultado da atividade mental mal direcionada.
Quando a mente é orientada para a meta superior da existência, ele se abranda ou nem surge. Poderíamos dizer que a ignorância acerca do que realmente somos em essência é que faz surgir o medo. Quase sempre vemo-nos como indivíduos isolados, e não como células de uma única Vida. Mas à medida que por amor nos doamos a alguma causa ou serviço altruísta, vamos tomando consciência da existência de um Universo Maior, e o medo começa a dissolver-se.
Há também um medo ancestral que costuma emergir do subconsciente de todos, originado da memória de experiências vividas em épocas pré-históricas, em que o ambiente sobre a Terra era por demais inóspito. Esse medo é ainda atuante devido à falta de comunicação livre entre a consciência externa e o nível supramental -- encontrado além da mente normal e concreta. Quando essa comunicação se estabelece e se firma, quando a pessoa chega à vibração interior e profunda da alma, o medo tende a desaparecer.
Importante saber que medos e sentimentos negativos alheios podem ser incorporados à nossa aura sensitiva e tomados como nossos.
A mente individual tem capacidade para captar elementos do nível mental coletivo e transferi-los para si mesma. Também podemos manifestar apreensões pelo que está ocorrendo não especificamente conosco, mas de modo generalizado. Por exemplo, muitos hoje estão sentindo a iminente ruína da economia no mundo e costumam interpretar isso como algo que seu destino pessoal lhe reserva. Nesses pode-se redobrar, então, o medo de sofrer privações.

A humanidade atual sofre de um medo bastante comum: o medo do fracasso. Esse medo advém de estarmos identificados em demasia com a personalidade e vivermos em ambientes que nos depreciam. Habituados pela educação normal, a comparar-nos e a confrontar-nos com os semelhantes, é comum ficarmos insatisfeitos com nossas possibilidades. Na realidade, cada um é útil com suas próprias qualidades e virtudes, e as qualidades dos demais têm outra serventia.
O sentimento de inadequação pode demonstrar que visamos a algo que não nos é destinado no momento. Se estivéssemos canalizando atenção e energia para a tarefa imediata que nos cabe, veríamos como estar preparados para desempenhá-la corretamente: de nada mais precisaríamos além da total entrega ao serviço.
Mas o sentimento de inadequação pode também resultar da imensa necessidade planetária. Dado o número insuficiente de pessoas disponíveis para ajudar na grande obra evolutiva, espiritual, a ser realizada na Terra, às que estiverem dispostas a servir são oferecidas oportunidades que exigem uma capacidade maior do que a por elas manifestada. E que se conta com seu potencial oculto.
Assumir essas tarefas com coragem atrai uma força desconhecida, que dissolve o medo do fracasso logo que desponta.
Aceitar sem receio trabalhos mais complexos do que os de hábito cura-nos dessa espécie de medo  desde que as circunstâncias para realizá-los venham dos níveis superiores do ser, e não de impulsos engendrados pela ambição.
Se fizermos o que for necessário na ocasião propícia e conforme nossa mais elevada consciência, e se entregarmos à Vida universal o resultado das nossas ações, liberamo-nos desse sentimento de inadequação.
Trigueirinho.

Pois bem, conforme instruções, tudo é uma questão de posicionamento perante a vida.
Nos baseamos demais nas aparências, na superficialidade e não nos aprofundamos o suficiente para perceber o verdadeiro ritmo da vida, da humanidade, do planeta.
Nos preocupamos sempre em ser, em ter, em poder, essencialmente no mundo material face nossos medos.
Como foi dito, o medo ancestral, numa época em que as lutas pela sobrevivência eram intensas ainda persiste em muitos e os torna extremamente gananciosos.
Nosso egoísmo provem dos nossos medos e foi alicerçado no medo ancestral, só que não conseguimos reverte-lo e este se mantem, pela incompatibilidade de nos aceitarmos como corpo e alma.

Como sugerido, as Tarefas elevadas, altruístas, desprendidas de quaisquer interesses tem poderes magníficos para contrabalançar com estes medos intensos.
Poucos creem nisto e na maioria das vezes troca-se a oferta de si próprio pelos pedidos para si próprio, estimulando a manutenção dos próprios medos.
No decorrer deste final de ciclo planetário, ativaremos todos os medos, exporemos os mais ocultos, os mais ferrenhos por ser uma etapa em que tudo deverá ser exposto e transmutado. As reações serão imprevisíveis, portanto, estar atento e coligado será essencial, uma vez que a mente não poderá deduzir reações necessárias para as ações que serão desencadeadas.


Faça o essencial. Dedique-se somente ao necessário.
Hilton

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Os sonhos e a minha realidade.

Pensamento do dia 03 de outubro de 2...

Os sonhos podem mostrar nossa realidade com clareza

Geralmente somos mais livres nos sonhos, de modo que eles podem colocar-nos em contato com níveis mais elevados do nosso ser, de onde podem vir orientações precisas.
Todos os que passaram pela experiência de um sonho marcante sabem que depois de vivenciá-lo não continuaram a ser os mesmos.
No nível da consciência de vigília, de desperto, temos a ilusão de que somos separados uns dos outros, de que somos uma coisa e o universo é outra, como algo distante e fora de nós. Todavia, um sonho pode mostrar que essa não é a realidade.
Um sonho pode apresentar o que vem realmente do nosso lado interno, profundo, e não da nossa parte mais superficial, aparente ou racional. Num sonho, isso pode ser liberado, e então ficamos diante da realidade, vendo-a com mais clareza.
Quanto mais nos aprofundamos nesse assunto, mais temos sonhos simbólicos, ligados a fatos não concretos, conforme costumamos pensar. Em vários casos, esses sonhos simbólicos podem ser considerados a linguagem da nossa alma, a qual não se atinge com a mente comum.
Na vida de desperto, um mais um é igual a dois, ao passo que, na linguagem da alma, não é assim.
Na vida espiritual, se interpretarmos um sonho simbólico em termos lógicos e racionais, dificilmente chegaremos a uma conclusão correta. Para sabermos o que ele está manifestando, é preciso despir-nos de toda preocupação de ver as coisas logicamente, de querer introjetar nossas ideias sobre o significado que possa ter. E preciso que nos liberemos de conceitos; do contrário, não compreenderemos o símbolo.
Diante de um sonho, convém ficarmos imparciais, tanto ao passá-lo a outros, se for o caso, como para a nossa própria compreensão.
Devemos registrá-lo com fidedignidade, com detalhes, mas sem acrescentar-lhe nada.
Se me coligo em silêncio com o símbolo que vi e fico quieto, isentando-me de formar uma opinião, provavelmente outros elementos surgirão na minha consciência. Esses elementos podem ter um significado específico que emergirá de dentro de mim, não através de explicações mentais, mas de estados de ânimo que me transformam.
Ainda que, quieto e imparcial diante do símbolo, eu não consiga chegar a conclusão alguma, não tem importância; pelo simples fato de ter ficado nessa atitude, impassível e impessoal, permito que o símbolo me transforme. Por ser ele um concentrado de energias de um outro nível, com minha atitude de imparcialidade acabo entrando em contato com a energia que traz, mesmo sem compreendê-lo.
Se um símbolo for muito abstrato, de tal modo que meu grau de compreensão atual não me permita atingi-lo, basta eu ficar relaxado para ser tocado por sua energia. Talvez o símbolo não queira dizer nada mais que "fique calmo, quieto e atento, olhando para mim"
Quanto mais abstrato e incompreensível for o símbolo visto ou sonhado, mais profundo o nível do qual terá vindo. Cada vez que o recordo, e que nele penso com gratidão e afeto, sou energizado e me coligo com um nível mais interno do meu ser. Tal nível está sendo representado pelo símbolo e, por isso, quando minha mente se volta para ele, sou colocado em contato com meu Eu Superior, na proporção em que isso pode ser feito na atual fase da minha existência.
Trigueirinho.

Pois bem, eis uma indicação de postura que devemos seguir para aprender a compreender os recados da alma.
Geralmente as pessoas interpretam seus sonhos “ao pé da letra”, fantasiam, se impressionam e deduzem estados críticos que não vão acontecer.
Como somos impressionáveis, se os sonhos importantes não forem marcantes, pouca ou nenhuma atenção lhe será dada e os recados não são absorvidos.
Como exemplo, sonha-se em certos momentos da nossa vida, com a morte.
A morte pode ser o fim de um estágio que vem se percorrendo, de uma situação que está prestes a se encerrar, enfim de algo que termina e outra que começará.
Como cada um se encontra num nível de consciência, de compreensão e evolução, os sonhos divergem de pessoa para pessoa.
Poderemos ter sonhos coletivos quando algo de âmbito coletivo poderá acontecer.
As grandes descobertas mundiais, na ciência, na física, na medicina, na mecânica, com em todos os outros setores, foram inspirações vindos do alto que “tocaram” certos indivíduos aptos a estes desenvolvimentos.
Os sonhos são simbólicos e expressam estados de consciência, atuais, futuros e do passado, que pendem de ajustes atuais, para o futuro e os passados.
Esta forma de comunicação anímica (da alma) foi uma maneira encontrada face a nossos bloqueios mentais fortemente controlados pela personalidade.
No futuro isto muda, o formato será outro e a comunicação anímica mais direta.

Atente para o que sonha, anote, preencha com o máximo de detalhes, não seja telegráfico ou se prenda ao que você considera mais importante, pois o conjunto é que dará o formato que precisamos conhecer.
Sonhar com outras pessoas, nem sempre significa recados que temos de dar, pois nos espelhamos nos outros. Ou seja, muitas vezes o que vemos nos outros são nossos próprios reflexos, nossos próprios defeitos ou qualidades, portanto, nunca devemos nos isentar.
Consulte pessoas, se necessário, com certas aptidões e não curiosos ou tendenciosas que poderá atrapalhar mais do que ajudar.
O ideal sempre será um trabalho interno, pessoal para a devida interpretação.

Bons sonhos, o que não significa sonhos tranquilos.
Hilton

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O correto adormecer.

O correto adormecer nos leva a um sono mais tranquilo

Quando nos deitamos e nos preparamos para adormecer, o nosso eu interno — núcleo profundo do nosso ser — vai reunindo todas as energias disponíveis, levando-as para uma região especial do nosso corpo: o centro cardíaco, no centro energético do nosso tórax. É  importante acompanhar esse movimento para nos interiorizarmos e partirmos para um sono tranquilo, na direção de níveis mais profundos.
Quando seguimos esse movimento do nosso eu interno, de recolhimento, os pensamentos que passam pelo cérebro devem ser silenciados ou transformados em algo bom, positivo. Também devemos procurar relaxar e equilibrar nossas emoções, enquanto o corpo físico se prepara para repousar.
Quando o corpo físico e o cérebro dormem, a alma fica recolhida em seu próprio nível de realidade, que é a quarta dimensão, um plano sutil, elevado. Desse plano, a alma pode, ou não, enviar impressões para a personalidade. Para isso ocorrer, os corpos da personalidade — como o mental e o emocional devem estar repouso. Assim as mensagens da alma pode atravessá-los e chegar até o cérebro físico. Desse modo, quando o corpo acordar depois do sono terá registrado no cérebro o que a alma enviou. Se não houver esse relaxamento, o cérebro físico continuará registrando o que acontece em torno, como os ruídos do meio ambiente.
Se, no processo de relaxamento percebermos que preocupações do dia ainda nos acompanham, poderemos usar o recurso de recapitular o que se passou naquele dia, porém, ao inverso: a partir do último fato acontecido, até chegar ao primeiro, quando despertamos. Tal revisão deve ser calma, atenta e imparcial, para que não haja novos envolvimentos com fatos já vividos.
O efeito prático desse trabalho é que toda a narração do dia desenrola-se no cérebro, como episódios de um filme, e acaba se liberando. Isso equivale a livrar o mecanismo cerebral dessas recordações que têm o poder de estimulá-lo durante a noite e fazê-lo continuar funcionando, produzindo os chamados sonhos cerebrais, que não têm valor.
Algumas pessoas adormecem durante essa recapitulação, o que não terá importância, desde que a intenção tenha sido a de completá-la. Essa boa intenção é projetada para dentro do sono, e o processo da recapitulação pode prosseguir quando já se está dormindo. As vezes isso nem sempre é consciente. Tudo isso serve para mostrar quanta ressonância tem nos planos subjetivos a nossa última intenção antes de adormecer.
Seria bom que, ao adormecer, atingíssemos logo, com a consciência, zonas mais profundas do nosso ser. Há uma técnica direta que pode ser usada não só para nos lembrarmos do que se passou à noite, mas também para atravessarmos rapidamente os níveis intermediários.
A técnica consiste num cuidado especial para com aquele momento-limite que antecede o adormecer, momento em que não estamos nem acordados, nem dormindo, em que vamos perdendo a consciência e entrando num estado onírico. Aí, o último pensamento do consciente deve ser positivo, imbuído da vontade de ir para um nível bem alto, superior. Um pensamento que seja a afirmação de um mundo espiritual. Isso determina uma vida de sonhos mais madura.
Outro ponto a ser considerado é o horário de dormir. E bom ter um horário fixo, regular, rítmico. Lembremo-nos de que o subconsciente é cheio de ritmos, e se estabelecemos mais algum voluntariamente, ele o absorverá bem.
Trigueirinho.

Pois bem, o correto adormecer é essencial para nos ajustarmos ao ponto do equilíbrio de cada um .
Nossa vida, em geral, tem sido bem intensa e poucos respeitam esta condição básica da necessidade do correto adormecer. O maior problema talvez seja a falta de informações a este respeito, aliado a uma vida intensa e com poucas regras em relação ao nosso conjunto corpo-espírito.
Regras simples como esta fazem a diferença na vida, pois podemos ter uma percepção mais clara a respeito das orientações oriundas da alma.
Já foi citado que no período das 22.30hs até as 2.30hs é o período em que somos atraídos para zonas elevadas em que as vibrações são intensas e muito produtivas, podendo aclarar no dia seguinte ações mais produtivas e eficientes nesse conjunto corpo-alma.
Vejam que a recomendação de orar ao deitar faz todo sentido, pois com a oração aceleramos  o  processo da coligação e o último pensamento torna-se elevado.

Num momento em que as estruturas físicas e psicológicas estão ruindo e desmoronando, o correto adormecer torna-se essencial para termos acesso à nossa principal fonte de inspiração, para o dia seguinte e para as decisões que se aproximam.


Levem em conta estes aspectos e revejam certas posturas.
Hilton

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A correta respiração.

Pensamento do dia 27 de setembro de 2...

A respiração correta nos ajuda a pensar ordenadamente.

E importante que o ser humano desenvolva a capacidade de observar e de aperfeiçoar as funções vitais do seu corpo no dia a dia. A medida que percebe essas funções e lhes dá atenção — ao sono, à alimentação, ao despertar, ao adormecer, ao ato de respirar, entre outras —, cria menos atritos e ganha mais energia. Adquire mais equilíbrio e harmonia. Suas funções vitais se desdobram, tornam-se mais sutis: deixam de obedecer apenas aos instintos de sobrevivência e começam a apresentar novos aspectos, subjetivos.

Vejamos a respiração: o movimento respiratório tem duas fases: a da inalação e a da exalação. Entre elas há sempre uma pausa, por menor que seja. Entre a inalação e a exalação, a mente fica disponível para receber os impulsos da alma. Já entre a exalação e a inalação, transfere esses impulsos recebidos ao cérebro, e eles se exteriorizam como pensamento. A respiração está, portanto, diretamente ligada ao ato de pensar. Influi na qualidade, na intensidade e na abrangência do pensamento.

O aprimoramento do ato de respirar influencia a vida de pensamentos de modo positivo. Além disso a respiração correta alimenta o magnetismo superior.

O ato de respirar não se resume, portanto, em inalar oxigênio e exalar gás carbónico. Devemos valorizá-lo, atentos às energias universais que nos circundam e que se encontram em nosso interior. Aos poucos, então, teremos mais consciência do seu real significado.

Se inalamos e exalamos profundamente, os tecidos ganham mais vitalidade. Adquirimos também flexibilidade, pois a respiração está relacionada com a prontidão em reconhecer o que é correto e necessário a cada momento. Pelo aprimoramento da respiração, preparamo-nos para seguir com agilidade os impulsos que vêm do mundo interior. A respiração correta ajuda-nos a pensar ordenadamente, a nos valer do lado mais sutil e subjetivo da mente.

Os efeitos da boa respiração repercutem nas demais funções vitais do organismo. E, sobretudo, ajudam-nos a corrigir nossa atitude diante da vida em geral.

Se respiramos corretamente, estamos injetando energia em todas as funções do organismo, com incalculáveis benefícios para os sistemas do nosso corpo. Nosso campo de ação se expande e passamos a ter uma maior percepção das coisas da vida.

Há várias modalidades de exercícios para se chegar a uma boa respiração, mas cada um de nós precisa encontrar a sua própria maneira de aperfeiçoá-la. Podemos, por exemplo, dispor-nos a estar atentos à respiração no dia a dia. Podemos, além disso, reservar alguns minutos do dia para observá-la.

A diminuição da frequência respiratória significa que o mundo interior está permeando mais o mundo mental e o cérebro físico. Na respiração mais pausada, o intervalo entre inalação e exalação se alonga, e esse é o momento da descida da energia da alma para a mente. Como decorrência, a realidade subjetiva pode permear o cérebro com maior intensidade e, assim, começamos a ter pensamentos condizentes com o que de verdade somos.
Trigueirinho.

Pois bem, as explicações são bem explicitas e simples. É uma questão de pratica.
Cabe salientar que o Universo também respira, é o pulsar entre um big bang e outro, envolvendo bilhões de eras.
Tudo no universo pulsa, ou seja, respira e nestes intervalos entre um pulsar e outro que os impulsos para as mudanças ocorrem.
Tudo que acontece no macrocosmo acontece no microcosmo.
Pouco percebemos pois associamos o tempo a tudo isto e ao fazermos isto, estreitamos demais o intervalo para nosso raciocínio perceber.

A palestra de ontem do Trig. ressaltou um assunto que é importantíssimo termos em mente, além das disciplinas para superação dos medos. Trata-se da sutilização da matéria galáctica, ou seja, a matéria que compõem o universo material será sutilizado.
Em nossa galáxia, o sol central (da galáxia) que cuidará deste novo expoente.
O que pode parecer algo grandioso e fora de propósito para nós, não é, pois o que acontece no macrocosmo acontece no microcosmo, portanto, a matéria na Terra e nos demais planetas serão sutilizados. Sendo assim, os reinos da Terra, o corpo humano deste e dos demais planetas serão sutilizados, ou seja, toda a matéria física será sutilizada, portanto estamos nos estertores daquilo que conhecemos e por eras convivemos.
Desta forma, podemos de certa forma, mensurar ainda que precariamente, o nível de transformações que envolverá esta virada cíclica planetária.


Ajude-se e ajude no processo da transformação planetária.
Hilton

terça-feira, 26 de setembro de 2017

A importância de elevar a vibração de nosso corpo físico.



Pensamento do dia 26 de setembro de 2...

Diz-se que o corpo físico se aperfeiçoa quando se torna capaz de responder à consciência mais elevada do ser, à vibração superior. Quando isso acontece com certa intensidade, a substância luz que existe no centro de cada célula é liberada, constituindo assim a realização máxima do nível mais denso e material do homem, o corpo.

O cérebro, por exemplo, tem apenas cerca de 10% de suas células em atividade. Para que possa refletir um pensamento superior, para que sua parte adormecida possa despertar, precisamos mudar a qualidade e as intenções de nossa vida cotidiana. O pensamento comum e as preocupações corriqueiras são capazes de ativar apenas pequeno número de células, e sempre as mesmas.
Trigueirinho.

Pois bem, se atentarmos para estas explicações e dermos vazão em nós mesmos, processos de transformação começam a ocorrer. Estes vão acontecendo. São sutis pois não temos estrutura psicológica para impactos, desta forma, nossa assimilação precisa ser gradual, no entanto, em certo estágio iremos perceber mudanças em nossa estrutura mental e algumas diferenças na estrutura corporal.
As intenções: são as intenções que mantem o “combustível” destas alterações. Quanto mais elevadas forem, mais irão estimular a substancia luz que ativa o lado sutil das nossas células.
Somos um conjunto (corpo- mente – espirito) e funcionamos somente como conjunto, por isso que precisamos disciplinar nossas ações, intenções, vontades e movimentos.
Hoje este conjunto - ações, intenções, vontades e movimentos – agem desordenamente e não é raro pensarmos de um jeito e fazermos de outro.
Isto ocorre face a desordem e a desorganização que nos encontramos internamente. Quase tudo está desorganizado e temos procedido em cima de impulsos emocionais tendenciosos ou sobre as fortes influencias negativas que tem sido reinantes na Terra, por ação das forças negativas e do assédio de indivíduos inescrupulosos que deixaram-se manipular.
A pouca atividade cerebral, em torno de 10%, pode ser compensado com a qualidade elevada das intenções.
Muitas vezes um indivíduo bem intencionado se deixa levar pelo medo,  pela preguiça, pelo comodismo, numa época atípica e especial.

Quando somos desafiados para algum evento, para algum esforço, para algum sacrifício, para alguma doação real, em primeiro lugar olhamos nossas conveniências pessoais, nossas dificuldades, nosso comodismo, para depois analisar os fatores de importância e de repercussão de tal ação.
Deveria ser exatamente o contrário e as dificuldades, o comodismo, as conveniências, basicamente desconsideradas a não ser que sejam extremas.
O ser humano ainda não aprendeu a doar-se ou a sacrificar-se pelo todo. Só o faz com a devida contrapartida. Isto não é doação mas pura troca, barganha.

Sem a mudança desta mentalidade, a substancia luz encontra inúmeras barreiras que são difíceis de romper, por isso que nossa ascenção vira tipo “soluço”, com certo incômodo recuamos.  
O pensamento comum e as preocupações corriqueiras são capazes de ativar apenas pequeno número de células, e sempre as mesmas. Assim vive a maioria, atrelada aos pensamentos comuns, ao dia a dia e consideram suficientes. Jornada diária cumprida, interesses pessoais atendidos, esforços só os essenciais, missão cumprida.

Reverta, arrisque-se, mude, supere.
Hilton

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Aonde buscar.

Pensamento do dia 25 de setembro de 2...

Coligue-se com os níveis mais internos da sua consciência.
Descubra como fazê-lo. Todos sabem, pois é um conhecimento inerente ao ser. Lembre-se de algum momento de muita dificuldade, em que, voltado para Deus, ou para um poder superior, você tenha com sinceridade suplicado ajuda.
O "lugar" em seu interior para o qual se dirigiu naquele instante de necessidade extrema é aonde você deve volver a todo instante em busca de união com a divindade. Essa ação silenciosa é profundamente eficaz e transformadora.
Permita que a compaixão aflore em seu ser. Isso nada tem a ver com envolvimentos ou demonstrações emocionais.
A compaixão é a compreensão da real necessidade de outrem, a união com a essência dos seres.
E algo a ser vivido, e não descrito ou discutido.
"Não alimente o que deve morrer. Não semeie o que não deve nascer". Sua fortaleza será tanto maior quanto mais firmemente você se pautar por essa lei.
Trigueirinho.

Pois bem, tentaremos nas próximas informações passar informações úteis e práticas para uso e aplicação imediata de tudo que aprendemos.
Vamos lembrar que tudo se aplica individualmente e será o esforço individual que dará ou não resultados.
Atentem para as informações que vem sendo passadas, em especial as deste ano, pois condessam as informações anteriores e nos prepara para coligações em necessidades extremas.
O contato é um ato interno, livre das emoções, que ocorre em momentos de lucidez e equilíbrio para que possamos receber o “recado” e coloca-lo em prática, de imediato.
Sem o treinamento destes procedimentos, numa eventual ocasião de intensas pressões, dificilmente nos deixará conscientes das disciplinas essenciais para ser contatado.
Não há outra ou outras alternativas, portanto, prestar atenção e praticar estas ações é o que nos resta a fazer.
Leiam, reflitam, pratiquem.

São essenciais.
Hilton

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Dê o passo seguinte.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2...

Não alimente culpa e ressentimento em si mesmo nem nos demais. Entre nós não há culpados, mas aprendizes; dispomo-nos a aprender quando nos dispomos à transformação.
Não tente justificar-se, nem perante si mesmo, nem perante os demais. Aprenda com o erro e com o acerto, e de imediato dê o passo seguinte.
Trigueirinho.

Pois bem, os tempos são tempos em que lamentações, culpas e ressentimentos impedem a presença de impulsos elevados.
Sem estes impulsos ou insights é o mesmo que nos encontrarmos no deserto sem bússola e proteção, ao sabor das dunas e dos ventos.
Grande parte da população terrena encontra-se nesta situação.
Justificam suas atividades, necessidades, ocupações, sem definir exatamente o que querem.
Buscam sem saber o que.
Vivem sem saber porque.
Caminham sem saber para aonde.
Vivem o momento sem conhecer-se, mas conhecem com relativa exatidão o que se passa ao seu redor.
Esta forma de se viver é o mesmo que caminhar no deserto escaldante, ao sabor dos ventos e das dunas se modificando o tempo todo.

Sem um rumo a seguir, um objetivo mais subjetivo, um pouco além do que mal conhecemos, perde-se o sentido da vida, da progressão da evolução.  
As lamentações entorpecem, nos torna morosos, adormecidos, deixamos de pensar e raciocinar com coerência.
Poucos perceberam a gravidade dos tempos e muitos poucos buscam algo que justifique estarmos aqui.

Portanto, adotar estes padrões de conduta, no mínimo deixa de piorar e assimilando certos impulsos, podemos melhorar.
Trabalha arduamente estas indicações e sensíveis melhoras irão acontecer. Dai em diante a alma sentirá que certas barreiras caíram e as possibilidades devem se ampliar.

Atenda e confia!
Hilton

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Entregue-se ao Eu Superior.


Resolva todos os assuntos da melhor maneira e, então, entregue o resultado ao destino e ao Eu Superior.
De qualquer modo, não há nada mais a fazer. Você pode modificar seu destino, porém certos acontecimentos são inevitáveis, porque o mundo não nos pertence, mas sim a Deus. 
Você não pode saber antecipadamente quais são esses acontecimentos, portanto precisa agir de forma inteligente e intuitiva; mais tarde, você poderá descobrir quais são esses acontecimentos e aceitá-los. 
Não importa o que possa ocorrer, o Eu Superior estará presente e o ajudará a passar pelas dificuldades. Tudo o que acontece no que diz respeito à vida material acontece ao seu corpo, não ao seu verdadeiro Eu.
O pior é quando outras pessoas dependem de você. Mesmo assim, você deve aprender a confiá-las aos cuidados amorosos do Eu Superior, em vez de tentar colocar toda a carga sobre seus próprios ombros. Se ele pode cuidar de você, pode cuidar deles também.
PB.

Pois bem, não temos entendido e tampouco atuado com estes aspectos.
Temos assumidos coisas e situações que extrapolam nossas possibilidades e com isto erramos muito.
Certas mudanças em nosso destino são permitidas como forma de atuarmos no livre arbítrio, mas as experiencias programadas irão, inexoravelmente, acontecer.

PB ressalta: agir de forma inteligente e intuitiva.
Isto representa um conjunto de possibilidades, em que atualizar-se continuamente torna-se imprescindível. Desta forma, vamos aos poucos incrementando nossa inteligência, diversificamos nossa compreensão e alargamos as possibilidades.
Intuitivamente os insights virão quando tivermos a necessidade de ultrapassar as possibilidades de solucionarmos um problema no âmbito do plano material, limitados pelo nível de consciência adquirido.
Nem sempre um problema poderá ser solucionado. Digamos que esta condição é uma das alternativas para que certos conhecimentos sejam duramente aprendidos, pois em vidas passadas não colaboramos neste sentido. Portanto, tudo faz parte de um aprendizado.

Estamos todos envolvidos.
A raça humana representa um Corpo chamado Corpo Humanidade, com seu carma, seu karma (destino) e a evolução da sua existência.
Esta ausência do conceito real e verdadeiro da irmandade, onde todos são irmãos perante Deus, envolveu este Corpo Humanidade, tornando-o um corpo doente e carente, e assim continuará até que estes conceitos sejam assimilados por todos.

A nova era, nova Terra, trará novas alternativa, desta forma, os que aqui ficarem ou retornarem, deverão assimilar conceitos e ensinamentos que atuará beneficamente a todo o Corpo Humanidade, e este por sua vez divide-se e reagrupa-se no futuro.
Hoje não podemos cuidar de muitos, mas em espírito a ascenção de um indivíduo promove a possibilidade de ascenção de todos.

Este conceito é bem visível se analisarmos a presença de Jesus e outras divindades que de uma forma ou de outra, vieram aqui para alargar nosso Caminho.

Hilton

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Um novo "sabor".

Somente quando os planos pessoais obtêm a aprovação do destino é que eles podem se concretizar.
PB.

Pois bem, este é o nosso limite.
Como não conhecemos nosso destino em cada reencarnação, reunir um conjunto de ideias e pensamentos nobres e tentar segui-las passa a ser uma boa opção.
Frustrações, desânimos, decepções sempre irão fazer parte deste ciclo de experiencias.
Na realidade isto são ajustes que o destino impõem da qual devemos rever alguns passos e nos preparar melhor para refaze-los. Superar sentimentos de perda são essenciais, senão iremos travar nos primeiros passos e dali não sairemos.
Viver exige constantes reformulações de ideias, pensamentos, atitudes, certa ousadia, incrível disposição, coragem e incrível renovação. Este é o aprendizado da vida.

O destino de cada um interliga-se ao destino da humanidade e ao destino do mundo, assim como o carma de cada um interliga-se ao carma da humanidade.
O maior sempre preponderante sobre o menor. Pode parecer uma certa desvantagem, a principio, mas Servindo aprenderemos e cumpriremos nossa finalidade maior, evoluir.

Encaixe-se nesta ousadia e a vida terá um novo “sabor”.
Hilton

terça-feira, 12 de setembro de 2017

O duplo propósito da existência humana

O duplo propósito da existência humana
Há um propósito duplo para a existência humana. Devemos desenvolver nossa natureza humana e realizar nossa natureza divina.

Estamos aqui para aprender e amadurecermos como um ser humano completo. Nesse processo evolutivo entramos em harmonia com a Ideia-do-Mundo enquanto expressamos nossa singularidade individual. Cada uma das funções da vida deve ser levada ao pleno uso.

Ao mesmo tempo, o Eu Superior é nossa identidade verdadeira, e desenvolveu sua consciência como a pessoa. O Eu Superior é o que realmente somos, mas muitos de nós não o conhecem, ou não ousam nele acreditar. Essa identidade inconsciente e errônea de pensar que somos o ego é a causa de todos os nossos sofrimentos.

Paralelo ao nosso desenvolvimento humano e baseado em nossa maturidade humana, somos trazidos ao nosso propósito mais profundo – reconhecer nossa verdadeira natureza e transferir nossa identidade do ego para o Eu Superior. É a graça do Eu Superior que nos leva a reconhecê-lo. 
Paul Brunton

Obs.: Temos de refletir sobre este conceito de “duplo propósito da existência humana”.
Estamos cada vez mais próximos de uma “maturidade mínima” que definirá ou não um novo caminho.
A insatisfação é uma manifestação da alma. Através deste sentimento a alma no diz que nosso modelo atual de vida não mais corresponde às necessidades do Eu Superior. É bem simples e direto.
Toda comunicação espiritual é simples e direta. Complicamos quando não usamos a simplicidade.

Como cita o texto sublinhado, ressalta-se que  muitos de nós não ousam acreditar e se prendem taxativamente nas ilusões do mundo materializado. É uma prova.
Superar o ego é condição “sine qua non”. Podemos dizer que desta forma nos tornaremos mais “humanos” ou menos egoístas. Aplicar a cordialidade, a solidariedade, deixar de pensar sempre em si próprio ou nos interesses diretos é algo a ser praticado constantemente. O egoísmo está nos pequenos gestos, nas manifestações mais simples, naquilo que normalmente julgamos inoportuno ou pequeno demais para alguém reparar.
Abdicar, abrir mão, ceder, coisas desta natureza que temos grande dificuldade em fazer, precisa ser uma constante, pois só assim nos acostumaremos com estes procedimentos mais altruístas.
Nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, nos pequenos interesses, é assim que nos desapegaremos, pois as grandes acontecem compulsoriamente.

Estes ensinamentos deixam de ser conselhos na fase atual da vida na superfície da Terra, e passam a ser as condicionantes que classificara  se alcançamos ou não a maturidade mínima. É preciso muita atenção com isto se há algum anseio em mudar como se vive.
Hilton