quinta-feira, 30 de maio de 2019

Passos Atuais - 72a Parte. A arte da cura.


No atual momento planetário, o uso de grandes quantidades de medicamentos acarreta um desgaste acentuado, pois o relacionamento puro, como teria sido necessário, não pôde estabelecer-se entre curador e paciente; na realidade, é preciso uma interação interna, acima de fatores materiais, entre a consciência do curador e o ser interno do paciente. De fato, quando esse relacionamento não é observado, os medicamentos podem causar desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Todo um grupo de futuros curadores já está sendo preparado pela Hierarquia, para que o correto Serviço se instale na próxima etapa da vida de superfície terrestre.
Figueira.

Pois bem, é notório como somos fãs de medicamentos.
Quanto maiores forem as reações, temos a ilusão de que melhores são.
Na realidade as reações estão causando, com ampla possibilidade, os desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Também de nada adianta não tomar remédios e achar que a natureza por si só irá nos curar. É preciso que movimentos internos, que a luz interna, produzam os efeitos necessários para que o corpo volte-se para sua harmonia.
O mental e o emocional, altamente influenciáveis pelas circunstancias do nosso meio ambiente deplorável, não tem conseguido organizar-se para que esta luz interna, também chamada de fogo interno, manifeste-se, reagindo contra os fatores do desequilíbrio em nosso corpo físico.
O curador no futuro terá amplas facilidades para exercer o ato de curar, mas a situação atual é critica e desfavorável, pois o paciente recebe o tempo todo informações contraditórias.

A doença é a manifestação física do desequilíbrio. Um carma em exercício, manifestado por uma doença, realiza as compensações necessárias, no processo da purificação. Nem sempre poderá ser compensado ou curado, na fase atual que vivemos, pois não há tempo para que a encarnação em andamento possa realizar novas compensações, desta forma, a doença precisa prosseguir e concluir.
A cura exercida pelo curador, nem sempre visa a doença em desenvolvimento no paciente, mas visa seu equilíbrio interno, via manifestações de luz que irão ocorrer no processo de saneamento que a doença vem exercendo.
O curador não cura, mas acende a centelha, gera a faísca que irá acender o fogo interno de cada paciente para que o que foi previsto pelo destino se realize da melhor forma possível.
De certa forma e em linhas gerais, o paciente precisa buscar a harmonia e a paz interna, possivelmente através do curador. Este por sua vez tenta canalizar ações que possam amenizar, aliviar ou quem sabe sanear de vez a desarmonia em evidencia.
É uma luta titânica, pois nos encontramos num planeta cármico, onde a desarmonia é o objetivo básico das forças involutivas.

Nossas deficiências físicas, mentais e espirituais, estão sendo colocadas em evidencia. Não exsite o conceito do castigo ou da punição, mas estas manifestações nada mais são do que uma forma de percebermos nossas deficiências para que possamos ter a chance de supri-las.
Nada nos acontece sem nosso consentimento, concordância e sem que a mereçamos, portanto extrair aspectos positivos do que se está passando é importantíssimo. O curador tem esta função,  no intuito de ajudar para que esta percepção ocorra.
No grupo desenvolvemos a figura do tutor, ou seja, aquele que tutela alguém que consentiu seu “tratamento”, a um grupo de cura.
O tutor é a presença física do curador e das energias curativas que poderá envolver o paciente em questão. Sua função é essencial e primordial, pois ajudara duplamente: as energias manifestadas, bem como deverá acentuar a capacidade de compreensão do paciente que se submete ao “tratamento”.
Curador e tutor em vários momentos tornam-se um só, tornam-se o canal que conduz à “Fonte” para que a fogo interno se manifeste e atue sobre o paciente.
A responsabilidade do curador e do tutor são grandes. Ambos precisam ter muita compreensão, conhecer os assuntos sobre cura e a arte de curar, além manterem-se em constante equilíbrio.

Enfim este assunto é bem extenso. Aos poucos iremos conhece-lo para melhor “trabalharmos”.
Caso tenham perguntas especificas, estamos à disposição.
Hilton

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Passos Atuais- 71a Parte. Posicione-se sobre o ato de curar.


Na sua fase atual, a humanidade já deveria ter reconhecido as linhagens hierárquicas e ter sua vida externa estruturada segundo padrões  por elas emanados.
Os curadores, por exemplo, constituem hoje uma linhagem fundamental no processo de elevação do ser humano. A cura na superfície da Terra não deveria ter-se transformado num trabalho comercializado e, na maioria das vezes, realizado com pouco critério.
Cada grupo, cada ser, cada nuance da expressão de um indivíduo, é manifestação de uma energia específica; como tal, o ser humano deveria ser tratado por aqueles que pretendem dedicar-se à cura.
Figueira.

Pois bem, há pouco obediência da humanidade em geral para com a voz da sua consciência.
De forma geral, os ouvidos e as ilusões que determinam as tomadas de decisões que temos feito. Sendo assim temos errado, temos errado feio e continuadamente.
Queremos coisas que sequer sabemos para que, e temos feito coisas sem avaliar as consequências,
Pelos erros cometidos percebe-se que a voz interna, a voz das Hierarquias, tem sido desprezada. A consciência vive uma fase de total apatia e com isto, a personalidade carregada de seus artifícios escusos e tendenciosos manifesta-se numa total regressão ao que se praticou no passado.
O homem está carente de curas.
Estamos vivendo uma fase doentia, pois temos experimentado todas as práticas da distorção moral, social, humanitária e mesmo assim estas praticas continuam dominando as ações da maioria.
Tanto as grandes ações como as pequenas ações praticadas, distorcidas e contrarias às Leis hierárquicas, prejudicam e atrasam a evolução das espécies. De forma geral o pecado é o mesmo e o carma gerado entra na soma.
Precisamos de cura.
Cura física, cura moral, cura emocional, cura religiosa, cura social, cura cultural, cura da ignorância, precisamos de doses concentradas da energia curativa para manter o pouquíssimo equilíbrio que nos resta.
A cura em si é um conjunto de ações e providencias que trabalham vários aspectos do ser humano.
O paciente precisa desejar a cura, compreender o que precisa ser curado, mudar seu comportamento, seu entendimento sobre a vida, sobre as coisas, disciplinar-se, agir, movimentar-se, sair da ociosidade que tem permanecido por vidas sem alterar o que está apodrecido e fedendo dentro de si.

Como tem sido dito, temos de irradiar energia, luz, impulsos, vibrações, mas como fazemos se estamos doentes?
Não podemos irradiar uma energia distorcida, contaminada, por isso da grande ajuda externa, nesta fase da transição planetária, para que possamos ter uma condição saudável que possa expressar uma certa luz, uma certa irradiação, um certo impulso, sem comprometer mais ainda o que já está comprometido.

As pessoas não tem vontade, não tem paciência, não tem educação, reclamam de tudo, vivem se lamentando.
Estamos num planeta cármico. Tudo que fazemos terá algo contra. Tudo nosso esforço positivo irá gerar um esforço negativo e contrario com a mesma intensidade, por isso desta luta intensa de sobrevivência. Isto só termina quando sairmos desta submissão à lei Cármica.
Quem não aguentar esta etapa final e muitos não irão, irá permanecer em planetas cármicos espalhados pelo universo, por mais um ciclo. É assim que funciona, temos de superar, temos de vencer, temos de mostrar que aprendemos e estamos aptos a prosseguir.
Deus não dá moleza pois Ele não tem pressa. Cabe a nós mostrarmos nossa capacidade de superação a Ele.

O Grupo na fase atual foi incentivado para atuar com as atividades da cura.
Não temos nenhuma pretensão de sermos curandeiros, mágicos ou sarar ferimentos, simplesmente, mas temos a pretensão de transformar pessoas, de atualiza-las perante o ciclo que se percorre nesta fase final da transição planetária.
Uma transformação decorre somente de motivações internas que cada um terá de ir buscar. Podemos, como curadores, ser a faísca mas não o fogo da transformação. Isto é interno.
No entanto a faísca está escassa pois a maioria dos curadores perdeu-se ao longo do tempo com energias contrárias e outros interesses.
A faísca alicerça as bases do amor, da vida interior, do continuísmo e da superação.
Cada indivíduo que se coloca como parte do Grupo tem de refletir sobre isto, se posicionar, submeter-se ao que for necessário para dar a contribuição, caso contrario será um peso morto para o Grupo carregar.
Hilton

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Passos Atuais - 70a Parte. A felicidade.


A felicidade é conseguida quando cada qual se torna administrador da própria existência, podendo estabelecer métodos de conduta saudáveis e segui-los.

Administrar a própria existência com sabedoria, envolve fatores sociais, políticos, econômicos, artístico, cientifico e cultural. Saber administra-los é saber conviver com suas oscilações, além das circunstancias existenciais que se alteram a cada momento.
As circunstancias existenciais são decorrentes do destino, que por consequência envolve as condicionantes cármicas.

O conceito de felicidade estática é um equívoco, pois deve-se considerar as variações do amadurecimento psicológico em face das experiencias armazenadas no transcurso da existência.
Em cada etapa da evolução biológica de um ser, os anos se passam e o desenvolvimento orgânico e intelectual alteram-se. Um momento de felicidade muda no segundo momento, pois as exigências e as necessidades passam a ser outras, então em função da faixa etária do individuo e as conquistas morais, espirituais, a felicidade passa a adquirir significados diferentes.

A felicidade é um sentimento que deve ser trabalhado em padrões de harmonia emocional, de vitória sobre os conflitos, de interiorização espiritual, a fim de saber-se o que realmente tem sentido, em relação àquilo que é de natureza secundária, e momentaneamente desfruta de especial significado.

O indivíduo com objetivos estabelecidos, empenhando-se em nunca desistir de seus sonhos (claro que de ideais nobres), mesmo que incompreendido, perseguido ou desprezado, experiencia a felicidade durante todo o período em que se demora na luta pela sua realização. Portanto, nem sempre a felicidade estará no término do objetivo perseguido, mas estará no transcurso da sua realização.

Vivemos nas grandes populações, encontros rápidos, superficiais, amizades fracas, muita falsidade, grandes ilusões, porque parece haver uma necessidade emocional de todos estarem vigilantes nesta relação pessoal com os demais. A felicidade passa desapercebida. É preciso favorecer o bem estar possível, mesmo vivendo nas grandes populações.

Quando uma pessoa  sente-se desamparada, ignorada, sem possibilidade de encontrar entendimento, logo se apresenta a inquietação, provavelmente a revolta intima, quando não resvala para a depressão.
Torna-se necessário o sentimento de solidariedade e a contribuição da amizade para que o grupo social seja mais ativo em relação aos seu membros. Um amparo espiritual e de ideias  pode gerar segurança e proteção. A solidariedade precisa ser cultivada. Proporciona ampliação da capacidade de conviver com diferentes condutas sem prejuízo da harmonia de um grupo. É um dos caminhos para a claridade da alegria de viver e da esperança de ser feliz.

A infelicidade está na ausência de controle sobre o próprio destino, a incerteza do futuro e na irregularidade do próprio comportamento.  
Uma conduta religiosa, destituída de fanatismos e de exclusivismo, é fator de segurança para o encontro com a felicidade, mesmo sob interferências difíceis que se tornam suportáveis com resignação dinâmica e coragem para suportá-las.

O espirito elabora o destino, sendo ao mesmo tempo semeador e o colhedor de tudo quanto se realize. É a base da evolução, portanto não materializar-se completamente, como a maioria faz, liberta a única coisa que permanece na eternidade.

Uma vida ativa, assinalada pela produção equilibrada de “serviços” (ao próximo), produz pensamentos favoráveis ao bem estar, por expressar autorrealização, utilidade existencial.

O homem lastrou-se em conceitos equivocados sobre o destino da Terra, tida, por muito tempo, como vale de lágrimas, lugar desagradável, paraíso perdido, criando assim arquétipos de infelicidade para ser feliz, num comportamento masoquista e doentio, sem nenhum sentido ético.
A Terra é escola de renovação espiritual e de dignificação moral, onde aprendemos a descobrir os valores adormecidos no íntimo, o Deus em nós, o Arquétipo Primordial.

As preocupações desordenadas e excessivas com a aparência como fator de autorrealização vem desviando as pessoas da sua realidade, da beleza interior que se reflete no exterior. Exigências descabidas nos padrões de beleza trazem efeitos devastadores na conduta psicológica, gerando atitudes infelizes que  não se justificam racionalmente. Tais pacientes, sem dúvida, encontram-se dominados por conflitos de inferioridade, procurando realizações externas ante a autodesconsideração em que apoiam, realizando projeções  do que gostariam de ser ou de como estar, impondo-se aflições punitivas.

A felicidade apresenta-se com simplicidade, destituída de complexidades que somente a enfeitariam, sem produzi-la em realidade, tal qual um mecanismo de fuga em relação à sua verdadeira conquista. Assim é possível desfrutar da felicidade em qualquer situação, desde que se estabeleça que esta não precise ter permanência duradoura, incessante, sem desafios emocionais e físicos, de trabalho e de renovação interior.

A vida física é de efêmera duração, sendo uma escolaridade para ser alcançada a plenitude espiritual em definitivo após o transito carnal.

O texto de Santa Joana de Angelis por Divaldo Pereira Franco, foi adaptado para os integrantes do Grupo H&F.
Hilton

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Passos Atuais - 69a Parte. Manifestação de uma Hierarquia.


Pouco sabeis da vida dévica e das hostes angelicais que, em sua Luz, permeiam o planeta. Mas aproxima-se o tempo em que sua presença será perceptível aos olhos humanos, e mesmo aqueles que ignoram essas sublimes existências, mas que acolheram na fé a pureza em seus corações, estarão diante dessas realidades e serão por elas elevados a patamares onde o resgate de suas consciências poderá ocorrer suavemente.
O trabalho dos seres angélicos possibilitará ao homem desanuviar-se da arraigada identificação com os planos materiais. Como em um sonho (porém muito mais real que toda a sua vida terrestre), ele estará diante de vibrações que, em uma redoma de luz, o trasladarão a espaços interdimensionais, onde o processo do resgate se consumará.

Portanto,  as cenas externas que se mostrarão na intensa perturbação planetária pouco refletirão o que realmente estará acontecendo na consciência dos seres resgatáveis.
Figueira.

Pois bem, o texto em si é claro e sem necessidades de maiores comentários.
Precisamos estar preparados, pois tudo muda.


Hilton

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Passos Atuais - 68a Parte. A voz do povo é a voz de Deus - que barbaridade!


A consciência humana, por intermédio da alma  e do Espírito , faz parte de uma imensa pirâmide hierárquica que tem como tarefa a reconstrução etérica terrestre e, em âmbito solar, essa estrutura hierárquica promove uma renovação energética permanente em todo o sistema.
Sendo o homem parte integrante dessa pirâmide de energia, o trabalho, sem a sua participação, fica incompleto.
Entretanto, a parcela que caberia aos seres humanos, não tendo sido por eles assumida, é realizada por Hierarquias e por humanidades extraplanetárias, por Entidades da evolução dévica e por seres humanos  libertos da ilusão material, que trabalham nos planos sutis. Todavia, existem na superfície da Terra alguns poucos seres em corpos físicos que desempenham conscientemente essa tarefa, sendo, na maioria dos casos, desconhecidos da humanidade em geral. Esses seres realizam um trabalho silencioso e secreto, e deve mesmo ser assim para que possa ser levado adiante, principalmente em um período de tanta turbulência como este que estamos agora atravessando.
Figueira.

Pois bem, estamos muito próximos do auge das transformações etérica-físicas do planeta.
Novos padrões de energias, de Leis e impulsos devem predominar a nova Terra e a nova humanidade.
Deveríamos estar colaborando, com certa ordem e organização nestes trabalhos de transformações. Isto tem sido impossível pelo fato de que a maioria não consegue ver as mudanças em curso.
Poucos atentam para o processo de mudanças, pois encontram-se por demais ocupados em sobreviver, somente.
Ora, não há como sobreviver ao que existe, ao que conhecemos, pois tudo está mudando.
A falta de percepção humana é tão intensa que a “olhos vistos” não conseguem perceber o que está em curso.

É necessário e premente colaborarmos com alguma coisa que possa ser feito e que esteja nos limites de cada um.
É necessário retrair-se para posturas não mais condizentes com o que se aprendeu a respeito destas mudanças, pelo menos.
O simples ato de pensar a respeito, de buscar alguma coisa que complemente uma informação, de orar, muda a energia circulante em nosso ser.
Na maioria dos indivíduos, esta energia circulante é nociva, inapta aos tempos atuais e contrária aos processos de mudanças em curso. Isto cria uma “luta interna”, muito intensa e desgastante.
É comum sentir-se cansado, desgastado, desanimado, olhar as situações com tristeza, não compartilhar, pois o desgaste interno neste embate de forças contrárias tem, nestes sintomas, os seus efeitos colaterais.
O homem atual tem pressa, quer fazer tudo rápido, pensa pouco, adota posturas “mecânicas” em face da observação desprovida de critérios internos e avaliações mais precisas, segue comumente, a maioria. Há um ditado idiota, largamente empregado “a voz do povo é a voz de Deus”. Uma barbaridade.
Precisamos nos achar, nos encontrar e isto não está lá fora, está aqui dentro, dentro de cada um, na razão e na sensibilidade do coração.
Colaborar nestes eventos mundiais, neste processo em curso precisa ser considerado como uma benção, uma graça alcançada.
Desejar o milagre é permitir que o mesmo se manifeste.
Agradecer sempre é alinhar-se na postura do equilíbrio.
Hilton

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Passos Atuais - 67a Parte. É preciso mudar.


É preciso resguardar-se das evidências extremas que levam à impulsividade. Na atual etapa da Terra são necessários controle, imparcialidade e silêncio para que possa ser ouvida a voz interior, que seguramente indicará o rumo correto a seguir. As situações patentes e que parecem indicar posições unilaterais a serem tomadas estimulam aspectos pessoais dos homens; são instrumentos de conflito, pois  tolhem no aprendizado de que a verdade tem muitas faces e que um aspecto dela não é completo nem absoluto.
Sem silêncio e sem neutralidade esses jogos de forças poderão ter início com uma pedrinha lançada que, ao rolar, desencadeia uma enorme avalanche.
Mais do que estudos de pontos de vista, a meta é a união interior. Mais do que uma realização formal, o que importa é a construção de um novo universo. Mais do que o saber humano, a sabedoria interna é necessária.
Figueira.

Pois bem, estamos percorrendo uma época avassaladora da ignorância.
O desconhecimento das Leis, a ausência de Deus, a supremacia, a competitividade, a ganancia por bens materiais, a falta de sensibilidade e leveza, a indiferença, está levando a humanidade para a possibilidade de um colapso que antecede o final da transição planetária.
Variações climáticas, assim como os demais reinos (vegetal e animal), dão sinais claros de terem alcançado seus limites.
Mas, a insensibilidade humana a tornou indiferente ao próprio caos.
A mentira tem tido regalias e poder de penetração que a verdade não alcança mais.
Nosso tempo foi tomado, concordamos e nos alinhamos com esta burra perspectiva de que somos escravos dos nossos afazeres.
Sobreviver tem sido um chavão muito utilizado. Transformou-se numa cômoda muleta que nos conduz, a passos lentos, para a confirmação da “ilusória incapacidade”.
A maioria está de cabeça baixa, olhando para o chão, como se a linha do horizonte tivesse perdido seu sentido.
Caminhamos conforme o ritmo deste poderoso jogo de forças do plano involutivo na Terra.

É preciso rever esta postura, atender aos impulsos internos, romper os grilhões da ignorância e ao pacote perverso da submissão.
O tempo está acelerado e acelerando. A cada minuto diminuímos as possibilidades dos atos de preparação para a grande virada, para a principal tomada de decisão do que seremos nos próximos milênios.
Poucos tem consciência desta virada e os que a conhecem ainda não se convenceram. A vida material, com toda esta confusão, ainda parece ser a mais provável, pois a fé caiu para, quem sabe o 5º lugar no ranking das preferências.
E assim vamos que vamos.
Hilton

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Passos Atuais - 66a Parte. Basta amar o Supremo.


Quem quer que se aproxime de um ser virtuoso é internamente estimulado a exprimir suas próprias virtudes. Esse trabalho é feito não tanto por meio dos eventuais auxílios externos, oferecidos por esse  ser, mas pelo que emana de seus níveis profundos.
O auxílio prestado por aquele que vive a  consciência espiritual ocorre espontaneamente, já que estão todos interligados, imersos num mesmo mar de energia cósmica. Na verdade, seria destino de todo homem manifestar virtudes superiores; porém, para cultivá-las é preciso  não as buscar em si mesmas — basta amar ao Supremo.
Dedicando todo o seu amor Àquele que possui todas as virtudes, elas passarão também a ser parte daquele que ama.
Figueira.

Pois bem, é necessário mudarmos o circulo de relacionamentos que possuímos.
No geral nossos relacionamentos não alteram o nível espiritual mediano- inferior que predomina na população terrena em geral.
Estas relações medianas-inferiores, não estimulam a troca de posição, a subirmos um degrau no plano espiritual, pois aparentemente não traz reciprocidade.
A sociedade em geral, contem indivíduos que gostam de expressar riqueza material e intelectualidade. Parece que este conjunto, riqueza material e intelectualidade é suficiente para dar o destaque necessário para que ele possa sobressair-se perante os demais.
Poucos atentam que a vida muda, incessantemente, os fatos presentes ao longo dos anos. Sendo assim uma posição de destaque em certo momento, poderá desaparecer no momento seguinte. Esta variação ao longo de uma vida, quando nos prendemos somente a estes dois aspectos, nos traz grandes insatisfações e desequilíbrio.

O individuo que busca crescer nos níveis espirituais, não se atenta mais que o necessário para fatos externos, dificilmente se compara, geralmente tem uma postura neutra e apresenta equilíbrio, pois sabe que a vida vem sempre com altos e baixos.
Mantem-se perene, focado e busca assimilar os grandes exemplos de indivíduos que completaram-se nesta busca incessante.
Aprende a amar-se, em primeiro lugar, valoriza o sutil, não destaca o que é passageiro, aprimora o conhecimento e não a intelectualidade e não se debruça na competição. Conforta-se com o que tem e o que, eventualmente poderá alcançar, pois sabe que neste mundo tudo será passageiro.
Tem calma mas é firme, decidido e dedicado no que aspira.
Tem metas internas bem definidas e luta continuamente para manter-se estimulado nestas metas.
Vive com cautela, aprende a separar o necessário do desnecessário, pensa sempre antes de agir, torna-se menos instintivo e mais intuitivo.
Aprendeu que viver é um continuísmo eterno, portanto reflete bem antes de cada passo, pois sabe que tudo que faz terá consequências positivas e negativas.
Irradia, mas ao mesmo tempo será permeado por energias elevadas e saberá recebe-las.
Fica atento e não perde oportunidades de contribuir em silencio e em paz.
Irá refazer o mesmo caminho quantas vezes for necessário até que a perfeição, dentro da sua concepção, seja alcançada.

Este individuo irá viver bem pois saberá adaptar-se às circunstancias voláteis onde a vida externa num plano cármico, acontece.
Basta amar o Supremo. Dedicando todo o seu amor Àquele que possui todas as virtudes, elas passarão também a ser parte daquele que ama.
Hilton

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Passos Atuais - 65a Parte. Ao servidor.


Seria pouco sábio pensar que, quanto mais o ser se eleva, mais recebe respostas externas e perceptíveis da Hierarquia. Na verdade, quanto mais ele cresce em consciência, mais deve andar com os próprios pés. Aquele que amadureceu internamente sabe que deve assumir a tarefa que lhe cabe, e não pedir ou esperar por ajuda.
O que seria do Serviço, se os servidores esperassem ser servidos?
Figueira.

Pois bem, o texto em questão mostra com clareza o grau de liberdade que os servidores podem ter.
No entanto a manifestação ao Serviço, a sensibilidade para o Serviço e a convicção do ato de servir, precisa, claramente, partir do servidor.
Aí é onde esbarramos na maioria das vezes.
Geralmente adota-se uma postura passiva, inerte, indiferente, que nos trava e nos desabilita ao Serviço.
É necessário levantar a cabeça, olhar para os lados, para as pessoas, sensibilizar-se e deixar fluir a necessidade ao Serviço.
No momento que esta postura é adotada, iremos nos coligar com o Plano Maior, as energias necessárias virão e as irradiaremos.
Geralmente o ato de servir vem provido de algum tipo de sacrifício, além da entrega necessária, pois sabemos que enquanto pertencermos a um mundo cármico, toda ação irá gerar uma reação de efeito contrário, oposta a ação exercida.

A atenção, a não distração, a vontade de ser útil, a vontade de realizar algo além do conhecido precisa esta pulsando dentro da gente.
Estamos acostumados a pedir, mas raramente prontos para receber, pois pouco se faz no aspecto da evolução.

O servidor precisa libertar-se da preguiça e manter sua atenção em ser útil, em doar-se ao próximo, sempre de forma discreta, silenciosa, para que os impulsos gerados possam, da fonte, alcançar os objetivos.
Quando necessário, tecer comentários que possam “abrir uma porta” e assim despertar algo que possa estar pronto para modificar o indivíduo que almeja seu processo de elevação  espiritual.
A atenção, a prontidão e o caráter do sacrifício são os princípios básicos do servidor.
Hilton

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Passos Atuais - 64a Parte. Fogo fricativo.


A fortaleza interna de um ser firmemente decidido por uma meta evolutiva assemelha-se aos mais imponentes castelos e fortes antigos. É dessa energia estável e claramente direcionada para o espiritual que se  beneficiam os que têm contato com seres como esse.
O trabalho interior é fruto do desenvolvimento do núcleo profundo do ser. Realiza-se independentemente da parte consciente  e, ainda que a  possa dele ser um instrumento, quase sempre está desvinculado da atividade pessoal do indivíduo. A base desse trabalho está relacionada à intensidade com que o ser despertou para a energia espiritual e aproximou-se da Fonte de vida, sendo, portanto, imperceptível aos sentidos humanos.
Figueira.

Pois bem, quando uma clara convicção de que a meta evolutiva está incorporado em nosso ser, frutos verdadeiros e legítimos serão produzidos.
Todo tipo de desafio se fará presente no percorrer desta meta. Como falamos em reuniões passadas, para tudo que fazemos sempre virá algo contra.
É assim que funciona a sistemática da vida num mundo cármico. Para cada ação haverá uma reação.
Tudo que faço, todo movimento, toda ação, todo pensamento, haverá uma reação contraria e equivalente.
Vivemos num planeta onde a energia fricativa, da fricção, do atrito, prevalece, portanto, para toda ação que estou desencadeando haverá uma reação contraria e do porte equivalente à ação desenvolvida.
Por isso que temos tantas dificuldades para realizar algo. Por isso que nossa convivência tem sido conflituosa.
Por isso que temos de empreender grandes esforços em tudo que fazemos.
Sob todos os aspectos, o conflito prevalece e após decisões corretas (no âmbito das Leis) o conflito se anula.
O texto de forma lúdica retrata os castelos, as fortalezas como sendo nossa convicção, nossa força interior, nossa fé, em vencer os obstáculos colocados pela energia fricativa.
A própria subsistência exige esforços, continuidade, demanda de grandes energias, pois nada acontece sem reações contrárias.
No entanto, quando nossos esforços vão além da simples sobrevivência, ganhamos significativamente, conhecimento, evolução, elevação.
Esta é a postura, não para atenuar os esforços exigidos, mas compreende-los, deixar de dar toda a atenção  a eles e assimilar informação.
Geralmente as pessoas se prendem aos esforços, limitam-se, lamentam, ficam estagnadas, desistem, ficando assim sob o efeito da lei do atrito e acabam vivendo muito aquém do necessário, com baixo aproveitamento evolutivo.
A lei do atrito existe para superarmos.
Ela não nos dá trégua, ela não diminui, ela não atenua, é constante e presente em tudo que fazemos, mas justamente por ela que evoluímos.

O texto cita a independência do trabalho interior e do desenvolvimento do núcleo profundo do ser, mas a convicção já se faz presente neste individuo que definiu como meta sua evolução espiritual.
O despertar para a evolução espiritual é o que determinará o potencial energético que será dispendido pelo individuo no seu processo evolutivo, portanto, externamente, estará encastelado em sua convicção para que o atrito e a forças contrarias não o enfraqueçam naquilo que fica exposto.
Hilton

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Passos Atuais 63a Parte. - Estamos passando por transformações?



Sim, estamos mesmo passando por transformações e tais transformações estão mudando inúmeros fatores na Terra.
A energia magnética, atuante em todo o universo, vem mudando e sempre muda, mas não devido ao final do ciclo planetário, muda porque é uma constante de mudanças.
Nosso sistema solar está viajando rapidamente pelo universo e neste caminho mudanças acontecem, sempre aconteceu e sempre acontecerá.

O ser humano sim, encontra-se muito despreparado para viver estas mudanças,  as contínuas (no trajeto da Terra no Universo) e as ocasionais (viradas cíclicas) .
Estamos fora da época, estamos aquém da época, perdemos tempo precioso em cima de coisa inúteis e meramente passageiras.
Isto gera irritabilidade, descompensação, sensações de perdas e um certo  arrependimento.
Infelizmente não tem sido  suficiente para as pessoas prestarem atenção e se atualizarem no que seria o mínimo necessário para o momento atual.

O texto colocado é infantil e procura confundir, além de colocar as plêiades no lugar errado.
De certa forma sabemos o que virá e porque, mas não sabemos quando, aliás nunca saberemos,  da mesma forma que não sabemos quando iremos nascer e morrer.

Viver gerando oportunidades de ações positivas, viver intensamente na busca por inteligência, conhecimento e gratidão é a única postura necessária, pois as demais mudanças estão num patamar que não nos compete.
Trocar aquilo que é fútil, inútil, passageiro por ações positivas, fé e coragem é o que devemos fazer.
Não se prender ao que é passageiro, não trocar valores elevados e sutis por valores materiais, não desprezar nosso lado intuitivo pelo racional, não entregar-se na vida ao ostracismo, à perda de tempo, mas procurar aprender sempre e colocar em pratica, pois a teoria sem seu devido uso se perde no contexto da vida fútil.

Saber conviver com a irritabilidade, a descompensação e a sensação de perdas deveria ser uma arte a ser praticada por todos, pois estas variações de humores estão sendo uma constante em ascenção, na medida que formos nos aproximando do final do ciclo terrestre. Está intenso e será intensificado, portanto, aprender a controlá-los será essencial. Isto evitará algumas loucuras que podem ser praticadas com alto grau de arrependimento.

Cada vez mais precisaremos de menos e cada vez mais teremos menos, mas saber encarar isto com positivismo é uma arte que poucos conquistaram. Nunca é tarde para aprender, aliás se tomarmos esta iniciativa de ter menos e se readaptar ao que sobrou, sofreremos bem menos.

Estamos no tempo das grandes conquistas, do tipo velho oeste, onde precisamos nos aventurar por “terras desconhecidas”, no consciente, no coração, na alma, enfim naquilo que é sutil, não palpável, elevado e que ultrapassa as fronteiras da Terra para o espaço, portanto, perder tempo com mesquinharias, valores monetários, posses e propriedades é algo desatualizado e infantil.
A nossa sobrevivência está na sutilização que dermos aos valores que prezamos, aos valores do coração, aos sentimentos nobres e equilibrados, e principalmente ao novo e às novidades, pois no transcurso deste caminho final tão diferente e tão conturbado, nossa entrega ao que não é convencional será fundamental.

Enfim, estamos diante de uma nova postura de se viver, e de se manter em equilíbrio, sem descompensações por aquilo que deixaremos de ter ou de ser, pois as compensações por tais descompensações virão do coração.

As próximas etapas serão de perdas eminentes, no plano material. Acho que é fácil deduzir esta possibilidade pela absurda desorganização dos países no mundo, pelas variações climáticas, mas em compensação as oportunidades internas irão saltar ao olhos e aos ouvidos para quem tem “olhos para enxergar e ouvidos para ouvir”, portanto, prevalece sempre a Lei da Compensação.
Teremos de perceber que o material não está se perdendo, mas sim se sutilizando.
Para alguns isto irá parecer um desastre, para outros uma rara oportunidade. Veja como você se enquadra e lute para ter esta visão e sensibilidade.

O tempos são de oportunidades, aliás raras oportunidades, pois todas acontecerão num rápido intervalo de tempo. Em tempos normais, talvez levássemos algumas dezenas de vidas inteiras para perceber as coisas que irão ocorrer nesta única reencarnação, portanto, estar reencarnado nesta etapa, por si só é uma benção. Aproveita-la, decidiremos no livre arbítrio.

Tudo na devida decorre do nível de importância que damos para as coisas. Aprendemos e fomos doutrinados a mensurar valor para tudo que fazemos, para tudo que temos e para o que somos.
Não se mensura monetariamente um ato de fé, um ato de amor, uma gentiliza, um carinho, uma atenção, uma dedicação a quem precisa, e isto nos confunde pois sem mensurarmos valor não damos a devida importância e geralmente não fazemos de forma contumaz pois, a princípio não vem “nada em troca”.
Este tipo de ganancia, que todos tem, vem se acentuando ao longo das vidas e hoje se consolidou, se materializou em nosso coração, tornou-se uma capa de aço difícil de se romper. Somos aqueles cavaleiros medievais que lutam, só lutam, se cansam, vivem esgotados, passam mal com aquela carapaça de aço e conseguem dar poucos passos. Tem a visão limitada pelo capacete de aço, não alcançam o topo da colina, não sabem o que tem além e não se movimentam pois a armadura não deixa. Além de tudo, vivem com uma falsa sensação de proteção e invencibilidade. Assim vivemos com nosso dinheiro, com nossas posses, como nossos limites, com nossa pouca visão, com sensações grotescas e ilusórias sobre a vida.

É preciso romper com tudo isto e vem aí uma ajuda divina e maravilhosa que irá nos dar uma mãozinha para perdermos tudo isto que nos prende e nos consolidada na vida, não só quanto a estas sensações de proteção e invencibilidade, como estes limites e a monetização de tudo que fazemos.
Ora, se permitimos que isto aconteça, de forma espontânea com os fatos da vida, sofreremos menos, nos libertaremos mais rápidos e trocaremos valores materiais pelos sutis.
Quando uma grande tempestade tira posses e objetos materiais de pessoas, na realidade uma grande benção e oportunidades podem se abrir para aqueles que aceitam esta fato imprevisível da mãe natureza.  No entanto, outros só reclamam, culpam a sociedade, exigem indenizações e não percebem que aquele estilo de vida não lhes serve mais, pois veio a oportunidade de romper com o passado e o ultrapassado.

Precisamos rever valores, não monetizar sentimentos e exerce-los expontaneamente, tirar a velha armadura, libertar-se, subir a colina, olhar novos horizontes, saudar a vida, ver oportunidades onde muitos veem desgraça, estar disposto a trocar o previsível pelo imprevisível, solidarizar-se, não ficar “curtindo” sofrimentos, doar e não trocar, entregar-se, ter coragem, aventurar-se, sair da mesmice, romper os conceitos pois logo se tornam preconceitos, olhar a vida com bons olhos e finalmente “ter olhos para olhar e ouvidos para ouvir”.

Ser este novo ser humano nos colocará em alinhamento com as forças positivas, com as plêiades, com a nova Terra e em alinhamento com o Universo.
Hilton