quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A Força esteja com voce!

Pensamento do dia, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

"É necessário ter fé sempre, e também saber caminhar na escuridão. "
Trigueirinho.

Pois bem, este pensamento aborda um aspecto diferente sobre a escuridão.
Percorrer o caminho escuro é o que temos feito maioria das nossas vidas, pois não temos um objetivo traçado sob o aspecto espiritual. No máximo nos limitamos a atender certos requisitos da vida física, face a competitividade, pois se assim não fosse, nem isto faríamos.

Neste caso, o pensamento aborda o caminho que vem se apresentado nestes momentos finais do ciclo planetário, onde tudo será inusitado.
A fé, ou seja, uma confiança cega e que exigirá absoluta entrega, é quem ditará o rumo e as direções a serem seguidas.
Analisando de forma didática e literal este texto, dá para perceber que bem poucos assim o farão.
Isto ocorre pois temos sido arredios a este conceito de fé e misturamos completamente esta correta postura, com aspectos religiosos e quem sabe com atitudes frenéticas e fanáticas.
Aliás, esta tem sido uma parede tênue e quase imperceptível, pois a fé tem sido rigorosamente confundida com fanatismo de doutrinas e religiões que exploram a boa vontade de muitas pessoas, escravizando-as em cima de preconceitos e temas que pertenceram aos séculos iniciais da nossa civilização atual.

O conceito de fé aqui empregado, não significa uma luz para enxergarmos, confirmarmos e decidirmos o caminho escolhido.
É algo muito maior e mais abrangente, onde esta fé será pura entrega num caminhar por caminhos desconhecidos, movimentados, barulhentos e irreconhecíveis.
Temos sido orientados de que viveremos momentos inusitados, portanto, jamais vividos, vistos ou experimentados e para isto só existe uma única condição para percorre-los e superá-los, a fé.  
Então será esta fé que deveremos expressar nos próximos momentos do ciclo em conclusão.
Dizer que alguém está preparado é utopia, mas podemos afinar nossas percepções e nossa intuição, aprendendo cada vez mais a confiar naquilo que vem do nosso coração, da nossa alma, do Alto.

Na trilogia  “Star Wars”, de Jorge Lucas, uma das premissas dos Jedis é confiar na Força. A Força está com você!
Podemos fazer ampla analogia sobre o ato de confiar na força como sendo um ato de fé.
A fé é um ato de confiança em algo que você sente que existe mas não vê, que ultrapassa suas possibilidades e alavanca o que ainda lhe é desconhecido.
Esta trilogia é interessante, pois mistura duas Forças antagônicas a Força Negra e a Força Branca, e ambas competem por objetivos distintos, mas semelhantes, pois a união de muitos predominará ou sobre o bem ou sobre o mal.
Este é o antagonismo que vivemos.

Caminharemos na escuridão. Todos, sem execeção, irá percorrer este caminho comum que este final de ciclo já definiu e dele partiremos para novas situações ou repetiremos o que é conhecido, mas não aprendido.

A Força esteja com você!
Ou quem sabe

A Fé esteja em teu coração!

Hilton

Olá Grupo.

Pensamento do dia 09.02.2016

Grandes são as provas nas ocasiões em que peças- chave de um grupo decidem tomar outros caminhos.
Trigueirinho

Olá Grupo.
Estamos trabalhando por amor?
Estamos Trabalhando?
Por amor a si próprio?
Por amor aos demais?
Cabe certas reflexões a este respeito, para quem se considera integrante do Grupo ou de um Grupo.

Pois bem, as provas serão cada vez mais intensas e cada vez mais sutis.
Isto é necessário, pois estamos na reta final de uma grande jornada no livre arbítrio, onde por um ciclo inteiro vivemos com a liberdade necessária para manifestarmos o que temos de melhor ou pior.
As provas superadas com êxito mostra que nos qualificamos para dar o passo seguinte. Neste caso o passo seguinte será gigantesco, pois mudaremos de plano e de Leis. A outra possibilidade será refazermos todas as lições que ocorreram ao longo das eras no ciclo porque passamos.

Todo Grupo submete-se a provas e nosso Grupo já se encontra sob estas circunstancias.
Quando elementos chave de um Grupo alçam voos mais longos e intensos, o Grupo pode estancar e pode regredir, mas se seus elementos reagirem a contento, retoma sua jornada de forma mais amadurecida e mais forte para enfrentar novos desafios, pois portais foram abertos.

As perguntas iniciais, são cruciais para que cada um responda, analisando com ampla honestidade e sensatez sua real posição neste contexto.
Vamos lembrar que para as coisas do espirito só tem uma verdade. Não existe o talvez, é possível, quem sabe, acho que sim, to fazendo o que posso, vai com calma, e coisas do gênero onde procuramos nitidamente “enrolar”.

A humanidade caminha para um grande e monumental descontrole. Será de tudo e todos irão sofrer, pois fomos doutrinados a depender do “estado”, de uma “sociedade” viciada e estagnada em dominar seus cidadãos, dando a eles as mínimas coisas necessárias.

Neste descontrole veremos como nossas carências são impressionantes, pois de certa forma, temos nos contentado em ser conduzidos, só que para verdadeiros “becos sem saída”.
A maioria não se deu conta e muitos nem se darão. Estão tão entusiasmados com algumas quirelas, que concentram-se em catar do chão e não atentam para o alto ou percebem os grandes movimentos das nuvens e das tempestades se aproximando.

Trabalhar. Interpretamos esta palavra como sendo única e exclusivamente o ato de nos sustentarmos.
Trabalhar é doar-se, voluntariar-se, elevar-se, evoluir espiritualmente para que possamos dar nossa estrita e ampla contribuição na ascenção espiritual de todo o planeta.
A maioria não faz isto. A maioria trabalha em causa própria, pelo próprio benefício, ou única e exclusivamente pela remuneração.
Outros vieram a este mundo de expiação para fazer turismo, para conhecer as belezas deste planeta azul, deliciar-se com as iguarias à mesa, desfrutar das riquíssimas paisagens de nosso belo planeta sem aperceberem-se que todos os cidadão que aqui encarnam vem para aprender e para resgatar atividades espirituais comunitárias e individuais que fracassaram em outras eras e outros mundos.
Só que Deus para nos aliviar, nos deu um ambiente muito bonito e rico em seus reinos, como forma de nos motivarmos e aliviarmos o cumprimento de Tarefas extenuantes.
Demos a contrapartida, se assim podemos dizer, pois os 7 bilhões de cidadãos, matam e consumem 56 bilhões de animais para sustentar nossas inusitadas iguarias.
Vivemos um dia a dia focado nas obrigações do cotidiano. A sustentação tem nos deixado obesos, moles e lentos, atingindo não só o corpo como a mente.
O excesso e a falta convivem lado a lado. Uns tem muito mais do que precisam, enquanto outros não tem nada do que precisam.

Um Grupo acaba se enquadrando nestas mesmas condicionantes, quando se acomoda, quando deixa de elevar-se na velocidade necessária e que tem sido cada vez mais rápida devido ao final do ciclo, de produzir o que foi capacitado, instruído e orientado por  “ondas de energias”, “apoios”, “Seres”, “sistemas”, “ferramentas”, lhes foi cedido para serem usadas e não guardadas para enferrujar.

Muitos acabam se prendendo em processos cármicos próprios ou de terceiros, processos estes que seguem seu próprio ritmo, pois todo processo cármico não pode ser interrompido, onde acompanhar sem interferir é o que resta a fazer. Mas debruçam como se fossem a “corda da salvação”, quando a única corda que poderá vir será por intermédio da própria alma do indivíduo. Com esta atitude param, deixam de ser proativos, participativos, afastam-se e se confundem entre o que é assistir e o que é interferir.
Misturam alivio cármico com sofrimento, entram em queda livre sobre suas atividades sem perceberem que muitos outros os aguardam.
O Grupo sofre o baque, pois a perda de um tem efeitos importantes em todos.
Esta recuperação retarda, atrasa e atividades em andamento podem sofrer interrupções.

Entramos na fase da maturidade seguida de grande responsabilidade. Não há mais tempo.
Pensar no conjunto precisa ser a tônica do processo.
O indivíduo, a individualidade será fruto das suas próprias condicionantes cármicas, que poderá ser beneficiado se o conjunto funciona.
O conjunto funcionando todos se beneficiam.
Não temos como um cuidar do outro. Quem cuida é Deus, pois desconhecemos as pessoas e suas reais necessidades. Mas, podemos assisti-las, orienta-las, desde que nos esforcemos para sermos imparciais. Todo o resto é fantasia.

Enfim, maturidade é a palavra chave do momento. Imparcialidade é a postura chave do momento. Equilíbrio é o único movimento útil do momento.
Grupo maduro, imparcial e equilibrado tem condições de Trabalho. Sem estas qualidades, só interfere.
Hilton


O momento exige total concentração.

Pensamento do dia, segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

"Devemos estar desapegados até mesmo da necessidade de confirmações externas. "
Trigueirinho.

Pois bem, o desapego é algo que incomoda muito.
Somos por demais apegados em qualquer coisa que aparenta ser nosso, como se pudéssemos ter alguma coisa na escalada da vida reencarnatória e evolutiva.
Outro aspecto que tem sido notório é a necessidade das confirmações.
Duvida-se de tudo e para isto a repetição gera as confirmações e estas acabam por nos dar a possibilidade de aceitarmos. Isto é absurdamente ultrapassado.
Isto acontece pelo fato de vivermos na mentira.
Ninguém confia em ninguém. Isto é fato.

Neste final de ciclo terreno, se nos apegarmos às necessidades das confirmações, sejam elas internas ou externas, corremos o risco de perder as possibilidades positivas do que vem ocorrendo.
É precioso muita atenção em tudo que nos envolvemos ou somos envolvidos, independente de sermos ou não voluntários daquela situação, pois entramos num ritmo alucinante, frenético de movimentos, energias e contatos.
Temos conversado em nossas reuniões sobre a necessidade da extrema atenção para os recados e as informações que temos recebido, pois nelas podem vir guardado níveis de informações mais sutis e mais elevadas que muitas vezes exige providencias que ao cumprirmos, seremos assistidos e contatados.

Muito bem, e porque tais informações não chegam até nós de forma mais explicita, direta, sem tanto “lero lero”.
Isto ocorre de acordo com a lei soberana aqui na Terra, a do livre arbítrio. Na medida que me esforço para perceber e deduzir a possibilidade de realizar certas Tarefas, ou dar certo empenho em tais informações, libero-me no livre arbítrio da possibilidade de realizar algo acima da minha capacidade normal (matéria) e alocar energias espirituais para poder cumprir algo a mais, algo acima das minhas limitadas possibilidades no plano físico.
Somos sistematicamente observados, testados e na medida das nossas repostas, amplia-se nossa capacidade de Trabalho.

Parece que muitos não se dão conta desta sutileza. Mesmo aqueles que estão no Grupo, onde de certa maneira deveriam estar focados neste algo a mais, acabam por caírem na vala comum e realizam exclusivamente o essencial.
Não persistem, não aderem, não refletem, distraem-se com qualquer merrequinha, ou prendem-se a detalhes insignificantes, perdendo a possibilidade de aproximar-se cada vez mais Daqueles que nos assistem.
A ausência de reflexão e de concentração nas informações, nos faz, como integrantes de um Grupo, tarefeiros comuns, que realizam certas tarefas sem perceberem a extensão das suas ações dos seus desdobramentos.
Esta falta de atenção e de, principalmente, reflexão antes de nos movimentarmos, digamos, que tem a possibilidade de eliminar mais de 80% do potencial de uma informação ou de um contato. Provavelmente com os 20% restantes, sejamos incapazes de nos desdobrarmos à altura do que foi informado ou solicitado, gastando-se energias sutilíssimas para nada.
Nosso grau de precisão é por demais grosseiro e rudimentar.
Bom, estamos evoluindo e nos aperfeiçoando. Isto é fato, mas não precisaria ser neste ritmo tão lento e ineficaz.
A desatenção, a sonolência, a preguiça, os adiamentos, a falta de persistência, a ausência da busca, entre outras coisas, aniquila boa parte das nossas conquistas realizadas, pelo simples fato de não usarmos ou utilizarmos incorretamente, nosso potencial.

Estamos em vias dos grandes movimentos, mas absolutamente despreparados.
Não se fala aqui de preparações materiais, mas sim de adaptações espirituais que aumentariam as probabilidades dos afloramentos intuitivos, das percepções extra-sensoriais, nos colocando como pessoas a Serviço do bem maior.
Nossa infantilidade e nosso excessivo materialismo, nos tem tornado pessoas completamente fora do contexto atual desta transição planetária.

Enfim, não há o que fazer, pois cada um escolhe seu caminho e a forma de percorre-lo.

Que assim seja.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ajudar alguém não é realizar por este alguém

Pensamento do dia 05.02.2016

Uma vida interior  consciente só é  possível mediante a entrega e a devoção. 
Trigueirinho.

Pois bem,  temos nos entregado e de certa forma temos devocionado os interesses materiais.
Intensa dedicação,  muito esforço,  forte grau de concentração, obtendo resultados.
Porque não fazer o mesmo com nossa contraparte espiritual?
Pelo simples fato de que não damos a devida importância para esta outra metade.
Mas,  os tempos atuais estão ficando cada vez mais atribulados, confusos, incoerentes e extremamente desconfortável.
Vejam como as pessoas estão confusas, sem um rumo definido, mesmo que procuram ser positivas ou utilizar expressões do tipo "isto é  passageiro, sempre foi assim, vai passar, o mundo se conserta" , hoje estamos muito inseguros com o caminhar da humanidade.
Final dos tempos é  uma frase ultrapassada e em nada expressa a verdade.
Estamos, sim, num final de ciclo é um ciclo é atemporal. 
No entanto,  poucos se dão conta desta urgência e da premente necessidade de nos focarmos no que terá sequência nos próximos ciclos.

Uma vida interior consciente é  uma vida onde as coisas eternas são consideradas, trabalhadas e ampliadas.
Você não eterniza objetos materiais, mas sentimentos e evolução  sim.
Temos nos focado nos objetos, na vida essencialmente material e na sobra de tempo, diversões, nos iludindo que é o suficiente. 
A devoção pode ser a locomotiva de uma reviravolta na nossa vida, ao nos concentrarmos na vida espiritual.
Não passe esta  encarnação em branco, na ausência,  no vazio, no perecível somente, pois o arrependimento será enorme.

Não podemos ceder nossa vida para os outros, para atender  interesses, sejam de filhos, parentes,  amigos, empresas, cargos, posições,  pois está troca além de ser cármica é  negativa sob os aspectos evolutivos. Infelizmente isto tem sido muito mais comum do que parece e raríssimas são as pessoas que não fazem isto.
Nos iludimos com isto é cegamente executamos inúmeras interferências desnecessárias,  contraproducente, retrogradas, esquecendo que cada um tem um destino definido.
Ajudar alguém não é  realizar por este alguém.

Enfim, estamos no limiar de um novo estado de consciência e para isto temos de ir nos adaptando a estas novas circunstâncias.


Vamos refletir.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Meu GPS!

Pensamento do dia 04.02.2016.

"Os caminhos de Deus são os caminhos dos homens, quando trilhados na retidão da Lei Universal. "
Trigueirinho.

Pois bem, a princípio podemos dizer que Deus tem sido um “GPS” estranho, que indica para alguns um caminho reto, com poucas paradas e relativamente agradável, enquanto para outros, indica um caminho tortuoso, estranho, cheio de dificuldades.
Ahh, mas tem os carmas envolvidos!
Outro engano, pois os carmas ocorrem nas duas situações, independente do caminho indicado pelo GPS – Deus.
O que interfere de fato no caminho que percorremos é a nossa opção principal, evoluir ou estacionar.
Nas opções apontadas pelo GPS-Deus, temos de optar por uma das hipóteses e normalmente a opção tem sido o caminho tortuoso.

Mas porque a maioria escolhe o tortuoso?
Por absoluta ignorância e pelo desprezo da nossa contraparte espiritual.
Tudo tem sido matéria, material, palpável, visível, explicito, mesmo que eu seja enganado, desviado, assediado, obsedado, continuo firme e determinado a seguir somente as rotas conhecidas e por serem conhecidas, apontam de cara, os obstáculos comuns que estas rotas contem.
Sigo pelo ódio, pela inveja, pela ganancia, pela mesquinhez, pelo poder, pela riqueza material, pelo destaque, sabendo de antemão que as dificuldades irão acontecer. É somente questão de tempo.
Mas, é ilógico, se sei de antemão que as dificuldades serão grandes. No entanto sigo, pois, a maioria faz o mesmo.

No momento em que decido e determino que o caminho será reto e usarei com absoluta convicção as indicações do GPS- Deus, caminharei com outros olhos, outra consciência, outras prioridades, outras regras, independente dos carmas que me acompanharam, inexoravelmente.
Poucos pensam assim e muito poucos agem assim. Ainda confiam nos seus instintos, imagine, desprezando a intuição.

Poxa, mas conhecer a Lei Universal, deve ser algo incrivelmente complexo.
Realmente é uma Lei muito complexa, mas tem um item que regula tudo, o amor.
Basta somente amar?
Sim, mas amar é entregar, viver em harmonia, exercer a fé, confiar, ser pacifico, buscar continuamente, superar os preconceito, os medos, manter-se em equilíbrio, Trabalhar, Servir, estudar continuamente, aflorar sua espiritualidade, seguir as leis da vida e da morte, não recusar o que acredita, superar sempre os acontecimentos, enfim exige um conjunto de disciplinas que a maioria cumpre uma pequena parte, recusa-se ao restante, além de tentar mudar certos ritmos segundo interesses próprios.
Aí fica muito difícil.

Esta relação com Deus é algo muito simples. Nos que a complicamos quando sobrepomos interesses escusos acima da regra básica desta Leis – o amor.
Todos nascem com este GPS-Deus, mas somos “ensinados” a despreza-Lo e seguir os outros caminhos, escolhendo os tortuosos, nebulosos, escuros, pegajosos.
As religiões foram criadas para este contexto. Desvirtuaram-se para os caminhos obscuros da ganancia e do poder.

Hoje a regra tem sido quase individual, onde tua busca e tua aspiração abrirá as portas para esta reaproximação com este GPS-Deus.

Vamos refletir e adotar o caminho reto. Talvez tenhamos que retornar por certo tempo neste caminho tortuoso, mas valerá a pena. A paisagem irá mudar aos poucos. O que era escuro, ficará mais claro, desviarei melhor dos buracos e enxergarei as placas indicando melhores opções e quando percebo estarei na autoestrada alinhado e em velocidades mais compatíveis.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São José.

Pensamento do dia 03 de fevereiro de 2016.

A verdade não pode exprimir-se em meias medidas.
Trigueirinho.

Comentários:

Reunião do Grupo do dia 02.02.16
Nesta reunião, após os mantras, fomos agraciados com a presença de S. José. Creio ser nosso tutor nesta fase.
Pediu que o acompanhasse e fui.
Nos encontramos na beira de um lago, pequeno, mas de aguas cristalinas, um espelho, com sua superfície bem lisa e intensa vida marinha.
S. José pega uma pequena pedra e atira no centro do lago. Ao cair na água começa formar pequenos círculos concêntricos que vão se afastando e crescendo no seu diâmetro. Após alguns momentos atinge as margens fazendo com que a vegetação ondule suavemente.
Em seguida surge uma nuvem muito escura e estaciona sobre nós.  Na sequência cai algumas pedrinhas de gelo no lago e formam novas ondas que ao chocarem-se criam pequena marolas desalinhando as demais ondas das outras pedras. Cai a seguir uma forte chuva de granizo por todo o lago. Suas aguas ficam encapeladas, com grossas marolas e toda a nitidez das aguas cristalinas desaparece, pois as pedras de gelo ao tocar o fundo levantam os sedimentos e turva toda a agua. A vegetação que margeia o lago oscila disformemente e várias plantas se soltam, flutuando sem rumo e direção. Os peixes se escondem em tocas, assustados. O lago fica caótico e em nada se parece com o lago original.
A desarmonia prepondera no que era um lugar pacifico, quieto e perfeito.
S. José me olha e amorosamente me explica.

O lago, incialmente cristalino, é um mundo com seus reinos definidos. A pedra incialmente jogada representa a humanidade no conceito de corpo único, onde todos vibram de forma igual, com as intenções e os estados evolutivos seguindo uma trajetória definida. As ondas concêntricas, daquela única pedra (corpo humanidade) são a vibrações deste corpo humanidade que vibram em harmonia, seguindo uma trajetória perfeita e definida. A harmonia integra então, todos os reinos e o corpo humanidade (uma única pedra) define as regras de novos estados evolutivos para todos, planeta(lago) e reinos.

Na situação posterior, a tempestade com muitas pedras caindo ao mesmo tempo, representa a forma que hoje nos encontramos, cada um vibrando de uma forma diferente, com níveis de consciência bem diversos, com vontades, desejos, sentimentos, manifestações, completamente distintas e desarmônicas, nos tornando um corpo humanidade despedaçado em várias partes, seguindo várias direções com várias velocidades. O mundo (lago), encapela, fica sombrio, perde a cristalinidade, revolve o fundo e desarmoniza todos os reinos.
O eco sistema perfeito, incialmente, fica caótico.
Continuamos por demais ocupados em causa própria e como nossas preocupações tem sido 90% material e 10% espiritual, o que tem prevalecido é um forte desequilíbrio de intenções.

Em seguida S. José nos pede que no Grupo, sejamos um corpo único, com vontades alinhadas, conceitos bem definidos(mas não estanques), amplo entrosamento nas intenções e nos desejos, seguindo as diretrizes que do alto vem até nós.
De nada adiantará um Grupo de serviço que despedaça as intenções em fragmentos em oportunismos e que ainda busca certos benefícios pessoais.
De nada adiantará um Grupo que luta individualmente, dando sempre prioridade para suas necessidades, seus carmas pessoais, suas intenções, criando algo disforme e segmentado, no conceito de Grupo.
Obvio que cada um tem de se virar com seus problemas e seus carmas, pois isto é inexorável, mas podemos, se assim quisermos, definir prioridades que atenderá a todos.
Toda vez que alcançarmos uma certa excelência de comportamento grupal, mais nos será pedido, pois no candidatamos a novas etapas de Tarefas mais elevadas e mais sutilizadas.
Podemos ter a sensação de que atinjamos um estado excelência, cumprindo corretamente e com muita dedicação o que vem sendo determinado, mas como nossos Instrutores estão muito mais adiantados, contendo muita sabedoria, nos pedem para galgarmos um novo degrau como Grupo e como pessoas.

Não tenho dúvidas que estamos sendo preparados para novas Tarefas, pois as ferramentas que foram apresentadas por S. José na penúltima aparição, serão aos poucos reveladas.
Ontem foi pedido novo realinhamento Grupal, de forma lúdica e fácil de entender, indicou que temos de ser mais colaborativos, mais próximos,  mais alinhados, mais atuantes, menos centralizadores, menos preocupados com aquilo que está em evidente transformação.

Enfim se conseguirmos galgar este novo degrau, a assistência atual com certeza se ampliará e novas fontes de energia e de amor serão disponibilizados. Somos senhores do nosso tempo e das nossas vontades, daí a necessidade da nossa adesão.

Vamos refletir.   


Pensamento.

Pois bem, o que foi descrito acima tem muito a ver com este pensamento, pois não podemos ficar com um pé lá e outro cá. Os tempos atuais são tempos de decisão, são tempos que definirá se quero ou não percorrer um novo caminho.
Manter-me atento aos 90% - matéria e 10% - espírito é algo que não condiz com os tempos atuais, com este final de ciclo e com estas inexoráveis mudanças.
Sempre irá prevalecer o que escolhi e neste momento a maioria está bem envolvida com a matéria, deixando seu lado eterno, oculto como muitos falam, à mercê de forças involutivas que, com certeza, não nos darão a menor chance de mudarmos se não exprimirmos esta vontade.

A sociedade e nossa leis se apoiam e continuaram apoiando-se nas meias verdades, ou porque não dizer mentiras, pois assim fica alinhado com os interesses de uns ou de outros, facilitando a desonestidade, a corrupção e o descaminho. Isto não muda mais.
As decisões precisam ser internas, do coração e para isto grande força de vontade precisa se manifestar, pois ficamos muitas vidas inertes, paralisados, observando nossa própria queda.
Vivemos num mar revolto, insalubre, poluído, destruindo a organização dos demais reinos. Cada um acha por bem vibrar do seu jeito, com suas próprias intenções e muitas vezes totalmente ilícitas. Temos medo de manifestar o que realmente somos, pois a sociedade pode nos classificar e morremos de medo de sermos diferentes.
Repense sobre sua vida, sobre suas responsabilidades, sobre as pessoas que estão sob sua guarda, sobre seu papel no corpo humanidade, sobres seus desejos mais puros e elevados.
Desapegue-se do está em ato de transformação, pois nada poderemos fazer para isto mudar.


Então, mude você!

Sou cíclico e não temporal.

Pensamento do dia 01 de fevereiro de 2016

Quanto maior a visão que o homem tem dos ciclos, mais vasto pode ser o seu serviço.
Trigueirinho.

Pois bem, como se sabe, tudo é uma questão de como vemos e sentimos o que acontece.
O mal não é eterno se você enxerga o bem, a guerra só termina quando você enxerga a paz, o ódio desaparece quando você vê o amor.

Um ciclo se forma e no inicio vem as novidades. Isto vai crescendo e os envolvidos vão descobrindo inúmeras coisas, situações, oportunidades. Ao longo do tempo este ciclo se consolida, amadurece e inicia novamente seu declínio. Neste declínio se os envolvidos amadureceram e souberam utilizar suas conquistas, que o próprio ciclo trouxe consigo, acaba por consolidar definitivamente, para todos os envolvidos, o que deveria ser conquistado. Daí retoma-se novamente um novo ciclo e novas oportunidades.
Estes ciclos envolvem tudo e todos, universos, galáxias, planetas, reinos, desta forma, ciclos desenvolvem-se em cima de ciclos. Por exemplo um ciclo da Terra envolve inúmeros ciclos dos reinos que a habitam.
Um ciclo galáctico envolve inúmeros sistemas solares que este abarca.
Um ciclo familiar permite o desenvolvimento dos membros da família em diversos estágios, ou diversos ciclos.
Um único indivíduo tem seus próprios ciclos, que por sua vez se envolve nos ciclos da humanidade.
É complexo, mas tudo isto tem uma engenharia perfeita, absoluta e infalível.
Nosso livre arbítrio, no que se refere ao ciclo da humanidade da Terra, determina a forma e as condições que iremos nos desenvolver(ou não), num ciclo terrestre.

Temos condições de perceber os ciclos e nos adaptarmos a sua real e verdadeira conjuntura, somando, colaborando, para que os aspectos positivos de um ciclo sejam incorporados em nossa escalada evolutiva, portanto, saber e acompanhar um ciclo é necessário.
Nossos antepassados, incas, maias, os egípcios, os gregos, os atlantes, os lemurianos, os essênios e outras civilizações que tiveram suas oportunidades na Terra, montavam seus calendários e suas atividades em cima do conhecimento que tinham sobre os ciclos e não sobre  datas como fazemos hoje, pois sabiam da fortes influencias dos ciclos maiores sobre os menores.

Hoje nos encontramos como se diz num ditado popular, “mais por fora do que cabo de panela”, pois pouco sabemos, pouco relacionamos, pouco nos posicionamos sobre os ciclos.
Isto nos foi tirado pelas forças involutivas, pois assim o permitimos. Ficamos neste estado de ignorância quase absoluto sobre esta importante relação cíclica.
Continuamos num calendário temporal, restrito aos movimentos do planeta, inócuo em termos de previsibilidade, que omite estágios significativos dos movimentos estelares e sistêmicos da  nossa galáxia e ainda por cima acreditando que a distância que nos separa dos outros corpos celestes, em seus ciclos, nos protege.

Mal e porcamente seguimos os ciclos de nossos filhos, quanto mais um ciclo solar ou galáctico.

É preciso se aproximar desta visão cíclica, estuda-la, aprofundar-se neste tema, pois nossa vida é regida pelos ciclos e não pela forma que medimos o tempo. Nossa vida tem começo, meio e fim através de ciclos bem definidos.
O tempo e a forma que o medimos se restringe ao nosso planeta. Além de estar completamente errado em sua base, tem uma limitação tão intensa que é surreal.
Por isso que nossos profetas “estão errados”, não “acertaram”, mas claro, referiam-se a ciclos e não ao tempo.

Enfim uma visão mais cíclica nos aproxima das fases universais, dos movimentos e energias que são regidos pelo sol central da galáxia, pela forma com que nossos irmãos extraterrestres e intraterrenos se relacionam. Do jeito que estamos vivendo, mensurando o tempo e não os ciclos, nos afastamos de tudo e de todos.


Vamos estudar mais sobre os ciclos e teremos uma visão mais ampla sobre a vida (claro, se tivermos tempo).

Hilton

domingo, 31 de janeiro de 2016

Quando bater o desespero lembre-se de se desapegar.

PENSAMENTO DO DIA 31.01.16

É momento de orar, de vigiar e de nos entregarmos.
Trigueirinho.

Pois bem, na última aparição de Maria, fomos informados do “silencio” de Deus nos momentos atuais da nossa vida planetária.
Este silencio enigmático poder ser inúmeras coisas, mas com certeza inclui a fase transitória da Terra.
Ora, vigiar e entregar é o conselho que vem sendo dado de forma constante e continua, pois a humanidade não consegue equilibrar e melhorar seu intenso desequilíbrio.
Quanto mais o tempo passa, mais nos afundamos no mar de lama que criamos ao longo das eras, com atitudes e posturas sempre incompatíveis com as Leis Regentes do planeta.
Parece que adquirir carma virou uma conquista, uma disputa. Sou carmicamente “maior” que você!

Estamos num momento muito delicado, onde impulsos muito negativos e também muito positivos estão incidindo sobre todos nós, aflorando as tendências que temos no coração.
Temos de nos controlar e nos vigiar, continuamente, para que nossas manifestações negativas não superem as positivas, pois será com estas tendências que nos selecionaremos para as próximas etapas da nossa evolução, ou quem sabe da nossa estagnação.

Orar, uma postura de orações é uma postura de acesso e permissão para sermos acolhidos.
Vigiar, nossas tendências e nossas vontades para que não sejamos parciais, partidários, juízes de situações que já estão em processo de mudanças, portanto, a não interferência é a melhor postura.
Entregar, tem de ser tudo, pois poucos sabemos sobre os novos caminhos, portanto nos entregarmos às novas diretrizes que Deus está escolhendo para cada um é um processo de submissão inteligente e absolutamente coerente com quem chamamos de Pai.

Para isto é preciso ampla neutralidade, quietude, harmonia, silencio e principalmente fé.
Estamos diante de coisas que não temos a menor possibilidade de interferir e muito menos dominar, portanto, acompanhar com fé e submissão é o caminho.
Temos de confiar.
Nenhum de nós será esquecido, desprezado ou desassistido. Podemos até ter esta sensação e ela acontece como um um reflexo do nosso próprio esquecimento e ausência daquilo que tínhamos de fazer e não fizemos.

O conceito que temos sobre o materialismo da vida física tem seus dias contados, pois está em transição e quanto mais nos apoiarmos nisto maior será o desespero.  
Portanto, quando bater o desespero lembre-se de se desapegar. E seja do que for.


Rever posturas, conceitos, informações, é o lance do momento.

Harmonia.

Pensamento do dia 29.01.16

Ao harmonizar a personalidade com a Vida Maior, a essência interior, a cura é processada.
Trigueirinho.

Pois bem, harmonia, o grande lance do momento.
Se nos harmonizarmos, independente das circunstancias, das situações, seremos lúcidos o bastante para, intuitivamente, tomarmos decisões.

Não temos harmonia.
A Terra está envolta em um negativismo psíquico que é terrível e totalmente desfavorável a decisões adequadas sob a ótica de um final de ciclo.
Culpamos, nos culpamos, ficamos revoltados, temos reações muito negativas acumulamos desespero, sentimentos negativos, medos, pelo simples fato de não querer entender que estamos numa fase de transição onde tudo, simplesmente tudo será transformado.

A personalidade está doidinha com tudo isto, pois não consegue compreender e nem assimilar algo que não viveu.
Alguns dos seres humanos são lemurianos ou atlantes. Alguns destes indivíduos possuem certa lembrança, ainda que muito distante de passagens relativamente próximas do que estamos e iremos passar, mesmo assim são vagas lembranças. No entanto, nenhuma destas lembranças se aproxima do volume de modificações que a Terra e seus reinos estão passando.
Por isso de tanta confusão, insegurança e medo.
O pior é que muitos se apoiam no que não funciona mais, como os bens materiais, as posses, as sociedades e as falsas proteções de governos e governantes que insistem em manter “aparências” de um “quase controle”.

É preciso um despertar, visualizar os novos horizontes e aceitar com harmonia e tranquilidade o que vem mudando.

O Brasil não é mais o mesmo Brasil de um ano atrás. Os culpados são os políticos, a Dilma e o Lula.
Não são os culpados destas mudanças, são somente culpados de se utilizarem da situação em causa própria, mas o país está se ajustando ao que não lhe caberá mais para os momentos vindouros.
Difícil aceitar este argumento, mas ele ficará mais claro na medida em que formos nos aproximando das situações mais envolventes.


Reavaliem posturas, objetivos e harmonizem-se.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O que é ser inteligente?


Pensamento do dia 26.01.2016

Ainda que não saibamos o que isto representa, já aprendemos que tudo está dentro de nos.
Trigueirinho.

Pois bem, aprendemos que somos um microuniverso contendo tudo o que um universo inteiro possui.
Então porque não podemos aplicar tudo que temos.?
Por absoluta falta de conhecimento de como se usa.

A maioria das pessoas, ao abrirem um novo produto, raramente irá ler o manual. Vai por tentativa e erro correndo o risco de montar ou usar de forma inadequada.
Somos assim, no livre arbítrio, temos procurado usar somente o pouco conhecemos, sem a base necessária.

Achamos que sabemos amar porque gostamos de alguém; que somos cientistas com base em dados estatísticos; que podemos dominar certas energias de alto poder destrutivo e incrivelmente poluente; vivemos em guerra, em disputas, na posse e no domínio, achando que somos sociáveis; praticamos a distribuição do que a Mãe Natureza nos dá gratuitamente, mediante interesses, ganancia e mesquinharia; enfim não temos a base do amor para vivermos como um microuniverso.
Desta forma, escolhemos o caminho longo, e a “tentativa e erro” tem sido a forma de aprender e se aperfeiçoar no caminho da evolução.

Precisamos ser inteligentes!!!
Mas o que é ser inteligente?

Inteligência é seguir as Leis, o Plano Maior, submeter-se ao que temos aprendido, acolher o que nos chega à mão e à mente, com amor, com gratidão, com acolhimento.
Aceitar, inicialmente, nos leva ao aprofundamento das informações assimiladas. Isto é fé.

Não temos sido inteligentes, pois a soberba e a ganancia tem até escondido o que chega para todos, aquilo que é de todos.
Imaginem se eu estivesse guardando para mim todas estas informações que nos veem à mão todos os dias.
Obviamente já teria enfartado, pois meu coração não foi projetado, no seu arquétipo, para ACUMULAR, mas para ceder, doar, distribuir aquilo que a todos pertence.

Agora, vejam que nem todos se interessam por isto.
Este interesse e esta curiosidade que alguns manifestam, é a energia da evolução palpitando dentro do indivíduo que decidiu que sua encarnação fará sentido, será útil, não será somente cármica e que ele topa continuar a vida que o Criador lhe atribuiu.
Outros irão viver somente na observação, na contemplação, para então lentamente, decidirem se irão evoluir ou não.
Outros estão tão distraídos e tão preocupados com a matéria, a vida, com aquilo que os outros fazem, que ainda não encontraram tempo para evoluírem. São prisioneiros do tempo e do espaço, num átimo do tempo universal.
Outros tem verdadeira rejeição por isto, são materialistas ao extremo e para eles é preciso ver para crer. Vivem essencialmente os carmas, constituindo novos, sem cessar.

Então temos neste mundo cármico, categorias de indivíduos que pensam completamente diferentes, tornando nosso mundo uma parafernália de conceitos, direitos, objetivos, necessidades, caminhos, formando uma massa confusa que não se entende e que trabalha um contra os outros.
Então vem a forças involutivas e colocam a última carga explosiva para detonar de vez as possibilidades, os MEDOS.

Ai, virou o “samba do crioulo doido” (pegou bem, época de carnaval), onde ninguém mais se entende e a humanidade vai se afundando dia a dia, num mar de angustias, medos, fracassos, sem objetivos, entregues e inertes a estados de sofrimentos contínuos e constantes.

Vejam que o princípio, a ignorância, tem nos levado a estes estados de sofrimento sem fim, onde temos dependido de nós mesmos para, mal e porcamente, sobreviver, quando deveríamos depender das Leis e do Plano Maior para continuarmos.
Eis o problema do livre arbítrio para humanidades ignorantes (rebeldes e arredias a uma submissão de amor e plenitude), que confundem evolução com soberania e escravidão.

Tudo está dentro de nós e são as informações elevadas, que ao serem assimiladas acionam mecanismos de Luz que ativa no centro nervoso e no córtex cerebral as explosões de sabedoria que estão muito bem guardadas em nosso ser, pois somos seres perfeitos e absolutamente divinos.
Hilton