terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Vivemos um presente no passado.

Pensamento do dia 16.02.2016

A mente analítica pode aprisionar o homem no que ele já conhece.
Trigueirinho.

Pois bem, somos todos reféns da mente analítica, aquela que analisa, deduz e age em decorrência de referências passadas, já vividas.
O novo, o inusitado, o não vivenciado não se alinha com a mente analítica.
O que geralmente ocorre é a mente analítica nos remeter a parâmetros e indicadores que não são ou serão suficientes, ou são errados para estes novos fatos que a vida originou.
Um exemplo é a grave situação que estamos vivendo no Brasil e agora no mundo com o zika vírus.
Estudos, amostras, estatísticas, pesquisas, onde compara-se, não conclui e não define os caminhos necessários para sanear esta nova epidemia. Claro estamos vivendo uma situação nova, inusitada, onde os parâmetros atuais não se aplicam.
Desta forma, por tentativa e erro, onde muitos problemas e muitas mortes irão ocorrer, ao longo dos próximos 3, 4 ou 5 anos, teremos de administrar um problema basicamente insolúvel.
Mais uma vez o ser humano analisa, observa analiticamente o que dispôs no passado para suprir o que é presente e futuro, mesmo que tais procedimentos não surtam os efeitos ou máximo criam algumas soluções paliativas ou alternativas que caem por terra rapidamente.

Sem a intuição, sem a adesão dos nosso Colaboradores e sem a diminuição dos graves e complexos compromissos cármicos planetários, estas situações continuam e continuaram a se proliferar entre nós, pois todas elas tem funções disciplinares de ajustes de conduta, de realinhamento, de novos movimentos, o que arbitrariamente e voluntariamente não temos feito.

Somos, literalmente, prisioneiros do passado, num tempo em que o futuro já vem se mesclando com o presente.
Como sabemos que o futuro terá mudanças radicais e extremas em relação a este passado que trouxemos para o presente, os choques de energias, os desalinhamentos, as incongruências são descomunais.
Sendo assim, podemos dizer que vivemos um presente no passado que já colocou um pé no futuro. Não há desarmonia pior do que esta. Não há vida mais confusa e conturbada do que a nossa, nesta situação absurdamente desalinhada.
Esta mescla de passado, com presente e com futuro, onde a raça humana não consegue se encontrar em nenhuma das posições, criou um ambiente terrivelmente confuso, espiritualmente, psiquicamente, fisicamente, energeticamente, dando origens a fatores imponderáveis cujos efeitos em nossa vida está sendo e será incrivelmente perturbadores e devastador.

Outros aspectos, onde mudanças genéticas estão sendo praticadas em laboratórios, como forma de conter a proliferação do mosquito, poderá trazer novas e perturbadoras anomalias que desconhecemos, pois não se brinca de Deus.
Nosso meio ambiente é por demais insalubre psiquicamente, onde o ódio, a indiferença, a ganancia e o egoísmo dominam, para se combater o que hoje nos apavora, incomoda, perturba. Este meio ambiente insalubre psiquicamente, mantem e aumenta as chances de mudanças naturais que os vírus e bactérias podem sofrer em pequenas mutações que os tornaram cada vez mais fortes e mais produtivos, em detrimento da raça humana.
Vivemos uma situação horrível sob todos os aspectos, que tem vem aumentando os estados de sofrimento e de restrições.

Por termos trocado a mente intuitiva pela analítica, estamos a pé num caminho descontrolado, inseguro, cheios de armadilhas, quando deveríamos estar elevados, sendo conduzidos e acompanhados por quem conhece e já viveu situações semelhantes, mas nosso orgulho e nossos preconceitos não admite esta possibilidade.

Cabe ressaltar que um Grupo quando não se expressa em usar o que veio buscar, cai nas mesmas circunstâncias, pois as informações são esquecidas ou ficam adormecidas, ou se esvaem como água entre os dedos, pois a ausência de movimentos das novas conquistas, nos tornam pessoas de muitas posses mas com baixo aproveitamento do que veio buscar e não usou.

Estamos vivendo uma vida sem sossego. Cada vez mais as condições ambientais do nosso meio se complicam e será assim, num crescendo sem limites e sem cessar.
Infelizmente a maioria ainda não consegue perceber que temos de buscar novas referências e novos parâmetros. Isto decorre do novo alinhamento da Terra em relação ao Sol. Pequenas e imperceptíveis mudanças vem ocorrendo, onde creio que muitos cientistas e órgãos governamentais já conseguem avaliar, tem mudado certos parâmetros que originam a vida aqui na Terra. Viver como sempre vivemos não mais condiz com os novos movimentos do nosso planeta.

Para refletir.
Hilton

Refletir, neste contexto significa estudar, buscar, completar, contribuir, participar ativamente das informações do que foi anunciado. Temos de compartilhar.

De nada adianta ir buscar e não usar.

A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

Pensamento do dia 15.02.2016

Nada haveis de temer, pois tudo está escrito no livro da vida.
Trigueirinho.

Pois bem, fomos ensinados nas escolas que, essencialmente, dependemos das nossas atividades e providencias para vivermos e vencermos na vida.
Na realidade, nossos esforços se concentram única e exclusivamente para vencermos as experiências cármicas, dos carmas contraídos nas vidas passadas e na atual.
Todo processo evolutivo se dá através de oportunidades que a vida, sutilmente, repito, sutilmente cria em nosso caminho.
Tais oportunidades aparecem sob a forma de incentivos, situações e sugestões que podemos o não aceitar, incluir ou não incluir e realizar ou não realizar.

Muitas vezes recebo um convite diferente para conhecer algo novo, algo que talvez até tenha tido a curiosidade algum dia, mas como me encontro “ocupado”, “sem tempo”, ou “disperso”, ou “alienado” com tantas outras “atividades cármicas” que, ou isto passa desapercebido, ou recuso.
Na maioria das vezes é isto que tem acontecido com as pessoas que restringem-se a realizar ou atender somente suas “obrigações”.
Um dos aspectos principais que nos tira as oportundiades, são nossas falsas sensações de medo, cansaço, desanimo e a preocupação de assumir “novas obrigações”, quando na realidade não são “obrigações” mas oportundiades de aprendermos algo novo e quem sabe inusitado.
Porque sinto esta preguiça ou este cansaço?
São novas energias que começam a circular em torno de você e como são “novas”, preciso interagir com elas para que possa me acostumar com estas “novidades”.
Tenho conversado com tanta gente sob  “assuntos espirituais”, a princípio movidos por certo interesse, mas vejo que imediatamente isto “esfria”, pois as preocupações quanto a metas e objetivos da vida material podem ser “atrapalhados” quando “desviamos” o foco, sem saber que muitas vezes precisamos adquirir certa maturidade espiritual para assumirmos novas responsabilidades (dentro das novas metas e dos novos objetivos desejados) que poderão envolver pessoas e situações que precisam evoluir com a minha direção no cargo atual ou em um novo cargo, ou em um novo emprego, ou com um novo filho, enfim com quaisquer situações que sejam novas.

Esta grosseira confusão, limita, pois impõe certas condições cuja maturidade de conceitos e pensamentos serão exigidos nas novas situações que desejo alcançar, pois por princípio universal Trabalhamos e devemos Servir sempre para a comunidade, para os filhos, para a população, para os reinos, para o planeta a qual pertenço.
Isto estória de que luto por mim, trabalho pra mim, realizo pra mim, não existe, é ficção, é pura ilusão.
O que faço e sempre farei será para todos.
Se erro, erro com todos, se acerto, acerto com todos.

Uma empresa, um escritório, uma oficina, uma multinacional, em que trabalho, representa minha forma de Servir a todos. Fica mais claro quando trabalho numa empresa pública, numa prefeitura, num estado, na federação, mas no geral, seja no setor público ou privado, estarei sempre Servindo, ou melhor dizendo, aprendendo a Servir.
Quando acho que trabalho pra mim, para meu sustento, para minha família, estou cometendo erros grosseiros e tais erros me impede de evoluir e de aprender novos e fundamentais instrumentos para Servir a todos, Servir meu planeta, Servir a raça humana e os reinos.
Não existe este individualismo que tantos apregoam. Isto é pura ilusão e este aspecto foi  habilmente conduzido pelas forças involutivas que doutrinaram nossas escolas e criaram estes preconceitos, imputando este isolamento, este individualismo, esta separação de algo que por princípio é absolutamente unido e universal.

Porque tanta ajuda externa, extraterrestre, interna, pois somos Um e por princípio qualquer coisa que afeta um afeta a todos.

Mas, isto está longe de ser compreendido e sem dúvida continuaremos a Trabalhar de forma isolada, improdutiva e nefasta a todos, até que o ciclo terreno termine, pois nesta etapa é impossível expandirmos estes conceitos.
Esta divisão a qual fomos submetidos, de raças, credos, cores, situações geográficas, ideologias, deveriam ser superadas se tivéssemos feito corretamente as “lições de casa”, compreendido o caráter comunitario evolutivo que a vida nos imputou, mas nos distraímos tanto com tantas quinquilharias e sentimentos mesquinhos que hoje não rola mais.

Nós que estamos tendo acesso a tais informações, precisamos agir diferente, não podemos, simplesmente, desconhecer estes assuntos e tocar nossa vida da forma que temos feito.
Por isso, quem não se sente confortável com tais informações ou com as responsabilidades que dela derivam, afastam-se, saiam deste contexto, pois a ignorância sobre certos assuntos e certos esclarecimentos lhe protege nos tempos do armagedon.

Por outro lado, aqueles que resolverem continuar, não podem mais ter a pretensão de viverem uma vida “normal”, dentro da “normalidade”  que nossa sociedade concebe, pois quando aprendemos algo é para ser usado e não tornar-se mais uma tralha para guardar.
Os tempos atuais e o que está sendo pedido para aqueles que querem se esclarecer e acompanha-lo, não é para fracos, para temerosos, para medrosos, para preconceituosos, para vacilantes, mas para indivíduos que sabem que no máximo irão perder a vida, mas com certeza irão ganhar o conhecimento.
A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

 Hilton

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O momento atual.

Pensamento do dia, sábado, 13 de fevereiro de 2016

"Quando uma tarefa nos é confiada, prazos são determinados interiormente para o cumprimento de suas etapas. "
Trigueirinho.

Pois bem, sempre nos deparamos com Tarefas durante a reencarnação.
Tarefas são atividades que extrapolam as atividades compulsórias dos nossos carmas. Digamos que é aquele “algo a mais” que você poderá fazer em benefício de outros e da tua própria evolução. Neste caso temos a liberdade de realizar ou não.
Quando a alma do indivíduo desperta para sua realidade interior, começa interagir com grupos internos e busca colaborar na evolução. Com o passar das atividades relativas às Tarefas aceitas, começa a controlar as vontades, a personalidade e a percorrer trilhas ascendentes.
Normalmente tais Tarefas passam desapercebidos pela maioria, ou seja, são realizadas no anonimato, ignoradas pelo mundo material. Com isto preservam-se dos assédios das forças contrarias. A partir do momento em que a alma obtém domínio das ações do indivíduo, sentimentos, pensamentos e ego, se abre à sabedoria e para Tarefas mais abrangentes, mas comunitárias.

(Alerta) As tentações são muitas e cada vez mais fortes, na medida que o indivíduo cresce na possibilidade da realização de Tarefas cada vez maiores, pois sua determinação e sua firmeza precisam ser testadas a todo instante. A maioria fracassa, pois as forças involutivas podem abastece-los de certa abundancia e de certas farturas até que ele caia na armadilha. Ao cair volta para o domínio desta forças inferiores e o que lhe foi dado como “isca”, imediatamente é retirado.
O indivíduo retroage a níveis anteriores e terá de galgar novamente o caminho percorrido.
Muitos não resistem e desencarnam, outros perdem o rumo e se entregam abertamente, outros entram em períodos de profunda reclusão, estagnando e adormecendo potenciais que poderiam estar em atividade e em sintonia com os Planos Maiores.

Uma Tarefa tem prazo determinado de início, meio e fim. Normalmente, paramos no primeiro item, o início. Dúvidas, preguiça, muita preguiça pega forte e nos mantem parados, hipnotizados e supostamente cansados.
Ao darmos início somos incentivados e muita energia se desloca em auxilio, além de Seres e estruturas espirituais que serão determinadas pelo grau de importância da Tarefa para a comunidade. É preciso firmeza e determinação, pois esta abundancia às vezes nos pega despreparados e podemos parar face aos nossos medos.
Ao continuarmos, inúmeros ajustes serão feitos e grande calibragem nos coloca ao lado de estruturas poderosas em que as ações positivas começam um grande trabalho, conforme a demanda da Tarefa definida.
É um momento muito bom, de grande produtividade,  alavancagem  e de muito conhecimento.
Após esta fase a Tarefa decresce de sustentação, de importância e se finda. O indivíduo tarefeiro precisa perceber esta finalização e aí vem outro processo, onde a falta de percepção pode induzi-lo a querer continuar algo que precisa terminar. Neste caso, podemos dizer que esta desobediência pode ocorrer até que um certo desgaste ou uma frustração começa a acontecer. Isto está muito ligado à nossa possessividade. Achamos que sempre temos de tomar posse de algo.
Uma Tarefa é pura entrega, pura oferta, muita doação.

Não se pode deixar que certos prazos passem sem as ações necessárias, pois aqui na Terra, no ciclo em questão, corre o tempo do relógio e este tempo precisa ser obedecido.

No geral, as pessoas, inclusive as de boa vontade, mantem-se inertes e paralisadas por longos períodos, afetas essencialmente em suas obrigações cármicas. Ficam distraídas em cima de atitudes meramente formais do plano material, observando, observando, sem as ações que estavam preparadas para assumir.
Esta distração é super comum e nos mantem paralisados diante de oportunidades incríveis. No entanto, a vida passa, as energias também e podemos com isso perder grandes oportunidades de contribuir e evoluir.
Muitos indivíduos potencialmente aptos a realizar Tarefas muito oportunas e necessárias para muitos, geralmente caem no ostracismo, ficam inertes, paralisados,  esperando não sei o que e com isto cedem às forças involutivas sua vontade, sua percepção e muitas vezes sua razão, tornando-se joguetes destas forças.

Num Grupo, estas possibilidades podem diminuir, mas a vontade de cada um prevalece. Um indivíduo inerte e parado, num Grupo, atrasa este Grupo.
Um indivíduo ativo,  buscador, num Grupo, poderá suprir certas falhas e deficiências de si próprio, pois o Grupo passa a sustenta-lo espiritualmente.

Enfim o momento atual é muito delicado, pois assim como as oportundiades são muitas, as tentações também. Esta equiparação (oportunidades-tentações) mantem o equilíbrio no livre arbítrio.
Temos de ser muito perceptivos e procurar ajuda em pessoas que sentimos grande confiança, que são isentas de interesses e isto é relativamente fácil de perceber, pois a ilusão é poderosa e nos envolve como se estivéssemos numa grande nuvem onde as distancias, a percepção e as sensações ficam muito limitadas.



Reflita, se posicione, corrija o que for necessário, supere os medos e a preguiça, pois os tempos exigem ação sobre as oportundiades oferecidas.

Hilton

Um momento mágico.

Pensamento do dia 12.02.2016

Não há conflito, comparação ou competição quando se vive segundo novos padrões.
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento deixa claro que os novos padrões trabalha intensamente a harmonia.
No mundo “civilizado” atual, o conflito, a disputa, a competição ditam as “regras de mercado” da vida de todos os cidadãos da Terra.
Disputa-se até no quesito diversões, onde tudo virou uma competição acirrada, séria e acima de tudo conflituosa.
Hoje pouco se diverte, mas muito se compete.

A comparação é algo que não deveria existir, pois não existe duas pessoas iguais ou em condições de serem iguais no universo. Cada um possui diversas singularidades que nos torna único nos universos a serem percorridos.
Níveis de consciência, padrões atômicos, almas distintas, mentes únicas, destino exclusivo, formações especificas, enfim cada um é um mundo à parte e cada um irá percorrer um caminho exclusivo, mesmo que em determinadas circunstancias, como no momento atual da Terra, iremos viver de forma concomitante, um final de ciclo que a todos envolverá.
Mas para cada um, situações especificas acontecerão neste ciclo que se encerra, portanto cada indivíduo viverá este caos(organizado) de forma única e exclusiva.
No entanto, quanto mais pudermos aprender e absorver as regras gerais da vida, da evolução e da nossa origem espiritual, mais iremos aceitar e compartilhar, positivamente, estas inusitadas situações.
Para alguns o escuro apavora, para outros é, simplesmente, um local sem luz.
Para alguns o sol bronzeia a pele, para outras é a fonte da vida.
Para alguns a fé é careta e para os carolas, para outros regula a vida e o conhecimento.
Temos divergências incríveis e tais divergências acentuam os conflitos, as comparações e a competição.

Viver novos padrões é adequar-se ao que virá, ao novo, ao desconhecido, não em sua totalidade, mas é reconhecer que estes padrões irão regular a vida no futuro.
Isto hoje é possível devido a intersecção das Leis atuais com as novas Leis que irão regular o planeta. Digamos que, ou você coloca os pés lá ou fica com os pés cá.

Ontem estive numa festa infantil. Adoro crianças, pois me sinto muito bem ao lado delas e sinto uma simbiose de energias limpas, puras, autenticas, onde a verdade predomina e o autêntico se expressa.
Isto é altamente motivador, neste mundo tão desanimador, pois nestas crianças vê-se a mão de Jesus sustentando nossos aspectos positivos e iluminados, aqueles que todos tem quando somos recém encarnados, onde o amor e a verdade ainda predomina.
Estas novas gerações vem nos mostrar que a esperança e a continuidade, em processo de elevação, é um fato, existe e se renova a cada instante.
Precisamos de um mundo novo para elas e graças a Deus isto também é um fato, pois assim foi prometido e assim será.
Olhando-as brincando, soltas, leves, alegres, gargalhando de forma espontânea e maravilhosamente lindo, vi a esperança do mundo novo e dos novos argumentos divinos que o Plano Maior já nos reservou.
Milagrosamente não havia parafernália eletrônica. Acreditem, não havia, alias foi a opção da aniversariante.
Isto fez com que elas ficassem soltas e unidas ao mesmo tempo, em cima de várias atividades conjuntas, interagiram independente do sexo, da classe social, e do poder eventual que suas famílias poderiam ter ou não, pois ali predominava o básico das coisas sadias, a alegria e a igualdade.
Foi impressionante como a aura destas crianças brilhavam. Claro que algumas se destacaram pois temos hoje inúmeras crianças índigo e cristal que vem preparando o nosso mundo, mas no geral a Luz no ambiente se intensificou.

Marisa faz um comentário bonito, onde seu filho num parque público brinca com gravetinhos, folhas, água e pedras, evoluindo a imaginação para mundos perfeitos, assim como descobriu como foi interessante que pequenas formigas andassem por sua mão. A simplicidade acentua a riqueza dos ambientes e da natureza.
A integração humana com os demais reinos é algo que será muito bem aproveitado na Terra futura.

Enfim são situações como estas, simples e absolutamente normais, que podemos enriquecer nosso conhecimento, ganharmos motivação, sentirmos que não estamos sozinhos, que nossos anjos e tutores nos olham com carinho, amor e compreensão, pois ainda estamos numa fase extremamente infantil da nossa evolução.

São estes olhos que precisamos ter nesta fase final do ciclo planetário, onde a renovação para algo substancialmente melhor é um fato.
Viver estes momentos precisa fazer parte da nossa alma, ressaltando nosso lado criança, infantil e inocente, onde são os aspectos positivos e renovadores que interessa.
Para perceber a Luz precisa estar iluminado, pois a escuridão pode absorve-la e você não a verá.
A tristeza, os medos, a insegurança e principalmente a falta de confiança, ou digamos de fé, é o que vem encobrindo nosso lado criança, nosso lado alegre, nossa exuberância.

Vamos refletir.

Obs.: seria tão bom se todas a festa fossem infantis!

 Hilton

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A Força esteja com voce!

Pensamento do dia, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

"É necessário ter fé sempre, e também saber caminhar na escuridão. "
Trigueirinho.

Pois bem, este pensamento aborda um aspecto diferente sobre a escuridão.
Percorrer o caminho escuro é o que temos feito maioria das nossas vidas, pois não temos um objetivo traçado sob o aspecto espiritual. No máximo nos limitamos a atender certos requisitos da vida física, face a competitividade, pois se assim não fosse, nem isto faríamos.

Neste caso, o pensamento aborda o caminho que vem se apresentado nestes momentos finais do ciclo planetário, onde tudo será inusitado.
A fé, ou seja, uma confiança cega e que exigirá absoluta entrega, é quem ditará o rumo e as direções a serem seguidas.
Analisando de forma didática e literal este texto, dá para perceber que bem poucos assim o farão.
Isto ocorre pois temos sido arredios a este conceito de fé e misturamos completamente esta correta postura, com aspectos religiosos e quem sabe com atitudes frenéticas e fanáticas.
Aliás, esta tem sido uma parede tênue e quase imperceptível, pois a fé tem sido rigorosamente confundida com fanatismo de doutrinas e religiões que exploram a boa vontade de muitas pessoas, escravizando-as em cima de preconceitos e temas que pertenceram aos séculos iniciais da nossa civilização atual.

O conceito de fé aqui empregado, não significa uma luz para enxergarmos, confirmarmos e decidirmos o caminho escolhido.
É algo muito maior e mais abrangente, onde esta fé será pura entrega num caminhar por caminhos desconhecidos, movimentados, barulhentos e irreconhecíveis.
Temos sido orientados de que viveremos momentos inusitados, portanto, jamais vividos, vistos ou experimentados e para isto só existe uma única condição para percorre-los e superá-los, a fé.  
Então será esta fé que deveremos expressar nos próximos momentos do ciclo em conclusão.
Dizer que alguém está preparado é utopia, mas podemos afinar nossas percepções e nossa intuição, aprendendo cada vez mais a confiar naquilo que vem do nosso coração, da nossa alma, do Alto.

Na trilogia  “Star Wars”, de Jorge Lucas, uma das premissas dos Jedis é confiar na Força. A Força está com você!
Podemos fazer ampla analogia sobre o ato de confiar na força como sendo um ato de fé.
A fé é um ato de confiança em algo que você sente que existe mas não vê, que ultrapassa suas possibilidades e alavanca o que ainda lhe é desconhecido.
Esta trilogia é interessante, pois mistura duas Forças antagônicas a Força Negra e a Força Branca, e ambas competem por objetivos distintos, mas semelhantes, pois a união de muitos predominará ou sobre o bem ou sobre o mal.
Este é o antagonismo que vivemos.

Caminharemos na escuridão. Todos, sem execeção, irá percorrer este caminho comum que este final de ciclo já definiu e dele partiremos para novas situações ou repetiremos o que é conhecido, mas não aprendido.

A Força esteja com você!
Ou quem sabe

A Fé esteja em teu coração!

Hilton

Olá Grupo.

Pensamento do dia 09.02.2016

Grandes são as provas nas ocasiões em que peças- chave de um grupo decidem tomar outros caminhos.
Trigueirinho

Olá Grupo.
Estamos trabalhando por amor?
Estamos Trabalhando?
Por amor a si próprio?
Por amor aos demais?
Cabe certas reflexões a este respeito, para quem se considera integrante do Grupo ou de um Grupo.

Pois bem, as provas serão cada vez mais intensas e cada vez mais sutis.
Isto é necessário, pois estamos na reta final de uma grande jornada no livre arbítrio, onde por um ciclo inteiro vivemos com a liberdade necessária para manifestarmos o que temos de melhor ou pior.
As provas superadas com êxito mostra que nos qualificamos para dar o passo seguinte. Neste caso o passo seguinte será gigantesco, pois mudaremos de plano e de Leis. A outra possibilidade será refazermos todas as lições que ocorreram ao longo das eras no ciclo porque passamos.

Todo Grupo submete-se a provas e nosso Grupo já se encontra sob estas circunstancias.
Quando elementos chave de um Grupo alçam voos mais longos e intensos, o Grupo pode estancar e pode regredir, mas se seus elementos reagirem a contento, retoma sua jornada de forma mais amadurecida e mais forte para enfrentar novos desafios, pois portais foram abertos.

As perguntas iniciais, são cruciais para que cada um responda, analisando com ampla honestidade e sensatez sua real posição neste contexto.
Vamos lembrar que para as coisas do espirito só tem uma verdade. Não existe o talvez, é possível, quem sabe, acho que sim, to fazendo o que posso, vai com calma, e coisas do gênero onde procuramos nitidamente “enrolar”.

A humanidade caminha para um grande e monumental descontrole. Será de tudo e todos irão sofrer, pois fomos doutrinados a depender do “estado”, de uma “sociedade” viciada e estagnada em dominar seus cidadãos, dando a eles as mínimas coisas necessárias.

Neste descontrole veremos como nossas carências são impressionantes, pois de certa forma, temos nos contentado em ser conduzidos, só que para verdadeiros “becos sem saída”.
A maioria não se deu conta e muitos nem se darão. Estão tão entusiasmados com algumas quirelas, que concentram-se em catar do chão e não atentam para o alto ou percebem os grandes movimentos das nuvens e das tempestades se aproximando.

Trabalhar. Interpretamos esta palavra como sendo única e exclusivamente o ato de nos sustentarmos.
Trabalhar é doar-se, voluntariar-se, elevar-se, evoluir espiritualmente para que possamos dar nossa estrita e ampla contribuição na ascenção espiritual de todo o planeta.
A maioria não faz isto. A maioria trabalha em causa própria, pelo próprio benefício, ou única e exclusivamente pela remuneração.
Outros vieram a este mundo de expiação para fazer turismo, para conhecer as belezas deste planeta azul, deliciar-se com as iguarias à mesa, desfrutar das riquíssimas paisagens de nosso belo planeta sem aperceberem-se que todos os cidadão que aqui encarnam vem para aprender e para resgatar atividades espirituais comunitárias e individuais que fracassaram em outras eras e outros mundos.
Só que Deus para nos aliviar, nos deu um ambiente muito bonito e rico em seus reinos, como forma de nos motivarmos e aliviarmos o cumprimento de Tarefas extenuantes.
Demos a contrapartida, se assim podemos dizer, pois os 7 bilhões de cidadãos, matam e consumem 56 bilhões de animais para sustentar nossas inusitadas iguarias.
Vivemos um dia a dia focado nas obrigações do cotidiano. A sustentação tem nos deixado obesos, moles e lentos, atingindo não só o corpo como a mente.
O excesso e a falta convivem lado a lado. Uns tem muito mais do que precisam, enquanto outros não tem nada do que precisam.

Um Grupo acaba se enquadrando nestas mesmas condicionantes, quando se acomoda, quando deixa de elevar-se na velocidade necessária e que tem sido cada vez mais rápida devido ao final do ciclo, de produzir o que foi capacitado, instruído e orientado por  “ondas de energias”, “apoios”, “Seres”, “sistemas”, “ferramentas”, lhes foi cedido para serem usadas e não guardadas para enferrujar.

Muitos acabam se prendendo em processos cármicos próprios ou de terceiros, processos estes que seguem seu próprio ritmo, pois todo processo cármico não pode ser interrompido, onde acompanhar sem interferir é o que resta a fazer. Mas debruçam como se fossem a “corda da salvação”, quando a única corda que poderá vir será por intermédio da própria alma do indivíduo. Com esta atitude param, deixam de ser proativos, participativos, afastam-se e se confundem entre o que é assistir e o que é interferir.
Misturam alivio cármico com sofrimento, entram em queda livre sobre suas atividades sem perceberem que muitos outros os aguardam.
O Grupo sofre o baque, pois a perda de um tem efeitos importantes em todos.
Esta recuperação retarda, atrasa e atividades em andamento podem sofrer interrupções.

Entramos na fase da maturidade seguida de grande responsabilidade. Não há mais tempo.
Pensar no conjunto precisa ser a tônica do processo.
O indivíduo, a individualidade será fruto das suas próprias condicionantes cármicas, que poderá ser beneficiado se o conjunto funciona.
O conjunto funcionando todos se beneficiam.
Não temos como um cuidar do outro. Quem cuida é Deus, pois desconhecemos as pessoas e suas reais necessidades. Mas, podemos assisti-las, orienta-las, desde que nos esforcemos para sermos imparciais. Todo o resto é fantasia.

Enfim, maturidade é a palavra chave do momento. Imparcialidade é a postura chave do momento. Equilíbrio é o único movimento útil do momento.
Grupo maduro, imparcial e equilibrado tem condições de Trabalho. Sem estas qualidades, só interfere.
Hilton


O momento exige total concentração.

Pensamento do dia, segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

"Devemos estar desapegados até mesmo da necessidade de confirmações externas. "
Trigueirinho.

Pois bem, o desapego é algo que incomoda muito.
Somos por demais apegados em qualquer coisa que aparenta ser nosso, como se pudéssemos ter alguma coisa na escalada da vida reencarnatória e evolutiva.
Outro aspecto que tem sido notório é a necessidade das confirmações.
Duvida-se de tudo e para isto a repetição gera as confirmações e estas acabam por nos dar a possibilidade de aceitarmos. Isto é absurdamente ultrapassado.
Isto acontece pelo fato de vivermos na mentira.
Ninguém confia em ninguém. Isto é fato.

Neste final de ciclo terreno, se nos apegarmos às necessidades das confirmações, sejam elas internas ou externas, corremos o risco de perder as possibilidades positivas do que vem ocorrendo.
É precioso muita atenção em tudo que nos envolvemos ou somos envolvidos, independente de sermos ou não voluntários daquela situação, pois entramos num ritmo alucinante, frenético de movimentos, energias e contatos.
Temos conversado em nossas reuniões sobre a necessidade da extrema atenção para os recados e as informações que temos recebido, pois nelas podem vir guardado níveis de informações mais sutis e mais elevadas que muitas vezes exige providencias que ao cumprirmos, seremos assistidos e contatados.

Muito bem, e porque tais informações não chegam até nós de forma mais explicita, direta, sem tanto “lero lero”.
Isto ocorre de acordo com a lei soberana aqui na Terra, a do livre arbítrio. Na medida que me esforço para perceber e deduzir a possibilidade de realizar certas Tarefas, ou dar certo empenho em tais informações, libero-me no livre arbítrio da possibilidade de realizar algo acima da minha capacidade normal (matéria) e alocar energias espirituais para poder cumprir algo a mais, algo acima das minhas limitadas possibilidades no plano físico.
Somos sistematicamente observados, testados e na medida das nossas repostas, amplia-se nossa capacidade de Trabalho.

Parece que muitos não se dão conta desta sutileza. Mesmo aqueles que estão no Grupo, onde de certa maneira deveriam estar focados neste algo a mais, acabam por caírem na vala comum e realizam exclusivamente o essencial.
Não persistem, não aderem, não refletem, distraem-se com qualquer merrequinha, ou prendem-se a detalhes insignificantes, perdendo a possibilidade de aproximar-se cada vez mais Daqueles que nos assistem.
A ausência de reflexão e de concentração nas informações, nos faz, como integrantes de um Grupo, tarefeiros comuns, que realizam certas tarefas sem perceberem a extensão das suas ações dos seus desdobramentos.
Esta falta de atenção e de, principalmente, reflexão antes de nos movimentarmos, digamos, que tem a possibilidade de eliminar mais de 80% do potencial de uma informação ou de um contato. Provavelmente com os 20% restantes, sejamos incapazes de nos desdobrarmos à altura do que foi informado ou solicitado, gastando-se energias sutilíssimas para nada.
Nosso grau de precisão é por demais grosseiro e rudimentar.
Bom, estamos evoluindo e nos aperfeiçoando. Isto é fato, mas não precisaria ser neste ritmo tão lento e ineficaz.
A desatenção, a sonolência, a preguiça, os adiamentos, a falta de persistência, a ausência da busca, entre outras coisas, aniquila boa parte das nossas conquistas realizadas, pelo simples fato de não usarmos ou utilizarmos incorretamente, nosso potencial.

Estamos em vias dos grandes movimentos, mas absolutamente despreparados.
Não se fala aqui de preparações materiais, mas sim de adaptações espirituais que aumentariam as probabilidades dos afloramentos intuitivos, das percepções extra-sensoriais, nos colocando como pessoas a Serviço do bem maior.
Nossa infantilidade e nosso excessivo materialismo, nos tem tornado pessoas completamente fora do contexto atual desta transição planetária.

Enfim, não há o que fazer, pois cada um escolhe seu caminho e a forma de percorre-lo.

Que assim seja.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ajudar alguém não é realizar por este alguém

Pensamento do dia 05.02.2016

Uma vida interior  consciente só é  possível mediante a entrega e a devoção. 
Trigueirinho.

Pois bem,  temos nos entregado e de certa forma temos devocionado os interesses materiais.
Intensa dedicação,  muito esforço,  forte grau de concentração, obtendo resultados.
Porque não fazer o mesmo com nossa contraparte espiritual?
Pelo simples fato de que não damos a devida importância para esta outra metade.
Mas,  os tempos atuais estão ficando cada vez mais atribulados, confusos, incoerentes e extremamente desconfortável.
Vejam como as pessoas estão confusas, sem um rumo definido, mesmo que procuram ser positivas ou utilizar expressões do tipo "isto é  passageiro, sempre foi assim, vai passar, o mundo se conserta" , hoje estamos muito inseguros com o caminhar da humanidade.
Final dos tempos é  uma frase ultrapassada e em nada expressa a verdade.
Estamos, sim, num final de ciclo é um ciclo é atemporal. 
No entanto,  poucos se dão conta desta urgência e da premente necessidade de nos focarmos no que terá sequência nos próximos ciclos.

Uma vida interior consciente é  uma vida onde as coisas eternas são consideradas, trabalhadas e ampliadas.
Você não eterniza objetos materiais, mas sentimentos e evolução  sim.
Temos nos focado nos objetos, na vida essencialmente material e na sobra de tempo, diversões, nos iludindo que é o suficiente. 
A devoção pode ser a locomotiva de uma reviravolta na nossa vida, ao nos concentrarmos na vida espiritual.
Não passe esta  encarnação em branco, na ausência,  no vazio, no perecível somente, pois o arrependimento será enorme.

Não podemos ceder nossa vida para os outros, para atender  interesses, sejam de filhos, parentes,  amigos, empresas, cargos, posições,  pois está troca além de ser cármica é  negativa sob os aspectos evolutivos. Infelizmente isto tem sido muito mais comum do que parece e raríssimas são as pessoas que não fazem isto.
Nos iludimos com isto é cegamente executamos inúmeras interferências desnecessárias,  contraproducente, retrogradas, esquecendo que cada um tem um destino definido.
Ajudar alguém não é  realizar por este alguém.

Enfim, estamos no limiar de um novo estado de consciência e para isto temos de ir nos adaptando a estas novas circunstâncias.


Vamos refletir.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Meu GPS!

Pensamento do dia 04.02.2016.

"Os caminhos de Deus são os caminhos dos homens, quando trilhados na retidão da Lei Universal. "
Trigueirinho.

Pois bem, a princípio podemos dizer que Deus tem sido um “GPS” estranho, que indica para alguns um caminho reto, com poucas paradas e relativamente agradável, enquanto para outros, indica um caminho tortuoso, estranho, cheio de dificuldades.
Ahh, mas tem os carmas envolvidos!
Outro engano, pois os carmas ocorrem nas duas situações, independente do caminho indicado pelo GPS – Deus.
O que interfere de fato no caminho que percorremos é a nossa opção principal, evoluir ou estacionar.
Nas opções apontadas pelo GPS-Deus, temos de optar por uma das hipóteses e normalmente a opção tem sido o caminho tortuoso.

Mas porque a maioria escolhe o tortuoso?
Por absoluta ignorância e pelo desprezo da nossa contraparte espiritual.
Tudo tem sido matéria, material, palpável, visível, explicito, mesmo que eu seja enganado, desviado, assediado, obsedado, continuo firme e determinado a seguir somente as rotas conhecidas e por serem conhecidas, apontam de cara, os obstáculos comuns que estas rotas contem.
Sigo pelo ódio, pela inveja, pela ganancia, pela mesquinhez, pelo poder, pela riqueza material, pelo destaque, sabendo de antemão que as dificuldades irão acontecer. É somente questão de tempo.
Mas, é ilógico, se sei de antemão que as dificuldades serão grandes. No entanto sigo, pois, a maioria faz o mesmo.

No momento em que decido e determino que o caminho será reto e usarei com absoluta convicção as indicações do GPS- Deus, caminharei com outros olhos, outra consciência, outras prioridades, outras regras, independente dos carmas que me acompanharam, inexoravelmente.
Poucos pensam assim e muito poucos agem assim. Ainda confiam nos seus instintos, imagine, desprezando a intuição.

Poxa, mas conhecer a Lei Universal, deve ser algo incrivelmente complexo.
Realmente é uma Lei muito complexa, mas tem um item que regula tudo, o amor.
Basta somente amar?
Sim, mas amar é entregar, viver em harmonia, exercer a fé, confiar, ser pacifico, buscar continuamente, superar os preconceito, os medos, manter-se em equilíbrio, Trabalhar, Servir, estudar continuamente, aflorar sua espiritualidade, seguir as leis da vida e da morte, não recusar o que acredita, superar sempre os acontecimentos, enfim exige um conjunto de disciplinas que a maioria cumpre uma pequena parte, recusa-se ao restante, além de tentar mudar certos ritmos segundo interesses próprios.
Aí fica muito difícil.

Esta relação com Deus é algo muito simples. Nos que a complicamos quando sobrepomos interesses escusos acima da regra básica desta Leis – o amor.
Todos nascem com este GPS-Deus, mas somos “ensinados” a despreza-Lo e seguir os outros caminhos, escolhendo os tortuosos, nebulosos, escuros, pegajosos.
As religiões foram criadas para este contexto. Desvirtuaram-se para os caminhos obscuros da ganancia e do poder.

Hoje a regra tem sido quase individual, onde tua busca e tua aspiração abrirá as portas para esta reaproximação com este GPS-Deus.

Vamos refletir e adotar o caminho reto. Talvez tenhamos que retornar por certo tempo neste caminho tortuoso, mas valerá a pena. A paisagem irá mudar aos poucos. O que era escuro, ficará mais claro, desviarei melhor dos buracos e enxergarei as placas indicando melhores opções e quando percebo estarei na autoestrada alinhado e em velocidades mais compatíveis.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São José.

Pensamento do dia 03 de fevereiro de 2016.

A verdade não pode exprimir-se em meias medidas.
Trigueirinho.

Comentários:

Reunião do Grupo do dia 02.02.16
Nesta reunião, após os mantras, fomos agraciados com a presença de S. José. Creio ser nosso tutor nesta fase.
Pediu que o acompanhasse e fui.
Nos encontramos na beira de um lago, pequeno, mas de aguas cristalinas, um espelho, com sua superfície bem lisa e intensa vida marinha.
S. José pega uma pequena pedra e atira no centro do lago. Ao cair na água começa formar pequenos círculos concêntricos que vão se afastando e crescendo no seu diâmetro. Após alguns momentos atinge as margens fazendo com que a vegetação ondule suavemente.
Em seguida surge uma nuvem muito escura e estaciona sobre nós.  Na sequência cai algumas pedrinhas de gelo no lago e formam novas ondas que ao chocarem-se criam pequena marolas desalinhando as demais ondas das outras pedras. Cai a seguir uma forte chuva de granizo por todo o lago. Suas aguas ficam encapeladas, com grossas marolas e toda a nitidez das aguas cristalinas desaparece, pois as pedras de gelo ao tocar o fundo levantam os sedimentos e turva toda a agua. A vegetação que margeia o lago oscila disformemente e várias plantas se soltam, flutuando sem rumo e direção. Os peixes se escondem em tocas, assustados. O lago fica caótico e em nada se parece com o lago original.
A desarmonia prepondera no que era um lugar pacifico, quieto e perfeito.
S. José me olha e amorosamente me explica.

O lago, incialmente cristalino, é um mundo com seus reinos definidos. A pedra incialmente jogada representa a humanidade no conceito de corpo único, onde todos vibram de forma igual, com as intenções e os estados evolutivos seguindo uma trajetória definida. As ondas concêntricas, daquela única pedra (corpo humanidade) são a vibrações deste corpo humanidade que vibram em harmonia, seguindo uma trajetória perfeita e definida. A harmonia integra então, todos os reinos e o corpo humanidade (uma única pedra) define as regras de novos estados evolutivos para todos, planeta(lago) e reinos.

Na situação posterior, a tempestade com muitas pedras caindo ao mesmo tempo, representa a forma que hoje nos encontramos, cada um vibrando de uma forma diferente, com níveis de consciência bem diversos, com vontades, desejos, sentimentos, manifestações, completamente distintas e desarmônicas, nos tornando um corpo humanidade despedaçado em várias partes, seguindo várias direções com várias velocidades. O mundo (lago), encapela, fica sombrio, perde a cristalinidade, revolve o fundo e desarmoniza todos os reinos.
O eco sistema perfeito, incialmente, fica caótico.
Continuamos por demais ocupados em causa própria e como nossas preocupações tem sido 90% material e 10% espiritual, o que tem prevalecido é um forte desequilíbrio de intenções.

Em seguida S. José nos pede que no Grupo, sejamos um corpo único, com vontades alinhadas, conceitos bem definidos(mas não estanques), amplo entrosamento nas intenções e nos desejos, seguindo as diretrizes que do alto vem até nós.
De nada adiantará um Grupo de serviço que despedaça as intenções em fragmentos em oportunismos e que ainda busca certos benefícios pessoais.
De nada adiantará um Grupo que luta individualmente, dando sempre prioridade para suas necessidades, seus carmas pessoais, suas intenções, criando algo disforme e segmentado, no conceito de Grupo.
Obvio que cada um tem de se virar com seus problemas e seus carmas, pois isto é inexorável, mas podemos, se assim quisermos, definir prioridades que atenderá a todos.
Toda vez que alcançarmos uma certa excelência de comportamento grupal, mais nos será pedido, pois no candidatamos a novas etapas de Tarefas mais elevadas e mais sutilizadas.
Podemos ter a sensação de que atinjamos um estado excelência, cumprindo corretamente e com muita dedicação o que vem sendo determinado, mas como nossos Instrutores estão muito mais adiantados, contendo muita sabedoria, nos pedem para galgarmos um novo degrau como Grupo e como pessoas.

Não tenho dúvidas que estamos sendo preparados para novas Tarefas, pois as ferramentas que foram apresentadas por S. José na penúltima aparição, serão aos poucos reveladas.
Ontem foi pedido novo realinhamento Grupal, de forma lúdica e fácil de entender, indicou que temos de ser mais colaborativos, mais próximos,  mais alinhados, mais atuantes, menos centralizadores, menos preocupados com aquilo que está em evidente transformação.

Enfim se conseguirmos galgar este novo degrau, a assistência atual com certeza se ampliará e novas fontes de energia e de amor serão disponibilizados. Somos senhores do nosso tempo e das nossas vontades, daí a necessidade da nossa adesão.

Vamos refletir.   


Pensamento.

Pois bem, o que foi descrito acima tem muito a ver com este pensamento, pois não podemos ficar com um pé lá e outro cá. Os tempos atuais são tempos de decisão, são tempos que definirá se quero ou não percorrer um novo caminho.
Manter-me atento aos 90% - matéria e 10% - espírito é algo que não condiz com os tempos atuais, com este final de ciclo e com estas inexoráveis mudanças.
Sempre irá prevalecer o que escolhi e neste momento a maioria está bem envolvida com a matéria, deixando seu lado eterno, oculto como muitos falam, à mercê de forças involutivas que, com certeza, não nos darão a menor chance de mudarmos se não exprimirmos esta vontade.

A sociedade e nossa leis se apoiam e continuaram apoiando-se nas meias verdades, ou porque não dizer mentiras, pois assim fica alinhado com os interesses de uns ou de outros, facilitando a desonestidade, a corrupção e o descaminho. Isto não muda mais.
As decisões precisam ser internas, do coração e para isto grande força de vontade precisa se manifestar, pois ficamos muitas vidas inertes, paralisados, observando nossa própria queda.
Vivemos num mar revolto, insalubre, poluído, destruindo a organização dos demais reinos. Cada um acha por bem vibrar do seu jeito, com suas próprias intenções e muitas vezes totalmente ilícitas. Temos medo de manifestar o que realmente somos, pois a sociedade pode nos classificar e morremos de medo de sermos diferentes.
Repense sobre sua vida, sobre suas responsabilidades, sobre as pessoas que estão sob sua guarda, sobre seu papel no corpo humanidade, sobres seus desejos mais puros e elevados.
Desapegue-se do está em ato de transformação, pois nada poderemos fazer para isto mudar.


Então, mude você!