segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 42a Parte - Palavras e expressões.


Certas palavras e expressões, encerram em si estruturas energéticas contrários aos estados sublimes de consciência e às leis superiores do cosmos. São vibrações típicas de ego acomodados ao estado no qual se encontram. Alguns exemplos: impossível, não posso, não me deixam fazer, estou cansado, etc. Também os pronomes possessivos, tais como: meu, minha, teu, tua, seu, sua, etc., sem os quais o homem da superfície não consegue exprimir-se, são vibrações retrogradas do ponto de vista da vida interior.
Figueira.

Pois bem, o texto pede uma mudança de postura naquilo que é básico na vida cotidiana.
De certa maneira, expressa o que temos conversado nas reuniões sobre não ser automático, mas “pensar sempre” antes de agir, de expressar-se, de se manifestar.
Temos virado o botão para o  automático e vivido com estas limitações de expressões comuns, usuais, mas completamente retrogradas sob o ponto de vista evolutivo.
O homem se acomoda e ali fica. De vez enquanto muda algo face a “opinião pública”, ou seja, mantem-se sob a hipnose coletiva da grande ilusão, do grande Maya.

Quando há lucidez, reflexões continuas manifestaram-se com uma tendência de encaixarmos estas manifestações dentro dos novos conceitos que foram absorvidos no decorrer dos ensinamentos ministrados. Por isso que a Busca tem de ser contínua, constante, onde não se pode esmorecer e nunca mais abaixar a guarda com relação ao ego.

Neste processo que se, contínuo e constante, a mente acaba se acostumando a exercer este novo esforço, tornando-o parte do processo mental. A margem de erros diminui, a paz fica mais próxima.
Alcançado certo equilíbrio mental e isto se dá no alinhamento com a alma, as manifestações tendem a ser sempre adequadas e elevadas, melhorando o nível do ambiente em que se encontra.
No entanto, o reverso é verdadeiro, pois o desequilíbrio mental, ou seja, o desalinhamento com a alma, torna o ambiente nefasto, agressivo e perigoso.

O texto cita os pronomes possessivos, tais como meu, minha, teu tua, seu, sua, etc., que são expressões incoerentes com a realidade maior, pois tudo o que temos usado, inclusive nosso corpo pertence neste momento à Terra, mas num momento seguinte poderá pertencer a Júpiter, a Vênus, ao Sol ou planetas de outros sistemas solares neste vasto universo.
De fato, não temos nada, pois somos uma centelha divina, no universo imaterial.

É preciso ser mais coerente com os ensinamentos adquiridos. Temos tido uma vida dupla, com comportamentos inadequados, mas em sintonia com a “opinião pública”, o que é um desastre. Temos medo de ser diferentes, mesmo que esta diferença seja essencial para mudanças necessárias na vida de todos no planeta.
Tem se mantido uma ordem, uma postura e uma educação completamente destrambelhada com os novos tempos e a nova Terra.
Somos capazes de atender uma ideia desvairada e recusar um pedido de Deus.

Enfim, o individuo que quer entrar em Serviço, alinhar-se com a vida infinita e dar continuidade ao seu real e verdadeiro caminho, precisa definitivamente, pensar com o lado direito do cérebro antes de manifestar-se.
Não deve se alinhar com a “opinião pública”
Deve ter ciência que normalmente será incompreendido, mas deverá seguir seus impulsos internos.
Hilton

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 41a Parte. "opinião pública"


A chamada “opinião pública”, que tem grande poder de atuação em determinada nações, é na realidade uma entidade que hoje vaga ao sabor das forças involutivas. Sob a ação desta entidade “opinião pública” muitos seres agem, pensam e sentem de maneira diversa aquela que lhes seria ditada pela sua própria consciência interior.
Somente concentrando a própria energia no centro do ser, sem buscar nada para si e doando-se (não apenas em intenção, mas também em ação externa), é que o ser resguarda da influência das entidades coletivas e das atuais forças desintegradoras. Grande é o impulso dado àqueles que assim se conduzem, pois quanto maior o caos externo, maior a oportunidade de contato com leis suprafísicas.
Figueira.

Pois bem, temos falado em conversas anteriores sobre o conceito das “formas-pensamento”.
“Opinião pública” são formas-pensamento com alto poder de indução para influenciar pessoas. Quanto mais fracas (pessoas alheias aos seus corpos internos e estrutura evolutiva), mais influenciadas se tornam, podendo cometer sérios erros de julgamentos.
De forma geral, somos altamente influenciáveis, cometendo vários erros e muitos vezes atrocidades sem fim.
As guerras, sejam elas físicas, politicas, sociais, conceituais, agregam indivíduos fracos que se deixam levar pela “opinião pública”, sem questionar suas origens, fatos e acontecimentos.
A “opinião pública” é uma forma de promiscuidade que vai se acentuando na medida que o indivíduo se deixa levar sem considerar fatores internos, do seu coração, que o aquietaria para que pudesse formar uma opinião própria a respeito.
A “opinião pública”, quebra de cara princípios básicos da Lei da Vida, pois classifica indivíduos, situações, contextos, de forma superficial e altamente tendenciosa.
Todos nós temos tomado decisões em cima de “opiniões públicas”. Temos cometidos erros de julgamento e adotados medidas agressivas, na forma verbal, física e com pensamentos.
Quando se pede silencio, pede-se o afastamento das “opiniões públicas” para que determinados fatos, acidentes ou acontecimentos possam ser refletidos com muita retidão, e impulsos internos, oriundos da alma, possam se manifestar
Após isto, quando uma manifestação vem à tona ela é suave, não nos altera e nos dá o livre arbítrio, para que no equilíbrio, possamos decidir.

As forças involutivas, neste final de ciclo, estão soltas, desesperadas, pois estão no limite do derradeiro, portanto, a mentira, a fofoca, a ilusão o engodo, tem sido fomentado com o intuito de trazer a intranquilidade, o ódio, a raiva, a agressão.
Desta forma:
Precisamos ficar atentos;
Pensar e refletir sempre, antes de agir;
Tomar decisões baseadas em impulsos internos, portanto em equilíbrio;
Deixar de lado a estrutura da vingança e da agressividade;
Exercer grande tolerância e finalmente acreditar que nada está desorganizado, mas evoluindo segundo critérios escolhidos pelos próprios seres humanos.

Exercer plenamente a fé e a entrega.
Hilton

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 40a Parte. Transformação de sentimentos.


Por paradoxal que pareça, a chave da entrega de si tem origem na cobiça. A cobiça é um estado que pode transformar-se  e evoluir – ela é uma expressão primitiva do autentico impulso a seguir adiante no caminho superior.
Aquilo que leva a cobiçar transforma-se, após transmutado ao longo de experiencias e sofrimentos, na mola que o impele a não mais querer algo para si, mas a querer dar-se totalmente.
Figueira.

Dicionário:
Cobiça: substantivo feminino
  1. Desejo imoderado e inconfessável de possuir (o que, geralmente, não se merece);
  2. Desejo ardente de possuir ou conseguir alguma coisa;
  3. Desejo imoderado de bens, riquezas ou honras; ambição, avidez, concupiscência;

Pois bem, o texto ressalta o processo da transformação dos sentimentos.
Um sentimento negativo, no ciclo de experiencias, transforma-se (pela transmutação) num sentimento positivo e autentico com as Leis que regem o curso da humanidade.
Grande parte da população terrena anda se encontram na fase da cobiça (possuir o que não merece), mas uma pequena parte conseguiu transmutar. Uma das características básicas desta libertação é a necessidade de servir, de ser útil, com disciplina, seguindo impulsos internos e não desejos.
Os desejos, inclusive no ato de servir, mostra que a transmutação da cobiça ainda não foi totalmente absorvida, havendo necessidade de se trabalhar este processo.
É preciso que orientações precisas sejam obtidas, pois nesta fase do processo de transmutação em andamento, confunde-se desejos com entregas.
Uma pessoa que se aborrece, que se melindra facilmente, mesmo imbuída de sentimentos nobres vive ainda na fase da cobiça e está tendo dificuldades no seu processo de entrega.
De certa forma, a vida desta pessoa tende a inseri-la em contendas, em disputas, em inconformismos que ela tem dificuldade em administrar. Podemos dizer que ela se encontra numa fase atribulada de provas a respeito.
É necessário calma, é necessário grande entrega, é necessário que revoltas não sejam alimentadas para que o processo se realize a contento.

O texto é muito rico e esclarecedor, pois não temos sentimentos negativos à toa, ao bel prazer da vida ou da natureza, mas sempre passamos e iremos sempre passar por processos de evolução, inclusive dos sentimentos.
O mal existe para o bem, o ódio vira amor, a raiva termina em calma, a vingança em doação e a cobiça em entrega.
É e sempre será um processo de superação do antigo para o novo. Podemos ajudar este processo e amenizar a dor, ou deixar que a vida, lentamente, nos convença do contrário.
Hilton

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 39a Parte.


Sábia é a escola da via que não tenta ensinar os peixes a voar nem os pássaros a nadar. Mas entre os peixes não há nenhum que não saiba nadar, assim como não há um só pássaro que não conheça os segredos do voo.
Ainda que aspectos individuais sejam respeitados, as virtudes superiores deveriam ser para toda a humanidade as características pelas quais ela seria reconhecida em sua devida posição num contexto maior.
Figueira.

Pois bem, o ser humano nasce com uma série de qualificações que o mantem vivo, íntegro e sadio para que cumpra seu único objetivo: evoluir.
No decorrer do tempo vamos distorcendo estas qualificações e perdendo o foco neste objetivo, pelo fato de usarmos de forma abundante a energia do egoísmo.
É preciso reverter esta distorções e voltar às origens, reestabelecendo novamente a atenção para a evolução.
Não nascemos para passar o tempo, nos mantermos vivos e acumular, mas parece que este tem sido o foco da maioria.
Usa-se o tempo em atitudes, distrações, devaneios; preocupa-se intensamente em manter-se vivo e ao mesmo tempo leva uma vida absolutamente condenada; atenta-se à necessidade extremamente ilusória do acumular, mesmo sabendo que nada daqui levará; não preserva o que lhe foi dado e despreocupa-se com as futuras gerações, mesmo sabendo que delas também fará parte.
Forma nada inteligente de viver, ilude-se constantemente, desprezando seu principal objetivo de estar vivo e reencarnado na Terra: aprender.
Despreza as virtudes evolutivas, pois não as conhece e não encontra tempo para conhece-las de tão forte que são suas distrações, ilusões e superficialidades.
Julga-se forte e corajoso, mas desaba ao perceber a morte, pois ainda a considera um fim e não uma continuidade.

É preciso ater-se às virtudes superiores, descobri-las e neste aspecto cada individuo tem sua particularidade face ao nível evolutivo que se encontra.
Viver bem é posicionar-se no ato inteligente de servir ao próximo, através de Deus, e não da vontade própria ou da sociedade que distorceu completamente este estado elevado de ser útil.
Aprender, estudar, buscar, são atos de Serviço que nos atende e a toda a humanidade.  Quanto mais nos prepararmos, quanto mais evoluirmos, maiores serão as nossas contribuições para o todo.

O homem encontra-se confuso, perdido, vive em vão e desencarna com baixíssimo índice de aproveitamento das oportunidades que a vida lhe concebeu, pelo simples fato de ser desatento com sua meta evolutiva.

É preciso mudar, o tempo urge e a oportunidade vem diminuindo, devendo encerrar no auge da transição planetária em curso.
Hilton

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 38a Parte...Há um correto destino para cada coisa e tudo passa e flui sem jamais se deter.


Sagrados são os estados de tranquilidade e de impassibilidade, e bem poucos os conhecem. Para alcançá-los o homem precisa não ter raízes que o mantenham preso, ou vínculos que o façam reagir diante dos confrontos externos. Liberto de laços, ele se acerca do recolhimento com mais liberdade; sabe, porém, que a prova consiste em manter-se sereno também quando se move e quando é movido pela vida.
Aquele que está unido à Totalidade vê, em tudo o que recebe, uma advertência que o faz lembrar-se de que há um correto destino para cada coisa, e de que tudo passa e flui sem jamais se deter. O que lhe é doado apenas completa o movimento de um contínuo fluir. Assim, ele permanece inabalável. Nada retendo, não está ao sabor das ondas do consciente coletivo; sabe qual é o seu lugar e este não é afetado pela turbulência externa.
Figueira.

Pois bem, estamos vivendo uma fase de muita conturbação e perturbação. As pessoas tem ficado irritadas com muito pouco.
Estamos vivendo o oposto da tranquilidade e da impassibilidade.
Temos de dar palpite em tudo e sempre achamos que algo está errado.
Na realidade estamos muito “enraizados” ou porque não dizer, apegados a tudo e  a todos. Estamos vivendo, de forma geral, o oposto das Instruções contidas no texto acima.
Isto tem sido motivo de muito sofrimento e grandes desavenças.
Na sociedade vivemos algo do tipo: o poder público contra seus cidadãos e os cidadãos contra o poder público. Na realidade estamos vivendo um “game over”, um fim de jogo que teve seu início, seus bons momentos e agora termina num intenso processo de renovação.
É preciso superar está irritabilidade e isto se faz quando aceitarmos com tranquilidade e impassibilidade, a atual fase crítica e final da transição planetária.
Pensar numa renovação, em outro evento, num novo jogo do aprendizado evolutivo é a única postura que nos leva para a renovação das esperanças, do novo, do sagrado, do infinito.

É importante salientar que não há nada errado, mas consuma-se fatos que precisam acontecer face nossa incorreta postura perante as Leis e regras divinas, proveniente da ignorância em aceita-las e compreende-las, por tantas eras.
Há um correto destino para cada coisa e tudo passa e flui sem jamais se deter; ou seja, estamos colhendo os frutos das oportunidade perdidas.
No entanto, a aceitação, num primeiro momento, gera paz e na paz poderemos absorver grande aprendizado no que vem ocorrendo.

É preciso superar este estado de irritabilidade. Esta postura alimenta o negativismo, a raiva, as contrariedades, e algo pequeno pode se tornar enorme.
O texto cita “ao sabor das ondas do consciente coletivo”. Eis outro grande e grave problema que vem causando esta irritabilidade.
Desligar-se de situações coletivas contraditórias, de informações negativas, com certeza será a melhor postura e a melhor ajuda para equilibrá-las.

Enfim, reavaliar a forma de ser, de viver e se equilibrar é a melhor forma de preparar-se para o que virá.
Hilton

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 37a Parte.


A travessia,  a nado, de grandes extensões, a escalada dos mais altos picos e cordilheiras, o mergulho em grandes profundidades, e o salto de imensas alturas, exemplificam a vontade intima do homem de transcender seus próprios limites. Com essas proezas ele tenta superar fronteiras  e o desconhecido.
No caminho interior, ele não mais deve empreender esforços ou canalizar suas energias externamente; trata-se de recolher-se e de preparar-se para a eclosão de um grande momento. São as fronteiras internas que devem ser cruzadas, são os elevados cumes da consciência que devem ser alcançados e é a profundidade do ser interior que deve ser tocada. Toda e qualquer ação externa deverá ser fruto desse contato interior, desse mergulho no desconhecido, o cosmos revelando-se à consciência do homem e este reconhecendo o seu destino infinito.
Figueira.

Pois bem, o texto trata da ousadia e da coragem que o individuo precisa ter para evoluir.
Muitos tiverem e muitos tem tido uma vida medíocre, extremamente segura e regular, perdendo esta ousadia e esta coragem que é uma das características da fé.
O texto não acentua o risco à sobrevivência, mas exemplifica o caráter interno da ousadia e da coragem.
Um dos principais momentos de maior ousadia que deveríamos ter, deveria ser no ato da “passagem”, onde o corpo morre e alma passa a alimentar outro corpo em outro plano. Poucos aceitam ou admitem a continuidade da vida.

O caminho interno: esta é a principal razão da nossa existência.
Poucos se atentam ou percebem esta razão de existirmos, pois ao reencarnamos somos completamente doutrinados às atividades intelectuais e racionais.
Mergulho ao desconhecido: algo que deveríamos fazer todos os dias, mas temos estado muito ocupados para tal evento, deixando de lado a verdadeira razão da nossa existência.

Podemos relembrar 3 pérolas de Albert Einstein que tem ampla correlação com esta orientação:

  1. A imaginação é muito mais importante que o conhecimento;
  2. Um raciocínio lógico leva você de A para B. A imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser;  
  3. A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.

Se levarmos em conta estas 3 simples regrinhas de comportamento, provavelmente conquistaremos algo melhor.
Hilton

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 36a Parte. Despertar.


Em se tratando do despertar do homem no plano supramental, existem 3 níveis básicos de contato a serem considerados:
  • O contato do ser com a própria alma, e com outras almas;
  • O contato do ser com a própria mônada e com outras mônadas;
  • O contato do ser com a sua Hierarquia regente e com outras hierarquias.
Todo contato que estiver fora desses três níveis é considerado, para o estágio da evolução superior, uma dispersão e um furto de energia.
Mesmo no plano físico, na vida cotidiana de superfície, os contatos deveriam estar polarizados na qualidade de um desses níveis. Diante da figura física de um ser, a realidade deveria sobrepujar as aparências, e o relacionamento dar-se-á em função de um plano evolutivo visto em nível de alma ou de mônada.
Figueira.

Pois bem, o contato é algo intrínseco à natureza humana e espiritual.
Ninguém vive sem se contatar. Fisicamente é o obvio, pois trata-se dos relacionamentos (amizades, casamentos, filhos, parentes, etc..) que temos ao longo da vida.
Fisicamente também é o contato com o Plano Astral, plano dos desencarnados. No geral estes contatos ocorrem continuamente, simultaneamente e da mesma forma que temos no mundo físico.
A literatura espirita é farta nestas explicações. O grande detalhe é que estes contatos se dão no mesmo plano de consciência que nos encontramos, ou seja, não muda nada quanto ao aspecto evolutivo.
Se dermos atenção a um indivíduo encarnado sábio, iluminado e de boa fé, temos oportunidade de amplo aprendizado.
Se dermos a atenção a um indivíduo encarnado de baixo nível de sabedoria, com más intenções, oportunista, temos oportunidade de desaprender e complicar o carma existente.
A mesma situação ocorre quando nossos contatos se dão no plano astral, ou no mundo dos desencarnados, portanto o que prevalece são as nossas intenções quanto aos contatados neste plano de consciência, onde iremos atrair “espíritos” de boa fé ou espíritos de má fé.

No entanto quando nossos contatos se dão no plano da alma, da mônada, das Hierarquias, estaremos sucessivamente, numa escala ascendente (da alma, passando pela mônada para a Hierarquia) ampliando a consciência e evoluindo.
Por curiosidade, sem entrar no mérito que é complexo, temos 7 almas, comandadas por uma mônada, circulando em ambientes distintos pelo universo, num amplo processo de aprendizado. Podemos então considerar 7 indivíduos em um só.

O trabalho de cura efetivo e correto, é aquele em que a alma do paciente contata a alma do curador e decide-se o que fazer.
Vejam como nossa medicina precisa evoluir para termos um diagnóstico perfeito das reais necessidades em um processo de cura. Vamos chegar lá e muito antes do que imaginamos.

Sempre se falou do nosso processo de julgamento, pois ele tem sido superficial, capenga e geralmente leva em conta somente as aparências. Dificilmente alguém chega no plano da alma, ou de contatar a alma para termos uma visão ampla de uma pessoa. Desta forma os julgamentos que temos feito, tem sido na maioria errados, e não levam em conta inúmeros aspectos de um ser.

Na nova era os indivíduos serão mais sensíveis a estes processos, ressaltando a confiança, a fidelidade e a sinceridade nos relacionamentos.
Vai ser muito bom. A honestidade será algo natural entre todos.
Hilton

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 35a Parte. Uma nova fronteira.


Segundo contam, Lao Tsé* cruzou a fronteira do país onde vivia, montado sobre o lombo de um boi. A partir daí, nunca mais foi visto.
É preciso saber cruzar as próprias fronteiras, como indivíduos e como grupo. Terminada uma etapa, é necessário desapegar-se dela para reconhecer a próxima.
Figueira.

Obs. *Lao-Tsé (604-517 a.C.) foi um filósofo da China Antiga. A ele se atribui a fundação de um movimento filosófico que mais tarde se transformou em religião, o “Taoísmo”, cujo objetivo é a obtenção da "paz absoluta". Nesse período, dois filósofos importantes surgiram, Confúcio (551-479 a. C.), um reformista social e professor que pregava a justiça social e queria restaurar a ordem naquele momento de caos, e "Lao-Tsé" que pregava os ensinamentos para a vida simples, a obtenção da “paz absoluta” pela completa submissão à natureza, cujos valores são a pureza, calma, simplicidade e unidade.
Criou o Tao Te Ching” “O Livro do Caminho e da Virtude” (ou Livro de Lao-Tsé) - Taoísmo.
Curiosidades:
O primeiro mosteiro taoísta foi construído no suposto local onde Lao-Tsé teria desaparecido em direção ao oeste.
Frases do Livro "Tao Te Ching"
  • Ser profundamente amado por alguém nos dá força, amar alguém profundamente nos dá coragem.
  • Conhecer os outros é inteligência, conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar-se a si próprio é verdadeiro poder.
  • A alma não tem segredo que o comportamento não revele.
  • É fácil apagar as pegadas, difícil, porém, é caminhar sem pisar no chão.
  • O motivo pelo qual não é fácil para as pessoas viverem em paz, está no fato de saberem demais.
  • Quando renunciamos a saber, desembaraçamo-nos de nossas inquietações.

Pois bem, estamos às portas de uma nova fronteira, como indivíduos e como grupo.
Tem sido impressionante como tudo, no planeta, tem mudado com uma velocidade incrível. Estamos submetidos a uma “aceleração temporal” onde os tempos, os acontecimentos, ocorrem numa sequencia alucinante.
Com certeza terminamos uma etapa como indivíduos, como grupo, como cumpridores de Tarefas especificas anunciadas.
O grupo está divergindo para outros tempos, outros parâmetros, outras ideologias (novas por sinal), atividades e movimentos. Não há muito para pensar, faz-se ou não se faz.
O grupo deverá ter uma atividade com a cura lembrando que estes aspectos foram elucidados no dia 03.01 – “Grupo na atividade de cura”, ou seja, estamos cruzando novas fronteiras e enfrentaremos novos desafios.
Terminamos uma etapa. De aprendizados, oportunidades, aprimoramentos, a etapa foi concluída. Não sei se a realizamos a contento, mas com certeza cumprimos certas metas estabelecidas, senão estaríamos presos aos mesmos desafios que temos enfrentado.

Esta nova fronteira dependerá de certas confirmações no campo pessoal, não mais grupal, da certeza e da disposição de assumir novos compromissos e desafios. Não serão fáceis e desta vez o lado pessoal de cada um ditará as regras para cada um. Como Lao Tsé, ao cruzarmos a fronteira não mais seremos vistos por quem ficou.

A intuição será o condutor de um trabalho de cura, onde uma alma se contatará com a outra, nos tocantes aos Trabalhos de cura a serem aplicados. Sendo assim a alma do paciente irá instruir a alma da curador para as atividades em questão.
Não poderemos interferir com nossos sentimentos ( na maioria das vezes despreparado para uma nova situação), mas obedecer um processo deflagrado por Quem nos conduz.
Ter em mente todas as definições sobre cura é PRIMORDIAL.  (vide “Grupo na atividade de cura”)
Não podemos mais deduzir, ser racionais da forma que temos usado a racionalidade, usar o bom senso da forma que temos usado, que não passa de um cópia de procedimentos que a maioria faz e nem sabe porque faz.   Será necessário algumas vezes o caminho inverso do que deduzirmos, racionalizarmos e daquilo que se estipula como bom e adequado ( que poderíamos chamar de bom senso sentimental).
Para isto a criatividade e a coragem tem de estar presentes.

Como sempre, as frases citadas por Lao Tsé no Tao Te Ching, completam com incrível sabedoria, aspectos essenciais que podemos adotar em nosso comportamento.
Hilton  

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Passos Atuais - 34a Parte.


Para unificar-se à energia crística, é necessário aproximar-se, por um verdadeiro e fundado amor, à Fonte Suprema da vida.
A qualidade do que chega ao homem dependerá da fonte de onde ele retira seu alimento. A sabedoria deverá conduzi-lo àquela Fonte onde a abundancia e a providencia poderão supri-lo do que necessita; porem a justiça interior baseia-se na entrega e na obediência , e nelas está o sinal do que é certo e do que é errado.
Apesar de cada ser ter seu padrão e sua nota a exprimir, existem linhas diretoras que dizem respeito ao caminho de todos.
Figueira.

Pois bem, tá na hora de sermos extremamente simples e honestos em relação a nossos sentimentos. Nos acostumamos a mascara-los devido a necessidade de aparentar aspectos que atendem requisitos da nossa sociedade, mas  contraditórios ao que realmente sentimos no coração.
Esta postura é muito antiga, vivida por inúmeras vidas que de certa forma foi incorporada ao ego existencial desde tempos remotíssimos.
Nunca é tarde para mudar. Assim é preciso para sermos autênticos, para manifestarmos nossas mais elevadas aspirações.
O orgulho e a vaidade são os vilões de uma postura correta e autentica alinhadas com nossos valores elevados.
Este realinhamento na fase atual é importantíssimo, pois não há como expressar um amor autentico cheio de máscaras.

“A qualidade do que chega ao homem dependerá da fonte de onde ele retira seu alimento.”  Esta frase define os padrões de energias que teremos acesso. Se forem egocêntricas e cheios de interesse virão de fontes turvas e desvirtuadas, se forem neutras e amorosas, sem orgulho e vaidade, virão de fontes límpidas e autenticas.

“a justiça interior baseia-se na entrega e na obediência, e nelas está o sinal do que é certo e do que é errado.”  Entrega e obediência, aspectos que não condizem com orgulho e vaidade, mas tem muito a ver com regras e disciplina. No plano espiritual, deve-se pensar muito, refletir sempre e adotar posturas que venham do coração.
É comum as pessoas acharem que o que lhes faz bem fará bem a todos. Não é assim pois somos diferentes, com níveis de consciência distintos além de origens variadas. Basta ver a politica e os ideologismos sociais para percebermos quanta contrariedade há, na forma e no estilo de se pensar e se manifestar.
No processo da transformação planetária em curso, os níveis de consciência irão se aproximar e será no patamar mais elevado que certos seres humanos conseguiram alcançar. Por isso uma seleção tão radical, pois não é possível continuarmos mantendo o mesmo conceito da Torre de Babel.

No texto temos outra citação muito clara: “Apesar de cada ser ter seu padrão e sua nota a exprimir, existem linhas diretoras que dizem respeito ao caminho de todos.” Ou seja, há um destino comum para a humanidade e este prevalecerá sobre os destinos individuais. Desta forma, creio ser mais saudável e correto nos ajustarmos ao destino comum da humanidade do que cumprirmos somente nosso destino.
Mas, o que fazer para isto?
  • pensar no âmbito coletivo;
  • superar o orgulho e a vaidade;
  • doar-se para o bem comum mas não forçar o bem comum;
  • pensar e refletir antes de agir;
  • deixar de comparar;
  • ter calma;
  • compreender os impasses e as barreiras e extrair delas os ensinamentos enviados;
  • ter tolerância;
  • seguir regras e ter muita disciplina;
  • relevar sempre o que pensa, pois nem sempre é o certo;
  • respeitar o próximo;
  • saber escutar;
  • aquietar-se;
  • tolerar sempre;
  • confiar.

São cuidados simples, que se executados com sabedoria, nos coliga à Fonte Suprema, elevam a todos e nos aproximará.


Hilton

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Passos Atuais -33a Parte. A solidão.


Ao homem é dado o dom da entrega e a capacidade de servir. Ao Sol é dado o poder de despertar a vida e de alimentar a todos com o Fogo da criação e da purificação.
A cada um, sua parte.
Para avançar no Caminho, o indivíduo recebe como ajuda a solidão. Quando a solidão chega e é acolhida, sabe-se ser ela o arauto do mensageiro interior. A partir de então, não é mais a ação direta sobe as coisas subjetivas que leva o ser a caminhar. Como as mãos diligentes de um ser cuidador a preparar os papeis para nele imprimir as ideias, a consciência deve zelosamente abrir-se ao silencio que lhe trará a mensagem.
A solidão é amada pelo contemplativo e temida pelo sensual. Assusta os que estão presos a si mesmos e é um trampolim para o salto da liberdade dos que nela encontram o caminho para o Insondável.
Figueira.

Pois bem, nos trabalhos preparatórios de um individuo que se dedicará ao Serviço, a solidão é um estado de ser imprescindível.
A solidão não é única e exclusivamente o ato de ficar quieto. É o ato de aquietar-se externamente e internamente. É o ato de acalmar-se em relação a fatos e acontecimentos. É reconhecer que nunca estará no comando ou no domínio das situações definidas para o seu destino e o destino dos outros. É o ato de observar, contemplar se for o caso, mas não interferir.
O ser solitário é o ser que se habilita a receber todo tipo de ajuda que precisará para realizar ou enfrentar uma situação.
“Quando a solidão chega e é acolhida, sabe-se ser ela o arauto do mensageiro interior.” Ou seja, o indivíduo manifesta a devida quietude, calma e cautela para ser orientado pela sua alma ou pelas almas que irá auxiliar.
A solidão aquieta a mente e ela se expande.
No inverso ela se contrai. Quando nos encontramos naquele ritmo frenético de ser, de fazer, de julgar, esta agitação ocupa pequenas regiões da mente. Neste ritmo frenético continuado, a mente se retrai, ficará omissa e passara a ser comandada pela personalidade, pois os estímulos da alma não encontra campo sadio para se desenvolver. Perde-se o acesso à intuição e à criatividade.
É impossível alcançar o silencio da mente sem o exercício da solidão.
Estamos vivendo um período crítico da transição planetária sem a necessária e devida preparação. Pelo contrário, estamos vivemos um período de estímulos mínimos para a mente, tornando-a preguiçosa e omissa.
Muitos veem o contrário, baseado na agitação (competitividade, disputas, egoísmo, conquistas pessoais, distração) destes momentos e na intensa comunicação (redes sociais, televisão, comunicação de baixíssima qualidade) , sem perceber que estes estímulos alcançam somente pequenas áreas da mente e sempre as mesmas, mantendo inerte o gigantesco potencial que deveria estar aflorando  para que o “contato” alcançasse Seres e Estruturas além da Terra. Quando agitamos a superíicie de um lago, não agitaremos todo o seu volume.

Vivemos momentos de intensa agitação, de muita aglomeração, mas de pouca ou quase nenhuma solidão. As consequências deste posicionamento são terríveis para o desenvolvimento mental.
É preciso mudar certas posturas, aquietar-se mais, tentar cadenciar um ritmo de vida menos intensa, com menos aglomeração,  para que estímulos sutis possam desenvolver áreas da mente que acolha e receba.
O supérfluo, o passageiro, a rebeldia, o ímpeto pessoal, eram posturas de uma época em que estes estímulos precisavam acontecer.  Viramos o século mas não nos adequamos, mantemos a mesmice de sempre e estamos afundando com estas limitações.

O tema de Passos Atuais -32ª Parte, ressalta categoricamente a necessidade de não sermos os mesmos de sempre. É preciso interagir rapidamente com os novos tempos, os novos impulsos, a nova era. É preciso mudar, é preciso acentuar posições que foram consideradas erradas por serem mal compreendidas.  É um novo momento e não podemos mais perder a oportunidade de perde-lo como das vezes anteriores.

É preciso recolher-se para expandir.
Hilton