Todas
as doenças e desarmonias poderiam ser curadas se seus portadores pudessem crer.
Mesmo situações cármicas poderiam ser revertidas se a abertura aos estados e
níveis superiores fosse uma realidade na consciência do indivíduo.
A
cura produzida pelo sofrimentos foi a
única forma possível de, nesta Terra, evitar-se a total submissão do homem às
forças caóticas que se impregnaram na matéria do planeta desde seu surgimento.
Se a dor fosse corretamente compreendida , será vista como oposta ao êxtase.
Dor
e êxtase são os dois extremos de um mesmo fio ; são, portanto, instrumentos para
que a Lei criadora se desvele a quem
estiver aberto a ela e, conhecendo a equanimidade para com esses instrumentos ,
possa estar diante do seu infinito Amor.
Figueira.
Pois bem, o texto ressalta que na formação da Terra, forças
negativas impregnaram-se no seu processo de constituição como planeta cármico,
ou seja, a Terra originalmente, dentro do aspecto evolutivo que lhe convinha,
segundo determinações do Plano Maior, origina-se como planeta de expiação para na
sequencia tornar-se de expansão.
Os indivíduos que para cá foram destinados, possuíam experiencias
fracassadas em suas origens e vivencias em outros mundos, tendo a necessidade
de submeter-se a um planeta de expiação com o intuito de superar, com outras experiencias,
os erros praticados e a possibilidade de reverte-los.
De certa forma, algo não deu certo para a maioria, pois cederam no
livre arbítrio, para as forças involutivas primordiais (oriundos da
constituição da Terra) que continuam dominado a vontade de muitos.
Isto se tornaria exponencial, sem controle, podendo extrapolar os
limites do planeta e comprometendo todo o sistema solar, caso uma grande interferência
não ocorra.
De certa forma, corremos este risco, pois as nações com o
potencial da exploração espacial mantem a teoria de domínio mundial de algum
lugar fora do planeta, atuando com capacidade bélica espacial.
Mas, a dor manifesta-se a todos com o intuito de diminuir estas
possibilidades de novos fracassos, mantendo sob certo controle o livre
arbítrio.
No entanto, continuamos destruindo
e nos autoflagelando, mesmo com esta enorme barreira que é a dor, pois nossa persistência
nos tornou mais elásticos ao sofrimento pessoal e coletivo.
Mediante este quadro grotesco, não há mais o que fazer a não ser
uma parada global e um novo recomeço, para que novas bases e argumentos possam
ser implementados. Sendo assim, a transição planetária em ato, vem através de
um imenso ato de misericórdia divina estender-se além da Terra, para a raça
humana, e interromper um longo processo de autodestruição em andamento.
Cedemos para as forças involutivas, adotamos sua postura de caos, alimentando-as
vorazmente. Elas são divinas e fazem parte do trabalho gradual do processo evolutivo
de cada indivíduo, portanto necessárias, mas não caberão na nova Terra, nova
era, onde como foi dito, novas bases (Leis) e argumentos(parâmetros) ocorreram.
Como cita o texto, dor e êxtase
são os dois extremos de um mesmo fio, desta forma ao sermos curados,
revertemos estados de sofrimentos para estados de paz, amor e compaixão.
A cura é um conjunto de procedimentos, que devidamente autorizados
no livre arbítrio, reverte estados de dor e sofrimento.
O individuo enfermo, foca na sua enfermidade e desvia-se cada vez
mais das metas a ele destinadas, no entanto, o indivíduo curado aumenta seu
nível de compreensão, conhecimento e retorna ao processo natural da evolução.
Obs.:
conceitua-se que a cura é uma atitude de equilíbrio interno e externo e não
necessariamente, somente, a superação da dor física.
A cura é essencial e dela dependerá a capacidade de atribuir-se
novos estados de maturidade espiritual e
de paz. A transformação planetária que vem ocorrendo é um ato de compaixão com
as habilidades de um processo de cura sem igual.
Nem todos cederão a este processo de cura, pois presos ao livre
arbítrio e às fortes ilusões impregnadas em sua mente, não cederão suas
ambições, afundando com elas agarradas em seus desejos infantis.
São tempos de profundas reformas externa e interna; são tempos de
grandes mudanças.
É preciso estar consciente e atento, pois como tudo, isto também
passará.
Hilton