sábado, 26 de setembro de 2020

Passos Atuais 212 a Parte. É preciso expandir os conceitos.

 A vida que te anima está muito além deste mundo.

Figueira.

 Pois bem, é preciso raciocinar dentro deste contexto.

A vida gerada para o corpo físico se dá pela alma. Esta por sua vez a recebe de outros corpos cada vez mais sutis até , resumidamente, chegarmos a um conceito de que somos, em origem, uma centelha divina.

A separação e a identificação de todos estes corpos, e são muitos, são absolutamente independentes e seguem, irrestritamente, a ideia do Criador.

A centelha divina saiu Dele e para Ele retornará. Esta longuíssima jornada irá abrir, em detalhes, o que precisa se conhecer. Será primeiro no Universo físico e em seguida no Universo não físico.

Na medida que formos utilizando estes corpos iremos aprender a discernir em cada um deles e em todos os ciclos de experiências que cada um irá proporcionar.

Cada um destes corpos possuem um destino primordial e vários sub destinos, se assim podemos chamar, que ajustam-se no ciclo das experiências eternas.

Falando especificamente do corpo físico, este possui um destino primordial que será percorrido por milênios, até que se conclua e se realize tudo o que for necessário experimentar.

Resumidamente, conheceremos o mal extremo até a santificação. Uma ascenção necessária para que esgote-se a função primordial do corpo físico e adote-se um corpo mais sutil para seguir adiante. Quando isto acontece o arquétipo do corpo físico se recolhe e permanecerá eternamente no arquivo akashico, arquivo que ficará eternamente na centelha divina.

O corpo físico é o mais grosseiro, o mais infantil, a partir da individualização da alma, mas mesmo assim seu caminho é cheio de etapas ou ciclos. Atualmente vivemos o ciclo cármico, com a predominância do livre arbítrio, o próximo passo será a ausência do carma e do livre arbítrio, onde os atuais estados de sofrimento terminam e não mais se manifestarão.

Isto acontece até partimos para um corpo sutil, por exemplo o corpo anímico, da alma. Há mundos em que as manifestações são só de almas, onde a vida ainda é inimaginável para nós.

O sol, por exemplo, é habitado por seres solares, seres que regulam os ciclos de experiências de todos do seu sistema solar, em todos os reinos. 

A vida como a maioria tem concebido sequer raspa no ambiente grandioso da Vida Universal. Este estado de ignorância é o que tem nos levado a inúmeros fracassos, pois temos sido impedidos de conceber esta incrível sucessão que ocorre não só nas reencarnações, mas muito além delas.

O que plantamos hoje será colhido amanhã. Esta Lei preponderante tem sido desprezado pela maioria, tem sido manipulada por forças involutivas desde nossa decisão pelo livre arbítrio. Não falamos aqui só de coisas negativas, o pior é a ausência de conhecimento. Isto realmente tem feito a diferença entre a ascenção e a queda.

O indivíduo deveria viver na busca incessante pelo conhecimento, pois só assim conseguirá compreender os ciclos, as experiências, as Leis e as regras da evolução, mas ocupa-se com coisas pequenas, passageiras, fúteis e perecíveis.

Estamos numa fase excepcional, uma fase decorrente da transição planetária em curso, onde as oportunidades são incríveis e maravilhosas. Deixar isto passar será o mesmo que reviver minuto a minuto esta árdua luta da sobrevivência.

Não fomos concebidos para sobreviver, fomos concebidos para evoluir, conhecer, aprender, viver coisa novas, mundos novos, ciclos novos, usar novos corpos, sutilizar-se, e lá na frente entrar no Universo imaterial.

Pode até ser assustador, mas é necessário e inexorável. O novo, a novidade sempre assusta, mas definitivamente é e sempre foi a única opção que temos como centelha divina. No entanto, temos a possibilidade de permanecer o tempo que quisermos em cada ciclo a realizar.

 Expandir os conceitos, alargar os critérios, livrar-se do conhecido o tornará senhor da tua vida e dos caminhos a percorrer. Faça-os pela tua vontade e conhecerás a liberdade. (mensagem de Yurutuitui para este texto)











segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Passos Atuais 211a Parte. Sonhos: esquisitos, reveladores, essenciais.

 

Sonhos: esquisitos, reveladores e essenciais

 Nossos sonhos revelam inúmeras situações, as próprias, as de terceiros, além da previsão de eventuais fatos pessoais ou comunitários que exigem reflexão.

Os sonhos podem ser bem específicos e distintos para o próprio sonhador. Pode, eventualmente e sob certas condições bem específicas, alertar aqueles das quais o sonhador tem relacionamento.

Podem ser proféticos, revelando possibilidades futuras, bem como relativos ao passado quando determinados traumas vividos precisam ser resolvidos ou deletados.

 Os sonhos são considerados ruins, quando envolve o que não gostamos. O não gostar ocorre de forma simplista, ou seja, uma determinada experiência irá se repetir porque fracassei na 1ª vez. Pode vir como um aviso de que sua realização está próxima e para isto é melhor preparar-se, ou pode vir para anunciar que novas informações e conceitos precisam ser assimilados e caberá ao sonhador procura-los. O que não gostamos de fato são os esforços que precisam ser gerados para que algo pendente possa ser resolvido.

 Os sonhos atem-se aos avisos de transformações que precisam acontecer para despertar mais atenção e foco no que será necessário .

Temos por princípio considerar que o que irá mudar é ruim, mesmo se o que o está acontecendo é ruim. No geral somos avesso a mudanças pois impinge movimentos, esforços, raciocínios, enfim tira a comodidade de continuar como está (boa ou ruim, tanto faz).

 Todo sonho é visionário, ou seja, relaciona-se com algo a ser transformado ou em fase de transformação.

O sonho é uma das formas de comunicação da alma e também do intelecto. Quando da alma, prevê mudanças em todo o contexto da vida. Quando do intelecto, pode referir-se a alterações especificas, pontuais, que necessitam de atenção ou mudanças. Esta diferença entre algo pontual ou genérico é importante para distinguirmos qual será o teor de ajudas que devemos buscar.

 O sonho é um ato de comunicação. Não é claro como gostaríamos, mas bem ilustrativo para preservar o livre arbítrio. Geralmente mostra uma situação, uma paisagem, e pode ser do que aconteceu, do que está acontecendo ou do que poderá acontecer. A classificação será da interpretação do sonhador para que possa refletir, mudar ou não deixar que aconteça.

Os sonhos originam-se em níveis de existência não lógicos, por isso sua forma esquisita de  manifestar-se.

 O sonho pode mostrar relacionamentos entre pessoas. Neste caso para ajustes, consolidação ou cisão. Poderá abordar formatos inequívocos que precisam de ajustes, rompimentos cármicos ou indicar a necessidade de consolidar o que ainda é frívolo e muito frágil.

 O sonho se mescla com estados emocionais do momento. É necessário refletir sobre ele com imparcialidade, com calma e com equilíbrio para que formas explosivas deste sonho não sejam interpretadas ao “pé da letra”. Aliás, todos os sonhos tem esta característica de criar um cenário que envolve emoções recorrentes.

 As vezes sonhamos por alguém. Há pessoas que ao sentirem-se muito perturbadas não conseguem assimilar estes importantes recados, interpretar esta fonte de comunicação, podendo assim certos sonhos ser delegados a 3os que podem auxiliar em certos aspectos.

Meu sonho só serve para mim, mas como exposto, pode ser um ato de serviço a 3os, desde que uma série de condicionantes sejam atendidas, em especial as lastreadas em amor.

 Um sonho premonitório, profético, pode vir com a finalidade de que os avisados não se envolvam na eventual situação crítica provável, ou se preparem para enfrenta-la ou mudem ações e comportamentos para que ela não se realize. 

Um sonho profético tende a ser comunitário, mas eventualmente poderá envolver uma única pessoa. Tudo dependerá do grau de envolvimento desta pessoa no meio em que vive. Por exemplo, um presidente, um papa, uma pessoa em destaque pode sonhar com algo profético sobre ela que poderá envolver todo o círculo que pertence.

 Sonhar é uma atividade cotidiana. Ocorre sempre e sempre leva em consideração o “estado de espirito” daquele momento. Quanto mais calmo, mais equilibrado, mais informações irei reconhecer no sonho, ao passo que nervoso, desequilibrado, com medo, o sonho será nebuloso, confuso e provavelmente irreconhecível. Neste caso a alma e o intelecto tem dificuldades de acessar a mente pensante.

 Nem todos tem inclinação para lembrarem-se dos sonhos, mas no geral a ausência da sua prática pode inibir ainda mais algo tão necessário

Sonhar e compreender o sonho exige uma constante de exercícios, atenção, dedicação e preparações necessárias. É uma forma de comunicação trivial, constante e reveladora, mas da mesma forma que hoje dominamos um celular, exige esforços e dedicação no seu aprendizado.

 Um sonho marcante precisa ser revisto. Uma prática usual é não sair da cama antes de revê-lo. Manter-se absolutamente quieto, sem se mexer e tentar identificar o passo a passo que foi ilustrado no sonho, é uma forma de guardá-lo  na mente desperta. Para isso regras de disciplina precisam ser atendidas, como o não uso de despertadores, pensamentos imediatos nas tarefas diárias e não ter pressa para levantar. Reter-se por 5 a 10 min talvez seja o suficiente, portanto não se depende de horas para tais revelações.

Anotar logo em seguida ajudará a memória a revelar detalhes que não ficaram claro na revisão mental ao despertar.

É interessante como pessoas dizem que não tem tempo para isto, levantam-se apressadas e sentem que tem muita coisa para fazer. Iludem-se em se tornarem mais úteis neste contexto, quando poderiam abreviar esforços desnecessários se pequenas indicações fossem assimiladas no sonho que teve. Não ter tempo para comunicar-se com a alma é algo bem irracional.

 A maioria despreza seus sonhos, ou seja, a maioria não atende as comunicações da alma com o intuito de reforçar e preparar as várias etapas do destino em curso. Este dom todos tem, mas perdermos a habilidade pela absoluta falta de prática ao longo de séculos de reencarnações voltadas para  aspectos emocionais e materiais imediatos que são determinadas pela vida racional que a superfície terrestre proporciona.

 Não há como viver sem nos comunicarmos. Reforçamos as comunicações no plano material e abandonamos as comunicações com os planos sutis, ou seja, estamos sendo informados pela metade e nossas chances de acertar as ações diminuíram para 50%.

Em mundos adiantados este percentual eleva-se para 100%,  torna-se harmônico, sensível e equilibrado naturalmente, sem quaisquer exposições a disputas ou competitividades. A vida alinha-se em todos os seus habitantes, as Leis são compreendidas e a evolução ocorre com total serenidade.

 Nunca é tarde para voltar a praticar o que deveria ser parte das rotinas da vida. Não há como viver e sobreviver sem este importante elo de comunicação com nossa contraparte sutil.

O smartphone tornou-se indispensável e assim é com os sonhos se estes fossem usuais.

 Esta noite, um sonho: Encontrava-me numa cidade muito estranha. Tudo estava retorcido. Andava por um prédio e tentava entregar uma informação escrita para alguém, mas os caminhos eram muito difíceis. As escadas não tinham sequência, os corredores terminavam em paredes abertas com saídas para o vazio, haviam túneis para serem percorridos cheios de ferros retorcidos. Uma maratona andar por ali. Tudo mostrava-se agressivo e pontiagudo onde qualquer distração machucaria. Cheguei num local que estava tendo uma festa e a entrada tinha uma placa que indicava “relaxamento”. O local escuro, musica muito alta, tipo “pancadão” ou “funk”, mostrava pessoas dançando freneticamente e vários caça níqueis que indicavam caminhos a serem seguidos no próprio prédio, na medida que a as figurinhas moviam-se. Sai dali e segui adiante, apoiando-me onde podia, subindo e tropeçando. Parei em outro local que também indicava “relaxamento”. Era um corredor externo ao prédio, num andar muito alto e no fim, uma plataforma como os estacionamentos de helicópteros, mas tudo com ferros retorcidos e as pontas expostas. Pessoas tomavam sol, comendo alguma coisa e curtindo a “paisagem” cinzenta e confinada pela altura e pelos ferros retorcidos. Quando olhei para o horizonte, vi toda a cidade exatamente nas mesmas condições com construções exatamente iguais por todos os lugares. Foi horrível. Em um momento senti que estava subindo e via a superfície terrestre exatamente igual, um mundo controverso, cinza e perigoso.

 Resumidamente o meu sonho mostra um ambiente inóspito, um ambiente difícil de se locomover, de se comunicar, onde as pessoas estão separadas por dificuldades construídas por elas mesmas, cheias de perigos, caminhos pontiagudos e corredores que terminam em quedas bruscas. As distrações obedecem dois padrões de indivíduos, aqueles que curtem o confinamento e jogam a roleta da sorte para percorrer a vida e aqueles que iludem-se com um ambiente aberto mas confinado e arriscado.

No meu sonho os parâmetros limitaram-se aos 5 sentidos, a visão, olfato, a audição, o tato e o paladar, esquecendo o 6º sentido, aquele que provem dos mundos sutis. Um mundo sem saída, pois limita-se no que foi construído por nossa meia parte, a material, tornando-se difícil, perigoso, incompleto e controverso.

As salas de “relaxamento” mostram aspectos do ambiente fechado, confinado e conduzido na roleta, bem como do aparentemente natural, aberto e silencioso mas perigoso e limitante em pequenas ilhas suspensas, que aprisiona com ferros retorcidos e cortantes  

O meu sonho mostra um formato de vida que não serve mais, tornou-se limitante, superficial, incoerente, confuso e perigoso.

O meu sonho pode ser somente meu? Talvez sim, talvez não. Com certeza mostra que a contraparte material está ruim, mas identifica coletividade.

 Um sonho não mostra um beco sem saída, isto seria inútil. Mostra que o errado pode ser consertado, pode mudar. Vivemos literalmente nos reconstruindo. Cada momento, cada vida , cada ação é uma reconstrução do que foi e precisa mudar. Não importa se a vida, a ação, o movimento anterior foi bom, porem tornou-se passado e precisa imediatamente ser inovado.

 Ajustar-se é necessário.










 

domingo, 20 de setembro de 2020

Passos Atuais 210a Parte. Descubra quem és.

 

A expressão oral, os gestos, o olhar e o caminhar compõem o ritual de cada um.

Figueira.

 Pois bem, temos de reparar como somos.

Reparamos demais nos outros. Julgamos, criticamos, formamos ideias, opiniões, ressalvas, obviamente segundo nossos parâmetros, pelo fato de considera-los absolutamente corretos.

Esta prepotência de supormos que temos parâmetros absolutamente corretos, tem nos levado, constantemente, à falência moral.

Assim tem sido na sociedade do mundo inteiro, que ousam classificar-se como países ricos, países pobres, terceiro mundo, povos inteligentes, soberanos, mediadores, indígenas, ocidentais, orientais, entre tantas outras classificações absolutamente separatistas.

Somos uma única raça, portanto responsáveis pelo sucesso ou insucesso de um país, de uma nação, de um vilarejo, de uma única pessoa. Somos um corpo único fragmentado em diversos corpos que vieram à Terra para aprender a conviver, compartilhar, distribuir, agregar e juntos seguir padrões evolutivos que foram estipulados pelas Leis de Deus em curso.

 Como uma pessoa pode classificar a outra segundo seus desejos, seus critérios e seu escasso conhecimento?

Esta diretriz tem levado a humanidade para um buraco cada vez mais profundo e mais difícil de sair. A classificação com separações está atingindo limites máximos do bom senso, até para uma civilização em expiação num mundo cármico.

Estamos no limite em que o extermínio poderá ser uma alternativa baseada na incoerência do egoísmo e da ganancia.

Infelizmente o que mais cresce na civilização é o desconhecimento sobre as Leis da Vida, consequentemente sobre nós mesmos.

 Temos de nos ver sem prepotências, temos de enxergar o que somos, como somos e porque somos.

Observar a si próprio é uma forma racional e simples de aprender como somos. Agregar na observação a humildade, a honestidade e a simplicidade mostrará nossa verdadeira face. Com certeza ficaremos surpresos e iremos compreender melhor esta máxima, de que temos a “imagem e a semelhança de Deus”, ou seja, indivíduos com qualidades incríveis e maravilhosas, bastando, simplesmente, reconhece-las.

O homem precisa aprender a classificar-se como é através da sua constituição interna, pois a externa está sob intensa pressão, num mundo onde o aprendizado é compulsório e doloroso.

 Olhar com olhos neutros, caminhar com simplicidade e humildade, expressar-se com amor, suavidade e ternura e qualificar com altruísmo, revelará nossa semelhança com Deus.

 Amar-se aprende-se a amar, unir-se consagra o único, ajudar revelará o eu interno.

 Aplique seus mais elevados conceitos a todos e descobrirás que sois capazes de muito mais do que imaginas. (Mensagem de Jesus para este texto)


 










segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Passos Atuais 209a Parte. Intuição - pontos a serem considerados.

 Como a intuição é delicada e tênue, nem sempre a percebes. Permanece, pois atento.

Figueira.

 Pois bem, a delicadeza da intuição em relação aos demais pensamentos que formulamos durante um dia, quase a torna imperceptível. Ocorre num átimo de tempo, quando menos se espera e normalmente se refere a uma situação que não estamos pensando naquele momento. Esta sutileza que a torna perceptível é a única possibilidade de a identificarmos e decidirmos se levaremos em conta ou não.

Na maioria da vezes desprezamos.

Na maioria das vezes consideramos um lapso do pensamento que interrompe algo que estávamos dando a atenção.

Geralmente não consideramos prioritário e muitas vezes um incomodo, pelo fato de quebrar um raciocínio que estava sendo formulado.

 Na realidade somos compelidos a raciocinar e racionalizar o tempo todo. Esta sequência de atividades exige da mente, estudos, atenção, dedicação, excelente memória, juventude para atividades elétricas completas, enfim vigor físico. Normalmente o ápice ocorre da juventude para a fase adulta. Em seguida começa a decair e com o tempo perde-se velocidade de raciocínio, capacidade dedutiva e de racionalizar. Portanto, a intuição tem funcionado melhor na 2ª fase da fase adulta, onde certas capacidades físicas do cérebro já tornam mais lentas.

A intuição não usa nossa capacidade cerebral, somente, considera uma série de fatores, entre elas o nível de consciência, equilíbrio, didática das vidas anteriores, tendências da personalidade nesta vida, assiduidade e convicção em mudar. A fé é um argumento que no fundo engloba todas estas capacidades que se sustentam no ato de amar.

 O raciocínio, a racionalização de ideias e pensamentos, para ser melhor, exige além do vigor físico da mente, experiencia. Algo que ainda não ocorreu na idade em que se atinge a plenitude de velocidade e movimentos mentais. Portanto, temos aspectos negativos muito sérios quanto a estes conceitos de raciocínio e lógica, pois a inexperiência pode por tudo a perder.

Outro aspecto é a intelectualidade. O adulto jovem, logico e racional, precisa lidar com uma diversidade de informações imensas e poucos conseguem assimilar tanto em pouco tempo. A maioria acaba mantendo falhas em seus processos dedutivos, levando inúmeras experiencias ao fracasso e se tornam assim prisioneiros de ideias novas incompletas ou ideias antigas ultrapassadas.  

 A intuição começa a atuar quando estamos na fase embrionária do nascimento, na barriguinha da mamãe, gerando impulsos que os bebes seguem conforme a necessidade de seu desenvolvimento uterino. Ao nascer inicia-se outras fases intuitivas que nos acompanham até o final da vida material.

As crianças são altamente intuitivas. São guiadas e acompanhadas pelos anjos da guarda, aqui representado por impulsos cerebrais que geram movimentos de proteção devido a este importante processo de adaptação à vida material, além dos milagres.

Nesta fase começam as interferências dos pais. A maioria interfere negativamente sobre este desenvolvimento, face a insegurança, medos, desvios de conduta, falta de equilíbrio, torpor de iniciativas, enfim resume-se tudo na falta de confiança, liberdade e fé

Muitos ainda creem que podem conduzir a vida de alguém. Com isto, bloqueiam oportunidades, contatos, alinhamentos, condutas e reequilíbrios a serem conquistados por estas crianças, de forma natural se fossem mais livres e soltas no seu meio ambiente.

Este quadro vem piorando a cada dia e o aprisionamento da liberdade e do ciclo natural de experiencias que todas estas crianças deveriam ter, hoje se dão pelas redes sociais que descobriram a melhor mercadoria do mundo para comercializar, o próprio ser humano.

Desta forma estamos formando indivíduos com características bem fortes no alinhamento de incapacidades antinaturais, pois naturalmente, se tivessem chance, conquistariam.

 A intuição ocorre para ambos os lados. Posso ser intuído para o bem como para o mal. O livre arbítrio assim funciona e permite que forças negativas ou positivas aticem o necessário para que um novo desenvolvimento ocorra ou processo cármicos aconteçam para o individuo e para o meio em que vive. As guerras mundiais, para sermos mais amplos, foram conduzidos por indivíduos de alta capacidade intutiva para os dois aspectos. Nos dois lados das guerras indivíduos se destacaram com estas capacidade intuitivas que produziram grande sofrimentos e também libertações.

Nunca houve e nunca haverá sofrimento de inocentes e puros, um amplo contingenciamento cármico foram ali exauridos.

 Para ser intuitivo o indivíduo precisa ser atento, observador, equilibrado e disposto a mudar o que precisa mudar, sem que qualquer apego possa interferir.

Ser intuitivo é andar na contramão da maioria, é não seguir tendências, é ser livre e solto para fazer o que for necessário e de forma imediata. A intuição racionalizada deixa de ser um insight, torna-se mais uma ideia na vala comum e provavelmente enfrentará barreiras que não serão vencidas.

 A intuição jamais irá atender algo pessoal. A intuição vem para ser útil a todos. É um ato de serviço ao bem comum.

Mesmo que a intuição ocorra para te preservar, te alavancar, te sustentar, esta preservação ocorre porque você está sendo útil ao bem comum, portanto é preciso disposição e muita doação para intuir e colocar em pratica uma intuição.

 A intuição é um impulso dinâmico e muitas vezes vem fracionado. Uma ação ordenada pela intuição terá sequências e se realizadas corretamente atenderá o objetivo final.

A intuição provem de seres de diversas procedências, mundos, planos, dimensões, experiencias. Provem de níveis de consciência bem elevados com características muito além da personalidade e do ego.

A intuição não contradiz, ou altera, ou interfere no destino do intuído, simplesmente completa o que de melhor e mais elevado este destino possui.

A intuição atende o corpo, a mente, a alma e o espirito e não gera atritos. Segue um caminho de cima para baixo, mas obedece os limites de cada fase, nesta descida.

 Todos são intuídos mas poucos percebem sua intuição. Muitos seres humanos podem ser considerados acéfalos para a intuição por usarem uma mínima parte, aquela que simplesmente os mantem vivos para os compromissos cármicos, somente.

 Não há evolução sem intuição. A intuição ocorre constantemente e independe do indivíduo absorve-la ou não. É um insight que segue padrões da evolução cósmica, mas compete a cada um conquista-la.

 A intuição faz parte do desenvolvimento do ser humano. Começou na raça humana com os instintos. Adaptou-se na intelectualidade e hoje deveríamos ser muito mais intuitivos do que racionais Na nova era trocaremos a condução atual da vida pela personalidade, para a intuição.

Imaginem a Terra contendo uma população que utilize a intuição para viver, para crescer, para se relacionar, para conhecer, para evoluir. Creio que hoje é inimaginável, pois nossas referencias não tem nada a ver com o conceito da vida intuitiva. Assim será o novo destino da Terra como mundo em evolução e não mais de expiação. Prevê reinos que se adaptarão plenamente e este novo conceito de viver e não mais de sobreviver. O livre arbítrio será desnecessário.

 Enfim pincelamos alguns conceitos básicos da intuição. Aflorar novos conceitos pode ser feito individualmente, intuitivamente, na medida que nos convencemos desta capacidade inerente da vida e a coloquemos em prática. Não há limites para isto, mesmo que as condições ambientes sejam adversas, mas cabe lembrar que para intuir é preciso doar-se ao Serviço.

 Não há de se esperar para que tudo ocorra. Adapta-se a estes novos conceitos, antecipe-se a estes procedimentos e serás intuído, conquistando assim uma capacidade de Trabalho e Amor que podeis ter acesso e acompanhamento no processo da vida atual. (mensagem de Emmanuel para este texto)  












  

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Passos Atuais 208a Parte. Imparcialidade.

 

Só depois de conquistares a imparcialidade, serás capaz de viver com amor as situações em que te encontrares.

Figueira.

 Pois bem, ser imparcial é uma condição do equilíbrio.

O equilíbrio exige inúmeros esforços de controle e entre eles encontra-se a imparcialidade.

 É comum ao observarmos ou nos envolvermos com situações de terceiros, quebrarmos a imparcialidade e tomar partido para um dos lados ou, eventualmente, contra os dois. Neste aspecto é importante refletir que nada ocorre por acaso, sendo assim quando um atrito ou uma disputa acontece, está em ato condicionantes cármicas dos envolvidos.

Da mesma forma quando somos pressionados por alguma situação, imediatamente levantamos as defesas sem tecer a devida analise ou reflexão sobre a possibilidade de estarmos errados.

É interessante que, na maioria das vezes, estamos errados e a vida, na tentativa de corrigir, gera confrontos. Sem reflexões e humildade, provavelmente continuaremos na direção errada.

 Toda e qualquer disputa, desafio, confronto, deveria ser evitado para que um estado de equilíbrio mantenha-se estável. Na possibilidade de ocorrerem voltar-se para o silencio, para a quietude, nos alinhará pra que decisões possam ser tomadas no equilíbrio e na imparcialidade.

É importante manter sempre, disposição em corrigir o caminho assim que notarmos que algo não se encaixa. A vida usa vários artifícios para nos chamar a atenção quando uma situação não condiz com nossas metas espirituais. Respeitá-las é uma necessidade.

 O orgulho tem sido um sentimento que nos leva a um intenso processo de queda. O orgulho mantem o indivíduo preso a convicções ultrapassadas, o mantem submisso aos conflitos da personalidade e quase sempre leva a ações danosas ou erradas.

O orgulho varia de pessoa para pessoa. Pode ser muito intenso em alguns e suave em outros, mas é um sentimento que todos tem. É um sentimento que leva o indivíduo a perder grandes esforços para manter o equilíbrio; acentua atos de competitividade e mantem estados de ignorância na medida que se intensifica.

O orgulho desencadeia inúmeros outros sentimentos como a ganancia, a raiva, o ódio, os medos e isto leva a pessoa ao colapso do equilíbrio. Pode ser irrecuperável numa encarnação, pode levar várias reencarnações para estabilizar-se e sempre exigirá acentuado esforço de humildade para voltar-se ao equilíbrio.

 Sem imparcialidade o indivíduo não vive as Leis.

Sem imparcialidade o individuo fica confuso, analisa e raciocina da forma errada, aquém dos estímulos da alma, torna-se impermeável a novas conquistas e transforma-se num gerador de carmas por onde passa.

Outro aspecto importante na imparcialidade é a capacidade de compreender o que se passa, segundo a lógica da Vida. Torna-se ponderado, não culpa e não sai em busca de culpados, atravessa as “tormentas da vida” como observador e assim aprende e compreende com tudo que acontece.

 No inverso, na parcialidade, passa a considerar a sorte, o azar, o acaso, o jogo das probabilidades, enfim o individuo torna-se permeável a fatores que ele considera inconclusivos. Culpa Deus e torna-se refém de desejos que o desvia das metas traçadas. Passará a vida lutando, inutilmente, contra a correnteza do rio da Vida. Corre assim o risco de viver algumas vezes as mesmas situações.

Observar, ponderar, extrair aspectos positivos de todos os acontecimentos, nos alinha com a imparcialidade. Observar a vida se tornará mais interessante do que vive-la, pois vive-se na ilusão. Esta ilusão nos aprisionou e nos tornou reféns dos costumes.

Confia. Este sentimento “mágico” pode mudar vários acontecimentos.






terça-feira, 8 de setembro de 2020

Passos Atuais 207a Parte. Iluminar o mundo.


Faz das dificuldades um estímulo para dissipar sombras e iluminar o mundo.
Figueira.

Pois bem, não viveríamos sem dificuldades.
Estas foram constituídas para estimular o avanço necessário no caminho evolutivo. As dificuldades são uma benção para não recuarmos e para continuarmos no caminho escolhido.
Há pensamentos contrários a esta condição. Muitos acham que as dificuldades só atrapalham e que poderíamos percorrer o caminho da vida com segurança e tranquilidade.
Não é verdade. O ser humano tem uma tendência fortíssima para a inercia, para o recuo, para o ostracismo.

Sem estímulos, em especial os dolorosos, não seguiríamos um milímetro adiante, e pior recursaríamos km percorridos. Mesmo com vários estímulos dolorosos exercemos uma força descomunal para pararmos em um pto qualquer. A parada ou a inercia contraria atividades evolutivas produz dor, produz muito dor ou dores insuportáveis. Qualificar uma dor dependerá do quanto me distanciei do caminho. Esta tem sido a única alternativa viável para a humanidade desta 3ª dimensão.

Digamos que a dor tem sido nossa melhor amiga em todos os tempos, por isso que a história da humanidade tem sido escrita e traçada pela dor.
Mas, precisaria ser assim?
Claro que não face ao livre arbítrio e as possibilidades de escolhas que podemos fazer, no entanto a grande maioria tem optado pela inercia ou pela involução através da degradação pelos sentimentos negativos, pelo egoísmo, pela ignorância.
Se fossemos mais perspicazes, no bom sentido, perceberíamos que adotar critérios evolutivos e seguir as Leis de Deus, tornaria a vida confortável e prazerosa, mas a opção da inercia sempre tem pulado à frente de impulsos positivos que ocorrem.
Sim, todos tem impulsos positivos, evolutivos, mas acabam preferindo a inercia e a auto piedade. O ritmo divino não condiz com estas 2 possibilidades, por isso que a dor se faz presente para incomodar uma posição que não condiz com os critérios da Vida.

É mais inteligente aderir a estes impulsos do que manter-se por meses, por anos, por vidas, vivendo com sentimentos ruins, depressivos e inexpressivos ao ato de viver.
É preciso mudar.
Mudar é inexorável, ou seja, não é uma opção, é obrigatório e a vida irá compelir para que as mudanças instruídas pela alma ocorram. O que poderá ser dilatado ou abreviado é a única opção que temos: o tempo. Posso viver mais tempo ou menos tempo numa situação ruim.

Quando o buraco está fundo, as mudanças não poderão ser significativas, mas podem ser paulatinas, constantes, pouco a pouco, e para que isto ocorra muito ajuda se agrega ao individuo neste estado. Quando determinadas conquistam ocorrem, novos incentivos começam a chegar e o entusiasmo muda. O meio em que vive começa a fortalecer este processo, novas ideias, novos incentivos se juntam e a pessoa emerge das cinzas como a “fênix”. Neste caso uma Lei entre em curso: “a quem mais tem mais lhe será dado”.

Aquele que renega este contexto, as ajudas, dá as costas aos que manifestaram solidariedade e insiste em manter-se no fundo, acabará por ter de percorrer um longo caminho de volta e nada será aliviado neste retorno, portanto será uma má escolha. Inexorável também, este processo se dará de forma lenta e gradual, mas inevitável será, portanto mais inteligente é agarrar-se nas ajudas e apoiar-se no que lhe será abundantemente fornecido. Quando manifestar esta disposição, vencerá o que lhe retinha.

Afundar ou desafundar dá o mesmo trabalho e exige o mesmo empenho, portanto é a opção de uma coisa ou outra.
As circunstancias que nos levam a uma queda leva em conta o quanto estamos desguarnecidos da fé. Acentua-la é preciso e forças desconhecidas virão para superar o inicialmente considerado insuperável. Tudo são provas  e estas provas definem os próximos caminhos a percorrer.

Quando dissipamos sombras iluminamos o mundo. Este caráter de ajuda é um Trabalho que todos podem fazer. Muitas vezes ficamos tão preocupados em servir ao próximo com quirelas materiais, com alimentos contaminados, com confortos desarticulados das decisões da alma do cidadão e esquecemos de dissipar as sombras do mundo. São estas sombras que exercem influencias consideráveis que levam pessoas a caírem nas armadilhas das emoções e da ilusões, contrariando o caminho evolutivo traçado.

Pense grande, seja ativo no contexto maior que possa conceber, não se retenha com traços e laços individuais. Corres o grande perigo de afundar-se de braços dados com aquilo que não dominas. (mensagem de um Instrutor para este texto)























sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Passos Atuais 206a Parte. Ponto de vista.


As bases para prosseguires não podem estar em luz alguma que brilhe fora de ti.
Figueira.

Pois bem, quando uma frase expressa uma Lei nada poderá ir contra ou se tornar contornável.
No entanto temos vivido na tentativa de contorna-Las.
É interessante como as pessoas se dizem crédulas de Deus, quando na verdade buscam contornar as Leis que comandam a vida material e espiritual.
O egoísmo, o egocentrismo são leis que vieram para contrapor as Leis do criador com o intuito de dar condições para que o livre arbítrio possa ser exercido,
Temos nos identificado muito mais com o egoísmo do que com o altruísmo, ou seja, temos utilizado com mais frequência uma lei contrária à Lei da vida.

Recusamo-nos a evoluir espiritualmente quando só nos concentramos na vida material e passageira, por torna-la incompleta. Assim nos tornamos passageiros das tribulações, incompletos e dificilmente compreenderemos a situação atual que nos encontramos.
É preciso dar a mesma atenção, que damos para o mundo externo, ao mundo interno. Sem compreende-lo nos tornamos joguetes da ignorância, escravos dos desejos e seremos alvos fáceis dos desafios da vida.
Um dos grandes mal da humanidade é a inercia. Não sair de um estado conquistado, manter um conhecimento que se desatualiza na mesma velocidade do ponteiro do relógio é parar no tempo e no espaço. Este estado de ignorância nos priva do saber sobre o motivo da existência.
Assimilar que estamos numa jornada de aprendizado nos dois planos, o material e o espiritual, é o que nos tornará uma pessoa completa. Tudo o que ocorre na matéria, no plano dos sentimentos, das emoções, dos pensamentos, provem da contraparte espiritual, portanto quando não estamos bem com esta contraparte espiritual é impossível que a material possa estar em harmonia.
Fatores externos que consideramos negativos são decorrentes de um olhar impreciso que provem da incompreensão do plano espiritual. Se compreendêssemos a contraparte espiritual, com abrangência, vigor mental e busca constante, fatores externos desajustados se tornariam compreensíveis, lícitos e através deles veríamos com clareza falhas a serem corrigidas.
Quando fazemos o inverso, ou seja, nos apoiamos nas ilusões da vida material, nas dificuldades aparentes, nos percalços da própria ignorância, nosso mundo desaba, nossas defesas caem e os problemas aparentam ser incontornáveis.
Vejam, é uma questão de ponto de vista, de foco, de como olhar e raciocinar a respeito dos problemas da vida cotidiana.
Quando falta os complementos do espirito a vida fica insuportável mas, basta completa-los para que boa parte dos problemas desapareçam ou se tornem administráveis. A vida recomeça, a fase ruim passa, o ciclo da vida entra na fase ascendente.

Tudo provem de como nos posicionamos perante os fatos da vida material, com inteligência ou ignorância sobre a contraparte espiritual. As duas são antagônicas. Uma faz sofrer a outra faz compreender. Escolheremos sempre o que queremos.

Alguns chegam a se desesperar de tal forma, com certas situações, que voltam-se para o suicídio. Este ato confirma o elevado grau de ignorância sobre o conjunto corpo-espirito, provocando uma caminho de retorno bem intenso e desagradável.
A vida é magnifica, é um ato divino que deve ser exercido com profundo respeito e grande sabedoria. O respeito pode até estar implícito mas a sabedoria é uma conquista diária e eterna,

Desperte em ti a luz interior e a sabedoria divina te conduzirá. (mensagem de São Jorge para este texto)

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Passos Atuais 205a Parte. Destino.


Renuncia a forjar teu destino e aprenderás a ver com os olhos da alma.
Figueira.

Pois bem, o pensamento aborda um tema controverso mas importante de ser ponderado para se refletir a respeito.

O destino de cada um é inexorável, ou seja, quer queira ou não, iremos percorrê-lo em todas as suas etapas. É a forma como olhamos e a disposição como administramos os acontecimentos que nos envolvem, que iremos classificá-lo como bom ou ruim.

O destino mescla acontecimentos bons ou ruins, ou seja, é cíclico e se comporta como um gráfico com curvas ascendentes e descendentes. Na fase ascendente considera-se que estamos ganhando recursos, informações, possibilidades. Em seguida, após atingirmos o pico da curva inicia-se a fase descendente. Nesta fase o que foi colhido como recursos, informações e possibilidades, precisará ser utilizado. Trata-se, nesta fase, de experiencias que nos forçara a empregar o que foi aprendido na fase de ascenção.

Geralmente na fase ascendente a maioria prefere, somente, usufruir dos momentos de ascenção, dando pouca atenção para a obtenção das informações, recursos, possibilidades, que deverá utilizar na fase seguinte. Na ascenção nos sentimos fortalecidos, dominantes, poderosos sem considerar, no entanto, que é uma das fases.
Este ciclo de altos e baixos tem um caráter evolutivo e ascensional, com a seguinte diretriz de uma das Leis: quanto mais utiliza mais se ganha; quanto menos se utiliza, mais se perde.

A raça humana, em geral, tem perdido o que ganhou pois deixou e tem deixado de utilizar vários recursos, possibilidades e informações neste processo ascensional. Perdemos inúmeras ferramentas, como a clarividência, compartilhamento com outros planos, diminuição gradativa da intuição, escolhas, enfim nos tornamos uma raça dominada pela personalidade, pelos desvios de caráter e por forças involutivas que tem minado as possibilidades nestes contextos.

Ficamos isolados como mundo, sem poder receber ou compartilhar experiencias de outras raças em outros planetas, constelações etc.
Certas civilizações da Terra que conseguiram evoluir neste contexto, recolheram-se para habitats intraterrenos ou intraoceânicos, em dimensões diferentes, pois não há como compartilhar com a raça de superfície.

Esta defasagem está e será muito ruim nos próximos momentos da transição planetária, pois ficaremos sem saber o que fazer mediante a revolução de acontecimentos extraordinários que acontecerá na superfície terrestre.

No entanto, não seremos desassistidos. A compaixão divina está em ato, apesar de não termos cumprido nossa parte, mas definitivamente serão momentos muito difíceis para todos.

É importante repensarmos sobre o que estamos fazendo com nosso destino. Dar muita atenção para o plano espiritual, para nossa contraparte imaterial, pois só ela poderá acolher a demanda por ações intuitivas. Nada do que é conhecido será suficiente para suportarmos o que virá. Estamos enfraquecidos, desgastados por lutas e conquistas fúteis, passageiras, desperdiçando tempo precioso em lutar pelo que será refeito, modificado, inovado.

O destino é traçado por ações do presente. Se tivermos um pouco de lucidez, podemos torná-lo mais útil e alinhado com os desígnios da alma, gerando uma próxima vida em processo ascensional e sem grandes quedas.   

A nova raça humana contará com outras possibilidades, pois sem livre arbítrio terá ciclos como se fosse uma espiral ascendente, sem processos de quedas como a atual.

Enfim, é preciso ver o destino como oportunidades. Se a vida está ruim, ou seja, na fase descendente, busque ajuda, conforme-se, lute para aprender, acolha, concentre-se no essencial. Esta demonstração de lucidez atrairá “ajudas” importantes. É como dar permissão para que tais ajudas se manifestem (temos o livre arbítrio, portanto não há interferências sem consentimento). Se a vida está numa fase boa, aprenda ao máximo, liberte-se do supérfluo, saia das ilusões, do ser, do ter do poder, dando assim chances para que novas ferramentas possam agrupar-se em teu eu interno.

Manifeste em ti a esperança, dela sentirás a Chama da transformação e a Luz do apoio. (mensagem de um Apóstolo para este texto)