sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Passos Atuais 225a Parte. Simplicidade.

 Onde a simplicidade se implanta, refulge um raio de luz curadora.

Figueira.

 Pois bem, ser simples e usar a simplicidade noz faz portadores da luz curadora.

 A boa intenção em relação ao próximo é o primeiro e o mais importante ato a ser empregado nas relações humanas.

Quando nos tornamos simples, simplificamos o ato de compreender.

 Um dos sentimentos que nos faz errar constantemente é a suposição, portanto ao analisar uma relação temos de ser simples e não ficar supondo as inúmeras variáveis desta relação.

Um exemplo mais claro pode ser extraído do reino animal, em especial da relação de um cão com seu cuidador.  O cão domesticado é um animal dócil, carinhoso, sensível e com excelente bom humor. Não supõem nada a não ser o afeto que tem pelo dono ou por quem cuida dele, mesmo que os cuidados não sejam dignos de serem respeitosos. O cão não considera outros fatores, além do sentimento de afeto que possui por aquela pessoa.

Deveríamos ser assim. Deveríamos ser atenciosos e afetuosos com todos, sem supor isto ou aquilo.

Esta forma simplificada de ser, evitaria inúmeros desencontros, relações desagradáveis ou outros sentimentos mais egoístas como a raiva, a revolta, a vingança e por fim a mágoa (a mais trágica e desarticuladora dos sentimentos humanos).

 Poderemos ser rejeitados, poderemos ser maltratados, mas manter um certo padrão como um cão mantem com seu cuidador, com certeza evitaria inúmeros transtornos nas relações humanas.

 A partir desta postura, os conflitos tendem a desaparecer, a inocência começa a ser restabelecida e numa união sincera e fiel, a contrapartida positiva se mescla para todos.

Partindo deste principio as energias curadoras aproximam-se, manifestam-se, pois haverá sinergia entre dois ou entre todos, para que estas encontrem campo fértil para sua manifestação.

 Um curador é um individuo que mantem esta simplicidade nas suas relações, um indivíduo que não fica supondo, que não se utiliza de diferenças ou afetividades diferenciadas. Aceita o erro, corrige e mantem uma alegria constante em seu coração. É inocente, mantem uma delicadeza, um bom humor, de certa forma a mesma que a de um cão para com seu cuidador.

 Perceberá com o tempo que passará a ser conduzido e não mais conduzirá. Se manterá fiel aos princípios do coração e estará a todo instante disposto a corrigir-se.

 A luz, por sua vez, encontra o fiel escudeiro, aquele que mantem a chama da cura acesa e iluminará o caminho dos que dela se aproximam.

 Temos, enfim uma sinergia maravilhosa entre luz curadora, curador e pretendente à cura.


 








terça-feira, 3 de novembro de 2020

Passos Atuais 224a Parte. Traição.

 É preciso deixar de ser capaz de trair. A fidelidade é uma meta dos que ingressam no caminho espiritual.

Figueira.

 Pois bem, a traição é um ato da qual poucos escapam de comete-la.

Trair é abominável. Infelizmente cometemos este ato contra si próprio inúmeras vezes ao longo da vida.

A traição é uma prova e esta prova vem recheada de circunstancias que irão testar o quanto, efetivamente, aprendemos das lições que a envolvem.

Vamos nos ater no contexto da traição contra princípios conquistados, sem nos aprofundar no mérito deste ato contra terceiros.

 A traição provem de certas tentações que manifestam-se, quando esforços maiores começam a pressionar uma nova meta a ser conquistada. Ou seja, pratico a traição contra princípios que exigem atenção, retidão e dedicação, em resumo esforços adicionais aos que já venho exercendo no mundo material.

A preguiça aliada à presença de novas atribuições nos levam a trair.

 Esta traição é de si para consigo mesmo e ocorre quando, geralmente, cesso um movimento de continuar o aprendizado que estava me expondo.

Posso “justificar” com inúmeras respostas ao trair tal aprendizado, mas no fundo sei que estou contrariando o que vem de dentro, o que vem da minha alma, o que estava me fazendo crescer neste ambiente tão inóspito e impróprio para o desenvolvimento evolutivo.

Ao trair, cedo meu ser aos interesses da forças involutivas. Estas percebem as fraquezas que me levaram a praticar este ato e atacam com muita força estes pontos fracos, minando cada vez mais os esforços que faço para uma eventual renomada. Assim o tempo passa, enfraqueço-me cada vez mais, vem o desanimo e num processo interno de justificativas vou cedendo, cedendo, até que perco a possibilidade de retomar. Quanto isto ocorre minha vida passa e precioso tempo deixo de utilizar.

Sinto, então, ao desencarnar, grande remorso e frustro-me ao rever que não perdi sozinho, pois quem a mim estava coligado perdeu também.

 No plano astral a recuperação será lenta, será difícil pois este estado de arrependimento persiste, é profundo e marcante e tem como objetivo deixar marcas significativas para que estados de traição não ocorram nas reencarnações sucessivas.

Infelizmente a sociedade humana tem sido contumaz neste processo face ao estado ilusório que vive no mundo material. Temos trocado o certo pelo incerto, o eterno pelo passageiro e o útil pelo fútil.

Como vivemos numa sociedade, num ambiente familiar e numa relação cármica intrínseca e complexa, quando um trai e afunda, não o faz sozinho e com ele acaba por levar pessoas das quais teve  influencias no decorrer da reencarnação.

Isto é comum, pois num meio entre pessoas, alguém vem para despertar as demais e as demais dependem dela para se coligarem a estados mais evolutivos.

 Poucos admitem este raciocínio. Nos individualizamos em excesso e desconsideramos as ligações que nos mantem presos a elos que se fundem nesta relação cármica intensa.

No entanto, o reverso é verdadeiro. Quando mantenho minha hegemonia evolutiva, quando sustento meu empenho, que seja com grandes esforços e sacrifícios , atrairei nas relações que me envolvi, padrões da vida divina elevadas e evoluídas que poderão despertar aqueles que a mim se coligaram nesta relação cármica.

Isto quer dizer que poderei superar ajustes cármicos com atribuições úteis e as envolverei em ondas de amor, de harmonia e progresso espiritual de elevado valor.

Quando se fala em vinculo cármico, deve se interpretar como responsabilidade evolutiva também, ou seja, quem a mim se coligou responsabilizo-me por sua evolução também.

 O vinculo cármico é uma faca de dois gumes, de um lado deve se considerar um acerto de contas pendentes e do outro lado um impulso para o caminhar evolutivo.

 A traição é um ato insano, muito presente e constantemente empregado na pratica da evolução. O lado horroroso da traição ocorre quando se manifesta no plano da matéria, onde o egoísmo, a ambição e a ganancia exacerba atos terríveis de uns contra outros por vantagens eminentemente fúteis, passageiras, que irá gerar estados muito dolorosos de recuperação nas vidas futuras.

 É preciso extrema atenção no desenrolar da vida material, pois o objetivo básico e primordial é a evolução espiritual, é compreender a vida no âmago da verdade e no real sentido da sua existência.

 Mantenha-se atento para não trair, dedique-se aos verdadeiros valores e não se importe com os sacrifícios, pois estes irão interferir cada vez menos e serão menos valorizados quando retornares para o caminho certo. (mensagem de Samana para este texto).










domingo, 1 de novembro de 2020

Passos Atuais 223a Parte. Terminou mais um ciclo da vida.

 Transcende teus limites, pois já és esperado no Infinito.

Figueira.

 Pois bem, nascemos para esta ascenção.

Podemos dizer que estamos sendo aguardados para estágios de vida muito acima dos padrões atuais.

Poucos acreditam nesta possibilidade e resolvem, assim, seguir o caminho das pedras, das dificuldades, num ritmo muito lento, doloroso e precário.

O panorama do momento resume-se num mar sem esperanças, onde tudo parece se complicar, a vida tornando-se difícil, a mentira dominando a comunicação e as civilizações em decadência.

Isto é absolutamente normal, foi profetizado e realiza-se conforme anunciado.

Todo final de ciclo converge para uma espécie de retrocesso do que já foi alcançado, conquistado e usufruído. Tornou-se velho, fragmentou-se e será dissolvido. Das cinzas surgirá o novo, as novidades e um outro estilo de vida que desconhecemos.

Este processo tem sido continuo e constante no planeta. Passamos pela era dos dinossauros, pela era do gelo, pela vida nas cavernas e agora pela falência da era moderna, ou seja, a história do planeta, da civilização humana e dos demais reinos tem começo, meio e fim.

Hoje nos encontramos na fase final, no esgotamento dos recursos naturais, na fragilidade dos relacionamentos, no  colapso das instituições, desanimo e no confronto com desafios cada vez maiores e mais complexos.

Um fim de ciclo é assim. O velho precisa terminar para o novo nascer.

 Quando volta-se para o eu interno, para validar as coisas do espirito, para uma maior atenção no crescimento interno e menor atenção no crescimento externo, amplia-se a visão de mundo, das possibilidades e o impossível e imprevisível começa a fazer sentido.

Isto é transcender limites.

Os limites atuais apoiam-se em raciocínios e deduções lógicas baseadas no que já ocorreu, no que é passado e ultrapassado. A referencia foi a personalidade e esta encobre os impulsos da alma.

É preciso transcender estes limites e para isto a mente precisa ficar amplamente aberta, sem preconceitos, disposta a considerar o que pode ser classificado como impossível.

 Dificilmente alguém conseguirá fazer isto sozinho, pois os medos e as dúvidas podem chegar a proporções incontroláveis. Desta forma é preciso unir-se a pessoas e consciências que já se disponibilizaram a aceitar esta eminente virada cíclica. É preciso grande abertura, muita disposição e coragem para considerar o que muitos consideram inaceitável.

 A convivência grupal, desde que procedente e sadia, pode gerar impulsos importantes, onde dúvidas poderão ser esclarecidas, orientações compartilhadas, impulsos podem se tornar coletivos, além apoio de um para o outro.

 É preciso transcender.  As soluções para a situação atual não estão mais nas mãos humanas. Saímos desta possibilidade a algum tempo, poucos perceberam. Entramos na era dos milagres, das causas impossíveis, dos argumentos desconhecidos.

O que existe não serve mais, esgotou-se por ter terminado seu ciclo de vida.

 Sedes afim de novas Instruções. O novo e o inusitado vos espera. Assim é o ciclo da Vida. ( mensagem de um Instrutor para este texto)


 








 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Passos Atuais 222a Parte. Aprofunde-se na senda inteiror.

 Quanto mais o ser se aprofunda na senda interior, maior capacidade de compaixão é nele despertada.

Figueira.

 Pois bem, a compaixão é um sentimento que poucos podem exerce-lo.

É necessário certo grau de desenvolvimento e de despertamento espiritual para que seja praticada.

A compaixão, geralmente, é confundia com a expressão de dó ou pena sobre o que ocorre com alguém, da qual julgamos ser improcedente.

Ora, nada ocorre com improcedência. Tudo que ocorre é necessário e por mais desgostoso que seja, ocorre para que nos impressionemos com algo, ou com alguma atitude, ou com algum evento que precisa ser melhor compreendido e assimilado.

Assim, uma pessoa que passa por algumas situações ruins, na compreensão e na aceitação do que ocorre, tais situações, geralmente, se revertem ou terminam. Podemos dizer que apreendida a lição cessa o motivo dela permanecer.

 Portanto, focar, centralizar na origem do, ou dos problemas, ao invés de queixar-se somente, é uma atitude necessária.

 Buscar ajuda e disponibilizar-se para ser ajudado é outro aspecto importantíssimo. Geralmente buscamos ajuda e não exercemos o empenho e a vontade suficiente para reverter o incomodo.

Nada cessa por cessar. É uma troca, troco algo que não serve mais, que me causa dor, que me atrapalha, por um estado novo de ser.

Poucos compreendem este fato e a maioria não quer mudar o que precisa ser mudado.

 Viver é um ato contínuo de eternas transformações, nos faz sair do lugar comum, traz movimentos novos, é aventurar-se por caminhos desconhecidos e esta postura a maioria rejeita. A maioria gosta de manter um único ritmo, as mesmas coisas, o previsível e acaba por estacionar. Se a vida deixasse, ficaria eternamente no mesmo lugar e na mesma posição.

A vida não deixa, a vida exige novos movimentos, novos caminhos, exige que você descubra, que se aventure, que saia do lugar comum.

 Evoluir é isto, é aventurar-se, a princípio, como se faz num estado de fé. É caminhar por lugares incomuns.

O instrumento que a vida usa para impor estes movimentos de transformações é a dor. Manifesta-se quando estacionamos, quando atingimos um objetivo e nele pretendemos ficar.

 O universo é dinâmico, está sempre em expansão, mudando, transformando-se e assim devemos ser. O que foi aprendido deve ser descartado. Nada será destruído, mas irá para um arquivo que todos possuem e ficará à disposição quando se precisar.

 Assimilando e utilizando esta dinâmica, a compaixão começa acentuar-se no coração. Deixaremos de sentir dó ou pena, pelo fato de compreender melhor estes processos de transformações.

A compaixão acolhe com inteligência e esta inteligência alia-se à inteligência de seres universais, ou seja, deixaremos de agir sozinhos e com estupidez.

 É preciso manter estes estados de desenvolvimento espiritual para que possam ser melhor compreendidos e utilizados com critérios mais alinhados com a alma.

Muitos se dão por satisfeitos com o que conquistaram. Estes desalinham-se facilmente, frequentemente, e sua capacidade de servir e de ser útil esvai-se rapidamente. Provavelmente tornam-se confusos e prepotentes com o pouco que sabem. Perderão rapidamente o pouco conquistado face a velocidade com que a espiritualidade se atualiza.

 Aprofundar-se na senda interior é exercer movimento evolutivos o tempo todo. É buscar, continuar e aventurar-se para novas experiências, novos movimentos, novas percepções.

 Estais sempre a um passo de aprimorar-se. Não pare e sentirás a todo momento o chamado de Deus. (mensagem de Apolônio de Tiana para este texto)

    

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Passos Atuais 221a Parte. O uso correto da palavra.

Falar desnecessariamente desequilibra o éter planetário e as vidas elementais que nele existem.

Figueira.

Pois bem, o alerta do pensamento é de suma relevância. 

É preciso compreender que junto com a atmosfera terrestre e além dela, o espaço sideral, é preenchido com uma substancia conhecida como éter planetário. O vazio espacial, ou o nada espacial é uma ficção da ciência humana.

Sabemos que uma onda de rádio percorre milhões e milhões de kms. Até hoje recebe-se sinal da Voyager I, que beira os limites do nosso sistema solar.

Bem, os sons emitidos pelos humanos, em espacial a voz humana, segue sua expansão nas mesmas condições e reverbera pelo espaço sem fim, no éter planetário.

Quando emitimos um som, este se propaga pela atmosfera terrestre, nos envolve, envolve os reinos mineral, vegetal e animal e continua para o espaço infinito, portanto o que se fala segue um extenso e demorado percurso para os confins do universo.

Os sons emitidos, em especial pela voz humana, vem carregado de emoções, de sentimentos com tendências neutras, positivas ou negativas e sua ressonância influencia tudo que está e estará ao seu caminho.

Um som carregado de intenções positivas irá gerar influencias positivas. Aqui se fala de intenções evolutivas, com características emocionais neutras, sem interferência, em que as melhores intenções do emissor daquele som possas emanar. Tais influencias irão gerar expansões de consciência, instruções, enfim poderá derivar para quem os recebe, pensamentos positivos, complementos de pensamentos que faltam, enfim, impulsos evolutivos.

Um som carregado de emoções negativas irá gerar influencias negativas. Da mesma forma, aqui se fala de características emocionais intensas, que influenciam, que podem seguir tendências destrutivas ou desarmonizadoras. Tais influencias irão gerar expansões de consciência negativas, aumentar as tensões, deflagar brigas e contendas, enfim, impulsos negativos com consequências desastrosas, dependendo do tipo de influencia que esta pessoa exerce sobre as outras.

É grande a responsabilidade de cada um com relação a este contexto. A maioria fala o que quer, iludido de que pode expressar o que quer, a hora que quiser, confundindo com liberdade de expressão, sem se ater às reponsabilidades reais que assume baseado nas suas intenções e no caráter evolutivo ou involutivo de suas expressões. As consequências podem ser grandes, podem ser sérias e trará desdobramentos que poderá ocupar diversas vidas para ser resolvido.

Quando o excesso ultrapassa certos limites e suas consequências são muito graves, esta pessoa corre o risco de recomeçar constituindo uma nova alma.

Discursos inflamados com teor contrário à harmonia, à compaixão, ao equilíbrio, com tendências e conceitos subliminares tem trazido às nações e seus povos, consequências desastrosas. A historia da humanidade tem sido construída desta forma, onde a palavra gerou muita violência e acentuou a destruição. Isto tem acirrado cada vez mais a separação, o isolamento e a submissão de muitos entre nós, quebrando elos de união e pacificação.

Na familia, nos relacionamentos, nas atividades profissionais, enfim na sociedade percebe-se que os sons não são fieis aos pensamentos, divergem dos sentimentos e mascaram características falsas. Perdemos a inocência e nos tornamos pessoas que pensa de um jeito e age de outro. Portanto, o som emitido entre nós  produz grandes desastres de relacionamento, de convivência pacifica, de honestidade e retidão.

Isto tornou-se inconsertável do ponto de vista humano, pois não há nenhuma tendência para que algo mude. Tornou-se um problema de Deus e fará parte da estrutura da transição em curso.

No entanto, cada pessoa que ficar consciente da sua responsabilidade, do grau de influência que dela pode deflagrar aspectos positivos ou negativos, da disciplina no uso da palavra, estará contribuindo para que o estado de caos não piore.

Usar a palavra com sabedoria, utilizar a palavra para comunicações úteis e não fúteis, saber silenciar quando não poderá contribuir, é um grande passo. O som deve ser empregado quando algo de bom pode fluir, quando um impulso positivo possa ser gerado, quando uma transformação positiva possa ocorrer, caso contrário, cale-se.

A atmosfera terrestre, a um certo tempo, vem sendo “limpa”, pois o mau uso do som reverberando pelo espaço, desequilibraria mundos evoluídos, mundo mais sensíveis aos sons emitidos, o que aumentaria exponencialmente nossas dividas cármicas.  Se nossas expressões verbais estivessem soltas no espaço, influenciaríamos as emanações solares, levando a um desequilíbrio cósmico, tamanho o nosso descontrole no uso da palavra.

A palavra gera vida e gera morte. É tão intensa e tão poderosa que modificou o caminho da humanidade dentro da faixa estreita do destino, no uso do livre arbítrio. Podemos matar alguém por fora, gerando guerras, como podemos criar um estrago por dentro que pode levar algumas vidas para consertar.

O uso da palavra tornou-se uma fonte de desarmonia, constituído um mal enorme. A palavra apareceu para dar continuidade na evolução, mas distorceu-se com o egoísmo e tornou-se símbolo da falsidade. Emprega-se a mentira para esconder as intenções, os sentimentos, as tendências, levando gerações para um desalinhamento sem igual na história da raça humana.

Teve um início fantástico e gerou escalas de evolução incríveis, mas sucumbiu ao caráter humano que se desestabilizou com o egoísmo no livre arbítrio.

No futuro voltará a ser uma ferramenta evolutiva maravilhosa. Se desdobrará com outras fontes de recursos atingindo expressões de amor inimagináveis. Seu uso correto irá criar mundos e outras expressões de vida, segundo a ideia de Deus. Continuará o meio de comunicação entre os seres criados, dentro destas novas expressões, mantendo assim a união de tudo entre todos. 

Um estado orante leva a palavra para dimensões, para seres, para estados de consciência que as escutarão e agirão na proporcionalidade necessária.

 Por fim, disciplinar o uso da palavra é uma das características do estado evolutivo. É uma característica do equilíbrio, do controle para o caminho da ascenção.

Algumas sugestões no uso da palavra:

  • Pense sempre antes de falar;
  • Raciocine se o que irá dizer poderá ter repercussões positivas;
  • Não responda no primeiro impulso, controle-se, use a respiração;
  • Use o silencio quando não tiver certeza ou quando não sabe se deve se expressar;
  • Não se use como modelo de comparação, lembre-se, somos pessoas com muitos defeitos;
  • Dê o tempo necessário para que uma inspiração possa se aclarar na mente e mesmo assim pense nas possibilidades futuras;
  • Não se emocione ao falar, o equilíbrio é primordial;
  • Controle-se sempre, assuma o comando dos teus impulsos e das tuas tendências na palavra, pois nem sempre somos modelos que necessitam ser expostos e seguidos;
  • Aprenda, torne-se sábio, reflita sempre, pondere, tenha paciência e não atropele ou se atropele com suas palavras;
  • O silencio sempre será uma conduta exemplar;
  • Basta muitas vezes uma expressão do olhar que outros compreenderão, a palavra pode se expressar sem sons e diversas formas;
  • Seja simples, objetivo e honesto ao falar ,mas antes de tudo reflita sobre cada expressão;
  • A palavra é um conjunto, e na sua expressão parte de si próprio estará sendo revelado;
  • A palavra precisa vir com amor, caso contrário será distorcida por quem as ouve;
  • Cada palavra, em uma frase, precisa ter sintonia com o coração e, ai sim, será uma expressão do coração;
  • Uma frase precisa ser um mantra e um mantra deve elevar;
  • Lembre-se sempre, a palavra gera vida e gera morte. Use-a com extrema prudência.

 Estais caminhando para um salto ascensional, discipline-se e atenderás o que é preciso. Comece pela palavra, ela reorganizará todo o teu ser. (mensagem de Yuru para este texto)  


 








sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Passos Atuais 220a Parte. O essencial: a união da mente com o espirito.

 A atenção serena dirigida ao centro do ser supera distancias, remove dificuldades e traz a atitude correta para cada momento.

Figueira.

 Pois bem, vejam que é uma questão de foco, de concentração e equilíbrio para lidar com dificuldades.

 Somos muito distraídos e permitimos que nos distraiam  a toda hora. A velocidade dos tempos atuais tem a ver com a transição planetária, mas tem muito a ver com as distrações das quais somos diariamente bombardeados.

A internet, a mídia em geral, tem como objetivo nos manter eternamente ocupados e focados no consumo. Claro, é um trabalho intenso das forças involutivas, mas assim ocorre por sermos fracos, descrentes e iludidos.

 O individuo que busca serenidade, harmonia e equilíbrio, precisa reservar algumas horas do seu dia para si próprio, para suas reflexões, para pensar em algo que chamou sua atenção, sem buscar a internet para resolver, o que muitas vezes com um pouquinho de discernimento e equilíbrio, resolveríamos facilmente. Por incrível que pareça, a humanidade sobreviveu sem ela por milênios.

 Estas atitudes focadas na busca incessante por soluções nos meios de comunicação, tem tirado a oportunidade do desenvolvimento pensante, dedutivo e intuitivo, em especial.

Sabemos que, como a personalidade, as mídias buscam soluções ou informações no que é passado, muitas vezes no que é ultrapassado, além de confundir com respostas esdrúxulas e desviadas  completamente da realidade, dos tempos atuais  e dos argumentos necessários.

 Esta enorme dependência, tem suas consequências e uma delas é perdermos a autonomia de pensar e fazer. É uma posição muito ruim e concentradora, somente nos meios externos da vida deixando de buscar os meios internos.

A pandemia mostrou com clareza esta realidade, onde fomos massivamente informados por uma mídia avassaladora, que mudava de opinião, de pressão e de diretrizes a cada dia, a cada semana, mantendo uma confusão sem igual. Isto teve sérias consequências, pois pior que o vírus, foram os estímulos para que os medos aflorassem e incentivados, como se a existência humana fosse, essencialmente circunscrita, ao plano da matéria.

A fé foi abalada, e muitos desequilíbrios acentuaram o meio e o veiculo essencial por onde circulam nossas doenças e fraquezas, o medo.  

Com a exposição aos medos, as emoções desequilibram-se e afloram, estimuladas por esta confusa e perversa desinformação. O indivíduo perde o equilíbrio e fica à mercê de um ambiente agressivo.

 Uma atitude serena requer muita concentração em si próprio, com exercícios de auto concentração, de calma, confiança e fé.

Não desprezará as orientações, mas precisa se sentir seguro e ciente de que está sob a vigilância e proteção de Deus. Caso tenha de se envolver carmicamente, precisará manter a confiança e a força da fé, numa atitude de superação.

Uma mente equilibrada dobra as possibilidades de soluções para o problema que enfrenta, ao passo que desequilibrada e emocionalmente afetada, diminui as possibilidades por não aceitar as “ajudas” disponíveis. No livre arbítrio dependemos essencialmente do consentimento. Este aspecto é crucial para todo o processo da vida material.

Vejam, é uma postura que leva em conta a origem divina da qual procedemos unindo a matéria com o espirito. Nada se resolve e nada muda se este conjunto corpo-espirito não se reequilibre.

 A atitude correta para cada momento será intuída no individuo equilibrado e sereno. Nesta postura ele redescobrirá que possui inúmeros argumentos, se estimulados trará grande autonomia para que possa conduzir a própria vida sem a enorme dependência de ir buscar no passado e no ultrapassado.

 Ao entrar no caminho do céu, sereis alvo de luzes inspiradoras. Este caminho está dentro de ti. (mensagem de São Tomas de Aquino para este texto.


 

 








terça-feira, 20 de outubro de 2020

Passos Atuais 219a Parte. Vencer a si mesmo.

 Quando alguém se volta para a luz, é ajudado a vencer a si mesmo.

Figueira.


Pois bem, vencer a si mesmo parece ser um novo contexto, mas na realidade não é, pois dentro de mim é aonde ficam as maiores resistências.

Somos céticos e reticentes em aceitar algo novo por medo. Tudo que nos tira da zona de conforto, exige esforços, procedimentos, busca para aprender o novo e entender as novidades, a princípio recusamos.

É uma resistência histórica, primordial, do início dos tempos e já foi contada por inúmeros livros sagrados.

Sendo assim, raramente toma-se a inciativa por vontade própria. A vida encontrou uma maneira, em certo aspecto saudável, e utiliza-se de um mecanismo que não temos como anular a não ser dando passos para descobrir o que acontece, a dor.

Sem a dor não sairíamos do lugar. Seríamos eternamente manipulados por forças involutivas que criam barreiras para que o novo não aconteça. Manter sentimentos negativos é uma forma apropriada de alimentarem-se do negativismo que emanamos, consequência da preguiça de mudar.

É certo, também, que somos indivíduos com ampla capacidade de suportar. Isto foi concebido por estarmos num planeta de provações, mas aproveita-se desta elasticidade para sermos mantidos com a dor, e se for o caso estende-la ao limite do suportável. Assim passamos a ser fontes geradoras destes sentimentos negativos que por consequência nos mantem desequilibrados.

Acostuma-se a estes sentimentos de provações e assim passa-se a achar que é normal, que a vida é assim, que o sofrimento é um ato de Deus, quando na realidade é um impulso para sairmos de um estado que não nos atende mais por ser retrogrado e involutivo.

O individuo não pode se acostumar com a dor. Esta não tem limites e poderá ir se acentuando indefinidamente. Falamos aqui de vidas e não de ocasiões somente. Uma dor não resolvida passa para a vida seguinte e assim sucessivamente.

A dor não se resolve com remédios, sejam quais forem, se resolve com o equilíbrio do corpo, da mente e do espirito, por isso dela ser continua e constante ao longo das vidas sucessivas. Um corpo equilibrado, uma mente equilibrada e um espírito que evolui, não sofre, não pelo fato de não sentir dor, e sim pelo fato de compreender a importância da dor. A dor irá estimula-lo, pois  ele ainda não tem clara percepção do que é evolução, portanto é um instrumento precioso que mensura o sucesso e o insucesso no caminho.

Quando vencemos a dor, vencemos a si mesmo.

Vencer uma dor é uma batalha ganha de uma guerra longa e necessária, enquanto na 3ª dimensão. Após esta fase, ou em outra dimensão, a dor deixa de existir e outros mecanismos começam a agir para que o impulso evolutivo continue.

Na dor se agradece. Na dor se expressa os mais elevados sentimentos e assim ela se torna suportável ou se anula.

Mudanças externas não ocorrem sem mudanças internas. É comum as pessoas trocarem de ambiente, de companhia, de roupa, de país, de situações e achar que assim resolverão sua dores. Simplesmente troca-se uma coisa pela outra, mas se no mesmo nível da anterior, no máximo muda-se o nome e ela persistirá, quem sabe com mais intensidade.

A dor é um problema interno, é um problema evolutivo, é um problema de ajustes de critérios, conceitos, concepções, filosofias, que por motivos evolutivos desequilibraram-se. Portanto reequilibrar-se é necessário, ou em outra palavras evoluir é preciso.

Nem sempre se faz rapidamente, mas ao dar o 1º passo o mundo ao seu redor recebe o impulso para mudar. Se não mudar não irá perceber as mudanças, portanto mudar internamente é vencer a si mesmo, é um ato de fé.

 Todos tem as mesmas oportunidades, mas em graus diferentes por sermos diferentes uns dos outros. Um dos primeiros passos para vencer a si mesmo é a persistência, a convicção, vencer o desanimo, o cansaço, a incompreensão, o abandono, efetivamente é um ato de fé (crer no impossível). É abrir-se a fios de esperança que irão tornar-se cordas, que se tornarão pontes e depois avenidas para um percurso sereno, tranquilo e apreciador.

 A oferta do Céu é imensa, abundante, caprichada, mas um mínimo de respostas teremos de dar para que o impulso seja absorvido e a transformações comecem a acontecer.

Lamentar-se, menosprezar-se, culpar-se é retrógado, não muda nada e não estimula a estrutura de mudanças, portanto é preciso reposicionar-se com relação a vários sentimentos negativos.

 O céu se abre, as ajudas acontecem, os estímulos vem desde que a Luz passe a fazer parte da vida.

Abnegados Seres Divinos aqui estiveram, estimulando-os a aprimorarem vossa fé. Assim fazeis e assim vencereis. (mensagem de Sta. Terezinha do Menino Jesus para este texto)


 






 

domingo, 18 de outubro de 2020

Passos Atuais 218a Parte. A ajuda, não se preocupe, cairá do Céu.

 

Serás tentado em teus pontos fracos, e nessas provas, terás a oportunidade de te fortaleceres.

Figueira.

 Pois bem, é fácil percebemos que se uma coisa dá errada, outras situações começam a despencar. De repente estamos envolvidos numa sucessão de situações incertas e conflituosas.

Esta situação ocorre pelo fato de que o que fazemos na vida tem de ser marcante. Estamos numa fase do desenvolvimento físico espiritual em que as impressões precisam ser fortes.

Isto, se por um lado ajuda a prestarmos atenção ao que vem ocorrendo, por outro lado identifica que precisamos de situações fortes, impactantes, grosseiras, para dar a devida atenção, para atentar e darmos valor.

Esta falta de sutileza, de sensibilidade ocorre para mensurarmos em que fase nos encontramos. Quanto maiores os acontecimentos desagradáveis maior é a desatenção, quanto menores, mais atentos nos encontramos.

Identificado, o próximo passo é aprimorar este processo usando de mais atenção, de mais percepção, de mais concentração em tudo que se faz.

A observação de si mesmo e do que acontece ao redor, com o maior nível de detalhes, é a chave para o aumento da sensibilidade e da previsibilidade.

Sim, mediante observação detalhada chegaremos a perceber e quem sabe antecipar possíveis situações de que algo bom ou ruim  possa acontecer. Não significa que iremos mudar o que vem, pois o destino foi traçado, mas podemos nos preparar e acabar com a enxurrada de surpresas que manifesta-se diariamente.

 Parece que somos sempre surpreendidos. Isto ocorre pela desatenção dos fatos e dos acontecimentos que nos envolvem. Na seara de Deus a previsibilidade e os avisos ocorrem, com certos detalhes e em vários momentos, por antecipação. O que torna a vida surpreendente é a falta de atenção comigo, com os outros e com o mundo em geral. Aprendemos a viver com o nariz pra baixo e os olhos para os pés. A falta de uma observação abrangente, detalhada tem nos privado dos inúmeros avisos do Céu.

Quando somos surpreendidos, manifestou-se um ato involutivo. É uma ação decorrente da falta de preparação, da  falta de empenho na observação dos detalhes da vida em curso.

A vida contém o panorama das transformações futuras, mostra o nível da sua abrangência e identifica o que virá.  Quando percebermos parte destes aspectos poderemos nos preparar e assim disponibilizar os recursos disponíveis. Sim, disponíveis pois Deus não faz surpresas. Ele nos mostra com detalhes e antecipadamente prováveis situações. 

No geral desviamos a atenção com medo de compreende-la e ter de quebrar a monotonia, que, sendo boa ou ruim, nos acostumamos.

O ser humano é incrivelmente comodista e só age em cima do conhecido. Tem medo do desconhecido e não aceita o conceito da evolução continua e constante da vida material e espiritual. Vive mal, contenta-se com seu lado material e despreza sua contraparte espiritual por necessitar de esforços para compreende-la.

Tem medo da morte, mas nada faz para compreender o efeito da transição que dela decorre.

Mantem-se vivo com o mínimo que lhe é oferecido e acha-se suficientemente capaz de conduzir-se.

Contenta-se com escassos conhecimentos, por não perceber a abundancia da vida espiritual e a sua ilimitada fonte de recursos.

Inspira-se na seu próprio isolamento, apesar de viver num universo que se manifesta constantemente.

Limita-se, no máximo, ao que é conhecido e não faz a mínima ideia porque encontra-se neste contexto universal.

Primeiro invade, toma o que não é seu, para depois avaliar se será ou não aceito e faz isto no planeta e fora dele.

Deseduca o que já vem formado na sua prole e não percebe que atrapalha a própria evolução da sua espécie.

Mantem-se alheio aos movimentos estelares e usa do conceito da sorte para admitir sua existência e destino.

Vive, irresponsavelmente, destruindo o meio ambiente que o sustenta e não quer perceber seu processo de autodestruição.

 Estamos numa transição planetária, o planeta está totalmente envolvido numa operação que trará mudanças radicais em seu contexto superficial, e como somos seres de sua superfície, seremos totalmente envolvidos. Para encararmos tais ajuste há necessidade de intensa preparação. Esta preparação envolverá diversos tipos e diversos níveis de ajuda, pois trata-se de algo novo e de proporções inimagináveis pelo fato de que todos os cantos do planeta estão em vias de colapsar. Consequentemente aberturas para novos conceitos e paradigmas são necessários. Observando percebe-se que as velhas ações não resolvem mais, não mudam o que de fato está acontecendo além de mostrar que os parâmetros conhecidos não funcionam. Há, portanto, a necessidade de descobrir e aprofundar informações das quais temos desprezado por muitos anos, por medo, preconceitos, preguiça. O momento exige uma mudança radical de postura sobre o ato de viver.

 Não devo manter o que sempre fiz  e devo aprender o que nunca fiz. Desta decisão poderá surgir ideias e conceitos que, até então, não admitiríamos, mas a observação nos levará a perceber a grandeza das mudanças em curso e prever com certa exatidão as que estão por vir.

 Como cita o pensamento, a identificação dos pontos fracos, dos medos, dos bloqueios ocorre para serem superados. É a vida  mostrando com detalhes, o que precisa ser mudado, o que precisa ser fortalecido.

Perceba, admita e empenhe-se. Nada mudará sem a sua decisão e o seu empenho. A ajuda, não se preocupe, cairá do Céu.


 









terça-feira, 13 de outubro de 2020

Passos Atuais 217a Parte. A vida é feita de escolhas.

Deves aprender a reconhecer, na escuridão, a presença da luz.

Figueira.

 Pois bem, temos de ser uma fênix (ave mitológica que renascia a cada nova circunstancia e oportunidade). A vida vai nos moldando na medida que formos conquistando novos aprendizados.

A oportunidade do aprendizado vem sempre em primeiro e em seguida a prova que confirmará ou não, o que foi aprendido.

Confirmado o aprendizado e concluída a prova, imediatamente devemos renascer para outra chance. Por isso de nos compararmos com a fênix, renascemos em cada nova etapa do continuo aprendizado infinito.

 Se falharmos na prova significa que o aprendizado não foi adequado e o empenho dado a ele não foi suficiente. A fênix se mantem viva, mais desgastada, mas suficientemente forte  para a próxima  que virá com  características semelhantes da anterior. A vida, então, segue em círculos que se reptem ou ciclos que se encerram. É uma escolha e temos a opção desta escolha.

 A população da Terra tem rodado em círculos e não está encerrando ciclos. Estamos repetindo os mesmos erros por mais variadas e singulares que tenham sido as provas para a confirmação do aprendizado. Isto tem feito com que os mesmos problemas aconteçam com pequenas variações. Podem se tornar acumulativos e aumentam a expressão das suas manifestações. A 1ª guerra deu partida para a 2ª guerra e pode seguir adiante. Um simples contágio entre duas pessoas vira uma epidemia e depois torna-se uma pandemia. É interessante saber que o medo é o grande veículo de circulação destas manifestações.

 Podemos aplicar este conceito dado para a coletividade, para um único individuo, numa sequencia semelhante de fatos e acontecimentos desagradáveis. Seguir uma direção errada tem uma sequencia de acontecimentos que se somam e se tornam cada vez mais intensos.

Então, é preciso passar nas provas. Portanto buscar e aprender precisa ser uma constantemente na vida

O conhecimento ocorre em todas as épocas, em todos os tempos e para todos, mas dadas as peculiaridades de cada um, ocorre sob circunstancias diversas. Sendo assim há necessidade de busca-lo de fontes seguras e precisas, pois as provas, inevitavelmente, virão. Ou as tornamos acumulativas e dolorosas ou simples e fáceis de serem vencidas.

 A alma não aceita desculpas e não tolera adiamentos, dos quais somos mestres em faze-los, portanto ela pressiona e acumula até o limite do tolerável. Como não sabemos qual é este limite, geralmente tornam-se insuportáveis.

 Convencidos e confiantes destas observações, seremos mais persistentes nesta busca continua, além de usa-la a nosso favor tornando-a prazerosa à medida que o equilíbrio vá se restabelecendo e os medos controlados. Veremos os acontecimentos com mais naturalidade, seremos menos críticos e mais tolerantes, firmes e decididos no que queremos e usaremos o conhecimento adquirido para o bem comum. Assim caminharemos para a verdadeira fênix, renascendo em cada nova fase de um ciclo encerrado.

A fênix não pensa no passado, não se desgasta tentando prever o futuro, mas vive intensamente o presente no argumento da fé.

A fênix é transformadora pois transforma o impossível no possível, o ruim no bom, o feio no bonito, o insuportável no suportado. Isto nos  torna fortes e sadios para tolerarmos as provas e aumentarmos, consideravelmente, a capacidade de receber e utilizar o conhecimento enviado.

 A transformação é um ato divino e dele provem a evolução do universo. Nada será permanente e nada a ti pertencerá. (mensagem de Yuru para este texto)