sábado, 7 de maio de 2016

Com muito pouco mudaríamos tudo.

Pensamento do dia 07 de maio de 2016.

Uma gota da consciência Divina que penetrasse na consciência da terra poderia mudar tudo aqui.
A Mãe.

Pois bem, este pensamento tenta de certa forma, mensurar um pouquinho a infinita capacidade da consciência Divina.
Para nós parece algo distante e inócua, pois a maioria nunca ou quase nunca deixou-se influenciar por Esta consciência.
Os grandes gênios, inventores, compositores, cientistas, santos e santas, enfim pessoas de destaque que de alguma forma colaboraram para a EVOLUÇÃO COLETIVA, usaram a consciência Divina.

Nos tempos da Terra, podemos dizer que até o advento de Jesus, realmente pouquíssimas pessoas acessaram esta possibilidade.
A partir da ressureição de Jesus, foi liberado para o cidadão comum, ou para indivíduos sem muita expressão, este acesso à consciência Divina.
Hoje todos podem ter este acesso.
Claro que mediante certos requisitos, tais como bom senso, responsabilidade, desenvolvimento evolutivo, coligações elevadas, foco no conceito do Serviço e da oferta, enfim preenchendo certas condições mínimas a consciência Divina nos acessa e por meio da intuição ou de insights específicos, nos permite vislumbrar “aquilo que não se vê”.
Infelizmente, continua sendo pouquíssimos, pois a maioria se perde no marasmo, na ignorância, na preguiça, na ganancia e assim por diante e continua vivendo iludido e limitado aos 5 sentidos, onde muitas vezes faz uso equivocado destes mesmos 5 sentidos.

Não se desdobra, não acolhe, não se presta ao Serviço, ao ato de servir, pois a soberba e as ilusões toma todo o seu tempo, claro que de propósito, para que se perca nesta penca de inutilidades da nossa vida cotidiana.
Atrapalha-se na vida, não se organiza e quando se organiza se limita aos aspectos materiais, as coisas da matéria somente, como se isto fosse a única coisa necessária.
Pessoas de mente pequena, infantil, ultrapassada, são as que estão decidindo o rumo da humanidade, geralmente manipuladas por forças involutivas que dominam facilmente esta mesquinhez que manifestamos.
O cidadão comum não fica atrás e acaba sendo cópia fiel dos seus governantes, manifestando as mesmas imperfeições e as mesmas tendências.

O pensamento cita que uma gota da consciência Divina poderia mudar tudo, ou seja, nos alerta e nos chama a atenção para prosseguirmos com pequenos esforços, esforços estes ao alcance de todos e que daria acesso a um manancial de energias curativas e transformadoras em todo o planeta.

É preciso interagir mais, crescer as convicções, focar nos objetivos elevados, não se distrair pois a urgência dos tempos não permite mais certas regalias que tínhamos no passado.
Cada minuto conta, cada momento é importante, cada movimento faz a diferença, cada ação tem repercussões.

Enfim, vamos refletir.

Hilton

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O que precisamos vem de Deus.

Pensamento do dia 06 de maio de 2016.

Sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido.
A Mãe.

Pois bem, parece simples e muito lógico tal colocação, “sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido”.
Mas no mundo físico não agimos assim, não somos sinceros.
No mínimo ardilosos no que fazemos, quando muitas vezes falsos em nossas intenções.
Se desejamos algo, como por exemplo um cargo numa empresa, ardilosamente vamos criando situações que colocam potenciais adversários em desvantagem.
Se desejamos um objeto material vamos compondo situações favoráveis que muitas vezes pode ser desfavorável a alguém, para obtermos o que desejamos.
Usamos e abusamos das mentiras.
Tem pessoas que são incrivelmente convincentes em seus argumentos mentirosos, aja visto o campo político.
Por último, para completar, temos nossas ambições.
O desejo somatizado pela ambição, recheada com a mentira e embalada pela falsidade, cria um “sanduiche” sem igual, extremamente apetitoso para muitos que acabam nesta armadilha saborosa e com isto conquistamos coisas que muitas vezes não estávamos preparados para tê-las.
Claro que se não estávamos preparados para tê-la, é questão de tempo para a perdermos.
Sendo assim, não seguimos as regras naturais da vida, do destino, das Leis, da vida em comum, partindo em muitas pedaços o que poderia ser alo continuo e constante, recheado de adequações e trabalhos preparatórios que viriam da alma, para conquistarmos o que seria natural no processo evolutivo.

Ainda não temos esta consciência de que o que precisamos vem de Deus.
Só admitimos que o que precisamos precisa ser conquistado, disputado, concorrido, competido e seu ganho pode ou não representar enormes carmas a serem saneados na vida atual ou nas futuras.
Esta distância da realidade chama-se ILUSÃO e tem sido nesta ilusão que vivemos.
Criamos assim o planeta da competição e vejam que tem muita gente feliz e ansiosa para os “Jogos VORAZES Olímpicos”, onde destruir o competidor é a regra do jogo.
Nestes “Jogos Vorazes”, teremos um vencedor, o primeiro lugar que é o que importa e um monte de gente frustrada, mas todos, sem exceção, estarão desgastados fisicamente e espiritualmente, retendo imensos processos evolutivos, além de um carma muito especifico e com sequelas nas vidas futuras com os corpos físicos a serem adquiridos.
Por outro lado, nós espectadores, torcedores, estaremos carmicamente ligados a estes “Jogos Vorazes”, pois incentivamos o processo de destruição moral, mental, espiritual e físico dos “nossos” atletas, colaborando para que o processo de “queda” se acentue em todos – atletas, competidores, espectadores, organizadores, países envolvidos e o país sede que detem a voracidade da competição mundial.
Recomendo, enfaticamente, que assistam esta série – Jogos Vorazes – que vem passando nos canais pagos, pois os filmes retratam exatamente nosso comportamento numa escala mais intensa e agressiva, ressaltando supérfluo e a indiferença com a vida humana.

Desta forma, o que tem sido solicitado, nesta fase final das advertências e recomendações, são mudanças bem acentuadas de posições, de desejos, de satisfações, de posturas, onde o que cada um considerar como correto e adequado, empregue em si o que vem sendo recomendado.

Não há mais tempo para delongas para sutilezas, para recomendações leves e suaves pois temos de estar alinhados com esta imensa estrutura de “ajuda cósmica” que já encontra-se entre nós.

Recomenda-se que redobremos nossos esforços, filtremos nossos desejos e vontades, selecionando aqueles que tem algum caráter evolutivo e substancialmente espiritualizado.
Recomenda-se que abandonemos aspectos grosseiros da nossa vida, ambições mais relevantes, desejos sofisticados, posturas agressivas, acreditando mais que seremos providos nos momentos oportunos, mas nunca com excessos e sim com o suficiente.

Reflitam.
Não percam tempos preciosos com coisa inúteis e supérfluas.
Não se distraiam. Não há mais necessidade disto.

Hilton

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Posicione-se!

Pensamento do dia 05 de maio de 2016

O amor Divino se dá e não pede nada.
A Mãe.

Pois bem, podemos dizer que temos usufruído muito pouco do amor Divino, quase irreconhecível em nosso ser.
“Achamos” que temos uma vida independente e solitária, como se fôssemos auto suficientes.
Mais uma ilusão e esta é das “grandes”.

Não existiríamos sem o amor Divino.
No entanto isto não nos passa pela cabeça da imensa maioria, por isto nos distanciamos de algo fundamental e imprescindível para o equilíbrio que precisaríamos ter.
Esta ilusória auto suficiência tem sido alimentado de forma radical e está implícita em todos os contatos com a vida material.
Enfim, fomos iludidos de forma tão eficiente que não sentimos mais esta dependência positiva e essencial.

Desta forma, nos sentimos solitários, rejeitados e facilmente culpamos aqueles que nos cercam.
Esta sensação tem se ampliado nestes finais do ciclo terreno, pois este estado de solidão era previsível face a decisão (em caráter absolutamente pessoal) que teremos de tomar nos próximos momentos.
No entanto, esta solidão necessária deveria ser estar alinhada com o amor Divino, que nos intuiria com os anseios da alma para que a decisão fosse tomada no conjunto corpo-mente-alma.
Lembrando a decisão a ser tomada: permanecer ou não no livre arbítrio.

Na toada da vida que estamos vivendo, estamos interpretando tudo errado, ou seja, a solidão necessária acaba por se transformar em ausência e a coligação corpo-mente-alma não acontece. Com isto entramos em depressão, fuga, pânico, manifestações de TOC´s, além de outras síndromes psicológicas, enfim, acentuamos os medos, procuramos fugir, nos recolhemos ao invés de expandirmos, temos a sensação de fim desprovido do sentimento de reinicio, ou seja, manifestamos somente o revés da real situação que deveríamos viver se tivéssemos um mínimo de lucidez mental e espiritual.

Esta aparente sensação de separação do amor Divino, um fato ilusório, vem criando estas sensações ruins e a maioria se sente impotente para reverter ou quebrar estas ilusões.
Isto decorre do nosso “afastamento” constante do processo evolutivo que deveríamos estar trabalhando, da nossa desatualização mental para estes tempos, dos nossos preconceitos que mantem-se ferrenhos e intensos e das inúmeras distrações que as forças involutivas, ardilosamente, colocam como armadilhas mortais para os fracos e desesperados.
Por outro lado tem sido fácil perceber o marasmo que a maioria continua mantendo, como se ficar parado no tempo fosse resolver.

Se você se sente assim reveja sua vida, seu posicionamento em relação às prioridades, seu foco e seus objetivos de curto e médio prazo, suas relações e a que ponto você tem se envolvido de forma positiva ou negativa, enfim, faça uma reengenharia e tenha  coragem de mudar o que sente que tem de mudar.
Isto deve ser em caráter pessoal, sem interferência de terceiros, sem opiniões ou palpites, pois cada um se encontra num estado mental distinto e absoluto.
No entanto, você poderá buscar informações, aprimorar seus conceitos, solicitar conselhos que não envolvam aspectos pessoais, fortalecer o que ainda está duvidoso e que isto seja feito de imediato, com muita dinâmica e concentração para seu processo de reengenharia de vida.
Busque ajuda, não fique parado. Cada minuto conta.

Busque e esta busca lhe trará forças suficientes para o que o amor Divino volte a toca-la(o) e você se sinta novamente amparada(o), independente das pessoas ao seu lado.

Lembre-se que será você, com mais lucidez e conhecimentos que deverá amparar as pessoas ao seu lado. Estas irão procura-lo(a), pois seu equilíbrio e lucidez será uma referência em momentos de grande conturbação porque estamos passando e iremos passar.
Jamais se sinta incapacitado(a) para isto, pois em determinados momentos onde situações estiverem acima das suas possiblidades, o amor Divino assume sua manifestação e passa a conduzi-lo(a) corretamente e dentro do contexto do Plano Maior.

Se amamos, estes trabalhos preparatórios são fundamentais.
Temos de deixar de ser mais um à procura de ajudas, como todos tem feito e como todos farão.
Temos de ajudar, assumir uma postura de colaboração, e para isto precisamos ter uma ampla coligação com as imensas estruturas celestiais, angelicais, intraterrenas, extraterrestres, hierárquicas que rodeiam a Terra para seus momentos finais deste ciclo planetário.
Precisamos ser esta extensão da vontade Divina, do amor Divino, que irá acolher os que permitirem de serem acolhidos.
Poucos tem esta lucidez e para que isto aconteça com muito mais seres humanos, temos de ser esta extensão deste Trabalho final do ciclo atual.

Desta forma, resumidamente temos duas opções:
Nos envolvermos no amor Divino e Trabalharmos, ou sermos mais um a necessitar deste amor Divino e destes Trabalhos.

Posicione-se!

Hilton

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Morrer também não é uma boa opção

Pensamento do dia 04.05.16

Trabalhar, agir com devoção e com uma consagração interior também é disciplina espiritual.
A Mãe.


Pois bem, nossos procedimentos do dia a dia, no cotidiano da vida, nas atividade comuns e corriqueiras é o que, efetivamente, nos consagra ao divino.
Excepcionalmente poderemos ter certas Tarefas mais abrangentes, especiais, atípicas, onde esforços e valores serão canalizados para uma situação especifica, mas isto é excepcionalidade e pode ou não ocorrer.
De certa forma, para o cidadão comum, alheio e indiferente com seu processo evolutivo, Tarefas desta natureza podem ocorrer em 1 ou 2 vidas de 10 vidas vividas, portanto, é raro, pois tais Tarefas exigem inúmeros trabalhos preparatórios, dedicação e foco nas atividades evolutivas.
O indivíduo bonzinho, pacato, cordato, neutro, não agressivo, eventualmente religioso, simplesmente cumpre as obrigações naturais que a natureza humana prevê, mas não significa que tais requisitos sejam evolutivos.
Evoluir é fazer algo a mais, fazer a diferença e nunca será para si próprio ou algo que possa trazer alguma vantagem pessoal, mas pelo contrário, exigirá desgastes pessoais em detrimento de si próprio para auxiliar os demais.
Só iremos evoluir se nos esquecermos.
Esta regra básica, de cara subtrai a imensa maioria de pessoas bem intencionadas, mas que de uma forma ou de outra mantem intenções pessoais no que faz ou pretende fazer.
Esta regra básica “enxuga” substancialmente, a possibilidade da realização de Tarefas, Serviços ou a canalização de atividades evolutivas do Plano, pois somos por demais egocêntricos para expandirmos atividades e doações sem interesse, por menor que seja.
Desta forma, grandes estruturas de ajuda humanitária e para os reinos, tem de vir de fora do planeta, dos Planos elevados, de anjos, arcanjos, devas, hierarquias, extraterrestres, intraterrenos, forças solares, pois aqui na Terra não há nenhuma sustentação de solidariedade entre os habitantes, entre os reinos e entre os habitantes e reinos.

Temos ficado isolados, pois insistimos em permanecermos isolados.

No livre arbítrio não damos abertura para compartilharmos.
Nosso coração está enrijecido, escuro, hermético a energias de amor, solidariedade, misericórdia, compaixão, mas mesmo assim estas circulam entre todos nós, todos os momentos da nossa vida.

Ontem na reunião do Grupo falamos um pouco sobre o plano astral, que vive situações muito semelhantes às que vivemos aqui no plano físico, onde a balburdia, a confusão, o egoísmo, a raiva, as lutas, as guerras, a destruição vem consumindo de forma desenfreada corpos astrais como ocorre aqui na superfície terrestre.
Lá, assim como aqui, grandes ajudas externas precisam se manifestar para dar certo controle ao que ocorre nas inúmeras colônias de abrigos neste Plano Astral.
As influencias nefastas e contagiosas das forças involutivas, ocorre nos dois planos, o físico e o astral, em igualdade de condições.
O Armagedon, etapa que já entramos, ocorre também nos dois planos, com lutas gigantescas, não por territórios, mas por almas que serão aprisionadas e levadas para mundos semelhantes à Terra, ou seja cármicos, assim que este ciclo terreno terminar.

Confesso a vocês, que morrer também não é uma boa opção.

Talvez este tem sido o desejo de muitas pessoas que não conseguem mais ver mínimas possibilidades de restruturação do planeta, mas da mesma forma, finda-se o ciclo do plano astral nas condições às quais se encontra, muito parecidas com a da superfície terrestre.

Creio que a melhor opção é nos mantermos nas condições ambientais atuais, mesmo que às portas das condições finais de seu processo, optando pela neutralidade, pela abertura do coração, pela realização das Tarefas em pauta, pela doação, pelo amor, pela oferta de si próprio, pela estabilidade do equilíbrio emocional, pela tolerância nas perdas inegociáveis e irrefutáveis que estão acontecendo e irão acelerar, pela aceitação do  desmoronamento das instituições e fazendo a única coisa plausível e absolutamente necessária neste e nos momentos seguintes, a oração.

Portanto, a disciplina espiritual congrega um conjunto de ações e movimentos que alinham-se com os anseios da alma, nosso bom senso e nossas intenções mais elevadas, tendo por regra básica a entrega e o desinteresse de si próprio.

 Hilton

terça-feira, 3 de maio de 2016

2 temas.


Pensamento do dia 2 de maio de 2016

"Sempre que há fingimento, há perigo. Você não pode enganar a Deus. "
A Mãe.

Pois bem, vamos nos reportar a este pensamento, face a enorme relevância do assunto:
Esta situação é mais comum do que imaginamos.
Como estamos acostumados a manter as aparências para terceiros e para a sociedade que pertencemos, mascarmos posições, tendências e vontades, com o intuito de igualar-se a grupos ou pessoas que seguem esta ou aquela possibilidade.
Isto é terrível, pois a prática contumaz desta postura oscilante, faz com você perca a própria identidade, ou acabe acreditando nas “máscaras” que são usa em face dos contatos com grupos distintos. Poderá haver, inclusive, mudanças acentuadas na personalidade.
Este aspecto é muito comum em artistas de novelas e cinema, pelo fato de representarem personagens distintos e antagônicos entre si. É comum ver-se tais elementos com forte distorções de humor, de vontades, “caindo”  constantemente. Nesta situação, as drogas acabam por iludir ainda mais tais indivíduos que vão buscar o que não existe em substancias mortais.

O fingimento neste aspecto espiritual, corre-se o mesmo perigo, com um agravante que pode ser o assédio de forças involutivas que enfraquecem a fé e as convicções, até então conquistadas.
Não há nenhuma possibilidade de enganar a Deus, aos homens sim, mas a Deus isto é impossível, portanto, é importantíssimo que ao entrarmos na seara espiritual estejamos conscientes de que sempre haverá pessoas que podem exercer duras críticas e contrapor-se, continuamente, ao que você acredita.
Apostar no contrário é, além de tudo, uma falta de maturidade excepcional e pode nos colocar numa berlinda de jogos vorazes (como no seriado de hollywood), onde ficaremos à mercê de forças negativas, sempre muito inteligentes.

O caminho espiritual, exige do estudante muita determinação, muita força de vontade e uma luta árdua com as próprias dúvidas e os desafios externos, que são exercidos por forças involutivas nos aspectos internos e por pessoas que irão dispor de fortes argumentos nas suas mentiras e o no seu descaminho.
Vejam quantas doutrinas, as chamadas doutrinas financeiras, que exercem poderes hipnóticos para agregarem seguidores, extorquindo-os ao limite na “venda” da fé e do lugar no céu.

O estudante espiritual precisa, além de tudo, descobrir as fontes reais e verdadeiras para o que precisa aprender. Portanto, fingir e aceitar estas oscilações de fé baseada nos grupos diversos que pertence, torna-se um descaminho.  

Pensamento do dia 03.05.16

Se você não pode sentir-se uno com alguém, isso significa que não se aprofundou bastante em seu sentimento.
A Mãe.

Pois bem, esta é a base do amor, sentir-se uno com alguém.
Pais, em especial as mães, praticam esta base com mais facilidade e continuidade ao darem à luz aos seus filhos. No período da gestação, esta afinidade atinge seu age no momento do nascimento e acabam por permanecer por muito mais tempo.
De certa forma, assim deveríamos agir com todos em todos os nossos relacionamentos, sentir-se uno com estas pessoas.
Sentir-se uno não significa aceitar certas posturas e declinar de outras, mas abraçar continuamente este processo de ascenção de cada um.

Os pais se dedicam arduamente ao seu filho em todos os aspectos, na formação, nas definições, nas dificuldades, nos carinhos, no amor quase incondicional, mas se retém a ele e dificilmente extrapola para as demais pessoas que fazem parte da sua convivência cármica.
O pensamento nos alerta quanto a isto e observa nossa falta de aprofundamento nas relações sadias e honestas.
Ora, não podemos ter ao nosso lado, pelo menos neste momento e neste mundo de expiação, pessoas alinhadas num nível de consciência muito próximo, mas pelo contrário, convivemos com níveis muito diferenciados e de extrema oscilação, fazendo com que a vida seja sempre cheia de controversas e desacordos.
Isto não pode nos impedir de amarmos alguém, pois o caminho deveria ser o mesmo caminho daquele quando nos dedicamos a preencher corretamente a vida dos nossos filhos.
Amar alguém é ter extrema tolerância, ajuda-lo no que precisar, no que necessita, mas sabendo respeitar os limites destas decisões com muita parcimônia e prudência para evitar que supramos o que, carmicamente, ele precisa resolver.
Não criar diferenças, mas aceita-las e da mesma forma com muita parcimônia e prudência, não assumir o que cada um precisa resolver.

Sente-se uno com alguém, acontece quando amamos este alguém.
Amar não adocicar alguém.
Amar não é sentir dó ou pena de alguém.
Amar exige grande imparcialidade para saber ajudar e saber não interferir.
Amar é um “sentimento” completamente neutro, altruísta, de certa forma estranho ao que estamos acostumados a praticar.
Uma referência de um amor verdadeiro, foi de Maria para com seu filho Jesus, que ciente e completamente lúcida da sua Missão aqui na Terra, soube ama-lo sem interferir no foi anunciado e que precisa acontecer.

Sabemos que nem perto chegaremos, mas a vida compulsoriamente tem obrigado muitas pessoas a praticarem um nível mais próximo deste amor com muito sofrimento. Basta percorremos as cadeias, os hospitais, casas e veremos que pais sofrem caladamente a solução de pendencias cármicas de seus filhos pela vida, ou ao contrário, filhos acompanhando as soluções necessárias para seus pais.  

Quando nos conscientizamos destas necessidade, muda-se posturas, critérios, condições e daremos a pessoas que amamos muito mais chances de que as soluções cármicas sejam amenizadas ou espalhadas ao longo do tempo, pois carmas positivos contrabalançam carmas negativos.

Enfim precisamos nos aprofundar nos critérios do amor, ausente de contrapartidas, para que possamos compreende-lo melhor.
Assim será a nova Terra e assim será a nova humanidade.

Vamos refletir sobre os dois temas apresentados.
Hilton
 

domingo, 1 de maio de 2016

O Divino.

Pensamento do dia 01.05.16

Esta é a primeira coisa necessária: aspiração pelo Divino.
A Mãe.

Pois bem, aspirar o Divino, podemos dizer que a grosso modo são uma série de procedimentos que nos leva a esta busca.
Isto ainda não é natural na gente. Perdemos ao longo das eras esta possibilidade que encontra-se no âmago do nosso ser, pois ao nos depararmos com tanta ilusão e tantos sentimentos negativos, isto foi encoberto e hoje está desaparecido.
Imaginamos o Divino lá em cima e nós aqui em embaixo, quando na realidade esta relação de “cima e embaixo”, não existe, portanto é mais uma das armadilhas da ilusão.
O Divino está intrinsicamente dentro de nós.
A busca não precisa ser externa e muito menos material, pois quando nós voltarmos para dentro, ele se anuncia, aparece e exalta as coisas mais elevadas que possuímos.
No entanto, hoje buscamos o Divino  nos templos, nas igrejas, nas doutrinas e “barganhamos” sua presença.
Ainda assim é lícita estas alternativas, mas aos poucos o homem precisa se desvincular destas rotinas e buscar em si próprio, aquilo que sempre esteve em si mesmo.
Obvio que ao mantermos as estruturas ilusórias da vida, não sobra espaço mental para absorvemos novas possibilidades.
A ilusão da vida, onde nos envolvemos com estados de sofrimento e euforias passageiras, tem nos acorrentado ao longo das vidas, numa luta insana, completamente repetitiva e sempre para as mesmas coisas, ou seja, a mordomia material.
A aspiração acontece quando começamos a promover, por iniciativa própria, estes rompimentos com a ilusão, das “necessidades materiais”.
Este primeiro passo é o mais difícil e o mais desgastante, pois iremos nesta empreitada, contra nossos princípios que por eras, vidas, assimilamos, incorporamos e lutamos para mantê-los. Esta luta foi cruel, pois matamos, dilaceramos, trucidamos pessoas, estruturas, reinos para conquistar e manter o que sempre “escorreu pelos nossos dedos” como água.

No entanto, já nos primeiros lampejos do Divino, sentiremos a nova e única realidade que existe e as ilusões começam a se dissolver e desaparecer como fumaça.
Infelizmente poucos creem nisso e pouquíssimos estão dispostos a mudar certas regras, posturas, procedimentos, posições para pelo menos tentar este outro lado da vida, a vida real.
O medo aprisiona, detona e tolhe as poucas iniciativas que com alguns “insights”, somos estimulados.
Em seguida vem a soberba, o orgulho e o egoísmo que acabam por detonar tais iniciativas, no entanto, quem consegue resistir e insistir jamais se arrependerá e será amplamente estimulado a seguir em frente.
Como temos dito, a partir da nossa pequena e envergonhada iniciativa, forças poderosas, licitas e recheadas de amor, acercam-se de nós, pois sabem que nossa resistência é muito pequena e muito frágil para suportar grandes embates e desafios, então somos incentivados a continuarmos e se dermos a mínima correspondência, somos reforçados em nossa defesas.

É preciso, nestes tempos finais do ciclo planetário, posturas completamente diferentes das que temos manifestado nesta e  nas anteriores, pois os tempos  e os movimentos são anormais.

Vamos refletir e se nos interessarmos pois esta sugestão, abraça-la com muita força e muita boa vontade. A partir do primeiro, passo para os demais tudo ficará simples.
Hilton


sábado, 30 de abril de 2016

A infelicidade é uma invenção.

Pensamento do dia 30.04.16

Felicidade é a consciência de Deus no coração.
White Eagle.

Pois bem, no geral confundimos a felicidade com algo externo, algo palpável, objetos, pessoas, sentimentos, quando na realidade felicidade é a expressão (consciência) de Deus no coração.
Uma pessoa para ser, verdadeiramente, feliz não necessita de nada do mundo externo, pois esta manifestação ocorre quando você se encontra em comunhão com o Eterno, com a Luz que tudo ilumina, onde sua alma se manifesta livremente, sem grandes interferências do ego, da personalidade.
No entanto, extensa confusão acontece tendo em vista o mundo ilusório e capenga que vivemos, onde nossos sentimentos positivos ou negativos limitam-se aos relacionamentos com pessoas e a posse de objetos.
Tais sentimentos, positivos ou negativos, faz com que identifiquemos como sendo felicidade ou infelicidade.
Por outro lado, ilusoriamente,  vivemos sentimentos positivos ou negativos que alternam-se ao longo do tempo e da vida.
A verdadeira felicidade é eterna, não acaba, irradia-se e sustenta inúmeros sentimentos positivos.
A infelicidade é uma invenção que criamos, uma vez que poucos seres humanos conseguiram sentir a felicidade verdadeira. Desta forma confundimos sentimentos negativos com esta invenção chamada infelicidade.
Como temos sido pobres, nestes aspectos, pois esta confusão ressalta a grande ignorância que temos de assumir perante a nossa própria grandiosidade, face o imenso potencial latente que insistimos em não descobrir.
Sim, insistimos em não descobrir, pois estas descobertas exigem inúmeros aprofundamentos no campo da espiritualidade, da vida eterna, do lugar comum.

Outro aspecto que interfere bastante para descobrirmos a felicidade é a constante oscilação de nossos sentimentos, e do equilíbrio que já deveríamos ter alcançado.
Não alcançamos, oscilamos, nos desequilibramos, enfim temos vivido momentos de intensa tensão e com isto encobrimos os aspectos da verdadeira felicidade.
Isto ocorre face ao nosso distanciamento das coisas sagradas.
Temos tempo para as coisas materiais e não temos tempo para as coisas espirituais. Esta falta de bom senso está, literalmente, nos matando no mundo material e nos afastando do mundo espiritual.

Enfim é preciso rever posturas, conceitos, desdobrar-se nos aspectos espirituais da vida, pois o tempo acelera-se e os apoios que hoje consideramos sólidos e inquebráveis, irão se desfazer como papel em água nos momentos finais do ciclo terrestre.
Hilton

 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Nos planos de Deus não há "enrolação".


Pensamento do dia, quinta-feira, 28 de abril de 2016

"Todas as coisas colaboram para o bem do homem que ama a Deus. "
White Eagle.

Pois bem, amar a Deus, entre outras coisas é amar a si próprio e amar a Criação e suas criaturas.
Portanto amar a Deus é algo cuja abrangência é infinita, indiscriminada e completa.
Já deu para reparar como as orientações do Plano Maior, muitas vezes anunciadas por Maria, São José, Jesus e todas a outras divindades de todas as religiões sempre nos orientam para amarmos a Deus. Exatamente por causa desta abrangência universal.
Por nós, como temos feito quase sempre, definimos, escolhemos, separamos, classificamos, julgamos quem vamos amar e quem não vamos amar. Além disso chegamos ao absurdo de exigir a contrapartida de alguém que, pretensiosamente, anunciamos que vamos amar.
Este estado de ignorância é cruel, pois esta separação nos tira definitivamente da possibilidade de conhecermos o que é amar e como amar.
Por isso que temos sido constantemente alertados para este distanciamento da Lei do Amor.

Claro que superar a própria ignorância é uma opção de cada um, desta forma, a única maneira que sobrou para que estas divindades nos aproxime da Lei do Amor é indicar o ato de praticarmos o amor incondicional e para isto nos dá como referência amarmos a Deus.
Da mesma forma, estas divindades, pedem explicitamente que oremos para seus corações. Maria nos conclama, ardentemente, para orarmos para o seu Sagrado Coração, Jesus o faz da mesma forma e assim sucessivamente, Estes nos pedem que concentremos nossas orações para Eles ou diretamente a Deus, pois senão iremos classificar, segundo nosso grau de simpatia e antipatia, para quem iremos orar.

Por isso que vivemos numa sociedade desigual, onde classes sociais são valorizadas ou desvalorizadas pelo seu poder de posse e propriedade, onde o que menos importa é o nível de consciência, o conhecimento adquirido e a espiritualidade conquistada.
Esta separação por classes sociais é continuamente alimentada e suprida por governos corruptos, alheios às necessidades reais do povo, onde por trás temos as forças involutivas intuindo-os, inspirando-os para que isto se mantenha e aumente, pois quanto mais sofrimento e desarmonia maiores serão seus “banquetes”.
A população no geral ficou imperceptível a isto, se auto classifica e com isto vivemos mal, sofremos, ficamos desarticulados da Lei do Amor e à mercê de condutas miseráveis e completamente desonestas.

Todos nós, independente da visão que já alcançamos na espiritualidade, deveríamos seguir as orientações destas divindades, centrando nossas orações aos seus imaculados corações, pois assim teríamos mais facilidade na forma e no jeito de orar, uma vez que ainda precisamos nos identificar com alguém.

Porque  tal postura colabora para o bem do homem?
Porque sempre existirá uma reciprocidade. Assim como ao praticarmos algo errado ganhamos carma, ao orarmos, ganharemos impulsos, energias que poderão suprir, eliminar ou criar circunstancias que naquele momento estamos necessitando.

Tais critérios ficam a cargo da nossa alma, para não contrariar o destino existente.

É preciso refletir, adotar, praticar, aguardar pois isto exige muita convicção.
Nos planos de Deus não há “enrolação”.

Hilton
 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Ser jovem, ser adulto e ser velho, temos errado nas 3 etapas da vida.

Pensamento do dia 27.04.16

Por trás de cada acontecimento doloroso, por trás de cada dificuldade, está escondida uma bênção.
White Eagle.

Pois bem, se encarássemos cada dificuldade e cada acontecimento doloroso como uma benção, este seria um mundo iluminado.
Toda dificuldade com nos deparamos é proveniente da nossa secular preguiça de evoluir.
Ficar como está é a postura que a maioria adota, mesmo que seja para “ver a vida passar”. Aliás, esta postura tem sido a via de regra dos aposentados ou senhores da 3ª idade, ou deficientes, que acabam por se convencerem que a eles resta somente ver a “vida passar”.
Muitos transformam-se em pessoas inúteis para a sociedade ou simplesmente se sentem inúteis, pois acabam “achando” que produziram o suficiente ou fizeram o que tinham de fazer, desprezando anos  de uma vida relativamente curta devido à precariedade do nosso sistema de sobrevivência.
Desta forma, podem se tornar mal humorados, depressivos, apáticos, esquizofrênicos, pois a insatisfação da alma é patente em tais indivíduos que chegam à burra conclusão que devem ficar à espera da morte.
Outros mais liberais e soltos, apreciam a vida de uma forma inútil para si e para os outros, pois estancam da mesma forma o processo evolutivo, o aprimoramento do que foi conquistado e a oferta de si próprio à vida espiritual. Tornam-se turistas da vida, como se não tivessem responsabilidades.
De um forma ou de outra, desperdiçam momentos preciosos que poderiam dedicar-se a inúmeros procedimentos, estudos, buscas, doações, voluntariados, ou singelas orações, enfim coisas possíveis de serem realizadas sem compromisso com certas limitações que o envelhecimento impede.

Desta forma, temos um juventude afoita pela evolução, somente no plano material da vida, adultos afoitos e gananciosos para garantirem uma aposentadoria rica e luxuosa e uma velhice entregue, largada e omissa da sua imensa capacidade e experiência de anos de vivencia.
Isto faz com que as dificuldades continuem acontecendo, pois estamos na contramão do simbolismo da vida, do desenvolvimento real e verdadeiro que é o espiritual, uma vez que nas 3 etapas, a juventude, a fase adulta e a velhice nos omitimos da única coisa necessária para qual encarnamos, evoluir.

Acontecimentos dolorosos se manifestam da mesma forma, quando há necessidade de rompimentos mais fortes com certas posturas e procedimentos desalinhados do desejo da alma, ou em certos impedimentos que nos complicaria ainda mais com as condicionantes cármicas.
Em certos casos o próprio carma provoca tais rompimentos, exigindo recomeços, ou simplesmente cria impedimentos físicos e mentais para não continuarmos o que poderia nos complicar ainda mais.
Em outros casos provoca a desencarnação.
Podemos afirmar que a dor que provocamos nos outros, deverá ser sentida por nós mesmos.

Ao encaramos tudo isto como uma benção, mudanças profundas podem ocorrer em todas as circunstancias. Nossa capacidade mental, se for o caso, se amplia para compreendermos o que se passa e decidirmos por outros rumos, outras direções, além de estancar o que estava sendo executado de forma inútil ou inerte, aos olhos da alma.

Se analisarmos quantas vezes fomos impedidos de realizar algo considerado importante, fomos impedidos de continuar certos procedimentos, quantos negócios deram errado, fomos despedidos do emprego, faltou muito pouco para alcançarmos certos anseios e benefícios, sem considerar isto como azar, perseguição, falhas, incapacidade, sob a ótica e a confiança nos Planos de Deus, perceberíamos que  somos uma inteligência soberana que tudo conduz e decide .

Enfim a vida pode ser considerada pelos fracos e inseguros como complexa demais para ser entendida e para os ousados e valentes um desafio para compreende-la.
Como tem sido comum pessoas desistirem de seus sonhos por medos de barreiras e decepções, no entanto, pouquíssimas são aquelas que se preparam e abraçam seu processo evolutivo para, no mínimo compreenderem o que se passa. Temos visto a maioria das pessoas completamente omissa a estes estágios de evolução e pior, culpam os outros por sua passividade e ignorância.  

Acolher este pensamento é um salto imenso rumo ao infinito, pois isto nos fará ter uma visão muito maior, mais larga e completa das dificuldades porque temos passado.

Podemos considerar uma etapa preparatória para novos horizontes, pois compreender e aceitar a forma que o pensamento coloca, significará nossa admissibilidade da Vida Única, da escala universal dos valores envolvidos, dos anseios da alma. 
Hilton

terça-feira, 26 de abril de 2016

Para alguns isto não faz o menor sentido.

Pensamento do dia, terça-feira, 26 de abril de 2016

"Em todos os momentos acalente em seu coração a ideia da presença do Cristo. "
White Eagle.

Pois bem, nestes momentos em que não temos mais lideranças no plano físico da vida, onde pouquíssimas pessoas tem sido nosso alento em certos momentos, acalentar a presença do Cristo em nosso coração é a única postura real e verdadeira que poderemos manifestar, agora e nos próximos momentos da forte atribulação que virá.

Na realidade será o suficiente, o necessário e esta presença Cristica irá nos ajudar a superar as grandes dificuldades porque iremos passar.
Não há outra possibilidade e outra referência, pois será Cristo que nos guiará para todas as ajudas extraordinárias que surgirão dos céus.
Mas, não estamos acostumados a isto.
Sempre teve alguém pensando por nós, agindo por nós, nos direcionando, proibindo, liberando, conduzindo, enfim temos vivido sob caminhos comuns que parecem que atendem a todos, mas infelizmente não conseguem atender ninguém.
Como somos absolutamente diferentes um dos outros, pois cada um de nós é uma essência única, indivisível e completa, para cada situação sempre haverá particularidades que pode nos atender, mas não necessariamente todos os outros.
Esta “ajuda”, inteligente por natureza, sob a coordenação do Plano Maior, levará em conta as particularidades de cada essência e se aproximará daquilo que será necessário no processo de transição.
Desta forma, ao admitirmos o Cristo interno, seremos conduzidos para percorremos o caminho escolhido nesta fase tão conturbada. Além do que poderemos ser referências de postura, posicionamento e aceitação dos “chamados” que acontecerão.
Veja, é importante reconhecermos que estaremos sob situações inusitadas, nunca vividas em que a obediência aos “insights” intuitivos ou digamos ao Cristo interno, serão primordiais e conclusivos para sermos conduzidos na forma correta e adequada para a fase crítica que estará em processo acelerado de transformações.

Para alguns, isto pode parecer impossível, para outros super distante, para outros, tanto faz como tanto fez, para muitos isto não faz o menor sentido.

Vejam, somos uma humanidade despreparada. Apesar de termos visto e pousado (sondas) no espaço, próximo de nós, planetas aparentemente desabitados, sem vida, de certa forma destruídos sem saber como e porque, como Marte, Vênus, Júpiter, Saturno, nosso satélite a Lua, etc., parece que isto não conseguiu servir de referência do que vem acontecendo na esfera da 3ª dimensão, onde transições ocorrem e mudam as superfícies dos planetas, pois esta 3ª dimensão, assim  como as outras, são sempre transitórias.
No entanto, se tivéssemos acesso à 4ª ou 5ª dimensão, veríamos uma vida fértil e pungente dos mesmos planetas e satélites, pois consolidaram e terminaram a vida na 3ª dimensão, como iremos consolidar e terminar aqui na Terra.
Nossos equipamentos, como sondas, telescópios, naves robôs, o Hubble, veem o que vemos, ou seja, tudo na 3ª dimensão, pois não conseguem captar nas dimensões seguintes. Por isso de vermos tanta desolação, além de superfícies desérticas.
Nem assim conseguimos extrapolar para um pouco acima da nossa limitada e quase irracional “inteligência”, pois espiritualmente não conseguimos crescer.
Acho que se víssemos tais mundos sob esta outra ótica (outras dimensões), nos prepararíamos para invadi-los e extrair o que tem, da mesma forma como interpretamos os conceitos sob os extraterrestres em Hollywood.
Esta visão deturpada, míope, tem escondido grandes maravilhas do Universo, além de nos deixar em absoluta quarentena para tais contatos, por isso que a semeadura do Cristo interior nesta fase, poderá nos aquietar, superar nossos medos e nos preparar para sermos pessoas dignas e responsáveis para contatar outras formas de vida e de habitabilidade em mundos muito próximos à Terra.

A presença do Cristo interno é envolvente, soberana, contundente e abrange estágios de evolução bem definidos, acelerando nossa capacidade intelectual, nossa inteligência, nossa capacidade de compreender, pois mescla fontes de energias que circulam no Universo com as que circulam aqui na superfície terrestre.
Isto só pôde acontecer após o advento da vinda de Jesus Cristo aqui na Terra.
Aos poucos iremos compreender e absorver a imensidão de fatores e movimentos que começaram a ocorrer após a vinda do Cristo entre nós. O que sabemos é uma parte ínfima, muito pequenina, muito limitada das extensões e das expansões que Ele trouxe para todos os habitantes e reinos da Terra. Possivelmente com ampliação da capacidade cerebral em torno de 80%, hoje limitada a 10%, poderemos compreender melhor.

Portanto, o momento exige muita abertura, uma quebra de preconceitos e paradigmas como jamais aconteceu, uma disposição de cada um de nós que precisará exceder todos os limites imagináveis e assim teremos melhores chances, não só de acompanhar como colaborar.

Eles esperam que façamos a nossa parte. Não tem limites para a assistência que poderemos acolher, mas nada, nada será feito sem o nosso real e verdadeiro consentimento, pois a Lei do livre arbítrio nunca será quebrada.
Portanto, estamos num momento de grandes decisões de grandes ousadias, onde o egoísmo e o egocentrismo poderá nos tirar deste imenso movimento de expansões.

É preciso refletir, redefinir nossa escala de valores, prioridades, concentração e abraçar de coração aberto, com o Cristo interior, aquilo que verdadeiramente acreditamos.

 Hilton