quarta-feira, 11 de maio de 2016

Ser sempre o mesmo. Não cansa?

Pensamento do dia 11 de maio de 2016.

Quando você se volta para o Divino, deve abandonar todas as concepções mentais.
A Mãe.

Pois bem, voltar-se para o Divino tem sido o tema dos últimos pensamentos.
Mas, quando nos deparamos com esta instrução, podemos perceber como temos sido escravos da grande ilusão que paira sobre o planeta.
Já falamos inúmeras vezes que somos um passageiro de um trem espacial que percorre uma jornada incrível pelo universo.
Deveríamos colher as boas impressões, o aprendizado, focarmos na beleza de tudo o que foi criado, enfim interagirmos de fato com a estrutura de Deus em cada momento e em cada mundo.
O grande problema é que a maioria está muito distante desta concepção.
Para muitos somos estanques, estamos parados, paralisados e acorrentados pelos nossos sentimentos e pelas ilusões que nossos olhos e nossa mente consegue perceber nas manifestações que ocorre na vida.
Raciocinamos somente para a vida útil do nosso corpo físico, como se somente ela que acontece.
Este raciocínio ilógico, irreal e absurdamente desfocado da realidade do que somos e o que viemos fazer, nos aprisionou num espaço-tempo que basicamente não muda.
Por isso do marasmo, das repetições das mesmas coisas, tornando nossa sucessão de vidas, incrivelmente semelhantes.
Creio que as maiores mudanças ocorrem quando saímos de uma encarnação no sexo masculino para o feminino e vice versa.
O que tem mudado é somente o formato das mesmas coisas, pois a essência não conseguimos captar e conhece-la, para podermos ampliar nosso raciocínio para fora da Terra, para fora de uma das “estações” deste trem espacial.
No entanto, poucos percebem que tais regras e limites podem ser quebrados por nós mesmos, na medida que formos usando nossa capacidade intrínseca de expandirmos nossa consciência.
Ai vem outro grande entrave: os preconceitos.
Parece que pensar diferentemente do que a maioria pensa é pecado.
Nos sentimos incomodados e isolados, sem percebermos que com tais atitudes vamos nos amarrando a ideias comuns, conjuntas, preconceituosas e extraordinariamente ultrapassadas.
Temos vivido na guerra e na paz, ciclicamente, desde os primórdios da civilização atual, num eterno repeteco de movimentos semelhantes, sem nenhuma novidade a não ser no aperfeiçoamento da forma de matar e quem sabe de morrer também.
Entre o nascer e o morrer nada tem mudado e tem sido assim que temos educado nossas crianças, onde o marasmo, a hipocrisia e o continuísmo do nada com coisa nenhuma permanece “ad eterno”.
Isto até parece normal e ainda por cima, temos nos dado por satisfeitos como pais, educadores, como cidadãos eternos de uma das infinitas “estações” a percorrer.

Enquanto o universo mantem seu ritmo evolutivo no eterno vir a ser, temos ficado no eterno “ser sempre o mesmo”.

Vamos refletir, ter a coragem de mudar, de pensar e agir diferente, aprender a se relacionar, por enquanto com o invisível, pois para ser visível teremos de nos aproximar dos níveis evolutivos que tem tornado estes seres elevados que nos cercam, invisíveis. Portanto, é uma questão de chegar lá.

Vamos reeducar nossas crianças com o que interessa, instruindo-a para que aproveite cada minuto da sua vida com os argumentos da fé, dos incríveis movimentos da espiritualidade, pois será isto que irá tirá-la deste imenso marasmo que vivemos.

Enfim vamos refletir e tomar as providencias do que entendermos como certo.

Quero ressaltar um aspecto muito importante.
De nada adianta eu aceitar um argumento e não mudar minha postura, meus pensamentos e minhas ações a respeito.
Preciso realizar o que acredito, incorporá-lo na minha vida cotidiana, pois temos uma mania horrível de mascararmos tudo que somos e fazemos pelo medo de sermos classificados.
Isto não produz as mudanças desejadas. Isto faz com que as ilusões sejam mantidas, as mudanças internas não acontecem e nada muda.
Os tempos são tempos das grandes e monumentais mudanças.
Para todos será compulsório, sendo que para muitos será um sacrifício e para poucos será uma benção.


Hilton

terça-feira, 10 de maio de 2016

Viagem espacial.

Pensamento do dia 09 de maio de 2016.

Você não deve pensar que as coisas que tem pertencem-lhe - elas pertencem ao Divino.
A Mãe.

Pois bem, nossa ilusão nos leva a conceber posições incrivelmente erradas e absurdamente distantes da realidade.
Uma delas e talvez a mais cruel, pois é a que tem gerado mais sofrimento é o sentimento da posse e do domínio.
Aplicamos este sentimento para tudo, inclusive para o corpo que sustenta minha vida, como se este corpo fosse meu e dele posso fazer o que quiser.
Este erro grosseiro e por demais ignorante tem levado pessoas a cometerem verdadeiras loucuras com seu corpo, com seu destino, com seu continuísmo, envolvendo além do mais, terceiros nesta escalada de doidice e burrice.
Esta ilusória sensação de posse, extrapola os valores máximos do bom senso e com isto comprometem sucessões infindáveis de vidas acorrentadas ao mesmo estilo e definições das anteriores, parando completamente num único patamar na escada da evolução.
Parece que a “ficha não cai”, pois mesmo com certos acessos mais elevados, certas instruções acolhidas, certos preconceitos quebrados, insistimos enfaticamente a nos mantermos no lugar comum.

Nada do que temos, do que somos, do que nos foi concedido, nos pertence. Sejam objetos, sejam sentimentos, sejam pensamentos, sejam terceiros que assumimos a guarda, não nos pertence.
Somos, no máximo tutores de coisas e pessoas para que sejam estimuladas a evoluírem, quebrarem as ilusões que aprisiona a todos, para descobrirem as maravilhas do Universo livre, que poderemos usufruir em nossa incrível jornada pela criação de Deus.

Somos passageiros de um trem espacial em continuo movimento, fazendo pequenas paradas para apreciarmos a natureza do universo e das coisas do Divino.

Mas frequentemente, descemos nestas escalas por tempo demais, nos iludimos como sendo nossas coisas e o que foi belo e precioso num primeiro momento, nos aprisiona, nos retém no caminho que, compulsoriamente, deveríamos seguir sempre.
Como temos de prosseguir, esperaremos a nova composição e assim continuaremos a assistir e completar os níveis de conhecimento e instrução que vão acontecendo ao longo deste trajeto infinito.
Continuamente, mudamos de roupa (corpos), além de contatarmos e trocarmos impressões com outros passageiros (seres de outros mundos) que circulam pela nossa composição. Estes, assim como nós, seguem as mesmas diretrizes e com isto poderemos compartilhar uma série de impressões e sugestões dos lugares percorridos.

Numa estação, parados e desalinhados, perdemos estes contatos e esta troca tão necessária de informações. Estamos isolados.

Cada parada tem seu tempo exato de espera e este tempo é o suficiente para assimilarmos o que temos de conhecer.
Nós terráqueos paramos além da conta, perdemos outras composições, pois nos encantamos inicialmente e hoje sofremos pelo excesso de tempo e desgaste das mesmas coisas, das rotinas, dos vícios, vivendo estágios de vida em processo de decomposição e mudanças, pois estas paradas (mundos) também seguem seu ritmo e seu processo evolutivo, estando tudo e todos em continuo processo de transformação.
Na natureza divina tudo muda, tudo se transforma, tudo se aperfeiçoa, nada fica estanque, imóvel, estagnado, por isso que transformações suaves ou radicais ocorrem em mundos. As mais radicais ocorrem em mundos pouco amadurecidos como a Terra, pois a busca pela perfeição é continua em tudo aquilo que foi criado por Deus.

Viveremos um final de ciclo radical, pois perdemos a sequência, perdemos a última composição que passou por esta estação Terra a alguns milênios.
Está mais do que na hora de voltarmos a ser aqueles passageiros tranquilos, apreciadores das belezas universais, ávidos  pelo conhecimento, pelo aprendizado, pelas constantes mudanças de temas, paisagens, geografias dos mundos percorridos e a percorrer. De sermos mais sensíveis aos relacionamentos com toda esta estrutura gigantesca de seres, indivíduos, reinos que, assim como nós, embarcam continuamente neste trem espacial que nos conduz pela vida espiritual.

Para isto, temos de assimilar com todas as letras que nada nos pertence, pois somos somente apreciadores das belezas da criação, sem julgamentos, sem interferências, sem opiniões, mas ávidos para aprender o que num futuro ainda distantes iremos fazer também, CRIAR.

Portanto, embarquem de fato neste continuísmo da vida. Isto não é um sonho, não é uma ilusão de um sonhador, mas a realidade e aqueles que conseguirem enxergar desta forma, sentirão em seu coração a verdade destas palavras.
Aqueles que ainda não estão prontos precisarão ver com os próprios olhos a destruição causada pelo continuísmo do vir a ser, onde tudo o que existe hoje não existirá amanhã, pois imponderavelmente a evolução domina todos os confins do universo.
Podemos dizer que também é uma forma de aprender. Não é das mais tranquilas e não é das mais agradáveis, mas como temos a opção de escolher, assim será.

Assimilar o pensamento de hoje é sempre o primeiro e o mais importante passo a ser dado, pois para os demais passos uma imensa conjuntura de ajuda se manifesta e nos acolhe em nossas duvidas, em nosso medos , em nossos vacilos, em nossas incertezas, mas a convicção precisa estar muito bem estabelecida em nosso coração.

Vamos tomar o trem da liberdade, do conhecimento, da evolução e comodamente seguir um caminho que mesmo que não saibamos qual é, foi definido e escolhido por Quem nos criou e sabe muito bem o que necessitamos aprender.
Vamos deixar de nos preocupar com nossas malas, com suas etiquetas, seus controles, nossas posses, pois aonde iremos seremos sempre providos de tudo que precisamos e será no momento exato.
Liberte-se do que te amarra, do que te retém, das distrações de um único mundo, pois um universo inteiro te aguarda para você conhece-lo.

Enfim são estas novas concepções que te enquadra no som, no tom, nas cores, nas energias,  no contato que você precisa.
Neste momento ou você crê e a ilusão se dissipa, ou você acrescenta um pouco mais de ilusão às existentes.


Decida-se!
Hilton

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Nosso livre arbítrio.

Pensamento do dia 08 de maio de 2016.

A Consciência Suprema sabe de tudo antecipadamente, porque tudo é realizado lá na sua eternidade.
A Mãe.

Pois bem, então podemos perguntar: E como fica o livre arbítrio?
Na realidade não vivemos aleatoriamente e não temos a liberdade plena e absoluta como alguns imaginam, mas uma liberdade ponderada e limitada ao nível de consciência alcançado por cada um.
Se nossa liberdade fosse ilimitada, com certeza a Terra já estaria destruída, nosso sistema solar comprometido e nós humanos com carmas quase impagáveis.
Desta forma, a Consciência Suprema impôs certas regras e certos limites no livre arbítrio existente, através das Leis vigentes que regem este orbe planetário, seja no plano astral como no material.
Portanto, podemos ir até um certo limite no desregramento ou na quebra destas Leis, independente de respondermos por todos os abusos e excessos cometidos à revelia destas mesmas Leis, ficando assim protegidos de ultrapassarmos tais limites tendo em vista a ignorância reinante.

O objetivo desta estrutura é a conquista individual e coletiva de etapas evolutivas que esta Consciência definiu para alcançarmos.
Por exemplo, temos feito uso de celulares, computadores, sistemas de comunicação via satélite e uma série de parafernálias eletrônicas, como sendo um “mal necessário”.
Muitos ficam orgulhosos desta “alta tecnologia”, mesmo que isto crie inúmeros problemas para toda a humanidade, tanto no corpo físico como no mental e no emocional, além da intensa e perigosíssima poluição no planeta, seja na sua superfície como no seu entorno no espaço.

Aliás, abrindo aspas, fiquei impressionado com o que a Europa e o EU estão fazendo na África, colocando milhares de toneladas de lixo, entre estes o lixo eletrônico, a céu aberto, sem qualquer tipo de controle, embalagem, proteção, detonando ainda mais a população paupérrima daquele continente, como se a África não fosse a Terra também. O ser humano já extrapolou todos os limites do mínimo bom senso nas suas atitudes nefastas.

Voltando, podemos dizer que este “mal necessário” aconteceu pelo fato de não termos conseguido evoluir como estava previsto, a telepatia para todos os meios de comunicação que necessitamos, além da expansão da inteligência e da consciência para níveis que nos tiraria da atual necessidade do uso de tais equipamentos.
Imagine como ficaria o Sr Steve Jobs, Bill Gates, Paul Allen, suas empresas e todos os conglomerados do Vale do Silício se usássemos, simplesmente, a mente.
Este “mal necessário” já nos aprisionou nos limites da mente atual e não permitirá que possamos expandi-la para os limites previstos, por esta Consciencia, para esta etapa da humanidade.
Hoje, para se fotografar um planeta como marte, júpiter, saturno, gastamos bilhões de dólares, recursos estes que alimentariam toda a população carente do planeta, onde pela simples telepatia e suas decorrências positivas, gravaríamos na mente, em que questão de segundos todas as impressões colhidas “in loco”, em seus mínimos detalhes, sem levar 10, 15, 20 anos para que equipamentos fossem até lá.
Além do mais, com estas comunicações mentais, ingressaríamos no contato com inúmeras civilizações de outros mundos, cuja troca de informações e experiências nos enriqueceria em níveis que jamais iremos alcançar com nossas merrequinhas.
Hoje, no máximo, o cidadão almeja trocar a sua merrequinha pela mais nova, orgulhando-se de possuir o que chama de “alta tecnologia”, aprisionando-se ainda mais nos limites impostos pelo consumo desenfreado, egoístico, poluidor e assustadoramente cármico.

Em nossas reuniões, ao chegarmos, inicia-se o ritual de colocar no modo silencioso as merrequinhas, que continuam vibrando à procura de seus donos e estes provavelmente, afoitos em saber quem é!, enquanto rola na reunião padrões de energias, de seres, de movimentos enviados pela Consciência Suprema, Esta, de certa forma precisa competir com nossas merrequinhas para nos chamar a atenção. Às vezes alguém esquece de colocar no “modo silencioso” e as ondas sonoras detonam os padrões de energias que vem sutilmente nos envolver.

O “mal necessário” nos envolve e cada vez mais no aprisionamos destes equipamentos, criando síndromes e padrões psicológicos que afetam e detonam nossa química interna, nossa energia elétrica sutil, nossas ondas – pensamento, enfim estamos ficando cada vez mais manetas das reais possibilidades que possuímos intrinsicamente, como seres perfeitos e completos.

É preciso parcimônia ao usar o “mal necessário”, pois é questão de tempo para que todos estes equipamentos e merrequinhas parem de funcionar.
Já imaginaram? Creio que muitos irão se suicidar.

Aqueles que optaram por se envolverem um pouco mais que os outros na seara do conhecimento e da informação elevada, precisam ser mais disciplinados, mais reflexivos, mais pensantes, mais sensíveis ao seus impulsos internos e não deixar que estes equipamentos decidam por você.
Creio ser absolutamente desnecessário usar uma merrequinha ao vir para uma reunião do Grupo, para este nível que temos procurado “conquistar”.
Hoje tem APP para tudo, até para orar por você.
Pensem bem sobre quais usos fazemos e o quanto nos aprisionamos nisto tudo. Isto pode ser uma via de mão única, em que o retorno seja quase impossível.

Desta forma, temos de nos coligar com a Consciência Suprema e para isto não necessitamos de nada que não seja interno.
Ao fazermos isto iremos criar condições de obedece-La, inicialmente, para depois deixar que Ela seja nossa guia e nos conduza para aquilo que realmente precisamos, sabendo de antemão que não será nada externo, nada material, nada eletrônico.
Jamais a Consciência se utilizaria de algo criado pela mão dos homens e sua irracionalidade e com certeza o que Ela nos ceder será exatamente com o intuito de superarmos a ignorância presente.
Para decepção de alguns, não será via WhatsApp e nem pelo Facebook.

Aliás, ontem detonamos nossa mãe e pessoas que amamos que se encontram no astral com nosso posicionamento emotivo e irracional, mais uma vez.


Vamos refletir.
Hilton

sábado, 7 de maio de 2016

Com muito pouco mudaríamos tudo.

Pensamento do dia 07 de maio de 2016.

Uma gota da consciência Divina que penetrasse na consciência da terra poderia mudar tudo aqui.
A Mãe.

Pois bem, este pensamento tenta de certa forma, mensurar um pouquinho a infinita capacidade da consciência Divina.
Para nós parece algo distante e inócua, pois a maioria nunca ou quase nunca deixou-se influenciar por Esta consciência.
Os grandes gênios, inventores, compositores, cientistas, santos e santas, enfim pessoas de destaque que de alguma forma colaboraram para a EVOLUÇÃO COLETIVA, usaram a consciência Divina.

Nos tempos da Terra, podemos dizer que até o advento de Jesus, realmente pouquíssimas pessoas acessaram esta possibilidade.
A partir da ressureição de Jesus, foi liberado para o cidadão comum, ou para indivíduos sem muita expressão, este acesso à consciência Divina.
Hoje todos podem ter este acesso.
Claro que mediante certos requisitos, tais como bom senso, responsabilidade, desenvolvimento evolutivo, coligações elevadas, foco no conceito do Serviço e da oferta, enfim preenchendo certas condições mínimas a consciência Divina nos acessa e por meio da intuição ou de insights específicos, nos permite vislumbrar “aquilo que não se vê”.
Infelizmente, continua sendo pouquíssimos, pois a maioria se perde no marasmo, na ignorância, na preguiça, na ganancia e assim por diante e continua vivendo iludido e limitado aos 5 sentidos, onde muitas vezes faz uso equivocado destes mesmos 5 sentidos.

Não se desdobra, não acolhe, não se presta ao Serviço, ao ato de servir, pois a soberba e as ilusões toma todo o seu tempo, claro que de propósito, para que se perca nesta penca de inutilidades da nossa vida cotidiana.
Atrapalha-se na vida, não se organiza e quando se organiza se limita aos aspectos materiais, as coisas da matéria somente, como se isto fosse a única coisa necessária.
Pessoas de mente pequena, infantil, ultrapassada, são as que estão decidindo o rumo da humanidade, geralmente manipuladas por forças involutivas que dominam facilmente esta mesquinhez que manifestamos.
O cidadão comum não fica atrás e acaba sendo cópia fiel dos seus governantes, manifestando as mesmas imperfeições e as mesmas tendências.

O pensamento cita que uma gota da consciência Divina poderia mudar tudo, ou seja, nos alerta e nos chama a atenção para prosseguirmos com pequenos esforços, esforços estes ao alcance de todos e que daria acesso a um manancial de energias curativas e transformadoras em todo o planeta.

É preciso interagir mais, crescer as convicções, focar nos objetivos elevados, não se distrair pois a urgência dos tempos não permite mais certas regalias que tínhamos no passado.
Cada minuto conta, cada momento é importante, cada movimento faz a diferença, cada ação tem repercussões.

Enfim, vamos refletir.

Hilton

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O que precisamos vem de Deus.

Pensamento do dia 06 de maio de 2016.

Sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido.
A Mãe.

Pois bem, parece simples e muito lógico tal colocação, “sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido”.
Mas no mundo físico não agimos assim, não somos sinceros.
No mínimo ardilosos no que fazemos, quando muitas vezes falsos em nossas intenções.
Se desejamos algo, como por exemplo um cargo numa empresa, ardilosamente vamos criando situações que colocam potenciais adversários em desvantagem.
Se desejamos um objeto material vamos compondo situações favoráveis que muitas vezes pode ser desfavorável a alguém, para obtermos o que desejamos.
Usamos e abusamos das mentiras.
Tem pessoas que são incrivelmente convincentes em seus argumentos mentirosos, aja visto o campo político.
Por último, para completar, temos nossas ambições.
O desejo somatizado pela ambição, recheada com a mentira e embalada pela falsidade, cria um “sanduiche” sem igual, extremamente apetitoso para muitos que acabam nesta armadilha saborosa e com isto conquistamos coisas que muitas vezes não estávamos preparados para tê-las.
Claro que se não estávamos preparados para tê-la, é questão de tempo para a perdermos.
Sendo assim, não seguimos as regras naturais da vida, do destino, das Leis, da vida em comum, partindo em muitas pedaços o que poderia ser alo continuo e constante, recheado de adequações e trabalhos preparatórios que viriam da alma, para conquistarmos o que seria natural no processo evolutivo.

Ainda não temos esta consciência de que o que precisamos vem de Deus.
Só admitimos que o que precisamos precisa ser conquistado, disputado, concorrido, competido e seu ganho pode ou não representar enormes carmas a serem saneados na vida atual ou nas futuras.
Esta distância da realidade chama-se ILUSÃO e tem sido nesta ilusão que vivemos.
Criamos assim o planeta da competição e vejam que tem muita gente feliz e ansiosa para os “Jogos VORAZES Olímpicos”, onde destruir o competidor é a regra do jogo.
Nestes “Jogos Vorazes”, teremos um vencedor, o primeiro lugar que é o que importa e um monte de gente frustrada, mas todos, sem exceção, estarão desgastados fisicamente e espiritualmente, retendo imensos processos evolutivos, além de um carma muito especifico e com sequelas nas vidas futuras com os corpos físicos a serem adquiridos.
Por outro lado, nós espectadores, torcedores, estaremos carmicamente ligados a estes “Jogos Vorazes”, pois incentivamos o processo de destruição moral, mental, espiritual e físico dos “nossos” atletas, colaborando para que o processo de “queda” se acentue em todos – atletas, competidores, espectadores, organizadores, países envolvidos e o país sede que detem a voracidade da competição mundial.
Recomendo, enfaticamente, que assistam esta série – Jogos Vorazes – que vem passando nos canais pagos, pois os filmes retratam exatamente nosso comportamento numa escala mais intensa e agressiva, ressaltando supérfluo e a indiferença com a vida humana.

Desta forma, o que tem sido solicitado, nesta fase final das advertências e recomendações, são mudanças bem acentuadas de posições, de desejos, de satisfações, de posturas, onde o que cada um considerar como correto e adequado, empregue em si o que vem sendo recomendado.

Não há mais tempo para delongas para sutilezas, para recomendações leves e suaves pois temos de estar alinhados com esta imensa estrutura de “ajuda cósmica” que já encontra-se entre nós.

Recomenda-se que redobremos nossos esforços, filtremos nossos desejos e vontades, selecionando aqueles que tem algum caráter evolutivo e substancialmente espiritualizado.
Recomenda-se que abandonemos aspectos grosseiros da nossa vida, ambições mais relevantes, desejos sofisticados, posturas agressivas, acreditando mais que seremos providos nos momentos oportunos, mas nunca com excessos e sim com o suficiente.

Reflitam.
Não percam tempos preciosos com coisa inúteis e supérfluas.
Não se distraiam. Não há mais necessidade disto.

Hilton

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Posicione-se!

Pensamento do dia 05 de maio de 2016

O amor Divino se dá e não pede nada.
A Mãe.

Pois bem, podemos dizer que temos usufruído muito pouco do amor Divino, quase irreconhecível em nosso ser.
“Achamos” que temos uma vida independente e solitária, como se fôssemos auto suficientes.
Mais uma ilusão e esta é das “grandes”.

Não existiríamos sem o amor Divino.
No entanto isto não nos passa pela cabeça da imensa maioria, por isto nos distanciamos de algo fundamental e imprescindível para o equilíbrio que precisaríamos ter.
Esta ilusória auto suficiência tem sido alimentado de forma radical e está implícita em todos os contatos com a vida material.
Enfim, fomos iludidos de forma tão eficiente que não sentimos mais esta dependência positiva e essencial.

Desta forma, nos sentimos solitários, rejeitados e facilmente culpamos aqueles que nos cercam.
Esta sensação tem se ampliado nestes finais do ciclo terreno, pois este estado de solidão era previsível face a decisão (em caráter absolutamente pessoal) que teremos de tomar nos próximos momentos.
No entanto, esta solidão necessária deveria ser estar alinhada com o amor Divino, que nos intuiria com os anseios da alma para que a decisão fosse tomada no conjunto corpo-mente-alma.
Lembrando a decisão a ser tomada: permanecer ou não no livre arbítrio.

Na toada da vida que estamos vivendo, estamos interpretando tudo errado, ou seja, a solidão necessária acaba por se transformar em ausência e a coligação corpo-mente-alma não acontece. Com isto entramos em depressão, fuga, pânico, manifestações de TOC´s, além de outras síndromes psicológicas, enfim, acentuamos os medos, procuramos fugir, nos recolhemos ao invés de expandirmos, temos a sensação de fim desprovido do sentimento de reinicio, ou seja, manifestamos somente o revés da real situação que deveríamos viver se tivéssemos um mínimo de lucidez mental e espiritual.

Esta aparente sensação de separação do amor Divino, um fato ilusório, vem criando estas sensações ruins e a maioria se sente impotente para reverter ou quebrar estas ilusões.
Isto decorre do nosso “afastamento” constante do processo evolutivo que deveríamos estar trabalhando, da nossa desatualização mental para estes tempos, dos nossos preconceitos que mantem-se ferrenhos e intensos e das inúmeras distrações que as forças involutivas, ardilosamente, colocam como armadilhas mortais para os fracos e desesperados.
Por outro lado tem sido fácil perceber o marasmo que a maioria continua mantendo, como se ficar parado no tempo fosse resolver.

Se você se sente assim reveja sua vida, seu posicionamento em relação às prioridades, seu foco e seus objetivos de curto e médio prazo, suas relações e a que ponto você tem se envolvido de forma positiva ou negativa, enfim, faça uma reengenharia e tenha  coragem de mudar o que sente que tem de mudar.
Isto deve ser em caráter pessoal, sem interferência de terceiros, sem opiniões ou palpites, pois cada um se encontra num estado mental distinto e absoluto.
No entanto, você poderá buscar informações, aprimorar seus conceitos, solicitar conselhos que não envolvam aspectos pessoais, fortalecer o que ainda está duvidoso e que isto seja feito de imediato, com muita dinâmica e concentração para seu processo de reengenharia de vida.
Busque ajuda, não fique parado. Cada minuto conta.

Busque e esta busca lhe trará forças suficientes para o que o amor Divino volte a toca-la(o) e você se sinta novamente amparada(o), independente das pessoas ao seu lado.

Lembre-se que será você, com mais lucidez e conhecimentos que deverá amparar as pessoas ao seu lado. Estas irão procura-lo(a), pois seu equilíbrio e lucidez será uma referência em momentos de grande conturbação porque estamos passando e iremos passar.
Jamais se sinta incapacitado(a) para isto, pois em determinados momentos onde situações estiverem acima das suas possiblidades, o amor Divino assume sua manifestação e passa a conduzi-lo(a) corretamente e dentro do contexto do Plano Maior.

Se amamos, estes trabalhos preparatórios são fundamentais.
Temos de deixar de ser mais um à procura de ajudas, como todos tem feito e como todos farão.
Temos de ajudar, assumir uma postura de colaboração, e para isto precisamos ter uma ampla coligação com as imensas estruturas celestiais, angelicais, intraterrenas, extraterrestres, hierárquicas que rodeiam a Terra para seus momentos finais deste ciclo planetário.
Precisamos ser esta extensão da vontade Divina, do amor Divino, que irá acolher os que permitirem de serem acolhidos.
Poucos tem esta lucidez e para que isto aconteça com muito mais seres humanos, temos de ser esta extensão deste Trabalho final do ciclo atual.

Desta forma, resumidamente temos duas opções:
Nos envolvermos no amor Divino e Trabalharmos, ou sermos mais um a necessitar deste amor Divino e destes Trabalhos.

Posicione-se!

Hilton

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Morrer também não é uma boa opção

Pensamento do dia 04.05.16

Trabalhar, agir com devoção e com uma consagração interior também é disciplina espiritual.
A Mãe.


Pois bem, nossos procedimentos do dia a dia, no cotidiano da vida, nas atividade comuns e corriqueiras é o que, efetivamente, nos consagra ao divino.
Excepcionalmente poderemos ter certas Tarefas mais abrangentes, especiais, atípicas, onde esforços e valores serão canalizados para uma situação especifica, mas isto é excepcionalidade e pode ou não ocorrer.
De certa forma, para o cidadão comum, alheio e indiferente com seu processo evolutivo, Tarefas desta natureza podem ocorrer em 1 ou 2 vidas de 10 vidas vividas, portanto, é raro, pois tais Tarefas exigem inúmeros trabalhos preparatórios, dedicação e foco nas atividades evolutivas.
O indivíduo bonzinho, pacato, cordato, neutro, não agressivo, eventualmente religioso, simplesmente cumpre as obrigações naturais que a natureza humana prevê, mas não significa que tais requisitos sejam evolutivos.
Evoluir é fazer algo a mais, fazer a diferença e nunca será para si próprio ou algo que possa trazer alguma vantagem pessoal, mas pelo contrário, exigirá desgastes pessoais em detrimento de si próprio para auxiliar os demais.
Só iremos evoluir se nos esquecermos.
Esta regra básica, de cara subtrai a imensa maioria de pessoas bem intencionadas, mas que de uma forma ou de outra mantem intenções pessoais no que faz ou pretende fazer.
Esta regra básica “enxuga” substancialmente, a possibilidade da realização de Tarefas, Serviços ou a canalização de atividades evolutivas do Plano, pois somos por demais egocêntricos para expandirmos atividades e doações sem interesse, por menor que seja.
Desta forma, grandes estruturas de ajuda humanitária e para os reinos, tem de vir de fora do planeta, dos Planos elevados, de anjos, arcanjos, devas, hierarquias, extraterrestres, intraterrenos, forças solares, pois aqui na Terra não há nenhuma sustentação de solidariedade entre os habitantes, entre os reinos e entre os habitantes e reinos.

Temos ficado isolados, pois insistimos em permanecermos isolados.

No livre arbítrio não damos abertura para compartilharmos.
Nosso coração está enrijecido, escuro, hermético a energias de amor, solidariedade, misericórdia, compaixão, mas mesmo assim estas circulam entre todos nós, todos os momentos da nossa vida.

Ontem na reunião do Grupo falamos um pouco sobre o plano astral, que vive situações muito semelhantes às que vivemos aqui no plano físico, onde a balburdia, a confusão, o egoísmo, a raiva, as lutas, as guerras, a destruição vem consumindo de forma desenfreada corpos astrais como ocorre aqui na superfície terrestre.
Lá, assim como aqui, grandes ajudas externas precisam se manifestar para dar certo controle ao que ocorre nas inúmeras colônias de abrigos neste Plano Astral.
As influencias nefastas e contagiosas das forças involutivas, ocorre nos dois planos, o físico e o astral, em igualdade de condições.
O Armagedon, etapa que já entramos, ocorre também nos dois planos, com lutas gigantescas, não por territórios, mas por almas que serão aprisionadas e levadas para mundos semelhantes à Terra, ou seja cármicos, assim que este ciclo terreno terminar.

Confesso a vocês, que morrer também não é uma boa opção.

Talvez este tem sido o desejo de muitas pessoas que não conseguem mais ver mínimas possibilidades de restruturação do planeta, mas da mesma forma, finda-se o ciclo do plano astral nas condições às quais se encontra, muito parecidas com a da superfície terrestre.

Creio que a melhor opção é nos mantermos nas condições ambientais atuais, mesmo que às portas das condições finais de seu processo, optando pela neutralidade, pela abertura do coração, pela realização das Tarefas em pauta, pela doação, pelo amor, pela oferta de si próprio, pela estabilidade do equilíbrio emocional, pela tolerância nas perdas inegociáveis e irrefutáveis que estão acontecendo e irão acelerar, pela aceitação do  desmoronamento das instituições e fazendo a única coisa plausível e absolutamente necessária neste e nos momentos seguintes, a oração.

Portanto, a disciplina espiritual congrega um conjunto de ações e movimentos que alinham-se com os anseios da alma, nosso bom senso e nossas intenções mais elevadas, tendo por regra básica a entrega e o desinteresse de si próprio.

 Hilton

terça-feira, 3 de maio de 2016

2 temas.


Pensamento do dia 2 de maio de 2016

"Sempre que há fingimento, há perigo. Você não pode enganar a Deus. "
A Mãe.

Pois bem, vamos nos reportar a este pensamento, face a enorme relevância do assunto:
Esta situação é mais comum do que imaginamos.
Como estamos acostumados a manter as aparências para terceiros e para a sociedade que pertencemos, mascarmos posições, tendências e vontades, com o intuito de igualar-se a grupos ou pessoas que seguem esta ou aquela possibilidade.
Isto é terrível, pois a prática contumaz desta postura oscilante, faz com você perca a própria identidade, ou acabe acreditando nas “máscaras” que são usa em face dos contatos com grupos distintos. Poderá haver, inclusive, mudanças acentuadas na personalidade.
Este aspecto é muito comum em artistas de novelas e cinema, pelo fato de representarem personagens distintos e antagônicos entre si. É comum ver-se tais elementos com forte distorções de humor, de vontades, “caindo”  constantemente. Nesta situação, as drogas acabam por iludir ainda mais tais indivíduos que vão buscar o que não existe em substancias mortais.

O fingimento neste aspecto espiritual, corre-se o mesmo perigo, com um agravante que pode ser o assédio de forças involutivas que enfraquecem a fé e as convicções, até então conquistadas.
Não há nenhuma possibilidade de enganar a Deus, aos homens sim, mas a Deus isto é impossível, portanto, é importantíssimo que ao entrarmos na seara espiritual estejamos conscientes de que sempre haverá pessoas que podem exercer duras críticas e contrapor-se, continuamente, ao que você acredita.
Apostar no contrário é, além de tudo, uma falta de maturidade excepcional e pode nos colocar numa berlinda de jogos vorazes (como no seriado de hollywood), onde ficaremos à mercê de forças negativas, sempre muito inteligentes.

O caminho espiritual, exige do estudante muita determinação, muita força de vontade e uma luta árdua com as próprias dúvidas e os desafios externos, que são exercidos por forças involutivas nos aspectos internos e por pessoas que irão dispor de fortes argumentos nas suas mentiras e o no seu descaminho.
Vejam quantas doutrinas, as chamadas doutrinas financeiras, que exercem poderes hipnóticos para agregarem seguidores, extorquindo-os ao limite na “venda” da fé e do lugar no céu.

O estudante espiritual precisa, além de tudo, descobrir as fontes reais e verdadeiras para o que precisa aprender. Portanto, fingir e aceitar estas oscilações de fé baseada nos grupos diversos que pertence, torna-se um descaminho.  

Pensamento do dia 03.05.16

Se você não pode sentir-se uno com alguém, isso significa que não se aprofundou bastante em seu sentimento.
A Mãe.

Pois bem, esta é a base do amor, sentir-se uno com alguém.
Pais, em especial as mães, praticam esta base com mais facilidade e continuidade ao darem à luz aos seus filhos. No período da gestação, esta afinidade atinge seu age no momento do nascimento e acabam por permanecer por muito mais tempo.
De certa forma, assim deveríamos agir com todos em todos os nossos relacionamentos, sentir-se uno com estas pessoas.
Sentir-se uno não significa aceitar certas posturas e declinar de outras, mas abraçar continuamente este processo de ascenção de cada um.

Os pais se dedicam arduamente ao seu filho em todos os aspectos, na formação, nas definições, nas dificuldades, nos carinhos, no amor quase incondicional, mas se retém a ele e dificilmente extrapola para as demais pessoas que fazem parte da sua convivência cármica.
O pensamento nos alerta quanto a isto e observa nossa falta de aprofundamento nas relações sadias e honestas.
Ora, não podemos ter ao nosso lado, pelo menos neste momento e neste mundo de expiação, pessoas alinhadas num nível de consciência muito próximo, mas pelo contrário, convivemos com níveis muito diferenciados e de extrema oscilação, fazendo com que a vida seja sempre cheia de controversas e desacordos.
Isto não pode nos impedir de amarmos alguém, pois o caminho deveria ser o mesmo caminho daquele quando nos dedicamos a preencher corretamente a vida dos nossos filhos.
Amar alguém é ter extrema tolerância, ajuda-lo no que precisar, no que necessita, mas sabendo respeitar os limites destas decisões com muita parcimônia e prudência para evitar que supramos o que, carmicamente, ele precisa resolver.
Não criar diferenças, mas aceita-las e da mesma forma com muita parcimônia e prudência, não assumir o que cada um precisa resolver.

Sente-se uno com alguém, acontece quando amamos este alguém.
Amar não adocicar alguém.
Amar não é sentir dó ou pena de alguém.
Amar exige grande imparcialidade para saber ajudar e saber não interferir.
Amar é um “sentimento” completamente neutro, altruísta, de certa forma estranho ao que estamos acostumados a praticar.
Uma referência de um amor verdadeiro, foi de Maria para com seu filho Jesus, que ciente e completamente lúcida da sua Missão aqui na Terra, soube ama-lo sem interferir no foi anunciado e que precisa acontecer.

Sabemos que nem perto chegaremos, mas a vida compulsoriamente tem obrigado muitas pessoas a praticarem um nível mais próximo deste amor com muito sofrimento. Basta percorremos as cadeias, os hospitais, casas e veremos que pais sofrem caladamente a solução de pendencias cármicas de seus filhos pela vida, ou ao contrário, filhos acompanhando as soluções necessárias para seus pais.  

Quando nos conscientizamos destas necessidade, muda-se posturas, critérios, condições e daremos a pessoas que amamos muito mais chances de que as soluções cármicas sejam amenizadas ou espalhadas ao longo do tempo, pois carmas positivos contrabalançam carmas negativos.

Enfim precisamos nos aprofundar nos critérios do amor, ausente de contrapartidas, para que possamos compreende-lo melhor.
Assim será a nova Terra e assim será a nova humanidade.

Vamos refletir sobre os dois temas apresentados.
Hilton
 

domingo, 1 de maio de 2016

O Divino.

Pensamento do dia 01.05.16

Esta é a primeira coisa necessária: aspiração pelo Divino.
A Mãe.

Pois bem, aspirar o Divino, podemos dizer que a grosso modo são uma série de procedimentos que nos leva a esta busca.
Isto ainda não é natural na gente. Perdemos ao longo das eras esta possibilidade que encontra-se no âmago do nosso ser, pois ao nos depararmos com tanta ilusão e tantos sentimentos negativos, isto foi encoberto e hoje está desaparecido.
Imaginamos o Divino lá em cima e nós aqui em embaixo, quando na realidade esta relação de “cima e embaixo”, não existe, portanto é mais uma das armadilhas da ilusão.
O Divino está intrinsicamente dentro de nós.
A busca não precisa ser externa e muito menos material, pois quando nós voltarmos para dentro, ele se anuncia, aparece e exalta as coisas mais elevadas que possuímos.
No entanto, hoje buscamos o Divino  nos templos, nas igrejas, nas doutrinas e “barganhamos” sua presença.
Ainda assim é lícita estas alternativas, mas aos poucos o homem precisa se desvincular destas rotinas e buscar em si próprio, aquilo que sempre esteve em si mesmo.
Obvio que ao mantermos as estruturas ilusórias da vida, não sobra espaço mental para absorvemos novas possibilidades.
A ilusão da vida, onde nos envolvemos com estados de sofrimento e euforias passageiras, tem nos acorrentado ao longo das vidas, numa luta insana, completamente repetitiva e sempre para as mesmas coisas, ou seja, a mordomia material.
A aspiração acontece quando começamos a promover, por iniciativa própria, estes rompimentos com a ilusão, das “necessidades materiais”.
Este primeiro passo é o mais difícil e o mais desgastante, pois iremos nesta empreitada, contra nossos princípios que por eras, vidas, assimilamos, incorporamos e lutamos para mantê-los. Esta luta foi cruel, pois matamos, dilaceramos, trucidamos pessoas, estruturas, reinos para conquistar e manter o que sempre “escorreu pelos nossos dedos” como água.

No entanto, já nos primeiros lampejos do Divino, sentiremos a nova e única realidade que existe e as ilusões começam a se dissolver e desaparecer como fumaça.
Infelizmente poucos creem nisso e pouquíssimos estão dispostos a mudar certas regras, posturas, procedimentos, posições para pelo menos tentar este outro lado da vida, a vida real.
O medo aprisiona, detona e tolhe as poucas iniciativas que com alguns “insights”, somos estimulados.
Em seguida vem a soberba, o orgulho e o egoísmo que acabam por detonar tais iniciativas, no entanto, quem consegue resistir e insistir jamais se arrependerá e será amplamente estimulado a seguir em frente.
Como temos dito, a partir da nossa pequena e envergonhada iniciativa, forças poderosas, licitas e recheadas de amor, acercam-se de nós, pois sabem que nossa resistência é muito pequena e muito frágil para suportar grandes embates e desafios, então somos incentivados a continuarmos e se dermos a mínima correspondência, somos reforçados em nossa defesas.

É preciso, nestes tempos finais do ciclo planetário, posturas completamente diferentes das que temos manifestado nesta e  nas anteriores, pois os tempos  e os movimentos são anormais.

Vamos refletir e se nos interessarmos pois esta sugestão, abraça-la com muita força e muita boa vontade. A partir do primeiro, passo para os demais tudo ficará simples.
Hilton


sábado, 30 de abril de 2016

A infelicidade é uma invenção.

Pensamento do dia 30.04.16

Felicidade é a consciência de Deus no coração.
White Eagle.

Pois bem, no geral confundimos a felicidade com algo externo, algo palpável, objetos, pessoas, sentimentos, quando na realidade felicidade é a expressão (consciência) de Deus no coração.
Uma pessoa para ser, verdadeiramente, feliz não necessita de nada do mundo externo, pois esta manifestação ocorre quando você se encontra em comunhão com o Eterno, com a Luz que tudo ilumina, onde sua alma se manifesta livremente, sem grandes interferências do ego, da personalidade.
No entanto, extensa confusão acontece tendo em vista o mundo ilusório e capenga que vivemos, onde nossos sentimentos positivos ou negativos limitam-se aos relacionamentos com pessoas e a posse de objetos.
Tais sentimentos, positivos ou negativos, faz com que identifiquemos como sendo felicidade ou infelicidade.
Por outro lado, ilusoriamente,  vivemos sentimentos positivos ou negativos que alternam-se ao longo do tempo e da vida.
A verdadeira felicidade é eterna, não acaba, irradia-se e sustenta inúmeros sentimentos positivos.
A infelicidade é uma invenção que criamos, uma vez que poucos seres humanos conseguiram sentir a felicidade verdadeira. Desta forma confundimos sentimentos negativos com esta invenção chamada infelicidade.
Como temos sido pobres, nestes aspectos, pois esta confusão ressalta a grande ignorância que temos de assumir perante a nossa própria grandiosidade, face o imenso potencial latente que insistimos em não descobrir.
Sim, insistimos em não descobrir, pois estas descobertas exigem inúmeros aprofundamentos no campo da espiritualidade, da vida eterna, do lugar comum.

Outro aspecto que interfere bastante para descobrirmos a felicidade é a constante oscilação de nossos sentimentos, e do equilíbrio que já deveríamos ter alcançado.
Não alcançamos, oscilamos, nos desequilibramos, enfim temos vivido momentos de intensa tensão e com isto encobrimos os aspectos da verdadeira felicidade.
Isto ocorre face ao nosso distanciamento das coisas sagradas.
Temos tempo para as coisas materiais e não temos tempo para as coisas espirituais. Esta falta de bom senso está, literalmente, nos matando no mundo material e nos afastando do mundo espiritual.

Enfim é preciso rever posturas, conceitos, desdobrar-se nos aspectos espirituais da vida, pois o tempo acelera-se e os apoios que hoje consideramos sólidos e inquebráveis, irão se desfazer como papel em água nos momentos finais do ciclo terrestre.
Hilton