quinta-feira, 19 de outubro de 2017

O significado e a função do sofrimento.

Compreendendo o significado e a função do sofrimento.

O passo inicial para compreendermos o sofrimento é tomar consciência de que sofreremos sempre que desejarmos algo. Mas é quase impossível deixar de ter desejos enquanto estamos na vida, porque o desejo é como uma secreção sutil do corpo emocional. Assim, como produto da própria fonte de emoções, o sofrimento sempre reaparece, de uma forma ou de outra, na existência humana.
Há milênios, Buda revelou que o sofrimento é produto do desejo. Nós o engendramos ao querer coisas, ao nos envolver emocionalmente com algo ou com alguém e ao fazer experiências puramente pessoais, sem um motivo nobre e elevado.
Contudo, podemos iniciar um trabalho de libertação se canalizarmos os desejos para finalidades e objetivos cada vez mais elevados. Essa é a forma direta de mitigarmos ou de anularmos em boa parte do sofrimento. Pouco adianta confrontá-lo diretamente.
                A purificação ou o refinamento dos desejos dá-se por etapas. Começamos com o desapego das coisas materiais; a seguir, praticamos o desapego das ligações afetivas e, por fim, o desapego dos preconceitos e esquemas mentais. Á medida que os apegos mais grosseiros são superados, o desejo é canalizado para coisas mais nobres. E, numa etapa mais adiantada desse trabalho de libertação, passamos a desejar não ter desejos.
É então que podemos relacionar-nos inteligentemente com o sofrimento. Compreendemos, por fim, que ideias, tendências e anseios equivocados retêm o fluir da vida ou nos desviam do curso correto, distanciando-nos das leis universais, espirituais, que deveríamos seguir.
Há vários tipos de sofrimento, e cada um tem a sua função. Um deles é o chamado sofrimento espiritual. Constitui-se das provas pelas quais passamos em nossa busca do Espírito. Apesar de mais sutil que outros, o sofrimento espiritual também é gerado pelo desejo. Ele existe devido ao nosso anseio de nos tornar espiritualizados. Mas quem padece dele não se queixa, porque sabe, no íntimo, que tal sofrimento o levará a uma maior compreensão da vida e das coisas.
O sofrimento espiritual não é limitante, como se possa crer, mas fortalece a pessoa que o experimenta e a deixa receptiva a realidades mais amplas. Uma das suas funções é despertar a fé.
Outro tipo de sofrimento é o de natureza moral. Forja e purifica o caráter, faz com que deixemos de ser dúbios ou tépidos em nossos sentimentos mais básicos. Todos os que têm caráter adquiriram-no vivendo diferentes gradações desse tipo de sofrimento.
Durante o sofrimento moral temos a possibilidade de fazer opções importantes para a vida do Espírito. Quando o caráter já está bem depurado, não lamentamos esse sofrimento, pois sabemos quão precioso é o aprendizado que dele advém. Sabemos, também, que o padecimento aumenta com a queixa. Com lamentos, desperdiçaríamos a energia que nos foi dada para suportar o sofrimento. Ele, em princípio, nunca é maior que a nossa capacidade de vivê-lo.
Por fim, há o sofrimento físico, que quase sempre nos quer mostrar o que devemos mudar em nossa vida. Este também é proporcional à capacidade de suportá-lo, mas em alguns casos agrava-se pelo fato de não o aceitarmos e, assim, pode tornar-se excessivamente pesado.
Precisamos considerar o sofrimento como uma oportunidade de sanar desequilíbrios antigos causados por nós mesmos, e abandonar a errônea ideia de que ele vem como mera punição.
Trigueirinho.

Pois bem, numa dosagem extremamente equilibrada, o texto converge e explica os tipos de sofrimento.
Compreende-lo é essencial, pois nesta 3ª dimensão o sofrimento é uma constante.
Como foi dito o desejo alavanca o sofrimento, sendo assim ao trabalharmos nosso controle para amenizar certos desejos, podemos evitar muitos sofrimentos.
A competitividade é a força motriz dos desejos e ao contrário do que muitos pensam é absolutamente prejudicial. No geral, materializa o indivíduo que deveria estar se desmaterializando.
Se pensarmos nos aspectos evolutivos, a materialidade é o lado mais grosseiro do espirito, portanto, um dia seremos todos espíritos . Neste dia não haverá materialidade pois esta se sutilizou completamente e condensou-se no espirito.
Podemos dizer que o nosso corpo físico  é o lado grosseiro e rudimentar da alma. Desta forma, a sutilização da matéria é inevitável, portanto, de forma inteligente, na medida que diminuímos os desejos, diminuímos os sofrimentos e estaremos, assim,  sutilizando nosso corpo (entende-se por corpo o conjunto corpo-mente).

Portanto, mudanças de posturas, agregação de novos conceitos, mudança de hábitos, diminuição da competitividade, silencio, interiorização, tendem a nos ajudar na diminuição dos desejos e consequentemente do sofrimento.

São tempos de mudanças internas e externas.
Hilton

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Jejuar.

Tipos de jejum e a importância da moderação.

Normalmente compreendido como abstinência total ou parcial de alimentos físicos, o jejum, todavia, pode ser feito em vários níveis. Se for inspirado pelo nosso mundo interior e isento de expectativas, tanto o jejum de alimentos quanto a abstinência de palavras, de sentimentos e de pensamentos ajudam na nossa transformação, na purificação do organismo e até mesmo a trazer saudáveis simplificações à vida.

A intenção de purificar-nos, quando autêntica, cautelosa, persistente e tranquila, constitui importante parte do jejum e determina seus resultados. Em algumas pessoas, essa intenção é suficiente para provocar na consciência mudanças que em geral se conseguem pela abstinência ou pelo controle.

Como o jejum é uma via de equilíbrio para nos relacionarmos com as vidas externa e interna, podemos perguntar-nos também: "Como aplicá-lo para encontrar equilíbrio na maneira de lidar com os bens materiais?"
O procedimento é o mesmo  adotado  no jejum de alimentos, no de sentimentos, no de pensamentos     no de ações e no de palavras. Algumas vezes jejuamos de bens materiais pela abstinência; outras, pelo  uso moderado deles ou pela austeridade.

Quando alguém recebe a ordem interior de dispor de todos os seus bens, é porque está pronto para isso. Sabe que tanto para seu próprio caminho como para o serviço evolutivo é a atitude mais indicada.
Sempre houve, através dos tempos, os que agiram assim. Entretanto, esse não é o caminho da maioria. Contudo, em qualquer circunstância, é possível treinar a moderação.
Podemos perguntar-nos: "Utilizo os bens materiais para tornar a vida de meus semelhantes mais digna, menos desgastante? No dia a dia levo em conta que mais da metade da humanidade se encontra em estado sub-humano, sem teto, sem alimentação básica, sem higiene e sem educação? Trato com o devido respeito a água, a energia elétrica, as habitações e as coisas com que lido?"
Reflexões como essas ajudam-nos a não abusar dos bens materiais. E não abusar dos bens materiais é usá-los com desapego e, ao mesmo tempo, sem desperdício.

Para alguns, a moderação é mais dificil que um período de abstinência total. Em princípio, a moderação requer humildade: requer que sejamos verdadeiros conosco e que nos reconheçamos falhos em certas circunstâncias. Essa atitude leva-nos a pedir orientação ao nosso ser interior antes de fazer qualquer coisa.
Por outro lado, a moderação requer também ousadia. Precisamos levar em conta que, se estivermos receptivos à luz interior, nossos recursos serão adequados, mesmo que imperfeitos.
A sabedoria da vida tudo ajusta quando estamos entregues à vontade do nosso ser interior, e até inclui as imperfeições da personalidade. Mas é preciso ousar fazer o que é para ser feito.
Só damos passos realmente quando nos dispomos a ir um pouco além do que estaria ao nosso alcance.
Se buscarmos a moderação, reconheceremos que ousar não é agir irrefletidamente. É confiar no potencial que temos dentro de nós, entregando-o à condução da nossa alma. Ao agirmos permeados desse espírito, descobrimos o sentido de jejuar em ações, de atuar na justa medida para a luz interna revelar-se.
Por último, a moderação requer desapego. E preciso realizar tais ações sem se prender a elas, agir como um semeador que lança os grãos na terra e os deixa entregues à chuva, ao vento e à dinâmica da força de vida que há em seu interior.
Trigueirinho.

Pois bem, o texto esclarece o conceito do jejum, basicamente atribuído por quase todos ao jejum de alimentos.
A vida, muitas vezes, nos imputa o jejum ou a moderação de forma compulsória. Poucos aceitam. A maioria se revolta por não entender que estamos aprendendo a utilizar de forma correta o que nos foi “emprestado” pois desperdiçamos, negligenciamos e não utilizamos corretamente o que é necessário para sobreviver.
A simples aceitação deste tipo de jejum ou moderação compulsória nos ajudará a compreender melhor nossa existência.
A revolta é inútil, perniciosa, frustrante e não irá ajudar em nada, mas quase todos se revoltam, lutam contra, se sentem esquecidos, pois não consideram o que já foi feito com a abundancia que temos, desde que saibamos usar.
O jejum de palavras, creio ser algo muito oportuno para os dias atuais, pois “matamos” com palavras e observações inúteis o crescimento dos semelhantes.
É comum não calar-se, é comum não escutar, é comum dar palpites sem necessidades, é comum brincar com sentimentos, é comum sobrepor-se a alguém, é comum opinar sem necessidade, é comum corrigir mostrando soberba.
É duro calar-se, mas necessário. O momento é de irrestrito silencio para que a alma possa se manifestar e esta se manifestará após o nosso equilíbrio e isto poucas vezes tem acontecido.
Ficar desequilibrado, emocionado, tem sido a postura padrão. O jejum, de forma geral, alivia a tensão e nos ajuda a retornar para este ponto de equilíbrio. A razão e a sensibilidade, no equilíbrio, voltam ser conduzidos pela alma e o Serviço acontece.

Alinhe-se, equilibre-se e silencie-se.
Hilton

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O elemento "água".

Nestes dias de escassez, o poder da sagrada água.

Na época presente, de grandes transformações, já se fazem notar mudanças na vida geológica da Terra, entre elas certos movimentos das águas da superficie e do subsolo. Percebem-se alagados surgirem espontaneamente em alguns lugares, enquanto outras águas estão prestes a ser conduzidas a grandes altitudes por leis magnéticas que a ciência terrestre ainda ignora.

A água é um elemento essencial à vida e à purificação dos seres que habitam a Terra — homens, animais e vegetais. Acolhe principalmente uma energia vital que a antiga medicina hindu denominou "prana". Cerca de 70 % do organismo humano, por exemplo, compõe-se de água, e sua reposição é para ele imprescindível.

Desde a Antiguidade, é conhecido, além de suas funções vitais, o potencial curativo da água, Ela exerce efeitos terapêuticos não apenas ao ser ingerida, mas também ao ser usada externamente em banhos e compressas. Combate as mais variadas doenças, dores, traumatismos, e auxilia no tratamento de distúrbios emocionais. Contudo, a falta de maior entendimento do homem sobre a necessidade de interação harmoniosa com a natureza tem posto em risco essa fonte de saúde e vida.

Muito embora alguns tenham despertado para isso, a grande maioria permanece inconsciente, e o que em geral se vê é a falta de respeito para com esse sagrado líquido. A destruição paulatina do meio ambiente, incluindo o desmatamento, a contaminação das nascentes, dos rios, dos lagos e dos oceanos, provoca desequilíbrios de graves proporções, que o homem se tem negado a considerar.

O mau uso que as pessoas fazem dela, desperdiçando-a e sujando-a desnecessariamente, interfere no equilíbrio do reino mineral e também no equilíbrio dele com outros reinos da natureza. Urgente seria aprendermos a usar a água corretamente.

A água também é, por excelência, veículo para condução e armazenamento de cargas magnéticas, tanto negativas quanto positivas. Quando pura, conduz energias universais sob a forma de vitalidade; quando poluída, é meio de proliferação de micro-organismos, não apenas físicos como também energéticos. Quanto ao teor magnético da água, ele se deve a fatos que estão além do plano físico.

Na extensão de toda a Terra há uma rede magnética responsável por muitos setores do seu equilíbrio. O poder magnético da água é tal que, não por acaso, a maioria dos vórtices dessa rede se encontra nos mares e nos oceanos. No manto líquido, transformam-se as forças densas da aura da Terra. Transformam-se e elevam-se algumas tendências desregradas ainda presentes na humanidade e ao mesmo tempo dissolvem-se, em boa parte, as emanações psíquicas humanas e do reino animal.

O elemento água é um símbolo dessa rede magnética, que absorve e irradia energias e forças. Exprime maleabilidade e adaptabilidade, e por isso simboliza também o plano emocional terrestre e o corpo emocional do ser humano.

O poder renovador da água pode ser reconhecido até mesmo pelo que proporciona um banho após um dia exaustivo, efeito que pode ser potencializado se o banho se realiza sob certas condições. Além de revitalizar a aura magnética do ser, a água possibilita maior circulação de energias curativas.

Como o estado vibratório da água é um pouco mais elevado que o do elemento terra, ela absorve o que liga o ser humano às vibrações telúricas e assim o libera para ingressar em níveis de consciência mais sutis.
Trigueirinho.

Pois bem, ainda não conseguimos dar a devida importância para o elemento água.
Mas, independente desta desatenção, este elemento continua fornecendo os aspectos essenciais para nossa sobrevivência, seja no plano físico como no plano sutil.
Prevê-se um remanejamento total da superficie alagada do planeta, no próximo ciclo, onde áreas secas irão submergir e áreas alagadas ficarão secas.
É notório que a agua doce do planeta, vem se recolhendo para o subsolo, como forma de manter-se preservada das mudanças radicais que haverá na geografia planetária. Isto preservará a capacidade de manter a vida na nova Terra.

Individualmente podemos receber muita coisa da água que nos banhamos, ingerimos e utilizamos para os devidos fins.
Ao a utilizarmos com a energia da gratidão, transformações podem ocorrer nas suas moléculas, ativando campos de Luz que irão irradiar em nosso organismo.
Ferver a água é inconcebível sob o ponto de vista esotérico. Deveríamos utilizar outras fontes de purificação e descontaminação, pois de certa forma, “matamos” a água que ingerimos.


Enfim há muito que se pode pesquisar e descobrir a respeito desta fonte da vida, no entanto, ressalta-se que tudo que fazemos através da energia da gratidão, potencializamos a Luz ali imanente.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A aridez interior e a profunda insatisfação.

Pensamento do dia 10 de outubro de 2...

E preciso vencer nossa própria aridez interior.

A humanidade precisa ser ajudada a liberar-se da vida comum. Do ponto de vista espiritual, a vida comum é considerada um deserto.
Por obedecer a padrões estabelecidos pelo estado de consciência da maioria, é uma vida que se caracteriza pela inércia, pela tendência ao acomodamento, pela busca de conforto e de bens materiais, pelo desejo e pela satisfação de vários tipos de apetite.
Esse deserto, que é a vida de muitos, procura perpetuar estruturas decadentes, desatualizadas. As sensações, sobretudo o prazer, ajudam a manter a consciência aprisionada a esse estado.
É uma vida em que as aparências determinam as opções, e não o que está no interior das pessoas, das coisas, dos acontecimentos. Podemos ver esse deserto espelhado nos noticiários diários. Eles ficam na superficie dos fatos, não mostram as causas.
E esse deserto, essa vida comum, ilude as pessoas, promete-lhes felicidade e bem-estar com base em coisas materiais, em gostos pessoais. E isso tudo
é muito mutável, muito fugaz. Quando as pessoas conseguem uma coisa, já querem outra, pois não conhecem sua verdadeira necessidade. Assim, essa vida comum é causa contínua de sofrimentos.
Quando um indivíduo resolve assumir Postura diferente, seguir outra direção, elevar-se, as forças que compõem as estruturas da vida comum tentam dissuadi-lo de sua decisão.
As estruturas às quais ele se dedicou tentam retê-lo. Ficam sempre lembrando-lhe o passado, e este costuma exercer, em muitos  grande influência. E conhecida a história bíblica da mulher que se transformou em estátua de sal; ao olhar para trás, cristalizou-se.
Importante saber que vamos nos libertando desse deserto quando praticamos o desapego. Não importa a que estejamos apegados, procuramos soltar aquilo, libertar-nos e tornar-nos independentes do que nos prende. Que aquilo prossiga, se tiver de prosseguir, mas nós nos desligamos de tudo o que nos detém. Encontramos forças para isso quando buscamos uma meta superior, mesmo que não saibamos exatamente qual é. É por essa meta superior que devemos deixar-nos atrair.
Para sair desse deserto, seria um engano esperar ajuda do que é instituído. O que é instituído alimenta-se da vida comum, e é instrumento do deserto. Teríamos de ser uma voz diferente em meio a tudo isso.
Existe um ensinamento, que encontramos na série de livros do Agni Yoga (Fundação Cultural Avatar), que se refere a um tesouro destinado a todos. Na mentalidade comum, crê-se que esse tesouro é dinheiro, que são bens materiais que se tem de perseguir. Mas o Agni Yoga nos diz que esse tesouro é o que há de mais próximo de nós. No deserto da mentalidade comum não se mantém a intenção de ouvir o ensinamento, de encontrar o tesouro. São poucos os que perseveram e que o têm como o mais importante valor em sua vida.

A humanidade precisa de forte impulso para sair da vida comum. E como ajudá-la a fazer isso, como ser voz no deserto?
Todo dia encontramos coisas fora do lugar, em desarmonia. Devemos, incansavelmente, colocá-las em ordem. E se as virmos de novo fora do lugar, voltar a ordená-las. Isso é ser voz no deserto: incansavelmente fazer o que é preciso.
Para a travessia do deserto precisamos contar com a fé. Com paciência, deixamos que se consolide em nós.
A fé transforma a aridez.
Trigueirinho.

Pois bem, temos neste texto argumentos importantes para serem considerados e analisados.
A vida comum por si só é comum, portanto não nos tira do lugar comum. Temos vivido incontáveis reencarnações na vida comum, desorganizando o pouco que organizamos em algumas encarnações especiais.
Temos entrado na rotina das ambições e da ganancia, do ser, do ter e do poder.
A religiosidade que se espalha pelo mundo, em sua maioria foca-se na vida comum, como se isto bastasse. Na realidade estamos alimentando a insatisfação, o desequilíbrio e a insensatez.
Os tempos são outros, são os tempos da grande virada, do sair do lugar comum e todos que queiram terão a oportunidade.
Para isto, a ordem e  organização é o primeiro passo. Dar a objetos e desejos, limites que não atrapalhem nossa ascenção espiritual.
Importar-se o suficiente para que nossas necessidades básicas sejam atendidas e nos voltarmos para o que realmente importa.
Os indivíduos ficarão perdidos, alucinados, quando tudo ao seu lado começar a se desmoronar. Isto já começou, mas devido as nossas ilusões poucos conseguem perceber e muitos não querem enxergar.
A fé transforma a aridez. Esta frase é muito importante pois tem a chave para superarmos nossas angustias conquistadas ao longo de vidas e mais vidas alimentando a ilusão.
A Terra e seus reinos estão em transformação. Sem se ater para isto, isto não faz sentido.
Procure perceber, então analise sua vida, a vida comum das pessoas e os movimentos que a raça humana tem feito no atual processo da auto destruição.
Coloque a fé nas suas conclusões e a esperança renascerá em bases reais, onde oportunidades poderão ser vislumbradas.

Atente-se.
Hilton

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Como enfrentar nossos medos.

Pensamento do dia 04 de outubro de 2...

Aspiração à busca espiritual e ao serviço altruísta anula o medo

O medo é, entre outras coisas, o resultado da atividade mental mal direcionada.
Quando a mente é orientada para a meta superior da existência, ele se abranda ou nem surge. Poderíamos dizer que a ignorância acerca do que realmente somos em essência é que faz surgir o medo. Quase sempre vemo-nos como indivíduos isolados, e não como células de uma única Vida. Mas à medida que por amor nos doamos a alguma causa ou serviço altruísta, vamos tomando consciência da existência de um Universo Maior, e o medo começa a dissolver-se.
Há também um medo ancestral que costuma emergir do subconsciente de todos, originado da memória de experiências vividas em épocas pré-históricas, em que o ambiente sobre a Terra era por demais inóspito. Esse medo é ainda atuante devido à falta de comunicação livre entre a consciência externa e o nível supramental -- encontrado além da mente normal e concreta. Quando essa comunicação se estabelece e se firma, quando a pessoa chega à vibração interior e profunda da alma, o medo tende a desaparecer.
Importante saber que medos e sentimentos negativos alheios podem ser incorporados à nossa aura sensitiva e tomados como nossos.
A mente individual tem capacidade para captar elementos do nível mental coletivo e transferi-los para si mesma. Também podemos manifestar apreensões pelo que está ocorrendo não especificamente conosco, mas de modo generalizado. Por exemplo, muitos hoje estão sentindo a iminente ruína da economia no mundo e costumam interpretar isso como algo que seu destino pessoal lhe reserva. Nesses pode-se redobrar, então, o medo de sofrer privações.

A humanidade atual sofre de um medo bastante comum: o medo do fracasso. Esse medo advém de estarmos identificados em demasia com a personalidade e vivermos em ambientes que nos depreciam. Habituados pela educação normal, a comparar-nos e a confrontar-nos com os semelhantes, é comum ficarmos insatisfeitos com nossas possibilidades. Na realidade, cada um é útil com suas próprias qualidades e virtudes, e as qualidades dos demais têm outra serventia.
O sentimento de inadequação pode demonstrar que visamos a algo que não nos é destinado no momento. Se estivéssemos canalizando atenção e energia para a tarefa imediata que nos cabe, veríamos como estar preparados para desempenhá-la corretamente: de nada mais precisaríamos além da total entrega ao serviço.
Mas o sentimento de inadequação pode também resultar da imensa necessidade planetária. Dado o número insuficiente de pessoas disponíveis para ajudar na grande obra evolutiva, espiritual, a ser realizada na Terra, às que estiverem dispostas a servir são oferecidas oportunidades que exigem uma capacidade maior do que a por elas manifestada. E que se conta com seu potencial oculto.
Assumir essas tarefas com coragem atrai uma força desconhecida, que dissolve o medo do fracasso logo que desponta.
Aceitar sem receio trabalhos mais complexos do que os de hábito cura-nos dessa espécie de medo  desde que as circunstâncias para realizá-los venham dos níveis superiores do ser, e não de impulsos engendrados pela ambição.
Se fizermos o que for necessário na ocasião propícia e conforme nossa mais elevada consciência, e se entregarmos à Vida universal o resultado das nossas ações, liberamo-nos desse sentimento de inadequação.
Trigueirinho.

Pois bem, conforme instruções, tudo é uma questão de posicionamento perante a vida.
Nos baseamos demais nas aparências, na superficialidade e não nos aprofundamos o suficiente para perceber o verdadeiro ritmo da vida, da humanidade, do planeta.
Nos preocupamos sempre em ser, em ter, em poder, essencialmente no mundo material face nossos medos.
Como foi dito, o medo ancestral, numa época em que as lutas pela sobrevivência eram intensas ainda persiste em muitos e os torna extremamente gananciosos.
Nosso egoísmo provem dos nossos medos e foi alicerçado no medo ancestral, só que não conseguimos reverte-lo e este se mantem, pela incompatibilidade de nos aceitarmos como corpo e alma.

Como sugerido, as Tarefas elevadas, altruístas, desprendidas de quaisquer interesses tem poderes magníficos para contrabalançar com estes medos intensos.
Poucos creem nisto e na maioria das vezes troca-se a oferta de si próprio pelos pedidos para si próprio, estimulando a manutenção dos próprios medos.
No decorrer deste final de ciclo planetário, ativaremos todos os medos, exporemos os mais ocultos, os mais ferrenhos por ser uma etapa em que tudo deverá ser exposto e transmutado. As reações serão imprevisíveis, portanto, estar atento e coligado será essencial, uma vez que a mente não poderá deduzir reações necessárias para as ações que serão desencadeadas.


Faça o essencial. Dedique-se somente ao necessário.
Hilton

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Os sonhos e a minha realidade.

Pensamento do dia 03 de outubro de 2...

Os sonhos podem mostrar nossa realidade com clareza

Geralmente somos mais livres nos sonhos, de modo que eles podem colocar-nos em contato com níveis mais elevados do nosso ser, de onde podem vir orientações precisas.
Todos os que passaram pela experiência de um sonho marcante sabem que depois de vivenciá-lo não continuaram a ser os mesmos.
No nível da consciência de vigília, de desperto, temos a ilusão de que somos separados uns dos outros, de que somos uma coisa e o universo é outra, como algo distante e fora de nós. Todavia, um sonho pode mostrar que essa não é a realidade.
Um sonho pode apresentar o que vem realmente do nosso lado interno, profundo, e não da nossa parte mais superficial, aparente ou racional. Num sonho, isso pode ser liberado, e então ficamos diante da realidade, vendo-a com mais clareza.
Quanto mais nos aprofundamos nesse assunto, mais temos sonhos simbólicos, ligados a fatos não concretos, conforme costumamos pensar. Em vários casos, esses sonhos simbólicos podem ser considerados a linguagem da nossa alma, a qual não se atinge com a mente comum.
Na vida de desperto, um mais um é igual a dois, ao passo que, na linguagem da alma, não é assim.
Na vida espiritual, se interpretarmos um sonho simbólico em termos lógicos e racionais, dificilmente chegaremos a uma conclusão correta. Para sabermos o que ele está manifestando, é preciso despir-nos de toda preocupação de ver as coisas logicamente, de querer introjetar nossas ideias sobre o significado que possa ter. E preciso que nos liberemos de conceitos; do contrário, não compreenderemos o símbolo.
Diante de um sonho, convém ficarmos imparciais, tanto ao passá-lo a outros, se for o caso, como para a nossa própria compreensão.
Devemos registrá-lo com fidedignidade, com detalhes, mas sem acrescentar-lhe nada.
Se me coligo em silêncio com o símbolo que vi e fico quieto, isentando-me de formar uma opinião, provavelmente outros elementos surgirão na minha consciência. Esses elementos podem ter um significado específico que emergirá de dentro de mim, não através de explicações mentais, mas de estados de ânimo que me transformam.
Ainda que, quieto e imparcial diante do símbolo, eu não consiga chegar a conclusão alguma, não tem importância; pelo simples fato de ter ficado nessa atitude, impassível e impessoal, permito que o símbolo me transforme. Por ser ele um concentrado de energias de um outro nível, com minha atitude de imparcialidade acabo entrando em contato com a energia que traz, mesmo sem compreendê-lo.
Se um símbolo for muito abstrato, de tal modo que meu grau de compreensão atual não me permita atingi-lo, basta eu ficar relaxado para ser tocado por sua energia. Talvez o símbolo não queira dizer nada mais que "fique calmo, quieto e atento, olhando para mim"
Quanto mais abstrato e incompreensível for o símbolo visto ou sonhado, mais profundo o nível do qual terá vindo. Cada vez que o recordo, e que nele penso com gratidão e afeto, sou energizado e me coligo com um nível mais interno do meu ser. Tal nível está sendo representado pelo símbolo e, por isso, quando minha mente se volta para ele, sou colocado em contato com meu Eu Superior, na proporção em que isso pode ser feito na atual fase da minha existência.
Trigueirinho.

Pois bem, eis uma indicação de postura que devemos seguir para aprender a compreender os recados da alma.
Geralmente as pessoas interpretam seus sonhos “ao pé da letra”, fantasiam, se impressionam e deduzem estados críticos que não vão acontecer.
Como somos impressionáveis, se os sonhos importantes não forem marcantes, pouca ou nenhuma atenção lhe será dada e os recados não são absorvidos.
Como exemplo, sonha-se em certos momentos da nossa vida, com a morte.
A morte pode ser o fim de um estágio que vem se percorrendo, de uma situação que está prestes a se encerrar, enfim de algo que termina e outra que começará.
Como cada um se encontra num nível de consciência, de compreensão e evolução, os sonhos divergem de pessoa para pessoa.
Poderemos ter sonhos coletivos quando algo de âmbito coletivo poderá acontecer.
As grandes descobertas mundiais, na ciência, na física, na medicina, na mecânica, com em todos os outros setores, foram inspirações vindos do alto que “tocaram” certos indivíduos aptos a estes desenvolvimentos.
Os sonhos são simbólicos e expressam estados de consciência, atuais, futuros e do passado, que pendem de ajustes atuais, para o futuro e os passados.
Esta forma de comunicação anímica (da alma) foi uma maneira encontrada face a nossos bloqueios mentais fortemente controlados pela personalidade.
No futuro isto muda, o formato será outro e a comunicação anímica mais direta.

Atente para o que sonha, anote, preencha com o máximo de detalhes, não seja telegráfico ou se prenda ao que você considera mais importante, pois o conjunto é que dará o formato que precisamos conhecer.
Sonhar com outras pessoas, nem sempre significa recados que temos de dar, pois nos espelhamos nos outros. Ou seja, muitas vezes o que vemos nos outros são nossos próprios reflexos, nossos próprios defeitos ou qualidades, portanto, nunca devemos nos isentar.
Consulte pessoas, se necessário, com certas aptidões e não curiosos ou tendenciosas que poderá atrapalhar mais do que ajudar.
O ideal sempre será um trabalho interno, pessoal para a devida interpretação.

Bons sonhos, o que não significa sonhos tranquilos.
Hilton

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O correto adormecer.

O correto adormecer nos leva a um sono mais tranquilo

Quando nos deitamos e nos preparamos para adormecer, o nosso eu interno — núcleo profundo do nosso ser — vai reunindo todas as energias disponíveis, levando-as para uma região especial do nosso corpo: o centro cardíaco, no centro energético do nosso tórax. É  importante acompanhar esse movimento para nos interiorizarmos e partirmos para um sono tranquilo, na direção de níveis mais profundos.
Quando seguimos esse movimento do nosso eu interno, de recolhimento, os pensamentos que passam pelo cérebro devem ser silenciados ou transformados em algo bom, positivo. Também devemos procurar relaxar e equilibrar nossas emoções, enquanto o corpo físico se prepara para repousar.
Quando o corpo físico e o cérebro dormem, a alma fica recolhida em seu próprio nível de realidade, que é a quarta dimensão, um plano sutil, elevado. Desse plano, a alma pode, ou não, enviar impressões para a personalidade. Para isso ocorrer, os corpos da personalidade — como o mental e o emocional devem estar repouso. Assim as mensagens da alma pode atravessá-los e chegar até o cérebro físico. Desse modo, quando o corpo acordar depois do sono terá registrado no cérebro o que a alma enviou. Se não houver esse relaxamento, o cérebro físico continuará registrando o que acontece em torno, como os ruídos do meio ambiente.
Se, no processo de relaxamento percebermos que preocupações do dia ainda nos acompanham, poderemos usar o recurso de recapitular o que se passou naquele dia, porém, ao inverso: a partir do último fato acontecido, até chegar ao primeiro, quando despertamos. Tal revisão deve ser calma, atenta e imparcial, para que não haja novos envolvimentos com fatos já vividos.
O efeito prático desse trabalho é que toda a narração do dia desenrola-se no cérebro, como episódios de um filme, e acaba se liberando. Isso equivale a livrar o mecanismo cerebral dessas recordações que têm o poder de estimulá-lo durante a noite e fazê-lo continuar funcionando, produzindo os chamados sonhos cerebrais, que não têm valor.
Algumas pessoas adormecem durante essa recapitulação, o que não terá importância, desde que a intenção tenha sido a de completá-la. Essa boa intenção é projetada para dentro do sono, e o processo da recapitulação pode prosseguir quando já se está dormindo. As vezes isso nem sempre é consciente. Tudo isso serve para mostrar quanta ressonância tem nos planos subjetivos a nossa última intenção antes de adormecer.
Seria bom que, ao adormecer, atingíssemos logo, com a consciência, zonas mais profundas do nosso ser. Há uma técnica direta que pode ser usada não só para nos lembrarmos do que se passou à noite, mas também para atravessarmos rapidamente os níveis intermediários.
A técnica consiste num cuidado especial para com aquele momento-limite que antecede o adormecer, momento em que não estamos nem acordados, nem dormindo, em que vamos perdendo a consciência e entrando num estado onírico. Aí, o último pensamento do consciente deve ser positivo, imbuído da vontade de ir para um nível bem alto, superior. Um pensamento que seja a afirmação de um mundo espiritual. Isso determina uma vida de sonhos mais madura.
Outro ponto a ser considerado é o horário de dormir. E bom ter um horário fixo, regular, rítmico. Lembremo-nos de que o subconsciente é cheio de ritmos, e se estabelecemos mais algum voluntariamente, ele o absorverá bem.
Trigueirinho.

Pois bem, o correto adormecer é essencial para nos ajustarmos ao ponto do equilíbrio de cada um .
Nossa vida, em geral, tem sido bem intensa e poucos respeitam esta condição básica da necessidade do correto adormecer. O maior problema talvez seja a falta de informações a este respeito, aliado a uma vida intensa e com poucas regras em relação ao nosso conjunto corpo-espírito.
Regras simples como esta fazem a diferença na vida, pois podemos ter uma percepção mais clara a respeito das orientações oriundas da alma.
Já foi citado que no período das 22.30hs até as 2.30hs é o período em que somos atraídos para zonas elevadas em que as vibrações são intensas e muito produtivas, podendo aclarar no dia seguinte ações mais produtivas e eficientes nesse conjunto corpo-alma.
Vejam que a recomendação de orar ao deitar faz todo sentido, pois com a oração aceleramos  o  processo da coligação e o último pensamento torna-se elevado.

Num momento em que as estruturas físicas e psicológicas estão ruindo e desmoronando, o correto adormecer torna-se essencial para termos acesso à nossa principal fonte de inspiração, para o dia seguinte e para as decisões que se aproximam.


Levem em conta estes aspectos e revejam certas posturas.
Hilton

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A correta respiração.

Pensamento do dia 27 de setembro de 2...

A respiração correta nos ajuda a pensar ordenadamente.

E importante que o ser humano desenvolva a capacidade de observar e de aperfeiçoar as funções vitais do seu corpo no dia a dia. A medida que percebe essas funções e lhes dá atenção — ao sono, à alimentação, ao despertar, ao adormecer, ao ato de respirar, entre outras —, cria menos atritos e ganha mais energia. Adquire mais equilíbrio e harmonia. Suas funções vitais se desdobram, tornam-se mais sutis: deixam de obedecer apenas aos instintos de sobrevivência e começam a apresentar novos aspectos, subjetivos.

Vejamos a respiração: o movimento respiratório tem duas fases: a da inalação e a da exalação. Entre elas há sempre uma pausa, por menor que seja. Entre a inalação e a exalação, a mente fica disponível para receber os impulsos da alma. Já entre a exalação e a inalação, transfere esses impulsos recebidos ao cérebro, e eles se exteriorizam como pensamento. A respiração está, portanto, diretamente ligada ao ato de pensar. Influi na qualidade, na intensidade e na abrangência do pensamento.

O aprimoramento do ato de respirar influencia a vida de pensamentos de modo positivo. Além disso a respiração correta alimenta o magnetismo superior.

O ato de respirar não se resume, portanto, em inalar oxigênio e exalar gás carbónico. Devemos valorizá-lo, atentos às energias universais que nos circundam e que se encontram em nosso interior. Aos poucos, então, teremos mais consciência do seu real significado.

Se inalamos e exalamos profundamente, os tecidos ganham mais vitalidade. Adquirimos também flexibilidade, pois a respiração está relacionada com a prontidão em reconhecer o que é correto e necessário a cada momento. Pelo aprimoramento da respiração, preparamo-nos para seguir com agilidade os impulsos que vêm do mundo interior. A respiração correta ajuda-nos a pensar ordenadamente, a nos valer do lado mais sutil e subjetivo da mente.

Os efeitos da boa respiração repercutem nas demais funções vitais do organismo. E, sobretudo, ajudam-nos a corrigir nossa atitude diante da vida em geral.

Se respiramos corretamente, estamos injetando energia em todas as funções do organismo, com incalculáveis benefícios para os sistemas do nosso corpo. Nosso campo de ação se expande e passamos a ter uma maior percepção das coisas da vida.

Há várias modalidades de exercícios para se chegar a uma boa respiração, mas cada um de nós precisa encontrar a sua própria maneira de aperfeiçoá-la. Podemos, por exemplo, dispor-nos a estar atentos à respiração no dia a dia. Podemos, além disso, reservar alguns minutos do dia para observá-la.

A diminuição da frequência respiratória significa que o mundo interior está permeando mais o mundo mental e o cérebro físico. Na respiração mais pausada, o intervalo entre inalação e exalação se alonga, e esse é o momento da descida da energia da alma para a mente. Como decorrência, a realidade subjetiva pode permear o cérebro com maior intensidade e, assim, começamos a ter pensamentos condizentes com o que de verdade somos.
Trigueirinho.

Pois bem, as explicações são bem explicitas e simples. É uma questão de pratica.
Cabe salientar que o Universo também respira, é o pulsar entre um big bang e outro, envolvendo bilhões de eras.
Tudo no universo pulsa, ou seja, respira e nestes intervalos entre um pulsar e outro que os impulsos para as mudanças ocorrem.
Tudo que acontece no macrocosmo acontece no microcosmo.
Pouco percebemos pois associamos o tempo a tudo isto e ao fazermos isto, estreitamos demais o intervalo para nosso raciocínio perceber.

A palestra de ontem do Trig. ressaltou um assunto que é importantíssimo termos em mente, além das disciplinas para superação dos medos. Trata-se da sutilização da matéria galáctica, ou seja, a matéria que compõem o universo material será sutilizado.
Em nossa galáxia, o sol central (da galáxia) que cuidará deste novo expoente.
O que pode parecer algo grandioso e fora de propósito para nós, não é, pois o que acontece no macrocosmo acontece no microcosmo, portanto, a matéria na Terra e nos demais planetas serão sutilizados. Sendo assim, os reinos da Terra, o corpo humano deste e dos demais planetas serão sutilizados, ou seja, toda a matéria física será sutilizada, portanto estamos nos estertores daquilo que conhecemos e por eras convivemos.
Desta forma, podemos de certa forma, mensurar ainda que precariamente, o nível de transformações que envolverá esta virada cíclica planetária.


Ajude-se e ajude no processo da transformação planetária.
Hilton

terça-feira, 26 de setembro de 2017

A importância de elevar a vibração de nosso corpo físico.



Pensamento do dia 26 de setembro de 2...

Diz-se que o corpo físico se aperfeiçoa quando se torna capaz de responder à consciência mais elevada do ser, à vibração superior. Quando isso acontece com certa intensidade, a substância luz que existe no centro de cada célula é liberada, constituindo assim a realização máxima do nível mais denso e material do homem, o corpo.

O cérebro, por exemplo, tem apenas cerca de 10% de suas células em atividade. Para que possa refletir um pensamento superior, para que sua parte adormecida possa despertar, precisamos mudar a qualidade e as intenções de nossa vida cotidiana. O pensamento comum e as preocupações corriqueiras são capazes de ativar apenas pequeno número de células, e sempre as mesmas.
Trigueirinho.

Pois bem, se atentarmos para estas explicações e dermos vazão em nós mesmos, processos de transformação começam a ocorrer. Estes vão acontecendo. São sutis pois não temos estrutura psicológica para impactos, desta forma, nossa assimilação precisa ser gradual, no entanto, em certo estágio iremos perceber mudanças em nossa estrutura mental e algumas diferenças na estrutura corporal.
As intenções: são as intenções que mantem o “combustível” destas alterações. Quanto mais elevadas forem, mais irão estimular a substancia luz que ativa o lado sutil das nossas células.
Somos um conjunto (corpo- mente – espirito) e funcionamos somente como conjunto, por isso que precisamos disciplinar nossas ações, intenções, vontades e movimentos.
Hoje este conjunto - ações, intenções, vontades e movimentos – agem desordenamente e não é raro pensarmos de um jeito e fazermos de outro.
Isto ocorre face a desordem e a desorganização que nos encontramos internamente. Quase tudo está desorganizado e temos procedido em cima de impulsos emocionais tendenciosos ou sobre as fortes influencias negativas que tem sido reinantes na Terra, por ação das forças negativas e do assédio de indivíduos inescrupulosos que deixaram-se manipular.
A pouca atividade cerebral, em torno de 10%, pode ser compensado com a qualidade elevada das intenções.
Muitas vezes um indivíduo bem intencionado se deixa levar pelo medo,  pela preguiça, pelo comodismo, numa época atípica e especial.

Quando somos desafiados para algum evento, para algum esforço, para algum sacrifício, para alguma doação real, em primeiro lugar olhamos nossas conveniências pessoais, nossas dificuldades, nosso comodismo, para depois analisar os fatores de importância e de repercussão de tal ação.
Deveria ser exatamente o contrário e as dificuldades, o comodismo, as conveniências, basicamente desconsideradas a não ser que sejam extremas.
O ser humano ainda não aprendeu a doar-se ou a sacrificar-se pelo todo. Só o faz com a devida contrapartida. Isto não é doação mas pura troca, barganha.

Sem a mudança desta mentalidade, a substancia luz encontra inúmeras barreiras que são difíceis de romper, por isso que nossa ascenção vira tipo “soluço”, com certo incômodo recuamos.  
O pensamento comum e as preocupações corriqueiras são capazes de ativar apenas pequeno número de células, e sempre as mesmas. Assim vive a maioria, atrelada aos pensamentos comuns, ao dia a dia e consideram suficientes. Jornada diária cumprida, interesses pessoais atendidos, esforços só os essenciais, missão cumprida.

Reverta, arrisque-se, mude, supere.
Hilton